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A Madrastra - Coleção Doce Mel II

A Madrastra - Coleção Doce Mel II

Autor:: Rê autora
Gênero: Romance
- Helena Porfavor! Dorme comigo! - Eu peço suplicante. - Natan não podemos! - Porque? Por causa do meu pai? E onde tá ele agora? Nós não podemos, mas ele pode sair e te trair na sua cara? Vem Helena! Devolve na mesma moeda! Fica comigo!

Capítulo 1 Um

Natan

Dentro do avião e olhando assim de perto as nuvens, não me parecem ser grande coisa, e talvez me mudar de vez para a casa do meu pai também não seja.

Ele mora com a esposa em outro estado praticamente do outro lado do país, justamente o estado em que minha nota do exame nacional caiu perfeitamente com a faculdade em que eu queria ingressar, administração, pensei em desistir e ficar com a segunda opção que era contábeis e estudar lá mesmo perto da minha mãe e do meu padrasto que me criou como filho, só de pensar neles dois já fico com saudade.

Enfim, assim que meu pai descobriu a minha aprovação insistiu para que eu viesse morar com ele, e estudar, e consequentemente depois estagiar na empresa dele, que segundo ele futuramente eu herdaria.

Nilo Toledo foi o homem que depositou a semente do qual eu fui gerado na minha mãe, mas na verdade eu só o vi algumas poucas vezes quando ele atravessava o país para me visitar, antes eu ficava super ansioso e alegre com suas visitas, mas com o passar do tempo, essas visitas foram diminuídas, e aos poucos o Malvin foi ganhando mais e mais espaço na minha vida, mas eu não posso julgá-lo, afinal ele está fazendo de tudo para que eu tenha um bom futuro, mesmo não tendo mais obrigação legal comigo, já que acabei de completar dezenove anos, então sim, resolvi deixar minha mãe e meu pai Malven curtirem uma segunda lua de mel mais prolongada e vim morar em Goiás com meu pai.

Assim que desço do avião já sou recebido pelo meu pai, seus cabelos que antes já foram loiros que nem os meus agora estão incrivelmente brancos, eu acho que ele deve ter usado uma tinta pra acelerar as coisas, acho que ele deve estar na faixa etária dos quarenta e poucos anos, não é muito novo, mas também não é tão velho pra ter tantos cabelos brancos. Ele tem os mesmos olhos azuis que os meus, a única coisa que herdei da minha mãe foi a pele dourada, sempre bronzeada, o que me faz agradecer todos os dias aos céus, meu pai é bonito, mas eu não gostaria de ter nascido com essa pele tão pálida igual a que ele tem.

- Filho! Quanto tempo! Olha que meu rapaz já está um homem feito! - meu pai diz me dando um abraço.

- Sim pai! Muito tempo já se passou desde que nos vimos pela ultima vez! - respondo amigavelmente.

- Deve ter sido o quê? Há uns dois anos? - pergunta com uma expressão pensativa.

- Cinco! Foi na minha formatura do ensino fundamental.

- Bom, mas olha que você está realmente muito bonito! Puxou ao pai! Você deve fazer muito sucesso com as garotas! - a conversa entre a gente flui naturalmente, no fim das contas não será tão ruim morar com meu pai.

- Modéstia parte sim! - respondi com meu típico sorriso sacana.

- Isso! Meu garoto! Olha se você quiser levar alguma garota da faculdade pra casa sinta-se à vontade! - fala sorrindo e percebo que o eu herdei dele o tal sorriso sacana.

- Nossa pai! Mas eu ainda nem comecei a estudar! - respondo fingindo estar sem jeito.

- Tempo é uma coisa que os Toledos não perdem! - meu pai diz sorrindo e eu concordo.

Eu sempre preferi usar o sobrenome Rock da minha mãe, mas pelo visto por aqui eu terei que usar o sobrenome Toledo, não quero magoar o meu pai, afinal ele está se esforçando para nós darmos bem, e eu irei fazer o mesmo.

- Vamos? Helena já deve estar terminando de preparar o jantar! - Helena deve ser a nova esposa dele, soube que ele se casou há pouco tempo, só espero que ela não se incomode por eu estar invadindo o espaço deles.

Assim que chegamos na casa, meu pai estaciona o carro na garagem e me ajuda a retirar as malas, e nós estamos entrando quando algumas garotas que estão dançando descaradamente na casa vizinha se aproximam da gente.

- Oi daddy! Quer dizer Nilo! Quem é o garoto? - uma garota loira com um short bem curto e um batom vermelho se insinua pra gente.

- Oi baby esse é meu filho Natan Toledo! - É cara! Definitivamente eu odeio o sobrenome do meu pai, mas disfarço com um sorriso bem safado que dou para as garotas.

- Prazer Malu! Essas é minha amiga Manu! - diz e aponta para outra a garota de cabelos roxos.

- Oi Natan! Prazer! - se insinua ainda mais do que a outra.

- O prazer é todo meu! - respondo sorrindo.

- Passa depois por aqui pra fazer algum programa com a gente! Um filme, uma balada! - a loira convida.

- Pode ser! Até mais! - dou um beijo no rosto de cada uma e sigo meu pai.

- Thau babys! - meu pai se despede das garotas.

- Thau Daddy! - as duas respondem.

Fico me perguntando se essas garotas chamam meu pai de Daddy na frente da senhora Helena.

- Essas garotas são demais! Você tem que ver! E eu estou falando das duas juntas! - Meu pai vai falando sem nenhum pudor e em alto e bom som enquanto entramos em casa, e eu consigo ver o olhar de desaprovação da garota que está à nossa espera na sala.

Quem será ela? Talvez a enteada dele filha da senhora Helena? Só sei que ela tem olhos muito marcantes e intensos, e ela é extremamente linda.

