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A Ascensão do Homem Quebrado

A Ascensão do Homem Quebrado

Autor:: Nancy
Gênero: Bilionários
Na véspera do nosso décimo aniversário de casamento, Maria, minha esposa, me surpreendeu ao sugerir novas fotos de casamento. Ela, que nunca ligou para romance, de repente estava brilhando, dizendo que seria uma recompensa por todo meu esforço pela família. Meu coração, há muito adormecido, se encheu de esperança: talvez nosso amor ainda pudesse ser salvo. Mas a farsa se revelou no dia seguinte, na celebração que preparei com tanto carinho. Na nossa foto recém-tirada, alguém pichou com tinta vermelha a palavra "amante" sobre a minha imagem. O riso congelou em meu rosto, e os sussurros dos convidados se transformaram em desprezo. Então, Ricardo, o assistente dela, surgiu, os olhos vermelhos, e "acidentalmente" mostrou a mesma tinta vermelha em suas mãos. A verdade explodiu em minha mente, fria e brutal: ele era o amante. Eu, João, não aguentei mais; rasguei a foto, dez anos de amor desfeitos em pedaços. Naquela mesma noite, Ricardo postou nas redes sociais um relógio de luxo, meu presente de aniversário para Maria, e fotos de casamento - dele e de Maria. A legenda era um soco no estômago: "Amor e desamor são óbvios, nós somos o par perfeito." Eu estava em choque, mas Maria, ao telefone, só se importava com o "pobre" Ricardo, me acusando de intimidá-lo. Dez anos de casamento, e para ela, eu era apenas um estranho incômodo. Humilhado e exausto, propus o divórcio. A resposta dela foi um riso zombeteiro: "Divórcio? João, você se acha? Sem mim, você não é nada! Você é um perdedor inútil, um sustentado!" Aquela palavra, "sustentado", quebrou o que restava da minha dignidade. Relembrei nosso filho, perdido anos antes, e ouvi Maria usar essa tragédia para me ferir ainda mais. Chega! Eu estava cansado de ser manipulado. Decidi agir: "Prepare os papéis. Quero discutir a divisão de bens." Mas a dor ainda não havia acabado. Descobri que as "novas fotos de casamento" que ela mencionou eram, na verdade, um ensaio íntimo e sensual dela com Ricardo. A náusea era intensa, não só física, mas da vida que eu havia construído sobre a areia. E então, recebi a provocação final: uma foto de teste de gravidez positivo, enviada por Ricardo. A mensagem era clara: "Maria está grávida. O bebê é meu. Ela vai se divorciar de você e ficar comigo. Desista, perdedor." Subestimaram minha fúria. Liguei para o meu advogado: "Entre com o pedido de divórcio. Agora." Liguei para um contato na mídia: "Eu tenho uma história para você. Chegou a hora da verdade." A guerra havia começado, e eu a venceria.

Introdução

Na véspera do nosso décimo aniversário de casamento, Maria, minha esposa, me surpreendeu ao sugerir novas fotos de casamento.

Ela, que nunca ligou para romance, de repente estava brilhando, dizendo que seria uma recompensa por todo meu esforço pela família.

Meu coração, há muito adormecido, se encheu de esperança: talvez nosso amor ainda pudesse ser salvo.

Mas a farsa se revelou no dia seguinte, na celebração que preparei com tanto carinho.

Na nossa foto recém-tirada, alguém pichou com tinta vermelha a palavra "amante" sobre a minha imagem.

O riso congelou em meu rosto, e os sussurros dos convidados se transformaram em desprezo.

Então, Ricardo, o assistente dela, surgiu, os olhos vermelhos, e "acidentalmente" mostrou a mesma tinta vermelha em suas mãos.

A verdade explodiu em minha mente, fria e brutal: ele era o amante.

Eu, João, não aguentei mais; rasguei a foto, dez anos de amor desfeitos em pedaços.

