Eu olhei para o meu namorado, Guilherme, diligentemente lavando a louça.
Ele era o estudante universitário pobre que eu sustentava há um ano.
Mas eu sabia que seu nome verdadeiro não era Guilherme, era Pedro, herdeiro de uma das famílias mais ricas de São Paulo.
Toda essa farsa era um teste, para ver se eu amava o homem ou o dinheiro.
Na minha vida passada, eu escolhi o homem.
O resultado foi miséria, humilhação e meu suicídio.
Eu renasci, de volta ao dia em que o conheci.
Desta vez, eu não cometeria os mesmos erros.
Eu ia jogar o jogo dele, mas com minhas regras.
Eu seria a mulher mais gananciosa que ele já conheceu.
Eu o faria pagar por cada lágrima que derramei.
Eu fingi ser a namorada perfeita, investindo cada centavo nele.
Ele achava que eu era uma tola apaixonada, mas mal sabia que cada centavo era um investimento para arrancar tudo dele.
Após um ano, ouvi a conversa dele com seu secretário: "Amanhã, vou 'recolher a rede'. Vou dar a ela um cheque e mandá-la embora."
Meu coração disparou, não de tristeza, mas de excitação.
O cheque. O cheque em branco.
Ele me testou, ele me chamou de gananciosa. Então eu seria a pessoa mais gananciosa do planeta.
Eu preenchi o cheque com um bilhão de reais e me tornei uma bilionária.
Eu havia deixado o passado para trás e construído meu império.
Mas então, Pedro reapareceu, com memórias das nossas vidas passadas, implorando meu amor e se ajoelhando com um anel de diamante.
Eu o rejeitei. Não sou mais a garota que precisa do amor de um homem para se sentir completa.
Minha história de amor é comigo mesma e meu império.
Eu vou para Paris, e farei tudo sozinha.
Eu olhei para o meu namorado, Guilherme, que estava diligentemente lavando a louça na cozinha.
Ele era alto e de boa aparência, um estudante universitário pobre que eu sustentava há um ano.
Mas eu sabia que seu nome verdadeiro não era Guilherme, era Pedro.
Ele era o herdeiro de uma das famílias mais ricas de São Paulo.
E todo esse cenário de "estudante pobre" era apenas um teste.
Um teste para ver se eu era uma mulher que amava o dinheiro ou o homem.
Na minha vida passada, eu escolhi o homem.
O resultado foi uma vida de miséria e humilhação, que terminou com meu suicídio.
Nesta vida, eu só queria o dinheiro.
"Querida, sobre o que você está pensando? Você está me olhando fixamente há um bom tempo."
A voz gentil de Pedro me tirou dos meus pensamentos.
Ele se aproximou, suas mãos ainda molhadas de lavar a louça, e gentilmente arrumou uma mecha de cabelo que havia caído no meu rosto.
Eu sorri docemente para ele.
"Estou pensando em como você é bonito."
Ele sorriu, seus olhos se curvando em luas crescentes.
"Sua boca é tão doce."
Ele se inclinou e me deu um beijo na testa.
Então, ele voltou para a cozinha para continuar lavando a louça.
Eu me virei e olhei para o meu reflexo na janela de vidro.
A mulher no reflexo tinha um sorriso gentil, mas seus olhos estavam frios e calculistas.
Nesta vida, eu só queria dinheiro.
O amor, pra mim, não valia nada.
"Ana, você realmente vai continuar com isso? Já faz um ano, ele não te deu um centavo sequer. Você está trabalhando tanto, e ainda tem que sustentá-lo."
Minha melhor amiga, Lívia, estava sentada no sofá, comendo batatas fritas e reclamando.
"Esse cara, Guilherme, é claramente um aproveitador. Por que você não termina com ele?"
Eu peguei uma batata frita da mão dela e a coloquei na minha boca.
"Porque ele vai me dar muito, muito dinheiro."
Lívia revirou os olhos.
