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A mulher Que Acreditava Em Romance

A mulher Que Acreditava Em Romance

Autor:: EnyDomingos
Gênero: Romance
A vida amorosa de Emily era um fracasso eminente. Mas Emily porém nunca deixava essas experiências ruins tirar dela a fé no amor. Então em um momento caótico de sua vida conhece Oliver primo de sua melhor amiga. Oliver era o cara perfeito, mas estava de malas prontas para a Coreia do Sul, país de origem de seu pai. Anos foram se passando, vários relacionamentos fracassado até que um belo dia o destino faz com que os caminhos de Emily e Oliver se cruzassem novamente. Então novamente eles viveram um amor intenso, mas Oliver e obrigado a voltar para a Coreia para ajudar o pai que estava muito doente. Então dois anos depois Emily parte para a Coreia do Sul atrás de seu amor, O problema e que ela não sabia nada sobre onde estava ou onde encontrar Oliver. Então começa sua jornada cheia de emoções e fortes descobertas

Capítulo 1 Como nossos pais.

Bem como a jovem Emily via o casamento de seus pais, Amélia e Benjamin? Claro que com as lentes cor de rosa, como nos livros que lia nas novelas que assistia, todas as vezes que tinha alguma coisa no colégio que tinha que contar sobre os pais, Emily já tinha sua história pronta.

" Minha mãe Amélia conheceu meu pai quando ainda era uma adolescente, ele se apaixonaram assim que seus olhos se cruzam.

Minha mãe e a mais nova de quatro irmãs minhas tias Berenice, Célia e minha tia Dalva.

Minha tia Berenice era a mais velha das irmãs embora a diferença de idade entre elas sejam mínimas, minha tia se casou com meu tio Anthony aos vinte anos, e no ano seguinte eles tiveram seu primeiro bebê...o primeiro de cinco.

Minha tia Célia também se casou um tempo depois já aos vinte e um anos, ela e meu tio Vincent tiveram apenas dois filhos.

E minha tia Dalva, bem essa quase que não consegue manter a tradição da família, se casou aos vinte e três anos as portas do vinte quatro e com um homem quase dez anos mais velho que ela, minha tia nunca teve bebês, a vida dela foi bem diferente da vida das minhas tias e da minha mãe.

Voltando a história de amor original, Amélia e Benjamin, foram separados alguns meses depois de se conhecerem, pois os pais do então jovem Benjamin, morreram.

Os pais de Benjamin já eram velhos quando ele nasceu, e seu pai morreu de infarto, deixando sua mãe com um garoto ainda criança, e quando Benjamin chegará na adolescência sua mãe também já avançada em idade, acabou indo encontra seu pai do outro lado.

Assim o jovem Benjamin foi morar em outra cidade na companhia de seus tios os quais o acolheram.

Mas anos depois os tios voltaram a morar na casa que antes era dos pais de Benjamin.

Então os pombinhos que haviam sido separados puderam enfim se reencontrar e viver sua história de amor.

Havia se passando 4 anos quando o destino juntou novamente esse casal apaixonado, e então aos 17 anos eles se reencontraram e desde então nunca mais se separaram, e assim vivem até os dias atuais esse amor romântico, cheio de boas lembranças, e um carinho que dá inveja" relatos de Emily.

E foi graças a essa história que Emily viveu seus melhores sonhos românticos e as piores desilusões amorosas também.

Quando estava entrando na adolescência, antes do tão esperado beijo de amor verdadeiro, seu sonho era assim como a mãe se casar com o primeiro namorado, o homem de sua vida, assim como os pinguins ter um parceiro para a vida toda.

Havia nutrido em seu coração que teria seu final feliz, então desde nova começará a planejar sua vida, não como as meninas de sua idade que queriam viajar, conhecer o mundo, mas sim se casar e viver feliz para sempre.

Pois já tinha como certo que havia um conto de fadas para ela também, afinal quem vive toda essa mágica história e não tem uma sequência?

