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A FAVELADA E O POLICIAL (MORRO)

A FAVELADA E O POLICIAL (MORRO)

Autor:: Isabela Moura
Gênero: Romance
Atenção: Esse livro contém conteúdo +18, gatilhos de violência e drogas. SINOPSE Calíope irmã de um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro, uma jovem que foi criada dentro do morro do Alemão, ela tem o espírito livre e em uma dessas suas aventuras no asfalto ela vai acabar passando por uma situação complicada, onde acaba sendo defendida por um policial, um completo estranho, e ele ao perceber a situação que ela estar passando ele interfere o que acaba deixando ela extremamente irritada, mas claro é assim que acontece as coisas. O amor nasce de onde menos esperamos, e claro ela é cria do alemão, e para brincar com a mente das pessoas ela sempre banca de inocente, mas aquele que caí no encanto da sereia acaba se apaixonando. Ou será que o jogo vai acabar virando para os dois, e vão se render a essa paixão. Thayron, Major da polícia militar, casado a 5 anos, um casamento por conveniência, algo que gerou apenas sexo da parte dele, mas ela se apaixonou o que será um empecilho na sua caminhada, será que ele vai cair no canto da sereia? Será que ele vai se apaixonar? Ou será que ele usará ela para chegar a seu verdadeiro alvo. Vem comigo, e acompanhar o desenrolar dessa história.

Capítulo 1 Personagens

CALÍOPE DONNELY

Me chamo Calíope, mas todos que me conhecem me chamam de Cali, tenho 18 anos, sou morena, tenho um corpo de fazer inveja em muitas meninas aqui do morro, afinal elas já tem inveja de mim naturalmente até porque eu sou irmã do dono do morro, um dos bandidos mais procurados do Rio de Janeiro. Meu irmão é o Caíron, vulgo Monkey, ele nunca foi de me deixar livre para fazer o que quero, mas meu espírito é livre e claro sempre conseguiria fugir escondida. Tenho 1,60 de altura, claro sou baixinha e modestia parte muito bonita. Tenho uma amiga que é muito minha confidente a Lauren, para tudo a gente está por tudo que é lugar nesse mundão ai a fora, sempre curtindo, apesar que ela é aquela amiga que trepa no seu lugar, eu nunca cheguei nesse nível, eu acredito que tem que ter o momento certo.

THAYRON MANDELLI

Me chamo Thayron, tenho 30 anos, sou Major da polícia militar, exerço a minha função de policial desde dos meus 20 anos, foi algo que veio do meu pai, e eu fui a frente com o sonho dele de me ver fardado, e hoje eu sou Major, claro eu comecei como um mero policial, para hoje ter um cargo superior a tudo que já sonhei, tenho 1,86 de altura, sou um pouco loiro, meus olhos são verdes, sou descendente de alemão, minha mãe é alemã, e meu pai é brasileiro. Me casei com a Raquel a 5 anos atrás, a gente sempre foi bem próximos, mas acabamos nos envolvendo, e acredito que meu pior erro foi ter casado com ela, eu me arrependo hoje, eu sei o que esse casamento me proporcionou e o que me desproporcionou, e sinceramente eu acho que a conveniência de ter me casado, foi algo inusitado da minha parte.

LAUREN AMORIM

Me chamo Lauren, tenho 19 anos, sou loira, tenho 1,65 de altura. Eu sempre fui de aproveitar muito a minha vida, porém a Cali tem o impedimento do irmão, claro ele sempre vive mandando os vapores vigiar ela, porém a gente sempre consegue fugir deles, afinal não somos nenhuma santa e nem seremos. Apesar que eu sempre bato na tecla com ela, que ela precisa conhecer o mundo do prazer, mas ela se nega, diz que tem um pouco de medo, mas acredito que é só fogo de palha dela. Somos inseparáveis apesar que temos a Monique que sempre está conosco, mas a Cali sempre cortou o barato dela, por ela sempre querer dar para o irmão dela, e ela sabe que só vai ser usada, mas mesmo assim insiste. Mas é aquela coisa, nos avisa, se quer tomar conselho de boa, se não quer se foda.