- Oi amor! - Meu pai se aproxima da garota e lhe dá um selinho, e não sei porque, isso faz o meu estômago revirar.

- Filho, essa é a sua madrasta Helena! - fico bobo quando meu pai diz isso, a garota se desvencilha dos braços do meu pai, um pouco rápido demais e vem falar comigo apertando a minha mão de maneira respeitosa.

- Seja bem vindo Natan! Espero que se sinta em casa! - me diz toda simpática.

- Obrigada é... senhora Helena! - cumprimento-a meio sem jeito.

- Não precisa chamar ela de senhora! A Helena só tem vinte e seis anos! Já tá passada um pouco da idade, mas como vê a aparência dela é de uma menina de quinze anos. - meu pai diz se gabando.

- Bem! É verdade! - eu não diria quinze, mas pelo menos uns dezoito, ela aparenta ser muito jovem, penso enquanto olho para os cantos da casa, tentando disfarçar e não olhar muito pra ela, porque a minha madrasta é realmente muito linda.

"Cara eu tô bobo!"

- Vamos conhecer o seu quarto? Vai ficar do outro lado do corredor, não quero te atrapalhar com meus barulhos! - ele diz e a Helena abaixa o rosto parecendo estar incomodada, ela parece ser tímida e ter vergonha das coisas que ele fala, eu não sei porque mas me sinto mal por causa dela, mas finjo não prestar atenção.

O meu quarto é grande e espaçoso, coloco minhas malas e vou tomar banho, meu pai diz que vai fazer o mesmo e depois nos encontramos lá embaixo para jantar.

A comida está ótima, a minha madrasta é uma excelente cozinheira, eu observo que ela recolhe os nossos pratos e lava a louça, e arruma tudo com dedicação e cuidado, meu pai tem muita sorte de ser casado com alguém assim.

- E como está a Katiane? Ainda briguenta como sempre? - pergunta sobre a minha mãe.

- Nos últimos tempos ela está pior! Não sei como meu pa... o Malvin aguenta! - respondo e meu pai sorri.

- Acredito! Mas no fundo ele gosta do jeito apimentado dela! - diz em um tom pensativo.

- Verdade! Acho que já vou me deitar! A viagem foi muito longa! - digo me retirando da cozinha.

- Vai sim filho! Boa noite!

- Boa noite Natan! - minha madrasta se despede.

- Boa noite Helena! - subo as escadas, tiro a roupa e caio só de cueca em cima da cama, fazer o que né, eu só consigo dormir se for assim, e como meu quarto fica bem longe do quarto do meu pai e da mulher dele, eu acho que não tem problema.

.........................

Acordo com o barulho de uma música alta, olho no relógio, é mais ou menos umas duas da madrugada, vou para a janela e vejo as garotas que se apresentaram mais cedo, pelo visto elas gostam de uma festinha.

- Oh Daddy, se eu fizer carinho em você eu vou poder fazer compras com o seu cartão de crédito? - Manu diz colando o corpo no meu pai.

- Sim baby! Agora pode começar a chupar! - meu diz segurando na cabeça dela e fazendo-a se ajoelhar.

Puta merda!

- Porque não trouxe o seu filho gostoso com você? - perguntou a garota de cabelo roxo.

- Ele está cansado! Mas logo logo ele vai vir fazer uma visitinha! E é para vocês tratá-lo muito bem! - meu pai responde.

- Com muito prazer Daddy! - responde com um gritinho.

- Tá! Agora se junta aí com sua amiguinha e chupa bem gostoso! Senão não vai ganhar presente! - meu pai segura na cabeça da Malu e a força a se ajoelhar também.

Sinceramente eu acho que era pra eu estar excitado, mas na verdade eu estou com nojo, meu pai já tem quase cinquenta anos, e essas garotas mal devem ter vinte, não que eu tenha preconceito com idade, mas sinceramente elas só estão fazendo isso por dinheiro, tá na cara que são putas, coisa que eu nunca gostei.

Visto um short e vou até a cozinha beber água, e quando chego no pé da geladeira tenho a visão mais perfeita que alguém pode ter.

Minha madrasta está de costas usando apenas uma camisola branca transparente, ela está abaixada na geladeira e eu tenho a ampla visão do seu traseiro gigante e um pouco da sua calcinha que está à mostra.

Isso sim me deixa excitado!

Ela se assusta percebendo a minha presença e derruba alguma coisa no chão.

- Opa! - exclama assustada.

- Helena está tudo bem? - acendo a luz e vejo que ela derrubou, uma garrafa de água.

- Ahh! Natan é que eu fiquei com sede e vim beber água! - diz meio sem jeito.

- Eu também! Me desculpe se te assustei! - me desculpo tentando não olhar muito pra ela.

- Tudo bem! Deixa eu limpar isso! - se encaminha à dispensa e pega uma pá e uma vassoura.

- Eu ajudo você!

- Não precisa!

- Precisa sim! Cuidado para não se cortar! - recolho os cacos com cuidado e ela seca o chão, quando levanta, eu percebo que ela se molhou quando derrubou a garrafa e...

Caralho! Que visão!

A camisola ficou ainda mais transparente e colada no corpo por causa da água, e seus seios gigantes e firmes estão aparecendo, dá até pra ver que a cor dos mamilos durinhos é rosa, tento me controlar e fechar a boca pra não babar com essa visão, ela se vira e pega outra garrafa na geladeira, enche um copo de água e me entrega, depois enche um copo pra ela e começa a beber.

Eu mordo meus lábios pra tentar controlar o tesão que eu sinto quando vejo a boquinha rosa e carnuda dela engolindo água, eu nunca senti inveja de um copo, mas pra tudo há uma primeira vez.