Naquela mesma noite, Ricardo postou nas redes sociais um relógio de luxo, meu presente de aniversário para Maria, e fotos de casamento - dele e de Maria.

A legenda era um soco no estômago: "Amor e desamor são óbvios, nós somos o par perfeito."

Eu estava em choque, mas Maria, ao telefone, só se importava com o "pobre" Ricardo, me acusando de intimidá-lo.

Dez anos de casamento, e para ela, eu era apenas um estranho incômodo.

Humilhado e exausto, propus o divórcio.

A resposta dela foi um riso zombeteiro: "Divórcio? João, você se acha? Sem mim, você não é nada! Você é um perdedor inútil, um sustentado!"

Aquela palavra, "sustentado", quebrou o que restava da minha dignidade.

Relembrei nosso filho, perdido anos antes, e ouvi Maria usar essa tragédia para me ferir ainda mais.

Chega! Eu estava cansado de ser manipulado.

Decidi agir: "Prepare os papéis. Quero discutir a divisão de bens."

Mas a dor ainda não havia acabado.

Descobri que as "novas fotos de casamento" que ela mencionou eram, na verdade, um ensaio íntimo e sensual dela com Ricardo.

A náusea era intensa, não só física, mas da vida que eu havia construído sobre a areia.

E então, recebi a provocação final: uma foto de teste de gravidez positivo, enviada por Ricardo.

A mensagem era clara: "Maria está grávida. O bebê é meu. Ela vai se divorciar de você e ficar comigo. Desista, perdedor."

Subestimaram minha fúria.

Liguei para o meu advogado: "Entre com o pedido de divórcio. Agora."

Liguei para um contato na mídia: "Eu tenho uma história para você. Chegou a hora da verdade."

A guerra havia começado, e eu a venceria.

Capítulo 1

Na véspera do nosso décimo aniversário de casamento, Maria, minha esposa, que nunca se importou com romance, de repente sugeriu que tirássemos novas fotos de casamento.

Ela se sentou no sofá, olhando para mim com um sorriso que eu não via há muito tempo.

"João, nós nos casamos quando éramos pobres, não tivemos uma cerimônia decente, nem fotos de casamento bonitas. Vamos tirar novas fotos, para compensar os arrependimentos da nossa juventude."

Ela segurou minha mão, seus olhos brilhavam.

"Você se esforçou tanto por esta família todos esses anos, considere isso como uma recompensa para você também."

Meu coração, que estava quieto há muito tempo, começou a bater mais rápido. Eu olhei para o rosto dela, o rosto que eu amei por dez anos, e senti uma onda de calor. Talvez ela ainda se importasse comigo. Talvez nosso relacionamento pudesse ser salvo.

Eu concordei sem hesitar.

No dia seguinte, no local da celebração que eu preparei cuidadosamente, o fotógrafo exibiu a foto de casamento que havíamos acabado de tirar. Nela, eu sorria feliz, mas na minha imagem, alguém havia pichado com tinta vermelha a palavra "amante".

A tinta era vermelha e chocante, como sangue fresco.

Os convidados ao redor começaram a sussurrar, seus olhares cheios de pena e desprezo. Meu sorriso congelou no rosto.

Nesse momento, o assistente de Maria, Ricardo, correu até mim, com os olhos vermelhos e cheios de lágrimas.

"João, eu não sei o que aconteceu. Alguém deve ter feito isso de propósito."

Ele soluçava, parecendo mais magoado do que eu.

"Talvez... talvez todos pensem que aquele que não é amado é o verdadeiro amante."

Sua voz era baixa, mas cada palavra era clara. Eu olhei para ele, um jovem que parecia inofensivo e fraco. Então, meu olhar caiu sobre suas mãos. Havia manchas de tinta vermelha em seus dedos, a mesma cor da pichação na foto.

A verdade explodiu na minha mente.

Um sorriso frio apareceu em meus lábios. Eu não disse nada. Apenas caminhei até a foto, arranquei-a do cavalete e, sob os olhares chocados de todos, rasguei-a em pedaços.

