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A Escrava Mais Odiada Do Rei

A Escrava Mais Odiada Do Rei

Autor:: Kiss Leilani.
Gênero: Romance
Há muito tempo, dois reinos conviviam em paz. O reino de Salem e o reino de Mombana... Tudo correu bem até o dia em que faleceu o rei de Mombana e um novo monarca assumiu, o príncipe Cone, que estava sempre sedento por mais e mais poder. Depois da sua coroação, ele atacou Salem. O ataque foi tão inesperado que Salem nunca se preparou para isso. Foram apanhados desprevenidos. O rei e a rainha foram assassinados, o príncipe foi levado para a escravidão. As pessoas de Salem que sobreviveram à guerra foram escravizadas, suas terras foram saqueadas, e suas esposas foram transformadas em escravas sexuais. Tudo foi perdido. O mal caiu sobre a terra de Salem na forma do príncipe Cone, e o príncipe de Salem, Lucien, na sua escravidão, estava cheio de tanta raiva que jurou vingança. *** *** Dez anos depois, Lucien, de 30 anos, e seu povo lançaram um golpe e escaparam da escravidão. Eles se esconderam e se recuperaram. Treinaram dia e noite sob a liderança do intrépido e frio Lucien, que foi impulsionado com tudo o que havia nele para recuperar sua terra e tomar a terra de Mombana também. Levou cinco anos até que eles armassem uma emboscada e atacassem Mombana. Mataram o príncipe Cone e reivindicaram tudo. Enquanto gritavam sua vitória, os homens de Lucien encontraram e imobilizaram a orgulhosa princesa de Mombana, Danika, filha do príncipe Cone. Enquanto Lucien olhava para ela com os olhos mais frios que alguém poderia possuir, sentiu a vitória pela primeira vez. Ele caminhou em direção à princesa com o colar de escravo que tinha sido forçado a usar por dez anos e com um movimento rápido, o amarrou ao pescoço dela. Então, ele inclinou o queixo dela para cima, olhando para os olhos mais azuis e o rosto mais bonito já criado, lhe deu um sorriso frio. "Você é minha aquisição. Minha escrava. Minha escrava sexual. Minha propriedade. Eu lhe pagarei por tudo o que você e seu pai fizeram comigo e com meu povo", disse ele secamente. O puro ódio, a frieza e a vitória era a única emoção no seu rosto.

Capítulo 1 A primeira visita do meu captor

Danika encolheu-se em sua cela. Uma cela vazia e fria.

Já faz uma semana que ela está aqui. Ela anseia pelo lado de fora.... Algum lugar. Qualquer um que não seja este espaço frio e árido. No canto da cela havia apenas um beliche encostado na parede.

Já fazia uma semana que ela não via seu captor, até o momento em que ele caminhou até ela, olhando-a da maneira mais fria que alguém já a tinha olhado. Ao se aproximar de seu pescoço, lhe colocou uma coleira.

Ela era a escrava dele. Sua propriedade. Ele a chamou.

E nesse instante um arrepio percorreu o corpo de Danika. Ela nunca tinha visto alguém com um ódio tão profundo no olhar.

O Rei Lucien a odiava. Demais.

E Danika sabe o motivo melhor do que ninguém. Ah, como ela sabe.

Há uma semana, ela era a Princesa Danika. Filha do Rei Cone de Mombana. Era temida e respeitada.

Ninguém ousava olhar para ela duas vezes. Ninguém a encarava nos olhos. Ninguém andava no mesmo caminho que ela, a não ser que não tenha apego à vida. O pai dela se certificava disso.

Mas hoje, seu pai estava morto e seu reino foi tomado pelo cruel Rei Lucien. Ele também a tinha tomado como sua escrava.

De repente, o som de passos e correntes se arrastando chamou a atenção de Danika para a porta da cela. A porta se abriu e um guarda-costas entrou.

Ele carregava uma bandeja de comida e nessa hora o estômago de Danika começou a roncar, a fome a consumia enquanto lembrava que aquela era sua primeira refeição desde a manhã e agora já parecia estar anoitecendo.