ANDRÉ SAMPAIO

Me chamo André, tenho 28 anos, sou natural de São Paulo, mas vim fazer uma missão aqui no Rio de Janeiro, e acabei ficando, e claro quem é que não quer ficar nessa cidade maravilhosa? É surreal passar um tempo aqui, você encontra mulheres lindíssimas, onde a gente pega e não se apega. Tenho 1,79 de altura, sou o parceiro do major Thayron, estamos nessa jornada de prender os piores há mais ou menos uns 4 anos. Eu cheguei aqui ele tinha se casado a um ano com a Raquel, mas cá pra nós eu nunca fui com a cara dela, o mulherzinha sem sal, e eu já até comentei com o Thayron que a esposa dele não me desce, mas enfim isso não é da minha conta, e não será agora que eu vá ligar para alguma coisa que acontece na vida alheia. Eu sou um dos capitão, o Thayron está quase na linha de tenente-coronel acredito que em breve ele pega essa função e eu pego a de major.

RAQUEL MONTEIRO

Me chamo Raquel, tenho 27 anos, sou casada com o major Thayon, eu sou aquele tipo de esposa, grudenta e que marca em cima das piranhas que me aparece, mas acontece que nem sempre a gente tem os mesmo pensamentos, eu acredito que seja por isso que meu casamento tem esfriado, eu não sei o que fazer para recuperar o meu casamento, eu não sei o que posso fazer para meu marido não acabar arrumando outra fora, até porque eu sempre fui uma mulher ativa, sempre gostei do pau do meu marido, na verdade ele tem um instrumento que deixa qualquer mulher louca.

CAÍRON DONNELY

Me chamo Caíron, mais conhecido como Monkey, um dos bandidos mais procurados do Rio de Janeiro, tenho 26 anos, sou o dono do morro Complexo do Alemão. Tenho 1,89 de altura. Sempre fui um homem bem coerente quando preciso, a minha irmã é uma das pessoas mais importante da minha vida, ou melhor a minha única família, posso ter todos os defeitos do mundo, mais nunca larguei a mão dela, e eu sei sempre de suas escapadas, ela pensa que foge sem que eu perceba, mas eu sou o dono da porra toda, sou mais ligado do que rádio em dia de transmissão. Sou conhecido como um dos piores, mas eu acredito que tudo na vida tem um propósito, se tudo isso está acontecendo é porque eu deixo ela da algumas fugidas, mas ela não pense que só porque eu finjo que não vejo, que ela fica ilesa.

MONIQUE CARVALHO

Me chamo Monique, tenho 20 anos, sou amiga da Calíope, ou mais ou menos amiga, ela não me deixa muito próxima dela, até porque eu quero o irmão dela, e ela não aceita. Mas qualquer dia eu vou conseguir o que eu sempre quis, dormir uma noite com ele, e prender ele comigo, eu sei que consigo fazer isso, eu sei que eu posso ter ele comigo quando eu conseguir eu serei a patroa de toda a comunidade, e eu passarei na cara de todas as putas desse morro o quão gostoso ele é, afinal de contas eu sempre fui muito louca e apaixonada do Monkey, ele é tudo de bom.

