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 A Paixão Proibida

A Paixão Proibida

Autor:: Leonor Magalhães
Gênero: Romance
Bianca Santillana é uma bela jovem que sempre odiou sua mãe, Flavia vda. de Santillana por causar a morte de seu pai. Flavia conhece o milionário Ariel Piedmont e quer ficar com ele apenas pelo seu dinheiro no entanto, Ariel está interessado em Bianca que aceita sua proposta de casamento apenas para arruinar os planos de sua ambiciosa mãe. Na mansão de Ariel, Bianca conhece o segundo sobrinho de seu marido, Bruno Hurtado Piedmont um jovem a quem Ariel ama como seu próprio filho. Bruno descobre que se apaixonou pela esposa de seu tio e começa a cortejá-la no entanto Bianca rejeita, mas vendo a insistência do jovem, ela se apaixona por ele, começando juntos um relacionamento proibido. Nina Piemonte, filha de Ariel, sempre foi apaixonada por seu primo no entanto ele só a vê como uma irmã. No entanto Bruno não quer trair o homem que o criou como seu próprio filho, mas também não quer desistir de Bianca. Enquanto isso Bianca também se sente culpada e planeja se divorciar para não ferir Ariel, mas Flavia manipula a deixar permanentemente Bruno, porque sua filha não quer desperdiçar a fortuna de um homem rico. Bianca e Bruno planejam fugir, mas não atingem seu objetivo, deixando Bruno diante dos olhos de Bianca como um covarde. Quando Bianca termina com Bruno, ela decide continuar com Ariel, enquanto isso, Bruno se sente devastado por ter decepcionado a mulher que ama e procura recuperá-la também. Depois de várias tentativas entre os dois decidem retomar seu relacionamento, o que suspeitara entre os membros da família, desencadeando vários eventos que afetarão toda a família, além de um final trágico.

Capítulo 1 O Evento beneficente

_Bianca! _gritou Adela mais uma vez da sala.

_Já disse que estou descendo!

_Bianca desceu das escadas se equilibrando nos saltos altos. Fazia tempo que não usava um desses.

_Não consigo mais andar de saltos. reclamou ela.

_Não podemos nos atrasar, tens uma apresentação a fazer ! exclamou ela já ficando nervosa.

Ambas tinham marcado de ir ao jantar beneficente juntas. Lá haveria pessoas bem sucedidas e relacionas a quem elas queriam conhecer que pudesse ajudá-las com a fundação.

Quando as duas amigas resolveram dividir uma apartamento em Cancún, era para que elas vivessem perto da a fundacão ende elas trabalham.

Bianca valorizava muito o que amiga fazia por ela. Trazia-lhe tão sonhada paz e harmonia, que tanto precisava para esquecer o passado trágico que viveram a dois anos.

_vi o táxi chegando da janela do quarto, vamos. _disse ela pegando a bolsa caminhado meio desajeitada até a porta.

A amiga riu.

_se continuar andando desse jeito vai acabar sé machucando ou machucando alguém. _Adela riu mais uma vez .

Ambas entraram no carro e seguiram até ao hotel onde aconteceria o evento.

Depois de algum minutos, ambas chegaram ao hotel. O evento deste dia tinha sido criado em estilo danceteria, que deixasse os convidados bem a vontade e relaxados após suas doações para reforma da ala leste da a fundacão.

Adela e Bianca chegaram bem a tempo do evento começar, o evento começará após o decurso de Bianca.

Bianca olha para o interior da sala onde o evento foi realizado não contém o sorriso. _Obrigada amiga por tudo que fizeste por mim e pela a fundacão, sem a sua ajuda não conseguiria organizar este evento, obrigada de coração amiga.

_Não tens que agradecer, é para isso que serve amizade, lembra quando fizemos o juramento que iremos nos apoiar não importa as circunstâncias, então estaremos juntas para o todo sempre amiga. Adela diz com carinho e sorriso no rosto.

_É tão bom ter-te como amiga, Adela você é como se fosse a minha irmã, valorizo muito nossa amizade! _exclamou ela com tamanha alegria.

_Também te considero uma irmã, agora vai lá faça o seu discurso. _Bianca sobe no palco e começa a fazer o seu discurso.

_Boa noite senhoras e senhores! Chamo-me Bianca Santillana diretora geral da a fundacão Santillana, meu avô foi o fundador desta a fundação depois de sua morte ele passou para o meu pai e o meu pai passou para mim, para continuar com o legado da família e dar continuidade com os projetos da a fundacão. Bianca dá uma pausa respira fundo ao ver sua mãe que tanto odeia, por causar a morte do seu adorado pai, dá um sorriso para disfarçar a sua raiva pela mãe e continua com o discurso.