"Aqui está sua comida, Priiiincesa." O guarda alongava a sílaba em desgosto. Todos aqui a odeiam e Danika sabe disso.

Mesmo assim ela ergueu o queixo desafiadoramente, sem dizer nada.

"O rei estará aqui em algumas horas. Esteja pronta para recebê-lo." Disse ele antes de sair da cela.

O medo a dominou. Ela ainda não está pronta para enfrentar seu captor. Mas uma semana já havia se passado e Danika sabe que isso é inevitável.

🍄🍄🍄Duas Horas Depois🍄🍄🍄

O sol estava quase se pondo quando Danika ouviu passos. Seguido por um grito que anunciava "O REI CHE---"

"Não me anuncie, Chad." Veio uma resposta curta que fez com que Danika se arrepiasse. Por toda a sua vida, ao longo de seus 21 anos, ela nunca tinha ouvido uma voz tão fria.

"Me perdoe, meu rei." Disse Chad rapidamente.

Sons de correntes.... e então, a porta se abriu com força.

Apenas o rei havia entrado, pois Danika ouviu apenas um passo, quase inaudível. A porta se fechou atrás dele.

De repente, sua cela fria e árida não era mais tão... árida. Ela ergueu os olhos e o encarou demonstrando seu próprio ódio por aquela figura.

Ele é tão grande como um guerreiro, mas possui o porte de um rei. Danika sabe que ele tem trinta e cinco anos... e é cheio de si.

Mesmo quando ele era escravo do pai dela, era como se uma aura real estivesse sempre presente em torno dele. Não importa o quanto ele fosse espancado... ou torturado.

Eles se encaravam, a malícia entre eles aparente. Evidente.

Mas o Rei Lucien não sentia apenas ódio... era repulsa. Ódio e raiva em suas formas mais puras. Não há empatia em seu olhar.

Seu rosto poderia ser tão bonito, mas uma cicatriz enorme corria sobre uma de suas bochechas, conferindo-lhe uma aparência selvagem.

Ele se aproximou, abaixando perto dela e passando a mão por seu cabelo... comprido e loiro, quase branco.

De repente, ele agarrou e puxou o cabelo com força, forçando a cabeça dela para trás e obrigando-a a encarar o oceano vazio que os olhos dele representavam. A dor ardia no corpo dela.

"Quando eu entrar aqui, você vai se dirigir a mim. Não vai ficar apenas sentada como uma covarde me encarando ou eu vou te punir por isso." Nesse momento seus olhos tinham um brilho avermelhado, "Não há nada no mundo que eu gostaria mais do que te punir."

Danika se viu assentindo com a cabeça. Sim, ela odiava aquele homem, seu captor, mas, mais do que isso, tinha uma profunda aversão à dor. Ela não gosta nada de dor e seria capaz de fazer qualquer coisa para evitá-la.... se possível.

"Sim.... meu rei." Ela gemeu.

Os olhos dele brilhavam em desprezo. Subitamente ele abaixou a mão e a colocou no seio mal coberto dela.

Circulou o mamilo através da roupa e então o beliscou com tanta força que Danika lançou um grito agudo enquanto uma onda de dor se espalhava pelo seu corpo.

Ele ainda apertava o mamilo dela com força enquanto a olhava nos olhos. "Eu não sou seu rei e jamais serei. Eu sou o rei do meu povo e você não faz parte dele. Você é minha escrava, Danika. Minha propriedade."

Danika acenou com a cabeça rapidamente, desejando que ele soltasse seu mamilo machucado.

Mas ao invés disso, ele apertou com ainda mais força, tanto que os olhos dela lacrimejaram. "Você vai se dirigir a mim como seu mestre, e irá me servir. Assim como meus servos... só que mais."

Seus lábios se curvaram em um sorriso selvagem, repleto de ódio. "Certamente, você sabe como uma escrava serve seu mestre. Afinal, seu pai te ensinou bem, não foi?"

"Sim! Sim!" Ela gritou, fechando os punhos, "Por favor, me... solte!"

