Celia Kane abriu os olhos, sentindo-se atordoada. Ao olhar seus arredores, uma fraqueza seguida por tontura a atingiu. Assim que abaixou os olhos, ela se deu conta de que usava um vestido de noiva. Aquilo era, no mínimo, bizarro.
No segundo seguinte, vários seguranças se reuniram ao redor dela, prestes a forçá-la a entrar em uma limousine.
"O que é isso?! O que vocês estão fazendo? Me soltem!", Celia gritou, ela estava em pânico. Nada daquilo fazia sentido, ela se perguntava o que estava acontecendo.
A mulher soltou um suspiro, tentando colocar seus pensamentos em ordem. Afinal, ela só havia voltado para pegar os pertences da mãe e, atendendo a um pedido de seu pai, ela resolveu ficar para o almoço. Isso era tudo o que ela conseguia se lembrar. O que estava acontecendo naquele momento com certeza não fazia parte de seus planos.
Mas seus gritos foram em vão, os seguranças a seguraram com mais força, forçando-a para dentro do carro.
"A ordem do senhor Kane foi muito clara. Entre no carro agora mesmo", gritou um dos seguranças, seu tom de voz era alto e aterrorizante.
Celia mal conseguia acreditar no que acabara de ouvir. Como aquilo poderia ser ideia de seu próprio pai?
Chocada e confusa, ela lutou para lembrar-se do que havia acontecido.
Duas horas atrás, seu pai, Adrien Kane, disse-lhe que acidentalmente encontrou os pertences de sua mãe, Jenifer Mitchell, no sótão. Então ele propôs que ela fosse à casa dele para buscar os pertences da mãe dela.
Celia havia saído de casa aos dezessete anos. Desde então, ela nunca mais entrou na casa de seu pai. E se não fosse pelos pertences de sua mãe, ela nunca mais teria voltado.
Assim que ela chegou lá, Adrien insistiu para que ela almoçasse com ele. Na verdade, Celia não pôde deixar de se sentir desconfiada diante do pedido do pai, visto que ele nunca havia se importado com esse tipo de coisa antes. Por isso, ela se limitou a tomar apenas um gole de suco. Mas ela não esperava que isso fosse o suficiente para fazê-la desmaiar. E, agora que ela acordara, a situação estava fora de controle.
Celia estava fraca devido à droga. Mas graças aos anos de prática de karatê, ela estava em boa forma. Caso ela quisesse se salvar, ela precisava agir rápido.
"Não, eu não vou entrar no carro", ela disse enquanto pressionava os ombros contra a porta do carro, tentando resistir. Em seguida, ela reuniu forças para confrontar os seguranças: "O que diabos está acontecendo? Se isso é ordem do Adrien, quero ouvi-la diretamente dele."
Assim que ela terminou a frase, uma voz grave soou atrás dela. Era Adrien.
"Celia, se eu pudesse escolher, não escolheria fazer isso. Apenas obedeça. Entre no carro e case-se."
Celia ergueu a cabeça e seus olhos encontraram os de Adrien, que estava parado ali. Ao lado dele estavam sua madrasta, Mabel Brooks, e sua meia-irmã, Cerissa Kane.
Mesmo sendo seu pai, aquele homem sempre foi distante e frio com ela. Mas agora, ele parecia envergonhado, pois não se atreveu a encará-la nos olhos.
"Chega de rodeios! Nós a criamos, ela nos deve muito. Agora que nossa empresa está passando por uma crise, é hora de ela nos retribuir."
Mabel deu um passo à frente, medindo Celia com os olhos. "E não se atreva a dizer que sou uma madrasta ruim. Na verdade, você deveria estar me agradecendo de joelhos agora. Afinal, você vai entrar para a família Shaw. Você viverá uma vida luxuosa e cheia de regalias, assim como a maioria das pessoas deseja. Todos na cidade terão inveja de você. Sua mãe está te observando do céu. Ela deve estar feliz em ver a filha se casando agora."