Capítulo 2 Episódio 01

CALÍOPE NARRANDO

Ser cria do alemão sempre tem aquelas vantagens e as desvantagens, apesar que eu sempre luto contra o meu irmão, ele sempre está na minha cola, o que me deixa sufocada, eu não gosto de ficar sufocada por ele, eu sou livre e não uma prisioneira desse morro, não sou obrigada a viver presa nesse morro. Por isso eu me amo, e vou me amar acima de tudo, e o resto que se exploda, eu vou mesmo é viver cada segundo da minha vida, eu vou é correr esse mundão e ser feliz, não vou abaixar a cabeça para meu irmão, se é isso que ele quer, ele pode ser o dono disso aqui, mas da minha vida, eu mesma sou a dona. Eu não sei o que meu irmão tem na cabeça por achar que eu nunca vou descobrir que ele sempre muda os vapor que ele coloca na minha cola, a verdade é que eu junto com a Lauren, somos mais esperta que esses vapores que pensam que conseguem dominar os meus passos, eu sempre serei mais esperta que eles. Mas hoje tem um baile aqui na comunidade e eu já esta me arrumando para ir, hoje eu vou beber, hoje eu vou ficar malucona, até esquecer o meu nome, eu preciso curtir muito, coloquei um vestido tomara que caia, com um decote nos meus seios, o que me deixou ainda mais gostosa. Sou tirada dos meus pensamentos quando alguém bate na minha porta, eu vou até a mesma, e ao abrir vejo que é a Lauren, essa vaca já veio me buscar, ela se joga em cima de mim, assim que abro a porta e lhe dou passagem.

Lauren: Vamos que hoje a noite é uma criança. - ela diz e dou risada.

Cali: Você acha mesmo que não sei disso, hoje eu vou beber até esquecer meu nome. - digo rindo e ela gargalha.

Lauren: Então vamos logo. - ela diz e apenas passo a escova no meu cabelo, e vou saindo com ela do meu quarto, a gente vai passando pelo corredor, e descemos as escadas até que quando chegamos no fim da escada, encontramos o PL ali, ele sempre está por perto, ele é o subdono do morro.

PL: Onde a senhorita vai mesmo? - ele pergunta pra mim, e eu dou risada.

Cali: Não sabia que eu te devia satisfação, que eu saiba sou maior de idade e vacinada, vou onde meu nariz me levar. - digo irônica, e ele rir.

PL: Deixa só seu irmão ouvir isso. - ele diz sorrindo e eu reviro os olhos, vou saindo de casa antes que meu irmão apareça ali, fui andando com a Lauren pelas ruas do morro, até chegamos na quadra, eu estava louca para dançar e rebolar a minha raba.

Lauren: Você acha que não terá problemas hoje? - ela pergunta assim que entramos na quadra.

Cali: Eu sou o problema, e esse problema hoje está livre. - digo gargalhando, e chegamos no bar, pegamos uma vodka e começamos a beber, até que a Monique se aproximou da gente.

Monique: Oi cunhadinha. - ela já chega me tirando do sério.

Cali: Eu já te falei que eu não sou sua cunhada, e nunca serei, para de pensar que meu irmão vai te comer, mas se ele te comer é só por uma noite, para de ser tão baixa e descer tão baixo. - digo séria e ela revira os olhos.

Logo a Monique saiu de perto da gente e foi tentar subir no camarote e acabou sendo barrada, o que me fez rir com a Lauren, a gente ficou ali bebendo até que meu irmão desceu do camarote ao me ver e eu estava sorrindo atoa, eu sabia que ele iria vim atrás de mim, eu sabia que ele estava para estragar minha noite, então me puxei a Lauren para o meio do pessoal e comecei a dançar e beber mais.

Lauren: Amiga, seu irmão vai entrar nesse meio e vai nós pegar. - ela diz rindo e eu gargalho.

Cali: Nem ligo, eu tô me divertindo muito e vou curtir minha noite sem que ele me incomode. - digo séria.

Lauren: Ou não, olha ele ai atrás de você. - foi ela dizer isso e sentir as mãos dele no meu cabelo.

Cali: Me solta Monkey, eu não estou fazendo nada, além de curtir. - digo sorrindo.

Monkey: Não te deixei curtir nada, então você vai agora mesmo pra casa, porque eu não vou deixar de curtir a porra do baile, pra você simplesmente chegar e vim dar PT na porra do baile. - ele diz e eu acabo rindo.