_ É com grande prazer que faço o discurso dando as boas-vindas a todos vocês esta noite

Há séculos que o homem no seu espírito inquietante tenta saber a origem da sociedade. Grandes nomes como Hobbies, Locke e entre outros tentaram figurar a sociedade e os seus primórdios.

De um lado uns acreditavam que o homem por natureza é mau e por outro lado que o homem é bom. De um lado a crença de que os homens se agrupam para viver em sociedade através de um contrato social, os contratualista, e por outro que na base da sua bondade naturalmente se agrupou, Naturalista.

Há homens maus e bons. O certo é que, naturalmente ou através do contrato social, resultam certos deveres , e é consenso há séculos que esses deveres são: proteger uns aos outros, diversificar para o fim comum, contribuição de todos , e ajudar, apoiar uma causa nobre como os projetos que podem transformar a vida de crianças e adolescentes. Conto com o apoio de todos vocês presentes aqui, vamos transformar vidas e dar um lar as crianças sem família, famílias sem teto e fazer desta a fundação um lar para todos eles.

Bianca termina o discurso, e ove-se muitos aplausos e elogios, uns não conseguem entendem como uma jovem na casa dos 20 anos tem tanta sabedoria, que conseguiu convencer a todos com o seu discurso, por outro lado Bianca causou inveja de muitas jovens que não paravam de desdenha-lha, em suma Bianca causou uma boa impressão para dos os empresários, principalmente do homem mais rico de todo Cancún. Senhor Ariel Piedmont.

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Continua no próximo capítulo, beijinhos e deixem comentários.

Capítulo 2 Ariel Piedmont

Ariel Piedmont, um homem na casa dos cinquenta anos, não tirava os olhos de uma linda jovem que chamou a sua atenção, já fazia sete anos desde que a sua esposa faleceu que não tinha interesse por outras mulheres, para ele Bianca era diferente e única e quer sé casar com ela, fará de tudo para ter ela como sua esposa. Estava tão imerso nos seus pensamentos que não deu conta de alguém esbarrando nele.

_Me desculpe senhor Piedmont, não foi minha intenção esbarrar no senhor! Flávia diz com um sorriso no rosto. Ariel mal olhava para ela e não disse nada, volta sua atenção no palco, vendo o desprezo do homem Flávia fica muito chateada por não conseguir chamar sua atenção ela havia sé preparado especialmente para ele, nem com isso conseguiu sua atenção.

Ao longo do descurso Flávia percebeu que o bilionário não tirava os olhos de sua filha, achou o momento perfeito para elaborar o seu plano e seduzi-lo.

_A minha filha é brilhante não é senhor Piedmont? Ela pergunta com satisfação.

_Ela é mesmo sua filha? Ariel pergunta com desconfiança não gostava quando mentem para ele só para sé aproximar dele por interesse, ele odiava estes tipos de mulheres oferecidas.

_Sim senhor, ela é mesmo minha filha e tenho muito orgulho dela! Exclamou ela com alegria, a pesar de suas diferencias e o ódio que Bianca sentia por ela, Flávia ama muito sua filha e não demonstra o seu amor por ela.

_A sua filha é muito inteligente e eu aprecio muito isso! Exclamou ele com satisfação.

_Já agora , eu sou Flávia Santillana é um prazer conhecer o senhor!

_O prazer e todo meu senhora Santillana!

_Quanta formalidade senhor Piedmon! Pode me chamar só de Flávia. Diz ela com ternura.

_Tudo bem então Flávia, agora entendo de onde a sua filha herdou tanta beleza. Afirmou ele com tanta ternura.

_Me sinto lisonjeada senhor Piedmon! Exclamou ela com um pingo de tristeza mas não deixou transparecer a sua profunda tristeza, ela reconhece que sua filha é muito bonita. Flávia na idade de sua filha era muito bonita também por onde ela passava chamava atenção de muita gente por causa de sua beleza, infelizmente a sua filha a superou em tudo e isso á deixa muito infeliz. Ariel olha para ela e sorri.

_ Gostaria de convidá-lo para almoçar senhor Piedmon, sé não for um incomodo? Pergunta ela com esperança, de que ele possa aceitar o seu convite.

_Senhora Santillana, sou um homem muito ocupado, não prometo nada por enquanto vou arranjar um tempinho para almoçar com a senhora. Afirmou ele com sinceridade.

_Tudo bem, ficarei a aguardado o seu convite senhor Piedmon! Flávia exclamou com alegria por concluir a parte do seu plano.De repente o telemóvel do Ariel começou a tocar.

_Foi um prazer conhecer a senhora, agora tenho que atender esta ligação, o meu acistente entrará em contato com sigo. Dizendo isso ele sai com o telemóvel na mão não dando tempo para Flávia falar, que a deixou triste.

