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A Babá do CEO - Laços de vingança | Parte 2

A Babá do CEO - Laços de vingança | Parte 2

Autor:: Yana _ Shadow
Gênero: Bilionários
Acompanhe a segunda parte do Livro A babá do CEO e saiba tudo o que está acontecendo na vida da família Welsch. Treze anos se passaram desde que a babá Viviane respirou aliviada ao ver o ex-marido violento na cadeia. Com o apoio do poderoso CEO Gabriel Welsch, ela reencontrou a filha perdida e além de ter trigêmeos, o casal adotou uma linda menina. Aos 18 anos, Elizabeth se apaixonou por um médico doze anos mais velho e Mellanie passou a viver perigosamente, além de fazer tudo para irritar os pais. Apesar dos problemas em família, Vivian fica atordoada ao descobrir que uma de suas filhas estava tentando criar laços com o pai biológico. Ela faz de tudo para mostrar a verdade; mas já era tarde. Desesperada, Viviane decidiu enfrentar o ex para proteger os filhos. A sua atitude seria um gesto de amor ou um ato perigoso? Como o rigoroso e frio CEO Gabriel Welsch reagirá ao descobrir que a esposa foi ao encontro do ex-marido agressivo? _______________________________________ Duologia da Babá do CEO. Parte 1 - A Babá do CEO - A filha perdida. Parte 2 - A Babá do CEO - Laços de vingança.

Capítulo 1 Sinopse

Treze anos se passaram desde que Viviane respirou aliviada ao ver o ex-marido violento na cadeia e reencontrou a filha perdida com a ajuda de seu atual marido. Por um tempo, a paz e harmonia reinava em seu lar após o nascimento dos gêmeos; entretanto, tudo se complicou no dia em que Liz e Mellanie descobriram tudo sobre o pai biológico. Ambas ficaram atordoadas ao saber que Pietro ainda estava atrás das grades.

Encarcerado, Pietro passou cada dia planejando a vingança como se fosse o centro de sua existência e, para isso, ele foi capaz de usar a ferida reaberta de uma de suas filhas e a convenceu que a única coisa que poderia curá-la era se vingar da Babá e do CEO.

Ao descobrir que a filha estava tentando criar laços com o pai biológico, Vivian fez de tudo para afastá-la do monstro cruel; mas já era tarde.

"Viviane estava diante do homem que permeou os seus piores pesadelos desde que recebeu a notícia de que o monstro recebeu a progressão de pena para o regime aberto.

- Pi-Pietro, - sua voz saiu tremida.

- Olá, docinho! - O ex-marido tocou em seu braço, - Entre!

O ruído abafado da porta se fechando provocou-lhe um arrepio.

- Onde está a minha filha? - Ela perguntou ao ver a sala mal iluminada e vazia.

- Acalme-se! - Ele tocou em seu rosto e deslizou pela base do pescoço de Viviane. - Adoraria quebrar esse pescocinho.

O estômago embrulhou ao reviver os momentos de tortura nas mãos daquele homem.

- Mamãe!

- Estou aqui, querida! - Viviane ergueu o pescoço na direção de onde o som da voz vinha".

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Uma mulher fazendo de tudo para recuperar a filha. Um gesto de amor ou um ato perigoso?

Como Gabriel Welsch reagirá ao descobrir que a esposa foi ao encontro do ex-marido agressivo?

Duologia da Babá do CEO.

Parte 1 - A Babá do CEO - A filha perdida.

Parte 2 - A Babá do CEO - Laços de vingança.

Capítulo 2 Prólogo

No momento em que a porta do elevador abriu, Viviane passou as mãos no vestido azul, inspirou o ar profundamente e soltou. Ela lutava para afastar o medo da sua mente. Os passos cautelosos levaram-na pelos corredores, ela já não mancava como antes. Após um longo tratamento, cirurgias e fisioterapias, Viviane andava com a mesma graciosidade que costumava caminhar pouco antes de levar o tiro que quase ceifou a sua vida.

Em certo momento, ela hesitou. Parou, perguntando a si mesma: "O que eu estou fazendo aqui?" Era tarde demais para retroceder, não poderia mais fugir. Por amor aos seus filhos, aquela mulher faria qualquer coisa para manter o monstro violento longe dos únicos tesouros que ela tinha na sua vida.

