Um mês antes
O paraíso atrás da porta entreaberta!
O dia amanheceu, o sol brilha fortemente lá fora Amanda, acorda e ao abrir os olhos e olhar pela janela, vê como o dia está lindo! Apesar disso levantou desanimada reclamando:
- É senhor dia, do que adianta você estar lindo se meu dia vai ser chato como os de todos esses dias que estou aqui na casa de mamãe!
Que droga, porque dei mole de perder meu emprego, agora nem pro meu sustento, tenho!
Tendo que depender da moradia da mamãe, que não para de se queixar da falta de dinheiro!
Nossa, ai meu Deus, eu estou fazendo o mesmo! Ufa, senhor, me livre de ficar rabugenta como ela. Pra piorar ela quer que eu a acompanhe até à casa da costureira, meus deus não vejo essa mulher desde os meus dezoito anos quando fui embora fazer minha faculdade, e isso já tem dez anos.
Uau! Como o tempo passou assim tão rápido! Nossa, eu nem percebi, já estou com...aí, nem vou falar quantos anos estou, que vergonha chegar a essa idade e não ter conseguido nem uma marido, nem pobre, muito menos rico! Mas como poderia ser diferente, se sou o que sou.
"Ser pobre na minha família já é normal. Já que minha bisavó era pobre, minha avó era pobre, minha mãe é pobre, eu sou mais pobre ainda, já que estou aqui dependendo do favor de mamãe!"
Que lástima ninguém merece ter pessoas tão pobres na família, e ser tão pobre também.
Mas voltando a falar da costureira, não tem como não lembrar daquele filho dela, nossa ele era bem gostoso naquela época, será que já se casou?
Afinal ele é dois anos mais velho que eu!
Depois de tomar uma ducha fria pois mamãe não tem chuveiro elétrico porque segundo ela, gasta muito e faz mal pra sua pressão arterial, me vestir e desci para tomar meu café puro já que nem pro leite temos -nossa que decadência!
Falou Amanda, enquanto fechava a geladeira batendo a porta com raiva, sem perceber que a mãe estava atrás dela, que já fala:
-Ótimo, estraga mesmo, estou mesmo precisando de uma nova, então vá em frente se pode me dá outra! - A mãe fala sentando-se no lugar que a filha já tinha escolhido e colocado a xícara, ao ver a ousadia da mãe, Amanda, bufou, e senta-se no outro lugar, enquanto a mãe fala mastigando um pedaço do pão:
-Amanda, tome logo esse café, eu marquei de está na costureira às nove!
Amanda, olha, e responde no mesmo instante:
- Eu já estou pronta, mas mamãe eu acho melhor você ir sozinha, eu estou sem saco pra ficar ouvindo as fofocas que vocês fazem enquanto experimentam a roupa,
-Nada disso eu já falei que você está aqui em casa e ela quer lhe ver!
Amanda suspirou e terminou seu café assim como sua mãe e logo saíram.
Ao chegarem na casa da costureira que Amanda nem lembrava o nome! Logo ficou entediada, pois como ela falou, assim que entraram e se cumprimentaram, as duas mulheres mais velhas, já começaram a falar de fulano, ciclano e beltrano!
Amanda às olhou e logo se afastou dizendo baixinho:
-Nossa, coitada das mulheres de quem as duas estão falando, não tenho saco e nem paciência para ficar ouvindo essas coisas parecem que não tem o que fazer eu nunca gostei de, disse me disse! Ainda mais eu que sou uma mulher que sempre dei motivos pra falarem de mim! Já que sempre gostei de trepar com todos os homens, gostosos que atravessaram meu caminho. Como já dizia minha avó que era safadinha como eu!
"Pra que guarda, já que na hora que estivermos debaixo da terra, as minhocas vão comer e nem vamos sentir nada! - Amanda rir lembrando das palavras da avó materna, então...
Ela sai explorando a casa da costureira, falando e rindo consigo mesma! Logo se deparei com um corredor com quatros portas, caminhou e logo viu que uma das portas estava entreaberta, curiosa resolveu espiar.
-Ó meu Deus! - Falou se abanando e falando:
-Papai me abane!
Ela se espantou, com o que viu dentro do quarto!
-Minha nossa o quê é isso! Papai do céu! Como pode ter um...desse tamanho, isso não é só uma refeição!