Os pedaços de papel caíram no chão, assim como meus dez anos de amor e dedicação.

Ricardo pareceu assustado com minha ação, recuando um passo. Maria, que estava ao lado, franziu a testa, seu rosto cheio de impaciência.

Naquela noite, Ricardo postou em suas redes sociais.

Eram duas fotos. Uma era um relógio de luxo, um modelo de edição limitada que valia mais de um milhão de reais. A outra era um conjunto de fotos de casamento, mas o noivo não era eu, era ele. Ele e Maria sorriam docemente, abraçados.

A legenda dizia: "Amor e desamor são óbvios, nós somos o par perfeito."

O relógio era o presente de aniversário que eu havia preparado para Maria. As fotos de casamento, que ela disse que eram para compensar nossos arrependimentos, eram na verdade para ele.

Eu estava sentado na sala de estar escura, o acordo de divórcio que meu advogado havia redigido estava sobre a mesa. A luz do celular iluminava meu rosto, e eu digitei um comentário sob o post de Ricardo, palavra por palavra.

"Respeito e felicidades, canalhas e vadias são feitos um para o outro!"

Assim que enviei, meu celular tocou. Era Maria.

Eu atendi, e a voz irritada dela veio do outro lado.

"João, você enlouqueceu? O que você está fazendo? Ricardo é apenas um jovem, por que você tem que intimidá-lo assim?"

Ela não perguntou sobre a foto pichada, não perguntou como eu estava me sentindo. Ela só se importava com o assistente dela.

"Você está causando problemas sem motivo! Vá e peça desculpas a Ricardo agora mesmo!"

Causando problemas sem motivo. Intimidando um jovem.

Dez anos de casamento, e aos olhos dela, eu era apenas um estranho que causava problemas.

O amor que eu acreditava existir havia se tornado uma piada. Eu estava cansado de ser manipulado, cansado de ser humilhado.

"Maria, vamos nos divorciar."

Eu disse calmamente, cada palavra pesando uma tonelada.

Houve um silêncio do outro lado da linha, seguido por uma risada zombeteira.

"Divórcio? João, você se acha? Sem mim, você não é nada! Você é um perdedor inútil, um sustentado! Agora, pare de fazer birra e se arraste para pedir desculpas a Ricardo!"

Sustentado.

Essa palavra atingiu meu coração. Eu desliguei o telefone. Minha dignidade, que já estava em frangalhos, foi completamente pisoteada por ela.

Eu me lembrei de como nos casamos na pobreza, de como prometemos construir um futuro juntos. Começamos do zero, e a empresa que construímos agora valia centenas de milhões. Eu achava que tínhamos tudo, mas perdi o mais importante.

A mulher que eu amava profundamente, Maria, tornou-se a maior dor no meu coração.

Eu peguei meu celular e liguei para o meu advogado.

"Prepare os papéis. Quero discutir a divisão de bens."

Capítulo 2

Quando Maria voltou para casa, já era tarde da noite. Ela jogou a bolsa no sofá com um baque e olhou para mim com desdém.

"Por que a comida não está pronta? Você acha que não faz nada o dia todo e ainda quer que eu te sirva?"

Sua voz estava cheia de desprezo. Nos últimos anos, essa era a maneira como ela falava comigo. Eu era o marido que ficava em casa, o "sustentado" aos olhos dela, responsável por todas as tarefas domésticas.

Eu a ignorei e continuei a arrumar minhas coisas. Ver minha indiferença a deixou ainda mais irritada.

"João, você está me ignorando? Você arrumou outra mulher lá fora? É por isso que você está tão ousado agora?"

Ela se aproximou, agarrou meu celular da mesa e o atirou com força no chão. A tela se estilhaçou instantaneamente, formando uma teia de aranha, assim como nosso casamento.

Eu olhei para o celular quebrado no chão, depois para ela. Meu coração estava calmo, sem nenhuma onda.

