Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Bilionários > A vingança do bilionário
A vingança do bilionário

A vingança do bilionário

Autor:: Autora SK
Gênero: Bilionários
Cinco anos atrás o bilionário Oliver Miller, sofreu um grave acidente encomendado por sua noiva, que pretendia causar a sua morte. Oliver sobreviveu ao acidente após passar meses internado, mas perdeu os movimentos da cintura para baixo, assim ficando preso a uma cadeira de rodas. Em busca de vingança contra sua ex noiva, ele manda investigarem sua vida, e é assim que ele descobre o endereço do pai dela. O que Oliver Miller não sabia era que ela tinha uma irmã, uma jovem muito parecida com a ex noiva do bilionário, e que acabaria em sua mansão e no meio dessa busca por vingança.

Capítulo 1 Prólogo

- Você vai ficar com a Samantha - ele acaricia os fios loiros da mais nova.

- Mas eu quero ficar com vocês - ela reveza o olhar entre os dois tios.

- Precisamos fazer essa viagem, e sei que você gosta da Sam - Oliver se abaixa na altura da mais nova.

- Vocês vão morrer que nem os meus pais?

- Prometo que volto para você, Bella - Adam oferece o dedinho para ela.

- É uma promessa de dedinho, então não quebre.

- Vamos voltar para você, princesa - reforça Oliver se levantando.

- Vou cuidar bem da nossa princesa - Sam se junta aos três.

- Confio totalmente em você, ela é tudo o que me restou do meu irmão.

- Pode confiar, meu amor - ela o beija.

Os dois entram no carro rumo ao aeroporto, o pai de Bella tinha falecido dois anos atrás, ele e esposa foram vítimas de criminosos. Adam era o mais velho, seu filho fazia faculdade fora da cidade, Oliver tinha ficado com a guarda da menina, mas seu irmão era bastante presente. Samantha os ajudava com a menina, mas ela sempre preferia os tios, era muito apegada aos dois.

- Eu não quero ficar longe dos meus tios.

- Eles precisam ir nessa viagem, você não pode ficar sempre com eles.

- Pelo menos eles gostam de mim de verdade - ela sobe as escadas correndo.

- Só tenho que te aturar por pouco tempo, logo vou te mandar para um internato.

A garotinha se joga em sua cama, tinha sido difícil para ela perder seus pais, e todas as vezes que seus tios viajavam, ela tinha medo de perdê-los. Sam só era carinhosa na frente de Oliver, quando estavam sozinhas ela era fria, apenas mandava a menina tomar banho ou comer, nunca lhe perguntava se ela estava bem.

- Eu fico preocupada com a Bella - Adam dirigia o carro.

- Ela vai ficar bem com a Sam - Oliver estava no banco do carona.

- Você confia mesmo na sua noiva?

- Além de você eu só confio nela, jamais deixaria minha sobrinha com qualquer um.

- Cuidar de alguém que não é nada seu, é bem diferente da nossa realidade.

- Ela se apegou a Bella, então acredito que cuide bem dela.

- Não sei se consigo ficar...Cuidado - grita Adam.

Assim que ele grita um caminhão colide contra o carro, ele bate do lado do motorista, ele arrasta o carro que é jogado para fora da estrada. Oliver apaga antes de conseguir reagir, a última imagem que ele vê é do irmão coberto de sangue.

- Aonde eu estou? - Oliver desperta um tanto confuso.

- Tio - seu sobrinho estava sentado ao lado de seu leito.

- O que aconteceu? Estávamos no carro a caminho do aeroporto.

- Um caminhão tirou vocês da estrada - Alex estava com ar de choro.

- E o Adam? O seu pai estava dirigindo.

- O meu pai... Ele está morto - o mais novo desata a chorar.

- Não pode ser... O meu irmão não - ele grita.

- Calma, você não pode se alterar tanto - as enfermeiras entram no quarto.

