Brutus
Hoje não era um dia como os outros! Finalmente a Ana tinha concluído seus estudos na escola para moças, uma tradição mais que ridícula da nossa família passada de geração em geração! E por causa disso fiquei quatro anos sem ver a minha prima, ou melhor dizendo, quase irmã. Porque quase irmã?
Ana Maria é a filha do irmão da minha mãe, que tragicamente morreu com a esposa em um acidente de carro, quando a Ana tinha apenas cinco anos de idade, desde então, nossos pais tiveram a guarda definitiva da mesma e cuidam dela como se fossem a sua própria filha, eles nunca fizeram distinção entre eu, ela e o Taurus, meu irmão gêmeo, porém não idêntico, nós nascemos de placentas diferentes e iconicamente, eu puxei para o meu pai, loiro e com os olhos azuis, e o Taurus puxou para a minha mãe, moreno e com os olhos cor de mel. E nós dois também sempre amamos a Ana como a nossa irmã caçula, isto é, durante o tempo em que pudemos ficar juntos, pois a nossa família é uma das mais antigas da cidade, aliás, da cidade não, do país, nós somos os Rocks, sobrenome do meu pai, mas também somos os, Benefilds, os herdeiros da família mais tradicionais da Espanha.
E com tradicional quer dizer literalmente tradição, e uma das maiores tradições da família Benefilds é mandar as meninas para uma escola de meninas, em um convento que já existe há não sei quantos séculos, e lá as meninas são educadas conforme os costumes da nossa família, que seria no caso, aprender a ser uma bela, obediente e prendada esposa. E foi isso o que aconteceu com a nossa prima quando a mesma completou sete anos, a idade ideal para adentrar a escola de meninas do coração sagrado de Maria, a mandaram para a instituição e desde então ela tem vivido lá, e o nosso contato se baseou em apenas algumas poucas visitas ao longo dos anos, pois as feiras são muito rígidas, mesmo assim o nosso carinho pela Ana nunca foi abalado, e eu e o Taurus nunca sequer esquecemos dela por nenhum momento, e desde quando soubemos que ela já conclui seus estudos e está prestes a voltar, nós ficamos muito felizes e ansiosos para tê-la de volta em casa.
Mas enfim, mal vejo a hora de olhar novamente para o seu rostinho lindo, ela era tão pequenina, apesar de ser apenas dois anos mais nova que a gente, estou com tanta saudade e tão ansioso para vê-la que nem vou reclamar quando ela me chamar pra brincar, participo de qualquer brincadeira que ela quiser.
- Olha o que eu comprei! Jujubas são os preferidos da Ana! - Taurus diz todo sorridente, ele também está tão ansioso quanto eu para a chegada da nossa prima, assim como eu, ele também sentiu muita falta dela
- Mal vejo a hora de encontrar a minha menininha de.... novo... - Taurus gagueja e fica pasmo, assim como eu no momento em que o papai entra com a garota dentro de casa, ela não tem nada da garotinha pequenininha de sete anos que saiu daqui de casa, mas sim uma garota completamente formada e bonita, e, que Deus me perdoe, muito gostosa.
- Brutus! Taurus! - Ela parte pra cima da gente e já começa a nos abraçar, mesmo com esse corpão ela continua sendo a mesma menininha doce e meiga de sempre, ela continua sendo a minha Ana, meiga e fofinha.
- Vamos almoçar ou a comida vai esfriar! - Nossa mãe chama e nós já vamos atrás dela, o almoço foi muito animado, todo mundo tá mimando a Ana, pra começar pelas comidas, que são as suas preferidas, toda a atenção da mesa está nela, que conta sobre todas as aventuras, um tanto bobinhas lá na escola de meninas.
No horário da tarde a Ana ficou o tempo todo dormindo, tadinha, estava cansada da viagem, eu e o Taurus ficamos jogando videogame, estamos de férias da faculdade, então não há problema quanto a isso.
- Cadê a mamãe? - Ana aprece no pé da escada esfregando os olhos de um jeito fofo, vestida numa camisola rosinha de algodão e pantufas de bichinhos, afinal, as coisas não tinham mudado tanto, ela ainda era uma bebê.
- Mamãe agora trabalha! Ela e o pai só chegam à noite! - Respondo olhando demais para as pernas da minha irmã! Essa camisola mesmo sendo fofa está muito curta, e a Ana tá com umas pernas que, minha nossa, lindas, super torneadas e as coxas, super grossas e roliças.
