Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Bilionários > A Farsa do Casamento Perfeito
A Farsa do Casamento Perfeito

A Farsa do Casamento Perfeito

Autor:: Xiao Mao Mao
Gênero: Bilionários
Olhava para o salão de festas luxuoso, os lustres brilhando, mas meu coração estava vazio. Naquele dia, eu deveria ser o homem mais feliz do mundo: Lucas, o empresário que, do nada, construiu um império e se casou com Clara, a mulher mais linda da cidade. Minha mãe adotiva, Sofia, sorria ao meu lado, o retrato da mãe orgulhosa. Tudo parecia perfeito, uma mentira perfeita em minha vida de órfão que finalmente encontrara amor e apoio. Até que, no dia da assinatura de um contrato crucial, Clara, minha esposa, sumiu. Ela alegou um engarrafamento, mas as ruas estavam livres. Perdi a oportunidade de uma vida. Naquela noite, um e-mail anônimo piscou na tela: "A verdade sobre sua família". Havia um vídeo em anexo. Assisti, chocado, enquanto Sofia, Pedro (o filho "ilegítimo" de Sofia) e Clara brindavam e zombavam de mim. Pedro debochava: "Ele realmente achou que a Clara estava presa no trânsito? Ele perdeu o maior contrato da vida dele e nem sabe que fomos nós que armamos tudo!" Clara riu, um som que fez meu sangue gelar: "Ele é tão ingênuo. Acredita em tudo que eu digo. Tão fácil de manipular." Mas foi a voz de Sofia, minha mãe adotiva, que quebrou meu mundo em pedaços: "Pedro, meu filho, tudo que é do Lucas será seu. Ele não passa de uma ferramenta que usamos para construir o seu império. Ele nunca fez parte desta família. Ele não tem nosso sangue." Meu copo d'água caiu, estilhaçando-se. Minha esposa, minha mãe, meu "irmão"... tudo era uma farsa. Eu era apenas um peão em um jogo cruel. Tremendo incontrolavelmente, recebi uma mensagem, as letras borradas pelas lágrimas: "Eu sei de tudo. Se quiser vingança e recuperar o que é seu, eu posso ajudar. Pense nisso. - I." Vingança. A palavra ecoou em minha mente vazia. Naquela mesma noite, eu as ouvi: Sofia e Clara, tramando. Sofia disse, sua voz suave e venenosa: "O plano está funcionando perfeitamente. Assim que o Pedro estiver no comando, você pode se divorciar dele e ficar com metade de tudo que ele \'pensa\' que tem." Eu não era apenas uma ferramenta, era uma ferramenta descartável. A dor se transformou em uma raiva fria e cortante. Eles não apenas me traíram, eles me subestimaram. E isso seria o maior erro deles. Me chamaram de tolo... Mas o tolo vai ser o último a rir. Agora, tenho um convite para lutar, e para queimar o mundo que eles construíram sobre as minhas costas.

Introdução

Olhava para o salão de festas luxuoso, os lustres brilhando, mas meu coração estava vazio.

Naquele dia, eu deveria ser o homem mais feliz do mundo: Lucas, o empresário que, do nada, construiu um império e se casou com Clara, a mulher mais linda da cidade. Minha mãe adotiva, Sofia, sorria ao meu lado, o retrato da mãe orgulhosa.

Tudo parecia perfeito, uma mentira perfeita em minha vida de órfão que finalmente encontrara amor e apoio.

Até que, no dia da assinatura de um contrato crucial, Clara, minha esposa, sumiu.

Ela alegou um engarrafamento, mas as ruas estavam livres. Perdi a oportunidade de uma vida.

Naquela noite, um e-mail anônimo piscou na tela: "A verdade sobre sua família". Havia um vídeo em anexo.

Assisti, chocado, enquanto Sofia, Pedro (o filho "ilegítimo" de Sofia) e Clara brindavam e zombavam de mim.

Pedro debochava: "Ele realmente achou que a Clara estava presa no trânsito? Ele perdeu o maior contrato da vida dele e nem sabe que fomos nós que armamos tudo!"

Clara riu, um som que fez meu sangue gelar: "Ele é tão ingênuo. Acredita em tudo que eu digo. Tão fácil de manipular."

