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ADMINISTRAR É TALENTO E QUALIDADE

ADMINISTRAR É TALENTO E QUALIDADE

Autor:: WAGNER LUIZ MARQUES
Gênero: Sci-fi
Este livro foi criado para fácil o entendimento de empreendedorismo em todos os níveis: leigos, estudantes e empresários. Falar em empreendedorismo, talvez seja fácil entendimento, principalmente quando identifica simplesmente a criação de uma empresa, mas o empreendedorismo não é simplesmente a realização de um sonho mas, a manutenção deste sonho. Para isso pretendemos mostrar o diário real de um empreendedor, falar minuciosamente sobre aquilo que o empresário deve conhecer para poder se manter no mercado, estabilizado e confiante, para tomar adequadamente as decisões necessárias. Para entendermos o que é diário devemos conceituar segundo o dicionário Aurélio como sendo "A relação do que se faz ou sucede em cada dia, ou sendo o registro minuciosamente de todos os acontecimentos". Este livro mostrará o que um empreendedor necessita fazer para que possa conduzir adequadamente a sua empresa em um mercado competitivo e com muitas adversidades.

Capítulo 1 ADMINISTRAR É TALENTO E QUALIDADE

Este livro foi criado para fácil o entendimento de empreendedorismo em todos os níveis: leigos, estudantes e empresários.

O desenvolvimento deste fragmento de livro pertencente ao livro CONTABILIDADE GERENCIAL A NECESSIDADE DAS EMPRESAS! E DIÁRIO DE UM EMPREENDEDOR A REAL INFORMAÇÃO PARA OS GESTORES DE SUCESSO, serve como base para conhecer o que é ser empreendedor e sua evolução, assim como, tornar possível conhecer a estrutura de análise tanto na parte de administração como na busca do entendimento ao capital de giro e as devidas tomadas de decisões.

Falar em empreendedorismo, talvez seja fácil entendimento, principalmente quando identifica simplesmente a criação de uma empresa, mas o empreendedorismo não é simplesmente a realização de um sonho mas, a manutenção deste sonho. Para isso pretendemos mostrar o diário real de um empreendedor, falar minuciosamente sobre aquilo que o empresário deve conhecer para poder se manter no mercado, estabilizado e confiante, para tomar adequadamente as decisões necessárias.

Para entendermos o que é diário devemos conceituar segundo o dicionário Aurélio como sendo "A relação do que se faz ou sucede em cada dia, ou sendo o registro minuciosamente de todos os acontecimentos". Este livro mostrará o que um empreendedor necessita fazer para que possa conduzir adequadamente a sua empresa em um mercado competitivo e com muitas adversidades.

Capítulo 2 ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA E PLANEJAMENTO

A ternura do ideal:

O homem se fez carne e nele residiu toda ideologia tradicional e material, buscou a face da harmonia, trouxe para si a esperança de querer ser e serás.

Tornou vida no momento idealizador de Deus, teve a paz no momento que lhe foi conduzido, buscou a fraternidade do seu semelhante, trouxe para si garra de vencer, a meta de atingir, a qualidade de idealizar.

Transformou a fé descobridora do talento do homem que habita dentro da sua matéria, fez o ideal de compartilhar com a inteligência a matéria oferecida para ser cuidada e transformada em vencedora.

A vida lhe concedeu a verdade e a esperança, distribuiu flores nas palavras proferidas a seu semelhante, idealizou troca de informações um para com o outro, identificou a luz que estava apagada no homem, em si redescobriu o líder que habita em si, a força que destrói barreira da inimizade e traz para com sigo o conjunto de todos que rodeiam a sua casa de trabalho.

Monta a alegria do fazer, a alegria do superar, a alegria do iniciar com união a qualidade do serviço e da esperança a alcançar a vitória e todos levantar a taça do mesmo objetivo que é trabalhar na harmonia de um para com todos.

A vitória só consegue com a integração da sabedoria com a inteligência, sendo que o posto da frente controla a descoberta e desafio do descarregar da inteligência, munida com a força de fazer e contribuir sem ficar a magoa e a dor.

O grito desfaz toda harmonia do ambiente, ele nos mostra a dor vigente no local que paira a paz deixada pela sabedoria e pela inteligência.

A sabedoria não soube compreender as várias faces da vida, não soube descobrir o problema que rodeava o horizonte do serviço.

A inteligência trouxe para si e para o ambiente a guerra formada em sua casa, as dificuldades ocorridas no ambiente interno de sua moradia. Ambos não souberam consultar o ideal da comunhão.

Desta forma ambos perdem o conceito de sabedoria e inteligência e ganha o conceito do absurdo.

O ser líder não é ocupar um cargo, mas sim saber ocupar este cargo, fazendo de si a força da compreensão e do talento de todos.

Saber colocar em si a transformação de seu pupilo como se fosse o filho da ternura e da moradia do local de seus afazeres.

Em si o fazer é idealizar a harmonia de todos para com você e para com sua moradia de trabalho e desenvolvimento do ser e ser líder.

Capítulo 3 HISTÓRIA DA ADMINISTRAÇÃO

Desde os primórdios da humanidade, o homem associou-se a outros para conseguir, por meio do esforço conjunto, atingir determinados objetivos. Desse esforço conjunto surgiram as empresas rudimentares, que remontam à época dos assírios, babilônios, fenícios etc. Porém, a história da administração é relativamente recente, e surgiu com o aparecimento da grande empresa. O fenômeno que provocou o aparecimento da grande empresa e da moderna administração ocorreu no final do século XVIII e se estendeu ao longo do século XIX, chegando ao limiar do século XX.