Ele a beliscou.... com força. "Sim.... o quê?"

"Sim... M-Mestre." Lágrimas de raiva transbordaram dos olhos dela. Danika odeia essa palavra mais do que qualquer outra coisa, pois sabe o quanto é degradante.

Ele a soltou quase imediatamente e se afastou. Seu rosto desprovido de qualquer emoção.

De pé, rasgou a blusa dela em pedaços, a deixando com os seios nus e expostos para seus olhos frios e insensíveis.

Danika sentia a garganta fechar segurando lágrimas de humilhação. Ela agarrou sua saia desgastada, esforçando-se para não ceder ao desejo de se cobrir dele.

Mas os olhos dele não mudaram em nada quando viu o corpo dela. Nenhum sinal de desejo ou luxúria. Nada.

Ao invés disso, ele apalpou um dos seios, aquele que já estava com o mamilo machucado e dolorido, e começou a acariciá-lo. "Levante-se."

Ela ficou de pé com as pernas trêmulas, encarando o chão com os olhos embaçados.

"Chad!" Ele gritou.

Ela congelou e tentou se livrar dele para cobrir sua nudez, mas a mão que segurava seu peito começou a apertá-la, fazendo com que ela parasse, a menos que quisesse arriscar sentir mais dor.

"Vossa Majestade?" O homem grande entrou, olhando diretamente para seu rei.

"Dê uma boa olhada nesta escrava, Chad. Você gosta do que vê?"

Os olhos de Chad percorriam todo o corpo dela, e Danika desejava que o chão se abrisse para cobri-la. Mas ela ficou parada, desafiadoramente, encarando Chad de frente.

A luxúria preenchia os olhos de Chad enquanto ele a olhava com desejo. "Posso tocar?" Ele perguntou ansiosamente.

"Outra hora. Saia."

Chad olhou para o rei novamente, e Danika percebeu que havia alguma coisa no olhar daquele homem quando ele encarava seu rei. Não era ódio... não, definitivamente não era ódio. Mas ela ainda não conseguia entender aquele olhar.

Chad saiu da cela.

"Guardas!" Ele chamou e não precisou levantar a voz.

Dois guardas apareceram. "Sim, Vossa Majestade."

Seus olhos frios ainda fixos nela. "Diga aos serviçais para darem banho na minha escrava assim que eu terminar aqui, limpem-na e a deixem em meus aposentos em três horas."

"Sim, Vossa Majestade." Os guardas estavam relutantes em sair ao que a olhavam nua.

Danika, por sua vez, se concentrava no rei, com raiva e ódio em seus olhos marejados. E desafio em sua postura.

Ele finalmente soltou o seio dela. "Eu vou te machucar tanto que você vai começar a viver desejando a dor. Farei você passar por tudo o que você e seu pai fizeram comigo e com meu povo, e ainda mais. Vou compartilhar você com quantos eu quiser e vou treiná-la para se tornar a mais obediente das cadelas."

O medo era quase visível na língua de Danika, mas ela não permitiu que isso transparecesse em sua boca. Ela sabia que tudo isso aconteceria antes mesmo dele chegar.

Os lábios dele se contraíram, destacando a bochecha marcada. "Eu vou quebrar você, Danika."

"Você jamais irá me dominar, seu monstro!" As palavras explodiram dos lábios de Danika.

Os olhos dela se arregalaram ao perceber que havia respondido para ele. Escravos não respondem aos seus mestres, ou haverá punição.

E ele demonstrou isso. Agarrou a corrente da coleira e puxou com força, fazendo Danika gritar.

Os olhos dele brilharam. Ele ergueu o queixo dela, segurando com força... "Amo ver esse fogo no olhar, porque irei adorar apagá-lo de vez. Você não faz ideia do que tenho reservado para você, ou talvez saiba... afinal, você já treinou escravos."

Meu pai treinou escravos! Ela quase gritou com ele.

Um ódio puro escorria dos olhos frios dele. "Seu treinamento começa hoje à noite. Você ficará na minha cama."

Ele se levantou e saiu da sala.