Os olhos de Celia se encheram de raiva quando ela ouviu aquela mulher mencionar sua mãe.
"Uma destruidora desprezível de família como você não tem o direito de decidir sobre meu casamento."
"Meça suas palavras!", o rosto de Mabel ficou vermelho de raiva. Mas um sorriso zombeteiro apareceu em seu rosto antes de ela dizer: "Sim, sou uma destruidora e não tenho controle sobre você. Mas a questão é que o Grupo Kane está em perigo. Nossa família está passando por uma crise. A família Shaw está disposta a nos apoiar desde que você se case com um membro da família deles."
Dizendo isso, a mulher se aproximou e agarrou Celia pelos cabelos. "Você é a filha mais velha do seu pai, então é sua obrigação salvar o Grupo Kane, mesmo que isso signifique sacrificar seu casamento e felicidade.
Além disso, como um casamento com um dos membros da família Shaw pode ser considerado um sacrifício? A família Shaw é a mais rica de Hosworth. Muitas mulheres se matariam para fazerem parte dessa família."
Celia a encarou e disse com sarcasmo: "É mesmo? Então por que você não deixa sua filha se arriscar?"
"Celia, você entendeu mal."
Cerissa lançou-lhe um olhar preocupado antes de dizer hipocritamente: "A mamãe queria que eu me casasse com um membro da família Shaw. Mas quando o papai descobriu que eu me casaria com o Tyson Shaw, ele discordou. Todo mundo sabe que o Tyson sofreu um acidente de carro que o deixou com o rosto desfigurado. Ele está muito fraco agora, prestes a morrer a qualquer momento. Como posso me casar com um homem assim? Você conhece o papai mais do que ninguém. Ele não suporta me ver sofrer, então ele teve essa ideia."
Cerissa decidiu se fazer de vítima. Entre soluços, ela continuou: "Celia, por favor, não culpe o papai. Se existe um culpado aqui, sou eu."
Neste momento, o coração de Celia foi consumido pela tristeza. Oprimida pela raiva e decepção, ela voltou sua atenção para Adrien.
Tanto ela, quanto Cerissa, eram filhas dele. Mas estava claro que ele só se importava com Cerissa. Que ótimo pai aquele homem era.
Ainda assim, Adrien não ousou erguer a cabeça para encarar Celia. Mabel aproveitou a oportunidade e ordenou aos seguranças que empurrassem Celia para dentro do carro. Celia se debateu, mas seu esforço foi em vão. Ela não podia medir forças com aqueles seguranças.
Antes que o carro partisse, Cerissa inclinou-se para olhar Celia através da janela. As lagrimas eram visíveis nos olhos dela, mas, mesmo assim, um sorriso vitorioso brotou em seus lábios.
"Celia, eu quase me esqueci de te dizer uma coisa", seu tom de voz era quase inaudível, apenas as duas eram capazes de ouvir as palavras dela.
"O papai colocou uma droga no seu suco para deixá-la inconsciente. Mas, para mim, não parecia o suficiente. Então resolvi adicionar um pouco de afrodisíaco."
Ao finalizar a frase, o sorriso no rosto de Cerissa se alargou, tornando-se maligno. "Hoje é o seu grande dia. Como sua querida irmã, eu lhe darei um grande presente mais tarde."
Celia sentiu seu sangue ferver, ela tentou desesperadamente sair do carro. Sua vontade era de estapear o rosto descarado de Cerissa.
"Não precisa me agradecer. Apenas aproveite a noite."
Sem tirar o sorriso do rosto, Cerissa sinalizou para que o motorista desse partida no carro.
O motorista obedeceu à ordem. No carro, Celia ainda estava sendo contida pelos seguranças. À medida que os minutos se passavam, o ódio crescia dentro dela.