Os passos hesitantes continuaram no corredor do sétimo andar daquele prédio inóspito, onde o silêncio imperava. Apenas o som do salto de seus elegantes sapatos pretos batia contra o piso vinílico e rompia a quietude do local.

Cautelosamente, os olhos claros passearam pelo corredor com paredes revestidas por um papel em arabesco desgastado.

Tudo parecia tranquilo, exceto por um pequeno facho de luz vermelha escondido no alto de uma das paredes que passou despercebido da sua vista. Ela segurou firme na alça da maleta que continha um valor exorbitante do resgate.

Viviane estava à mercê da própria sorte, não podia contar ao marido o que estava prestes a realizar, já que Pietro exigiu que a ex-mulher levasse a quantia e não contasse ao marido e nem mesmo para a polícia; caso o contrário, começaria a enviar partes da sua filha. Cerrando o punho, ela tocou na porta, o ruído oco das batidas se repetiram por mais três vezes.

O destino forçava Viviane a seguir com o plano. Girando os calcanhares para a direita, ergueu os olhos e vislumbrou o número setenta e sete, suspirou profundamente ao reparar na porta do apartamento. Quando viu a maçaneta girar bem devagar, ela sentiu um arrepio atravessando a sua espinha. O ranger da porta se abrindo vagarosamente era um som pavoroso.

Viviane estava diante do homem que permeou os seus piores pesadelos desde que recebeu a notícia de que o monstro recebeu a progressão de pena para o regime aberto.

- Pi-Pietro, - a sua voz saiu tremida.

- Olá, docinho! - O ex-marido tocou no seu braço, - Entre!

O ruído abafado da porta se fechando atrás de Viviane provocou-lhe um arrepio.

- Onde está a minha filha? - perguntou ao ver a sala mal iluminada e vazia.

- Acalme-se! - Ele tocou no seu rosto e deslizou pela base do pescoço de Viviane. - Adoraria quebrar esse pescocinho.

O estômago embrulhou ao reviver os momentos de tortura nas mãos daquele homem.

- Mamãe!

- Mellanie, estou aqui, querida! - Viviane ergueu o pescoço na direção de onde o som da voz vinha.

- Você trouxe o que te pedi? - Pietro perguntou.

Há treze anos, ele havia tirado Liz dos seus braços e mais uma vez, ousou raptar a sua outra filha.

- Sim! - Viviane apertou forte a alça da maleta e apertou contra o peito, - mas primeiro, solte a minha filha.

- Para que a pressa? - Ele deu uma volta em torno da mulher de cabelos dourados, segurou nas mechas e aproximou o nariz para sentir o aroma de baunilha do shampoo que Viviane costumava usar. - Você continua gostosa mesmo depois da gravidez de trigêmeos... - passou a língua em torno dos lábios ao parar diante dela. - Pena que é uma frígida!

Ao ouvir o choro abafado, ela deu um passo a frente, mas os dedos compridos agarraram com força nos seus cabelos, puxando-a de volta

- Onde pensa que vai? - Passou o braço por seu pescoço e em seguida, lambeu a sua orelha.

- Quero ver a minha filha! - pediu, desesperada.

- Mellanie não é a sua filha... - ele apertou ainda mais, deixando-a sem ar. - Ela foi um erro que cometi quando fiquei com a Andréia. - Pietro comprimiu o olhar ao recordar. - A falecida não era frígida como você! Ela gostava de me satisfaz3r, pena que ela se deixou levar pela ambição e paixão pelo primo.

O coração saltava dentro do peito, Viviane ainda buscava o ar.

- Mãe! - A voz surgiu do quarto.

- Estou aqui! - disse, lutando para se libertar de Pietro.

Desesperada, cravou a ponta da unha no braço do ex.

- Papai! - A voz estava mais alta.

- Cala a boca! - Pietro berrou.

Por alguma razão, ele soltou-a. Viviane tocou no pescoço vermelho e tossiu incontrolavelmente até que o ar entrou nos seus pulmões.