Como eu gostaria de cavalgar nele agora mesmo!
Não querendo que o bem dotado me visse dei um passo pra trás e já ia saindo, quando ele abriu os olhos, pegou no seu pau, colocou pra fora da cueca box, eu babei quando vi aquilo tudo pra fora, pois era muito lindo que cabeça rosada, minha nossa, eu quero chupa-lo agora, parecendo que leu meus pensamentos, o bem dotado olhou na direção da porta e iniciou uma punheta me atiçando ainda mais, onde meu grelo piscou, me dando sinal que queria ser tocado. Mas resolvi não dar confiança então quando ia saindo ele falou:
- Tem certeza que não quer vir aqui me ajudar?
Ele está doente de tão duro, preciso de você! Então vai ficar só olhando ou vai vir participar da nossa brincadeira?
-Sem pensar, obedecendo meu desejo, entrei e tranquei a porta, meus seios já estavam dando sinal de desejo, ele continuava se tocando, me aproximei e falei:
- Eu sou...eu sei quem você é! Minha mãe falou que você estava na cidade, eu sempre te desejei e ao te ver fiquei assim, vem me mostrar o que você sabe fazer.
Minha boca estava babando só pensando em subir naquele pau grande e grosso, me aproximei devagar apreciando-o se tocar, parecia que fazia isso sempre pois mostrou ser experiente, seus olhos entreabertos e seus movimentos, estava me deixando ainda mais excitada, só em ver seus gestos ainda passando aquela língua nos lábios, enlouqueci, subi na cama, levei minha mão naquele pau duro, nossa realmente estava muito duro, peguei com vontade depois de dar aquela apertadinha de praxe, fazendo-o gemer com a minha pegada, iniciei uma punheta e logo levei a boca e comecei a chupa-lo, logo ouvi os gemidos baixo pois sabia que não estávamos sós na casa.
Ele pegou nos meus cabelos me ajudando a ir mais rápido, depois começou a descer a mão e colocou dentro da minha calcinha, começando a tocar meu clitóris, meu deus que delícia!
Quando já estava chegando ao orgasmo, ele desceu beijando cada centímetro no meu corpo, sem parar de trocar meu clitóris, fazendo meu corpo se arrepiar.
Ele me chupava com tanta vontade, levando-me à loucura! Fazendo eu gozar na sua boca, depois tirou minhas roupas e me beijou, na boca, onde senti meu próprio gosto, me beijando ele levou a mão na minha bucetar novamente, depois se posicionou e de uma vez, penetrou-me sem aviso, iniciando estocadas frenéticas. Minha bucetar o apartava, eu pedia mais e mais, sentia aquele pau grande bater no meu útero. Mas era tão bom! Estava tão gostoso, já trepei com muitos homens mais esse nossa.
Cheguei á mais um orgasmo! Cheguei até achar que morreria de tão forte que ele metia, ele então falou entre gemidos:
- Ah, caralho, vou gozar! Você toma Pílula?
-Ao ouvi-lo, só deu tempo de eu gemer que sim, e ouvi ele falar:
-Puta que pariu que bucetar gostosa você tem! Bem que eu sabia desde garoto eu queria te fuder, agora quero o outro lado, então, aguenta mais uma rodada?
-Não, tá louco, nossas mães estão aí! Mais tarde, te espero no meu quarto, a janela vai estar aberta - falei me levantando e me vestindo, em seguida saí do quarto terminando de me ajeitar, entrei no banheiro e depois de lavar o rosto e me recompor, segui para sala onde mamãe logo que me viu, já foi falando:
- Olha ela aí, vamos meu bem, onde você estava?
- Ah, mamãe, estava no banheiro, nossa estou com uma prisão de ventre que mesmo me dando vontade não consegui fazer nada!
- Então, vamos, que eu tenho um remedinho que já, já, vai resolver - disse mamãe se levantando e seguindo para a parta.
Amanda ria por dentro já que foi tão fácil enganar a mãe! Quem diria que a vinda na casa da costureira na qual não queria, iria dar no que deu, que segundo ela. Se deu bem!
Caminhando ao lado da mãe de volta para casa ela suspira pensando -Uau! Tirei o estresse que estava me matando, e já estou ansiosa pra chegar logo mais, onde vou dá sem dó pra aquele bem dotado.
Amanda seguiu para casa ao lado da mãe que nem desconfiou de nada.