Como uma enorme e letal pantera.

Capítulo 2 Tire a roupa

Danika foi finalmente tirada de sua cela, imediatamente após a visita do Rei. Ela viu novamente lugares diferentes de sua cela fria e árida, e isso fez com que se sentisse melhor.

Mas seu coração ainda acelerava toda vez que lembrava do motivo pelo qual foi tirada da cela pela primeira vez em uma semana.

Ela foi colocada em uma banheira e as criadas a banharam, assim como o Rei instruíra. Era irônico que as criadas dessem banho em uma escrava.

Porém, não tem nada de surpreendente no destino de uma escrava que vai parar na cama do Rei.

Ela foi banhada. E três criadas cuidaram dela. Uma delas, a mais velha, chamada Baski, era quem estava no comando.

Elas soltaram o cabelo dela e pentearam os fios emaranhados, deixando-o longo e encaracolado depois. As roupas com as quais a vestiram fizeram Danika se contrair.

Não cobriam quase nada e para ela, era o mesmo que estar nua. Vestia uma saia de couro vermelho que mal cobria seus quadris e a parte de cima, também de couro vermelho, cobria apenas seus mamilos, parando logo acima de sua barriga.

Depois, a envolveram com um longo manto que cobria a escassez de roupas. A perfumaram com fragrâncias também.

"Tudo pronto." Disse Baski.

Danika se olhou no espelho e por um breve momento, se viu como costumava ser. Princesa Danika.

"Você pode ir para os aposentos do Rei agora. Não é recomendável deixá-lo esperando." Baski afirmou encurvando-se.

Danika, porém, não disse nada. Ela queria desesperadamente perguntar a essas pessoas como 'o povo dela' estava. Ela não tinha visto ninguém de seu povo desde que a prenderam.

Eles também são escravos? Foram vendidos como escravos sexuais? Compartilhados entre as famílias ricas e privilegiadas de Salem?

Afinal, o pai dela tinha feito exatamente a mesma coisa com o povo de Salem. Ela estava preocupada, mas ao mesmo tempo sabia que não tinha o direito de estar.

Há coisas mais urgentes com as quais ela deve se preocupar. Como o fato de que o Rei de Salem, que a odeia com cada fibra de seu ser, está prestes a dormir com ela.

Ela parou em frente aos aposentos do Rei. Hesitante, olhou para a porta e bateu.

"Entre." Veio uma resposta curta. A voz profunda do rei reverberou por ela.

Ela abriu a porta e entrou. A luz iluminava a sala, as câmaras estavam repletas de ouro. Era uma linda visão, mas a situação não estava exatamente favorecendo o senso de exploração e apreciação de Danika.

Ela só conseguia olhar para o homem grande que ocupava um lado inteiro do quarto. Ela nunca tinha visto um homem na casa dos trinta tão extravagante como o Rei Lucien.

Observando-o enquanto ele mergulhava uma pena no tinteiro sobre a mesa, depois a removia e continuava a rabiscar no pergaminho à sua frente, era difícil acreditar que este homem já tinha sido um escravo.

Mas era verdade. Por dez longos anos ele suportou torturas indescritíveis nas mãos do pai dela. Agora, ele está se vingando.

Ele finalmente levantou a cabeça e olhou para Danika. Ele continuava segurando a pena e deu uma boa olhada nela.

A olhou fixamente, seus olhos percorrendo a pele dela como mãos, Danika estremeceu. O rosto e os olhos dele permaneceram os mesmos após a inspeção.

Um desprezo puro preencheu suas feições. Danika imaginava se aquele homem sabia o que é sorrir.

Lentamente, ele empurrou a cadeira para trás, ainda olhando para ela. "Tire o manto." Ele ordenou.

Danika hesitou.

Os olhos dele brilharam perigosamente. Enquanto lambia os lábios calculadamente.

Danika forçou suas mãos a se moverem. Ela removeu o manto de seu corpo, deixando-a apenas com as poucas roupas que usava por baixo.