Mas foi a voz de Sofia, minha mãe adotiva, que quebrou meu mundo em pedaços: "Pedro, meu filho, tudo que é do Lucas será seu. Ele não passa de uma ferramenta que usamos para construir o seu império. Ele nunca fez parte desta família. Ele não tem nosso sangue."

Meu copo d'água caiu, estilhaçando-se. Minha esposa, minha mãe, meu "irmão"... tudo era uma farsa. Eu era apenas um peão em um jogo cruel.

Tremendo incontrolavelmente, recebi uma mensagem, as letras borradas pelas lágrimas: "Eu sei de tudo. Se quiser vingança e recuperar o que é seu, eu posso ajudar. Pense nisso. - I."

Vingança. A palavra ecoou em minha mente vazia.

Naquela mesma noite, eu as ouvi: Sofia e Clara, tramando.

Sofia disse, sua voz suave e venenosa: "O plano está funcionando perfeitamente. Assim que o Pedro estiver no comando, você pode se divorciar dele e ficar com metade de tudo que ele \'pensa\' que tem."

Eu não era apenas uma ferramenta, era uma ferramenta descartável.

A dor se transformou em uma raiva fria e cortante. Eles não apenas me traíram, eles me subestimaram.

E isso seria o maior erro deles. Me chamaram de tolo...

Mas o tolo vai ser o último a rir.

Agora, tenho um convite para lutar, e para queimar o mundo que eles construíram sobre as minhas costas.

Capítulo 1

Lucas olhava para o salão de festas luxuoso, o brilho dos lustres de cristal refletindo em seus olhos, mas ele não sentia nada. Naquele dia, ele deveria ser o homem mais feliz do mundo, o jovem empresário que, do nada, construiu um império e se casou com a mulher mais linda da cidade, Clara. Sua mãe adotiva, Sofia, sorria ao seu lado, o retrato da mãe orgulhosa.

Tudo parecia perfeito, uma mentira perfeita.

Há três anos, Lucas era apenas um órfão com um talento excepcional para os negócios. Sofia o adotou, deu-lhe um nome, uma família e o capital inicial para começar. Ele acreditava que finalmente tinha encontrado o amor e o apoio que nunca teve. Ele trabalhou dia e noite, transformando um pequeno investimento em um conglomerado multibilionário, tudo para retribuir à sua "família".

Ele deu a Sofia uma vida de luxo e casou-se com Clara, a mulher que Sofia lhe apresentou, acreditando que sua vida estava completa.

Mas a realidade era um pesadelo disfarçado de sonho.

Hoje era o dia da assinatura de um contrato crucial que poderia dobrar o valor de sua empresa, a GlobalTech. Tudo estava pronto, exceto por um detalhe: Clara, sua esposa, que deveria trazer os documentos finais, não estava em lugar nenhum.

Lucas ligou para ela, o coração começando a bater mais rápido.

"Querida, onde você está? A reunião começa em dez minutos."

A voz de Clara soou um pouco ofegante do outro lado da linha.

"Ah, amor, me desculpe! Fiquei presa num engarrafamento terrível, parece que teve um acidente."

"Ok, tente chegar o mais rápido possível. Eles não vão esperar para sempre."

Lucas desligou, uma sensação ruim crescendo em seu peito. Ele olhou pela janela de seu escritório no último andar, a vista da cidade se estendendo abaixo dele, mas as ruas estavam surpreendentemente livres. Não havia sinal de engarrafamento.

Os minutos se transformaram em uma hora. Os investidores, impacientes, foram embora. O contrato, uma oportunidade única, foi perdido. Lucas sentiu um nó no estômago. Por que Clara mentiria sobre um engarrafamento?

Naquela noite, a casa estava silenciosa quando ele chegou. Sofia e Clara não estavam lá. Ele se sentou em seu escritório, a tela do computador escura refletindo seu rosto cansado. Foi quando a notificação de um e-mail anônimo piscou no canto da tela.

O assunto era simples: "A verdade sobre sua família."

Com um mau pressentimento, Lucas clicou. Havia apenas um arquivo de vídeo anexado. Ele pressionou o play.

A imagem era um pouco tremida, gravada de um ângulo escondido, mas a cena era inconfundível. Era a sala de estar de uma casa que ele não reconhecia. Sofia, Clara e Pedro, o filho "ilegítimo" de Sofia que vivia às suas custas, estavam brindando com champanhe.