Logo que chegaram a mãe lhe deu o remédio, ela pegou e seguiu para a cozinha dizendo que iria tomar, mas é claro que não!
Passou o dia lembrando da trepada que deu e sonhando com a próxima.
A noite chegou, logo depois do jantar disse a mãe que estava com sono e que iria se recolher mais cedo, ao entrar no seu quarto trancou a porta e já tirou a roupa ficando só de lingerie preta, pois gostava de ver os homens com desejos no olhos e lambendo-a enquanto tirava suas últimas peças.
Não demorou, ouviu um assobio e, ao olhar pela janela, viu o bem dotado que com um sinal dela, subiu pela baixa sacada, onde foi fácil pra ele sendo um homem alto e forte onde escalou sem dificuldade!
Depois que chegou lá em cima e entrou, ao olhá-la sorriu pois ela estava do jeito que ele gosta, então falou:
-Se eu soubesse que você já estaria assim, tinha vindo nú!
Ela então agarrando-o falou:
-Para de falar, faça o que veio fazer, e quero que se empenhe mais dessa vez.
Ao ouvi-la, ele levantou as sobrancelhas olhando-a espantado, pois ele socou tanto nela que seu pau ficou dolorido, mas se ela quer mais, então, que aguente, porque dessa vez vai fuder-la sem piedade.
Logo que iniciaram o beijo, seu pau ficou duro, ela vendo-o, começou a se esfregar na sua ereção sem parar, ele sentiu seu pau baba, pegou nos braços e a jogou na cama e rápido tirou as roupas, e assim que se aproximou já virou-a de bruços pois na bucetar ele já meteu, agora quer se esbaldar no seu c*u.
Lambendo seu pescoço foi descendo pela sua costas até chegar na bunda, e com o dente tirou a calcinha e lambeu seu c*u, até ficar molhadinho então se posicionou e a penetrou fazendo-a soltar um gemido de dor, ele então, parou e esperou ela se acalmar e se acostumar com seu dotado pau, depois começou a estocar até que ela já relaxada, começou a rebolar levantando-o a loucura, e o fazendo gemer.
Até que chegou ao êxtase ejaculando dentro dela.
A noite foi uma criança, pois transaram, mais três vezes, até pegarem no sono de exaustão .
E assim foi durante uma semana ele passou a ir dormir com ela todas as noites, também transaram, todas as noites, até que ele sumiu do nada.
Aqui começa a história de Amanda Alencar e o filho da costureira " ó bem dotado"
Para o desespero de Amanda, ela não teve mais notícias do seu bem dotado, pois nem o nome dele ela sabia, já que ele não falou achando que ela se lembrasse, e ela não perguntou, por não querer saber pois era mais um que ela só usava pra trepar. Mas não imaginou que iria ter bons momentos, e passar esse tempo justo com o filho da costureira.
Um mês se passou, e nada do bem dotado aparece no seu quarto ou dá notícias.
Ao ouvir o toque de mensagem chegando ela correu achando que fosse dele, apesar deles nem número terem sido trocados. Mas mesmo assim achou que ele poderia ter dado um jeito, feliz pegou o aparelho, mas ao olhar, viu que era mensagem da amiga de apartamento, que lhe enviou mensagem, dizendo que chegou uma carta pra ela de uma empresa muito famosa. Ela então deu permissão para a amiga abrir e ler a carta em voz alta, e no momento que ouviu que era uma carta de contratação e era para ela se apresentar no dia seguinte. Amanda soltou um grito de alegria, pois estaria de volta ao seu mundo. E dessa vez não iria dar mole de perder seu emprego de novo e também não vai gastar tudo que ganha com coisas fúteis, pois esses meses de dureza foi um aprendizado pra ela que só não piorou porque encontrou um bem dotado na sua vida.
Depois de sair do vídeo chamada com a amiga, arrumou suas coisas e desceu as escadas chamando a mãe que ao aparecer na sua frente, ficou surpresa em ver a filha com sua mala.
-Mamãe eu recebi uma proposta de emprego, mas preciso me apresentar na empresa amanhã, então, estou indo! Obrigada mamãe, por me hospedar e me aguentar com esse meu mau humor!
As duas se abraçaram e depois de se despedirem Amanda saiu pela porta dando tchau pra mãe, entrou no seu carro e seguiu para a cidade vizinha.
