Hannah Vidigal:
Desde daquela noite, eu me mudei do Canadá, fui para Nova York com uma mão na frente e outra atrás, comecei a trabalhar dia e noite, tinha um desejo de vingança, minha prima Liara me humilhou naquela viagem, quando sai daquele quarto apenas de calcinha e sutiã, ela estava ao meu aguardo para tirar fotos minhas, aquilo foi mais um de seus planos maléficos, ela mandou para todos, e ainda colocou no telão, como eu sei disso? Eu não estava naquele salão de festa, na verdade eu estava morrendo de dor de cabeça, pedi um remédio a minha prima e ela me mandou para um quarto, minha vista estava escura, ainda era às 13:00 da tarde, quando eu acordei às 21:00 minha virgindade houvera sido perdida, o cara não estava mais lá, não o conheço, o quarto estava escuro. Nem me lembro bem o que aconteceu aqui, sai do quarto desesperada, e a minha tia bateu logo em seguida transtornada de ódio de mim. Me expulsou do quarto de hotel, e eu não pude pestanejar, na porta do meu quarto, estava cheio de gente, eu apenas sai com uma mochila nas costas. Naquela noite com o dinheiro que tinha guardado, comprei uma passagem de volta para o Canadá, e paguei um hotel. No dia seguinte fui para a casa da minha avó materna, ela não tinha muitas condições, e eu sempre tive contato com ela, fiquei lá por alguns dias, até conseguir transferir a minha faculdade de medicina para Nova York, sob o conselho da minha avó. No final tudo deu certo, porém ela não quis vir embora comigo, me despedi dela e prometi voltar para buscar ela.
Já fazem quatro anos, sou formada em medicina, e estou querendo abrir um hospital para mim, minha vó não quis vim para Nova York, e hoje eu tenho uma cirurgia importante, muitos médicos recusaram por medo, eu já tenho um ano de experiência, eu sei que não é muito, mas eu amo cada dia mais minha área e eu estudo dia e noite, sem falar que eu tenho um mentor incrível.
- Mãe, você já olhou a hora? Vamos nos atrasar.
Olhei para o meu filho, que não se parece nada comigo em aparência, e nem em comportamentos, e eu disse:
- Já arrumou suas coisas querido?
Ele balançou a cabeça, Adrian tem me ajudado muito, apesar de ter apenas três anos, ele tem muita responsabilidade, e é bastante inteligente.
Entro em meu carro, deixo ele na escola, e vou para o hospital, assim que chego vou para o pré operatório, faço a minha oração, e me preparo para a operação do senhor Golen, entro na sala de cirurgia, ele tem um tumor de 3 cm, então assim que entro eu falo:
- Olá senhor Golen, como se sente hoje?
- Animado, pois minha médica bonita vai me operar. - Sorri, e começaram a anestesiar ele, essa cirurgia tinha possibilidade de erros, mas eu não aceitava eles, e como o esperado depois de oitos horas de cirurgia, tudo saiu perfeitamente bem, enquanto eu estava exausta, todos me aplaudiram e eu apenas falei:
- Esse foi um trabalho em conjunto, todos nós estamos de parabéns.
- Você é tão humilde, agora vamos deixar ela descansar meus amigos - Laura a enfermeira geral fala. E todos saem da sala de descanso, eu recebo uma ligação e logo atendo:
- Mãe, como foi sua cirurgia? - escuto a voz empolgada do meu filho no telefone, eu me viu noite e noite me preparando para essa cirurgia.
- Filho, deu certo - falo para ele, e ele apenas diz:
- Eu nunca duvidei de você mãe, agora tio Fábio está indo me deixar em casa, não se preocupe.