"Você está sonhando de novo. Que dinheiro ele tem? Ele nem consegue pagar o aluguel."
Eu sorri, mas não expliquei.
"Você vai ver, em breve serei rica."
"Rica? Você está prestes a ser expulsa pelo proprietário porque não consegue pagar o aluguel."
Lívia suspirou.
"Ana, eu sei que você quer ganhar dinheiro, mas não pode contar com um homem. Você tem que contar consigo mesma. Seu trabalho como designer de moda está indo bem. Se você se concentrar, com certeza terá sucesso."
Eu sabia que Lívia estava preocupada comigo.
Na minha vida passada, ela também tentou me convencer a deixar Pedro, mas eu não a ouvi.
No final, quando fui abandonada e humilhada por todos, foi Lívia quem ficou ao meu lado.
Nesta vida, eu não cometeria o mesmo erro.
Eu a abracei e disse seriamente: "Lívia, não se preocupe, eu sei o que estou fazendo. Desta vez, eu definitivamente vou te levar para o topo comigo."
Lívia olhou para mim, seus olhos cheios de dúvida.
"Você primeiro se sustente, depois fale sobre me levar junto."
Naquele momento, meu celular tocou.
Era Pedro.
"Querida, onde você está? Estou com um pouco de febre, você pode voltar para cuidar de mim?"
Sua voz soava fraca e patética.
Eu sabia que ele estava fingindo.
Mas eu ainda cooperei com sua atuação.
"O quê? Febre? Não se preocupe, estou voltando agora mesmo. Beba um pouco de água quente primeiro, eu já chego."
Eu desliguei o telefone e comecei a arrumar minhas coisas.
Lívia balançou a cabeça.
"Você é realmente incurável."
Eu sorri para ela.
"Apenas espere e veja."
Eu saí do apartamento de Lívia e corri para casa.
Quando cheguei à porta, ouvi vozes de dentro.
Era Pedro e seu secretário, Henrique.
"Senhor, já faz um ano. O teste acabou. O Diretor Vasconcelos está pedindo para o senhor voltar."
A voz de Henrique era respeitosa.
Então, ouvi a voz de Pedro, fria e desdenhosa, completamente diferente do seu tom gentil habitual.
"Essa mulher, Ana Paula, é realmente gananciosa. Para ficar comigo, ela está disposta a suportar uma vida tão pobre."
"Então, o senhor planeja..."
"Amanhã, vou 'recolher a rede'. Vou dar a ela um cheque e mandá-la embora. Este ano de atuação foi realmente exaustivo."
Eu me encostei na porta, meu coração batendo descontroladamente.
Não de tristeza, mas de excitação.
Finalmente.
Finalmente, este dia chegou.
O cheque. O cheque com o qual sonhei por um ano inteiro.
Eu respirei fundo e me acalmei.
Eu não entrei imediatamente.
Em vez disso, esperei do lado de fora por mais dez minutos.
Depois que Henrique saiu, eu abri a porta e entrei.
Pedro estava deitado na cama, seu rosto pálido, parecendo muito fraco.
Quando ele me viu, ele estendeu a mão e disse pateticamente: "Querida, você finalmente voltou. Eu me sinto tão mal."
Eu corri para a cama dele, meu rosto cheio de preocupação.
"Por que você está com febre de repente? Você tomou algum remédio?"
Eu toquei sua testa.
Estava um pouco quente.
Parece que, para tornar a atuação mais realista, ele realmente se fez ficar doente.
Que esforço.
Eu senti uma pontada de admiração por ele.
Eu o ajudei a se sentar, dei-lhe água e remédio.
Ele me olhou com olhos afetuosos.
"Querida, você é tão boa para mim. Eu vou te tratar bem pelo resto da minha vida."
Eu sorri docemente.
"Eu sei. Agora, descanse bem. Eu vou fazer uma sopa para você."
Eu fui para a cozinha e comecei a cozinhar a sopa.
Enquanto mexia a panela, eu cantarolava uma musiquinha.