- Eu não posso perder mais um irmão, Alex - ele diz enquanto aplicam um sedativo.

...

- Está melhor, tio? - Alex se aproxima do leito.

- Eu não sinto as minhas pernas, e o médico ainda não me disse o motivo.

- Ele achou melhor não te dar tantas informações, principalmente depois da notícia da morte do meu pai.

- Se tem algo errado com as minhas pernas, eu quero saber agora sem enrolação.

- Eu vou chamar o médico então - ele segura o braço do sobrinho.

- Você vai me dizer o que eu tenho, Alexsander.

- Se quer saber da verdade, você não vai mais andar.

- Eu devo ser um desgraçado mesmo, agora sou inútil.

- Você não é um inútil, pode muito bem ter uma vida normal.

- A minha vida nunca vai ser normal. Agora eu sou um maldito inválido, a Sam vai ter um inútil ao lado dela.

- Acho melhor te deixar sozinho um pouco.

- Aproveita e chama a Sam, eu preciso vê-la.

Alex deixa o quarto em silêncio, ele sabia que Sam tinha deixado o país, no mesmo dia do acidente ela foi embora, assim que soube que Oliver estava vivo.

Ela tinha levado os relógios e anéis dele, a atitude dela era a mais estranha possível, Bella tinha ficado com a empregada. A polícia desconfiava dela, o acidente na realidade tinha sido provocado, e a principal suspeita era Samantha.

- Senhor Miller? Eu sou o detetive Collins, vim fazer algumas perguntas.

- Acharam o motorista que provocou o acidente?

- Sim, mas tudo indica que não foi um acidente.

- O que o senhor quer dizer com isso?

- Temos indícios de que sua noiva está envolvida.

- A Sam jamais faria isso, ela me ama.

- A senhorita Samantha está no seu testamento?

- Ela ficaria responsável pela minha sobrinha, e pela herança que eu deixaria para ela, caso o meu irmão Adam vinhesse a faltar. Depois da morte do pai dela, achei melhor prevenir, e foi bom já que se eu também tivesse morrido, a minha sobrinha Bella teria a Sam.

- Ela sabia disso? Que ficaria responsável pela herança de Bella?

- Sabia, eu pedi para ela cuidar da Bella, e falei sobre o testamento.

- Com a morte de vocês dois, ela seria a única a cuidar dessa fortuna.

- Então você acha que foi a minha noiva?

- Ela lhe roubou e saiu do país, isso tudo assim que soube que o senhor estava vivo.

- Não pode ser... Eu não posso está recebendo uma terceira notícia ruim.

- Sinto muito, mas tudo indica que ela o queria morto.

- Essa desgraçada vai me pagar, ela vai sofrer por ter acabado com a minha vida, vou fazer ela implorar para morrer.

- Se acalme, se fizer ameaças vou ter que levar em conta.

- Me desculpe, eu preciso de um tempo sozinho.

- Voltarei em outro momento para mais perguntas - ele se retira.

- A Samantha vai sofrer tanto, ela vai chorar lágrimas de sangue, eu vou odiá-la na mesma intensidade que a amei - Ele aperta a lateral da cama - Ela me deixou preso a uma cadeira de rodas, e matou o meu irmão, mas eu vou fazer ela desejar ter morrido no lugar do Adam, essa mulher vai me pagar por tudo.

Insta: @av_livro

Capítulo 2 01

- Já deixei seu café pronto, papai - a morena para em frente a um espelho no corredor.

- Eu não quero que se atrase, Emma - o mais velho beija o topo da cabeça dela.

- Não posso sair assim, preciso te deixar bem alimentado.

- A minha mão não cai se eu cozinhar.

- Mesmo assim eu gosto de te mimar - ela pega uma torrada.

- Você vai sair sem tomar café? - ele a repreende com o olhar.

- Não se preocupe comigo, comerei na escola - ela pega a bolsa e sai.