A voz de Pedro era alta e cheia de desprezo.

"Ao idiota do Lucas! Ele realmente achou que a Clara estava presa no trânsito? Ele perdeu o maior contrato da vida dele e nem sabe que fomos nós que armamos tudo!"

Clara riu, um som que fez o sangue de Lucas gelar.

"Ele é tão ingênuo. Acredita em tudo que eu digo. Tão fácil de manipular."

Mas foi a voz de Sofia, sua mãe adotiva, que quebrou seu mundo em pedaços. Ela falava com uma frieza que ele nunca tinha ouvido antes.

"Pedro, meu filho, seja paciente. Tudo que é do Lucas será seu. Ele não passa de uma ferramenta que usamos para construir o seu império. Ele nunca fez parte desta família. Ele não tem nosso sangue."

O copo de água na mão de Lucas caiu no chão, estilhaçando-se em mil pedaços. Um zumbido ensurdecedor encheu seus ouvidos. A traição de sua esposa era uma facada, mas a da mulher que ele considerava sua mãe... era a aniquilação total de sua alma. O amor, a gratidão, a família, tudo era uma farsa. Ele era apenas um peão em um jogo cruel.

Seu corpo tremia incontrolavelmente. Ele se curvou, a dor em seu peito tão intensa que ele mal conseguia respirar. Ele queria gritar, quebrar tudo, mas nenhum som saía.

Nesse momento de colapso total, seu celular vibrou com uma nova mensagem de um número desconhecido.

"Eu sei de tudo. Se quiser vingança e recuperar o que é seu, eu posso ajudar. Pense nisso. - I."

Lucas olhou para a mensagem, as letras se embaralhando através de suas lágrimas. Vingança. A palavra ecoou em sua mente vazia, a única coisa que fazia sentido em meio ao caos.

Mais tarde naquela noite, Sofia e Clara voltaram para casa. Elas o encontraram sentado no escuro, cercado pelos cacos de vidro.

"Lucas, querido, o que aconteceu?", Clara perguntou, sua voz cheia de uma falsa preocupação que agora soava nojenta para ele.

"Perdemos o contrato", ele disse, a voz rouca.

Sofia se aproximou e colocou a mão em seu ombro, um toque que agora queimava sua pele.

"Não se preocupe, meu filho. Dinheiro vai e vem. O importante é que temos uns aos outros."

Lucas quase riu da ironia. Ele se levantou, evitando o toque dela, e foi para o quarto. Sozinho, ele se permitiu desabar. A imagem pública de Lucas era a de um homem de sucesso, o genro e filho perfeito, mas a realidade era um inferno de solidão e traição.

Ele não conseguia dormir. Vagando pela casa silenciosa, ele passou pela porta do escritório de Sofia e ouviu vozes. Ele parou, o coração martelando contra as costelas.

Era Sofia falando com Clara.

"O plano está funcionando perfeitamente. Com a perda desse contrato, a confiança dos acionistas no Lucas vai despencar. Logo, Pedro poderá assumir o controle da GlobalTech."

Clara suspirou.

"E o nosso casamento? Quanto tempo mais eu tenho que fingir que amo aquele idiota?"

"Só mais um pouco, querida", disse Sofia, a voz suave e venenosa. "Assim que o Pedro estiver no comando, você pode se divorciar dele e ficar com metade de tudo que ele 'pensa' que tem. Ele foi útil, mas sua utilidade está chegando ao fim."

Cada palavra era uma confirmação, um novo golpe em seu coração já destruído. Ele não era apenas uma ferramenta, era uma ferramenta descartável. A dor se transformou em uma raiva fria e cortante. Eles não apenas o traíram, eles o subestimaram. E isso seria o maior erro deles.

Capítulo 2

Na manhã seguinte, Lucas desceu para o café da manhã como se nada tivesse acontecido. A máscara de normalidade em seu rosto era tão perfeita que enganaria qualquer um, exceto ele mesmo. Por dentro, um furacão de raiva e dor o consumia.

Sofia e Clara estavam sentadas à mesa, sorrindo, agindo como a família amorosa de sempre.