Ao chegar no seu antigo apartamento onde morava com uma amiga a anos, foi uma farra, as duas eram só alegria.
Beberam vinho, pediram pizza e falaram muito do bem dotado, onde a amiga lhe perguntou:
-Esse bem dotado não tem nome?
-Claro que tem, mas eu não sei, ou não me lembro - ela falou dando gargalhada, mas agora isso não importa, espero não o vê-lo mais. Apesar de ter gostado muito dele. Acho que se continuasse eu iria me apaixonar, ainda bem que ele sumiu, por conta própria - fala rindo se divertindo.
Na manhã seguinte Amanda se levantou bem cedo fez sua higiene se depilou pois desde que o bem dotado sumiu ela relaxou com si mesmo.
Já na empresa ao se apresentar, foi lhe dito que começaria imediatamente e que logo de cara iria participar de uma reunião, pois seu currículo era bom, e ela era qualificada justamente no cargo que a empresa estava precisava,
Na sala de reunião, sentou-se junto com os demais, à espera do dono da empresa, que foi dito, que ele já se encontrava na empresa e que logo estaria na sala de reuniões, todo o esperavam ansiosos, pois iriam discutindo sobre mais um projeto que iria se iniciar naquela mesma semana.
A porta se abriu e todos ficaram de pé, Amanda estava distraída escrevendo algo no seu bloco, ao levantar a cabeça e ver todos se levantados, se levantou às pressas, contudo, ao olhar na direção do homem que havia terminado de entrar, não acreditou no que estava à sua frente.
- Como pode, é, o bem dotado? O filho da costureira e o dono da empresa?
Ao terminar de falar, que pra ela estava sussurrando, muito acabaram ouvindo, mas antes de pedir desculpas sua visão ficou escura onde caiu desmaiada, todos tentaram socorrê-la, mas o chefe em passos largos logo chegou perto, pedindo para todos se afastarem, abaixou pegando-a nos seus braços fortes, e a carregou para sua sala. Depois de deitar-lá, pegou álcool e a fez cheirar. Assim que ela despertou vendo-o na sua frente, olhou ao redor e viu que estava em uma sala ampla com janelas de vidro do chão ao teto. A decoração era luxuosa para um filho de uma pobre costureira.
Sem dizer nada, tentou sentar-se, mas não conseguiu pois sua cabeça ainda estava zonza!
-Não faça esforço Você está com a pressão baixa!
- Você é médico por acaso? - Disse ela com hostilidade.
-Sim, quero dizer quase!
-Como assim quase, um médico e médico e pronto!
-Eu digo quase porque não peguei meu diploma de doutor, já que desisti e comecei a me dedicar a essa empresa. Que é a paixão da minha vida!
-Eu não quero saber da sua vida, eu vou embora, não quero trabalhar pro filho da costureira da minha mãe!
-Ah então, você é preconceituosa!
Não mais eu...ela tentou se levantar mais uma vez, mas assim que ficou de pé cambaleou, onde ele correu e a segurou, falando:
-É, acho que é melhor levá-la ao hospital!
- Me solte, não, toque em mim!
-Calma Amanda!
-Calma, como calma! Como você pode sumir daquele jeito sem me avisar - falou sentando-se e colocando a mão na cabeça
-Você é um desgraçado gostoso! Mas ainda é um desgraçado, por que você sumiu daquele jeito?
-Amanda eu não tinha intenção de sumir, mas tivemos um problema aqui na empresa, então... naquele nosso último encontro, ao chegar em casa de manhã, eu recebi a notícia e vim imediatamente não deu pra te avisar, mas eu dei um jeito de trazê-la pra perto de mim, então você vai trabalhar conosco?
-Não, claro que não! Eu não posso, já pensou depois que todos souberem que eu me deitei com você, acho melhor você contratar outra pessoa, eu não vou trabalhar aqui pra você, isso não vai dar certo! -Eu vou querer te agarrar em qualquer lugar dessa empresa e me fartar nesse seu...O que você está falando aí baixinho, Amanda?
-Hã, nada, não estou falando nada...meu Deus, o que faço nem consigo ver esse heme na minha frente, que mesmo estando vestido, eu o vejo nú! - Ela fica sussurrando essas coisas baixinho, achando que ele não está ouvindo.
-Onde já se viu você meu chefe, eu não sei nem seu nome! Qual é seu nome mesmo?
