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A Fênix Vai Brilhar

A Fênix Vai Brilhar

Autor:: Gavin
Gênero: Bilionários
Eu sou Laura, a estilista por trás da L'Aura, uma marca que dita tendências globais. Minha melhor amiga, Isabela, é a alma de um dos blogs de viagem mais influentes do mundo, "Passaporte para o Paraíso". Juntas, poderíamos comprar um pequeno país se quiséssemos. Mas, por um ano inteiro, éramos apenas Laura e Isabela, humildes estagiárias da Construtora Santos. Fizemos isso por amor, ou pelo que pensávamos ser. Nos apaixonamos pelos irmãos Santos, Pedro e Ricardo, e deixamos nossos impérios para trás para estagiar por um salário mínimo, que mal pagava nossos cafés. Usamos nossas ideias de milhões e nossos contatos da alta sociedade para transformar a pequena empresa deles em um nome em ascensão no mercado. Viramos noites trabalhando em projetos que culminariam no lançamento do "Residencial Vértice", que os colocaria no mapa dos grandes empresários. Na noite anterior ao grande lançamento, Pedro e Ricardo nos chamaram para a sala de reuniões. Esperávamos reconhecimento, talvez até uma oferta de emprego real. Em vez disso, eles estavam com Vanessa, uma influenciadora digital com mais seguidores do que escrúpulos. "Laura, Isabela. Temos uma última tarefa para vocês", disse Pedro, com uma frieza cortante. Eles empurraram pilhas de nossos rascunhos e anotações sobre a mesa. "Queremos que vocês entreguem todas as suas ideias e contatos para a Vanessa. Ela será o novo rosto da nossa empresa." A humilhação era palpável. A traição cortava mais fundo do que qualquer outra coisa. Ricardo riu, sua voz se tornando uma ameaça velada. "Vocês são estagiárias, não têm ambição. Usem suas ideias para ajudar a Vanessa a ter sucesso, assim ela pode nos ajudar na alta sociedade." Quando Sofia, nossa jovem assistente, tentou nos defender, Ricardo a demitiu e ameaçou destruir sua carreira. Aquele ato de crueldade gratuita foi a gota d'água. Isabela e eu nos entreolhamos, a incredulidade dando lugar a uma fúria gelada. O amor que sentíamos havia se transformado em cinzas. "Laura, eu quero expor tudo isso nas redes sociais. Agora. Vou destruir a reputação deles antes do amanhecer", Isabela sussurrou, tremendo de raiva. Eu balancei a cabeça, meus olhos fixos em Pedro, que me encarava sem um pingo de remorso. "Não", eu disse, minha voz baixa e firme. "Isso é pouco. Eu vou esperar por eles no topo do mercado. Vou derrubá-los com minhas próprias mãos." Isabela me olhou, surpresa com a minha calma. Ela sabia que minha raiva, quando silenciosa, era a mais perigosa. Ela entendeu. "Tudo bem," ela respondeu, com uma determinação sombria. "Mas eu não fico aqui nem mais um segundo." Ela deletou seu perfil de "estagiária" na nossa frente, um ato simbólico. "Aproveitem bem as migalhas que vocês estão roubando. Vocês vão precisar." Ela se virou e saiu da sala, de cabeça erguida. Eu me prometi, e para Isabela, e para a pobre Sofia, que a vingança não seria apenas sobre expor a verdade, seria sobre tomar de volta tudo o que eles nos roubaram, e muito mais. Seria sobre mostrar a eles a diferença entre a ambição mesquinha deles e o verdadeiro poder.

Introdução

Eu sou Laura, a estilista por trás da L'Aura, uma marca que dita tendências globais.

Minha melhor amiga, Isabela, é a alma de um dos blogs de viagem mais influentes do mundo, "Passaporte para o Paraíso".

Juntas, poderíamos comprar um pequeno país se quiséssemos.

Mas, por um ano inteiro, éramos apenas Laura e Isabela, humildes estagiárias da Construtora Santos.

Fizemos isso por amor, ou pelo que pensávamos ser.

Nos apaixonamos pelos irmãos Santos, Pedro e Ricardo, e deixamos nossos impérios para trás para estagiar por um salário mínimo, que mal pagava nossos cafés.

Usamos nossas ideias de milhões e nossos contatos da alta sociedade para transformar a pequena empresa deles em um nome em ascensão no mercado.