Emily acreditava que sua vida seria a parte dois da história de amor perfeita dos pais.

Mas...quando chegou aos 14 anos no ensino fundamental, Emily não aprendeu apenas sobre razões e proporções, e também viu que havia algo mais complicado do que o Teorema de Pitágoras...ela enfim descobriu algo que não era matemático, e sim físico, químico e biológico algo não exato, o "primeiro amor".

Max não era o garoto mais popular da sala, como Heitor, mas era sem dúvidas o mais fofo, enquanto as garotas se matavam para ter a atenção de Heitor, Emily tinha a atenção de Max só para ela, eles estudavam juntos, brincavam juntos, estavam sempre juntos, então se apaixonar por ele foi inevitável, então o nome de Max estava sempre nas suas conversas, quando ia no mercado dizia a mãe " olha mãe, o Max disse que esse sorvete e o melhor" quando ia na farmácia " pai eu não quero tomar esse remédio, o Max já tomou e disse que e ruim' em lugares aleatórios o nome de Max sai de seus inocentes e imaculados lábios.

Porém como toda adolescente tímida ela jamais assumia para alguém esse amor secreto, mas está com Max era simplesmente um sonho romântico, ele jamais olhava para outra menina ou falava sobre elas, em sua mente estava tudo bem, Max era só dela.

E e claro que toda garota quer um homem fiel a seu lado, Emily uma vez ouviu uma amiga da mãe dela contar que estava sendo traída, e a mulher chorava com sua mãe, depois que a tal amiga da mãe foi embora, Emily perguntou para sua mãe o que era traição, sua mãe muito paciente explicará para ela que traição era quando um garoto olhava para outra garota que não fosse ela. Emily entendeu então que Max nunca a tinha traído, pois sempre olhava somente para ela.

E durante muito tempo ela foi muito feliz com isso, um amor fiel, sem traições.

Ilusões também adquiridas nas revistas e filmes que assistia, seu pai Benjamin nunca tinha sido favorável a tantas ilusões que sua mulher colocava na cabeça de sua jovem filha, pois ele melhor do que ninguém sabia que não existe felicidades em um casamento todos os dias, e que talvez sua mulher tenha romantizado de mais a história dos dois.

Não que ele não fosse apaixonado pela esposa, de jeito nenhum, ele amava Amélia como a ele mesmo, mas existia dias em que ele não se amava tanto, e assim era com Amélia.

Todas as tentativas de falar para a esposa sobre isso eram silenciadas com frases do tipo" Uma garota precisa de ter uma ilusão, você e homem e não sabe dessas coisas" ou simplesmente " Eu não acho que isso seja algo que você deva opinar" .

Então para que sua filha não visse que havia o lado feio do conto de fada, o que iria contra a tudo que Amélia tão engenhosamente tinha criado para a filha, ele permanece calado.

E assim ele conservou sua vida e seu casamento.

E Emily seguia suas ilusões, alimentada pela mãe.

Capítulo 2 Presenciando o florescer de um amor.

A vida de Emily estava boa e feliz, ao lado de Max.

Mas, foi no fim das férias escolares do primeiro semestre, que ela pode ver um amor nascer, e isso bem ali diante dos seus olhos, a única coisa porém que Emily não esperava era o fato de ser uma telespectadora do evento, e não a atriz principal.

Como em todas as férias escolares, seus pais viajavam para leva-la para conhecer outros lugares e fazer coisas diferentes .

Amélia era uma mãe atenciosa com a filha, e amava ouvir os planos que sua filha fazia para o futuro, ela gostava das confidencias da filha, e sua forma pura de ver a vida.

Em seu coração desejava que a filha fosse uma pessoa assim, sempre esperançosa e feliz.

Emily gostava daquilo também, está com seus pais em lugares legais e diferente.

Porém naquele ano estava inquieta, pois deixar Max sozinho não era uma boa ideia, e se alguma garota o conquistasse, aquele era um risco que não poderia correr, se lembrava de Joana uma garota espinhenta que ficava a todos momento olhando para Max, embora ele não desse a mínima para ela, mas com sua ausência tudo podia acontecer, como nas novelas em que as vilãs armava para ficar com os mocinho.