_Que grosseria por parte dele, não importa o importante que dei o passo tão grande não vejo a hora de desfrutar de toda fortuna que ele possui.

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Agradeço a presença de todos vocês. Agora dou abertura do evento, estejam a vontade e divirtam-se. Bianca termina o seu discurso e sai do palco e vai em direção de sua amiga.

_Que alegria Bianca você arrasou amiga! Adela exclamou com orgulho e alegria.

_ Não brinca Adela, estava tão nervosa mas no final correu bem, não aguento mais estes saltos. Ela diz com desconforto.

_Onde está a Sara que não a vejo? Bianca pergunta por sua acistente.

_Teve um pequeno problema com alguns repórteres na entrada do hotel, ela foi lá checar.

_Entendo. O que não entendo é o que a Flávia faz aqui, ela não gosta muito teste tipo de evento. Só espero que que não me cause problemas. Bianca diz com uma voz de preocupação.

_ Não se preocupe estamos de olho nela, se fosse para fazer alguma coisa já teria feito ao longo do seu discurso. Adela tenta tranquilizar sua amiga.

_ Você tem razão mas não podemos a baixar aguarda, entre em contato com alguns seguranças para estar de olho né lá.

_ Está bem farei isso agora mesmo. Depois disso Adela sai e vai em direção a saída do hotel.

_Boa noite senhorita Bianca, eu trouxe um par de sapatos para senhorita trocar está no quarto particular qua a a senhorita Adela preparou para o caso de emergência. Sara diz ao se aproximar de sua chefe.

_ Obrigada Sara, já não aguento estar em pé com estes saltos altos, Adela não para de me surpreender ela pensou em tudo, vamos lá estou precisando de um descanso. Ao dizer isso ambas vão em direção ao elevador, já dentro do elevador Sara aperta o botão para o quinto andar. Ao chegar ao quinto andar Binca tropeça nos seus saltos e cai, por pura sorte ela não cai no chão graças ao homem que foi mais rápido com seu movimento não permitindo que ela caisse no chão.

_ Senhorita você está bem? Sara pergunta com preocupação.

_ Estou bem Sara não se preocupa. Bianca diz mas não para de olhar para o homem a sua frente.

_ Foi por pouco senhorita Santillana, tenha mais cuidado da próxima vez. Ariel diz com sorriso.

_ Obrigado por não permitir que eu caisse, da próxima vez terei mais cuidado. Bianca diz com vergonha.

_ Só isso não basta.

_ Como assim, não estou entendendo?

_ Quero dizer, mostre a sua gratidão não com palavras mas sim com ações, agora entendeu?

_ Sim, quem é o senhor?

_ Você não sabe quem eu sou?

_ Não faço ideia que quem seja o senhor! Exclamou ela.

_ Em breve saberás, agora preciso ir! Ariel sai sem dizer mais nada, deixando Bianca confusa.

_ Espere aí senhor, ao menos me diz o seu nome. Ariel para por um instante e sé vira olha para ela e sorri, depois desaparece no elevador.

_ Que homem estremamente estranho, quem ele pensa que é, para que eu possa mostrar a minha gratidão com ações. Bianca fala com bastante convicção. Entrado para o quarto Bianca descalça os saltos e se joga no sofá.

_ Senhorita Bianca, o senhor que a ajudou agora apouco é o CEO da maior empresa de tecnologia de toto mundo financeiro. Bianca olha para Sara e não acredita no que acabou de ouvir, a um ano atrás ela foi para empresa do grupo Piedmont, para falar com o CEO da empresa para pedir que ele investisse na afundacão, disseram-lhe que o senhor Piedmon e um homem muito ocupado, ela foi para lá muitas vezes e não teve nenhuma resposta e acabou desistindo, agora que acabou de conversar com ele por pura coincidência, ela espera que ele possa investir na afundacão.

_ Meu Deus! Exclamou ela, _ retiro o que disse, vou convidar ele para almoçar, para mostrar a minha gratidão, Sera vê se consegues entrar em contato com o acistente dele ou com sua secretaria.

_ Pode deixar, farei isso amanhã mesmo.

Depois de meia hora Bianca sai do quarto já com outros sapatos, foi em direção ao evento.

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Continua no próximo capítulo.

Capítulo 3 Fotos exposta

Na Delegacia

​- Eu vou com você - Adela disse, e Bianca concordou com a cabeça.

​Depois de meia hora, as duas saíram do apartamento e foram direto à delegacia.

​💼 Nas Empresas do Grupo Piedmont

​- Retirem todas estas notícias antes que a minha filha as veja - Ariel ordenou ao telefone, a voz fria e tensa. - Investigue quem tirou estas fotos e as publicou na mídia.