Fábio é o motorista que eu contratei para ir deixar meu filho em casa todos os dias depois da escolas, minha carreira já está bem sólida, mas não tenho uma fama mundialmente, e essa é meu maior sonho, eu quero me tornar a melhor entre as melhores, se um dia minha tia me repudiou por eu não ter ambição, acho que hoje seria seu orgulho, porém eu quero distância dela, soube que sua filha Liara, está noiva de um cara rico, e ela sempre posta os mimos dado a ela, porém seu rosto nunca é mostrado. Mas deve ser algum velho, já que as duas acho que a melhor maneira é casar para obter dinheiro, e deve está compromissada com algum velho para bancar seus luxos.
Meu plantão no hospital acaba, eu vou até a uti, o senhor Golen ainda não acordou, vou para casa, e assim que chego já são 19:00 da noite, vou até o quarto do meu filho e o vejo entretido estudando um livro de cardiologia, Adrian desde muito novo apresentou interesse por esses assuntos, assim que ele me ver me olha cheio de orgulho, fico feliz por ter ele ao meu lado, três meses depois que cheguei em Nova York, descobri minha gravidez, não me arrependo de nada do que aconteceu, meu filho é o meu bem mais precioso, daria a minha vida pela a dele, e todos os meus esforços são por ele, e por minha avó, já consegui comprar uma casinha melhor para ela. E eu tenho uma aqui, estou contente por está realizando os meus sonhos, e realizando ele por mim mesma, Canadá era o meu atraso, minha tia sugava minha energias, na verdade eu nem posso chamar aquela mulher de tia.
Olho para o meu pequeno de olhos verdes, e cabelos loiros, e pergunto:
- Você já jantou?
- Não, disse para tia Dora que queira comer com você.
- Então vamos jantar filho. - nós dois descemos as escadas e jantamos um comida deliciosa deixada por Dora, ela trabalha na minha casa, e me ajuda muito com Adrian, depois que jantamos fomos para o meu quarto e começamos a conversar, ele falou o quanto estava agoniado com a sua escola e seu professora lerda, já adiantei Adrian dois anos na escola, mas ele devora os livros em apenas meses, e tem memória fotográfica, o que facilita ele a aprender as coisas bem mais rápido. Pedi a ele um pouco mais de paciência, não sabia mais o que fazer, ele estava caminhando muito rápido, eu ainda sou mãe de primeira viagem, recebo uma ligação do hospital, atendo no mesmo instante:
- Hannah, estou passando para dizer...- meu coração gelou, o senhor Augusto Golen não pode ter morrido, ele estava bem antes de sair de lar, o que poderia ter dado errado, era impossível o quadro reverter assim, minha respiração estava mais rápido, então ela sorriu e disse:
- Você está de parabéns garota, seu paciente acabou de acordar e pergunta por você, ele quer te ver. - olhei para Adrian e ele me olhou de modo interrogativo e disse:
- O que foi mãe?
- Sabe aquele meu paciente, ele acordou e a mamãe vai ter que ir lá, eu não posso te deixar...
- Eu vou com você mãe, juro que não mexer em nada e vou me comportar.
Pensei por alguns minutos, e ele me olhou com aquela carinha de garoto pidão, então eu concordei e nós dois saímos para o hospital, chegamos lá deixei ele na recepção, vesti a roupa adequada e fui para a UTI, chegando lá o senhor Golen me olhou e disse:
- Nunca duvidei da sua capacidade. - sorri e eu disse:
- Acabei de ouvir palavras parecidas com essa.
- É a verdade garota, esse caso era muito complicado...
Antes de ele terminar escuto uma voz atrás de mim muito determinada e...
Hannah Vidigal:
- Na verdade senhor, não era tão difícil assim, minha mãe fez uma craniotomia e os resultados saiu como o esperado, ela abriu sua cabeça a dez centímetros...
Eu olhei para Adrian, e semicerrei os olhos para ele, e falei séria:
- Você não está no lugar errado? - ele deu de ombros e se aproximou do senhor Golen. - Olhei sério para ele, que fingiu não se importar comigo, ele olhou para o meu paciente e disse:
- Senhor Golen, não é? Você está um pouco pálido, mas é normal, nos próximos cincos dias pode parecer ser complicado, mas está dentro do quadro clínico.
