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A Vingança das Sete Estrelas

A Vingança das Sete Estrelas

Autor:: Gu Jian
Gênero: Bilionários
Naquela tarde, no luxuoso jardim da mansão, eu, Sofia, a primeira e mais antiga companheira de Lucas, tomava chá com as outras seis mulheres, as "Sete Estrelas" dele, em um cenário de aparente paz e opulência. O sol dourado banhava as rosas brancas, e o sussurro da fonte de pedra criava uma melodia suave, enquanto observávamos o império secreto que construímos sob a sombra daquele magnata. Então, o carro esportivo de Lucas rasgou o silêncio, e ele entrou no jardim, descaradamente de braços dados com Clara, a nova sensação da internet e sua mais nova paixão, sem sequer nos dirigir um olhar. "Meninas," ele anunciou com arrogância, "esta é Clara. A partir de hoje, ela vai morar aqui conosco e espero que a tratem tão bem quanto me tratam. Ela é a mulher que eu amo de verdade." A exigência humilhante pairou no ar, e o sorriso vitorioso e desdenhoso de Clara nos queimava, como se fôssemos empregadas. A fúria borbulhava sob nossa calma aparente, mas eu a contive, pois essa não era uma batalha de gritos, mas de movimentos calculados. Com uma calma que desmentia a tempestade em meu interior, olhei para minhas seis irmãs, e um sinal sutil foi trocado, imperceptível para ele, mas claro para nós. "Claro, Lucas," eu disse suavemente. Nós sete nos levantamos em uníssono, um exército leal, não olhando para ele, nem para ela, mas umas para as outras. "Acho que nosso chá acabou," a Segunda declarou. "Vamos fazer as malas," eu anunciei, minha voz clara e firme, o início de anos de um plano meticuloso agora em plena execução. Sim, a vingança que eu, Sofia, havia planejado desde que renasci com as memórias da traição e da dor de minha vida passada, estava prestes a começar, e ele não tinha a menor ideia do que o atingiria.

Introdução

Naquela tarde, no luxuoso jardim da mansão, eu, Sofia, a primeira e mais antiga companheira de Lucas, tomava chá com as outras seis mulheres, as "Sete Estrelas" dele, em um cenário de aparente paz e opulência.

O sol dourado banhava as rosas brancas, e o sussurro da fonte de pedra criava uma melodia suave, enquanto observávamos o império secreto que construímos sob a sombra daquele magnata.

Então, o carro esportivo de Lucas rasgou o silêncio, e ele entrou no jardim, descaradamente de braços dados com Clara, a nova sensação da internet e sua mais nova paixão, sem sequer nos dirigir um olhar.

"Meninas," ele anunciou com arrogância, "esta é Clara. A partir de hoje, ela vai morar aqui conosco e espero que a tratem tão bem quanto me tratam. Ela é a mulher que eu amo de verdade."

A exigência humilhante pairou no ar, e o sorriso vitorioso e desdenhoso de Clara nos queimava, como se fôssemos empregadas.

A fúria borbulhava sob nossa calma aparente, mas eu a contive, pois essa não era uma batalha de gritos, mas de movimentos calculados.

Com uma calma que desmentia a tempestade em meu interior, olhei para minhas seis irmãs, e um sinal sutil foi trocado, imperceptível para ele, mas claro para nós.

"Claro, Lucas," eu disse suavemente.

Nós sete nos levantamos em uníssono, um exército leal, não olhando para ele, nem para ela, mas umas para as outras.

"Acho que nosso chá acabou," a Segunda declarou.

"Vamos fazer as malas," eu anunciei, minha voz clara e firme, o início de anos de um plano meticuloso agora em plena execução.

Sim, a vingança que eu, Sofia, havia planejado desde que renasci com as memórias da traição e da dor de minha vida passada, estava prestes a começar, e ele não tinha a menor ideia do que o atingiria.

Capítulo 1

Naquela tarde, o jardim da mansão parecia um refúgio de paz.

Sofia, a primeira e mais antiga companheira de Lucas, tomava chá com as outras seis mulheres, conhecidas por todos como as "Sete Estrelas" de Lucas.

O sol de fim de tarde banhava as rosas brancas, a cor preferida de Sofia, e o som suave de uma fonte de pedra era a única música no ar.

A Segunda, uma especialista em finanças com um olhar afiado, discutia o mercado de ações com a Quinta, uma advogada de renome.

A Terceira, uma cirurgiã de prestígio, ria de uma piada contada pela Quarta, uma atriz que agora brilhava nas redes sociais.

A Sexta e a Sétima, duas jovens empreendedoras que haviam se tornado doutoras em suas áreas, planejavam um novo projeto.

Elas pareciam tranquilas, ociosas, como sete belas flores num vaso de ouro, vivendo uma vida de luxo sustentada pelo magnata do futebol, Lucas.

Mas por baixo da superfície calma, uma corrente de lealdade e poder as unia, uma força que ninguém, especialmente Lucas, poderia imaginar.

Essa tranquilidade foi quebrada.

O som do motor de um carro esportivo rasgou o silêncio, seguido por uma freada brusca no pátio da mansão.

