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A Ascensão da Fênix: A Vingança da Herdeira Marcada

A Ascensão da Fênix: A Vingança da Herdeira Marcada

Autor:: Betty
Gênero: Moderno
O meu marido atirou o acordo de divórcio para cima da cama, sem sequer se dignar a olhar para a minha cara. "A Cais voltou", disse ele com uma frieza entediada. "Quero a casa vazia até hoje à noite. Acrescentei cinco milhões para comprares uma casa no interior e esconderes esse rosto deformado onde ninguém precise de o ver." Acordei naquele corpo com uma cicatriz de queimadura na bochecha e memórias de uma vida de submissão, mas a mente que agora operava aqueles olhos não era a da esposa frágil que ele conhecia. Assinei os papéis sem ler, recusei o dinheiro "sujo" dele e saí da mansão vestida com um fato de treino e uma mochila velha, deixando para trás todas as joias e luxos. Mas o inferno não acabou ali. O meu pai, ao saber que eu tinha saído sem nada, deixou uma mensagem a dizer que eu era inútil para a família. Fui a uma loja de luxo para me recompor e encontrei a minha meia-irmã, Brisa, e as suas amigas. Elas cercaram-me, rindo-se da minha roupa e da minha cicatriz, tentando expulsar-me por eu ser uma "mendiga divorciada". Eles achavam que eu ia chorar. Achavam que eu ia implorar por misericórdia, como a antiga Andorinha fazia. Mal sabiam eles que estavam a lidar com a Fênix. Enquanto a Brisa gritava para os seguranças me tirarem dali, encostei o meu telemóvel velho ao terminal de pagamento. O ecrã não pediu código. Piscou vermelho e exibiu um alerta que fez o gerente da loja correr e curvar-se a noventa graus diante de mim: "AUTORIZAÇÃO NÍVEL 0". Sorri para a minha irmã, que olhava em choque para o telemóvel dela. "O cartão do papá foi recusado, Brisa?", perguntei suavemente. "Talvez seja porque acabei de denunciar a fraude da empresa dele e congelar todos os bens da família." Entrei no meu carro privado, pronta para resgatar a minha mãe e ver o império deles arder.

Capítulo 1

- Chega de drama, Elease.

A voz masculina era fria, entediada e perto demais.

Os olhos de Elease se abriram de supetão. Suas pupilas se dilataram instantaneamente, ajustando-se à luz com uma precisão mecânica que parecia estranha, mas profundamente familiar. Era um reflexo que não pertencia à mulher tímida que fora dormir nesta cama, mas a outra pessoa. Alguém mais velha, mais fria, enterrada bem no fundo.

A voz foi uma chave, girando uma fechadura no fundo de sua mente. Uma represa se rompeu, e as memórias a inundaram, dois conjuntos colidindo um com o outro como placas tectônicas. Um era a vida que ela conhecia: Elease Finch. Uma vida de submissão. Uma cicatriz que a definia. Um marido que a desprezava.

O outro era um fantasma, um pesadelo que ela sempre descartara como um trauma de uma doença de infância. Um quarto branco e estéril. A picada de uma agulha. Um ano de sua vida, por volta dos doze anos, completamente apagado, um buraco negro em sua história. E um nome, sussurrado no escuro: Phoenix.

Ela se sentou. Seu corpo parecia pesado, lento. Havia uma sensação fantasma em seu peito, um calor ardente, mas quando olhou para baixo, viu apenas os lençóis impecáveis de alta contagem de fios de uma cama de luxo.

A Elease Finch que fora dormir na noite anterior era uma mentira cuidadosamente construída, uma máscara de amnésia e medo. E a mulher que acordou era a verdade aterrorizante.

Ela levou a mão à bochecha direita. As pontas de seus dedos traçaram a textura áspera e elevada de uma cicatriz de queimadura. Uma lembrança permanente do incêndio que levara sua beleza cinco anos atrás, o preço que ela pagara por arrastar um Kason Stephens inconsciente para fora do fogo. O ato heroico que fora distorcido em sua maior vergonha.

A mente que agora operava este corpo não era nova, mas redespertada. O pânico e o desespero que geralmente definiam Elease Finch haviam desaparecido, substituídos por um silêncio frio e tático. Ela era Phoenix.

Ela virou a cabeça lentamente.

Kason Stephens estava sentado em uma poltrona de veludo perto da janela. Ele vestia um terno que custava mais do que a maioria das pessoas ganhava em um ano. Ele checou o relógio, a perna balançando com impaciência.

- Não tenho o dia todo - disse Kason. Ele não olhou para o rosto dela. Ele nunca olhava para o rosto dela.

Ele pegou uma pasta azul da mesa lateral e a jogou na cama. Ela deslizou pelo edredom de seda e bateu em sua perna.