Meu humor estava ótimo.
Amanhã.
Amanhã seria o dia em que eu me tornaria rica.
Eu não podia esperar.
Depois de um tempo, a sopa estava pronta.
Eu a levei para o quarto e o alimentei colher por colher.
Ele olhou para mim, seus olhos cheios de emoção.
"Querida, você é a melhor mulher do mundo."
Eu sorri.
"Eu sei."
Depois que ele terminou a sopa, eu o ajudei a se deitar.
"Durma um pouco. Eu estarei aqui com você."
Ele fechou os olhos e logo adormeceu.
Eu o observei por um tempo, depois me levantei e fui para a sala de estar.
Eu me sentei no sofá e tirei meu celular.
Abri minha conta bancária.
O saldo era de apenas alguns milhares de reais.
Mas amanhã, esse número se tornaria astronômico.
Eu não pude deixar de rir.
Liguei para Lívia.
"Adivinha o que eu ouvi?"
"O quê?"
"Pedro vai terminar comigo amanhã. Ele vai me dar um cheque."
Houve um silêncio do outro lado da linha.
Então, Lívia gritou: "Sério? Parabéns! Você finalmente se livrou daquele aproveitador!"
"Não é só isso. Eu vou ficar rica."
"Que rica? Ele vai te dar alguns milhares de reais como compensação? Isso não é suficiente nem para o aluguel que você pagou por ele."
"Não, será muito, muito dinheiro."
Eu não expliquei mais.
"Apenas espere por minhas boas notícias amanhã."
Eu desliguei o telefone, meu coração cheio de expectativa.
Eu me levantei e andei pela pequena sala de estar.
Este lugar, que eu odiava há um ano, de repente parecia um pouco agradável.
Afinal, foi aqui que eu ganhei meu futuro.
Eu voltei para o quarto e olhei para Pedro, que estava dormindo.
Seu rosto era realmente bonito.
Não admira que eu tenha me apaixonado por ele na minha vida passada.
Mas nesta vida, eu não sentiria nada por ele.
Ele era apenas meu caixa eletrônico.
Um caixa eletrônico que estava prestes a cuspir uma quantia enorme de dinheiro.
Eu me inclinei e sussurrei em seu ouvido: "Obrigada pelo seu patrocínio."
Então, eu me virei e saí do quarto.
Eu me deitei no sofá e tentei dormir, mas estava muito animada.
Eu pensei no que faria depois de conseguir o dinheiro.
Primeiro, eu faria uma viagem.
Uma viagem de luxo.
Eu ficaria nos melhores hotéis, comeria nos melhores restaurantes e compraria as roupas mais caras.
Então, eu voltaria e começaria meu próprio negócio.
Uma marca de moda.
Eu realizaria meu sonho de me tornar uma designer de moda.
Eu não dependeria mais de nenhum homem.
Eu seria minha própria rainha.
Eu finalmente adormeci com um sorriso no rosto.
Na manhã seguinte, eu acordei com o som da porta se abrindo.
Pedro entrou, vestido com um terno feito sob medida, seu cabelo penteado para trás, revelando uma testa lisa.
Ele parecia uma pessoa completamente diferente.
Ele não era mais o estudante universitário pobre, mas o herdeiro de uma família rica.
Ele me olhou com uma expressão fria.
"Ana Paula, vamos conversar."
Eu me sentei no sofá, fingindo estar surpresa.
"Guilherme? O que aconteceu? Por que você está vestido assim?"
Ele sorriu com escárnio.
"Meu nome não é Guilherme, é Pedro."
Ele jogou um cheque na minha frente.
"Este é um cheque em branco. Preencha com o valor que quiser. É a minha compensação para você."
Ele me olhou com desdém, como se estivesse olhando para uma mendiga.
"Seja esperta e vá embora. Não me incomode mais."
Eu peguei o cheque, minhas mãos tremendo.
Eu olhei para ele, meus olhos cheios de lágrimas.