Eu estava morrendo de medo da atitude do senhor Golen, mas ele sorriu e diz:
- Você tem quantos anos garotinho?
Adrian coloca a mão nos bolsos de sua calça, como se um adulto e diz sério:
- Tenho 3 anos e 3 meses.
Senhor Golen olhou para o meu filho, depois perguntou:
- E onde está um pai de um garoto tão inteligente? - eu fiquei nervosa na hora.
- Não preciso de pai para ser inteligente - Adrian fala com a cara fechada, e depois vira as costa para ele e eu olho para ele irritada, ele não dar muita importância para mim e sai como se fosse o médico, eu olho para o senhor Augusto e falo:
- Me desculpe - ele sorrir e diz:
- Seu filho é uma graça, traga ele mais vezes aqui, vai ser bom conversar com aquele cara inteligente, fiquei sem jeito e disse:
- Tudo bem, mas como o senhor se sente? Sua família já está liberada para vim lhe visitar, pode me passar o número se quiser.
- Apenas avise ao meu secretário, não tenho família. - estranhei a forma que ele disse isso fazia, mas eu entendo bem, também não tenho família, mas por ele ser um cara muito influente, achei que ele tivesse alguém.
- Tudo bem senhor, vou avisar. - saio e vou até agenda passada pelos os pacientes, pego o número e aviso ao seu secretário e me atende, e fica super empolgado com a notícia.
As vezes pessoas que não são suas famílias muitas vezes são mais por você do que eles, a lealdade é admirável, eu espero um dia ter alguém assim por perto, que seja por mim.
Vou avisar ao senhor Augusto que seu secretário está por vim, me disperso dele, e sem seguida vou em busca do meu filho para irmos para casa, vou até a recepção e não o vejo lá, então meu coração me guia para ir até a sala dos internos, ao chegar lá vejo os internos brincando com ele, e ele dando uma aula de cardiologia, eu sinceramente não aguento esse garoto. Fico na porta escutando ele, e quando ele olha para mim, e sai da cadeira, e diz:
- Preciso ir internos. - vem até mim e em seguida, os internos me olham e fala:
- Esse garoto brilhante é seu filho professora? - sorrio sem jeito e confirmo.
- Então está explicado, o talento não nasce longe de casa. - saio do hospital junto com Adrian e eu falo séria:
- Achei que você não gostasse de se expor tanto assim.
- E não gosto, só queria mostrar um pouco a eles que minha mãe é brilhante, como também tem um filho que entende muito bem as coisas - passei a mão na cabeça dele, entrei no meu carro e seguimos até em casa. Ao chegar lá, comemos um macarrão, logo em seguida fomos para o meu quarto, assistindo mais um filme de notação científica, pois é o que ele mais gosta.
No dia seguinte, vou ao hospital, e o senhor Augusto manda me chamarem em seu quarto, vou lá imediatamente, ao chegar lá ele abri um sorri e seu estagiário me olha dos pés a cabeça. Fico um pouco tímida, ele deve ter na faixa de seus 26 anos, então o senhor Augusto Golen, fala:
- Match não seja tão inconveniente? Não ver que está intimidando a minha grande médica. - sorri e disse:
- Não sou tão grande assim. Bom se o senhor está aqui para perguntar quando terá alta, venho lhe informar que somente daqui a cinco dias, mas hoje mesmo o senhor será mandando para o quarto.
- Na verdade, eu quero falar sobre o seu pagamento, meu secretário está aqui para você assinar os papéis e suas contas contas bancárias. - olhei para ele, e não entendi para o que ele estava falando, o hospital é particular, mas não me pagam por cirurgia é por mês, então não precisa ele me pagar.
- Na verdade o senhor tem que ver isso com o setor do financeiro, eu não tenho nada com isso - falo muito tímida.
- Eu já paguei, agora eu quero pagar você, você merece, a cirurgia foi ótima, então quero pagar você.
- Não precisa, eu não posso, o que eu ganho já é o suficiente. - falo.