- Ana eu tenho jujuba pra você e... - o Taurus começa a dizer mostrando o saco de doces, e a Ana dá um gritinho animado e vai correndo em direção ao saquinho. A Ana senta de uma vez no colo do meu irmão, dando pulinhos de alegria e retirando as jujubas da sua mão, e o Taurus deixa o controle cair de uma vez no sofá embasbacado, e não é pra menos, pois esses pulinhos que a nossa prima está dando em seu colo, mesmo que inocentes deixa qualquer um duro.
- Huuuum! Que delícia! - a Ana diz revirando os olhos e fazendo um biquinho que é fofo e ao mesmo tempo sensual, semelhante à um orgasmo, e dessa vez até eu fico duro, e tenho certeza que o Taurus está pra morrer. E minha teoria foi certeira, porque do nada o Taurus empurrou a Ana Maria bruscamente do colo dele, a fazendo cair no sofá, ele subiu as escadas às pressas desesperado, o volume alto já pra rasgar o short.
- O que deu nele? - a Ana Maria perguntou fazendo biquinho e com uma lagriminha escorrendo do seu rosto, não resisti e a puxei pra um abraço, e pra minha desgraça ela veio e sentou no meu colo e Puta que pariu! Eu quem virei pedra agora!
- Acho que você assustou ele quando sentou em seu colo! - respondi tentando me controlar e não deixar transparecer que estava quase gozando.
- Mais eu sempre sentei no colo de vocês! - ela disse fazendo biquinho com sua boquinha carnuda, e eu tive que morder o meu próprio lábio pra conseguir controlar o desejo insano que me deu de beijar ela. Que porra é essa que está acontecendo comigo?
- Verdade! Mas é que... - tentei explicar mas não consegui porque a Ana Maria começou a se remexer no meu colo, provavelmente incomodada com meu pau duro, só que a única coisa que ela conseguia era piorar a minha situação e fazer ele ficar mais duro ainda, eu tava em ponto de bala já.
- Li... Licença Ana! - tirei ela do meu colo quase com a mesma brutalidade que o Taurus, e a deixei no sofá, subi correndo as escadas e assim que cheguei no meu quarto colocarei meu pauzão pra fora, não deu outra, comecei logo a me masturbar.
E enquanto subia e descia forte apertando no meu pau, imaginava a Ana Maria rebolando nele bem gostoso e não deu outra, gozei jorrando um monte de porra no chão do meu quarto, e o grito do meu irmão que escutei vindo do quarto ao lado, só mostrava que ele tinha feito a mesma coisa, e eu desconfio que ele bateu uma pensando na mesma coisa que eu, uma coisa muito errada por sinal.
Taurus
A Ana Maria sempre foi a minha princesinha e a minha bonequinha, eu amo muito ela, e fiquei muito mal quando o papai mandou ela pra essa escola de meninas, se não fosse a Sumer, minha amiga da escola e que futuramente aos dezessete anos, quer dizer quando nós dois completamos dezessete anos, se tornou a minha namorada, e que me ajudou a superar durante todo esse tempo a ausência dela, eu nem sei o que teria sido de mim.
As vezes eu penso que deixei a Sumer se aproximar de mim porque sempre a achei muito parecida com a minha prima, ela tem a pele branca como a dela, e a mesma voz doce e calma, a semelhança das duas é bem visível, se não para os outros, pelo menos é visível para mim, e é por isso que eu fiquei tão atraído assim que vi a Ana Maria, ou será que deve ser o contrário? Mas a real é que com certeza existe uma explicação pra isso, pois não é normal eu sentir desejo pela minha bonequinha, com certeza eu a assemelhei a Sumer, deve ser por isso que fiquei duro quando ela sentou no meu colo, e foi por isso que eu bati uma punheta tão gostosa também, porque lembrei da minha namorada, foi só isso.
Inclusive eu acabei de ligar pra ela, avisando a mesma pra vir passar a tarde comigo, hoje é dia de sexta e como sempre é minha folga no trabalho e eu tô de boa em casa.
- E onde está a Ana Maria? Eu não a vi desde que ela chegou! - Sumer me perguntou assim que entrou no meu quarto.
- Não sei! Eu ainda não a vi hoje! - respondo pra minha namorada, na verdade eu meio que tô evitando ela depois de ter batido uma pra ela.