"Pedro... por quê? Eu te amo tanto."
Ele riu.
"Amor? Você só ama meu dinheiro. Você é a mulher mais gananciosa que eu já conheci."
Seus palavras eram como facas, mas eu não senti nenhuma dor.
Pelo contrário, eu estava em êxtase.
Gananciosa?
Sim, eu sou gananciosa.
Eu sou gananciosa por dinheiro.
Eu abaixei a cabeça, meus ombros tremendo.
Eu estava chorando, mas por dentro, eu estava rindo.
"Tudo bem... eu vou embora."
Eu me levantei e caminhei em direção à porta.
Quando cheguei à porta, eu me virei e olhei para ele.
"Pedro, eu vou me lembrar de você."
Então, eu saí e bati a porta.
Assim que a porta se fechou, meu choro parou.
Eu olhei para o cheque na minha mão e sorri.
Eu dei um pulinho de alegria.
Finalmente!
Eu estava livre!
E eu era rica!
Eu não pude deixar de rir alto na rua.
As pessoas olhavam para mim como se eu fosse louca.
Mas eu não me importava.
Eu era a pessoa mais feliz do mundo.
Eu peguei meu telefone e liguei para Lívia.
"Eu consegui! Eu consegui o cheque!"
"Sério? Quanto?"
"É um cheque em branco!"
"O quê?! Um cheque em branco?! Ana, você tirou a sorte grande!"
"Eu sei! Estou tão feliz que poderia morrer!"
"O que você vai fazer agora?"
"Vou preencher este cheque e depois vou viajar pelo mundo!"
"Eu vou com você!"
"Claro! Nós vamos juntas!"
Nós duas rimos ao telefone.
Foi o riso mais feliz que eu já dei na minha vida.
Esta nova vida, cheia de dinheiro e liberdade, estava finalmente começando.
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Tudo isso começou porque eu renasci.
Eu voltei um ano no tempo, para o dia em que conheci Pedro pela primeira vez.
Na minha vida passada, a história foi completamente diferente.
Eu era uma jovem designer de moda ingênua e cheia de sonhos. Eu acreditava no amor acima de tudo.
Quando conheci Pedro, que se apresentava como Guilherme, um estudante universitário pobre, eu me apaixonei perdidamente por ele.
Eu o amava por quem ele era, não pelo que ele tinha. Ou, pelo menos, era o que eu pensava.
Eu trabalhei em dois empregos para nos sustentar. Eu cozinhava para ele, lavava suas roupas e pagava seu aluguel.
Eu o apoiei incondicionalmente, acreditando que nosso amor superaria qualquer obstáculo.
Lívia me avisou inúmeras vezes.
"Ana, esse cara está te usando. Acorda!"
Mas eu estava cega de amor. Eu achava que ela estava com ciúmes.
Eu a afastei, escolhendo meu amor por Pedro em vez da minha amizade com ela.
Que tola eu fui.
Depois de um ano, assim como nesta vida, ele revelou sua verdadeira identidade.
Mas as circunstâncias foram muito mais cruéis.
Ele não apenas me disse que era o herdeiro rico Pedro Vasconcelos, mas também me apresentou sua noiva "oficial".
Uma modelo famosa chamada Isabela.
Naquele dia, ele também me ofereceu um cheque.
"Este é um cheque de quinhentos mil reais. É o suficiente para você começar uma nova vida. Pegue e suma da minha vista."
Quinhentos mil reais.
Na época, pareceu uma fortuna.
Mas meu coração estava partido em um milhão de pedaços.
Eu não conseguia acreditar que o homem que eu amava, o homem por quem eu sacrifiquei tudo, estava me tratando como lixo.
Eu olhei para ele, com os olhos cheios de lágrimas, e recusei o cheque.
"Eu não quero o seu dinheiro. Eu quero você."
Ele riu na minha cara.
"Você? Você realmente acha que alguém como você poderia se casar com alguém da minha família? Você é ingênua demais."
