Capítulo 1
Sou Bruna hoje tenho 16 anos gosto de ficar na minha, sou calada, mas não mexa com minha irmã que eu viro uma leoa...
Quantas vezes tive que explicar para Bia, que ele não poderia porque houve imprevisto, mas chegou certo tempo que tive de dizer a verdade e mostra que ele não era vítima e sim nos por ainda termos esperança que ele muda se um dia para melhor.
Minha mãe como sempre passando panos finos por tudo que ele fazia mais sabia que depois de nos consolar ela ligava e começava as brigas e ameaças, ele só começou a mudar quando tio chegou na vida da minha mãe, e nos tratava como filhas dele, assim como Carol.
Outra doida, lembra-me como hoje, eu estava esperando a Bia sair da aula e uns babacas era 3, todo metidinho a bad boy começou a fazer graça com ela, eles começaram a jogar ela como se fosse um objetos, nessa hora Bia entrou no meio, ai não pude ficar parada mexeu com minha irmã mexeu comigo e eles sabem que eu não sou de ficar de risinhos, parto logo pra cima , fui na direção quando estou chegando perto uns dele me viu chegando, o que estava de costa pra mim dei um chute nos meios das pernas dele que foi certeiro, eles se afastaram Carol que estava com o rosto cheio de lagrimas e vermelha deveria estar com raiva, e Bia aos berros xigando os babacas as vezes ela sabe ser briguenta também, ensinei direitinho a minha maninha.
Quando ela ver o estado Carol, corre para abraça lá não sabia que ela se conhecia fico esperando Carol se acalmar, assim que ela se acalma pergunto se alguém vem busca –lá ela som balança a cabeça positivo, e não fala sei como Bia é, nunca deixaria alguém sozinha depois dessa brincadeira de mal gosto ficamos nos três sentadas no banco em frente à escola.
Eu quebrei o silêncio.
- Qual seu nome?
-Carol, obrigada por me ajudar!
-Eles sempre mexem com você assim? _Bia pergunta preocupada.
-Às vezes eles nem percebe a minha presença, mas gosta de me zua, já fiz reclamações na direção, mas eu sei que não vai levar a nada. _Ela fala como se estive se cansada disso tudo ou fosse algo normal, com a voz triste.
- Você não falou para o seus pais? _ pergunto por que vejo que ela não estar bem, e Bullying e crime não deve deixar impune assim.
-Eu não quero levar problema pra meu pai, um dia eles esquecem que eu existo e encontra outra pessoa para encher o saco. _Ela fala olhando pra o chão.
-Mas você não pode aceitar que eles façam isso com você, isso se chama Bullying e isso é crime não, deve a baixa a cabeça e aceitar, se ninguém da escola faz nada deve falar com seus pais, se minha mãe sonhar que eu passe por isso ela já tinha vindo até aqui para tomar as medidas e até ameaçar o diretor. _Bia fala da nossa com tanto orgulho mais não duvido que dona Manuela não faça isso porque ela é capas até de bater-nos meninos rsrs.
-Isso mesmo, Carol, não deve aceita que eles façam isso com você ou qualquer outra pessoa, isso por que não acharam uma pessoa para enfrentar eles, mais acho bom você conversa com seus pais assim vocês vai estar mais segura._ Falo mais sei que ela não vai contar quando vejo a hora já estar ficando tarde e ninguém apareceu pra busca-la, mais vou espera sei que Bia não vai ficar em paz se deixamos ela aqui sozinha, assim que penso em falar um carro estacionar em nossa frente e a mulher parece uma louca começa a buzinar, Carol levanta rápido e antes de segui.
-Meninas obrigada por ter me ajudado, vocês foram um amor comigo mais não conta nada para ninguém sobre o que aconteceu hoje por favor?! _Ela pede com medo eu só balanço a cabeça, não vou prometer nada, porque se ela não faz nada, eu irei fazer.
Assim que ela entra o carro a mulher começar a gritar, se ela não é louca então está fazendo o curso e já estar conquistando seu diploma.
Vou o caminho todo pensando na Carol, se Bia não tive se metido no meio o que seria? ninguém foi capaz de se mexer para a ajudar a menina, achando graças com sofrimento dos outros.
-Bruh você vai falar para nossa mãe né? por isso que você não falou pra Carol?
-Sim e não! Não vou falar para nossa mãe agora, por que sei que ela é capaz de vim até aqui na escola para bater neles, e ainda bater na mãe da Carol, viu como ela é? Não daria certo mais amanhã quando viemos pra escola irei falar com o diretor e ainda vou usar nossa mãe como exemplos ele vai surtar.