Um carro estaciona em frente a casa, o homem observa a jovem sair, todos os dias ela ia a escola, estava no último ano. Ela era dona de longos cabelos lisos, seus olhos eram castanhos e a pele oliva, além de um sorriso doce e lábios carnudos. Ela não lembrava em nada o pai, provavelmente tinha puxado a falecida mãe, que tinha os deixado quando ela era um bebê.

- Então na casa vive o pai da Samantha.

- E sempre sai uma moça, ela deve ser parente dele.

- Não se trata da Samantha? Ela poderia ter voltado.

- Essa menina tem dezoito anos, senhor Miller.

- Quero que me leve até essa casa, quero falar com o pai dela pessoalmente.

Emma estava no treino de líder de torcida, era seu último ano na escola, e ela ainda não tinha escolhido o curso que faria, escolher uma profissão não era algo tão fácil, mas a morena não iria deixar para o último minuto. Seu pai já não tinha a mesma saúde de antes, e ela queria cuidar dele, da uma vida tranquila para que ele não se preocupasse.

- Você é tão boa nas acrobacias, Emma.

- Eu era ginasta, mas tive que largar tudo quando minha irmã sumiu, meu pai ficou doente e precisava de mim.

- Você e sua irmã se davam bem? - a loira começa a se alongar.

- Nunca fomos muito próximas, ela sempre teve outras prioridades.

- Acho que nunca te vi com ela.

- Mesmo antes de sumir ela nunca foi presente, então quase ninguém via ela, mas dizem que somos muito parecidas.

- Então me mostra uma foto porque fiquei curiosa.

- Essa foto já tem uns seis anos - ela mostra no celular.

- Vocês são super parecidas, parece que é você em idades diferentes nessa foto.

- Papai me disse que puxamos a nossa mãe.

- A genética da sua mãe é muito boa, vocês duas são tão bonitas.

- A Sam tinha uma elegância natural, eu sempre quis ser que nem ela.

- Vamos voltar para o treino meninas.

Oliver estava em frente a casa do pai de Samantha, ele estava ansioso para falar com ele, tinha se passado cinco anos desde o acidente, e ele não fazia ideia da onde ela estava. Ele não desistiria até tirar tudo dela, ele queria se vingar de sua ex noiva, fazer ela sentir dor assim como ele sentiu. Não era justo que ela sumisse assim, e o deixasse preso a uma cadeira de rodas, ela precisava pagar por levar sua liberdade, e também por ter matado seu irmão.

...

- Quem é o senhor? - indaga o mais velho.

- Me chamo Oliver Miller, o ex noivo da sua querida filha - ele tenta fechar a porta, mas o segurança coloca o pé.

- A minha filha sumiu, eu não tenho mais contato com ela.

- Precisamos conversar um pouco, então me convide para entrar.

- Seja breve então - ele da passagem para os dois.

- O senhor deve saber o que sua filha fez, além de tentar me matar e matar o meu irmão, ela me roubou e desapareceu.

- Eu não tenho como pagar pelo o que ela roubou.

- Ainda sim eu não posso deixar passar, enquanto ela não aparece quero que me pague.

- Somos uma família simples, eu não tenho dinheiro.

- O que está acontecendo aqui, papai? - Oliver fica surpreso ao olhar para a garota.

- Esse é o ex noivo da sua irmã, ele quer que a gente pague o valor que ela roubou.

- Se o senhor não tiver dinheiro pode trabalhar para mim.

- O meu pai não tem saúde para isso, ele precisa de paz e tranquilidade.

- De alguma forma vocês precisam pagar essa dívida.

- Então eu vou, trabalho para você e pago essa dívida, mas quero que prometa deixar meu pai em paz.

- Você vai para a minha casa amanhã, quero que comece logo a trabalhar.

- Eu não quero que você vá, Emma - o mais velho segura a mão dela.

- Prometo que volto para você - ela beija a testa dele.