Elease olhou para a pasta. Não se encolheu. Ela a pegou, com movimentos precisos. Suas mãos estavam firmes. Os tremores que costumavam atormentar Elease quando seu marido estava por perto estavam ausentes.

Ela abriu a pasta. O título estava em negrito e centralizado: Acordo de Divórcio.

- Chelsea está de volta - disse Kason. Ele se levantou e caminhou em direção à janela, mantendo-se de costas para ela. - Preciso que a casa esteja vazia até hoje à noite.

Elease encarou a nuca dele. Analisou o nível de ameaça. Zero. Ele era fraco. Um civil.

- Adicionei cinco milhões ao acordo - continuou Kason, seu tom sugerindo que era uma transação, não um presente. - É uma taxa pelo seu silêncio. O suficiente para você ir para o interior, comprar uma casa pequena e esconder esse rosto onde ninguém precise vê-lo novamente. Assine o NDA, e o dinheiro é seu.

Elease olhou para o documento. Seus olhos percorreram o jargão jurídico, removendo o supérfluo para encontrar os dados essenciais. Acordos de confidencialidade. Confisco de bens. Um apagamento completo de sua existência da vida dele.

Uma onda de dor tentou emergir - o resíduo da personalidade submissa que a protegera por tanto tempo. Elease Finch amara este homem. Ela o idolatrara.

Phoenix esmagou essa emoção instantaneamente. Era ineficiente.

Ela olhou para a caneta Montblanc que repousava na mesa de cabeceira.

Ela estendeu a mão e a pegou. A tampa fez um clique seco ao ser retirada. O som foi alto no quarto silencioso.

Kason se virou, franzindo a testa. Ele esperava lágrimas. Esperava súplicas. Havia se preparado para uma cena.

- Não finja que vai assinar sem lutar - disse ele, os olhos se estreitando. - Eu te conheço, Elease. Você vai chorar. Vai me perguntar por quê.

Elease não ergueu o olhar. Ela folheou até a última página, ignorando completamente os detalhes financeiros.

Ela pressionou a caneta no papel.

"Elease Finch."

Ela assinou o nome. A assinatura era firme, angular e agressiva. Não parecia em nada com as curvas arredondadas e hesitantes da mulher que vivera ali ontem.

Ela fechou a pasta e a jogou de volta na direção dele. A pasta pousou na beirada do colchão.

Kason olhou para a pasta, depois para ela. Parecia atordoado.

- Você nem leu a cláusula da pensão - disse ele.

Elease passou as pernas para fora da cama e se levantou. Sentiu a fraqueza em seus músculos - este corpo fora sedentário, mimado e deprimido. Ela precisaria consertar isso.

Ela passou por ele em direção ao grande espelho da penteadeira.

- Não quero o seu dinheiro, Kason - disse ela. Sua voz estava rouca pelo desuso, mas era firme.

Kason deu um passo para trás. O ar no quarto pareceu mudar. A mulher parada diante do espelho se portava de maneira diferente. Sua coluna estava ereta. Seu queixo, erguido.

- Não se faça de difícil - zombou Kason, tentando recuperar a compostura. - Você não tem habilidades. Não tem amigos. Você não consegue sobreviver em Manhattan sem mim.

Elease se virou para encará-lo. Olhou-o diretamente nos olhos. Seu olhar era sombrio, vazio de afeto, vazio de medo. Era o olhar de um predador avaliando sua presa.

- Seu dinheiro é sujo - disse ela suavemente. - Prefiro ter as mãos limpas.

Kason sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Foi uma reação irracional. Esta era apenas Elease. A fraca e marcada Elease.

- Ótimo - rosnou ele, pegando a pasta. - Deixe tudo que eu comprei para você. As roupas, as joias. Saia agora.

Elease sorriu. Foi uma curva fria de seus lábios que não alcançou seus olhos.

- Com prazer.

Capítulo 2

Elease entrou no imenso closet. Era maior do que a maioria dos apartamentos da cidade.

Fileiras de vestidos, sapatos e bolsas de grife forravam as paredes. Hermès, Chanel, Dior. Eram troféus, não roupas. Kason os comprara para cobri-la, para torná-la palatável para sua imagem pública, mesmo enquanto a escondia.

Ela ignorou todos eles.

Ela foi para o fundo do closet, empurrando para o lado uma arara de casacos de pele. Lá, enfiada no canto, havia uma surrada mala de lona. Era uma relíquia do passado de Elease, uma mala que ela havia feito para um acampamento aos doze anos e nunca mais vira até ser devolvida anonimamente para a casa um ano depois, vazia.

Kason apareceu na porta, encostado no batente com os braços cruzados. Ele a observava, esperando pela fenda em sua armadura.

- Vai levar o saco de lixo? - ele perguntou. - Apropriado.

