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A MAFIOSA NA MÁFIA

A MAFIOSA NA MÁFIA

Autor:: Palomakemm
Gênero: Romance
Lorena é herdeira da máfia Mexicana, casada com o mafioso Alexandre, chegou a hora do pai dela Pedro Alcantra passar o cargo para o genrro, Lorena não aceita que ela não possa assumir como a chef da máfia e a anos planeja o assassinato do próprio marido e do seu pai. Lorena também é responsável por muitos negócios ilegais que ninguém imagina que ela está a frente, ela é sigilosa, ardilosa, autentica, genio forte e não aceita perder. Ela pensava que estava sozinha na guerra contra o marido e o pai, mas agora ela iria propor uma aliança a Marcos, o dono do morro da Rocinha. E falta pouco para ela assumir o que era seu por direito!

Capítulo 1 PROLOGO

LORENA NARRANDO

Eu encontro Marcos conversando no celular no final de um corredor, eu olho para todos os lados e vejo que não tinha ninguém me seguindo, eu ando em sua direção e o mesmo desliga a chamada e quando se vira, dar de cara comigo, eu tranco a porta e o encaro.

- Boa noite – eu falo colocando a minha taça de vinho em uma mesinha que tinha.

- Boa noite – ele responde

- Eu ainda não tive o prazer de me apresentar a você sem o meu marido por perto – eu me aproximo – Lorena – eu estendo a mão para ele.

- Marcos – ele fala beijando a minha mão – achei que você era muda.

- Normalmente as mulheres são apagadas perto dos homens.

- Bom – ele me olha de cima a baixo – difícil uma mulher tão bonita como você ser apagada por aquele lá.

- Preciso concordar com você – eu me aproximo ainda mais dele..

- Me diz, o que uma mulher tão bonita faz ao lado daquele homem?

- Talvez para me interessar pelos futuros sócios do meu marido – eu coloco a mão sobre o seu ombro e ele encara as minhas mãos.

- Seu marido está a alguns metros de nós, isso torna tudo isso perigoso.

- Eu gosto do perigo, da adrenalina – eu falo encostando a minha boca em seu pescoço – acredito que tanto quanto você. – ele passa a mão pela minha cintura e me puxa para perto dele e a gente se beija.

Sua mão passa pelo meu corpo todo, ele me joga contra uma cômoda e me coloca em cima, ele abre o meu vestido atrás, e eu afasto ele do meu corpo tirando meu vestido lentamente olhando em seus olhos.

Eu puxo ele pela gola da sua camiseta social, e começo a desabotoar botão por botão da sua camiseta, revelando sua barriga tanquinho e todas as suas tatuagem, eu sentia ainda mais tesão por homens tatuados, eu começo a beijar o seu peito e ele passa a sua mão pelo meu pescoço, levantando meu rosto e beijando o meu pescoço, sua outra mão passa para os meus seios e vai descendo pela minha intimidade.

- Lorena, você está ai? – A voz de Alexandre soa atrás da porta e Marcos pega a arma na mão, eu faço sinal de não e ele aponta para arma, eu passo por Marcos – Lorena?

- Sim – eu respondo

- Você está sozinha? Abre a porta agora – ele começa a bater na porta e tentar forçar ela para abrir.

Capítulo 2 1

LORENA NARRANDO

Eu Abro a janela e vejo o dia chuvoso e cheio de neblina, eu amo quando o dia amanhece dessa forma, não tinha paciência para dias de sol, pessoas felizes e nada do tipo.

- Bom dia senhora Lorena – A governanta fala logo que abro a porta.

- Bom dia – eu olho para ela de cima a baixo – cadê meu marido?

- Ele saiu logo cedo.

- Meu pai?

- Também.

- Os dois saíram juntos?

- Sim, senhora. O seu café está pronto.

- Por favor, me sirva no escritório do meu marido.