Dando-lhe as costas, Pietro foi até uma porta com pintura descascada e a abriu. Aproveitando o momento, Viviane meteu a mão no bolso do tailleur preto e tocou no metal com o cano longo. Escondeu o revólver atrás da maleta assim que o homem veio ao seu encontro. O sorriso maquiavélico tornava a expressão ainda mais assustadora.

- Quanto eu receberia para não matar a babá do CEO? - Ele estudou o rosto pálido da mulher assustada. - Que tal nos divertirmos um pouco?

As passadas largas venceram a distância. Pietro examinou o decote.

- Estão maiores, - tocou o pescoço fazendo pressão novamente.

- Não toque em mim, - ela deixou a maleta cair.

A ponta da mala cheia de dinheiro caiu no pé de Pietro, fazendo-o encolher de dor. Viviane engatilhou e apontou o cano da pistola na direção do homem que saia do chão.

- Você nem sabe como usar isso, - ele riu debochadamente.

Diante da provocação. Vivian atirou num jarro que se espatifou no chão.

- Ainda tem dúvidas?

- Vai perder o seu réu primário por uma garota que nem é sua filha? Ela tem o meu gene e é tão má e sagaz quanto a Andreia.

- Mellanie é minha filha!

Mantendo a mira em Pietro, ela andou de costas até o cômodo onde Mellanie estava sentada com as mãos algemadas.

- Tire isso das mãos dela, - Viviane se encheu de coragem ao exigir. - Depressa!

Sob a ameaça da mulher armada, ele retirou a chave do bolso da calça jeans surrada e abriu as algemas. A jovem de cabelos negros livrou-se do seu raptor e correu para o outro lado da sala. Mellanie já tinha dezoito anos e o rosto idêntico ao de Andréia. Apesar da sua rebeldia e todos os problemas no qual a jovem se meteu na adolescência, Viviane a amava do mesmo jeito que amava Liz e os trigêmeos.

- Vamos sair daqui! - disse Viviane.

- Estúp1do! - A garota de olhos claros vociferou ao passar pelo pai biológico. - Eu te odeio! - A jovem vociferou.

Apressada, Mellanie tropeçou na maleta. Agachou-se para pegá-la e piscou para o homem encostado no batente da porta do quarto enquanto Viviane caminhava de costas, tomando cuidado para que Pietro não a atacasse de surpresa.

Ao deixar o local, ambas correram até virar no corredor. Mellanie apertou o botão diversas vezes. A respiração de Viviane estava entrecortada. A sensação de estar sendo observada era inquietante. Finalmente, a porta da caixa de metal se abriu. Ambas caminharam para dentro do elevador em passos firmes.

Capítulo 3 Uma babá aproveitadora

Treze anos haviam se passado desde que Viviane fez aliança com um homem vingativo que acabou se apaixonando por ela, e no fim das contas, revelou que a sua filha perdida sempre esteve ao lado dela. Ela deixou de ser babá para ser a esposa do poderoso CEO Gabriel Welch.

Viviane Bernardi tinha quarenta anos, e com o próprio esforço, ela tornou-se dona de uma rede de escolas situadas na Zona Sul do Rio de Janeiro e nos bairros de classe média de São Paulo.

Os trigêmeos haviam acabado de completar treze anos de vida. Como uma mãe dedicada, ela conciliava o trabalho com o cuidado dos filhos.

Enquanto Michael, Nicholas e Sofia acabavam de chegar a adolescência, Elizabeth e Mellanie alcançaram a idade adulta. Aos 18 anos, Liz já sabia que Gabriel era o seu pai adotivo, mas sempre o viu como o seu único pai, já Mellanie, decidiu voltar para Beverly Hills aos quinze anos para morar com a avó na intenção de saber mais sobre a sua falecida mãe, Andréia.

Em uma tarde quente de verão, Viviane retornou a casa depois de um dia cansativo. Durante o jantar, ela olhou para o relógio mais uma vez, estava a ponto de ligar para Gabriel quando o grandalhão apareceu na sala de refeições pouco antes de servirem a sobremesa.

- Muito trabalho? - Viviane perguntou.

- A reunião estendeu-se demais, - beijou-lhe a testa antes de sentar ao lado da esposa.

- Pai, eu quero um carro, - Elizabeth pediu.