- Mas eu acho que você mereceu eu quero te dar uma bonificação.
- Isso pode me dar problema no hospital, não é mérito só meu, mas sim de toda a equipe. Já vou indo. - saio desconfortável, eu não gosto desse tipo de coisa, sei que se tivesse dado errado a culpa era somente minha, mas eu sou realista, eu sozinha não dava conta da cirurgia toda. Fui atender meus pacientes, e no meio do meu expediente a enfermeira geral, aparece na minha sala e fala:
- Hannah você não vai acreditar? - aí meu Deus, meu coração palpita, e eu digo cheia de medo:
- O que aconteceu? - eu pergunto ediz empolgada:
- Abre as notícias, seu nome está em todo lugar aqui, você é famosa por que pegou o caso difícil de Augusto Golen, esse caso era considerado impossível pelos os melhores do mundo, e você realizou, agora seu nome está em todo lugar.
Essa notícia não me faz completamente feliz, com a fama vem a descoberta do passado, eu tenho medo de descobrirem como eu saí do Canadá, o que minha tia sangue e suga veja essa matéria. Dou um sorriso, sempre quis ser famosa, mas nunca tinha parado para pensar direito no que poderia vim, então ela diz:
- Você também não sabe, sua agenda está cheia, tem duas cirurgias para amanhã.
- Isso é ótimo, espero poder ajudar. Mande os dois para que eu pudesse dar uma olhada em seus casos.
- Sim, também vim informar que o diretor do hospital está lhe esperando em sua sala.
- Tudo bem, estou indo. - falo obediente.
Me levanto e nós duas vamos até a sala dele, ao passar pela a portada frente vejo um monte de repórter, chamando:
- Doutora Hannah, Doutora Hannah... - tremi na mesma hora, não sou a favor de multidão. Vou até a sala do meu chefe, e ao chegar lá, ele me dar um sorriso enorme e diz:
- Hannah, sabia que você era excelente, seus internos estão todos empolgados, bom vim aqui para lhe fazer uma proposta melhor, aqui estão os papéis preparados para você, você dar uma lida e ver o que acha, é um reajuste no seu salário mensal. - seria ótimo um aumento, então dou uma lida rapidamente, e assino. Quando termino ele diz cheio de felicidade:
- Obrigada por aumentar o nome do hospital, daqui em diante você vai ter um pouco de trabalho.
- Eu não tenho esse mérito só, minha equipe é incrível.
- Você é tão modesta. Pessoas como você é rara, não perca sua essência jamais Hannah, é muito bom ter você na equipe, ainda mais no hospital.
Vou para a minha sala, atendo os pacientes das próximas cirurgia, vejo que seus casos não é são tão complicado, porém tem um que tem paralisia cerebral, o que não será tão fácil assim, vai ser um caso desafiante, receito a eles fazerem os exames pré operatório, e me entregarem no final do dia, assim que minha sala fica vazia ligo para o meu filho, que me atende friamente e diz:
- Bom dia mãe. - percebo que seu humor não está tão bom, então logo pergunto:
- O que você tem? Porque está desse jeito. - Não é nada, é só alguns garotos irritantes, dizendo que você não é tão bom assim, esses garotos não são tão inteligentes.
- Filho mamãe, tem um notícia boa, vou mandar você para um escola melhor.
Ele me responde desanimado:
- Não precisa gastar tanto dinheiro assim mãe, eu consigo me adaptar a isso aqui - a forma que ele fala da escola é tão depreciativo, eu quero dar tudo o que não tive ao meu filho, faço o meu máximo todos os dias, então conforto ele:
- Mamãe agora ganha muito mais, então amanhã mesmo, vou procurar um escola melhor, talvez até a TA tecnólogos.
- Mãe aquela escola é muito cara, é uma besteira. - Adrian, nada é muito caro, quando se refere a educação, eu sei que é o seu sonho estudar lá, então eu vou fazer isso por você.