Cali: Seu problema é curtir sua noite? Eu não tô te impedindo, vai lá e curte sua noite com as putas. - digo e viro a garrafa de vodka na boca, ele toma da minha mão e joga no chão, e sai me arrastando para fora da multidão.

Moneky: Eu não to brincando Calíope, eu te mato sem piscar, não brinca comigo porra. - ele grita e eu acabo rindo da situação.

Lauren: Amiga, vamos embora. - ela diz sorrindo.

Cali: Eu não, eu vou curtir a minha noite, da melhor forma. - digo sorrindo.

Monkey: Eu vou ter que te levar pra casa na marra, ou eu vou te descer a porrada no meio da quadra toda? - ele fala nervoso e eu vejo que não tem jeito.

Cali: Tá, que inferno. - digo e vou andando com ele.

Monkey: Você acha que só porque é minha irmã, eu vou está passando a mão pela sua cabeça né? Mas para eu te matar e mandar para a vala é em um piscar de olhos sua filha da puta. - ele diz e eu olho para a Lauren, acabamos rindo e ele me joga no chão assim que saímos da quadra. - Você está passando de todos os limites Calíope. - ele diz e reviro os olhos, então ele acabou me puxando pelos cabelos até o carro dele, a gente foi entrando no carro após caminhar um pouco, ele levou a Lauren em casa, e subiu comigo para casa, e eu não estava muito afim de ficar em casa, mas hoje eu seria obrigada, porque agora esse chato vai me prender em casa, e nem ele vai sair para me vigiar, o que é um saco, a minha vida sempre foi assim, e tenho certeza que amanhã ele estará apertando a minha mente, porque não comeu as putas tudo o que acabo dando uma risada assim que chegamos na porta de casa no carro, e ele me olha sério. - Do que você estar rindo? - ele pergunta e eu apenas fico calada. - Responde logo porra. - ele fala e eu reviro os olhos, eu estava até ficando tonta com a situação.

Cali: Nada, apenas lembrei de algo, e eu estou querendo vomitar. - digo e ele abre a porta e desce do carro, acabo abrindo a porta do meu lado e desço, assim que vou entrando em casa, eu já subo para o meu quarto, vou direto para o banheiro.

Monkey: Toma um banho que isso vai passar. - ele fala e eu dou o dedo do meio para ele, que o faz da uma gargalhada.

Cali: Para o inferno você Caíron. - digo entrando no banheiro, tiro minha roupa e vou para o box.

Assim que eu entrei no box, eu já liguei o chuveiro e deixei a água cair sobre o meu corpo, eu sentir toda aquela tensão sair do meu corpo, afinal eu tinha me estressado um pouco, e além do mais eu acabei discutindo com meu irmão, ele sempre é um pé no saco, mais eu sempre vou ser melhor e mais agiu que ele, eu não vou ficar aqui e fica sempre em baixo da asa dele, eu vou curtir a minha vida intensamente, e pensando assim e tenho a brilhante ideia, amanhã eu vou chamar a Lauren para que a gente vá na balada lá do centro, vamos chegar em casa apenas no dia seguinte, eu não sou obrigada, a ser uma princesinha indefesa, eu sou cria do alemão, sei me defender muito bem. Fico pensando enquanto eu dou risada, ao acabar de tomar meu banho, pego uma toalha e me enrolo, ao me enrolar saiu do box e vou até a pia, faço a minha higiene pessoal e assim que acabo eu vou até a minha cômoda dentro do quarto, pego uma lingerie e me visto, passo um pouco do meu creme corporal, assim que acabei de passar o mesmo, eu peguei um baby-doll e me vestir, eu agora iria atrás do meu celular, mandar mensagem para a piranha da Lauren, combinar com ela o role de amanhã.

•WHATSAPP ON•

Piranha: Seu irmão te tirou da festa, que vergonha, eu fiquei.