-O que você não...como assim? Você costuma transar com caras sem nem saber o nome deles?
-Sim, porque assim fica mais fácil quando eles sumirem sem falar ou se despedir.
- Por que você não quer trabalhar na empresa? Não vai me dizer que é só porque eu viajei sem falar com você? Porque isso eu já esclareci!
-Não, claro que não, mas eu fiquei te esperando voltar, burra, como eu fui burra, aliás ainda estou sendo, já que estou aqui te dando satisfação da minha vida.
Depois de falar isso ela saiu o deixando desesperado pensando que a perdeu pra sempre.
Depois de um tempo sentado na sua confortável cadeira no escritório, pensando no mal estar de Amanda, e depois de fazer as contas, se levantou em um salto espantado, depois de pegar seus objetos pessoas, saiu da sala passando pela mesa da sua secretária, mandou que cancelasse a reunião e saiu apressado, já no estacionamento entrou no seu luxuoso carro e seguiu para o endereço que tinha descoberto logo que voltou da casa da mãe, já que mandou investigar toda vida de Amanda, desde o dia que saiu da cidade onde vivia com a mãe, até pouco mais de um mês ao retornar de volta à cidade natal, onde os
dois nasceram e cresceram a um quarteirão de diferença. Onde na adolescência estudaram no mesmo colégio público, mesmo que ela não tenha reparado nele naquela época. Ele sempre reparou na beleza dela, pois sempre a achou linda e extrovertida, sendo a popular no colégio! Frequentaram o mesmo círculo de amizade e festinha no humilde clube da cidade.
Ele seguiu pela estrada pensando em todos os momentos que esteve no mesmo lugar que ela, se ficasse sabendo que ela iria, fazia de tudo pra estar também, mesmo que para admirá-la de longe, pois sempre a achou muita areia pro seu caminhão! Sem perceber chegou no endereço, tocou a campainha do apartamento, ansioso ficou esperando que ela abrisse.
Dentro do apartamento a amiga de Amanda ouviu a campainha e correu para atender já falando:
- De novo Amanda, você sempre esquece...ao abrir a porta sem olhar, se deparou com aquele homem lindo, parada à sua frente, onde ficou paralisada olhando-o hipnotizada.
Enquanto ele, quando viu que não era quem estava procurando, ficou sem jeito, perdeu todo o entusiasmo que veio pelo caminho, não parava de pensar na possibilidade do que estava pensando, veio planejando o que falar para Amanda.
Vendo que a moça não falou nada ele então falou:
- Bom dia, estou procurando Amanda!
- Olha, ela saiu pra ver um emprego e ainda não voltou, acho até que já ficou trabalhando!
-Não, ela não ficou, ela passou mal e por isso que estou aqui, estou preocupado com ela, posso entrar, e espera-la.
-Sim, sim, claro, entre!
Ele então entrou, olhando todo o cômodo vendo que é a cara dela, simples, mas bem alegre, com cores fortes na decoração, como ela sempre gosta de usar nas suas roupas.
Sentado no humilde sofá vermelho, esperou por um bom tempo, e nada dela chegar, nervoso, balançava as pernas e olhava pro céu através da porta da varanda.
Quase um hora se passou e nada de Amanda, até que o celular da amiga tocou em um cômodo no corredor, que ele imaginou ser um dos quartos, logo ouviu quando a moça falou:
-Ó meu Deus! Onde ela está?
Ele ficou em alerta, mas não ouviu mais nada, até que a moça, chegou na sala, ela estava mais branca que um papel, vendo-a assim ao chegar na sua frente ele se levantou assombrado, já perguntou:
-O que aconteceu? É com ela?
-Sim, ela está aqui perto em uma praça, ela não está se sentindo bem!
-De novo - ele fala espantado.
-Como assim de novo? O que o senhor quer dizer com isso?
-Ela desmaiou na empresa, mas vamos, onde é essa praça?
- Sim vamos, eu vou lhe mostrar o caminho!
Ao chegarem já avistaram-a sentada em um banco, assim que estacionou, ele saiu correndo, ao se aproximar já foi falando:
-Então sua teimosa, agora vamos ao hospital!
-Não precisa eu só estou enjoada, preciso ir pra casa me deitar, estou com muito sono.
Ao ouvi-la falar dos sintomas, ele ficou ainda mais desconfiado, então, perguntou:
-Amanda, quando foi seu último período?
