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A Esposa e o Amante: A Queda

A Esposa e o Amante: A Queda

Autor:: Qing He
Gênero: Moderno
Ricardo Silva, um chef renomado, doou sua panela de cobre ancestral para garantir a vaga do filho, Léo, em um prestigiado intercâmbio gastronômico. Mas, no dia seguinte, Léo voltou para casa em prantos: "Pai, eles tiraram minha vaga. O pai do Pedro doou um milhão de reais." No museu, Ricardo encontrou Marcos, o pai de Pedro, esbanjando um cartão de crédito. Ricardo o reconheceu imediatamente: era o cartão de sua esposa, Juliana. Marcos zombou: "Minha mulher, Juliana, é uma empresária famosa. É melhor pegar seu tacho e voltar para a sua cozinha." Ricardo, com um sorriso gelado, sacou o celular: "Cancele o cartão de crédito adicional da Sra. Juliana Silva. Imediatamente." O sorriso de Marcos sumiu quando a máquina gritou: "Transação recusada." Ele não podia acreditar, a "famosa empresária" não tinha fundos. Enquanto isso, Léo o confrontava: "Eu ganhei a vaga no esforço! Não com o dinheiro!" Marcos ligou para Juliana, que prometeu resolver o "probleminha técnico" e transferir um milhão. Ricardo sentiu uma fúria fria. Juliana o tratava como um empregado, usando o dinheiro dele para sustentar o amante. Mas, de repente, uma notificação tocou: "Doação anônima de cinco milhões de reais!" Era Ricardo. Marcos, em desespero para não ser superado, doou mais quatro milhões e um real. Ricardo sorriu. "Diretor, anote aí: eu doarei dez milhões de reais." O choque na sala era palpável. Marcos ficou pálido: "Você não tem esse dinheiro! Está blefando!" Mas o "DING!" confirmou a doação de dez milhões. Ricardo, o "cozinheiro", não era qualquer um. Ele era o verdadeiro magnata por trás do Grupo Silva.

Introdução

Ricardo Silva, um chef renomado, doou sua panela de cobre ancestral para garantir a vaga do filho, Léo, em um prestigiado intercâmbio gastronômico.

Mas, no dia seguinte, Léo voltou para casa em prantos: "Pai, eles tiraram minha vaga. O pai do Pedro doou um milhão de reais."

No museu, Ricardo encontrou Marcos, o pai de Pedro, esbanjando um cartão de crédito. Ricardo o reconheceu imediatamente: era o cartão de sua esposa, Juliana.

Marcos zombou: "Minha mulher, Juliana, é uma empresária famosa. É melhor pegar seu tacho e voltar para a sua cozinha."

Ricardo, com um sorriso gelado, sacou o celular: "Cancele o cartão de crédito adicional da Sra. Juliana Silva. Imediatamente."

O sorriso de Marcos sumiu quando a máquina gritou: "Transação recusada."

Ele não podia acreditar, a "famosa empresária" não tinha fundos. Enquanto isso, Léo o confrontava: "Eu ganhei a vaga no esforço! Não com o dinheiro!"

Marcos ligou para Juliana, que prometeu resolver o "probleminha técnico" e transferir um milhão.

Ricardo sentiu uma fúria fria. Juliana o tratava como um empregado, usando o dinheiro dele para sustentar o amante.

Mas, de repente, uma notificação tocou: "Doação anônima de cinco milhões de reais!" Era Ricardo.

Marcos, em desespero para não ser superado, doou mais quatro milhões e um real.

Ricardo sorriu. "Diretor, anote aí: eu doarei dez milhões de reais." O choque na sala era palpável.

Marcos ficou pálido: "Você não tem esse dinheiro! Está blefando!"

Mas o "DING!" confirmou a doação de dez milhões.

Ricardo, o "cozinheiro", não era qualquer um. Ele era o verdadeiro magnata por trás do Grupo Silva.

Capítulo 1

Ricardo Silva, um chef de cozinha de renome, observava com carinho a rara panela de cobre artesanal que estava prestes a doar. Não era um simples utensílio de cozinha, mas uma herança de família, um símbolo de gerações de paixão pela culinária. Ele a entregou ao diretor do museu de culinária com um nó na garganta, mas o sacrifício valia a pena, pois garantia a vaga de seu filho, Léo, em um prestigiado intercâmbio gastronômico internacional. Léo, com seu talento nato, merecia essa oportunidade mais do que ninguém.

No dia seguinte, a porta da frente se abriu com um baque surdo, e Léo entrou em casa, o rosto banhado em lágrimas. Seus soluços eram a única coisa que quebrava o silêncio da tarde.

"Pai..." ele gaguejou, mal conseguindo respirar. "Eles... eles tiraram minha vaga."

O coração de Ricardo afundou. Ele se aproximou do filho, colocando as mãos em seus ombros trêmulos.

"O que aconteceu, Léo? Me explique."

"O pai do Pedro... ele doou um milhão de reais ao museu," disse Léo, a voz embargada de injustiça. "Ele comprou a minha vaga. O diretor disse que o museu precisava mais do dinheiro do que do meu talento."