-Você é muito esperta Bruh, sabe que o diretor tem medo da nossa mãe rsrs.
Claro que ele tem medo, uma vez eu estava estudando quando me levantei trombei com o menino, e acabou que o lápis que eu estava acabou furando meu braço mais não foi nada de mais, Dona Manuela fechou com a cara do diretor e que a culpa é dele por colocar uma biblioteca pequena onde mal dá para passar, imagina para estudar, foi daí que ganhamos uma biblioteca ampla, só de lembra a cara do diretor da uma crise de risos.
Agora imagina quando ela soube que uma menina que tem idade da Bia está sofrendo Bullying, não vai prestar se todas as mães fossem como a minha, muitas meninas não ficavam por aí sem querer nada com a vida.
Assim que chegamos em casa minha mãe já começa os interrogatórios por nós chegamos, mas de 30 atrasadas em casa que não é norma.
-Aconteceu alguma coisa para vocês chegarem tarde?
-Não aconteceu nada mãe, só ficamos esperando a mãe da amiga da Bia ir busca ela, aí começamos a conversar e perdemos um pouco a hora. _Minha mãe sabe quando estamos mentindo ela fita meus olhos, eu tento ao Máximo ser verdadeira no olhar porque sei que ela vai descobrir.
-Sei, na próxima tente mentir melhor viu dona Bruna! Mas vão se ajeitar eu vou querer saber do que se trata viu mocinha.
Eu não disse, que ela sabe quando estamos mentindo, vou dizer por alto eu também não posso expor a Carol dessa forma.
Depois de todas as perguntas da minha mãe, ela disse que confia em mim se eu não quero falar por que é segredo e quase isso mais que hoje eu irei falar com diretor.
Assim que chego à escola, vejo os babacas fazendo piadas sigo para sala do diretor seu que Carol não é nenhuma criança mais tenho certeza de que ela não tem ninguém que brigue por ela aqui, então eu irei fazer isso, não é pena só não gosto da forma que esses garotos tratam as meninas, por não ser popular ou até meninas aceita ficar com eles. Coisas que me irrita.
Assim que chego a sala do diretor estar com a porta fechada fico esperando a vice-diretora aparecer.
-Boa Tarde Bruna, em que posso te ajudar?
-Desculpa mais gostaria de fala com diretor se a senhora não se importa! _ ela fica toda sem graça, dona Joana é legal, mas ela não tem voz nessa escola, então tenho que falar com ele.
-Entendi Bruna irei avisar que você estar aqui.
Fico esperando e vejo que já estou atrasada para minha primeira aula, mas só saio dessa secretária depois que falar sobre os babacas.
O diretor a parecer e franze a testa quando me ver, dá até vontade de rir minha gente.
-Em que posso ajudar Bruna?
-Eu vim falar sobre uma amiga minha que estar sofrendo Bullying, é isso não é aceitável falei com ela para falar com os pais, mais ela tem medo e ontem minha irmã se meteu no meio pra ajudar a defender a aluna, e ela já disse que já falou com senhor, mais vejo que não ouve solução, ontem assim que cheguei conversei com minha mãe então ela me pediu pra vim aqui primeiro, caso o senhor não resolva ela disse que iria acionar a polícia e a impressa por que isso não pode se deixar leva ou até mesmo aceita que meninas fique com traumas por causa de alguns filhos de papais que não quer nada com a vida. _Quando término de falar vejo que já estou com raiva. Ele puxa a respiração no mínimo já sabe do que eu falei e verdade por não faz a cara de surpresa.
- Se trata da Carolayne né isso?
- Então o senhor já tem a ciência, mesmo assim deixa que uma de suas Alunas sofra Bullying?
-Eu já tinha conversado com os meninos e apliquei as medidas, mas vejo que eles já se esqueceram, não se preocupe irei tomar medidas necessárias com eles ainda hoje.
-Eu espero diretor.
Saio da sala dele com raiva e vejo um dos babacas, tentando agarrar Carol corro em direção dela e começo a bater nele e começar a gritaria só vejo quando o direto tira o menino perto de mim, sei que sou mulher e não tenho força mais na hora da raiva sou outra pessoa, sinto meu ombro latejar filho da puta me acertou fico ainda mais com raiva.
-Chega! Eu quero os três na minha sala agora! _ O diretor fala com raiva.