Ao ouvi-lo, o olhou com as sobrancelhas levantada pronta para iniciar mais uma discussão, mas então, se lembrou da primeira vez que transaram e que ele lhe perguntou se tomava pílula, onde ela mentiu que sim! Espantada o olhou.
- Não te interessa, aliás o que você está fazendo aqui? -Ela perguntou olhando pra amiga, que levantou as mãos em rendição falando:
-Não olha pra mim assim, eu não tenho nada a ver com isso! Ele estava lá no apartamento quando me ligaram, aliás quem é ele Amanda?
- Ele é o filho da costureira da minha mãe!
-Há! Amiga, você quer me dizer, que ele é ò bem dotado? - Falou a amiga espantada.
-Como assim, você falou de mim pra ela? - Falou ele olhando-a com uma sobrancelha levantada.
- Claro, ela é minha melhor amiga! E o que você estava fazendo no meu apartamento, huh? - Ela fala olhando-o séria, onde ele respondeu:
-Então, assim que você saiu daquele jeito do meu escritório, eu me lembrei de alguns detalhes do nosso primeiro encontro, e quis te perguntar quais são as chances de você...nenhuma eu não estou, eu não posso estar - ela já falou chorando.
A amiga então perguntou:
-De que vocês estão falando?
Mas nenhum dos dois dá atenção a ela, ele pergunta novamente a Amanda:
-Quando foi que seu período veio pela última vez?
- Eu não sei, acho que...acha que, o que Amanda?
-Ai meu Deus - a amiga, fala levando a mão na boca.
-Meu Deus, digo eu, que estou muito ferrada! - Disse Amanda em voz alta.
-O que você quer dizer com está muito ferrada, Amanda?
Você não quer me dizer que...não, não mesmo, vire essa boca pra lá, eu não quero ser...ela coloca a mão na cabeça, ele fica olhando-a com cara feliz, pois a anos sonha com ela, e assim que sua mãe falou em uma conversa por telefone, que ela estava de volta à cidade, e que iria com a mãe em sua casa, ele ficou tão surpreso que viajou imediatamente, decidindo conquistá-la e tê-la em seus braços pelo menos uma vez, que além de conseguir, a engravidou de primeira, agora sim ela vai ser sua pra sempre.
Ele desperta dos seus pensamentos com os ela reclamando, que pode está grávida dele.
-Não, eu não posso, eu não posso, aí meu Deus o que eu fiz?
-Você? -Ele fala olhando-a e rindo com deboche.
-Vamos, eu vou te levar ao hospital!
-Não, eu não quero ir.
-Mas você precisa fazer exame para confirmar!
-Não, eu não quero ter certeza de nada do que não quero, por que você não usou camisinha, não sabe o que é isso?
-E você sabe o que é prevenção?
Mesmo porque usar camisinha no nosso caso não ia adiantar muito porque não ia ter o suficiente, já que você nunca se saciava! - Ele falou piscando pra ela que fica mais brava.
- Você está muito engraçadinho, e respondendo sua pergunta; claro que sei, afinal eu sempre transei, e ninguém nunca me engravidou! E logo você, ò filho da costureira, meu Deus, o que minha mãe vai falar quando souber! Eu preciso ir embora resolver isso
-O que! Você quer dizer em resolver isso?
Você não está pensando em...claro que estou, não me ouviu falar que não quero ser mãe, olha pra mim, nem sei seu nome! E vê se eu tenho cara de ser mãe de alguém, eu gosto de trabalhar e curtir, jamais a vida, não quero me prender a um ser que depender de cuidados vinte quatro horas por dia, sete dias na semana, 365 dias do ano, isso dependendo do ano bissexto. Não, não mesmo, estou fora, não quero! - Ela fala seguindo para seu carro, mas ele segura no seu pulso e fala:
- Ok, já que não sabe, o meu nome é problema! Eu me chamo Adriel, acho que o sobrenome você deve saber por causa da costureira da sua mãe! Mas se não, é Rodrigues! Então, agora vamos?
Eu dirijo você não vai dirigir neste estado!
-Que estado?
Eu estou bem!
-Não, não está, você está passando mal! Vamos no meu carro, a sua amiga leva o seu! - Ele fala olhando para a amiga que até agora está embasbacada, com a possibilidade da amiga está grávida.