​- Sim, senhor. Farei isso imediatamente.

​- Está bem, agora pode sair.

​O assistente fez uma reverência e saiu, deixando Ariel sozinho com a raiva que sentia pela exposição.

​💔 Confronto

​Depois de concluir o procedimento de soltura de Flávia, o delegado pediu a Bianca que aguardasse.

​- Por que estão demorando tanto? Já não aguento mais ficar aqui - reclamou Adela, impaciente.

​- Como é bom ver você, filha - Flávia disse, em um tom carregado de ironia.

​Bianca se virou para a mãe com determinação. - Já está tudo resolvido. Estou indo embora e nunca mais ouse me ligar ou ligar para minha assistente.

​- Como ousa falar assim comigo? Eu ainda sou sua mãe! - Flávia sentiu o nó na garganta.

​- Não me venha com este papo de mãe! - A voz de Bianca saiu embargada. - A senhora deixou de ser minha mãe no dia em que o meu pai morreu.

​- Até quando você vai me culpar pela morte do seu pai, filha?

​- Não me chame assim, já disse! Vou cortar todos os laços com a senhora! Não tenho mãe. A minha mãe morreu no dia em que o meu pai morreu!

​Lágrimas escorriam pelo rosto de Bianca. Ela se virou e saiu apressadamente da delegacia.

​Flávia cambaleou, as palavras da filha cravadas em seu peito como uma faca. Adela olhou para ela, sem piedade.

​- Vai ser bem melhor se a senhora ficar bem longe dela - disse a amiga, antes de sair correndo atrás de Bianca.

​☕ Na Cafeteria

​Adela encontrou Bianca sentada na calçada da estrada, o corpo encolhido. A imagem partiu seu coração.

​- Bia, vai ficar tudo bem. Levante-se - pediu Adela, aproximando-se.

​Bianca olhou para ela e permitiu que mais lágrimas caíssem.

​- Prometo a você que esta será a última vez que choro por causa dela - disse Bianca, levantando-se com a ajuda da amiga.

​- Assim espero! - exclamou Adela, puxando-a. - Vamos. Aqui perto tem uma cafeteria que faz os melhores doces.

​- Você sabe que não gosto muito de doces.

​- Eu sei. Só queria arrancar um sorriso deste lindo rosto.

​Bianca sorriu, agradecida pelas piadas da amiga. Em poucos minutos, chegaram à cafeteria.

​- Bom dia, senhoritas! O que vão pedir? - O garçom perguntou, sorrindo e sem disfarçar o olhar em Bianca.

​- Eu vou querer um suco de laranja e um sanduíche misto com salada - pediu Bianca.

​- Para mim, pode ser um milk-shake de morango e uma fatia de bolo.

​O garçom anotou os pedidos e se afastou.

​- Amiga, o garçom não parava de olhar para você. Aposto que ele está afim - cochichou Adela.

​- Nada disso. Admito que ele é bonito, mas no momento não é hora para eu pensar em namorar ou ter um caso. Para Bianca, era muito cedo para um relacionamento sério; seus casos eram apenas sexo e nada mais.

​- Entendo. O seu celular está tocando - alertou Adela.

​Bianca pegou o celular e atendeu a assistente. Dez minutos depois, encerrou a ligação. O garçom voltou, deixou os pedidos na mesa e piscou para Bianca, que sorriu de volta. Adela já saboreava o bolo.

​- O que você tanto procura neste celular que não come?

​- Sara me disse que fotos do senhor Piedmont e da Flávia foram expostas na mídia, causando um alvoroço nas redes sociais.

​- Isso não é nada bom! O que estão dizendo?

​Adela pegou o celular para checar os comentários. Na primeira imagem, Flávia e Ariel estavam perigosamente perto, no momento do esbarrão.

​- Quem é esta senhora? - Adela leu um dos comentários em voz alta. - "Será que ela será a nova senhora Piedmont?"

​Bianca sentiu o estômago gelar.

​- Olhe este aqui - continuou Adela. - "Pelo visto o senhor Piedmont já superou a morte de sua esposa, que faleceu há oito anos."

​De repente, as imagens e os comentários desapareceram.

​- Cadê? Sumiu de repente! - exclamou Adela.

​- Também não estou encontrando a página - respondeu Bianca.

​- O senhor Piedmont mandou excluir tudo! Ele é tão poderoso que isso deve ter sido moleza. Aposto que a Flávia está por trás disso - afirmou Adela com convicção.

​- Também acho. Já pedi para Sara investigar. Vamos ver o que ela está aprontando desta vez.

​Depois de meia hora, as duas saíram da cafeteria

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