Uma fúria fria começou a se formar no peito de Ricardo. Ele abraçou o filho com força, prometendo em silêncio que resolveria aquilo. Sem perder um segundo, dirigiu-se ao museu, com Léo a seu lado.

Ao chegar ao escritório do diretor, a cena que encontrou fez seu sangue ferver. O diretor, um homem de aparência bajuladora, sorria obsequiosamente para um homem arrogante que Ricardo presumiu ser o pai de Pedro, Marcos. E em sua mão, Marcos exibia um cartão de crédito adicional, um que Ricardo reconheceu imediatamente. Era o cartão que ele havia dado à sua esposa, Juliana.

Marcos notou a chegada de Ricardo e abriu um sorriso provocador.

"Olha só quem está aqui. O cozinheiro e seu filhote chorão."

Ele balançou o cartão na frente de Ricardo.

"Minha mulher, Juliana, é uma empresária famosa, uma mulher de poder. Ela não gosta de ser incomodada por gente como você. É melhor pegar seu velho tacho e voltar para a sua cozinha, de onde você nunca deveria ter saído."

Ricardo não respondeu à provocação. Em vez disso, um sorriso frio e calculista surgiu em seus lábios. Ele pegou o celular do bolso e, com alguns toques rápidos na tela, fez uma ligação.

"Cancele o cartão de crédito adicional da Sra. Juliana Silva. Imediatamente. Todas as transações devem ser bloqueadas."

Após desligar, ele olhou diretamente para Marcos, o desafio brilhando em seus olhos.

"Agora, por que você não tenta usar esse cartão para pagar seu milhão de reais? Vamos ver o quão 'ilimitado' ele realmente é."

Marcos riu, um som arrogante que ecoou pelo escritório. Ele não fazia ideia do que estava por vir.

"Você é um idiota. Este cartão é da minha mulher, Juliana! Ela é uma das empresárias mais importantes da cidade. Um milhão é troco para ela!"

Ele se virou para o diretor, estendendo o cartão com um gesto teatral.

"Passe o cartão. Um milhão. Vamos mostrar a esse Zé Ninguém o que é poder de verdade."

O diretor, ansioso para agradar, pegou o cartão e o inseriu na máquina. A sala ficou em silêncio por um momento, a expectativa pairando no ar.

Marcos e seu filho, Pedro, olhavam para Ricardo com desprezo. Pedro, um garoto mimado que era um reflexo do pai, sussurrou para Léo.

"Viu só, perdedor? Dinheiro compra tudo. Seu pai pode ser um bom cozinheiro, mas meu pai tem o mundo aos pés."

Ricardo apenas observava, seu sorriso frio se alargando um pouco mais enquanto esperava o inevitável.

Capítulo 2

Léo, com o rosto ainda vermelho de choro, ergueu a cabeça e encarou Pedro.

"Isso não é justo! Eu ganhei a vaga com meu esforço! Não com o dinheiro do meu pai!"

Sua voz, embora trêmula, era firme. Ele se recusava a aceitar aquela humilhação.

Marcos soltou uma gargalhada alta e debochada.

"Justo? Garoto, acorde para a vida. Justiça é para os fracos. O que manda no mundo é o dinheiro. E nós temos de sobra."

Ele se voltou para a máquina de cartão, esperando a confirmação do pagamento. Em vez disso, um som agudo e irritante preencheu o silêncio.

BIP BIP BIP.

A tela da máquina exibia uma mensagem em vermelho: "TRANSAÇÃO RECUSADA".

O sorriso de Marcos vacilou.

"O que é isso? Deve haver algum problema com a sua máquina."

O diretor, de repente suando frio, tentou novamente.

BIP BIP BIP.

"TRANSAÇÃO RECUSADA".

"Senhor," disse o funcionário do museu, visivelmente nervoso, "o cartão foi bloqueado. A central informou que não pode ser utilizado."

A confirmação fez o sorriso de Ricardo se aprofundar. A sua contra-ofensiva havia funcionado perfeitamente.

Marcos arrancou o cartão da mão do diretor, incrédulo.

"Impossível! Vocês são uns incompetentes! Deixe que eu mesmo faço isso!"

Ele pegou a máquina com raiva e inseriu o cartão ele mesmo, digitando a senha com dedos trêmulos de fúria. Ele apertou o botão de confirmação com força.

BIP BIP BIP.

O som agudo parecia zombar dele. A mensagem "TRANSAÇÃO RECUSADA" brilhava como um holofote sobre sua humilhação.

Ele tentou de novo. E de novo. E de novo.

BIP BIP BIP. BIP BIP BIP. BIP BIP BIP.

O som eletrônico e estridente se tornou a trilha sonora de seu fracasso, cada bipe uma facada em seu ego inflado. A arrogância em seu rosto se desfez, substituída por uma máscara de confusão e pânico.

As pessoas que antes o bajulavam agora cochichavam entre si. Os olhares de admiração se transformaram em olhares de dúvida e, em seguida, de escárnio.

"Ele não disse que era um cartão ilimitado?"

"Parece que o 'poderoso' empresário está sem fundos."

"Que vergonha... Fazer todo esse show para nada."

A mudança na atmosfera era palpável. Marcos, que momentos antes era o centro das atenções, agora era o objeto de zombaria de todos.

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