-Já não tenho esse sonho. Sorrio da maneira que ele fala, então eu digo;
- Você não esquece que eu lhe conheço muito bem, foi eu que lhe pus no mundo. - meu celular começa a tocar um número desconhecido, então eu digo:
- Filho, mamãe tem que desligar, em casa conversamos melhor, amo você.
- Eu também. - como sempre frio, desligo e atendo a outra chamada, então falo:
- Olá bom dia, sou a Doutora Hannah, em que posso ajudar?
- Bom dia, sou Safira Hilton, estou a procura de um bom médico, e vi que você foi a única que pegou o caso complicado de Augusto Golen, queria marcar uma consulta com você, porém você terá que vim ao Canadá. Ouvir sobre essa cidade me dar repulsa não quero que minha carreira, esteja vinculada a essa cidade, então falo:
- Olá, bom não temos vagas no momento, vou lhe passar o número da minha secretária.
Eu sei que estou fazendo errado, e até mesmo sendo egoísta, mas eu não posso simplesmente colocar a minha estabilidade e minha carreira em risco, por causa de ser solidária com um paciente, pois o meu filho vem em primeiro lugar. Esse sobrenome Hilton, não é o mesmo sobrenome que minha prima colocou em sua rede social? Pesquiso para tirar minhas dúvidas, e é o que eu vejo, se eu não me engane esse era o sobrenome do noivo de minha prima, ela nunca exibiu seu rosto, também não posso ser tão extremista, até porque não significa dizer que ela tenha ligação direta com Liara, até porque sua família pode ser grande, afasto esses pensamentos, pois isso não é de meu interesse, preciso seguir a minha vida. Passo o dia atendendo pacientes, quando chego em casa, Dora já deixou o jantar feito, agradeço a Deus por ela ser muito cuidadosa, ela já tem 51 anos, muito amável, e sempre me ajuda, o que facilita a minha vida diariamente. Vou até o quarto do meu pequeno, e vejo ele lendo mais um livro, me aproximo e dou um beijo nele, sorrio e digo:
- Senti sua falta carinha - ele me olha e revira os olhos, e faço cara de triste, e digo;
- Ei, não faz assim comigo, mamãe fica mal com isso. - falo fazendo uma voz triste, e ele apenas me abraça, abraço ele, ainda não acredito que esse serzinho tão inteligente saiu de mim, amo mais que toda a minha vida, me ensinou a ser uma mulher mais forte, e bem mais precavida. Penso duas vezes antes de qualquer atitudes, e espero ansiosamente para mostrar a Liara o que é ter uma imagem deturpada.
- Espera a mamãe jantar? - ele balança a cabeça afirmativamente, descemos as escadas da casa, e fomos para nossa pequena sala de jantar, coloco a minha comida, e começo a conversar com ele:
- O que você acha da escola? - ele pensa e depois fala:
- Mamãe, a senhora tem certeza que pode pagar? - meu filho é tão querido, e cheio de empatia.
- Claro meu filho, eu posso pagar, você merece.- então ele dar de ombros e diz com convicção:
- Então vou aceitar de bom grado mãe, já disse que você é a melhor?
- não - falo sorridente, ele nunca me pede nada, mas todas as vezes que adivinho o que ele quer, ele fala isso, então ele me olha e balança a cabeça e diz:
- Mãe, você mente e isso não é correto. - Eu gosto de receber elogio de quem eu amo. Mais uma noite dormi junto com ele, de manhã acordo, e Adrian não está mais na cama, vou atrás dele e ao chegar ele já está ajudando Dora a colocar o café na mesa, assim que me ver ele diz:
- Feliz aniversário mãe, amamos você.- olho a data e é 23 de setembro de 2022, nem tinha me tocado desse detalhe, corro para abraçar meu filho e digo:
- Você é a melhor coisa que podia ter me acontecido. - encho ele de beijo, e ele faz voz de nojo, me afasto e Dora vem até me dar parabéns. Tomamos café juntos, até que eu vou para o hospital, trabalhar, atendo meus pacientes vou para a sala de cirurgia.