Mentalmente, Celia calculava quais eram as chances de ela conseguir escapar daquela situação. Ainda sob influência da droga, a fraqueza parecia consumi-la cada vez mais. E o segurança continuava ao lado dela. Estava claro que ela não poderia tomar qualquer atitude precipitada.
Felizmente, o afrodisíaco ainda não parecia ter feito efeito.
Celia precisava ser rápida o suficiente para se salvar antes que isso acontecesse. Caso contrário, ela não poderia imaginar o que aconteceria com ela.
A limousine já estava na estrada há alguns minutos. Estranhamente, o caminho tornou-se remoto, com pouquíssimas pessoas ao redor.
Aquele não parecia ser o caminho para a casa da família Shaw.
Considerando que eles eram a família mais rica e poderosa de Hosworth, os Shaw não poderiam viver em uma área tão desolada.
Foi então que nervosismo voltou a atingir Celia.
Seria este o "presente" que Cerissa mencionou?
Antes que pudesse concluir seu raciocínio, um calor avassalador envolveu seu corpo, e suas bochas ficaram avermelhadas.
Aquilo só podia significar uma coisa. O afrodisíaco começou a fazer efeito.
Ao mesmo tempo, a ansiedade deixou o coração de Celia apertado.
O segurança não pôde deixar de perceber o rosto avermelhado da mulher, o que o fez olhá-la com os olhos cheios de luxúria. Ele se aproximou mais um pouco, sorriu maliciosamente e disse: "Parece que o afrodisíaco fez efeito."
Celia não escondeu a confusão em seu rosto. Afinal, como aquele homem sabia que Cerissa a havia drogado? A única explicação lógica era que ele estava ajudando Cerissa.
Celia se contorceu, tentando lutar desesperadamente contra a sensação que a consumia. Mas as ondas de luxúria gradualmente pareciam devorar seu lado racional.
"Senhorita Celia, não se preocupe. Eu posso te ajudar com isso."
Sem esperar pela resposta da mulher, o segurança a algemou e, em seguida, segurou a barra do vestido dela, levantando-o lentamente para cima.
"Nossa! Eu nunca pensei que teria o prazer de dormir com uma mulher rica."
O motorista não pôde conter sua vontade de olhar o que acontecia atrás dele através do retrovisor. A mera visão da pele macia de Ceclia o deixou excitado. Então ele apressou o segurança: "Rápido! Depois de você, será a minha vez de me divertir com ela. Não se esqueça de gravar tudo. A senhorita Cerissa deixou claro que não podíamos nos esquecer disso."
Celia sentiu seu corpo se estremecer, e seus olhos se escureceram de ódio.
Aquele era o "presente" ao qual Cerissa se referiu momentos atrás. Sua meia-irmã estava determinada a destruí-la.
Celia sentia-se perplexa, mas juntou forças para se acalmar. Naquele momento, o pânico não a ajudaria em nada.
"Se a família Shaw descobrir que a noiva foi estuprada antes do casamento, vocês acham que eles vão deixar por isso mesmo?"
Celia não teve outra opção a não ser usar a família Shaw como escudo, na esperança de dissipar os maus pensamentos daqueles dois homens.
O segurança lançou-lhe um olhar de desprezo. Ignorando a ameaça de Celia, ele pegou uma câmera e começou a gravar tudo. "É o que veremos. Afinal, se a família Shaw realmente se importa com Tyson, o perdedor, você não se casará com ele hoje. Nem mesmo aquele babaca é amado pela família. Então quem você pensa que é?"
Celia mordeu o lábio inferior, contendo seu desespero. O afrodisíaco, além do efeito esperado, também serviu para deixar seu rosto ainda mais bonito.
Não era exagero dizer que seu rosto por si só, era o suficiente para despertar o desejo de qualquer homem.
Aproximando a câmera um pouco mais do rosto da mulher, o segurança acariciou a pele macia dela. E, em seguida, ele rasgou seu vestido de noiva com brutalidade.
Agora, seus ombros macios e deliciados estavam expostos. Engolindo em seco, o segurança deixou um elogio escapar de seus lábios sedentos: ''Você é maravilhosa!"