- O senhor Alexandre disse – eu a interrompo

- Me sirva no escritório do meu marido, obrigada.

- Sim, senhora.

- Ah – eu falo olhando para ela – passe o lençol antes de colocar na cama, eu senti ele amassado quando eu deitei essa noite.

- Desculpa, irei passar ele todo novamente.

- Um novo, quero que coloque um lençol novo, o cheiro de Alexandre me enoja.

- Sim, senhora.

- Não fique respondendo sim, senhora o tempo todo. Senhora está no céu e eu tenho a mesma idade que você. – ela me encara – quantos anos você tem?

- 20 anos – ela responde

- É – eu olho para ela – a mesma idade que você – ela me encara e assente.

Eu vou até o escritório de Alexandre, eu estou casada com ele a 6 anos, eu me casei com ele por causa da máfia, porque a lei diz que os herdeiros deve se casar entre si, ele queria um filho e eu jamais daria um filho a ele e nem mesmo um dia eu seria mãe. Eu odiava Alexandre, odiava está casada com ele, tinha nojo só de olhar para ele, nossa relação era de brigas constantes e de sorrisos falsos para o restante do mundo.

- Usando o escritório do marido – Carlos fala entrando.

- Ainda bem que você chegou, preciso da sua ajuda.

- O que aconteceu?

- Estou achando que meu pai e Alexandre estão aprontando algo.

- Como assim?

- Inventaram uma viagem para o Brasil, um jantar com pessoas importantes, estou achando que - a governanta entra.

- Senhora – ela me olha – é é.

- Lorena , apenas Lorena – eu abro um pequeno sorriso.

- O café de vocês. Vocês querem açúcar ou adoçante?

- Puro – eu respondo – eu não como açúcar.

- 5 colheres de açúcar – Carlos responde

- Vai morrer de diabete – eu respondo

Ela serve o café e depois sai do escritório.

- Continua – ele fala.

- Estou achando que meu pai vai passar para ele o bastão de chef da máfia.

- Sem te avisar? – ele pergunta

- Eles me tratam como nada, mas é ai que preciso colocar meu plano em ação.,

- Você não pode matar eles do nada – ele fala – pode ser descoberta.

- Merda – eu falo me levantando e bebendo o café puro – isso aqui está horrível – eu aperto o botão para chamar a governanta.

- A senhorita me chamou?

- Esse café está horrível – eu olho para ela – aos 20 anos de idade eu já sabia fazer um café.

- A senhorita disse que tem 20 anos – ela me responde e Carlos me encara.

- Me faça um café decente e me traga.

- Sim, senhorita – ela fala saindo

- Você disse que tem 20 anos? – Carlos fala rindo – o que foi quis diminuir 12 anos?

- Não me irrite – eu falo – você sabe muito bem que minha idade está errada na identidade – ele começa a rir – e agora não estou preocupada com a minha idade e sim em matar os dois.

- Eu já disse que essa idéia – eu o interrompo.

- Eu sou a herdeira da máfia, é para mim que ele deve passar a chefia.

- Você nem sabe se é isso que vai acontecer, que seu pai vai passar para Alexandre.

- Eu sei que é isso que eles querem que aconteça, mas não vai acontecer – eu olho para ele – porque eu vou matar os dois antes de qualquer coisa – eu olho para ele e ele me encara.

Eu abro um sorriso em meu rosto só de imaginar os dois sangrando até a morte na minha frente. Eu até já imaginava a cena.

Capítulo 3 2

Marcos narrando

- Na sua idade, seu pai já estava casado e você estava nascendo – Minha tia Patricia fala.

- Tia – eu olho para ela – está me chamando de velho na cara dura?

- Você já tem 35 anos, fica pegando essas menininhas ai no morro , isso não é vida para um dono do morro.

- O que o meu pau tem haver com o meu comando no morro? Se liga tia, tem nada ver não.

- Seu pai está se remexendo dentro do tumulo, ele sempre disse que você ia ser um homem de família que nem ele era.