Emily havia jurado a morte de Juana se essa tentasse separar ela de Max.

Por isso durante todo o passeio se comportou como uma típica adolescente rebelde, nada estava bom, sua cara estava sempre emburrada, e não queria mais as brincadeiras que o pai fazia com ela, afinal de contas ela não era mais uma criança, o que Max pensaria se ouvisse o pai lhe chamando de "bb" ou " Emy" isso era muito infantil e vergonhoso.

Quando a viagem acabou só conseguiu sentir gratidão por está em casa, pois dali a dois dias iria ver Max...e já estava na expectativa de ser pedida em namoro, e receber seu primeiro beijo.

Max deveria já está entediado sem ela, pois eram os dois sempre, eles viam filmes e sorriam, Max gostava dos mesmos filmes que ela, e sempre concordava com ela quando ela dizia que o cara do filme era lindo, ele sempre pensando em apoia- lá.

Os dias pareciam se arrastar para ela, as noites estavam mais longas do quê o normal, mas com muitas barreiras vencidas o grande dia havia chegado.

Emily pensou sobre aquilo e por fim suspirou, pois seu amor por Max havia vencido as impossibilidades do tempo e da distância, era assim que um grande amor ficava mais forte, quando os enamorados eram separados contra vontade deles, então a primeira parte do amor ja tinha vencido, assim como o amor de seus pais.

Emily se arrumou mais que se arrumava normalmente, afinal de contas queria uma imagem perfeita para se lembrar futuramente quando contasse para seus filhos como havia conhecido o pai deles, queria cria-los com tanto amor, quanto recebeu de seus pais, e passaria para sua filha caso fosse menina, a tradição do amor verdadeiro.

Naquela manhã quando chegou ao colégio suas amigas a elogiaram dizendo o quanto ela estava bonita seus cabelos estavam soltos e um arco discreto os mantinham atrás das orelhas, sua boca estava com um tom rosado assim como suas bochechas, claro que havia se maquiando escondido dos pais, que alegavam que ela não tinha idade para aquilo.

Maria e Danielle eram suas amigas além de Max, embora esse não era seu amigo, não...era seu amor .

Mari e Dani havia contado a ela as fofocas que tinha acontecido nos dias em que ela não estava na cidade, Emily pensou com alívio, que nem uma das notícias tinham a ver com Max.

Procurando por Max entre as muitas cabeças que se aglomeraram na entrada do colégio, rapidamente avistou a cabeleireira loira e lisa de Max, abanando a mão para ele, com mais energia do que nescessário e com o sorriso mais feliz que tinha, ele sorriu de volta e foi ao seu encontro, ele deu um abraço em Emily e disse que estava com saudades e que tinha muitas coisas para contar para ela, Emily sentiu como se seus pés tivessem sido tirados do chão, era o primeiro abraço que Max lhe dava em público.

No intervalo estavam todos sentados e Emily narrava para, Maria e Danielle suas aventuras, mas ela percebeu que Max estava mais distraído do que de costume, viu também sua cabeça rodar em todas as direções a procura de algo...ou pior seria de alguém, Emily deu uma rápida vasculhada visual pelo ambiente, Joana a espinhenta estava alí, mas não era ela quem Max procurava.

Quando um sorriso diferente dos que ela conhecia ( por que Emily havia classificado todos os sorrisos de Max, e aquele não estava entre os já conhecidos por ela), surgiu nos lábios de Max ela ficou insegura a princípio, mas olhando na mesma direção do olhar dele, constatou um um tanto quanto chocada que o sorriso diferente de Max estava na direção de um garoto magricela de cabelos pretos, tentou entender a situação, ela nunca tinha visto aquele garota antes, mas estava tudo bem, Max fez amizades com um garoto novato e não com uma garota, isso justificava aquele sorriso, o sorriso para um amigo também garoto, pelo menos era o que ela estava tentando acreditar.

