Afrodite, nome dado por seus pais por ela ter nascido dentro das espumas do rio Salum diz a mitologia grega, que Afrodite significa nascido das espumas das aguas, foi em um dia muito quente que sua mãe, a senhora Fayola, lavava roupas as margens do rio, teve fortes contrações, e a pequena Afrodite, venho ao mundo, banhada pelas aguas do rio Salum.
O rio Salum, fica na cidade de Kaolack, centro oeste do Senegal, e a sudeste da capital Dakar, a jovem Afrodite, acabava de completar 20 anos, vivia com os pais, a senhora Fayola, o senhor Bandyle, e a irmãzinha de doze anos Bintu.
Moravam em Kaolack, desde a fundação da cidade.
Todos trabalhavam, na usina de sal, trabalho árduo, tinham que buscar, o sustento para sobreviver, o salário dava apenas, para viver comendo e nada mais, Afrodite e a irmã bintu, saiam da escola, e corriam para a usina, para ajudar os pais, e assim foi, por muitos anos, naquele trabalho escravo, o dono da fábrica, um homem rude, e mal-educado, que atendia por nome de Kambani, pensava em produção, e produção, naquele dia Afrodite estava disposta a enfrenta-lo.
Iria pedir sua demissão, e a de seus pais,
já haviam pagos, todos os empréstimos, que eles fizeram na empresa, era o único motivo de ainda, estarem naquele trabalho escravo, ela sabia que seus pais, ganhariam mais dinheiro pescando, e vendendo, os peixes nos vilarejos vizinho, eles tinham um bom barco de pesca, porem o trabalho na usina de sal, os impedia de terem seu próprio negócio.
Afrodite tinha sonhos, queria ser médica, para salvar vidas, carregava um trauma, desde a infância, presenciou sua irmã mais velha, morrendo de um infarto fulminante, e ela não podendo fazer nada, deste dia em diante, decidiu que seria médica, a qualquer custo, e dar uma vida digna para seus pais, e sua irmã caçula, agora era o momento e o dia.
Entrou na sala do senhor Kambani, ainda com o corpo suado, exalando um cheiro selvagem, devido ao trabalho exaustivo, na fábrica de sal, entrou falando, o que ela teria de fazer, para ele liberar ela, sua irmã e seus pais daquele trabalho escravo,
que somando, o salário dos quatros, dava somente para o básico, comida, e comida mais nada, por sorte, eram boas costureiras, aprenderam a arte da costura, quando viviam nas aldeias selvagens do Senegal.
O senhor Kambani sentado estava,
sentado ficou, abriu o zíper da calça jeans empoeirada, e tirou um enorme caralho negro, para fora, Afrodite entendeu a mensagem, não era mais, a virgem de Kaolack, foi estuprada com doze anos, pelos próprios tios, e sabendo do costume do vilarejo, que ninguém iria se casar com ela, por ser uma jovem estuprada e desonrada, resolveu cobrar por uma trepada com ela.
Assim, ganharia um dinheiro por fora, para ajudar na renda da família, sempre na hora do almoço, chupava ou dava seu lindo rabo, para os funcionários, explodirem dentro dela, tirando o estresse que passavam, com suas esposas, e também o aborrecimento, do chefe Kambani, os homens faziam fila, para ter a bela negra Afrodite.
Afrodite de quatro, mamava como uma cabrita, o enorme caralho de seu chefe, lambia e mordia com gosto, levando o homem nas nuvens, depois ficou de quatro, e ele enterrou em sua buceta, negra e molhada, socando por várias vezes, até ter um forte, e profundo orgasmo, ele adorou comer a bela Afrodite, o chefe Kambani, sabia que a jovem Afrodite, trepava por dinheiro, com seus funcionários fora do expediente.
Então propôs, liberar seus pais e sua irmã, com a condição, de A