Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Moderno > A Herdeira Renascida: O Pacto de Vingança do Lobo
A Herdeira Renascida: O Pacto de Vingança do Lobo

A Herdeira Renascida: O Pacto de Vingança do Lobo

Autor:: Er Duo Xiao Jie
Gênero: Moderno
A chuva batia na janela do sanatório como terra caindo sobre um caixão. Eu estava paralisada, presa no meu próprio corpo, assistindo impotente enquanto meu pai, Elmo, assinava a ordem de "Não Ressuscitar" sem sequer olhar nos meus olhos. Ele arrancou o fio da tomada, silenciando o monitor que provava que eu estava viva. Mas o golpe final não foi a falta de ar, foi o sussurro cruel da minha madrasta, Felícia. Ela se inclinou sobre mim, usando meu colar de pérolas favorito, e revelou a verdade: meu "acidente de carro" foi, na verdade, um envenenamento lento pelo chá que ela me servia. Enquanto meus pulmões ardiam, ela riu e despejou o resto da sujeira. Meu noivo perfeito, Brás, já tinha um filho de dois anos com a minha própria irmã. Minha herança não estava pagando nosso futuro, mas sim a conta offshore deles nas Ilhas Cayman. Eu tinha pago por tudo, inclusive pelo meu próprio assassinato. O pânico e a raiva explodiram dentro de mim enquanto a escuridão me engolia. Eu queria gritar, queria me vingar, mas meu corpo falhou. Eu morri sabendo que fui a marionete perfeita. Mas então, puxei o ar com violência. Não estava mais no quarto branco e estéril. Estava cercada por lençóis de seda em uma suíte de luxo. O celular na cabeceira marcava a data: 12 de Setembro. Cinco anos atrás. O dia do meu casamento. Ao meu lado na cama, com uma tatuagem de lobo nas costas, dormia Basílio Delga - o inimigo mortal da minha família, o homem que destruiria a empresa do meu pai. Desta vez, eu não vou fugir envergonhada. Olhei para o homem perigoso ao meu lado e tomei minha decisão. "Acorde, Basílio", sussurrei para o predador adormecido. "Temos um império para queimar."

Capítulo 1

A chuva açoitava a vidraça do sanatório, uma batida rítmica que soava como pregos em um caixão.

Celeste Franco jazia paralisada nos lençóis brancos e rígidos.

Seu corpo parecia pesado, como se estivesse cheio de chumbo em vez de sangue.

Ela tentou levantar um dedo.

Nada aconteceu.

Seus músculos haviam atrofiado meses atrás, tornando-a prisioneira em sua própria pele.

A porta de seu quarto particular abriu-se com um rangido.

Seu pai, Elmore Franco, entrou.

Ele não olhou para o rosto dela.

Olhou para a prancheta em sua mão.

Olhou para o monitor cardíaco que emitia um bipe em um ritmo constante e monótono.

O som era a única coisa que provava que ela ainda estava viva.

"Está na hora", disse Elmore para o ar.

Ele tirou uma caneta do bolso do peito.

O clique da caneta ecoou no quarto silencioso.

Ele assinou o papel na prancheta.

Não Ressuscitar.

Celeste queria gritar.

Queria se debater, implorar, perguntar por quê.

Mas sua garganta era uma caverna seca, suas cordas vocais, inúteis.

Ophelia, sua madrasta, saiu de trás de Elmore.

Ela estava usando o colar de pérolas favorito de Celeste.

Ophelia se inclinou sobre a cama, seu perfume enjoativo e doce, mascarando o cheiro de antisséptico.

"Pobre garotinha rica", sussurrou Ophelia.

Ela alisou o cabelo para trás da testa úmida de Celeste.

"Você realmente pensou que foi o acidente de carro, não é?"

Os olhos de Celeste se arregalaram, a única parte dela que ainda conseguia se mover.