Max era realmente fiel a ela, mas quanto aquele sorriso diferente, aquilo a incomodou, acendeu um luz vermelha em seu cérebro.

O que aquele sorriso significava afinal de contas? ela não sabia por nunca te-lo visto antes, e quem era o magricela? Também não conhecia, mas viu quando a mão de Max balançou em sua direção, com mais vigor e energia do que o nescessário, viu também quando o magricela retribuiu da mesma forma, quando ele já estava perto deles viu o sorriso de Max ficar mais... intenso...Max nunca tinha dado aquele sorriso para ela.

Vendo a confusão estampada em seu rosto, Max agora com bochechas vermelhas apresenta André para as amigas, explica que ele havia se mudado para a cidade, naquele período de férias escolares, e que agora eram amigos...mas Emily sentiu que a voz dele tinha uma emoção diferente quando disse o "amigos".

Três semanas depois, Emily viu seu conto de fadas virar poeira, Max já não estava tão próximo dela como antes, agora ele e o Magricela viviam para cima e para baixo nos intervalos, seu amigo,( não tão amigos mais) agora tinha um novo linguajar, até o andado de Max estava diferente, ela podia jurar que Max estava andando com um pouco mais de rebolado...

Em um dia muito quente de verão Emily estava com a cabeça na temperatura do sol, já não sabia mais definir o que tinha dado tão errado com sua história de amor, que era tão perfeita até a chegada do magricela.

Resolveu que odiava o magricela afinal de contas, ele mau havia chegado e já estava atrapalhando sua vida e seu relacionamento com Max.

Pegou sua bicicleta e foi até a cachoeira onde costumava ir com Max, durante a sua pedalada percebeu que talvez não tivesse sido uma boa ideia sair com um sol tão escaldante, mas nada a havia preparado para o que seus olhos viram bem ali a sua frente, entre pedras e uma linda vegetação, no plano de fundo uma cachoeira jorrando sua cascata cristalina, e ali meio as escondidas estavam um casal adolescente, se encarando e sorrindo um para o outro, a distância que Emily estava ela podia ver o suficiente decifrar os olhares, e graças a sua percepção romântica incurável, ela viu o amor nascer entre aquele casal.

Injusto não era a palavra que cabia naquela cena.

Ela estava vendo o seu conto de fadas se realizar mas não era ela quem olhava para Max, e nem era dela o sorriso meloso e a expectativa de um toque... Emily viu chocada e desesperada a cabeça de Max se inclinar, quando o garoto magricela cobriu os lábios de Max com um casto e desajeitado beijo.

O choque dela foi tão grande que não conseguiu segurar o grito que veio em sua garganta.

Sentiu-se duplamente traída, e profundamente magoada, então aquilo era a dor de perder um grande amor, agora entendia o que a amiga da mãe sentiu ao ser traída pelo marido.

Quando Max e o garoto magricela viu que não estavam mais sozinhos olharam com espanto um corpo caindo ao chão, Max reconheceu ser sua amiga Emily, e ambos foram a seu encontro, Max sacudiu e o gato magricela pegou uma garrafa de água e tampou na cara de Emily, ela abriu os olhos e se levantou furiosa.

- Emily você está bem?

- Como você quer que eu esteja bem Max, eu acabei de ver você beijando um garoto.

Max ficou vermelha, pelo menos ele havia ficado mudo, e Emily se levantou e pegou sua bicicleta para voltar para a casa, mas Max a chamou.

- Emily por favor não conta para ninguém o que você viu, meus pais me matariam se soubesse.

- Pois eu quero mesmo que você morra Max, você me traiu.

Dizendo isso subiu em sua bicicleta e foi embora.

E claro que ela não contaria a ninguém, mas isso não significava que estava feliz por ele, pois ele havia destruído seu coração.

E nos dias que se seguiram, viu Max ser mais feliz com o garoto magricela do que era com ela.