Tento afastar esses pensamentos da minha cabeça e bebo meu copo de água, ela guarda a jarra na geladeira e fecha.

- Se você quiser mais água é só pegar! Eu já vou subir pro meu quarto. - um barulho alto de gemidos vem da casa ao lado, ouvimos as risadas e gemidos das duas garotas e claramente os gemidos do meu pai, Helena fecha a cara e eu vejo uma lágrima escorrer dos olhos dela, que ela se apressa e limpa.

- Boa noite Natan! - e sobe correndo as escadas sem nem esperar eu responder.

Quando subo novamente no meu quarto, custo a dormir, ainda tô duro por causa da cena da minha madrasta gostosa na cozinha, enquanto bato uma imaginando que tô fazendo uma espanhola naqueles peitos deliciosos dela, fico imaginando em como o meu pai tem coragem de deixar uma mulher dessas sozinha pra ir atrás de umas garotas fáceis como essas que moram aqui ao lado, sem contar que é um falta de respeito muito grande.

A Helena é gostosa e tem uma bunda redondinha e empinada, eu adoraria foder ela de quatro, penso enquanto aperto mais o meu pau e subo e desço a mão sem parar, a buceta dela deve ser rosinha que nem os mamilos, sinto meu pau ficar mais duro e aumento os movimentos, sinto que vou gozar, então imagino minha madrasta engolindo todo o meu pau pra receber a minha porra e não deu outra, gozo com vontade, com os olhos fechados vendo completamente a imagem dela lambendo os lábios depois de engolir o meu leitinho.

Abro os olhos e suspiro, enquanto limpo minhas mãos com papel higiênico, me repreendo por ter batido uma punheta pensando na minha madrasta.

Cara isso é tão errado!

Capítulo 2 Dois

Natan

Acordo cedo e vou para o banheiro tomar um banho frio, preciso estar super preparado para encarar minha madrasta e não lembrar do que fiz pensando nela.

Assim que chego no pé da escada, escuto as vozes do meu pai e da Helena, ele está falando baixo, mas da pra perceber o tom alterado na voz.

- Você estava se insinuando pra ele! - seu tom é acusatório!

- Eu não estava! Apenas recebi o jornal e entrei! - Helena explicou.

- Não receba mais, entendeu! De agora em diante eu recebo ou ele deixa jogado na porta! Não quero mais você falando com ele! - meu pai diz em um tom ameaçador.

- Tudo bem! Agora solta o meu braço! - depois de um tempo em que eles ficaram em silêncio desço as escadas e vejo meu pai lendo o jornal e tomando uma xícara de café, Helena está na pia preparando alguma coisa.

- Bom dia! - cumprimento-os.

- Bom dia! - Helena diz sorridente como se nada tivesse acontecido entre ela e meu pai.

- Bom dia filho! Dormiu bem? - pergunta dando um gole em seu café.

- Sim! - respondi tranquilo.

- Suas aulas começam amanhã certo? - meu pai volta a puxar assunto.

- Sim! Mas hoje irei visitar a faculdade para conhecer o local! - respondi.

- Excelente ideia! Bem! Já estou atrasado! Filho se sinta em casa! - meu pai diz olhando no relógio, depois levanta e dá um beijo no rosto da Helena, que fica imóvel e não retribui e depois vai embora.

Quando Helena se vira percebo as marcas roxas de dedos no braço dela, e um pequeno pingo de sangue no lado esquerdo da sua boca, ela se aproxima de mim toda gentil e coloca um prato de sanduíche pra mim, era isso o que ela estava fazendo na pia.

- Helena não precisava se incomodar! - digo meio sem jeito para a minha madrasta.

- Imagina! Experimenta pra ver se está bom! - sorri me deixando hipnotizado.

Eu dou uma mordida! E realmente está uma delícia, olho sorrindo pra ela enquanto mastigo, e ela sorri de volta, até então eu ainda não tinha visto ela sorrindo, e percebo que ela faz covinhas na bochecha por causa do ato.

Muito linda!

Desço meus olhos pelo seu pescoço branquinho e perfeito e paro em seu busto marcado pelos seios grandes.

- Muito gostosa! - penso alto.

- O quê? - pergunta desentendida.

- Eee... o sanduíche! Tá uma delícia! - tento disfarçar.

- Ahhh! Que bom que gostou! - ela se vira para a pia e começa a lavar a louça.

E eu me perco novamente observando suas curvas, ela tem a cintura fina e quadris largos mesmo que ela vista um short folgado não consegue esconder, o tamanho da bunda, e muito menos suas pernas grossas e torneadas, ela troca o peso das pernas e o bumbum durinho dá uma balançada, imagino ele balançando assim depois de um tapa bem dado pela minha mão.

Porra! Minha madrasta é uma perdição!

Ela se vira e percebe que já terminei meu sanduíche e se aproxima e pega meu prato, e eu prendo minha respiração quando ela faz isso, porque quando ela chegou perto de mim meu corpo inteiro começou a formigar e esquentar, parece até que voltei a ter quinze anos de idade quando meus hormônios tomavam conta do meu corpo.

- Tem suco na geladeira e café na garrafa! - fala apontando para a garrafa térmica em cima da mesa.

- Obrigado Helena! - agradeço me levantando e pegando suco na geladeira.

- Por nada! - ela olha de novo pra mim e sorri, e é impossível ignorar esse pontinho vermelho no canto do lábio dela.

- O que foi isso no canto da sua boca? - pergunto fitando seus lábios.

- O quê? - tenta disfarçar.

- Essa manchinha de sangue! - me aproximo e passo o dedo delicadamente para retirar e percebo que está ferido, luto com todas as minhas forças para não colocar um ou dois dedos dentro dessa boca vermelha e carnuda e implorar pra ela chupar.