Olho pra Carol e ela está com o rosto vermelho, a puxo e seguimos para a sala do diretor e o babaca fica me encarando ele pensa que tenho medo dele coitado.
Primeiro entra eu e Carol para sala do diretor, ela começar a falar como tudo começou o babaca do Lucas estar tentando beijar a força mesmo do jeito que eu percebi, que meninos mais idiotas só basta uma menina dizer não que eles tentam agarrar.
Depois que saímos da sala do direto fomo libera, dá para ir para casa, mas claro que eu não iria deixar minha irmã aqui sozinha caso ele queiram tira graça com ela, fui e fiquei na cantina e Carol começou a conversa e nem vimos o tempo passar ela é uma menina legal, mais tem um olhar triste perguntei sobre a mãe dela, mas ela não quis falar, contei a ela como minha mãe é, logo olhos dela brilhou, no mínimo a mãe dela não dá atenção pra ela.
-Bruh, vejo que viram amigas né, ver se não vai me excluir viu Carol! _Bia fala com ciúmes.
-Claro que não maninha, você é única e exclusiva! _ falo abraçando-a. rs..
-Claro, eu sou sua única irmã Bruna!!!!
-Deixa de besteira, vamos para casa?
-Bem que Carol poderia ir para a casa né!
-Será que sua mãe deixa Carol?
-Eu posso ligar, espera vou perguntar!
Ela sai e vai ligar enquanto Bia fica olhando.
-O que você aprontou Bruna? Você não me engana!
-Eu falei para o diretor sobre os meninos, e quando eu estava indo para a sala de aula o Lucas estava tentando beijar a Carol a força aí começou a confusão.
-Você sabe que nossa mãe vai pirar quando souber dessa briga viu.
-Eu sei mais não vou dizer vou esperar o diretor ligar para ela, eu sei que ele tem medo da nossa mãe tira ele do cargo do diretor ele morre de medo de escândalos.
Carol volta sorrindo parece que a louca da mãe dela deixou.
-Minha mãe deixou, aí pedi pro meu avô ir me buscar lá na casa de vocês!
Seguimos para casa nesse dia foi bom nos divertimos muito, minha mãe até se divertiu com a gente e gostou bastante da Carol parece que ela sente quando alguém não está bem.
Capítulo 2
Sou Bia tenho 14 anos, sou carinhosa eu gosto de ajudar as pessoas, mais tem gente que nem merece que intercedemos por elas....
Minha mãe sempre foi clara em termo do bullying, sei que não devo fazer com ninguém e nem aceita quem faça comigo, faz dias que vejo os meninos perturbar uma menina, mas toda vez que eu vou falar com ela sai correndo, já vi várias vezes minha irmã falando sobre isso esse é o último ano dela aqui na escola, sei que os meninos sempre ficam impunes por serem filhos de papais mimados, mas não me deixo abater sempre que vem para o meu lado bato de frente o medo da minha irmã que eles facão a mesma coisa comigo mais não vou deixar.
Eu sou a caçulinha, minha mãe sempre diz que eu e minha irmã somos os olhos dela, fico rindo ela diz que um dia irei entender o porquê ela trabalha de mais, meu pai ele mal fica com agente, sempre inventa desculpa isso me magoa por que é mesmo que não ter um pai, ele não se importa com agente, quando minha mãe pediu a separação, ele ainda insistiu eu me lembro, sei que minha mãe era infeliz com ele, agora ela só trabalha, mas sempre dá atenção conversamos sobre tudo, mas ainda sou nova pra namorar, mas é claro que já beijei na boca não sou mais BV: boca virgem rs.
Mas não quis ficar com menino, depois do beijo ele já queria namorar eu nem gostei do beijo que ele me deu, quando contei a minha mãe ela surtou mais depois ela e Bruna caíram na risada até eu entrei nessa ela me explicou sobre os beijos, mais vou deixar pra namorar mais lá na frente quero estudar quem sabe depois, eu sempre vou em algumas festinhas de umas das meninas mais não me sinto muito bem.
