RODRIGO
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Eu sou formado em Ciência da Computação, apesar de ter apenas 25 anos.
Tenho uma empresa que presta serviços de manutenção de computadores e atualmente, moro com minha mãe Laura em um Bairro Nobre localizado em Fortaleza - Ce.
Minha mãe é uma arquiteta bastante conhecida e requisitada, que vive viajando.
Há exatamente 2 anos, ela se separou do meu pai por conta de diversas traições.
Ele por sua vez, me manda uma mesada bem gorda todo mês, na tentativa de suprir a ausência dele que veio logo após o divórcio.
Desde então, minha mãe não se envolveu com mais ninguém.
Eu tenho uma namorada, ela tem 22 anos e se chama Melissa.
Ela está no quarto semestre de Medicina, a faculdade consome bastante o tempo dela, e por conta disso, não temos muito tempo pra nos vermos, mas quando nos encontramos, tentamos aproveitar cada minuto.
Mãe: Filho, hoje vou viajar e terei que passar uma semana no Rio de Janeiro, tenho que apresentar o projeto para um cliente, e deixar tudo esquematizado pra não atrasar os outros que estão pendentes.
- Tudo bem mãe.
Pode ir tranquila que cuido de tudo por aqui.
Já é a terceira vez que ela viajava pro Rio de Janeiro em menos de um mês.
Conhecendo a rotina da minha mãe, no Rio existia bem mais que um cliente.
Eu não a questionava, não queria assustá-la antes do tempo.
Ela merecia um recomeço, ela era muito bonita, loira, alta dos olhos verdes, sem contar que era independente.
Sempre que ela voltava do Rio, ela estava mais feliz do que o normal, sem contar que percebi a pele Bronzeada, e a marca de biquíni na pele.
Se tinha uma coisa que minha mãe não tinha tempo de fazer, era ir a praia, e nossa casa ficava apenas a 500 metros do mar.
Ela não utilizava nem a nossa piscina pra pegar sol. Então, eu tinha provas o suficiente pra afirmar que ela estava conhecendo alguém.
Voltando a falar de mim, eu sou Alto, branco, olhos verdes e malhado.
Eu não sou do tipo mulherengo, eu amo a Melissa, e desde que assumimos nosso namoro, não pensei em ficar com mais ninguém.
Eu sou o tipo de cara que chama a atenção das garotas.
Eu não sou cego e nem hipócrita, tenho que admitir que as meninas daqui são lindas e sensuais, e eu se não tivesse namorando, pegaria elas sem nem pensar duas vezes.
Como já falei, moro perto da praia, e nas minhas horas livres, quando não estou com a Melissa, gosto de ir surfar.
A Melissa não gosta muito que eu vá sem ela, pois ela diz que as meninas ficam babando em cima de mim até quando ela tá do meu lado, imagine sozinho.
Ela é uma ciumenta controlada, não é de tá fazendo barraco, nem brigando por qualquer coisa, mas ela não esconde quando algo a desagrada.
Depois que minha mãe foi viajar, entrei no meu quarto e fui ligar pra minha namorada.
- Oi minha princesa, saudades de você.
Melissa: Oi amor, também estou com saudades, nesse momento não posso falar com você, mas hoje saio mais cedo da faculdade e posso passar aí, tudo bem pra você?
- Você pode vim pra dormir? Amanhã levo você pro trabalho antes de ir pra empresa.
Melissa: Hoje posso sim, até mais tarde então. Te amo.
- Também te amo.
Nossas conversas eram sempre assim, rápidas, eu tinha que ligar em horários estratégicos pra conseguir ter uma conversa decente com ela, e quando eu ligava de noite, ela sempre dormia no telefone.
Eu sempre fui muito compreensivo, a Melissa se desdobrava pra conseguir se formar, ela trabalhava meio período em um escritório odontológico e recebia apoio financeiro dos pais dela pra pagar a faculdade.
Eu poderia ajudá-la, mas a Melissa nunca quis saber do meu dinheiro, e brigava comigo sempre que eu comprava presentes caros pra ela.
