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A Vingança de Sofia Alencar

A Vingança de Sofia Alencar

Autor:: Kay
Gênero: Xuanhuan
O suor frio escorria na minha testa no primeiro dia da universidade, um deja-vu insuportável. Eu caí do telhado, traída pela minha "irmã" Ana, que me incriminou pela morte dos meus pais e roubou a fortuna da minha família. Em vez da morte, um milagre: eu estava viva, de volta ao dia fatídico. Ana, com sua voz doce e generosa, distribuía o dinheiro do MEU pai para parecer a garota rica e boazinha, com a intenção de me humilhar como a "bolsista pobre" apadrinhada por caridade. Senti a raiva gélida crescer. Todas as humilhações da vida passada me atingiram como um soco no estômago, a dor era excruciante. Ela sorriu, acenou e me chamou de "irmãzinha", mas para mim soou como veneno. Ela tentou me diminuir, me pintar como a garota tímida e estranha, me colocando sob suas asas manipuladoras. Mas eu não era mais a garota ingênua. Com um sorriso frio, tirei uma foto do dinheiro e o print da transferência bancária: prova irrefutável da farsa. Compartilhei tudo com os calouros, expondo sua mentira antes mesmo que ela pudesse respirar. Aquele show dela estava prestes a acabar. A humilhação pública na cafeteria foi só o começo. Ao chegar em casa, Ana estava encenando para meus pais, se vitimizando, distorcendo a verdade, tentando jogá-los contra mim. Ela se pintava como a pobre garota adotada, vítima do preconceito, mas eu sabia a verdade. "Mãe, pai, a generosidade de vocês está os cegando", minha voz era firme. Revelar o roubo do colar da vovó e o celular comprado com o dinheiro sujo dela foi só o primeiro passo. Plantei a semente da dúvida. A raiva e o ódio nos olhos de Ana eram o presságio de uma guerra declarada. Na manhã seguinte, ela trouxe a guerra para a minha casa, com a mesma performance, tentando me fazer de impostora. Ela implorava "ajuda" de joelhos, mas eu não cederia mais. "Esta é a minha casa, a casa dos meus pais. Eu sou Sofia Alencar", anunciei, e chamei a segurança. Aquele sorriso venenoso dela desapareceu. Eu estava de pé, firme, vitoriosa, pronta para o banquete da vingança.

Introdução

O suor frio escorria na minha testa no primeiro dia da universidade, um deja-vu insuportável.

Eu caí do telhado, traída pela minha "irmã" Ana, que me incriminou pela morte dos meus pais e roubou a fortuna da minha família.

Em vez da morte, um milagre: eu estava viva, de volta ao dia fatídico.

Ana, com sua voz doce e generosa, distribuía o dinheiro do MEU pai para parecer a garota rica e boazinha, com a intenção de me humilhar como a "bolsista pobre" apadrinhada por caridade.

Senti a raiva gélida crescer.

Todas as humilhações da vida passada me atingiram como um soco no estômago, a dor era excruciante.

Ela sorriu, acenou e me chamou de "irmãzinha", mas para mim soou como veneno.

Ela tentou me diminuir, me pintar como a garota tímida e estranha, me colocando sob suas asas manipuladoras.

Mas eu não era mais a garota ingênua.

Com um sorriso frio, tirei uma foto do dinheiro e o print da transferência bancária: prova irrefutável da farsa.

Compartilhei tudo com os calouros, expondo sua mentira antes mesmo que ela pudesse respirar.

Aquele show dela estava prestes a acabar.

A humilhação pública na cafeteria foi só o começo.

Ao chegar em casa, Ana estava encenando para meus pais, se vitimizando, distorcendo a verdade, tentando jogá-los contra mim.

Ela se pintava como a pobre garota adotada, vítima do preconceito, mas eu sabia a verdade.

"Mãe, pai, a generosidade de vocês está os cegando", minha voz era firme.

Revelar o roubo do colar da vovó e o celular comprado com o dinheiro sujo dela foi só o primeiro passo.

Plantei a semente da dúvida.

A raiva e o ódio nos olhos de Ana eram o presságio de uma guerra declarada.

Na manhã seguinte, ela trouxe a guerra para a minha casa, com a mesma performance, tentando me fazer de impostora.

Ela implorava "ajuda" de joelhos, mas eu não cederia mais.

"Esta é a minha casa, a casa dos meus pais. Eu sou Sofia Alencar", anunciei, e chamei a segurança.

Aquele sorriso venenoso dela desapareceu.

Eu estava de pé, firme, vitoriosa, pronta para o banquete da vingança.

Capítulo 1

Um suor frio escorreu pela minha testa, encharcando a gola da minha camisa nova. Meus dedos tremiam, e eu apertei a alça da minha mochila com força, sentindo a textura do couro contra a minha pele úmida.