Os olhos dele sempre encarando o rosto dela. "Vamos deixar uma coisa bem clara, Escrava. Da próxima vez que me dirigir a você, e se você não me responder direito, vou pegar um chicote e desenhar suas costas com vinte golpes. Fui claro?"

Os olhos de Danika ficaram atormentados. Mas ela os fechou imediatamente para que ele não visse o quanto ela estava afetada.

"Sim.... Mestre." Disse ela desafiadoramente. Uma palavra que deveria retratar submissão, demonstrava pura rebeldia.

Se ele percebeu, não disse nada. Levantou-se e, lentamente, deu a volta na mesa. Se apoiou nela e a encarou com olhos frios.

"Tire." Uma palavra. Uma ordem.

Toda a rebeldia desapareceu com aquela única palavra. "Por favor..." Ela sussurrou impulsivamente. Mas ela sabia que já tinha cometido um erro.

Como uma pantera, ele se aproximou dela, e ela teve que usar todas as forças para se manter firme e não se afastar dele.

Ele puxou o cabelo dela com tanta força que sua cabeça foi jogada para trás e ela mordeu os lábios para não gritar de dor.

Não havia nada além de remorso nos olhos dele. Apenas um ódio tão puro que a fez gelar. "Ou você tira a roupa ou eu chamo os guardas para te ajudar."

Suas mãos foram para o alto do pescoço e ela começou a desfazer os laços que prendiam a roupa.

Despida completamente, ela fez com que o manto caísse ao chão.

Suas mãos tremiam, mas ela as fechou em punhos. Ela não daria a ele a satisfação de vê-la toda humilhada e submissa.

Esta noite, ela perderá sua virgindade da maneira mais cruel, nas mãos do homem mais frio que ela já conhecera.

Mas ela aguentará com dignidade. Ela ergueu o queixo e esperou pela próxima ordem.

"Suba na cama. Fique de bruços. Abra as pernas." Não havia expressão nos olhos dele. Apenas ódio.

Ela subiu, ficou de bruços com a cara na cama e abriu as pernas. Fechou os olhos e esperou pelo inevitável, seus braços tremiam levemente.

Sendo otimista, tentou se concentrar no fato de que aquela era a primeira cama macia na qual ela deitava pela primeira vez em muito tempo. Ela permitiu que o prazer desse pensamento a envolvesse.

Então ouviu o barulho de roupas. O som de um zíper abrindo. Não demorou muito para que ela o sentisse vindo por trás.

Ele a agarrou pelos quadris, seus dedos beliscando a carne enquanto ela sentia seu pênis roçando em sua abertura. Os olhos dela se arregalaram ao sentir o pênis enorme dele.

Danika já conhecia a anatomia masculina, afinal, ela já tinha visto muitos escravos nus, mas nunca pensou que um pudesse ser tão grande quanto o que pressionava o corpo dela em busca de alguma coisa.

Ele deve ter encontrado o que estava procurando, ao grunhir em aprovação.

Enquanto ele ajustava os joelhos na cama, o pequeno prazer que ela sentia desapareceu completamente quando ele começou a colocar e tirar dentro dela.

Ela segurou um grito de horror enquanto as estocadas curtas que ele dava rapidamente se tornaram dolorosas, enquanto ela prendia a respiração, esperando o que estava para acontecer.

Respirando intensamente, ele a segurou pelos quadris, e tirou tudo de dentro dela, para empurrar de uma só vez com um impulso longo e forte, a penetrando completamente até o fundo.

Capítulo 3 Ferida

Seus olhos frios finalmente encontraram os dela. "Você, Danika, pode não ser muito, mas vai dar pro gasto. Agora, tire as roupas de baixo."

Os ouvidos de Danika ainda ressoavam com tudo o que ele tinha dito a ela. Os olhos dela ainda ardiam em lágrimas. Por que seu pai teve que fazer tudo isso? Por que ele teve que se viciar em ganhar poder?

Suas mãos tremiam enquanto ela tirava a roupa de baixo, deixando-a completamente nua na frente dele.

Esta noite, ela perderá a virgindade da maneira mais cruel, nas mãos do homem mais frio que ela já conhecera.