Elease não respondeu. Abriu uma gaveta e pegou duas camisetas pretas lisas e uma calça jeans. Dobrou-as com precisão militar e as colocou na mala.

Ela estendeu a mão para uma caixa de joias de veludo no balcão central.

Kason sorriu com desdém. - Esses diamantes ficam. Pertencem ao fundo fiduciário da família Stephens.

Elease abriu a caixa. Um colar de diamantes brilhou sob a iluminação embutida. Valia meio milhão de dólares.

Ela o ignorou completamente.

Seus dedos se fecharam em torno de um pequeno medalhão de prata manchado, aninhado no canto da caixa. Era barato, velho e sem valor para qualquer um, exceto para ela.

Ela o abriu. Uma foto minúscula e desbotada de uma mulher com olhos gentis a encarou de volta. Isolde Finch. Sua mãe.

Elease fechou o medalhão com um clique e o enfiou no bolso.

Ela se moveu para a prateleira onde seus eletrônicos eram guardados. Pegou um laptop. Parecia um modelo padrão, arranhado e velho, mas por dentro, o hardware havia sido modificado. A persona adormecida de Phoenix guiara suas mãos anos atrás, um impulso subconsciente para construir uma porta dos fundos, uma arma oculta que ela nunca soube conscientemente que possuía.

Ela colocou o laptop na mala e a fechou. A mala mal estava pela metade.

Ela se virou para Kason. Estava usando um pijama de seda.

- Vire-se - disse ela.

Kason revirou os olhos. - Já vi tudo isso antes, Elease. As cicatrizes não me assustam mais. Apenas me entediam.

Elease não discutiu. Simplesmente tirou a blusa de seda.

Kason desviou o olhar instintivamente, uma careta passando por seu rosto. As cicatrizes em suas costas eram diferentes da que tinha no rosto. Não eram do incêndio de cinco anos atrás. Eram mais antigas, uma treliça horripilante de linhas pálidas e salientes - algumas cirúrgicas, outras claramente de queimaduras e estilhaços, um mapa da explosão do laboratório e dos experimentos que haviam roubado um ano de sua infância. Era uma história sobre a qual ele não sabia nada, uma dor que não conseguia compreender.

Ela vestiu um moletom preto com capuz e uma calça legging. Calçou um par de tênis de corrida.

Ela pegou a mala.

Ela caminhou em direção à porta. Kason não se moveu. Ele bloqueava seu caminho, seu corpo preenchendo o batente.

- Você vai sair sem nada? - Kason perguntou. Sua voz estava mais alta agora, tingida de frustração. - Acha que esse ato de mártir vai me fazer sentir culpado? Porque não vai.

Elease olhou para ele.

- Culpa exige consciência, Kason - disse ela. - Você não tem nenhuma.

Ela deu um passo para o lado. Foi um movimento fluido, uma sutil mudança de peso que lhe permitiu deslizar por ele sem tocá-lo.

Kason estendeu a mão e agarrou seu braço. Seu aperto era forte, possessivo.

- Chelsea chega aqui em uma hora - ele sibilou. - Não fique perambulando pelo saguão como um cão de rua.

Elease olhou para a mão dele em seu braço. Seus músculos se contraíram. Sua mente, a Phoenix redespertada, calculou o ângulo do pulso dele, o ponto de pressão em seu polegar. Ela poderia quebrar o pulso dele em dois segundos. Era uma habilidade que ela não sabia que tinha até aquele exato momento, mas parecia tão natural quanto respirar.

- Solte - disse ela. Sua voz baixou uma oitava. - Ou eu quebro.

A ameaça foi proferida com uma calma tão absoluta que Kason a soltou instantaneamente. Ele recuou, olhando para a própria mão como se tivesse sido queimada.

Ele riu, um som nervoso e entrecortado. - Você enlouqueceu.

- Eu o encontrei - corrigiu Elease.

Ela caminhou pelo corredor. Seus passos eram silenciosos no piso de mármore.

Ela passou por uma grande foto de casamento pendurada na parede. Kason parecia um príncipe. Elease estava de costas para a câmera, escondendo o rosto.

Ela parou.

Kason a observou, pensando que ela estava reconsiderando.

Elease estendeu a mão e virou o porta-retrato com a face para baixo sobre o aparador.

- Feng shui ruim - ela murmurou.

Ela abriu a pesada porta da frente.

- Saia por essa porta e você não receberá um centavo! - Kason gritou do corredor. Sua voz ecoou no espaço vazio.

A porta bateu com força.

O som foi definitivo. Foi o som de uma jaula se abrindo.

Capítulo 3

As portas do elevador se abriram no saguão. O porteiro, um homem chamado Henry que geralmente olhava para Elease como se ela fosse invisível, piscou surpreso.

Ele viu a bolsa de lona. Ele viu o moletom com capuz.