Hoje sai atrasada da aula tive que finalizar atividade pra me livra logo, assim que estou chegando à entrada da escola vejo no exato momento que os meninos cercam a menina eu não aguento ver isso e vou em direção do show que eles estão dando e ninguém faz nada, assim que eu chego um dos babacas ainda tenta toca no meu cabelo pra cheira e começa empurra a menina ela está com o rosto vermelho e cheio de lagrimas assim que tento sair da rodinha puxando ela minha irmã chega bem na hora e acerto um chute em um dos meninos bem feito começo a xingar esses babacas, quando olho a menina ainda estar chorando vou até ela e só abraço vamos para o banquinho e ficamos nos três sentadas, Bruh começa a falar com ela e sabemos que ela está sofrendo bullying e isso não pode ficar impune mas ela não quer falar é um direito dela mas sei que Bruh não vai ficar calada ela não pode contar pra nossa mãe mas vai dá um jeitinho desse otários se derem mal.
Quando a mãe dela chega, eu fico até com medo a mulher parece um louca, agora eu entendo o porquê de ela não querer dizer a mãe.
Assim que chegamos em casa nossa mãe desconfiou então Bruna falou por alto, fiquei pensando como será a vida dela, ela sempre estar sozinha não tem amigas hoje meu coração deu um aperto ao ver ela no meio daqueles babacas.
Às vezes eu não entendo como as podem ser assim? Por nada querem bater, humilhar, querer mostrar que é melhor que outro e a maioria das pessoas que são assim são riquinhos mimados que tem tudo que quer é só pedir ao pai ou ao a mãe mais não sabe como é o caráter dessas pessoas eu tenho pena de gente assim. Amanhã quando eu for pra escola vou tentar conversa com Carol ela parece ser gente boa, só não saber se expressar por ser caladona.
Quando chego na escola não encontro Carol, será que ela não vem hoje? Passo a tarde toda estudando quando estou saindo da aula vejo Bruna conversando com Carol, vejo que elas já estão se dando bem, não por que minha irmã seja chata, mas ela não é de ficar conversando não.
-Bruh, vejo que viraram amigas né, ver se não vai me excluir viu Carol! _ falo e ela me encara assustada rs.
-Claro que não maninha você é única e exclusiva! _ Bruh fala me abraçando.
-Claro, eu sou sua única irmã Bruna!!!!_ Falo mostrando a ela que estou brincando porque ela só me tem de irmã!
-Deixa de besteira vamos para a casa? _Bruh Fala
-Bem que Carol poderia ir lá para a casa né! _Sugiro e Carol se animou!
-Será que sua mãe deixa Carol? _Bruh pergunta
-Eu posso ligar, espera vou perguntar! _Ela fala toda animada.
Ela sai e vai ligar enquanto eu fico olhando.
-O que você aprontou Bruna? Você não me engana!
-Eu falei para o diretor sobre os meninos, e quando eu estava indo pra sala de aula o Lucas estava tentando beijar a Carol a força aí começou a confusão.
-Você sabe que nossa mãe vai pirar quando souber dessa briga viu.
-Eu sei mais não vou dizer vou esperar o diretor ligar para ela, eu sei que ele tem medo da nossa mãe tira ele do cargo do diretor, ele morre de medo de escândalos.
Carol volta sorrindo parece que a louca da mãe dela deixou.
-Minha mãe deixou aí pedi para o meu avô ir me buscar lá na casa de vocês!
Seguimos para casa nesse dia foi bom nos divertimos muito, minha até se divertiu com a gente e gostou bastante da Carol parece que ela sente quando alguém não está bem.
Tomara que se repitam mais vezes nenhum momento minha mãe nos forço a dizer nada mais ela sabe que tem algo errado mais por hoje foi muito bom ainda bem que amanhã é sexta nada melhor do que um final de semana mais tenho quase certeza de que meu pai não vem nos ver a gente sempre faz uma programação com nossa mãe!
Quando chegou ao sábado como sempre nosso pai não apareceu e ainda deu uma desculpa para nossa mãe, as vezes eu sinto que ela não quer ficar com a gente, eu tento não pensar, mas quem não quer ter o pai presente, sei que as vezes deve ser chato, mas o pior você possa e não fazer nada.
Já faz uns vinte dias que a gente não ver Carol na escola, como ela não usa muito celular não tem como entra em contato com ela, até Bruna perguntou por ela perguntei a professora, mas ela não sabia sobre Carol fiquei preocupada podíamos ser amigas e fazer companhia uma para outra.
Passei o final de semana incrível junto com minha mãe e Bruh foi perfeito, mas temos que estudar então estou aqui tentando acordar porque tá difícil, parece que corri uma maratona ontem, quando olho para o relógio já passa as 11h:00 daqui a pouco Bruna vem me tirar da cama rs. Sigo pro banheiro nas carreiras ou vamos chegar atrasada.