- Porque eu? – eu pergunto – tem Thiago e ele pode muito bem fazer isso.

- Você tem 35 anos, a vida útil de um dono do morro é 45 anos no máximo – eu levanto da mesa – precisa se casar.

- Tenho dez anos ainda – eu olho para ela – quando eu morrer, quem sabe descobre vários filhos meus perdido por ai.

- Marcos você não fale uma coisa dessa – ela fala gritando e eu saio de casa.

Eu vou descendo para boca passando pelo morro, faz muitos anos que estou a frente do comando, desde a morte do meu pai em uma invasão, minha mãe morreu a alguns anos atrás por causa de um câncer e agora é só eu e Thiago, a minha tia e a minha prima. Eu entro dentro da boca vendo o maior fuzuê.

- O que é isso?

- Flamengo pow – Thiago fala apontando para televisão.

- Dentro da boca caralho?

- Eu ainda acho que você seu pau no cu é corinthano – Lk fala.

- Sai fora.

- Angel – Mosca fala – tá sabendo do convite que recebeu.

- Ainda não falei para ele – Th fala e eu me sento no sofá e Lk me entrega a pipoca.

- Tá ganhando pelo menos essa porra? – eu pergunto

- Não – Mosca fala

- Filhos da puta – eu falo – que convite?

- Pedro Alcantara – Th fala

- Mafioso mexicano? O que ele quer?

- Parceria.

- Ele quer distribuir as drogas dele aqui dentro, isso sim. Sabe que se entrar na rocinha logo entra nos outros morros. – eu falo

- Deveria ir até o jantar, ver as intenções dele, estamos precisando de fornecedor novo – Th fala.

- Ele tem razão, Angel – Lk fala

- Já disse caralho para de me chamar de Angel – eu falo

- Ué, é o que o teu pai colocou em você.

- Marcos, me chame de Marcos! – eu repito

- Angel – Th fala – seu vulgo é Angel.

- Caralho – eu me levanto.

- Você vai? – Mosca pergunta

- Diz que eu vou – eu falo

- Até que enfim, essas drogas que tu tá comprando aí – Lki fala – parece que saíram do cú da vaca. – eu olho para ele sem paciência – disse que a gente não deveria ter parado a produção.

- Estava tomando muito tempo e dinheiro, melhor coisa comprar pronta e mandar entregar, economiza tempo e grana. – eu falo me sentando na mesa – desliga a porra dessa tv e se manda trabalhar vocês tudo.

- Tamo indo – Lk fala saindo

- Th fica – ele me encara e os outros sai.

- O que foi?

- Não sei se vou aceitar negocio com esse mafioso.

- Porque não? – ele pergunta

- Se misturar com a máfia, não sei se a facção vai gostar não.

- Fica na tua, pega as droga e se mantém na sua.

- Se descobrir a traição, o negócio fede para o nosso lado.

- Relaxa – ele fala – se a droga for boa, depois tu passa para eles, oportunidade boa e barata, vão negar não.

- Não sei não, esse Pedro e aquele genro dele.

- E a filha? Gostosa – ele fala.

- Filha? – eu pergunto

- É eu vi a foto dela com o marido lá – ele fala rindo – em uma revista de fofoca.

- Cara, você vive com essas revistas de fofoca, agora cuidar do morro quer cuidar não, nem arrumar uma mulher para meter um filho e a tia parar de me encher a cabeça.

- Relaxa – ele fala – posso confirmar tua presença?

- Pode – eu falo – mas não sei se vou fechar negócio.

- Com a facção eu me viro, vai lá e traga droga boa para nós, depois das drogas vem as armas e fortalece a gente. – ele fala saindo da boca e eu fico pensativo.

Por curiosidade puxo a foto da filha de Pedro Alcantara e ela parecia ser mais superficial do que qualquer outra mulher. Tiro a foto rapidamente.

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