Eu odiava quando eu ia pro centro da cidade com ela, e mandava ela escolher algo caro, e ela me dizia que conhecia um lugar que era mais barato.
E nas férias quando a gente marcava de viajar, ela sempre procurava por hotéis em promoção.
Ela deveria ser Economista não médica.
Quase na hora da Melissa chegar, liguei pro restaurante e pedi pra trazerem comida japonesa e um vinho.
Melissa: Amor? Cadê você?
Ouvi ela chamando da sala.
- Estou aqui na sala de jantar.
Ela caminhou até onde eu estava e quando eu botei meus olhos nela, não tive outra reação além de beijá-la.
Foi um beijo de saudades, misturado com muito desejo.
Ela estava usando um vestido vinho, perfeitamente ajustado em seu corpo.
Usava um meio salto, estava com os cabelos soltos na medida do ombro, e usava um batom vermelho, que realçava a pela branca dela.
Ela era loira Natural, cabelos lisos e olhos castanhos bem claro.
Quando a liberei, ela já estava sem fôlego.
Melissa: Isso tudo era saudades?
- Tesão também amor, já tá subindo pra cabeça.
Melissa: Não seja por isso.
Ela foi beijando meu pescoço, enquanto deslizava as mãos dela até o meu pau, que já estava dura feito pedra.
Ela foi abrindo o zíper da minha bermuda, e foi logo tirando pra fora.
Ela se ajoelhou, e começou a me mamar, fazendo movimentos de vai e vem, e apertava a cabecinha do meu pau com os lábios.
- Que tesão do caralho.
Ela começou a me chupar e usou as mãos pra massagear as minhas bolas, e então eu não aguentei, gozei na boca dela, tudo o que estava acumulado nesses dias que a gente não se via.
É claro que eu batia punheta, mas não era a mesma coisa de ter aquela boquinha gostosa me chupando.
Eu a vi se levantar e ajustar o vestido dela, enquanto fazia cara de safada.
- Você prefere que eu te coma agora ou quer ser a sobremesa? Perguntei.
Ela riu, olhando pro meu pau que ainda estava duro, levantou o vestido e sentou na bancada de pernas abertas.
- Puta que pariu amor, você tá sem calcinha? Que traiçoeira, falei já avançando nela.
Ela já estava toda meladinha, pronta pra me receber, e então eu a penetrei, enquanto puxava o vestido pra abocanhar os peitos deliciosos dela.
Ela gemia alto a cada estocada que eu dava.
Apressei meus movimentos enquanto eu a via implorar pra comer ela com mais força, até sentir o sexo dela se contrair e ver ela gozar como uma cadela no cio.
Eu gozei novamente junto com ela.
Foi uma trepada rápida, mas ainda tínhamos bastante tempo pela frente.
Fomos tomar banho juntos, passei a loção de banho no corpo dela lentamente, a encostei na parede, enquanto o chuveiro escorria a água, e a beijei.
Foi um beijo lento e cheio de significados, deslizei a minha mão até a buceta deliciosa dela, e a masturbei, enquanto a via fechar os olhos e gemer.
Os peitos dela estavam em perfeita harmonia com a respiração ofegante dela, era delicioso ver ela se contorcer de prazer.
Quando gozou, ela abriu os olhos e como se não precisasse de muitas palavras disse que me amava.
Depois de devorarmos a comida que eu havia pedido, comi novamente a Melissa em cada compartimento da casa.
Ainda bem que ninguém apareceu pra reclamar dos gritos de prazer da Melissa.
Quando fomos pra cama dormir, já era de madrugada.
- Amor, temos apenas 03:00hrs de sono.
Melissa: Você sabe que na minha profissão, eu tenho que estar atenta né? Não posso correr o risco de matar meus pacientes com medicações erradas por falta de atenção e cansaço. Ela disse rindo da situação.
- Não tenho culpa de você ser tão gostosa ao ponto de eu querer te comer a cada hora.
Melissa: Já te falei que você é um grande tarado?