Ela dá um passo pra trás se afastando, provavelmente porque eu demorei demais pra tirar minha mão do seu rosto.

- Isso! Ah! Sim! Eu bati na porta do banheiro! Eu sou uma desastrada! - ela diz e volta a lavar a louça, isso tá parecendo mais com um tapa, e essas manchas roxas no braço branquinho dela, só me fazem ficar com mais raiva, eu quero perguntar se meu pai é violento com ela, mas tenho medo dela achar que eu estou me metendo onde não devo, eu acabei de chegar de viagem e já estou rondando ela mais do que deveria.

Ahhh qual é! Eu estou ficando muito tempo em casa, tá na hora do velho Natan Rock sair de casa e encontrar alguém pra transar.

- Já vou indo Helena! - digo me preparando pra sair da cozinha.

- Bom passeio! - ela diz toda sorridente, o sorriso dela é tão lindo, e a voz dela é tão meiga e gentil, que me faz sentir em casa, mas, mas.

Tenho que parar com isso, e procurar alguém pra foder.

- Oi Natan! - Malu me cumprimenta já se jogando pra cima de mim.

- Oi Natan! - Manu vem logo em seguida.

- Bom dia meninas! Até mais! - essas eu não quero, são nojentas.

- Está de saída? Não quer ir ao shopping com a gente? - Malu insiste.

- Nós temos um cartão de crédito para gastar como quisermos! - é eu sei como vocês conseguiram esse cartão de crédito com o meu pai.

- Obrigado mas não posso! Tô indo pra faculdade! - respondo e saio apressado e nem escuto o que elas dizem como resposta.

Dou um passeio no campus da faculdade e percebo que o local é muito amplo, o prédio é enorme e tem vários cursos e alunos.

Enquanto eu vou caminhando pelo campus, vou percebendo os olhares das garotas para mim, eu sempre fui o cara mais pegador do ensino médio, e pelo visto na faculdade não vai ser diferente, meu lema sempre foi pegar e não se apegar, e sempre deixo claro para todas as garotas com quem eu transo, assim evitamos desentendimentos desnecessários.

- Tá perdido ? - uma loira de olhos verdes chega perto de mim já abrindo um sorriso, passeio meus olhos no corpo curvilíneo dela e percebo que é a maior gostosa, meu pau já fica animado.

- Sou novo por aqui, talvez precise de ajuda para conhecer o campus! Sou Natan Rock! - só vou me apresentar como Toledo na presença do meu pai.

- Iara Marques! - responde me olhando de cima a baixo.

-Prazer! - dou um beijo no rosto da garota, propositalmente no canto da boca, ela sorri em resposta e morde o lábio.

- Que tal começarmos pelo dormitório? - concordo abrindo o meu sorriso sedutor no qual eu sei que nenhuma resiste, e a vejo suspirar e me puxar para dentro do prédio.

Mal entramos em seu dormitório e já começamos a nos pegar, a loira é quente e gostosa do jeito que eu gosto, ela já se ajoelha e começa a chupar o meu pau, eu subo ela pelos cabelos, coloco o preservativo e a faço ficar se quatro na cama.

- Me fode Natan! - ela diz toda manhosa e eu congelo, porque a voz que eu ouvi não foi a voz da loira, e sim a voz da minha madrasta.

- Fala de novo! - ordeno.

- Me fode Natan! - repete.

Porra! É a voz da Helena! E isso me faz ficar duro como pedra, eu meto com força nela, e a garota começa a gemer, e eu juro como estou escutando os gemidos da Helena, baixinhos e contidos no meu ouvido, fecho os olhos e imagino a bunda grande dela rebolando no meu pau, dou um tapa forte.

- Ahhhh! Bate mais Natan! - abro os olhos e não vejo nenhum cabelo loiro na minha frente, apenas os cabelos negros e brilhantes da mulher do meu pai, sem demora enrosco minha mão neles e puxo e dou outro tapa.

- Ahhhh! Mais! Mais! - seguro forte nos cabelos dela e bato forte na bunda deliciosa sem parar, aumentando minhas investidas e sinto Helena gozando no meu pau.

- PORRA! - gozo bem gostoso fechando meus olhos e dando um sorriso satisfeito, era isso mesmo o que eu queria.

Fuder bem forte a Helena!

- Que delícia! - abro meus olhos e vejo a loira bonita deitada na cama e sorrindo satisfeita, e volto a realidade, não era minha madrasta que eu tava fudendo, dou um sorriso sem graça, me livro do preservativo e me despeço da garota.

- Eii! Não vai deixar o seu contato? - pede ainda deitada na cama.

- Melhor não! A gente se esbarra por aí! - eu saio do quarto da garota sem esperar ela reclamar.

Assim que saio do lugar onde ficam os dormitórios tropeço em um cara esquisito, ele está em um grupo de três garotos e todos estão olhando feio pra mim.

- Léo foi esse cara aí que entrou dentro do dormitório com a Iara! - um cara diz pra um garoto de cabelos castanhos, que a loira não é solteira!

- O que você tava fazendo com ela? - o tal de Léo pergunta.

- Nada, ela só estava me mostrando a faculdade! Eu sou novo na cidade! - minto.

- Eles demoraram lá dentro, Sávio?

- Qual é Léo! Não só demoraram como gritaram e gemeram alto pra todo mundo no corredor ouvir.

- Filho da mãe! - o cara vem com os amigos pra cima de mim, e eu tento me desvencilhar do jeito que posso, não quero dar uma surra nele e humilhar o coitado ainda mais do que ele já está, se eu soubesse que a loira era comprometida eu não tinha saído com ela, como é que alguém que namora chega nos outros que nem ela chegou em mim?