Viramos noites trabalhando em projetos que culminariam no lançamento do "Residencial Vértice", que os colocaria no mapa dos grandes empresários.

Na noite anterior ao grande lançamento, Pedro e Ricardo nos chamaram para a sala de reuniões.

Esperávamos reconhecimento, talvez até uma oferta de emprego real.

Em vez disso, eles estavam com Vanessa, uma influenciadora digital com mais seguidores do que escrúpulos.

"Laura, Isabela. Temos uma última tarefa para vocês", disse Pedro, com uma frieza cortante.

Eles empurraram pilhas de nossos rascunhos e anotações sobre a mesa.

"Queremos que vocês entreguem todas as suas ideias e contatos para a Vanessa. Ela será o novo rosto da nossa empresa."

A humilhação era palpável. A traição cortava mais fundo do que qualquer outra coisa.

Ricardo riu, sua voz se tornando uma ameaça velada.

"Vocês são estagiárias, não têm ambição. Usem suas ideias para ajudar a Vanessa a ter sucesso, assim ela pode nos ajudar na alta sociedade."

Quando Sofia, nossa jovem assistente, tentou nos defender, Ricardo a demitiu e ameaçou destruir sua carreira.

Aquele ato de crueldade gratuita foi a gota d'água.

Isabela e eu nos entreolhamos, a incredulidade dando lugar a uma fúria gelada.

O amor que sentíamos havia se transformado em cinzas.

"Laura, eu quero expor tudo isso nas redes sociais. Agora. Vou destruir a reputação deles antes do amanhecer", Isabela sussurrou, tremendo de raiva.

Eu balancei a cabeça, meus olhos fixos em Pedro, que me encarava sem um pingo de remorso.

"Não", eu disse, minha voz baixa e firme. "Isso é pouco. Eu vou esperar por eles no topo do mercado. Vou derrubá-los com minhas próprias mãos."

Isabela me olhou, surpresa com a minha calma. Ela sabia que minha raiva, quando silenciosa, era a mais perigosa.

Ela entendeu.

"Tudo bem," ela respondeu, com uma determinação sombria. "Mas eu não fico aqui nem mais um segundo."

Ela deletou seu perfil de "estagiária" na nossa frente, um ato simbólico.

"Aproveitem bem as migalhas que vocês estão roubando. Vocês vão precisar."

Ela se virou e saiu da sala, de cabeça erguida.

Eu me prometi, e para Isabela, e para a pobre Sofia, que a vingança não seria apenas sobre expor a verdade, seria sobre tomar de volta tudo o que eles nos roubaram, e muito mais.

Seria sobre mostrar a eles a diferença entre a ambição mesquinha deles e o verdadeiro poder.

Capítulo 1

Eu sou Laura, a estilista por trás da L'Aura, uma marca que dita tendências nas semanas de moda de Paris e Milão. Minha melhor amiga, Isabela, é a alma por trás do "Passaporte para o Paraíso", um dos blogs de viagem mais influentes do mundo. Juntas, poderíamos comprar um pequeno país se quiséssemos. Mas, por um ano inteiro, fomos apenas Laura e Isabela, as estagiárias humildes e esforçadas da Construtora Santos. Fizemos isso por amor, ou pelo que pensávamos ser amor. Nos apaixonamos pelos irmãos Santos, Pedro e Ricardo, dois empresários ambiciosos do ramo imobiliário.

Para nos aproximarmos deles, para entendê-los sem o brilho do nosso status, deixamos nossos impérios para trás e vestimos o uniforme de estagiárias, recebendo um salário mínimo que mal pagava nossos cafés.

Durante um ano, dedicamos cada minuto a eles. Nossas ideias de design, que valiam milhões, foram usadas para projetar interiores de condomínios de luxo. Nossos contatos, cultivados ao longo de anos na alta sociedade, abriram portas que eles jamais conseguiriam abrir sozinhos. Acompanhamos reuniões, preparamos apresentações, viramos noites trabalhando em projetos que transformaram a pequena empresa deles em um nome em ascensão no mercado. Eles estavam à beira de lançar o "Residencial Vértice", o empreendimento que consolidaria sua fortuna e os colocaria no mapa dos grandes empresários. E nós estávamos lá, torcendo por eles, acreditando que finalmente, depois do sucesso, poderíamos revelar quem éramos e viver nosso romance.