"Bom dia, querido", disse Clara, inclinando-se para beijá-lo. Lucas virou o rosto sutilmente, e o beijo acabou em sua bochecha. "Dormiu bem?"

"Como uma pedra", ele mentiu, a voz sem emoção.

Sofia serviu-lhe uma xícara de café. "Não se preocupe com o contrato perdido, Lucas. Você é jovem e talentoso, vai recuperar."

Ele olhou para ela, para o rosto da mulher que o criou apenas para destruí-lo.

"Você tem razão, mãe. É apenas um contratempo."

A interação era surreal. Eles trocavam amabilidades, mas cada palavra de preocupação delas era um insulto, cada sorriso uma zombaria. Ele sentia vontade de vomitar.

Mais tarde naquele dia, Lucas chamou Clara em seu escritório em casa. Ele havia preparado um documento.

"Clara, eu estive pensando. Talvez a pressão dos negócios esteja afetando nosso casamento. Eu quero proteger você."

Ele empurrou uma pasta sobre a mesa.

"O que é isso?", ela perguntou, desconfiada.

"É um acordo pós-nupcial. Ele basicamente separa meus bens pessoais dos ativos da empresa. Se algo acontecer com a GlobalTech, você e nosso futuro estarão seguros. É uma formalidade."

Clara examinou o documento. Ela não entendia de jargão legal, mas viu as palavras "proteção" e "bens". Acreditando que Lucas estava apenas sendo paranoico após a perda do contrato e cega por sua própria arrogância, ela viu isso como uma vantagem. Se a empresa falisse, seus bens pessoais estariam a salvo para ela tomar no divórcio.

"Claro, amor. Se isso te faz sentir melhor", disse ela, pegando a caneta e assinando sem hesitar.

O clique da caneta foi o primeiro som de sua vingança. O documento, redigido pelo advogado indicado pelo misterioso "I", na verdade, transferia a maior parte da fortuna pessoal de Lucas para um fundo offshore intocável, deixando apenas a empresa vulnerável, exatamente como Sofia e Pedro queriam. Eles iriam lutar por uma casca vazia.

Assim que Clara saiu, Lucas fez uma ligação.

"Sou eu. Ela assinou. Pode começar a transferência."

Do outro lado da linha, uma voz feminina, calma e eficiente, respondeu.

"Entendido. Os ativos estarão seguros em 24 horas."

Era a primeira vez que ele ouvia a voz de "I". Era firme e reconfortante.

Naquela noite, a solidão o atingiu com força. Ele se lembrou de uma viagem que fez com Clara a Paris. Eles caminharam ao longo do Sena, e ela disse que era o dia mais feliz de sua vida. Ele se lembrou do anel de diamantes que ele desenhou para ela, um símbolo de seu "amor único".

Seu celular vibrou. Era outra mensagem de "I". Desta vez, com anexos.

Eram fotos.

A primeira foto mostrava Clara e Pedro, em Paris, na mesma ponte onde ele e Clara haviam estado. Eles estavam se beijando apaixonadamente. A data da foto era de um mês antes de Lucas e Clara viajarem para lá. Ela não estava vivendo um momento com ele, estava recriando um momento com outro homem.

A segunda foto era um close-up da mão de Clara. O anel "único" que ele desenhou estava lá. Mas a mensagem de "I" continha um link para uma joalheria online. O mesmo anel estava à venda, listado como "Best-seller de noivado". Não era único. Era comum. Como o amor dela.

A última evidência era um recibo. O anel havia sido comprado por Pedro, não por ele. Ele se lembrou de Clara dizendo que o tinha perdido e ele, desesperado para agradá-la, mandou fazer uma "réplica" exata com o joalheiro que ela recomendou. Ele não tinha feito uma réplica, ele tinha comprado o anel original dela, que ela provavelmente vendeu.

A raiva que ele sentia antes era uma chama. Agora, era um inferno. Cada memória feliz que ele tinha com ela estava manchada, corrompida. Ele não era nem mesmo o protagonista de sua própria história de amor, era um substituto.

Ele socou a parede, a dor física uma distração bem-vinda da agonia em sua alma. Ele não sentia mais tristeza. Apenas um desejo profundo e sombrio de fazê-los pagar por cada mentira, cada toque falso, cada memória roubada.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022