Lucas saiu do carro, com seu sorriso arrogante e charmoso.

Ao seu lado, uma jovem vibrante e barulhenta, com roupas de grife e um celular na mão, gravando tudo. Era Clara, a mais nova sensação da internet, e a mais nova paixão de Lucas.

Ele entrou no jardim de braços dados com ela, sem nem mesmo olhar para as sete mulheres que o esperavam.

"Meninas," ele disse, com a voz alta e cheia de autoridade.

"Esta é Clara. A partir de hoje, ela vai morar aqui conosco."

Ele fez uma pausa, saboreando o momento, o poder que sentia.

"E eu espero que vocês a tratem bem. Sirvam-na como servem a mim. Ela é a mulher que eu amo de verdade."

A exigência ficou no ar, pesada e humilhante. Ele queria que elas, mulheres que construíram impérios secretos sob sua sombra, servissem a uma influenciadora mimada.

Clara sorriu, um sorriso vitorioso e desdenhoso, e levantou o queixo, olhando para as "Sete Estrelas" como se fossem empregadas.

Um silêncio tenso tomou conta do jardim.

A Segunda parou de falar sobre ações, a Terceira perdeu o sorriso, a Quarta baixou o olhar, mas não de submissão, e sim para esconder a fúria.

Mas foi Sofia quem quebrou o silêncio.

Ela se levantou lentamente, com uma calma que desmentia a tempestade em seu interior. Seus olhos, antes cheios de um amor submisso por Lucas, agora eram frios e calculistas.

Ela olhou para as outras seis, um olhar rápido, mas cheio de significado. Era o sinal que todas esperavam.

"Claro, Lucas," Sofia disse, sua voz suave, quase um sussurro.

As outras seis mulheres se levantaram em uníssono, um movimento sincronizado que surpreendeu Lucas.

Elas não olharam para Clara, não olharam para ele. Seus olhos estavam fixos em Sofia, a líder secreta que as havia libertado de suas prisões douradas.

A Segunda sorriu para Sofia. "Acho que nosso chá acabou."

A Quinta concordou. "Sim, temos coisas mais importantes para fazer."

A Quarta olhou para Clara pela primeira vez, um olhar rápido e cheio de pena. "Pobre garota," ela murmurou.

Sem dizer mais uma palavra, Sofia se virou e caminhou em direção à mansão. As outras seis a seguiram, em perfeita formação, como um exército leal.

"Onde vocês pensam que vão?" Lucas gritou, a confusão começando a tomar o lugar da arrogância. "Eu não dei permissão para saírem!"

Sofia não parou, não olhou para trás.

Ela apenas disse, com a voz clara e firme, para que todas ouvissem.

"Vamos fazer as malas."

A decisão estava tomada. A vingança, planejada por anos, desde que Sofia renasceu nesta vida com as memórias da traição e da dor, estava prestes a começar.

Dentro da mansão, a ordem foi dada em silêncio. Cada uma foi para o seu quarto. Mas elas não estavam apenas pegando roupas e sapatos.

Elas estavam esvaziando a casa de tudo que tinha valor.

Não o valor que Lucas entendia, o valor do dinheiro. Mas o valor que Sofia lhes ensinou a construir.

A Segunda, com seu laptop, transferiu os últimos resquícios da fortuna de Lucas para contas seguras, finalizando o desvio meticuloso que ela vinha fazendo há anos.

A Quinta ligou para sua equipe de advogados, dando instruções precisas para executar os documentos que protegeriam todas elas e deixariam Lucas legalmente desamparado.

A Terceira contatou sua rede de influências no mundo da medicina, cancelando projetos e apoios que Lucas acreditava ter.

A Quarta postou uma mensagem enigmática em suas redes sociais, uma que seus milhões de seguidores logo entenderiam.

A Sexta e a Sétima acionaram a venda de suas empresas de tecnologia, cujas patentes, secretamente, valiam mais do que todo o império de futebol de Lucas.

Enquanto isso, Sofia caminhava pela casa, seu santuário transformado em prisão, e supervisionava a retirada de tudo.

Móveis, obras de arte, joias, tudo que ela havia comprado, tudo que as outras haviam adquirido com o dinheiro que secretamente acumularam.

O mordomo, Antônio, um homem de meia-idade a quem Sofia havia ajudado a pagar o tratamento de sua esposa anos atrás, coordenava os homens da mudança com uma lealdade inabalável.

Ele olhava para Sofia com respeito e gratidão. Ele era o informante dela, os olhos e ouvidos dentro da casa por todo esse tempo.

"Senhora Sofia, está tudo pronto," ele disse, com a voz baixa.

Lucas e Clara entraram na casa, chocados com a cena. Caixas por toda parte, paredes nuas, homens carregando o que ele pensava ser sua propriedade.

"O que diabos está acontecendo aqui?" ele berrou, o rosto vermelho de fúria. "Sofia! O que você pensa que está fazendo?"

Sofia parou na sua frente, o olhar vazio de qualquer emoção.

"Estou indo embora, Lucas."