Isabela, parada ao lado dele, me olhou com pena e desprezo.
"Querida, acorde. Você era apenas um passatempo para ele. Um teste que o avô dele armou para ver se ele era capaz de não se deixar levar por mulheres interesseiras. E você... bem, você falhou."
Suas palavras me destruíram.
Eu percebi que todo o nosso relacionamento tinha sido uma farsa.
Uma mentira cruel.
Eu era apenas um peão em seu jogo.
A humilhação foi insuportável.
A notícia se espalhou como fogo. A mídia me retratou como uma alpinista social gananciosa que tentou dar um golpe no herdeiro rico.
Minha reputação foi arruinada. Perdi meu emprego. Meus amigos me abandonaram.
A única pessoa que ficou ao meu lado foi Lívia, a amiga que eu havia desprezado.
Eu caí em uma depressão profunda.
Mas o pior ainda estava por vir.
Pedro, por algum motivo desconhecido, talvez por culpa ou por um capricho cruel de seu avô, foi forçado a se casar comigo.
Isabela desapareceu de cena.
Eu me tornei a Sra. Vasconcelos.
Mas meu casamento foi um inferno.
Pedro me ignorava. Ele nunca dormia no mesmo quarto que eu. Ele passava noites fora de casa.
Eu vivia em uma mansão luxuosa, mas era uma prisioneira em uma gaiola de ouro.
A família dele me desprezava. O avô dele, o Diretor Vasconcelos, era um tirano que me lembrava constantemente do meu lugar.
"Você é apenas um adorno. Uma esposa de fachada. Nunca se esqueça disso."
Eu suportei tudo isso em silêncio, esperando que um dia Pedro mudasse.
Que ele visse o quanto eu o amava.
Mas esse dia nunca chegou.
Em vez disso, a situação piorou.
Um dia, eu estava lendo o jornal quando vi a notícia.
"Modelo famosa Isabela anuncia gravidez. O pai é um misterioso magnata dos negócios."
A foto que acompanhava o artigo era de Isabela, radiante, segurando uma ultrassonografia.
Meu mundo desabou.
Eu sabia quem era o pai.
Era Pedro.
Eu o confrontei.
Eu gritei, chorei, joguei coisas nele.
Ele apenas me olhou com seus olhos frios.
"Sim, o bebê é meu. E daí?"
"E daí? Eu sou sua esposa!"
"Esposa? Você é apenas um pedaço de papel. Um acordo que meu avô me forçou a aceitar. Você não significa nada para mim."
Naquele momento, algo dentro de mim se quebrou.
A última centelha de esperança que eu tinha se apagou.
Eu percebi que nunca seria amada.
Eu era apenas um obstáculo para a felicidade dele com a mulher que ele realmente amava e seu filho.
A depressão me consumiu completamente.
Eu não conseguia comer, não conseguia dormir.
Eu era um fantasma vagando pela mansão.
Uma noite, eu não aguentei mais.
Eu subi no telhado da mansão.
Eu olhei para as luzes da cidade abaixo.
Eu pensei na minha vida. Tão curta, tão cheia de dor.
Eu pensei nos meus pais, que sempre se preocuparam comigo.
Pensei em Lívia, minha única amiga verdadeira.
E pensei em Pedro, o homem que eu amei e que me destruiu.
Então, eu pulei.
A última coisa que senti foi o vento assobiando em meus ouvidos.
E então, escuridão.
Mas não foi o fim.
Eu acordei.
Em um quarto de hospital.
E a primeira pessoa que vi foi Pedro, ou melhor, Guilherme, com seu rosto jovem e preocupado, me perguntando se eu estava bem.
A data no calendário do meu celular confirmou.
Eu havia voltado no tempo. Exatamente um ano.
Eu tinha renascido.
E desta vez, eu não cometeria os mesmos erros.
Desta vez, eu não escolheria o amor.
Eu escolheria o dinheiro.
E eu me vingaria.
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