Cali: Nem me diga, mas o que é dele, está guardado, você vai ver.

Piranha: Ai amiga, só você mesmo.

Cali: Amiga, amanhã vamos para uma balada no centro, eu quero sair dessa prisão.

Piranha: Será que isso vai dar certo? Não quero problemas com o Monkey, sabe que esse seu irmão é impiedoso.

Cali: Vai dar e fim, agora vou dormi, que amanhã o dia é longo.

Piranha: Tá, eu também já estou indo.

•WHATSAPP OFF•

Assim que desliguei a internet do meu celular, eu coloquei ele em cima do criado mudo, peguei o controle do ar e liguei o mesmo, e fiquei me embolando um pouco na cama, até que o sono foi chegando aos poucos, e acabei dormindo.

Obs: Para mais informações segue no insta: Isa_Moura024 (após o "Moura" é um "ZERO")

Capítulo 3 Episódio 02

THAYRON NARRANDO

Minha vida nunca foi fácil, meu pai sempre foi um tirano, ele é um policial aposentado, mas seu sonho sempre foi que eu me tornasse um policial, e claro eu fiz as suas vontades, e hoje eu posso afirmar que me apaixonei pela profissão, e posso dizer que com esses 10 anos de profissão, eu nunca me arrependi de ser um policial e minha patente hoje de major é o meu maior orgulho, eu estou até para ser promovido a Tenente-Coronel, um sonho que eu vou realizar. Minha mãe sempre esteve a meu lado me incentivando, e claro que com o apoio dela, e do meu pai é que hoje eu sou alguém que dá orgulho a todos da minha família. Só minhas irmãs que dão uma dor de cabeça que só Deus na vida dos meus pais. Mas nem posso me importar muito com essas coisas, eu me casei tem 5 anos, e eu posso dizer que eu não sou feliz, afinal eu me arrependo do dia que nasci por ter me casado com Raquel. No começo ela era a mulher perfeita, a mulher dos sonhos de qualquer homem, aquela que é companheira e compreensiva, com o passar dos anos, ela se tornou uma mulher que só está ali para me satisfazer, ela não me da mais atenção como antes, o que ela quer é apenas o status de dizer que é casada com um Major da polícia militar, o que vive me incomodando, e eu estou tão limitado com ela, que não sei mais como reagir a essa mulher. Estava tomando café da manhã em silêncio quando ela chega, com aqueles saltos de bico fino, tirando a minha paz, respiro fundo.

Raquel: Bom dia, meu amor. - ela diz e eu suspiro intensamente.

Thayron: Bom dia, Raquel. - digo já irritado.

Raquel: Quem te mordeu a essa hora da manhã? - ela pergunta se sentando à mesa.

Thayron: Ninguém me mordeu Raquel, apenas eu não posso mais tomar meu café da manhã, na minha tranquila paz! - digo irônico.

Raquel: O que foi que fizeram com você? Quem foi que tirou a sua paz? - ela pergunta pegando uma torrada, ela passa geleia na mesma como se tivesse raspando o fundo da panela, o que me irrita, dou um soco na mesa, e saiu dali irritado.

Eu sinceramente não suporto mais essa mulher, eu vou procurar um advogado, e vou me divorciar dela, minha paciência e minha paz, está sendo desgastada, e eu não posso perde meu foco ou descontar nas pessoas o meu estresse com aquela mulher, que só sabe fazer as coisas para me pirraçar como se eu fosse obrigado a tolerar o que ela quer fazer. Vou caminhando até a garagem onde está o meu carro, entro no mesmo e dou partida para a base da delegacia, eu estou em um dia terrível, e olhe que ontem quando eu comi a buceta dela, eu não sentia tesão nela, eu não sentia nada, apenas gozei e quando eu acabei eu sair dela e tomei meu banho e sair do quarto, só voltei para o quarto quando ela dormiu, afinal eu já não suporto mais ver ela, estou cansado, estou farto dela. Vou estacionando o carro no estacionamento da delegacia, desço do carro após pegar minha arma e meu distintivo, e carteira, coloco no bolso e saiu, vou caminhando e no caminho me bato com o André, ele é meu colega, e meu parceiro.