- Nossa! Vocês eram tão apegados! Agora estão assim distantes. - minha namorada insiste.
- Olha hoje é meu dia de folga e eu queria te ver! Não gostou? - vou logo falando curto e grosso, eu fico chateado, não quero pensar na Ana Maria, quero trepar e acabar com esse tesão doido que eu tô sentindo.
- Tabom desculpa! - ela diz tranquilamente pois já conhece esse meu jeito durão. Pego ela e jogo em cima da cama, começo a beijar e esfregar meu pau, levanto seu vestido e começo a beijar sua barriga.
- Ounnn Taurus! Oohhh! - começa a gemer, ela fica doidinha na minha mão. Arranco suas peças íntimas quase rasgando e começo a chupar seus seios, ela começa a gemer mais alto, ainda bem que meus pais não tão em casa. Abro as pernas dela e começo a chupar a sua bucetinha, na moral, eu adoro muito chupar uma buceta.
- Ah amor! Que língua deliciosa, você chupa como ninguém Taurus! Você é o melhor! Aaaaaahhhhh! Ela goza na minha boca, e depois a coloco pra sentar no meu pau, ela começa a gemer e quicar, eu aperto as mãos na sua cintura e a forço a se mover mais rápido, ela geme descontrolada, eu tô muito raivoso, quero descontar tudo o que tô sentindo, toda a raiva de mim mesmo e frustração por pensar aquelas coisas sobre a Ana Maria aqui no meu pau, por isso eu tô fazendo forte, bem animalesco.
E tá dando certo, pois eu tô ficando malucão, mas aí eu tenho uma visão muito louca na minha, frente e por um momento eu até penso em estar vendo uma miragem, pois parada na porta do meu quarto e olhando diretamente pra mim está a minha prima Ana Maria.
- O que você tá fazendo? - grito no momento em que vejo a Ana me espiando pela brecha da porta, jogo a Sumer pro lado da cama zangado e bato a porta com força.
- O que foi? - pergunta a Sumer toda desentendida.
- Nada! Vamos terminar! - me jogo em cima dela e termino o serviço.
- Aaanh que delícia! - ela geme toda safada pulando no meu pau, então eu viro ela de quatro e começo adoçar forte, puxo os cabelos dela e faço ela empinar pra mim, meto fundo e a buceta dela engole todo o meu pau, logo sinto ela se contraindo toda e começo a estocar mais rápido e a mesma goza toda se tremendo no meu pau, depois se joga toda acabada em cima da cama, e eu me encosto um pouco na cabeceira ainda com meu pau todo pra cima e puxo ela pelos cabelos, ela vem sem entender e eu lhe dou um tapa na cara.
- Anda vagaba! Chupa meu pau! Não se faz de doida não! Eu ainda não gozei. - eu digo e ela começa a chupar, a safada gosta de tapa na cara e eu encho ela de tabefe até ficar toda vermelha, por um instante eu imagino a Ana Maria tomando essas pancadas e isso me deixa completamente louco, pego os cabelos dela com força e começo a meter forte na boca dela, que fecha os olhos e tenta controlar as lágrimas, mas eu tô metendo sem dor, fodendo forte a boca dela, até que eu gozo pensando na Ana Maria. Merda! Não era pra eu gozar pensando nela.
(.......)
Brutus
Não dá mais pra dormir com esses barulhos de foda que tão vindo do quarto do Taurus, essa namorada dele é muito escandalosa, saio do meu quarto e dou de cara com a Ana Maria espiando o quarto do Taurus, e quando batem à porta na cara dela ela vai pro seu quarto chorando, fico com pena, então mando mensagem pra Síria cancelando o nosso encontro no clube e vou consolar a Ana Maria. - O que foi irmãzinha? - chego do seu lado depois que bati na porta do seu quarto e a mesma abriu.
- O Taurus! Ele não me ama mais!
- É claro que ele te ama! Ele só está confuso! Eu também estou! - respondi pra ela, é claro que ela não entende que está deixando a gente doido de tesão, ela é muito inocente, e é isso o que torna eu e o Taurus ainda mais safados, dois pervertidos de merda.
- Estão? Porque? - ela pergunta com a carinha mais bobinha que existe. Não posso dizer pra ela que o motivo é ela estar tão diferente e gostosa, muito mais gostosa do que qualquer garota lá da faculdade.