Sua primeira desilusão amorosa, a primeira evidência de que talvez sua mãe não tivesse lhe dito toda a verdade sobre o amor.

Capítulo 3 Meu segundo amor verdadeiro

Bem foi um ano muito difícil para Emily, ali estava ela, prestes a deixar o ensino fundamental, prestes a deixar para trás seus quatorze anos, e ainda era B.V...um termo muito usado por suas amigas para definir quem ainda não tinha dado o primeiro beijo na boca...

Boca Virgem, isso era como um selo de não desejável, além de vergonhoso, nem uma menina queria que as outras soubesse sobre esse segredo, por isso quando as outras meninas perguntavam a Emily como tinha sido seu primeiro beijo ela sempre dizia," foi em um dia muito quente, eu estava na cachoeira com um primo meu distante, eu meio que desmaiei, ele ficou preocupado, acho até que eu desmaiei, por que acordei com ele do meu lado faltando meu nome, ele me perguntou se eu estava bem, e aí ele me beijou".

Emily não estava mentindo, apenas acrescentando alguns detalhes de como realmente poderia ter acontecido entre ela e Max se não fosse aquele magricela.

Mas somente Danielle e Maria sabiam da sua verdadeira história trágica.

Não, definitivamente sua vida romântica não tinha começado bem, e depois de conversar com sua mãe sobre esse término em seu amor quase verdeiro, foi aconselhada pela mãe a não tornar aquilo um fardo sobre si, afinal de contas quem tinha perdido uma boa garota era Max.

Quanto a ela, podia ficar tranquila, pois a vida trazia para nós o que era nosso, e ela com certeza tinha uma pessoa especial esperando por ela, em algum lugar.

Emily se admirava como sua mãe era tão experiente em amor, embora nem sempre suas previsões saiam como ela dizia.

Uma semana antes de sua grande festa de quinze anos, festa essa que seus pais haviam planejado desde de seu nascimento, Emily enfim teve seus olhos abertos para seu verdadeiro amor.

Fabiano era um garoto de beleza inferior a de Max, e seu intelecto também não era lá essas coisas, ele era um pouco idiota, se bem ela se recordava, mas no ensino médio, ele havia florescido.

Passou de um garoto estranho e mal vestido para o club dos "Bad Boys adolescente".

Em uma manhã que para Emily foi "a manhã gloriosa" Fabiano disse " e aí Emily, soube que seu níver e semana que vem?" Ela sem saber o que responder, apenas ficou vermelha e balançou a cabeça, então ele passou direto.

Naquele momento Emily já sabia o que ia contar no futuro quando lhe perguntassem como ela havia conhecido o amor da sua vida.

Naquele mesmo dia no final da aula, Emily passou com as amigas mais próximo de onde os Bad Boys adolescentes costumavam a ficar.

Segurando seu fichário com o rosto do Ator Rodrigo Santoro estampado na capa, seu ideal de homem bonito.

Seus passos eram tão lentos que quase elas não se moviam do lugar, então Fabiano as pararam no caminho e disse diretamente a ela" E aí Emily, e aí meninas" e todas responderam em coro" oi Fabiano".

Observando a anos luz aquela cena, Emily percebeu o ridículo daquela situação, mas naquele dia foi simplesmente o desabrochar de uma flor, afinal todas as meninas queriam ter algum para amar.

Com o incentivo de suas amigas, ela tomou coragem e convidou ele e mais três amigos dos Bad Boys adolescentes para sua festa, pois havia interesse de Maria e Danielle nos Bad Boys adolescentes também.

Agora sim, havia empolgação entre as meninas, todas estavam certas de que Emily não seria mais BV depois de sua festa de quinze anos, havia emoções e havia o primeiro beijo tudo estava certo na cabecinha delas.

Naquela noite as meninas se reuniram para, dar e receber conselhos umas as outras.

Maria assim como Emily era B.V, mas Danielle estava a frente de ambas, já havia rompido três etapas.