- Pega aqui pra você ver o quanto. Falei pegando a mão dela e colocando em cima do meu pau que já estava duro com aquela conversa.
Melissa: Vamos dormir garotão, guarda essa safadeza pra outro momento.
Tive que me conformar e ir dormir.
Pela manhã acordei como se um trator tivesse passado por cima de mim.
Rapidamente olhei pro lado e vi a Melissa dormindo.
A beleza dela me deixava absurdamente duro.
- Como posso pensar em trepar dolorido desse jeito? Falei baixo pra mim mesmo enquanto via os peitos dela descobertos.
Melissa: Porque você é um grande pervertido.
Ela disse com a voz arrastada pelo sono.
- Não era pra você ter ouvido isso.
Disse rindo.
Melissa: Na próxima vez você só pensa em vez de falar então. Disse abrindo os olhos e me encarando com aquele sorriso lindo.
Tomamos um banho rápido, pois estávamos com pouco tempo, e decidimos que comeriamos na cafeteira antes de ir pro trabalho que seria mais rápido que preparar o café da manhã em casa.
- Quando vou te ver de novo? Perguntei enquanto tomávamos café.
Melissa: Só no fim de semana amor, e ainda não vou poder dormir porque vou ter prova.
- Tudo bem, pelo menos vai dar pra dar uma trepada. Falei, enquanto via ela ficar vermelha e olhar pros lados pra ver se alguém tinha ouvido. Gargalhei.
Melissa: Rodrigoooo, cala essa boca.
Rosnou entre os dentes.
Ela ficava ainda mais linda quando estava envergonhada.
Deixei ela na clínica e fui pra empresa.
- Bom dia galera.
Falei assim que passei pelo corredor em direção a minha sala.
Eu tinha uma equipe de sete homens e duas mulheres.
Uma das mulheres era a copeira, a outra era a recepcionista.
A limpeza era feita periodicamente por equipes contratadas.
Um dos caras, é o meu melhor amigo e supervisor geral da equipe.
Ele entrou na minha sala e se jogou na poltrona.
Demérito: Que cara é essa mermão? Parece que passou a noite batendo uma.
Falou, enquanto fazia movimentos com a mão simulando uma masturbação.
- Vai se foder palhaço.
Respondi jogando a caneta na cara dele.
Demérito: Tô indo lá com a equipe pra empresa do cliente.
Beleza, já passei o orçamento pro seu e-mail e agora vou pra uma reunião com um cliente novo que irá montar uma filial aqui em Fortaleza, e quer contratar nossa equipe pra fazer o suporte deles.
Demétrio: Tranquilo. Se levantou e antes de sair, olhou pra trás e disse que conhecia um lubrificante ótimo que ajudava no movimento. Fez de novo o gesto com a mão.
- Filho da Puta.
Falei rindo.
Eu e o Demétrio éramos amigos de infância, o pai dele era melhor amigo do meu pai.
Mas ele morreu em um acidente de carro.
Depois disso o Demétrio entrou numa depressão, e só saiu dela quando o chamei pra trabalhar comigo, assim eu poderia ficar de olho nele e também ocupar a cabeça dele com outras coisas.
Acabou que sendo o meu melhor funcionário.
Ele entrou como técnico, e acabou sendo supervisor pela competência dele.
No final do dia, fui pra casa exausto.
Foi um dia puxado, porém bastante produtivo.
Mandei mensagem pra Melissa dizendo que a amava, depois fui tomar um banho e comer.
Olhei no relógio e vi que ainda estava cedo, então resolvi ir dar uma volta na orla.
Fui caminhando até a praia, e sentei na areia. Tinha algumas pessoas correndo, outras tomando banho de mar, e outras namorando.
Pensei na Melissa, e que ainda faltava bastante tempo pra ela se formar.
Quando comecei a namorar com ela, eu já sabia que seria assim, corrido e complicado da gente se ver.
Ela tinha acabado de iniciar a faculdade quando a vi pela primeira vez no aniversário do Demétrio.
A prima do Demétrio levou ela pro aniversário e foi ela quem nos apresentou.