A cena ao meu redor era insuportavelmente familiar. O portão imponente da universidade, os estudantes rindo e conversando, o sol quente de início de semestre.

Eu estava viva.

A última coisa de que me lembrava era o vento frio contra o meu rosto enquanto eu caía do telhado do prédio. A dor esmagadora da traição era mais forte que o medo da morte. Vi meus pais mortos, a fortuna da minha família roubada, e a minha "irmã", Ana, rindo de mim. Ela me incriminou, me humilhou, me transformou na assassina dos meus próprios pais aos olhos do mundo.

E agora, aqui estava eu. De volta ao primeiro dia da universidade. O dia em que tudo começou a desmoronar.

Meu coração batia descontroladamente no peito, não de ansiedade, mas de uma raiva gélida. Eu abri os olhos novamente, e a vi.

Ana estava a poucos metros de distância, cercada por um grupo de novos alunos que a olhavam com admiração.

"Não se preocupem, pessoal! O café hoje é por minha conta! Considerem um presente de boas-vindas da minha família!"

A voz dela era doce, generosa. A mesma voz que ela usou para enganar meus pais por anos. Ela tirou da bolsa um maço de dinheiro, notas novas e crocantes, e as balançou no ar com um sorriso radiante.

Era o dinheiro do meu pai. O dinheiro que ele deu a ela naquela manhã para "despesas universitárias".

Na minha vida passada, eu achei esse gesto nobre. Pensei que ela estava apenas tentando fazer amigos. Hoje, eu via a verdade. Ela estava construindo sua persona de "garota rica e generosa", a base para a mentira que viria a seguir: a de que eu era a "bolsista pobre" que ela, por caridade, apadrinhava.

A lembrança me atingiu como um soco no estômago. Lembrei-me dos sussurros nos corredores, dos olhares de pena, da humilhação de ser chamada de aproveitadora enquanto ela usava o meu dinheiro para comprar popularidade. A dor era tão real, tão presente, que por um segundo me faltou o ar.

Ela me viu. O sorriso dela se alargou, e ela acenou para mim, chamando-me para perto.

"Sofia! Vem aqui, irmãzinha!"

A palavra "irmãzinha" soou como veneno nos meus ouvidos.

Andei até ela, minhas pernas firmes, meu rosto cuidadosamente neutro. O grupo abriu espaço para mim.

"Pessoal, esta é minha irmã, Sofia," Ana disse, colocando um braço em volta dos meus ombros. O gesto era para parecer afetuoso, mas eu senti a posse, o controle. "Ela é um pouco tímida, não está acostumada com tanta gente. Nossa família sempre foi muito reservada."

Ela estava sutilmente me diminuindo, me pintando como a garota estranha e introvertida, enquanto se posicionava como a porta-voz social da nossa "família rica". Era uma provocação, um teste. Ela queria ver se eu continuaria a ser a garota ingênua que ela podia manipular.

Eu sorri de volta, um sorriso pequeno e controlado.

"Ana é sempre tão generosa," eu disse ao grupo, minha voz calma. "Ela tem um coração de ouro."

O rosto de Ana brilhou com presunção. Ela achava que tinha vencido.

Enquanto ela se virava para liderar o grupo em direção à cafeteria, aproveitei a distração. Com um movimento rápido e discreto, peguei meu celular. Tirei uma foto clara do maço de dinheiro na mão dela e, em seguida, abri o aplicativo do banco da nossa família.

Meus pais, em sua infinita bondade, me deram acesso total à conta principal. Eu nunca a usava, mas sabia como funcionava. Em segundos, localizei a transferência que meu pai havia feito para a conta de Ana naquela manhã.

"Assunto: Dinheiro para livros e material - Boas aulas, querida!"

O valor era exatamente cinco mil reais.

Com a foto e o print da transferência salvos, enviei uma mensagem rápida para o grupo de calouros da universidade, um grupo que eu sabia que Ana ainda não havia entrado.

O texto era simples: "Alerta de golpe no campus: uma garota chamada Ana está se passando por rica, distribuindo dinheiro que acabou de receber dos 'pais adotivos' para material escolar. Cuidado para não serem usados no teatro dela. Aqui estão as provas."

Anexei a foto do dinheiro e o print da transferência.

Enviei.

Então, guardei o celular no bolso e segui o grupo em direção à cafeteria, um passo atrás de Ana. Um sorriso frio se formou nos meus lábios.

O show dela estava prestes a acabar antes mesmo de começar.

Capítulo 2

A cafeteria da universidade estava lotada, o barulho de conversas e risadas preenchia o ar. Ana, como uma rainha em sua corte, estava no centro de tudo, de pé ao lado do caixa.