Vendo meu silêncio, Maria pareceu se acalmar um pouco. Ela mudou de tom, adotando uma postura magnânima.

"Ok, eu te perdoo desta vez. Vá cozinhar. Estou com fome."

Ela agia como se estivesse me concedendo um grande favor. Essa era a tática dela, um tapa seguido de um afago. Ela achava que eu cederia como sempre.

Mas desta vez, eu não cedi.

"Eu não vou cozinhar," eu disse friamente.

Maria me encarou, incrédula. Seus olhos se estreitaram e seu olhar caiu sobre minha perna. Havia uma longa cicatriz ali, um lembrete permanente de um acidente de carro anos atrás. Eu a empurrei para fora do caminho, salvando-a, mas minha perna ficou gravemente ferida.

Ela suspirou, um traço de algo que poderia ser culpa em seu rosto.

"Eu já pedi ao fotógrafo para tirar novas fotos de casamento para nós. Não vamos mais brigar por causa de coisas insignificantes, ok?"

Novas fotos de casamento. Eu quase ri.

No dia seguinte, por acaso, descobri que as "novas fotos" que ela mencionou não eram para nós. Um amigo me enviou um link. Era o portfólio de um fotógrafo famoso. Nele, havia um ensaio de Maria e Ricardo. Não eram apenas fotos de casamento caras, mas também um ensaio sensual e íntimo. Nas fotos, eles estavam em um iate, com roupas reveladoras, seus corpos pressionados um contra o outro.

Eu me lembrei da noite em que ela voltou para casa. Sua camisa estava amarrotada e seu batom, borrado. Ela disse que tinha trabalhado até tarde.

Naquele momento, uma onda de náusea me atingiu.

Eu me tranquei no banheiro e vomitei, sentindo como se estivesse expelindo todos os sentimentos que ainda tinha por ela.

Quando saí, Maria estava na porta, com os braços cruzados, me olhando com impaciência.

"Você está fingindo estar doente de novo? João, você pode parar de ser tão inútil? Foi por causa da sua fraqueza que nosso filho morreu!"

Nosso filho.

A menção do nosso bebê, que perdemos, foi a gota d'água.

A imagem daquele dia chuvoso voltou à minha mente. Anos atrás, para proteger Maria durante um projeto crucial, eu trabalhei demais e adoeci gravemente. Depois que a empresa decolou, minha saúde nunca se recuperou totalmente, e eu me tornei o "marido sustentado" que ela desprezava. Nós tivemos um filho, nossa pequena luz de esperança.

Mas um dia, enquanto passeávamos perto de um rio, Ricardo, que estava "brincando", empurrou o carrinho do nosso bebê. O carrinho rolou para o rio. Eu pulei atrás dele, apesar da minha perna ferida e da minha saúde frágil. A correnteza era forte demais. Eu não consegui salvá-lo.

Naquele dia, Maria não me consolou. Ela ficou na margem, me humilhando, gritando que eu era fraco, que eu não consegui nem salvar nosso próprio filho.

Agora, ela estava usando a morte do nosso filho para me ferir novamente.

Eu olhei para ela, a mulher cujo rosto já foi meu mundo inteiro. Agora, tudo o que eu sentia era um frio cortante.

A submissão e a tolerância não trazem amor. Trazem apenas abuso e humilhação sem fim.

Eu me virei e comecei a arrumar minhas malas. Desta vez, de verdade.

Maria estava ao telefone, rindo e conversando com Ricardo sobre a próxima viagem deles. Ela nem percebeu que o marido, que ela considerava inútil, estava prestes a deixá-la para sempre.

Ela desligou o telefone e se virou para mim, com um tom casual.

"Ricardo se sente mal pelo que aconteceu na celebração. Ele quer te compensar. Amanhã, na empresa, você deve se desculpar publicamente com ele por seu comportamento rude."

Eu não disse uma palavra. Apenas peguei meu celular reserva e enviei uma mensagem para meu advogado.

"Colete todas as provas. Quero que ela pague por tudo."

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