Mas ela aguentará tudo com dignidade. Ela é uma princesa. Não... ela foi uma princesa. Ela nasceu na realeza, treinada para se portar com orgulho e ser uma dama perfeita.

Mas agora este é o seu destino. Do qual ela não pode escapar. Ela ergueu o queixo e aguardou pela próxima ordem.

"Suba na cama. Fique de bruços. Abra as pernas." Não havia expressão nos olhos dele. Apenas ódio.

Ela subiu, ficou de bruços com a cara na cama e abriu as pernas. Fechou os olhos e esperou pelo inevitável, seus braços tremiam levemente.

Sendo otimista, tentou se concentrar no fato de que aquela era a primeira cama macia na qual ela deitava pela primeira vez em muito tempo. Ela permitiu que o prazer desse pensamento a envolvesse.

Ela ouviu o barulho de roupas. O som de um zíper abrindo. Não demorou muito para que ela o sentisse vindo por trás.

Ele a agarrou pelos quadris, seus dedos beliscando a carne enquanto ela sentia seu pênis roçando em sua abertura. Os olhos dela se arregalaram ao sentir o pênis enorme dele.

Danika já conhecia a anatomia masculina, afinal, ela já tinha visto muitos escravos nus, mas nunca pensou que um pudesse ser tão grande quanto o que pressionava o corpo dela em busca de alguma coisa.

Ele deve ter encontrado o que estava procurando, ao grunhir em aprovação.

Enquanto ele ajustava os joelhos na cama, o pequeno prazer que ela sentia desapareceu completamente quando ele começou a colocar e tirar dentro dela.

Ela segurou um grito de horror enquanto as estocadas curtas que ele dava rapidamente se tornaram dolorosas, enquanto ela prendia a respiração, esperando o que estava para acontecer.

Respirando intensamente, ele a segurou pelos quadris, e tirou tudo de dentro dela para empurrar de uma só vez com um impulso longo e forte a penetrando completamente até o fundo.

Ela gritou com uma dor agonizante, cerrando os dentes com tanta força que sua mandíbula ficou dormente.

Ele se acalmou completamente enquanto ela soltou um gemido cheio de lágrimas que não conseguia mais conter. Doeu mais do que ela imaginava. Tanto assim.

Ele não se conteve. Ele tirou e a penetrou novamente com força.

Ela virou a cabeça, pressionou o rosto abaixado na cama e gritou, torcendo seu corpo trêmulo para sair daquela possessão brutal.

Mas as mãos fortes dele a aprisionaram, mantendo seu corpo imóvel. Ele a cobriu com seu corpo e a penetrou continuamente, a força de suas estocadas a pressionava implacavelmente mais fundo na cama.

Apenas seus gritos de dor podiam ser ouvidos na sala dourada, mas nada dele. Nem mesmo um grunhido.

Embora ele a tivesse dominado ferozmente como um animal, Danika podia jurar que ele estava se contendo. Isso a fez imaginar se ele a quebraria em duas se não estivesse.

As estocadas ferozes continuaram por algum tempo. Então, de repente, ele se afastou. Levantou-se da cama e fechou o zíper.

Danika ficou deitada na cama, incapaz de mover seu corpo, chorava baixinho na cama.

"Saia do meu quarto." Ele ordenou, indo embora sem olhar para trás para vê-la. Ela ouviu a porta abrir e fechar atrás dele com um estrondo.

Ela sabia que ele não havia terminado e se perguntava o porquê. O homem a odiava, não tinha remorso por ela. Então, por que ele não continuou invadindo o corpo dela até ficar satisfeito?

Ela não conseguia encontrar uma resposta para isso, mas esse era o menor de seus problemas. Sozinha, ela começou a soluçar em voz alta.

Pela primeira vez desde que seu reino fora emboscado, seu pai morto e ela levada como escrava, sentiu dor. Uma dor crua e real.

Sua garganta era dilacerada por soluços de cortar o coração. Ela sempre sonhou com flores. Seu marido e ela fazendo amor sob o luar. Ela perdendo a virgindade com ele enquanto seu corpo era amado com tanta ternura.