Tento sair correndo mas o cara é insistente e ainda me acerta vários socos e chutes, e vai ser o jeito eu revidar, coloco em prática tudo o que meu pai Malvin me ensinou, e em pouco tempo deixo os três caras no chão.

Volto pra casa já sabendo que esse não foi um jeito bem legal de se começar na faculdade nova.

Merda!

Ainda não é meio dia quando chego em casa, percebo que a casa das vizinhas barulhentas está silenciosa e vazia, elas estão no shopping torrando o cartão do meu pai, por isso na rua toda reina uma tranquilidade maravilhosa.

Assim que entro em casa dou de cara com a Helena ajoelhada esfregando o chão, com a bunda toda pra cima.

Porra! Isso é muita tentação!

Ela parecendo sentir minha presença se vira e seus

olhos azuis acinzentados se chocam nos meus, ela levanta toda sem jeito e com o rosto vermelho, o cabelo preso em um coque no alto da cabeça com alguns fios soltos e rebeldes, eu fico imaginando que é assim que ela deve ficar depois de uma foda bem segura.

- Oi Natan! Você já chegou! Eu estava tentando limpar uma mancha de.... O que é isso? Como você se machucou? - pergunta com o rosto preocupado e se aproxima de mim.

Ela tá com um shortinho jeans desfiado, não muito curto, mas o suficiente pra mostrar suas coxas grossas e roliças, e uma blusa regata que faz seus peitos balançarem quando ela caminha.

Ahhh cara! Tá chegando perto a tentação!

- Alguém bateu em você? - perguntou me fitando de perto.

- Foi uma tentativa de assalto! - não podia falar que apanhei do namorado de uma garota que eu tinha transado.

Até porque durante toda a transa quem eu tava vendo era ela e não a loira, eu nem imaginava que esse tipo de coisa era possível, já tinha visto em filmes e novelas, mas não imaginava que alguém poderia transar imaginando outra pessoa de uma forma tão real como eu fiz mais cedo, pelo visto o cérebro humano prega mais peças na gente do que se pode imaginar.

- Senta aqui! - sou tirado dos meus pensamentos pela mulher que está fudendo com o meu psicológico "literalmente" quando ela puxa na minha mão e me faz sentar no sofá, e....

Puta merda!

Se ajoelha bem na minha frente no meio das minhas pernas e começa a passar algum tipo de remédio nos meus ferimentos.

- Vai arder um pouco! - avisa.

Se era pra arder eu não senti! Porque meu corpo todo já está ardendo de desejo por essa mulher gostosa ajoelhada aqui na minha frente, e a única coisa que eu quero é segurar forte no coque do cabelo dela e fazer ela chupar o meu pau, mordo meu lábio com força por causa desse pensamento.

- Eu falei que ia arder! - diz com o rostinho lindo cheio de preocupação, e meus olhos passeiam, pelos seus lábios carnudos e descem até o decote que está mais à mostra por causa da sua posição, e vislumbro esses dois melões deliciosos.

Quero muito chupar eles!

Por fim ela levanta um pouco e chega um pouco perto e passa o remédio no canto da minha sobrancelha, e meus dedos coçam para abrir o botão do seu shortinho e abaixar o zíper, mas fecho os olhos e tento controlar a minha respiração.

- Sinto muito! Mas é melhor sentir dor agora e evitar algum tipo de infecção! - tenta me explicar.

Eu tô morrendo de dor Helena! Mas é no meu pau que tá duro pra caralho!

- Eu entendo! Obrigada! - agradeço tentando me recompor.

- Você vai na polícia? - pergunta guardando os remédios.

- Não! Eu nem vi direito quem era! Vou pro meu quarto! - começo a me levantar.

- Quando o almoço estiver pronto eu te chamo! - diz com um olhar penoso.

- Tudo bem! - subo apressado as escadas e entro correndo no meu quarto trancando a porta! Passo direto pro banheiro e começo a bater mais uma vez uma punheta bem forte pra mulher do meu pai.

Porra! Eu estou tão ferrado!

Tudo o que eu queria era trepar com ela bem gostoso! Mas isso soa muito errado de diversas maneiras, e a primeira delas e mais óbvia é que ela é mulher do meu pai, e a segunda é que ela não faz a menor ideia de que eu tô louco por ela.

Ahhh merda! Eu não sei por quanto tempo mais eu vou conseguir aguentar essa tortura!

Capítulo 3 Três

Natan

Meu pai não veio almoçar, e a Helena bateu a algum tempo na porta do meu quarto avisando que a comida já estava pronta na cozinha, ela está arrumada e sinto vontade de perguntar para onde ela está indo, mas não tenho esse direito então apenas agradeço e deixo ela ir embora.

Eu estava tão cansado que acabei cochilando, e quando acordo vejo que já passou muito da hora de almoçar, desço as escadas, está tudo silencioso, pelo visto a Helena não está aqui, onde será que ela está e com quem? Fico me perguntando mesmo sabendo que ela não me deve satisfações, decidi ir para a cozinha procurar alguma coisa pra comer quando escuto a voz das vizinhas sugar baby's.

- Boa tarde ceguinha! Roupa bonita! Comprou na quermesse da igreja? - escuto a voz debochada da Malu do lado de fora da casa.

- Kkkkkkkk! Deve ser por isso que o marido dela vem procurar a gente quase toda noite! O pau não deve levantar com ela. - foi a vez de Manu debochar.

Escuto passos apressados caminharem em direção a casa e a porta se abre de uma vez e a Helena entra correndo dentro de casa trazendo várias sacolas de supermercado.

Ela só tinha ido fazer compras!

Me adianto e pego as sacolas da sua mão, me inebriando com o cheiro do seu perfume, eu vou fechar a porta que ela deixou aberta e ainda escuto as gargalhadas de deboche das duas garotas.