Gabriel trocou olhares com Viviane.

- Ela já tem a habilitação e dirige bem. Ela é responsável, você precisa confiar nela.

Não era isso que o preocupava, Gabriel sabia que o monstro estava escondido em algum lugar. Tinha medo que Pietro atentasse contra a vida de Liz e de Viviane novamente. Mesmo após treze anos, ele ainda tinha pesadelos com o dia em que a sua amada esposa levou um tiro.

- Por favor, pai! - Elizabeth insistiu.

Liz estava cursando a faculdade de Técnico de Enfermagem. Embora fosse um tanto tímida, a jovem tinha os traços marcantes de Viviane.

- Vou conversar sobre isso com a sua mãe.

- Sou adulta, pai - A garota replicou.

- Eu ainda mando na p0rr4 desta casa, - o punho cerrado de Gabriel se chocou contra a mesa.

Os trigêmeos sentados à mesa não se abalaram tanto, pois já estavam habituados ao jeito turrão do pai.

- Hei, mantenha calma! - Viviane se intrometeu ao alisar os ombros largos do marido. - Eu não quero brigas durante as refeições.

- A Mellanie já tem um carro, - Liz rebateu.

- Eu não sei como aquela garota conseguiu, - Gabriel fitou a esposa.

- Tenho certeza que a sua mãe tem algo a ver com isso, - tocou as costas do marido.

- A vovó nunca gostou de mim, por isso ela não me deu o carro - Elizabeth lamentou.

Olhando para a sobrancelha franzida da filha, Viviane suspirou antes de dizer:

- Vou conversar com o seu pai...

- Não vou falar sobre neste assunto outra vez, - Gabriel empurrou a cadeira para trás com o corpo e, ao ficar em pé, saiu da mesa.

Os trigêmeos ainda estavam entretidos.

Os dois meninos continuaram atentos aos jogos nos celulares enquanto a menina lia o livro e escutava música pelo fone de ouvido. Nenhum deles tinha se dado conta do que aconteceu à mesa.

- Guardem isso e vão terminar o dever de casa!

- Não comemos a sobremesa! - A menina de cabelos castanhos falou calmamente.

Sofia estava sentada ao lado dos seus dois irmãos Michael e Nicholas. A garota de treze anos tinha traços semelhantes aos de Gabriel, mas era tão tranquila quanto a mãe.

- Considerem isso como um castigo!

Nicholas bufou enquanto Michael continuou atento à tela do celular. Obedecendo à mãe, os três deixaram a mesa.

- Vou tomar o celular de vocês. - Viviane avisou;

- Devia pegar livro da Sofia também, mãe! - Nicholas reclamou.

- Façam o que mandei, - Viviane apontou para a saída.

Observando que Liz estava quieta e cabisbaixa, Viviane caminhou sorrateiramente para saber o porquê da filha estar distraída.

Ao chegar mais perto, Viviane se deu conta de que Elizabeth suspirava e alisava a fotografia de um rapaz atraente no celular.

- Você gosta do Alex Bittencourt?

- Mamãe, - sacudiu o aparelho para desligar a tela. - Devia respeitar a minha privacidade.

- Eu não estou te julgando, só quero saber o que você sente por esse rapaz.

- Acho ele bonito, - Liz sorriu instintivamente.

- Ele já tem trinta anos e está noivo, filha! - sentou-se ao lado de Elizabeth.

- Não, ele não está! Eu soube que ele rompeu o noivado quando a pegou ela na cama com o irmão dele.

- Onde você aprendeu essa palavra? - Viviane arqueou as sobrancelhas claras.

- Não sou mais criança, mamãe. Já tenho 18 anos e sei o que é sexo.

- Você já fez aquilo? - A dúvida tomou conta dos pensamentos da mãe desesperada.

- Não, mãe! Eu ainda não fiz nada, mas adoraria fazer amor com o Alex.

- Acho melhor não tocar neste assunto na frente do seu pai - Viviane pegou a taça e tomou um gole de água antes de prosseguir: - Ele vai surtar.

- Todos escutam quando você e o pai gemem no quarto durante a madrugada.

- Ah, não! - As maçãs do rosto ficaram vermelhas.