Esse fenômeno, que trouxe rápidas e profundas mudanças econômicas, sociais e políticas, chamou-se Revolução Industrial. A Revolução Industrial teve início na Inglaterra, com a invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776. A aplicação da máquina a vapor no processo de produção provocou um enorme surto de industrialização, que se estendeu rapidamente a toda a Europa e Estados Unidos.

A Revolução Industrial desenvolveu-se em duas fases distintas:

a. Primeira fase, de 1780 a 1860

É a revolução do carvão(como principal fonte de energia)e do ferro(como principal matéria-prima).Começa com a introdução da máquina de fiar, no tear hidráulico e posteriormente do tear mecânico, do descaroçador de algodão provocando a mecanização das oficinas e da agricultura. O trabalho do homem do animal e da roda d'água é substituído pelo trabalho da máquina, surgindo o sistema fabril: o antigo artesão transforma-se no operário e a pequena oficina patronal sede lugar à fabrica e à usina. As novas oportunidades de trabalho provocam migrações e consequente urbanização ao redor de centros industriais. Há uma revolução nos meios de transportes e comunicações: surge a navegação a vapor, a locomotiva a vapor, o telégrafo e o telefone. É o início do capitalismo.

b. Segunda fase, de 1860 a 1914

É a revolução da eletricidade e derivados do petróleo (como as novas fontes de energia) e do aço(com a nova matéria-prima).É a introdução definitiva da maquinaria automática e da especialização do operário. Há uma intensa transformação dos meios de transporte e nas comunicações: surge a estrada de ferro , o automóvel, o avião o telégrafo sem fio, o rádio. o capitalismo financeiro consolida-se e surgem as grandes organizações multinacionais (como a Standard Oil, a General Electric, a Westinghouse, a Siemens, a Dupont, a United States Steel etc.)

Ao final desse período, o mundo já não era mais o mesmo. E a moderna administração surgiu em resposta a duas consequências provocadas pela Revolução Industrial, a saber :

a. Crescimento acelerado e desorganizado das empresas que as passaram a exigir uma administração científica capaz de substituir o empirismo e a improvisação

b. Necessidade de maior eficiência e produtividade das empresas, para fazer face à intensa concorrência e competição no mercado.

A Moderna Administração

A moderna administração surgiu no início deste século, quando dois engenheiros publicaram suas experiências. um era americano, Frederick Winslow Taylor (1856-1915) que veio a desenvolver a chamada Escola da Administração Científica, com a preocupação de aumentar a eficiência da indústria por meio da racionalização do trabalho dos operários. O outro engenheiro era francês, Henri Fayol(1841-1925)que veio a desenvolver a chamada Escola Clássica da Administração, com a preocupação de aumentar a eficiência da empresa por meio de sua organização e da aplicação de princípios gerais de administração. Embora esses precursores da administração jamais se tenham comunicado entre si e seus pontos de vista sejam diferentes, até mesmo opostos, o certo é que suas ideias se complementam, razão pela quais suas teorias dominaram as cinco primeiras décadas deste século no panorama da administração das empresas. Taylor - Escola da Administração Científica = Organização do Trabalho de cada operário. Fayol - Escola Clássica da Administração = Organização da Empresa como um todo.

A partir desses dois pioneiros, a pequena história da administração moderna pode ser assim resumida nas seguintes teorias ou escolas que lhes sucederam:

Teoria da Administração Científica: desenvolvida por engenheiros americanos, seguidores de Taylor. Preocupavam-se principalmente com a organização das tarefas, isto é, com a racionalização do trabalho dos operários.

Teoria Clássica da Administração: desenvolvidas por seguidores de Fayol. Preocupava-se principalmente com a estrutura organizacional da empresa, com a departamentalização e com o processo administrativo. Recentemente, a Escola Clássica reapareceu com Peter Drucker e a chamada Escola Neoclássica, preocupada com a administração por objetivos.

Teoria das Relações Humanas: desenvolvida a partir de 1940, nos Estados Unidos. Preocupada principalmente com as pessoas, com os grupos sociais e com a organização informal. Mais recentemente, esta escola ressurgiu com novas idéias, com o nome de Teoria do Comportamento Organizacional, preocupada mais com o comportamento global da empresa do que propriamente com o comportamento de pessoas ou de grupos sociais tomados isoladamente.

Teoria Estruturalista: desenvolvida a partir de 1950 preocupada em integrar todas as teorias das diferentes escolas acima e numeradas. A Escola Estruturalista teve início com a teoria da burocracia com Max Weber.

Teoria de Sistemas: desenvolvida a partir de 1970. Passou a abordar a empresa como um sistema aberto em contínua interação com o meio ambiente que o envolve.

Teoria da Contingência: desenvolvida no final da década de 70, sob a influência da Teoria de Sistemas. Para essa teoria, a empresa e a sua administração são variáveis dependentes do que ocorre no ambiente externo, isto é, a medida que o meio ambiente muda, também ocorre mudanças na empresa e na sua administração como consequência. Isto significa que na administração tudo é relativo e nada é absoluto. Para a teoria da contingência tudo o que ocorre na empresa depende da situação e do ambiente externo.

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