Isso já faz 2 anos. E o pai do Demétrio morreu 2 meses depois.
Estava perdido nesses pensamentos quando o meu celular tocou.
- Oi mãe, o que você manda?
Mãe: Filho, as coisas se complicaram por aqui e vou ficar por mais tempo que o esperado.
Eu sabia que ela estava escondendo algo, e eu sou ansioso demais pra guardar minha curiosidade só pra mim, então eu tive que soltar verde, pra colher maduro.
- Qual é o nome dele, mãe?
Ela ficou alguns segundos em silêncio, até que desconversou.
Mãe: Você está na praia? Estou ouvindo o som do mar.
- Para de enrolar mãe, não sou mais criança.
Mãe: É Pyter.
- E desde quando você o conhece?
Mãe: Desde antes do seu pai.
- Como assim mãe? Você traía o meu pai? Perguntei assustado.
Mãe: Claro que não, Rodrigo. Na verdade, a gente se reencontrou recentemente, depois de muitos anos.
Ele foi uma pessoa que eu amei muito nessa vida.
Quando a gente estava juntos, ele teve que ir estudar fora do país pra suprir as expectativas dos pais dele, e o namoro a distância não funcionou. Eu sofri muito na época, e passei um bom tempo evitando garotos.
Desde então, nunca mais o vi, nem tive notícias, até recentemente quando uma empresa me contratou pra fazer um projeto gigante, e quando fui pra uma reunião no Rio, descobri que o dono da empresa era ele.
- Caraca mãe, que reviravolta. Falei impressionado.
Eu nunca acreditei nesse negócio de destino. Mas ouvindo tudo o que minha mãe me disse, comecei a acreditar nessa possibilidade.
Mãe: Desculpe por não ter falado pra você antes, Rodrigo.
Mas ainda não definimos o que isso é, ou o que somos.
Ele se divorciou a apenas alguns meses, tem uma filha de vinte anos, fruto desse relacionamento.
Então está tudo muito recente.
- Mas a senhora acha que ele está a fim de assumir algo mais sério?
Mãe: Na verdade ele vive pedindo isso. Quem não quer assumir nada sério agora sou eu.
Você sabe meu filho, seu pai aprontou muito comigo e tenho medo de me machucar novamente me envolvendo com outra pessoa.
Mesmo que essa pessoa seja alguém que já amei muito.
Se eu me apegar novamente e ele resolver voltar pra mulher dele, como eu fico? Não quero dor de cabeça pra mim.
O seu pai já tirou muito de mim, e deu muito trabalho me recuperar.
Não posso correr o risco de me despedaçar novamente.
- Tudo bem mãe, você tem razão, vai no seu tempo.
Mas se em algum momento você perceber que vale a pena investir nesse relacionamento, eu não vou ser impedimento pra você, não precisa esconder nada de mim. Quero que você seja feliz.
Mãe: Obrigada meu filho. Mamãe tem que desligar agora. Amo muito você.
- Também te amo, coroa.
Fiquei reorganizando na minha mente todas essas informações, até olhar no relógio e me dar conta que já estava ficando tarde, e fui pra casa.
Quando cheguei em casa, precisei tomar outro banho pra tirar a areia.
Quando enfim deitei na cama, resolvi ligar pra Melissa.
- Oi gostosa, só liguei pra dar boa noite.
Melissa: Bem que eu queria ter uma boa noite amor, mas minha menstruação desceu e estou sentindo dor de cólica.
- Você já tomou remédio? Perguntei.
Melissa: Faz pouco tempo que tomei, mas ainda não fez efeito.
- Espera um pouco, te ligo daqui a 30 minutos.
Melissa: Ta certo.
Da minha casa pra casa da Melissa era 20 minutos de carro.
Isso significava que eu só teria 10 minutos pra comprar o que ela precisava.
Coloquei uma camiseta, peguei a carteira e as chaves do carro e fui comprar chocolates e sorvete pra levar pra ela.
O difícil seria chegar a tempo de encontrar um mercantil aberto, já que era quase 22:00hrs.