"Foi o chá, querida", murmurou Ophelia, seus lábios roçando a orelha de Celeste. "Assim como sua mãe. Um veneno lento e sem sabor. Imita uma insuficiência cardíaca perfeitamente."

O coração de Celeste martelava contra suas costelas.

O monitor começou a apitar mais rápido.

Agudo.

Frenético.

Ophelia deu uma risadinha, um som baixo e cruel. "E você foi tão cega. Tão preocupada com seu casamento com Bryce. Você realmente achou que ele permaneceria fiel? O filho de Daniela já tem sete anos. E aquela conta offshore que Bryce abriu com a ajuda do seu pai... sua herança pagou pelo ninho de amor deles nas Caymans. Você pagou por tudo, sua garota estúpida, estúpida."

As palavras eram como ácido, dissolvendo a última de suas ilusões. Um filho. Um filho de dois anos. A lavagem de dinheiro. Tudo desabou sobre ela de uma vez.

"Pare com esse barulho", rosnou Elmore.

Ele estendeu a mão e arrancou o cabo da parede.

O bipe cessou.

O silêncio invadiu, pesado e sufocante.

A visão de Celeste começou a embaçar nas bordas.

Pontos pretos dançavam diante de seus olhos.

Seus pulmões ardiam por um ar que não vinha.

O pânico, frio e agudo, cortou sua consciência que se esvaía.

Eles mataram a mãe dela.

Eles a estavam matando.

A escuridão a engoliu por inteiro.

E então, ela arfou.

O ar invadiu seus pulmões, violento e repentino.

Celeste sentou-se de supetão na cama, o peito arfando.

Ela agarrou a garganta, esperando sentir o tubo fantasma, a secura da morte.

Sua pele estava quente.

Sua garganta estava lisa.

Ela não estava no quarto branco e estéril.

Ela estava cercada por lençóis de seda.

Acima dela, pendia um candelabro de cristal, capturando a luz da manhã em mil prismas.

Este era um quarto de hotel.

Um quarto de hotel muito caro.

Seu coração batia tão forte que ela podia ouvi-lo em seus ouvidos.

Ela olhou para suas mãos.

Não estavam definhadas e finas.

Estavam bem-cuidadas, a pele corada de vida.

Um telefone vibrou na mesa de cabeceira.

Ela o pegou, seus dedos tremendo tanto que quase o derrubou.

A tela se acendeu.

12 de setembro.

Cinco anos atrás.

O dia de seu casamento.

Celeste encarou a data, a respiração presa na garganta.

Ela não estava morta.

Ela estava de volta.

Um gemido baixo veio do outro lado da cama enorme.

Celeste congelou.

Seu sangue gelou.

Ela virou a cabeça lentamente, as vértebras de seu pescoço estalando.

Um homem estava deitado ao lado dela.

Ele estava esparramado de bruços, o lençol acumulado em sua cintura.

Suas costas eram uma paisagem de músculos e tinta, uma grande tatuagem de um lobo cobrindo sua omoplata.

Ele se mexeu, rolando de costas.

Basile Delgado.

O inimigo da família Franco.

O homem que destruiria a empresa de seu pai em três anos.

O homem que todos chamavam de o Lobo de Wall Street.

Memórias de sua vida passada - sua primeira vida - invadiram sua mente.

A noite antes de seu casamento.

Ela havia sido drogada em sua despedida de solteira.

Havia acordado aqui.

Havia gritado.

Havia corrido para o corredor enrolada em um lençol, direto para uma parede de paparazzi.

O escândalo a havia despojado de sua herança.

Foi o primeiro dominó na fileira que levou à sua morte naquele sanatório.

Basile abriu os olhos.

Eram de um cinza-tempestade, afiados e instantaneamente despertos.

Não havia sonolência em seu olhar, apenas uma avaliação fria e predatória.

Ele olhou para ela como se fosse uma intrusa.

"Saia", disse ele.

Sua voz era um ronco profundo, rouco de sono.

"Saia, Srta. Franco."