- Porque você está crescida! E nós queremos que continue a nossa menininha! Ou queríamos por assim dizer. - tento explicar pra ela.
- Mas eu ainda sou! - diz com os olhos marejados.
- E menininhas espiam o irmão fazendo sexo? - eu pergunto sorrindo e a mesma arregala os olhos.
- Eu só escutei os gritos e fui preocupada saber o que era! Mas quando cheguei lá, não consegui parar de olhar, todos aqueles gritos, eram o Taurus que estava causando nela, e ela estava gostando, não estava gritando de dor, gritava por que gostava mesmo. - ela diz como se fosse uma coisa de outro mundo. E é aí que eu Percebo o quanto a Ana Maria é inocente, o colégio de Freiras para meninas é muito tradicional, eu não sei nem se a ensinaram o que é sexo, ela está impressionada, diria até que curiosa.
- Ana Maria você já teve namorado? - pergunto com medo da resposta, ou melhor, de qualquer resposta, pois se a mesma disser que sim, eu não vou gostar de saber porque descobri que apenas imaginar isso me deixa com ciúmes, e também se a mesma disser que não, vai me encher de tesão.
- Não! Eu não tenho namorado, e você? tem namorada? - ela pergunta e eu Balanço a cabeça confirmando que sim.
- Você vai sair? - ela pergunta percebendo que eu estou arrumado.
- Sim! Tudo bem pra você? - eu pergunto pois se a mesma disser que não eu cancelo completamente minha ida ao clube.
- Tudo bem sim! Eu vou ler um livro! - responde sorrindo toda fofinha. Dei um beijo no rosto dela e fui pro clube, quando cheguei lá, a Síria já estava dançando com as amigas, então eu fui direto encontrar com meus amigos.
- Cadê o Taurus? - peguntou o Ivo, um dos caras do nosso grupo.
- Ficou em casa transando com a Sumer! - digo entediado, o Taurus e a namorada já transaram pelo menos pra metade da nossa turma ouvir, e geral já sabe que a Sumer geme que nem uma cadela no cio.
- Porque você não trouxe a sua irmã? Soube que ela já chegou e que é a maior gostosa! - perguntou o Lucas fazendo meu sangue ferver. - Cara gostoso vai ser o soco que eu vou dar na tua cara! - respondo zangado pra ele.
- Você tem ciúme da sua irmã? Que hilário! Você não é ciumento nem com a Síria! - o Melis, outro amigo nosso disse divertido.
- Irmã é irmã! - o Theo me defende.
- Oi meninos! - a Chila, uma coelha nossa chegou cumprimentando a gente e a minha namorada veio logo atrás.
- Oi amor! - a Síria disse e me deu um beijo na boca.
- A festa na sua casa vai rolar mesmo ou não vai? - o Ivo quis saber.
- Cara só meus pais viajarem mesmo! - respondi dando de ombros, já era tradição eu e o Taurus darmos uma festa em nossa casa sempre que nossos pais viajam.
- Tomara que sim né amor? - Perguntou minha namorada e eu confirmei, nós ficamos o resto da noite, nos divertindo e depois fui dormir na casa da Síria, pra não correr o risco da Ana Maria espiar a gente enquanto eu estiver comendo ela de madrugada.
(........)
Taurus
A Sumer queria dormir aqui em casa, mais eu disse pra ela que era melhor não, pois minha mãe, tava começando a proibir as garotas de dormir em nossa casa, por que as mesmas gritavam demais, o que não era verdade, a minha mãe é um amor, e mesmo que as vezes ela e o papai se incomode com os gritos da Sumer, eles não iriam dizer nada, mas a real é que eu precisava ficar sozinho, estava muito mal, pela Ana Maria, pois sei que fui muito grosso com ela.
Então quando a minha namorada finalmente vazou, eu fui até a minha prima. Me aproximei do seu quarto e bati na porta.
- Entra! - ouvi a voz triste dela dizer e abri a porta.
- Podemos conversar? - perguntei e a mesma acenou que sim com a sua cabeça.
- Sim! - ela respondeu e afastou para o lado me dando espaço na sua cama.
- Me perdoa! Eu me exaltei! Perdi a cabeça! Eu te amo! - vou dizendo logo tudo de uma vez, pois não tenho paciência e não sei falar de sentimento, mas ela apenas sorri e me abraça. - Eu também te amo! Não entendo porque está tão diferente! Quer dizer, eu entendo, é porque você quer que eu seja a sua garotinha né? - se aproximou e subiu no meu colo com as pernas abertas.