"Pode passar tudo na minha conta!" ela anunciou em voz alta para a funcionária do caixa, garantindo que todos ao redor ouvissem. "Quero que todos os meus novos amigos comecem o semestre com o pé direito."

Alguns estudantes aplaudiram, outros a olhavam com gratidão e admiração. Ela se deleitava com a atenção, o sorriso presunçoso fixo no rosto.

Foi então que os primeiros celulares começaram a apitar. Um, depois dois, depois uma cascata de notificações por todo o salão. As pessoas pegaram seus telefones, e um silêncio estranho começou a se espalhar.

Vi o momento exato em que a primeira pessoa viu minha mensagem. Seus olhos se arregalaram, depois se moveram do celular para Ana, e de volta para o celular. Um sussurro começou, espalhando-se como fogo.

"É ela?"

"Olha a foto... é o mesmo dinheiro."

"Pais adotivos? Ela disse que era a família dela."

O rosto de Ana congelou. A cor sumiu de suas bochechas. Ela olhou ao redor, confusa com a mudança repentina de atmosfera. Um dos garotos que estava ao seu lado mostrou a tela do celular para ela.

Vi o pânico tomar conta de seus olhos. O sorriso dela vacilou e desapareceu.

"Isso... isso é uma mentira! É uma montagem!" ela gaguejou, sua voz de repente aguda e estridente. "Alguém está tentando me prejudicar!"

A desculpa era tão fraca, tão desesperada, que só piorou as coisas. O print da transferência bancária, com o nome do meu pai e a descrição do propósito do dinheiro, era irrefutável.

A funcionária do caixa, que antes a olhava com um sorriso, agora a encarava com desconfiança. "Senhorita, o total é de trezentos e quarenta e dois reais. Vai pagar ou não?"

Ana ficou paralisada, o maço de dinheiro ainda na mão, agora parecendo uma prova de sua farsa. O dinheiro que deveria comprar sua popularidade se tornou o símbolo de sua humilhação.

Foi a minha deixa.

Aproximei-me calmamente, um olhar de preocupação fingida no rosto.

"Ana, o que aconteceu?" perguntei, minha voz suave o suficiente para que apenas as pessoas mais próximas ouvissem. "Você está bem?"

Ela se virou para mim, os olhos cheios de fúria e desespero. Ela sabia que eu era a responsável.

"Sofia... me ajude," ela sussurrou, a voz trêmula.

Eu me virei para o grupo. "Pessoal, acho que houve um mal-entendido," eu disse, projetando minha voz para que todos pudessem ouvir. "Minha irmã, Ana, foi adotada por meus pais há alguns anos. Ela veio de uma situação muito difícil."

Fiz uma pausa, deixando a informação ser absorvida. Os olhares de desprezo se transformaram em uma mistura de pena e curiosidade.

"Às vezes, ela se empolga um pouco querendo fazer amigos," continuei, pegando gentilmente a carteira da mão dela. "Ela só queria que todos gostassem dela. Eu pago a conta. Ana, por que você não vai pegar uma mesa pra gente?"

Paguei a conta com meu próprio cartão, um cartão de crédito sem limites que meus pais me deram. O gesto foi rápido, discreto, mas poderoso. Eu não estava me exibindo, estava resolvendo um problema. Estava sendo a adulta na sala.

Os estudantes que antes a aclamavam agora olhavam para ela com pena e um pouco de nojo. A garota rica e generosa era, na verdade, uma coitada desesperada por atenção, usando o dinheiro de sua família adotiva para comprar amigos. E eu? Eu era a irmã compreensiva e verdadeiramente rica, que a salvou da vergonha.

Num único movimento, eu destruí a base de seu poder e estabeleci a minha.

Ana me lançou um olhar que prometia morte, antes de se virar e sair correndo da cafeteria, completamente humilhada.

Os outros estudantes vieram até mim.

"Nossa, Sofia, você é incrível."

"Sua irmã tem sorte de ter você."

"Desculpe por termos acreditado nela."

Eu sorri para eles, um sorriso gracioso e tranquilizador. "Não se preocupem. Família é complicado."

Enquanto eles se afastavam, peguei meu celular novamente. A humilhação pública era apenas o começo. Eu precisava de mais. Precisava de provas concretas, de algo que pudesse usar para proteger meus pais.

Abri o navegador e digitei o nome de um investigador particular, o melhor da cidade. Um homem conhecido por desenterrar os segredos mais sombrios.

"Preciso de uma investigação completa sobre Ana da Silva," digitei na mensagem. "Passado, afiliações, qualquer coisa suspeita. O preço não é problema."

A vingança é um prato que se come frio, mas eu estava apenas começando a preparar o banquete. E a primeira entrada tinha sido deliciosa.

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