Fui pra um que fechava bem mais tarde, e enchi a cesta de coisas que ela gostava.
Chegando no apartamento dela, minha entrada foi autorizada imediatamente.
Liguei pra ela enquanto o elevador subia.
- Abre a porta amor, tô chegando aí pra curar você.
Melissa: Como assim? Agora?
- É princesa, abre logo.
Cheguei bem na hora que ela abriu a porta, usando uma camiseta minha, e um short que não cobria nada, parecia mais uma calcinha.
Meu pau começou a querer se animar, mas sabia que eu teria que respeitar o momento dela e me comportar.
- Eu senti falta dessa blusa e não sabia onde tinha deixado.
Falei.
Ela me abraçou, e me encheu de beijos pelo pescoço, super animada por me ver lá.
- Trouxe a cura pra você.
Abri as sacolas despejando tudo na mesa.
Melissa: Eu não esperava menos de você sabia? Você é um príncipe.
Um príncipe safado. Mas não deixa de ser um príncipe.
Falou, voltando a me beijar.
Fomos assistir a um filme na Netflix, enquanto ela devorava o sorvete misturado com as barras de chocolate.
Ela era magra de ruim mesmo, porque ela comia pra caramba.
O sono bateu e fomos deitar.
A Melissa passou a morar sozinha desde que começou a faculdade.
O apartamento, ela ganhou do pai dela quando fez 18 anos.
No dia seguinte liguei pro Demétrio avisando que chegaria atrasado, e que ele cuidasse de tudo por lá.
Deixei a Melissa no trabalho depois do café, e fui em casa trocar de roupa pra ir pra empresa.
No fim do dia, liguei pra Melissa pra saber se ela estava melhor.
Melissa: Depende, se eu disser que não estou, você vai dormir lá em casa de novo e me mimar bem muito? Perguntou rindo.
- Dessa vez não, gatinha.
Amanhã tenho reunião bem cedo.
Melissa: Tudo bem amor, eu entendo.
Era raro as vezes que eu ia dormir no apartamento dela.
Ficava sempre muito puxado pra eu ir pra empresa.
Mas eu queria poder passar mais tempo com ela. Porém ambos não podíamos por conta de nossas responsabilidades.
No dia seguinte, acordei um pouco mais cedo pra ir pra reunião.
Nosso novo cliente era exigente, além de perfeccionista.
Pra conversar com ele, eu teria que ir com todas as informações precisas pra não deixar dúvidas.
O dia passou devagar.
Eu cheguei em casa super estressado.
- Queria comer a Melissa bem gostoso agora pra descarregar. Pensei.
Tive que recorrer ao pornô.
Não era a mesma coisa, mas era o que tinha no momento.
A noite recebi a ligação da minha mãe.
- Oi coroa
Mãe: Filho, o Pyter tem negócios pra resolver em Fortaleza, então aquele tempo a mais que eu disse que passaria aqui, não vai mais acontecer e eu volto com ele amanhã.
O que você acha de aproveitar e conhecê-lo?
- É claro mãe, tenho que saber quais são as intenções do cara né? Falei com tom sério, mas rindo muito por dentro.
Mãe: Por favor Rodrigo, haja decentemente.
Falou nervosa.
- Calma minha senhora, estou brincando.
Dessa vez não escondi a diversão na voz.
Mãe: Só mais uma coisa filho, a filha dele vai junto, e eles irão ficar hospedados em nossa casa.
- Hoo mãe, é só uns dias né? Eles não vem de mala e cuia não né? Perguntei na intenção de deixar ela mais nervosa ainda.
Mãe: Claro que não Rodrigo, quem você pensa que eu sou?
- Uma mãe faminta e desesperada talvez.
Falei colocando a mão na boca pra não rir.
Mãe: Rodrigoooo, eu vou te matar seu moleque.
- Não me segurei e gargalhei alto até ela se cansar de me xingar e desligar na minha cara.
Bom, eu tinha que dormir e me preparar pra conhecer o amor antigo da minha mãe.