- Eu ainda sou a sua garotinha. - disse inocente e meu pau já começou a subir.
- A. Ana não. precisa. subir. no meu colo. - fui dizendo aos poucos, tentando me controlar mas já estando desesperado. Tô tentando me controlar mais tá difícil, com ela olhando assim pra mim, fica fácil chegar à conclusão, eu não fiquei confuso porque ache ela parecida com a Sumer, na verdade eu sempre estive com a Sumer porque achava ela parecida com a Ana Maria .
Na verdade eu sempre fui apaixonado por ela, mas eu nunca quis assumir isso pra mim mesmo, mas merda, agora com ela aqui, e pra piorar toda linda e gostosa desse jeito é impossível não admitir, não dá mais pra segurar. - Eu sou a sua garotinha Taurus! - disse dando leves pulinhos que mais pareciam com quicadas, e mais uma vez meu pau ficou o caralho de duro.
- Eu vou sempre ser a sua menininha Taurus sempre. Me abraçou fazendo com que meu rosto adentrasse no meio do seu decote, e eu pude sentir mesmo que pela camisola, os dois peitões gigantes e durinhos que ela tem, porra, eu tô muito louco por ela, sem conseguir me controlar minhas mãos começam a deslizar em suas coxas e eu sinto sua pele macia. E então eu quase dou um infarto quando sinto ela de repente começar a rebolar em mim.
- Acho eu tô sentindo as coisas que aquela menina disse que só você faz ela sentir! - ela disse com os olhos fechados, claramente ficando excitada, e mordendo o lábio, a maior tentação.
- Por.. Porque? - perguntei já doido de tanto tesão.
- Eu tô sentindo uma coisa estranha! Aquiii - olhou pra baixo e começou a rebolar mais rápido.
- Não faz isso Ana Maria! Por favor!
- Porque? Eu sou a sua menininha Taurus! Eu Posso fazer isso! - rebolou mais um pouco me enlouquecendo.
Eu já ia sair da linha e beijar sua boca, mas escuto o carro do meu pai entrar na garagem e apenas dou um selinho terno na minha prima, no qual sempre dávamos quando éramos crianças, e digo que ela é a minha menininha sim, mas que eu já estou de saída.
Vou direto pro meu quarto e boto meu pau pra fora, nem parece que transei a tarde toda, com ele duro desse jeito, vou pro chuveiro tomar um banho frio.
Brutus
Estava eu no meu quarto quando ouvi o barulho do carro do meu pai. Cassete, ele havia voltado bem antes do previsto, mas, continuei lendo o meu livro, coisa wu eu não faço muito, mas às vezes é bom variar um pouco nas coisas.
De repente eu ouço uns gemidos vindos do quarto do meu irmão. Caralho, ele estava batendo uma de novo? O que será que esse garoto tem? E olha que eu gosto de sexo, mas olhando pelo lado sério, o um irmão está completamente viciado na coisa.
Eu não se aguentaria trepar durante toda uma tarde e seguir batendo bronha pouco tempo depois. Acontece é que eu pareço ter nascido com o genoma da curiosidade encrostada no meu DNA. Às vezes eu me olho no espelho e me pergunto: "cara, qual a razão pra tu ser tão curioso? " E foi exatamente essa curiosidade que me levou a ir até o quarto do meu Brother, entretanto a alegria durou pouco quando me deparo com o meu pai.
- Achei que não fosse te encontrar em casa. - ele perguntou com aquele olhar gélido. "Aí vem bomba"! Pensei.
- Ah, o senhor não havia deixado nada de importante para eu fazer hoje, pai. Eu deveria ter feito algo? - perguntei olhando meio sem jeito na direção do quarto do meu irmão. O problema é que o meu pai fez a mesma coisa.
- Está acontecendo alguma coisa, Brutus? - na boa, eu vi um soldado medieval com uma espada levantada bem na minha frente, ela maneira com a qual o meu pai olhou pra mim.
- Não, pai. Não aconteceu nada... é que eu ia buscar um livro no quarto do Taurus, só isso! - respondi entregando o meu nervosismo. Imagina se o velho entra ali e flagra o meu irmão arregaçando o pinto com as próprias mãos? Se bem que ele acha que gente não sabe das diversões a sós que ele costumada proporcionar a si mesmo, mas vamos deixar isso de lado e focar no que realmente interessa.