O mero vislumbre da pele exposta da mulher, só serviu para alimentar o desejo que ele sentia.
Celia estava com os olhos arregalados de medo. Seu desespero era tão grande, que ela juntou forças para dobrar os joelhos e golpear a virilha do segurança.
Um rugido estridente de dor escapou da boca do homem, o que o fez sair de cima de Celia, rolando de dor no assento.
Tentando se recompor, ele não escondeu o ódio que o consumiu enquanto voltava seu olhar para Celia. No segundo seguinte, ele se aproximou de novo, deu um tapa forte no rosto dela, e exclamou: "Cadela! Você realmente se acha uma dama pura e elegante, só porque é de família rica? Só estou te chamando de senhorita porque estou tentando ser educado. Mas você acredita mesmo que tem algum valor?"
O tapa forte do segurança fez Celia recuperar um pouco de consciência e força.
Com um sorriso zombeteiro no rosto, o motorista disse: "Por que você está com raiva dela? Existem várias mulheres iguais a ela. Pare de perder tempo e transe com ela logo. Assim, ela fica mais mansinha. Posso até apostar que, depois, ela vai te procurar para ter um caso com você. Afinal, aquele perdedor da família Shaw não será capaz de satisfazê-la."
"Verdade, você está certo. Deixe-me domar esta vadia", o segurança disse com um sorriso satisfeito nos lábios.
Celia teve que segurar o vômito ao ouvir as palavras nojentas daqueles homens. Aproveitando-se do momento de distração da dupla, a mulher aproveitou a oportunidade para agarrar o volante.
Quando se deu conta do que estava acontecendo, o motorista ficou apavorado. "Você é louca! Você quer nos matar?"
Embora o segurança estivesse fazendo de tudo para puxar Celia para trás, o motorista estava em pânico, o que o impossibilitou de conseguir estabilizar o volante.
Em um piscar de olhos, a limousine perdeu o controle e colidiu com um carro de luxo que se aproximava.
A limousine foi lançada há poucos metros de distância dali. Quando o carro finalmente parou, tanto o motorista quanto o segurança estavam tontos. Celia sentiu sua cabeça chocando-se contra a janela, o que a deixou um pouco tonta também.
Mas ela ainda estava consciente. Aquele era o momento certo para fugir.
Mesmo com o corpo dolorido, Celia precisava reunir as forças que lhe restavam para sair do carro. Sem pensar mais, ela chutou o segurança, abriu a porta do carro e correu sem olhar para trás.
"Que merda! A vadia está tentando fugir!" Celia ouviu o grito do segurança atrás dela.
O motorista e o segurança desceram rapidamente do carro para persegui-la. Afinal, se Celia fugisse, os dois estariam em apuros.
Celia correu o mais rápido que pôde até um carro de luxo ali perto. Ela se sentia tonta e sua visão estava um pouco borrada. Felizmente, não tinha se machucado e sua mobilidade não foi afetada.
Não havia ninguém ali por perto. A única coisa que viu foi aquele carro. Era sua única chance de escapar.
Depois de ser atingido, aquele carro parou bem na beira do penhasco. Se o motorista não fosse tão bom, provavelmente teria caído no abismo e sofreria sérias consequências.
Os dois caras de terno no banco da frente saíram rapidamente. Um deles foi conferir o carro imediatamente, enquanto o outro parou em frente à porta de trás. Se curvando, ele disse: "Sinto muito."
O homem dentro do automóvel estava totalmente inexpressivo. Ele desceu do carro e atendeu ao celular, que estava tocando fazia algum tempo.
Uma voz severa e irada se fez ouvir do outro lado da linha. "O que você está fazendo? A noiva está praticamente aqui, mas você ainda não voltou. Acha que faríamos uma cerimônia de casamento dessas se você não fosse nosso filho? Hosworth é enorme. Você nem sequer consegue uma esposa. Por quanto tempo está planejando humilhar nossa família?"