Na noite anterior ao grande lançamento, o clima no escritório era elétrico. Pedro e Ricardo nos chamaram para a sala de reuniões. Achamos que seria para agradecer, talvez até para nos oferecer um cargo de verdade. A porta se abriu e eles não estavam sozinhos. Ao lado deles estava Vanessa, uma influenciadora digital com mais seguidores do que escrúpulos. Ela nos olhou de cima a baixo, com um sorriso de desprezo.

Pedro, o mais velho e o homem por quem meu coração batia mais forte, falou primeiro, com uma frieza que eu nunca tinha visto.

"Laura, Isabela. Temos uma última tarefa para vocês."

Ele empurrou uma pilha de papéis sobre a mesa. Eram rascunhos dos meus designs, anotações de contatos da Isabela.

"Queremos que vocês entreguem todas as suas ideias e contatos para a Vanessa. Ela será o novo rosto da nossa empresa."

Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Ricardo, o irmão mais novo que havia encantado Isabela com sua energia, riu.

"Vocês são estagiárias, não têm ambição. Para que precisam dessas ideias e contatos? Usem suas ideias e contatos para ajudar a Vanessa a ter sucesso, assim ela pode nos ajudar na alta sociedade."

Vanessa sorriu, satisfeita. "É uma grande oportunidade para vocês, meninas. Ajudar alguém como eu."

A humilhação era palpável. A traição cortava mais fundo do que qualquer outra coisa. Ricardo se aproximou, sua voz se tornando uma ameaça velada.

"Não se façam de difíceis, ou vamos pegar à força."

Sofia, nossa jovem assistente e a única outra pessoa no escritório que nos tratava com genuíno carinho, entrou na sala naquele momento. Vendo nossos rostos, ela percebeu que algo estava terrivelmente errado.

"Senhores Santos, elas trabalharam tanto por esses projetos. Isso não é justo!"

O rosto de Ricardo se contorceu de raiva. Ele se virou para Sofia com uma crueldade repentina e chocante.

"Quem você pensa que é para opinar? Você está demitida! E vou garantir que você nunca mais consiga um emprego nesta cidade. Vou espalhar que você rouba ideias e as vende para a concorrência."

Sofia ficou pálida, as lágrimas brotando em seus olhos. Ela era jovem, estava no início de sua carreira. Uma acusação dessas a destruiria. Ela olhou para nós, desamparada, antes de sair correndo da sala, soluçando. Aquele ato de crueldade gratuita contra uma inocente foi a gota d'água.

Isabela e eu nos entreolhamos, a incredulidade dando lugar a uma fúria gelada. O amor que sentíamos havia se transformado em cinzas. Isabela sussurrou para mim, sua voz tremendo de raiva.

"Laura, eu quero expor tudo isso nas redes sociais. Agora. Vou destruir a reputação deles antes do amanhecer."

Eu balancei a cabeça, meus olhos fixos em Pedro, que me encarava sem um pingo de remorso.

"Não", eu disse, minha voz baixa e firme. "Isso é pouco. Eu vou esperar por eles no topo do mercado. Vou derrubá-los com minhas próprias mãos."

Isabela me olhou, surpresa com a minha calma. Ela sabia que minha raiva, quando silenciosa, era a mais perigosa. Ela entendeu.

"Tudo bem," ela respondeu, com uma determinação sombria. "Mas eu não fico aqui nem mais um segundo."

Ela se virou para os irmãos e para Vanessa.

"Considerem este o meu aviso prévio," ela disse, com um desprezo cortante. Ela pegou seu celular, abriu seu perfil de "estagiária" com poucos seguidores, e o deletou na frente deles. Um ato simbólico, mas poderoso. Ela estava se desconectando daquela farsa, daquela vida. "Aproveitem bem as migalhas que vocês estão roubando. Vocês vão precisar."

Ela se virou e saiu da sala, de cabeça erguida. Eu fiquei para trás por um momento, encarando os três. Prometi a mim mesma, e a Isabela, e à pobre Sofia, que a vingança não seria apenas sobre expor a verdade. Seria sobre tomar de volta tudo o que eles nos roubaram, e muito mais. Seria sobre mostrar a eles a diferença entre a ambição mesquinha deles e o verdadeiro poder.

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Capítulo 2

Alguns minutos depois, enquanto eu juntava minhas poucas coisas na mesa que ocupei por um ano, ouvi a voz de Ricardo vindo do corredor, alta e arrogante. Ele estava com Vanessa, que ria de algo que ele dizia.