Quando volto para a cozinha percebo a Helena com a cabeça baixa, me aproximo dela e levanto seu queixo fazendo ela olhar para mim.

- Não dê importância ao que elas dizem! - olho intensamente nos olhos dela, eles são lindos, aquelas garotas estão com inveja, os olhos da Helena são únicos.

- Não se preocupe! Eu não me importo! - diz e se afasta um pouco, e só depois me toco que estava me aproximando demais dela, merda, então eu busco qualquer motivo pra mudar a situação constrangedora.

- Porque não me chamou para ajudar você a fazer compras? Estava no quarto sem fazer nada!

- Imagina que eu ia entediar um rapaz que nem você levando pra fazer compras. - volta a dar o sorriso gostoso que eu tanto gosto.

- Como assim um rapaz que nem eu? - pergunto curioso, quero saber o que ela pensa de mim.

- Popular! Imaginei que a essas alturas você deveria estar fazendo alguma coisa interessante! - responde sorrindo e dando de ombros.

- Bem! Eu acabei de chegar na cidade né? - tento explicar.

- Verdade! - responde guardando as compras.

- E sempre que quiser ajuda com as compras pode me chamar, eu sempre ajudava minha mãe. - tento puxar mais assunto.

Merda! Ela vai achar que eu tô comparando ela com minha mãe!

Certo! Tudo bem! - responde sorrindo, parece nem se importar com meu comentário, não sei se isso é bom ou ruim, na verdade é bom, ela é doce e pura, eu que não deveria ter esse tipo de pensamento com ela.

- Não almoçou? - Helena me pergunta.

- Acabei dormindo e estava vindo fazer isso agora! - respondi.

- Então eu acompanho você! - fala colocando a mesa.

Nós almoçamos juntos, ela é bem reservada, eu queria falar com ela, saber mais dela, conversar, mas eu não sei o que perguntar sem parecer que estou terrivelmente interessado nela.

- Sua família! - quebro o silêncio entre a gente.

- O quê? - ela olha pra mim com os olhos arregalados, e eu tô achando eles ainda mais lindos do que antes.

- Cadê sua família? Ainda não vi ninguém te visitando depois que cheguei! - explico.

- Eu não tenho família! - ela diz triste e abaixa a cabeça.

Coloco minha mão em cima da mão dela e ela se assusta novamente e olha pra mim, merda, eu tô novamente fazendo o que não devo, mas foi involuntário, foi mais forte do que eu.

- Sinto muito por você não ter família! - falo com pesar.

- Tudo bem! - Helena me responde tirando a mão da minha e eu quase reclamo de frustração, a mão dela é tão macia, seria uma delícia eu ter essa mãozinha tocando o meu pau.

- Foi por isso que você casou com meu pai? - pergunto.

- O quê? - novamente me olha com os olhos arregalados.

- Você é nova demais! Muito linda! Porque casou com ele? - arrependo de ter falado isso no mesmo instante, merda, porque eu tinha que ser tão direto assim, ela fica assim toda vermelha, levanta e coloca o prato na pia e responde olhando pro chão.

- Não sou uma sugar baby se é o que você está pensando! - sobe as escadas correndo, eu não posso deixar ela se trancar no quarto imaginando que eu tô pensando coisa errada dela, eu saio correndo e consigo parar ela no topo da escada.

Novamente ela se assusta, eu sei que tô sendo muito invasivo, mas eu só quero me desculpar.

- Helena por favor não pense errado! Eu jamais pensaria algo assim de você! Eu só acho que uma mulher lind.... Bem..... meu pai pode ser mais velho, mas ele é muito charmoso e com certeza alguém como você poderia sim se apaixonar por ele. - me embaralho todo com as palavras.

- Sim é isso! Bem, não se preocupe, não estou com raiva de você! É compreensível você querer saber, afinal ele é seu pai, licença eu vou me deitar, estou com um pouco de dor de cabeça. - passa por mim me enfeitiçando com o seu perfume, e eu quase acompanho ela pro seu quarto, controlo a minha respiração e meus batimentos cardíacos.

Caralho! A reação que meu corpo tem quando chega perto dela é fora do comum!

Eu sinto meus pés pesados quando me afasto do quarto, como se tivesse me afastando de um imã que insiste em me chamar pra ela, sinceramente não sei o que me atrai tanto assim.

Só o fato dela ser linda, gostosa, meiga, gentil e, quase como se fosse inocente, e, aqui estou eu com o pau duro de novo, por uma mulher que acabou de admitir que é apaixonada pelo meu pai, eu sei que não devia, mas fiquei incomodado quando ela concordou com o que eu disse, mas o que eu queria que ela dissesse? Ela é casada com ele, seria estranho se ela não fosse.

Inferno! Deito na minha cama, completamente frustrado, não sei se seria boa ideia procurar alguma garota agora, tenho medo que aconteça o mesmo que aconteceu pela manhã, coloco os fones no ouvido e escuto música bem alta, até forçadamente cair no sono e só acordo a noitinha quando meu pai chega, e todos jantamos na mesa, a Helena está gentil e amável como sempre, parece que já esqueceu o que eu disse com ela mais cedo, não guarda rancor, outra qualidade linda.

Assim que termino o jantar, digo que vou preparar as coisas para a faculdade e deixo meu pai sentado no sofá assistindo televisão, ele passa o braço em volta do ombro da minha madrasta que fica com o rosto impassível, e me dá boa noite.

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- Ohh Daddy! Isso! Ah que gostoso! - acordo com a voz irritante da Malu.

- Você prometeu trazer o Natan! - Manu diz pro meu pai.

- Ele tá ocupado com as coisas da faculdade! - meu pai responde.

Mas que merda! Essas garotas não tem um quarto em casa não?