"Chamando o carro, Sra. Stephens?" Henry perguntou, com a mão pairando sobre o telefone.

"Sra. Finch," Elease corrigiu sem diminuir o passo. "E não."

Ela passou pela porta giratória e saiu para a calçada.

O barulho de Manhattan a atingiu instantaneamente. Buzinas soando, sirenes uivando, o zumbido baixo de milhões de pessoas se movendo. Era caótico. Era perfeito.

Ela caminhou até o meio-fio e pegou o celular.

Seus dedos voaram pela tela. Ela não estava abrindo um aplicativo de rede social. Estava acessando uma partição oculta no sistema operacional.

A interface colorida desapareceu, substituída por uma tela de terminal preta com texto verde rolando.

Protocolo SkyNet: Ativo.

Ela digitou uma sequência de comandos. Deu um ping em um servidor offshore seguro localizado nas Ilhas Cayman.

A consulta não era uma verificação de saldo. Era um comando de execução. O Phoenix redirecionou uma fração de um por cento das negociações globais de alta frequência através de um algoritmo fantasma, drenando simultaneamente três contas de garantia da dark web pertencentes a traficantes de armas. Levou doze segundos.

O resultado apareceu na tela.

Novo Saldo da Conta: $500.000.000,00

Eram os despojos de uma guerra que ela acabara de começar. Eram irrastreáveis, líquidos e inteiramente dela. Estavam adormecidos nos cantos escuros da web, esperando que uma predadora como ela os reivindicasse.

Ela não transferiu tudo. Isso acionaria alertas na NSA.

Ela ativou uma sub-rotina para canalizar um fluxo de dinheiro para uma conta de gastos genérica e irrastreável. Ela definiu o limite: cem mil dólares por dia.

Ela fechou o terminal e abriu um aplicativo de transporte. Ela falsificou sua localização de GPS para ricochetear em três satélites diferentes, tornando sua pegada digital um fantasma.

Um SUV preto parou no meio-fio trinta segundos depois. Era um despacho prioritário que ela havia hackeado para o topo da fila.

Lá no alto, na varanda da cobertura, Kason Stephens estava observando.

Ele agarrou o corrimão. Esperava vê-la chorando no banco. Esperava que ela parecesse perdida.

Em vez disso, ele a viu abrir a porta de um SUV de luxo. Ela se movia com uma postura militarmente ereta. Ela não olhou para trás. Nenhuma vez.

Seu celular vibrou no bolso. Ele o pegou.

"Querido, estou quase chegando," a voz de Chelsea ronronou pelo alto-falante.

Kason sentiu uma onda súbita de irritação. "Ótimo," ele rosnou e desligou. Ele encarou o lugar onde o SUV estivera, um estranho mal-estar se instalando em seu estômago.

Dentro do carro, o ar estava fresco e silencioso. Os vidros escuros transformavam a cidade em um borrão escuro e em movimento.

Elease viu seu reflexo no vidro.

A cicatriz em sua bochecha era um mapa da sobrevivência de Kason e de sua vergonha pública. Era irregular, repuxando o canto de seu olho.

"Primeira ordem do dia," ela sussurrou para si mesma. "Consertar o hardware."

Seu conhecimento médico redespertado, muito além de qualquer coisa ensinada em uma universidade, veio à tona. Ela conhecia a ciência da regeneração celular. Sabia o que comprar e onde encontrar.

Ela digitou uma busca em seu celular: Materiais para síntese de biogel. Fornecedor: Dark Web.

O motorista olhou para ela pelo espelho retrovisor. Ele viu uma mulher de moletom com capuz e o rosto com uma cicatriz. Sua expressão permaneceu profissionalmente neutra, seus olhos encontrando os dela por apenas uma fração de segundo antes de voltarem para a estrada.

"Destino?"

"O Hotel Pierre," disse Elease. Ela precisava de um terreno neutro. Precisava de luxo. Precisava de uma fortaleza.

Seu celular vibrou novamente.

A tela se acendeu. Identificador de Chamada: Pai.

Elease encarou o nome. Franklin Finch.

Ela deixou tocar.

O telefone silenciou, depois apitou indicando uma mensagem de voz.

Ela não discou para o sistema de correio de voz. Acessou o arquivo de áudio diretamente pelo terminal, reproduzindo-o na velocidade 2x.

A voz de Franklin era venenosa, distorcida pela velocidade, mas clara em sua intenção.

"Se você arruinou o acordo com Kason, nem se dê ao trabalho de voltar para casa. Você é inútil para mim se não for a esposa dele."

Elease deu um sorriso de canto. Era uma expressão sombria e perigosa.

"Casa?" ela disse para o carro vazio. "Não. Estou indo para um campo de batalha."

O SUV entrou no trânsito pesado, deixando o império Stephens para trás, comendo poeira.

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