Hoje cheguei e a Carol estava lá sentada esperando dá a hora para entrar fiquei feliz em vê la.
-Oie Carol, nunca mais te vi! Como você estar?
-Oie Bia, estou indo eu estava na casa do meu pai! _ ela fala toda triste mais na hora que eu iria falar com ela o sinal toca.
Sigo para sala, mas pensando no que pode ter acontecido com ela assim que termina a aula vou até a sala dela e fico esperando-a sair como de costume Bruna está na frente da escola me esperando.
Sentamo-nos no banco o que Carol começa nos contar, não sei dizer o que estou sentindo, mas tenho raiva da mãe dela a deixar passar por tudo isso ela falou que agora está morando com pai por isso tem vindo para a escola que estar se organizando com as mudanças e tentando se acalmar.
Capítulo 3
Sou Carolayne tenho 14 anos, pode me chamar pelo meu apelido Carol! sou uma menina meiga e cheio de traumas, mas tenho esperança que um dia eu encontre minha felicidade...
Eu nem sei quem sou! Fico me perguntando quem realmente é CAROLAYNE?
Sou uma menina triste que é culpada por tudo que acontece na vida minha mãe, palavras dela não minha!
Desde pequena minha mãe diz que sou culpada por não ter uma vida feliz ao lado do meu pai, sempre dizendo que eu atrapalho tudo que era para ter abortado.
Sempre fico pensando se todas as mães são assim? Por que minha vó ela é muito carinhosa muitas vezes que eu vou pra casa dela não quero voltar, desde que meu pai se separou da minha mãe, minha vida com ela na mesma casa estar sendo muito ruim, ela sempre dá várias festas com muitas bebidas e drogas, evito ficar saindo do quarto sei que meu pai é muito ocupado, mas eu queria morar com ele, ou com minha vó, eu não aguento ficar aqui com ela, todos os dias ela me ameaça pra pode me fazer ligar para o meu pai, pra ela saber onde ele estar, com quem estar?
Eu só tenho 14 anos mais sei o que ela faz comigo é abuso da mesma forma que ela fazia com meu pai.
Esses dias ela me colocou em outra escola e a maioria são pessoas ruim ficam fazendo brincadeira de mal gosto comigo, e outros alunos já até fui na direção, mas não adianta eu não queria ter que falar com meu pai, se eu falar com minha mãe não vai resolver nada como sempre, fala que eu sou uma molenga que nem para me virar sozinha eu sirvo. O que eu estou concordando com ela.
Foi quando apareceu dois anjos, Beatriz e Bruna são meninas incríveis já conheci a mãe delas que foi um muito legal comigo.
Com elas consigo me sentir segura, desde episódio da escola não desgrudamos mais as meninas me convidaram para jantar lá na casa delas fiquei superanimada, primeira vez que eu iria sair para jantar na casa de uma amiga.
A gente foi direto da escola meu pai ficou de me busca na casa delas.
Foi muito bom a gente conversou sobre tudo assistimos vários filmes, nesse dia tia estava triste, mesmo assim não deixou de conversa com a gente ou nos animar para sessão de filmes e guloseimas na casa delas eu fui bem tratada, falamos sobre nossos pais, elas têm uma mãe incrível enquanto a minha não me ver como uma pedra no sapato, o pai delas ele é muito ausente e não mostra carinho por elas, onde Bia ficou muito triste por isso.
Meu pai ele é muito bom para mim, mas devido o casamento com minha mãe não passamos muito tempo juntos, mas ele sempre tenta me dar atenção carinho.
Fizemos a maior bagunça foi nesse dia que decidimos que iria tentar juntar meu pai com a mãe delas, Bruna iria planejar um final de semana só as meninas em uma praia para distrair tia, então eu faria de tudo para meu pai também ir, já posso até imaginar como eles vão se surpreender...
Nesse dia voltei, mas animada contei ao meu sobre as meninas ele ficou feliz por eu ter esses momentos de meninas, e ele ficou bastante curioso para conhecer tia Manu.
Os dias têm se passados incríveis mais tiver que ir para a casa da minha mãe, porque ela fez a maior questão e disse que estava com saudades mais tudo mentira, queria chamar atenção do meu pai, como ele não deu a mínima e ela simplesmente inventou de da mas uma festa louca dela.