"Indo embora? Você não pode ir embora! Tudo isso é meu!" ele gritou, gesticulando para a casa que se esvaziava.

Sofia deu um pequeno sorriso, o primeiro daquela tarde.

"Você tem certeza disso?"

A pergunta dele ficou no ar, carregada de um significado que ele ainda não conseguia compreender.

Ele estava prestes a descobrir que sua fortuna, seu poder, suas "Sete Estrelas", tudo o que ele acreditava possuir, na verdade, nunca lhe pertenceu de verdade.

Capítulo 2

Lucas agarrou o braço de Sofia, sua expressão uma mistura de fúria e descrença.

"Você não pode fazer isso, Sofia. Depois de todos esses anos?"

Sofia olhou para a mão dele em seu braço e depois para o rosto dele, sem nenhuma expressão.

"Me solte, Lucas."

Sua voz era tão fria que ele recuou instintivamente, soltando-a.

"Eu te dei tudo," ele disse, a voz agora um pouco mais baixa, tentando usar a antiga tática da culpa. "Uma vida de luxo, tudo que você sempre quis."

Sofia riu, um som seco e sem humor.

"Você me deu uma gaiola dourada, Lucas. E achou que eu ficaria feliz cantando nela para sempre."

Ela se virou, pronta para sair, mas ele a bloqueou novamente.

"Tudo bem, tudo bem," ele disse, levantando as mãos em sinal de rendição. "Quanto você quer? Um cheque? Diga um número. Eu te dou o que você quiser para parar com esse circo."

Ele ainda acreditava que o dinheiro podia resolver tudo. Essa era a sua maior fraqueza.

Sofia o olhou com pena.

"Lucas, o seu dinheiro não pode comprar o que eu quero."

Ela então se aproximou dele, sua voz baixando para um segredo compartilhado.

"E, para ser sincera, você não tem tanto dinheiro quanto pensa."

Antes que ele pudesse responder, ela já estava se afastando, deixando-o parado no meio da sala vazia e confusa.

Sozinha no carro, a caminho de seu novo apartamento, Sofia finalmente se permitiu respirar.

Ela olhou para o anel de divórcio que já usava, um anel que ela mesma desenhou. Simples, elegante, um símbolo de sua liberdade.

Ela se lembrou do dia em que renasceu. A dor, o sangue, a visão de Lucas a abandonando em sua vida passada para ficar com uma de suas amantes enquanto ela perdia o filho deles.

A memória ainda doía, mas não era mais uma ferida aberta, e sim o combustível para sua vingança.

Naquela vida, ela era submissa, cega de amor. Nesta vida, ela voltou com um único propósito, desmantelar o império de Lucas e libertar não apenas a si mesma, mas todas as outras mulheres que ele colecionava como troféus.

Ela as encontrou, uma por uma, em seus momentos de maior desespero, todas vítimas da crueldade e do egoísmo de Lucas.

Ela as ajudou, as capacitou, lhes deu as ferramentas para se tornarem poderosas. E elas, em troca, deram a ela sua lealdade. Juntas, elas eram mais fortes do que ele jamais poderia ser.

Seu telefone tocou, tirando-a de seus pensamentos. Era a Quarta, a atriz.

"Sofia, a pequena influenciadora está fazendo um show."

Sofia colocou no viva-voz.

No fundo, a voz estridente de Clara podia ser ouvida. Ela estava de pé no jardim da mansão vazia, fazendo uma live para seus seguidores.

"Vejam, pessoal! O verdadeiro amor venceu! As velhas finalmente foram embora!"

Clara ria, apontando a câmera para a casa agora despojada.

"Elas acharam que podiam levar as coisas dele, mas o meu Lucas é tão rico, ele vai comprar tudo novo e melhor para mim! Esta casa vai ser o nosso ninho de amor!"

Sofia escutava com um sorriso frio. Clara não tinha a menor ideia do que estava acontecendo.

A Quinta, a advogada, entrou na chamada.

"Ela está se gabando da riqueza dele? Mal sabe ela que a família de Lucas está afundada em dívidas. Aquela mansão é a única coisa que ainda tem algum valor, e está hipotecada até o teto."

A Segunda, a maga das finanças, acrescentou.

"E essa hipoteca está prestes a ser executada. Eu comprei a dívida através de uma de nossas empresas de fachada na semana passada. A casa é nossa, tecnicamente."

Um coro de risadas satisfeitas soou pelo viva-voz do carro.

Clara continuou sua live, alheia à sua própria desgraça.

"Elas pensam que são espertas, mas são apenas um bando de mulheres desesperadas e abandonadas. O futuro é meu e de Lucas!"

Sofia desligou a chamada.

Ela olhou pela janela do carro para as luzes da cidade. Um sentimento de paz a invadiu.

Pela primeira vez em duas vidas, ela estava verdadeiramente livre.

"Uma vida de solteira", ela pensou. "Viajar, construir meu próprio império, talvez encontrar um amor de verdade um dia."

Mas primeiro, ela iria saborear a queda de Lucas.

Cada detalhe, cada momento de desespero dele, seria a recompensa por anos de planejamento e dor contida.

A vingança estava apenas começando.

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