Me aproximo da janela e dou uma espiada na varanda, a Malu tá com as pernas abertas no rosto do meu pai, e a Manu cavalgando nele.

- Me diz Daddy! Minha bucetinha é mais gostosa do que a da sua esposa? Me diz! A dela é docinha igual a minha? Como é a dela? - Malu pergunta toda manhosa.

Nesse instante meu pai começa a chupar a garota que nem um louco, só pela menção da intimidade da Helena, e a Malu começa a gritar e se retorcer que nem uma louca até gozar.

Eu não sou nenhum voyer mais se eles não quisessem ser vistos, iriam para um quarto, volto pra minha cama sem querer saber o que ele faz com a loira, e sem entender porque ele deixa a Helena sozinha pra ir atrás delas.

A Malu tá certa! Tudo na Helena é doce! Com certeza a bucetinha dela deve ser uma delícia.

Ah merda! Quando eu vou parar com isso?

Tento controlar minha mente e pensar em coisas super brochantes!

Nem sei quanto tempo passei pensando nisso, só sei que um tempo depois minha atenção foi chamada pela voz do meu pai no corredor.

- Deixa eu entrar! - diz autoritário.

- Toma um banho antes de deitar na cama! - ouço a voz da Helena.

- Onde você vai? - meu pai pergunta.

- Beber água! - minha madrasta responde.

- Volta logo!

Eu tô começando a ficar com ódio do meu pai! Como ele tem coragem de fazer a Helena passar por isso? E porque será que ela aceita? Será que gosta tanto dele assim? Volto a colocar música alta nos fones até dormir de novo.

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No outro dia acordo cedo e vou pra faculdade, as aulas foram muito boas e eu me enturmei rápido com a galera, fiquei amigo de um garoto chamado Kawan que estuda na minha turma, e no decorrer da semana, fui ficando amigo dos caras do grupo dele, Tato e Célio.

O trio dos valentões que brigaram comigo ainda me olham de cara feia como se estivessem só esperando uma fagulha pra começar uma briga, Léo, Sávio, Kaio eles parecem três delinquentes, procurando confusão, soube também que o cara terminou com a Iara, e que a loira anda saindo com o Célio.

- Aí mano! Cê vai na festa na casa do Tato hoje? - Kawan pergunta.

- Vou! E você? - respondo.

- Não sei! Minha namorada está viajando e não quero confusão com ela!

- Esse cara é o maior gado que você vai conhecer na vida! - Célio debocha da cara do Kawan.

- Vai se ferrar! - xinga Kawan.

Enquanto estou sorrindo da discussão dos dois, uma garota de cabelo curto se aproxima de mim, toda sorridente, o Tato me apresentou ela mais cedo, mas eu sou péssimo em decorar nomes.

- Vejo você hoje à noite na casa do Tato! - diz pra mim toda sorridente.

- Ta Bom linda! - respondo e a garota alarga o sorriso e se afasta rebolando mais do que o normal.

- Se deu bem Rock! A Sara é a maior gata aqui da faculdade! Todo mundo quer pegar ela! Até o Kawan concorda com isso né Kawan? - Célio pergunta pro moreno.

- Ela é linda! Mas não ganha da Helenaura! - responde Kawan.

- Gado! - Célio provoca.

- Mas enfim! Vai pegar ou não vai? - Kawan me questiona.

- Lógico! - respondo sem muito entusiasmo.

- Qual é Kawan! O cara passou a semana toda pegando mulher! Tu acha que ele vai deixar essa daí escapar também? - Célio diz e o Kawan concorda.

O que Célio disse é verdade, eu passei cada dia da semana transando com uma garota diferente, nem precisou eu me esforçar, elas praticamente se jogavam no meu colo, e eu não dispensei nenhuma, além de ser de praxe, eu também precisava tirar a Helena do meu pensamento, e pareceu funcionar, afinal essa semana eu quase não vi ela.

Até agora!

Já é a tardinha e o sol está começando a se pôr deixando a paisagem com um brilho alaranjado, é verão e consequentemente tá fazendo muito calor, após chegar do jogo de futebol com os caras da facul, fui direto pra cozinha beber água, e pra minha desgraça acabei olhando para o quintal.

A Helena está molhando as flores do jardim que eu já percebi que ela cuida com muito cuidado, ela está no meio das flores, segurando uma mangueira e regando tudo, está com aquele coque alto na cabeça de garota depois de uma uma foda, provavelmente por causa do calor, e de repente ela começa a se molhar.

Puta merda!

A regata branca que ela tá vestindo fica transparente, e ela tá sem sutiã, mas uma vez me delicio com os seios redondos e fartos dela, durinhos e perfeitos, a água desce pela cintura fininha e passa pelo quadril chegando a até a virilha molhando toda a região, o shortinho de malha, fica todo colado no corpo, deixando claro a visão magnífica dos quadris e das pernas super grossas, ela fica de perfil e eu me impressiono com o tamanho da bunda dela, enorme, redondinha e empinada, se meu pau não fosse tão grande com certeza não caberia ali.

Por falar nele, tive que apertar ele com força por cima do short fino de jogar futebol na tentativa falha de controlar a ereção que veio em questão de segundos me angustiar, pulsando desesperado.

Meu garoto quer muito algo que não pode ter!

Ela volta a molhar as plantas com um sorriso lindo no rosto, como se acabasse de fazer uma travessura e as plantas fosse suas cúmplices, assim dessa maneira, toda descontraída e sorridente ela parece ainda mais jovem.

E linda! Muito linda!

Eu não sabia o significado da frase "O coração errou uma batida" até agora.

Meu coração tá errando uma, duas, três, várias batidas, na verdade ele tá quase parando, por causa dessa beleza toda que eu tô vendo aqui na minha frente.