- Então amanhã o meu motorista vem te buscar.

- Eu estou nas últimas semanas da escola, então peço que respeite os meus estudos.

- Não vou te impedir de estudar - ele sai com o segurança.

- Esse homem vai te destruir, ele tem muita raiva da sua irmã.

- Se eu não for vai ser pior, não se preocupe comigo - ela vai para o quarto.

Emma se senta na cama, as lágrimas descem, ela estava com medo de ir, mas se não fosse seu pai poderia sofrer as consequências. Samantha tinha feito tudo aquilo, era ela quem deveria pagar por tudo, mas tinha desaparecido. A morena pega uma mala, ela começa a colocar algumas roupas, teria que ir para a casa de Oliver no dia seguinte, seria sua empregada e não sabia como ele a trataria.

Ela acaba dormindo em meio ao choro, já estava na hora do jantar quando seu pai a acorda, ele tinha feito uma sopa que sempre fazia quando ela era pequena, ele dizia que ela ajudava a esquecer das coisas tristes, e esse momento sempre foi uma lembrança de conforto para ela.

- Quero que coma tudo para ficar forte.

- Eu já não sou mais criança - ela começa a comer.

- Para mim você sempre vai ser minha menina.

- Você acha que vão encontrar a Samantha?

- Uma hora ela vai ficar sem dinheiro, e vai ter que aparecer nem que seja para pedir ajuda.

- Ela deve ter roubado coisas muito valiosas.

- Sua irmã cometeu tantos crimes, eu queria saber onde errei.

- Eu também fui criada por você e não sou assim.

- Por isso eu tenho orgulho de você, Emma.

Capítulo 3 02

Emma caminha devagar, ela sabia que quando chegasse da escola, teria que ir para a casa de Oliver. Ele tinha muita raiva da irmã dela, e isso não era bom sinal, talvez ele não a tratasse ao menos com respeito. Ela já estaria ali trabalhando de graça, para pagar uma dívida que não era dela, isso já era humilhante o suficiente.

Ao chegar em casa ela sobe para o quarto, a morena pega sua mala e uma bolsa, ela teria que morar na casa de Oliver. Ao descer ela se depara com o motorista, ele a esperava para irem embora, mas Emma precisava se despedir de seu pai. Ela o abraça forte, o mais velho chora nos braços da filha, ele se sentia um covarde por não ir no lugar dela.

- Eu vou voltar para casa, eu prometo - ela sai com o motorista.

Já no carro as lágrimas escorrem, ela não queria ir, mas também permitiria que seu pai fosse. Oliver parecia ser um homem impiedoso, e ela não queria piorar a situação, o melhor seria trabalhar durante algum tempo, e mais tarde voltar para casa, mas se a dívida fosse muito grande isso iria demorar. Quando eles chegam a mansão, ela demora para descer do carro, estava com medo do que estava por vir.

- Bem vinda a mansão Miller, eu sou a Greta, a governanta dessa casa.

- Então eu vou seguir as suas regras? - ela indaga aliviada.

- Sim, mas o patrão também vai lhe da ordens.

- Aonde posso deixar as minhas coisas?

- Você vai ficar no quarto de empregada, me siga que eu mostro.

O quarto era bem pequeno, ele não tinha muita iluminação, dentro dele apenas uma cama de solteiro e uma armário. Emma deixa a mala no quarto, Greta lhe entrega o uniforme e pede para encontrá-la após vesti-lo, o uniforme era um vestido preto, com uma fileira de botões na frente, e um colarinho branco. Nós pés ela teria que usar um par de sapatos fechados, e no cabelo uma faixa preta, ele deveria está sempre preso num coque.

- Você tem que ir a escola pela amanhã, assim que chegar você vai vestir o uniforme - elas estavam no centro da sala.

- As suas refeições serão na cozinha, você não deve usar muita maquiagem ou perfume, o patrão é alérgico a cheiros fortes.