- Livros? O seu irmão?
- Sim! Agora mesmo eu estava lendo a Teoria de Tudo, de Stephen Hawking. - o meu sorriso entregou que eu estava mentindo, mas, por incrível que pareça, o meu pai acreditou, pelo menos ele fingiu.
O velho pigarreou e quando virou as costas para retornar à escada, minha prima saiu do quarto dela. Puta que pariu, a mina estava vestindo um conjuntinho cor de rosa, um shortinho curto. E os peitos? Ela veio correndo na direção do meu pai para o abraçar, mas eu só consegui visar as duas bolas subindo e descendo quase saltando para fora da blusa dela.
- Titio! Que bom que voltou! - ela exclamou, praticamente se pendurando no pescoço dele. - Ana, querida sobrinha. Está tudo bem por aqui? - ele perguntou olhando para mim.
- Claro! - ela respondeu com um sorriso de orelha a orelha.
- Os meus dois priminhos são uns amores. Eu os considero como meus heróis! Ai, minha piroca.
Por que aquela menina tinha que aparecer naquele exato momento? E ainda mais vestida daquela forma? Como que uma pessoa em sã consciência resolve andar pela casa usando uma roupa como se fosse dormir? Eu não faço a menor ideia de como ela consegue fazer isso. Meu pai perguntou o que a Ana Maria havia feito durante o período em que ele esteve fora e ela contou que apenas ajudou a mim e ao Taurus, também acrescentou que nós éramos os seus irmãozinhos.
Aquilo fez o meu coração acelerar. Mas a ficha quanto ao meu irmão caiu mesmo quando ela comentou que o Taurus esteve em seu quarto há pouco.
Fiquei me perguntando o que será que eles haviam aprontado para o Taurus ter corrido para bater uma. Acho que ele, assim como eu, não resistiu ao ver aqueles peitos balançando feito balões e aquelas pernas longas e bem torneadas. Qual o cara não ficaria mais duro do que uma pedra?
***
Depois daquela insana conversa entre mim, o meu pai e Ana, finalmente consegui entrar no quarto do meu irmão. Ele ainda estava enrolado na toalha e com outra secava os cabelos em frente ao espelho.
- O que foi? Por que está me olhando com essa cara? - perguntou meio desconfiado.
- Nada! - respondi prontamente.
- Só vim saber se está tudo bem com você. Não poso?
- Haha! - ele sendo irônico.
- E desde quando você se preocupa tanto com o meu bem-estar, maninho? A pergunta veio a calhar. Eu não dou a mínima para o meu irmão, mas naquele momento a curiosidade me corroía por dentro.
Será que ele estava a fim da nossa prima? Cara, por que se for isso, eu não saberia o que fazer, já que eu também estava pra pirar do tanto que aquela mina ficou gostosa. Eu só conseguia pensar nela, em foder aquela xota, que certamente era deliciosa, até não conseguir mais me segurar de pé. Mas pelo visto esse também era o desejo do Taurus. E agora?
- Eu vi que você esteve conversando com a Ana. Ela me pareceu bastante chateada com você por causa da Summer. - perguntei. Ele riu, em seguida jogou a toalha com a qual enxugou a cabeça, sobre a cama.
- A Summer é a minha foda. Quando eu estou querendo muito trepar, você sabe que eu sempre a chamo! - Taurus respondeu, retirando a toalha que cobria sua nudez e vestiu um short taktel.
- Quanto à Ana, essa garota pensa que continua sendo a mesma menininha sardenta de antes, só que ela cresceu e deve saber que nós crescemos também! - Finalizou vestindo uma camiseta de cor branca e com uma prancha de surf na estampa.
- Você está certo! - confirmei.
- A Ana se tornou uma linda mulher e por isso nosso comportamento também tendia a mudar, isso era fato.
- Só que ela insiste em perguntar se ainda é a minha menininha. A minha garotinha e se joga no meu colo. Cá para nós, é bem incômodo! - sorriu.
- Muito, muito incômodo!
- Eu sei bem o que você quer dizer. Ela também me fez a mesma pergunta e...
- E o que?