Liz arrastou a cadeira para trás, ajeitou a t-shirt sobre a bermuda jeans quando ficou em pé.

- Espera, filha! - Viviane se levantou. - Quando estiver pronta, converse comigo. Existem alguns métodos contraceptivos que...

- Ih, mãe! Eu não sou tão boba. Sei como os métodos contraceptivos, aliás, é a senhora que precisa tomar cuidado para não encher essa casa de criança.

- Veja como fala, Liz!

- Estou te zoando, - Abraçou a mãe com força. - Boa noite, te amo!

- Amo mais!

Viviane coçou o alto da cabeça enquanto a secretária do lar tirava as louças da mesa. Ela começou a retirar os pratos para ajudar a funcionária. Ela ainda estava preocupada com Mellanie.

Era difícil segurar Mellanie em casa. Desde que voltou, ela estava diferente. No tempo em que morou com a avó em Beverly Hills, Mellanie foi presa duas vezes, uma por dirigir embriagada e outra por roubar duas sandálias numa loja de grife na Rodeo Drive. Na última vez em que Mellanie foi solta sob fiança, a mãe de Gabriel avisou que não aceitaria aquela situação e acabou mandando a neta de volta para o Brasil.

Embora a filha adotiva fosse rebelde, Viviane passou diversas noites pensando em Mellanie. Gabriel estava sem falar com a jovem desde que a pegou em atos libidinosos com Giovanni na sala de estar.

Na ocasião, Gabriel disse aos berros que aquilo era indecente e errado, mas foi Giovanni quem o contestou dizendo que Mellanie não era a sua irmã de sangue e que estava apaixonado por ela.

- Mesmo assim, vocês são primos de segundo grau, - a voz mansa de Viviane tentou explicar.

- Gabriel também era primo da minha falecida mãe Andréia e eles já dividiram a mesma cama. - A jovem de cabelos negros e escorridos replicou.

Mellanie sabia mais do que deveria e isso causava um grande atrito na família.

- Repete! - Gabriel ergueu a mão.

O senhor Welsch estava a ponto de esbofeteá-la quando Giovanni se meteu entre os dois.

- Eu te odeio! - Mellanie gritou enquanto ajeitava o vestido.

- Filha, por favor, não diz isso - a voz serena de Viviane suplicou.

Por anos, Viviane cuidou de Mellanie com o mesmo carinho e amor que ofertou aos outros filhos, mas em algum momento, a garota tomou conhecimento de fatos distorcidos e passou a culpar os pais adotivos pela morte de sua mãe biológica e pela prisão de seu pai.

- Você não é minha mãe, - Mellanie gritou a todo pulmão.

Slapt!

A jovem revoltada desferiu um tapa no rosto de Viviane e a agarrou pelos cabelos.

- Você foi apenas uma babá aproveitadora que trepava com o meu tio Gabriel.

O senhor Welsch se meteu para apartar a garota de cima da mãe. No intuito de ajudar, Giovanni segurou as mãos de Mellanie.

Ao afastá-la de Viviane, Gabriel parou na frente da esposa como um anjo protetor.

- Saiam daqui! - A voz rouca ordenou. - Não quero vocês na minha casa.

- Não, Gabriel! - Viviane ainda estava com rosto vermelho quando intercedeu.

- Já chega, Viviane!

O homem comprido agarrou o abajur e tacou na parede.

- Leve a Mellanie para um dos meus hotéis na cidade ou para qualquer lugar, - deu a ordem para Giovanni. - Desapareçam da minha frente.

Com os olhos vermelhos e o sangue fervendo, Mellanie encarou os pais. Cada dia odiava mais Viviane, só queria saciar a sua sede de vingança como prometeu a Andréia no dia em que visitou o túmulo da mãe.

Envolvendo Viviane nos seus braços, Gabriel conteve a esposa que chorava por perder o amor e o respeito dos filhos adotivos.

No fundo, ele sabia o quanto Viviane os amava, mas acabaria com o casamento se continuasse permitindo que Mellanie e Giovanni agredisse a esposa fisíca e verbalmente.

Os dois jovens revoltados ainda estavam atados aos laços de sangue e fariam de tudo para se vingar de Viviane e Gabriel.

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