"Não sou mais um membro da família Shaw, portanto não pretendo voltar." Após dizer isso, o homem desligou abruptamente o telefone.
Após observar o carro, seu assistente Briar Powell veio para o lado do homem e disse: "Nosso veículo foi atingido por outro, senhor. Mas a princípio está tudo bem e você não vai se atrasar para seu encontro com o senhor O'Brien."
O rosto do homem estava desprovido de qualquer emoção. "Vamos seguir o caminho então. Godwin, você fica para lidar com o restante do problema."
Celia, por sua vez, se projetou o mais rápido que pôde na direção deles. Assim que viu o homem entrar no carro, correu para frente e bloqueou a porta que se fechava com a mão.
Sua mão ficou com uma grande marca vermelha ao ser prensada pela porta. Tentando entrar no carro para escapar do perigo em que se encontrava, ela seguiu se comportando de maneira precipitada. Encarando o homem dentro do carro com lágrimas nos olhos, ela implorou: "Por favor, me ajude!"
Ele virou o rosto e a mirou intensamente.
Briar se absteve de agir por impulso. Abaixando a cabeça, perguntou: "O encontro com o senhor O'Brien já vai começar, senhor. O que devemos fazer com esta mulher?"
Ao ouvir isto, Celia se agarrou no terno dele e implorou com uma voz chorosa: "Por favor, me ajude!"
Seus lindos olhos amendoados estavam cheios de lágrimas.
Ao vê-la vestida de noiva e completamente desgrenhada, o homem se lembrou da ligação com seu pai e fez uma suposição.
O motorista e o segurança responsáveis por Celia também chegaram nesse momento. O motorista viu que o carro na sua frente era de luxo, por isso suprimiu seu medo e sua ira para falar educadamente: "Sinto muito por ter batido no seu carro agora, senhor. Mas foi apenas um acidente. A culpa é nossa, estávamos com pressa para entregar a noiva para a família Shaw."
Embora soasse cortês, suas palavras insinuavam que o mais importante nesse momento era levar a esposa até os Shaw ou as repercussões de ofender uma família tão rica seriam terríveis.
O homem permaneceu em silêncio com uma mirada compreensiva em seus olhos.
Celia negou com a cabeça veementemente. O afrodisíaco havia penetrado completamente em sua corrente sanguínea, fazendo com que não conseguisse organizar direito seus pensamentos para refutá-lo.
Ela apenas se agarrou na roupa do homem, se recusando a soltá-lo. Tentando suportar a angústia que sentia o melhor que conseguia, ela murmurou: "Senhor, não... por favor, não confie nele. Eles... eles querem me estuprar. Preciso da... sua ajuda."
Agitado, o motorista gritou: "Mas que bobagem!"
Então encarou o homem dentro do veículo e disse: "Sugiro fortemente que você não se meta nesse assunto. Entrar em conflito com a família Shaw não é uma decisão sábia."
Afinal, eles eram o clã mais poderoso de Hosworth.
O homem encarou Celia com uma expressão glacial.
Os olhos dela estavam turvos. O rosto dela estava ruborizado como uma nuvem carmesim e seus ombros estavam descobertos.
Franzindo a testa, ele tirou o terno e o passou ao redor do corpo dela. "Entre no carro."
Ela obedeceu imediatamente, como se tivesse encontrado uma tábua de salvação.
Briar rapidamente fechou a porta, impedindo que os outros dois se aproximassem dela.
Ao ver isso, o motorista o ameaçou: "Como você se atreve! Sabe quais serão as consequências de se colocar no caminho da família Shaw?"
"Tudo que sei são as consequências de você me ofender."
O tom dele soou tão frio quanto gelo. Olhando para fora do carro, ele ordenou para seu guarda-costas Godwin Benson: "Se livre deles."
Então ele se virou para Briar e ordenou: "Vamos embora."