- Nada! Deixa pra lá, eu acho que o papai vai querer falar com a gente. Ele está com uma cara! - mudei logo de assunto, pois conhecendo o Taurus como eu conheço, ele iria me encher a paciência até eu me irritar com ele. Foi só o tempo de ele calçar as sandálias e fomos os dois para o escritório do nosso pai. Nossa mãe já segurava uma bandeja com uma jarra de suco, três copos e logo atrás dela, Carmem, a empregada com outra bandeja de biscoitos.
- Ele nos espera! Falamos em coro. Ao olhar para o alto da escada vimos nossa prima descendo, só que dessa vez ela estava devidamente vestida.
Um vestido azul claro, rodado, um pouco abaixo das coxas. O mesmo continha um cinto feito de tecido da mesma cor passado em volta da cintura. Uau, ela parecia uma princesa de algum conto de fadas, mas ela era real, muito real. Talvez a presença da minha mãe a deixou um pouco sem graça e então ela decidiu vestir algo mais, melhor, menos chamativo, uma vez que nossa casa costumava ser frequentada por pessoas da alta sociedade e como a Ana Maria havia estudado desde os oito anos em uma faculdade para meninas, uma boa postura era o mínimo que se esperava dela.
Anna apenas acenou pra gente. O Taurus me olhou meio atravessado e nós dois acenamos de volta. Ela desceu direto para a cozinha e meu irmão e eu entramos no escritório.
- O senhor queria nos ver, pai? - o Taurus perguntou. Ele gostava de tomar à frente nas coisas.
- Sim! - respondeu com a cabeça ainda baixa enquanto escrevia sabe-se lá o que.
- Vou precisar da ajuda de vocês em algo!
- E no que consistiria essa ajuda, senhor Benefilds? - Foi a minha vez de perguntar.
- Esperamos que não seja algo muito...
- Eu sei que vocês dois ainda não estão prontos para coisas grandes. Se trata da visita de um velho amigo e ele tem uma filha mais ou menos da idade de vocês! - ele respondeu. Já sei onde isso vai dar.
- E o que devemos fazer? - perguntou o Taurus.
- Só cuidem para que a moça não entre em confusão, está bem? Ela, assim como a prima de vocês, estudou em um colégio interno na Suíça e por tanto, não conhece muito de nosso país. - Prosseguiu ele.
- Levem-na para conhecer alguns lugares e ah, chamem a Ana também. Ter uma moça junto vai deixar a jovem um pouco mais à vontade!
- Missão dada, missão realizada, pai! - batemos continência para o nosso velho, meu irmão e eu. Como será que é essa tal moça?
- Como ela se chama, pai?
- O nome dela é Constance e vocês já a conhecem sim! - dessa vez foi nossa mãe quem respondeu!
- A Constance cabeça de balão? - perguntamos ao mesmo tempo.
- Ela sim! - meu mundo caiu com a confirmação.
A Constance era, em múltiplas vezes, achincalhada por a gente, por conta da cabeça enorme que ela tinha. A garota é muito rica e filha de um bilionário irlandês casado com uma espanhola. Os Sullivan sempre foram amigos da nossa família e agora, o célebre ricaço viria visitar o meu pai e como consequência, meu irmão e eu ficaríamos a encargo de fazer o papel de babá da cabeçuda.
Olha, sinceramente eu não estou nenhum pouco animado com essa visita. Algo me diz que isso vai dar uma confusão danada. Meu transe foi quebrado com o celular vibrando no meu bolso, olhei no visor e vi que se tratava da Síria.
- "Oi amor. Que saudade! " - Ela falou de um jeito dengoso. - "Será que a gente não poderia se ver hoje? " Cara, eu já estava a ponto de bala desde a hora em vi a Ana Maria com aquela roupa. Meu pau estava tão duro que chegava a doer e sério, eu precisava meter em alguém naquela tarde e lógico que a Síria era a opção certa.
- Por que não agora? - Respondi depois de ter me afastado um pouco do pessoal. - Eu estou louco para te dar aquela chupada que você tanto gosta! A Síria soltou um gemidinho gostoso do outro lado da linha e aquilo me deixou com ainda mais tesão. Se eu já estava escondendo o meu pau duro do que jeito que dava, imagina depois dessa? Me despedi do meu pai e fui direto para o carro.
Mas antes fiquei meio sem jeito ao ver a Ana Maria com aquele olhar de indagação novamente. Eu nada disse, tão somente acenei para ela e saí.