André: Bom dia, Major. - ele me cumprimenta após eu me aproximar.

Thayron: Bom dia, Capitão. - digo sério e ele percebe que estou estressado.

André: Problemas? - ele pergunta e apenas confirmo.

Thayron: Com certeza, é algo que eu não sei como eu posso lidar com a situação que eu venho passando, eu não consigo mais amigo. - digo sério e entramos na base da polícia.

André: Você sempre soube como ela era? Ou ela veio se mostrar o que era depois? - ele me pergunta e eu olho na direção dele.

Thayron: Cara eu não sabia que ela poderia se tornar alguém como ela se tornou, ela era muito boa, atenciosa, uma mulher que lutaria para ter tudo, mas depois que eu fui subindo de cargo, ela foi mudando e hoje está da maneira que está, e não tá fácil viu. - digo irritado e vou andando pela base da polícia, vou até a minha sala, e entro junto com o André.

André: Posso ser sincero? - ele pergunta e apenas afirmo com a cabeça. - Ela só está com você por status, tenha certeza, o melhor a se fazer é você sair fora antes mesmo de cair numa pior com ela. - ele fala e eu sei que ele tá certo.

Thayron: Obrigado pelo conselho, eu vou tomar providências o mais rápido possível. - digo determinado, e ele da a volta para sair da minha sala, mais para na porta.

André: Tenho uns ingresso em uma boate hoje a noite, você não quer ir comigo não? - ele diz e eu fico pensativo, mas que porra não sei porque ainda estou pensando, apenas eu vou aceitar e vou curtir um pouco, estou de saco cheio da Raquel, eu não tô suportando olhar na cara dela.

Thayron: Pode ser, vamos cara, eu tenho que me libertar um pouco. - digo sério e ele rir, então ele sai da minha sala, e eu fico ali olhando para o nada, até abrir a gaveta e pegar umas pastas de uns crimes que estávamos investigando, um deles é o Monkey.

Aquele filho da puta, tem nos dado um puta trabalho, e o pior é que poucos conseguiram ver o rosto dele, e pior é que nenhum dos que viu o rosto dele ficou vivo para contar história. E o pior de tudo, ninguém entra como infiltrante dentro do morro dele, afinal eles investigam todos que entram até para morarem ali, então estávamos procurando e pesquisando uma forma de colocar um dos nossos dentro, até porque toda vez que a gente consegue infiltrar alguém lá dentro, eles encontram eles, e ainda matam e joga na nossa porta, sabendo que nós atinge, e dessa forma a impressa vem na nossa direção com força total, algo que nós prejudicam e eles sempre ficam um passo a frente. Então fiquei ali com meus pensamentos aflorados, até que ouço uma batida na minha porta, e ao dar permissão de entrada, eu vi que ela o Coronel, assim que ele foi entrando eu me levantei e fiquei de pé para recebe-lo em minha sala.

Coronel: Bom dia, major. - ele me cumprimenta ao entrar.

Thayron: Bom dia, Coronel. - digo e aponto a cadeira para que o mesmo se sente, então ele se senta e eu me sento. - O que devo a honra? - pergunto olhando para o mesmo.

Coronel: Eu vim aqui mesmo para uma conversa. - ele diz e eu fico atento.

Thayron: Pode falar chefe, estou as ordens. - digo sério e ele me olha.