Sim elas haviam criado naquela época uma lista de coisas sobre namorar ou ficar .

1) ETAPA = ABRAÇAR POR MAIS DE 3 MINUTOS

2) ETAPA = BEIJAR NA BOCA DE OLHOS FECHADOS.

3) ETAPA = ABRAÇO, BEIJO E DEIXAR O MENINO COLOCAR AS MÃOS NOS EM SEUS PEITOS POR CIMA DA BLUSA.

4) REGRA QUE JAMAIS SERA QUEBRADA PELOS PRÓXIMOS 5 ANOS...NUNCA, JAMAIS PASSAR DA 3°ETAPA.

Emily avaliava sua amiga Danielle era sem sombras dúvidas a heroína entre elas.

Pois tinha ficado com um garoto dois anos mais velho do que nós, e isso fez dela nossa mentora amorosa e sexual, nos líamos muitas revistas sobre como seria a primeira vez, nos também já tínhamos visto fotos de pênis, íamos na Lan house, e ficávamos em cantos discretos para podermos ter mais liberdade para nossas pesquisas.

Nessa fase nós já sabíamos todas as teorias do sexo, sonhávamos com nossa primeira vez em um futuro distante, por que naquele momento só queríamos mesmo as emoções primárias do amor puro e casto.

Então no dia do meu baile de quinze anos, eu fui contemplada com duas etapas, a festa foi linda eu estava com meu lindíssimo vestido rosa, meus pais me permitiram minha primeira maquiagem, perto deles e com o conhecimento deles claro, era leve e sútil, mas havia uma cor nos meus lábios.

E claro que nos tínhamos um plano para eu deixar de ser B.V.

E seria naquele dia e naquela festa, meu presente de quinze anos.

Então no decorre da festa Danielle e Maria me ajudaram a escapar dos meus pais, e foi dentro de um cômodo pequeno e apertado do salão de festas que meus pais haviam alugado, mais precisamente dentro de um depósito de matérias de limpeza cheio de rodos e esfregões( ironia do destino) que eu estava sendo também esfregada na parede, literalmente, Fabiano e eu lutava para cabermos dentro daquele cômodo minúsculo, o meu vestido estava ocupado o maior espaço.

Enquanto as meninas davam cobertura eu e Fabiano estávamos dentro desse lindo lugar, mas ao contrário do que Danielle disse ele não tinha sido nada calmo ou educado, ele me pressionou contra a parede alguma coisa bateu na minha cabeça, meu vestido era muito armado e cheio de panos, ele xingou alguns palavrões vulgares, e falou coisas obscenas, meu encanto acabou bem naquele momento.

Depois sem nem uma palavra de amor ou gentileza enfiou a língua dentro da minha boca, eu fiquei com nojo, tinha muita saliva vindo da boca dele, eu o empurrei sai do quartinho de limpeza do salão e fui direto para o banheiro e vomitei tudo que estava no meu estômago, um momento nada glamouroso ou encantador.

Fabiano ficou com seu ego muito ferido, e deixando seu espírito maldoso e vingativo fluir, espalhou para todos que eu o havia feito sexo oral nele e que eu tinha engasgado com seu tamanho, eu fiquei desesperada naquela ocasião, minhas amigas me ajudaram e eu jamais contei mais nada da minha vida amorosa para minha mãe.

Pois atribuir a ela minhas decepções e vergonhas passadas, mas achei em minhas amigas, Danielle e Maria a verdade sobre o que acontece na vida real e amorosa.

Dali para frente fizemos um pacto de meninas, tudo era contado uma para a outra, e assim resolvamos os nossos problemas, juntas.

Mari e Dani me disseram que eu não tinha que ficar com vergonha, por que eu só passei mal por que Fabiano também não sabia como se beijava uma garota, eu acreditei na minhas amigas e claro, e assim voltei ao colégio na semana seguinte de cabeça erguida.

Mesmo diante dos olhares irritantes da quelas garotas invejosas eu superei quase por completo aquele momento vergonhoso.

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