O que aconteceu está longe de ser o que ela imaginou. A realidade dói como uma faca enterrada no coração. Pai, por que você fez isso comigo?

Ela não sabia qual dor era maior. A que vinha de seu corpo, ou a de seu coração.

A do corpo era física. O que ele fez a deixou machucada. Mas a do coração também doía.... porque ela sabe que de agora em diante, aquela seria a sua vida.

Ela se levantou, feliz por ele não estar por perto. Não sabia o que faria se ele a visse cambaleando para tentar sair e chorando a plenos pulmões.

O sangue manchava suas coxas, ainda pingando de sua feminilidade destroçada. Ela conseguiu chegar à sua cela fria e o guarda a abriu.

Entrou no confinamento vazio, caminhou em direção ao beliche velho sem colchão e se deitou, ficando encolhida nele.

Ela fungou várias vezes, tentando conter as lágrimas. Ela não quer chorar mais. Não quer parecer quebrada... pois ela não está.

Sobrevivência. Ela vai sobreviver a este lugar.

Ela pode ser a escrava dele lá fora. Mas por dentro, ela ainda é a princesa Danika para si mesma. Ele não irá quebrá-la! Ela jamais permitiria. Ela só tem a si mesma.

Naquele momento, a cela se abriu e Baski entrou. A velha mulher lhe sorriu educadamente. "O Rei disse para vir buscar você."

Como? Novamente? "O-o quê?

"Ele disse para tirar você daqui e---"

Nesse momento Danika perdeu completamente a razão. "O que ele quer me chamando de novo!?" Danika se enfureceu, atirando-se para fora da cama.

"Ele deseja---", começou Baski.

"Por mim, ele pode ir para o inferno! Fique longe de mim! Saia daqui!" A princesa dentro dela gritou, além de qualquer racionalidade.

Baski franziu os lábios em desgosto, mas não se moveu. Ao invés disso, um vislumbre de pena brilhou em seus olhos.

"Você precisa abandonar essa atitude se quiser sobreviver como escrava. Foi o que todos nós fizemos quando tentamos sobreviver ao seu pai. E foi assim que conseguimos."

"O seu rei é um monstro." Danika chorou.

Baski balançou a cabeça com firmeza. "O Rei Lucien está longe de ser isso. Você não tem ideia do que ele passou. Você nem imagina!"

Os olhos de Baski encontraram os dela. "Ele está realmente se controlando com você."

Danika caçoou. "Como você pode dizer uma coisa dessas! Você não tem ideia do que aquele monstro fez co---"

"Ele está se segurando, porque se ele realmente quer se vingar de tudo que seu pai fez, começaria queimando suas partes íntimas." Disse ela bruscamente.

"O-o quê?" Danika não tinha certeza se tinha ouvido bem.

"Esqueça." Ela se virou, "Se você deixar essa raiva de lado, poderá me ouvir. O rei disse para levá-la até seus aposentos."

Danika piscou duas vezes, imaginando se tinha algo errado com seus ouvidos. "O quê?"

"Siga-me." Baski começou a se afastar.

O que está acontecendo?

Danika se levantou se contorcendo e a seguiu. A velha mulher a acompanhou até o outro lado do grande palácio e a uma sala. O quarto era pequeno, mas bonito e arrumado.

"O que estou fazendo aqui?" Ela perguntou à velha.

"Este é o seu novo quarto."

"M-meu?" Ela olhava ao redor, imaginando o que eles estariam tramando.

"Limpe-se e vá para a cama. O Rei irá chamá-la pela manhã." Então, Baski virou-se e partiu.

Danika, muito cansada e emocionalmente esgotada para começar a pensar sobre tudo o que tinha acabado de passar, apenas se deitou na cama e se deixou desmaiar. Fugir da realidade é sempre uma boa escolha.

Mas, o que a velha quis dizer com "ele está se controlando"? E o que diabos ela quis dizer sobre "queimar as partes íntimas" dela?.

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