Coronel: Então, não é nada sério, voce pode ficar despreocupado, mas o que vim te falar é que como você sabe, em breve você vai subir para Tenente-Coronel, e suas responsabilidades irão aumentar, e para que você tenha sucesso, a gente precisa pegar alguns bandidos da barra pesada que se localizam na Rocinha, o tal L7 que é o chefe da quadrilha, então vamos entrar em missão esses dias, e eu quero uma estratégia sua na minha mesa até o final da semana que vem. - ele joga essa bomba na minha cara e se levanta e sai sem me deixar falar nada.

Assim que o Coronel saiu da minha sala, eu fiquei com aquilo na cabeça, até que eu levantei da minha mesa e sair pra dar uma volta, eu estava tão animado com essa ideia, que eu apenas vou dar o melhor de mim, para que eu possa conseguir me sair muito bem nessa missão, e então depois de dar uma volta por toda a base eu voltei para minha sala, e já estava na hora do almoço, o que me fez ir até a mesa do André e chamar ele para podemos ir para o bar aqui perto onde vende um almoço maravilhoso, então saímos os dois para irmos ao bar almoçar, claro que não demoramos muito para chegar, afinal era do outro lado da rua praticamente, então assim que chegamos, fomos até uma mesa e a moça que trabalha ali já sabia exatamente o nosso pedido, então ela sempre trazia a nossa comida.

André: Te falar, eu já comi essa delicinha ai. - ele diz e eu dou risada.

Thayron: Você não perdoa ninguém porra. - digo rindo.

André: Quem perdoa é Deus. - ele diz e eu apenas nego com a cabeça.

Thayron: Tu levou ela pra algum lugar legal né? - pergunto curioso.

André: Não meu caro, foi aqui mesmo, levei ela no banheiro e tracei ela. - foi ele dizer isso e eu cair na gargalhada.

Thayron: Você não vale nada André. - digo rindo, e ela chega com nossa comida, e eu desfaço.

Sammy: Aqui está rapazes. - ela diz e eu tento não olhar para não rir. Respiro fundo.

Thayron: Obrigado, Sammy. - digo sério e ela se retira. - Mas ai, hoje o Coronel foi na minha sala. - digo para ele sorridente.

André: Eu vi, eu até iria te perguntar, mas acabei esquecendo, mas ai ele já foi te da a missão final? - ele pergunta e eu confirmo.

Thayron: Sim, e eu confesso que fiquei surpreso com a bomba que ele soltou na minha mesa e saiu fora. - digo sério e ele rir.

Ficamos ali conversando a respeito da minha missão, até que acabamos de almoçar e tivemos um chamado para uma ocorrência de assalto, então corremos até a base, pegamos nossas coisas e fomos para o local do assalto. Ao chegarmos no local, o bandido estava ainda na residência, o que nós deu um pouco de vantagens, porém ele ainda tinha reféns o que iria dificultar um pouco, mas depois de muitas horas, conseguimos pegar ele, e agradecemos a Deus por não ter nenhum refém ferido. Quando voltamos para a base, já estava na hora da tal balada que o André queria me levar, então tomei um banho ali na base mesmo, vestir minha roupa, e seguimos os dois para essa balada, ele disse que tenho que aproveitar, e que a gente só vive uma vez na vida, o que eu tenho que concordar. Então ao entrarmos a gente foi para o bar, pegamos uma bebida leve, cada um e ficamos ali observando todo o movimento. Sempre aparecia uma mulher querendo me convencer a dançar com ela, mas eu sempre negava, eu não queria chegar ao ponto de trair a Raquel, então eu sempre recusava, enquanto o André, já tinha pegado umas 3 moças, o que me fez da risada. Então depois de me despedir dele, eu sair daquela boate e estava caminhando para o meu carro, quando comecei a ouvir uma gritaria, era uma mulher, e ela falava com tanto vigor que eu fui me aproximando, e ao chegar eu percebi que ali tinha 4 homens, e apenas ela, o que me fez ficar em alerta, eu já saquei minha arma e me aproximei, e ela começou a chorar, ela se tremia, o que me fez dar a voz de prisão a eles.

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