"Aquela garota, a Sofia... qual era o problema dela? Chorando por causa de um emprego de estagiária. Tão patética. Pessoas assim não têm lugar no nosso mundo."

Vanessa concordou, sua voz melosa. "Você fez o certo, Ricardo. Precisamos de pessoas fortes ao nosso redor, não de choronas. E a outra, a Isabela? Ameaçando expor vocês? Com os cinquenta seguidores que ela tinha no Instagram? Hilário."

A raiva subiu pela minha garganta, quente e amarga. Isabela já tinha saído do prédio, mas eu ainda estava ali. Não pude me conter. Saí da nossa pequena sala e fui em direção a eles.

"Repete o que você disse sobre a Sofia," eu falei, minha voz baixa.

Ricardo se virou, surpreso por eu ainda estar lá. Um sorriso de escárnio se formou em seus lábios.

"Ah, a outra estagiária. O que foi? Vai chorar também? Eu disse que ela é uma inútil e que o futuro dela acabou. Satisfeita?"

Sem pensar, avancei e dei um tapa forte em seu rosto. O som ecoou no corredor silencioso. Vanessa gritou, assustada. Ricardo me olhou, chocado por um segundo, antes de sua expressão se transformar em fúria. Ele agarrou meu braço com força, seus dedos apertando minha pele.

"Sua vadia! Quem você pensa que é?"

Dois seguranças apareceram imediatamente, alertados pelo grito de Vanessa.

"Tirem essa louca daqui!", ordenou Ricardo.

Eu me debati, mas eles eram mais fortes. "Você é um monstro!", gritei para ele, enquanto eles me arrastavam em direção à saída. "Nós demos um ano da nossa vida para vocês! Nossas ideias construíram o que vocês têm!"

Ricardo apenas ajeitou o colarinho da camisa, o local onde eu o acertei agora vermelho. Ele riu, um som cruel e sem humor.

"Suas ideias? Vocês são estagiárias. Vocês não têm ideias, vocês fazem o que mandamos. Nós demos a vocês a oportunidade de estar perto de gente como a gente. Vocês deveriam ser gratas."

"Gratas? Por serem roubadas e humilhadas?", a voz de Isabela soou da entrada. Ela não tinha ido embora. Tinha esperado por mim.

Ela caminhou em nossa direção, o celular na mão, mas não estava gravando. Seus olhos estavam fixos em Ricardo.

"O que você fez com a Sofia foi nojento. E agora você agride a Laura?"

Ricardo soltou uma risada. "Eu não me importo com a Sofia. E se eu fosse vocês, tomaria cuidado. Posso fazer com vocês o mesmo que fiz com ela. Garantir que nunca mais trabalhem."

Naquele exato momento, Pedro saiu da sala de reuniões, atraído pela confusão. Ele viu a cena: eu sendo segurada pelos seguranças, Isabela confrontando Ricardo, e Vanessa ao lado dele, com uma expressão de vítima assustada.

"O que está acontecendo aqui?", perguntou Pedro, sua voz controlada, mas com uma nota de irritação.

Vanessa correu para o lado dele, as lágrimas já escorrendo pelo seu rosto perfeitamente maquiado.

"Pedro! Foi horrível! A Laura ficou louca e atacou o Ricardo do nada! E a Isabela voltou para ameaçá-lo! Elas estão com inveja de mim, só pode ser isso!"

Eu olhei para Pedro, esperando ver um lampejo de dúvida, um sinal de que ele me conhecia, de que ele sabia que eu nunca faria algo assim sem um motivo extremo. Mas não havia nada. Seus olhos passaram por mim como se eu fosse uma estranha, uma funcionária problemática.

Ele olhou para Ricardo, que apenas deu de ombros, e depois para Vanessa, que soluçava em seu ombro. Sua expressão se endureceu.

"Seguranças," ele disse, sua voz agora fria como gelo. "Tirem as duas do prédio. Elas não trabalham mais aqui. E garantam que elas não voltem a entrar."

A decisão foi instantânea. A encenação de Vanessa funcionou perfeitamente. Ele não questionou, não duvidou. Ele simplesmente nos descartou. Naquele momento, o último resquício de sentimento que eu tinha por ele morreu. Era o fim. Os seguranças me soltaram e nos empurraram rudemente em direção à porta. A traição estava completa.

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