Celeste mordeu o lábio.

Mordeu com força, até sentir o gosto metálico de sangue.

A dor a trazia para a realidade.

Era real.

Ela não iria fugir desta vez.

Ela pensou em Elmore puxando o fio da tomada.

Pensou no sussurro de Ophelia.

O medo era um luxo que ela não podia mais se permitir.

Ela puxou o lençol de seda até a clavícula, cobrindo sua nudez.

Ela encontrou o olhar de Basile.

Não vacilou.

"Não", disse Celeste.

Sua voz estava rouca, mas não tremeu.

"Eu não vou embora, Basile."

Capítulo 2

Basile semicerrou os olhos.

Ele a olhou como se ela fosse um enigma que ele não conseguia decifrar, ou talvez um inseto que ele ainda não tinha decidido se esmagaria.

"Como quiser", ele murmurou.

Ele jogou as cobertas para o lado e se levantou.

Ele estava completamente nu.

Celeste sentiu o calor subir às suas bochechas, mas se forçou a não desviar o olhar.

Ela observou o olhar dele varrer os lençóis de seda onde ela estava deitada, um lampejo de nojo em seus olhos. Ele deliberadamente contornou a cama, mantendo uma distância segura como se estivesse contaminada.

Ela o observou caminhar em direção ao banheiro, seus movimentos fluidos e desinibidos.

Ele parou na porta, olhando para trás por cima do ombro.

"Você tem cinco minutos para desaparecer antes que eu chame a segurança", ele disse. "E não toque em nada. Tenho uma neura com germes."

A porta do banheiro se fechou com um clique.

O som do chuveiro começou um momento depois.

Celeste levantou-se às pressas da cama.

Suas pernas pareciam fracas, mas a sustentaram.

Ela examinou o quarto desesperadamente.

Seu vestido da noite anterior - um modelo de coquetel prateado - estava jogado em um monte no carpete.

Estava em farrapos.

O zíper estava arrancado.

Daniela.

Tinha que ser sua irmã.

Ela não podia sair do Plaza Hotel com um vestido rasgado.

Não com a imprensa esperando lá embaixo.

Ela precisava de uma armadura.

Celeste entrou no closet.

Fileiras de ternos impecavelmente cortados estavam pendurados com precisão, coordenados por cor.

Ela pegou uma camisa social branca e engomada de um cabide.

Ela a vestiu.

A camisa engoliu sua silhueta, com a bainha batendo no meio de sua coxa.

Ela a abotoou até o pescoço, enrolando as mangas pelos braços.

Tinha o cheiro dele.

Sândalo e tabaco caro.

Ela enfiou a mão no bolso de um paletó cinza-carvão pendurado por perto.

Seus dedos roçaram em um maço de cigarros e um isqueiro.

Ela os puxou para fora.

Ela não fumava.

Ela odiava o cheiro.

Mas suas mãos estavam tremendo de novo.

Ela precisava fazer algo com elas.

Ela acendeu um cigarro, dando uma tragada superficial, tossindo levemente quando a fumaça atingiu seus pulmões.

A onda de nicotina a deixou tonta, mas acalmou seus nervos.

A porta do banheiro se abriu.

Basile saiu, com uma toalha branca enrolada na parte baixa de seus quadris.

Gotículas de água se agarravam aos pelos de seu peito e escorriam por seu abdômen.

Ele congelou no lugar quando a viu.

Celeste estava sentada na poltrona de veludo, com uma perna cruzada sobre a outra.

A fumaça se enrolava de seus dedos.

Ela parecia um desastre, mas um desastre controlado.

Basile se encostou no batente da porta, cruzando os braços.

"O cosplay acabou?", ele perguntou, sua voz escorrendo zombaria. "Seu noivo está esperando no altar."

Celeste apagou o cigarro no cinzeiro de cristal.

Ela se levantou.

"Bryce Colon é um lixo", ela disse.

Basile ergueu uma sobrancelha.