Como sempre me tranco no meu quarto, mas quando deu umas 21h:00 eu tinha esquecido de trazer algum lanche para mim e me deu fome. foi quando eu tive uma péssima ideia de sair do meu quarto, foi quando um dos colegas de festa da minha mãe me viu, no mesmo instante eu tentei voltar para o quarto ele me agarrou foi horrível, ele estava com fedor de bebidas me pressionando em chamando de putinha gostosa, fique em pânico quando dei por mim estava me debatendo contra o corpo dele, foi quando acertei no meio das pernas dele em cheio!
Voltei para o quarto me tranquei e ainda coloquei a cômoda na porta se caso ele tenta se invadir meu quarto, tentei me acalmar comecei a me sentir sujar, fiquei sem chão, claro que não sou tão inocente eu leio sobre as coisas e se eu não tive se reagido ele iria me estuprar, onde estaria minha querida mãe? Por mim ela poderia estar no inferno agora. Não precisaria estar passando por tudo isso.
Eu não sei, eu só sei que eu não quero mais voltar ficar aqui com ela, mas eu não posso falar com meu pai essa gente é errada, poderia fazer algum mal a ele isso eu não me perdoaria nunca.
Quando eu fiquei mais calma depois de um banho liguei para o meu pai e ele não demorou muito para chegar, só senti segura quando eu estava ao seu lado, promete para mim mesma que não ficarei só com minha mãe, se ela quisera-me ver terá que ir me ver na escola ou na casa da minha vó.
Os dias foram se passando eu fui a viagem com as meninas e foi perfeito acabou que meu pai e tia Manu ficaram juntos, ficamos animadas por não saberíamos se iria dar certo ou não mais foi perfeito.
Não precisamos de tramar muito com eles, são perfeitos juntos nos divertimos bastantes na casa de praia do meu pai.
Minha mãe surtou quando soube que meu pai estava saindo com tia Manu, chantageou o meu pai dizendo que ele nunca mais iria ver meu rosto, nesse dia eu fiquei com muito medo eu não queria voltar morar com ela viver naquele inferno de vida que ela tem.
Como já estou morando com meu pai, mal falo com minha mãe, toda vez que ela liga e só pra me ameaçar teve até um dia que ela invadiu a cada da tia Manu, pra mim tira de lá a força, ela estava muito agressiva a minha sorte foi meu pai que chegou, foi quando fiquei mais calma agora minha mãe não pode me ver, meu pai pediu minha guarda definitiva, foi quando estávamos indo tudo bem eu e as meninas estávamos indo para casa da minha avó quando um carro do nada parou e me colocaram dentro, entrei em pânico com muito medo de não pode ver minha família, fiquei chorando o caminho todo, pensando que aquele seria o meu fim... quando o carro parou, eu só fazia chorar, meu corpo estava tomado pelo medo, me tremendo toda.
Quando eu entrei na casa o homem me empurrou cai sentando no chão sujo, só fedia a morfo, era uma casa abandonada, quando consegui acalmar a minha querida mãe entrou gritando dizendo que eu a renderia muito dinheiro, dizendo que eu não veria mais meu pai, que pra ele eu morreria foi quando o ódio subiu e fui pra cima dela com tanta raiva, mas ela viu minha reação e bateu em meu rosto, a pancada foi forte que me fez cair no chão, eu só pedia a Deus para sair daquele lugar, antes dela sai o homem me amarrou foi quando ela saiu e me deixou sozinha, com fome e sede acabei cochilando pelo cansaço...
Quando acordei com uma gritaria, foi quando alguns policiais derrubaram a porta nunca fiquei tão feliz em ver que iria sair dali um dos homens sabia meu nome e tentava me acalmar dizendo que me levaria para meu pai, nesse dia nasce de novo, mais sem mãe, só teria meu pai por mim.
Quando chego na casa da minha vó e meu pai e meu avô que abre a porta eu só faço chora para aliviar o medo que eu estava sentindo, meu pai agradece ao amigo dele seguimos para o quarto quando eu entro esta minha vó, minha mãe do coração e minhas irmãs todas de mãos dada pedindo a Deus que eu volte segura para casa, começo a chora depois desse dia sabia que foi a melhor coisa que fiz em fazer amizade com as meninas.
Quando elas me viram minha vó que chorar muito por mim ver bem, Bia vem ao meu encontro e me abraça e choramos juntas, Bruna faz a mesma coisa por último a minha mãe sim Manuel e minha mãe do coração, começo a chorar em seus braços e ela só diz que vai ficar tudo bem e pela primeira vez sinto o amor de uma mãe por mim.