- Quais serão as minhas tarefas? - ela a olha.

- Antes de ir a escola você deve passar no quarto do patrão, ele lhe dará as tarefas do dia, e eu irei lhe orientar em tudo.

- Ele é muito nervoso? - Emma estava com medo.

- Digamos que ele já foi melhor, mas quando Bella está aqui ele é mais calmo.

- Quem é essa Bella? - ela pensava que poderia ser a namorada dele.

- A sobrinha do patrão, ela estuda num internato, só vem no final de semana.

- Então tem uma criança nessa casa.

- Sim, ela é como uma filha para o patrão.

- Acho que entendi tudo, vou tentar seguir a risca.

- Te recomendo que faça tudo certo, o patrão é um homem duro.

...

Emma estava em frente ao pequeno espelho, ela terminava de prender o cabelo, antes de ir a escola ela teria que ir ao quarto de Oliver. A morena respira fundo e segue até o quarto, ela bate na porta, após ser autorizada ela entra. Oliver estava em sua cadeira de rodas, ele usava uma calça social e uma camisa, apesar de seu ar autoritário ele não deixava de ser muito atraente, tinha olhos azuis e traços marcantes.

- Não pense que as coisas serão fáceis por aqui.

- Eu não imaginava que seria - ela o olha.

- Então vamos aos fatos, aqui você não passa de uma empregada, aliás está abaixo dos empregados.

- E o que devo esperar estando abaixo?

- Você vai seguir a risca cada ordem, mesmo que não queira, ou não ache justo. Jamais deve questionar, ou até mesmo bater de frente comigo.

- Então você pretende me humilhar?

- Ainda vai ser pouco depois do que sua irmã fez.

- Eu não sou a Samantha, não deveria descontar em mim.

- Você é muito parecida com ela, te olhar me causa raiva, tenho vontade de te destruir.

- Estou aqui somente para pagar a dívida, se quer se vingar a encontre e desconte nela - ela sai do quarto.

Emma pega sua bolsa e vai para a escola, o motorista a leva. Ela tinha enfrentado Oliver, e sabia que isso iria piorar as coisas, isso lhe deixava nervosa, aquele homem parecia ser tão cruel. As aulas pareciam longas, ela só queria está em casa, seu pai certamente lhe confortaria. Na hora do intervalo ela estava com dor de cabeça, nem mesmo o remédio estava fazendo efeito, parecia que só piorava e ela acabou ficando na enfermaria.

No fim do dia Emma estava se sentindo melhor, mas ainda sim não tinha conseguido comer, ela precisaria comer algo antes de começar a trabalhar. A morena veste o uniforme, seu cabelo preso e alinhado, ela se sentia horrível, não era o mesmo que ter um emprego. Era humilhante trabalhar de graça, e pagar por algo que ela não fez, ela precisava da um jeito de conseguir dinheiro.

- O que pensa que está fazendo? - Oliver aparece na cozinha.

- Comendo algo, não consegui comer na escola.

- Você tem que trabalhar, que tivesse comido antes.

- Se eu pudesse teria comido - ela larga o pão no prato.

- Então vai ficar com fome até terminar tudo.

- Você não pode me fazer trabalhar com fome.

- Se recuse e eu terei que puni-la - ele a segura pelo pulso.

- Você está me machucando - ela tenta se soltar.

- Comece a esfregar o chão da sala, quero que limpe o chão de todo o primeiro andar.

- É muita coisa para fazer se estômago vazio.

- Vá logo e não volte a questionar - ele a solta.

O seu pulso estava doendo, Emma pega os produtos de limpeza, ela sente as lágrimas molharem seu rosto. Enquanto esfregava o chão de joelhos, ela sentia seu estômago doer, e sua pressão parecia ter baixado. A morena se levanta e sente uma vertigem, ela se apoia na parede, precisava terminar logo se quisesse comer.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022