- Perfeita! - pensei alto! Ela se assusta e olha pra mim, com o rostinho já ficando vermelho.

- Natan! - pronuncia meu nome toda sem graça.

- Regando as plantas? - pergunto.

- Eee.... sim.... e acabei me molhando sem querer.... Licença. - diz toda sem jeito, desliga a mangueira e passa apressada pra dentro de casa.

E quando ela passa por mim deixando seu perfume doce de flor, mais uma vez eu tenho aquela sensação, de uma ímã poderoso me puxando, eu fico até tonto com o tanto que eu tenho que me controlar ao ver ela passando por mim desse jeito, minha vontade é de tirar toda essa roupa molhada e secar ela com o meu próprio corpo, que nesse momento tá quente, muito quente, tá pegando fogo.

Fico parado onde estou até escutar os passos dela subirem as escadas e bater à porta do quarto, só então ouso me mexer e ir para o meu, eu preciso urgentemente de um banho frio.

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- Como foi a semana? Soube que você é o maior pegador da faculdade! - meu pai pergunta durante o jantar.

Olho pra Helena apreensivo, ela tá comendo tranquila quase nem prestando atenção a nossa conversa, não sei dizer se a falta de interesse dela na conversa me deixa aliviado ou triste.

- A semana foi boa! Quem te falou essa história de pegador? - pergunto e meu pai sorri.

- José, o zelador que me falou quando estávamos no bar! Ele disse que todo dia é uma diferente! - eu sei quem é o zelador! É um velho tarado que fica espiando escondido no banheiro das meninas.

- Não há dúvida que puxou pra mim! Não é Helena? - meu pai pergunta para a minha madrasta.

- Ah sim! Filho de peixe. - responde entediada mexendo na sua comida.

- Pois é! Vai sair hoje? Pra... como vocês dizem? Sextar? - meu pai pergunta animado.

- Tô querendo ir numa festa! - respondo.

- Vai sim! Tem que aproveitar! Eu também vou pra uma balada com algumas amigas. - diz e a Helena revira os olhos.

- Você também vai Helena? - pergunto para a minha madrasta.

- Não! - meu pai responde por ela, e novamente ela revira os olhos, depois levanta, recolhe nossos pratos e vai lavar a louça.

Eu me levanto e vou pro meu quarto tomar banho e me arrumar para a festa, quando saio do banheiro, escuto as vozes alteradas do meu pai e da Helena vindo do corredor, em seguida os passos apressados do meu pai descendo as escadas e batendo a porta com força, e o barulho do carro sendo ligado e saindo em seguida.

Tiro minha toalha e visto uma cueca boxer branca, vou até o guarda roupa e começo a procurar short pra vestir, quando escuto um grito e um barulho alto de vidro se quebrando, abro a porta do quarto assustado e vejo que a Helena acabou de jogar um vaso no chão, depois pega uma jarro de enfeite na mesinha do canto e joga no chão fazendo outro barulho.

- Droga de vida! - ela grita e lágrimas começam a rolar pelo seu rosto e meu coração se parte, eu sinto uma necessidade imensa de envolver elas em meus braços e fazer carinho até ela parar de chorar.

- Helena! - falo me aproximando e ela vira o rosto pra o meu lado um pouco desnorteada, eu não tinha me tocado que tinha saído do quarto só de boxer, até ela me olhar.

E é aí que ela repara em mim pela primeira vez!

Os olhos dela sobem e descem observando todo o meu corpo, eu sou atleta desde que me conheço por gente, e tenho plena consciência de que sou forte e musculoso, os olhos dela param um pouco no meu abdômen olhando os gominhos, sobe para o meu peitoral e pescoço, e só com esse olhar eu sinto ferver cada célula que existe em mim, quando eu penso que ela vai olhar para os meus olhos, sou surpreendido quando ela baixa o olhar e vai direto pra minha ereção que já tá pra rasgar a boxer, e pra piorar, começa a latejar quando eu vejo que ela mordeu o lábio.

E finalmente os olhos dela param nos meus, pela primeira vez eu vejo desejo, e os meus não estão diferentes, avanço dois passos em sua direção, e ela afasta um pouco os lábios carnudos, agora entreabertos, e dessa vez quem morde o lábio sou eu, porque eu tô louco pra beijar essa boca suculenta, morder até ela gemer, beijar e chupar esse pescoço branquinho dela, pegar nesses seios, sinto meu pau inchar e liberar pré gozo, sei que meu olhar pra ela está feroz, refletindo o tanto que eu tô pigando tesão aqui por ela.

- Na, Natan..... des, desculpa.... eu achei que estava..... sozinha. - começa a falar gaguejando.

- Helenaaaaa! - minha voz sai mais rouca e arrastada que de costume, denunciando claramente o meu desejo.

Porra eu não aguento mais! Eu quero ter essa mulher pra mim!

Me aproximo ainda mais dela, e a medida que eu vou avançando ela vai dando passos para trás e se afastando.

- Não foge de mim Helenaaa! - digo encostando na sua orelha e vejo todos seus pelos se arrepiarem, o cheiro dela é muito bom, passo minha língua na região do pescoço até a orelha.

Ahhhh! Deliciosa!

- Se afasta Natan! - Helena me empurra e sai correndo para o quarto dela, bate a porta e escuto ela trancar.

Eu volto pro meu quarto, tentando controlar minha respiração ofegante, agora que tô longe dela, finalmente consigo raciocinar.

Merda! O que eu fiz!

Que tipo de cafajeste eu sou? Se jogando desse jeito pra cima da mulher do meu pai!

Porra!

Visto minhas roupas em tempo recorde, pego minhas chaves e saio pra descontar toda a minha frustração nessa festa.

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