Isso era novo.

A Celeste Franco que ele conhecia - ou pensava que conhecia - era uma marionete, uma herdeira mimada que idolatrava o chão que Bryce pisava.

"Eu sei que você está comprando as ações dispersas do Franco Group", disse Celeste.

A zombaria desapareceu do rosto de Basile.

Sua expressão endureceu como pedra.

Ele se afastou do batente da porta e deu um passo em direção a ela.

O ar no quarto de repente pareceu mais pesado.

"Quem te contou isso?", ele perguntou suavemente.

Suavemente demais.

"Não importa", disse Celeste. "Eu possuo quinze por cento da empresa. Minha avó deixou para mim em um fundo fiduciário que é liberado hoje."

Ela deu um passo em direção a ele.

Eles estavam a centímetros de distância agora.

Ela teve que inclinar a cabeça para trás para olhá-lo nos olhos.

"Eu posso dá-las a você", ela disse.

Basile estendeu a mão.

Sua mão era grande, seus dedos, calejados.

Ele segurou o queixo dela, inclinando seu rosto ainda mais para cima.

Seu polegar roçou o lábio inferior dela.

"E o preço?", ele perguntou.

Celeste não piscou.

"Case-se comigo", ela disse. "Agora mesmo. Hoje."

O aperto de Basile se intensificou um pouco.

Ele estudou o rosto dela, procurando pela mentira, pela armadilha.

"Você está drogada", ele disse. "Ou ainda está bêbada do que quer que tenham colocado na sua bebida ontem à noite."

Ele soltou o queixo dela e se virou, pegando um par de calças jogado sobre uma cadeira.

"Saia, Celeste. Antes que eu perca a paciência."

Celeste se moveu.

Ela se colocou entre ele e as calças.

Ela parecia um animal encurralado, desesperado e perigoso.

"Conta número 744-Bravo-X-Ray", ela disse. "Ilhas Cayman. A empresa de fachada é 'Orion Holdings'."

Basile congelou.

Sua mão pairou sobre o tecido de suas calças.

Lentamente, muito lentamente, ele se virou para encará-la.

Aquela conta era um segredo.

Um segredo que poderia levá-lo para a prisão federal se fosse mal administrado.

Um segredo que apenas três pessoas no mundo sabiam.

E ela não era uma delas.

Até agora.

Ele olhou para ela, olhou de verdade para ela, pela primeira vez.

O medo havia desaparecido de seus olhos.

Em seu lugar havia algo frio.

Algo ardente.

"Comece a falar", disse Basile.

Capítulo 3

Basile vestiu as calças, fechando o zíper com um som agudo e definitivo.

Ele ainda não se preocupou em vestir uma camisa.

Ele ficou ali, de peito nu, irradiando autoridade.

"Onde você conseguiu esses códigos?" ele exigiu.

Celeste se encostou na porta do closet, tentando manter sua fachada de calma.

"Eu vi uns papéis na mesa do meu pai," ela mentiu.

Era uma mentira fraca.

Elmore Franco era cuidadoso.

Mas ela não podia contar a ele que tinha vivido o julgamento de falência dele três anos no futuro.

Basile a encarou por um longo momento.

Ele não acreditou nela.

Ela podia ver o ceticismo em seu maxilar cerrado.

Mas ele olhou de relance para o Rolex na mesa de cabeceira.

"Você tem uma hora antes de supostamente entrar na igreja em St. Patrick's," ele disse.

"Eu não vou para St. Patrick's," Celeste disse. "Eu vou para a Prefeitura."

Ela sustentou o olhar dele.

"Com você."

Basile ficou em silêncio.

O silêncio se estendeu, tenso e frágil.

Então, ele pegou o telefone na parede.

Ele discou um único dígito.

"Alfredo," ele disse no receptor. "Traga a caixa."

Ele desligou.

Celeste soltou o ar que nem sabia que estava prendendo.

"Que caixa?" ela perguntou.

Basile a ignorou.

Ele passou por ela, entrou no closet e escolheu uma camisa social branca.

Ele a vestiu, abotoando-a com movimentos precisos e eficientes.

Bateram na porta.

"Entre," Basile disse em voz alta.

Um homem mais velho, de cabelos prateados e uniforme impecável, entrou.

Ele carregava uma caixa branca, grande e chata, amarrada com uma fita preta.

Ele viu Celeste parada ali, vestindo a camisa grande demais de Basile.

Sua expressão não vacilou.

"Bom dia, senhor. Senhorita," Alfredo disse com um aceno educado.

Ele colocou a caixa na cama e se retirou, fechando a porta suavemente atrás de si.

Basile gesticulou em direção à caixa com o queixo.

"Abra."

Celeste foi até a cama.

Seus dedos se atrapalharam com a fita.

Ela levantou a tampa.

Dentro, aninhado em camadas de papel de seda, havia um vestido.

Era branco.

Vintage.

Comprimento mídi, com mangas compridas de renda e gola alta.

Celeste ofegou.

Ela estendeu a mão e tocou o tecido.

Era crepe de seda.

"Isto..." ela sussurrou.

Ela tirou o vestido da caixa.

Era idêntico a um esboço que ela havia desenhado em seu penúltimo ano na faculdade de design.

Um esboço que ela havia perdido.

Um esboço que ela nunca havia mostrado a ninguém.

Ela olhou para Basile, com os olhos arregalados de confusão.

"Como você tem isso?" ela perguntou.

Basile estava ajustando suas abotoaduras no espelho.

Ele encontrou o olhar dela no reflexo.

Por um segundo, apenas uma fração de segundo, algo se suavizou em seu rosto.

Então a máscara se fechou bruscamente.

"Minha empresa de aquisições comprou a empresa-mãe que patrocinou a competição de design da sua universidade no ano passado," ele disse com indiferença. "Isto estava no portfólio de ativos deles. Um design interessante. Eu o encomendei. Estava juntando poeira."

Era mentira.

Ela sabia que era mentira.

Basile Delgado não adquiria empresas por causa de portfólios de estudantes.

E ele certamente não mandava fazer vestidos a partir deles apenas para deixá-los juntando poeira.

"Vista-o," ele disse. "A menos que queira se casar com a minha camisa."

Celeste levou o vestido para o banheiro.

Ela o vestiu.

Serviu perfeitamente.

Não apenas bem.

Perfeitamente.

Ele abraçava sua cintura, as mangas de renda terminando exatamente em seus pulsos.

Era como se ele tivesse as medidas dela memorizadas.

Ela se encarou no espelho.

Ela parecia uma noiva.

Mas não a noiva que Bryce queria que ela fosse.

Ela parecia ela mesma.

Ela voltou para o quarto.

Basile estava vestindo o paletó.

Ele parou quando a viu.

Suas mãos pararam nas lapelas.

Sua garganta se moveu quando ele engoliu.

O ar entre eles crepitava com algo que não era apenas negócios.

"Pegue sua identidade, Senhorita Franco," Basile disse, com a voz mais áspera do que antes.

Ele pegou as chaves do carro de cima da cômoda.

"Se isto for uma armadilha," ele disse, caminhando em direção à porta, "você vai se arrepender do dia em que nasceu."

"Eu já me arrependo," Celeste murmurou.

Ela o seguiu para fora.

A descida no elevador foi silenciosa.

Celeste observava o reflexo deles nas portas de metal polido.

Eles pareciam um casal poderoso.

Perigosos.

Bonitos.

Combinações feitas no inferno.

As portas se abriram.

O gerente do saguão fez uma reverência.

Basile não lhe deu atenção.

Ele agarrou o pulso de Celeste.

Sua mão estava quente, seu aperto firme, mas não doloroso.

Ele a conduziu para fora pela saída lateral, em direção a um elegante Maybach preto parado no meio-fio.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022