Me mudei para o Reino Unido em um programa de intercâmbio de um semestre para estudar na King's College of Londres, uma das principais faculdades da cidade.
Era uma oportunidade única e eu estava tão feliz que não me importei de uma das exigências do programa ser trabalho voluntário.
Me deram uma lista com algumas funções que eu podia escolher, a que mais me chamou a atenção foi de uma ONG chamada Ancient Love, que cuidava de velhinhos em suas casas.
Isso era perfeito, no Brasil, eu já havia feito algo parecido, mas em um abrigo para idosos, e não me importava em dar banho, cuidar, conversar. Na verdade, eu até gostava.
Depois da primeira semana na faculdade a ONG finalmente me recebeu, foi entregue a mim uma ficha com alguns dados do idoso que eu iria cuidar no dia seguinte.
Ele se chamava John, tinha quase setenta anos e morava sozinho. Estranhamente quem preencheu a ficha não colocou nenhuma informação de incapacidade intelectual ou física.
Na manhã seguinte eu fui para o endereço que me deram, era uma casa bonita e bem cuidada, toquei a campainha e esperei.
Algum tempo depois a porta se abriu e fui atendida por um homem que estava longe de parecer com os velhinhos que eu estava acostumada.
Ele era bonito, sim bonito, alto e com uma postura impecável para alguém naquela idade.
-Olá, John. Eu sou Jane Doe, sua cuidadora.
-Bom dia, você é da...
- Ancient Love, senhor.
-Certo, me desculpe fazê-la perder tempo, eu não preciso de uma cuidadora.
- Claro, eu entendo. No entanto, eu preciso muito desse trabalho e eu posso fazer diversos serviços.
- Está bem - ele disse, pegando a carteira no bolso - quanto é o seu dia?
-Eu não cobro, é voluntário - eu sorri tentando não parecer nervosa - mas preciso disso para continuar com a bolsa de estudos e o intercâmbio.
- Eu sinto muito, querida. Mas é que eu realmente não preciso, não tenho limitações. Meus netos me inscreveram no programa - ele balançou a cabeça com um sorriso divertido que logo sumiu - crianças, sabe?!
- Eu acredito nisso, mas não são só pessoas inválidas que precisam de cuidado - respirei fundo antes de continuar - posso oferecer companhia, conversas, risadas. Envelhecer pode ser solitário, não acha?!
John olhou para um ponto além de mim e ficou em silêncio por um momento.
- Está bem, um pouco de companhia não fará mal algum.
Ele se afastou me deixando entrar na residência, era ampla e clara além de impecavelmente arrumada.
- Fique à vontade, eu estou preparando o almoço.
- Começou cedo - eu ri.
- Sim, as coisas feitas com calma costumam ser mais... prazerosas.
- Eu entendo, posso te ajudar.
Entramos na cozinha, a ilha no centro estava repleta de legumes e temperos frescos junto a uma grande peça de carne.
- Tomahawk - ele explicou ao ver meu interesse pelo corte - extraído do dianteiro do boi, entre a sexta e décima costela, considerada como a parte mais macia do lombo bovino - ele olhava maravilhado para a peça - além disso, só é possível retirar 4 peças de tomahawk por animal. Ou seja, além da aparência única, o corte também oferece certo senso de exclusividade.
- Parece refinado - e caro.
- Sim e a melhor parte é que você pode apenas aproveitar - Jhon havia servido uma taça de vinho e tentava me entregar.
- Desculpe, eu estou a trabalho.
- É só uma taça, Jane.
John tinha um magnetismo estranho, uma energia além das que eu via com outros assistidos. Seu sorriso me atraía a ponto de me fazer esquecer que tinha setenta anos, desci os olhos pela sua camisa aberta e dobrada até os cotovelos, para encontrar sua mão que ainda me oferecia a taça. Peguei e agradeci.
Me sentei em uma banqueta alta encostada na ilha e o observei, existe pouca coisa que considero mais sexy do que cozinhar e Jhon tinha todas elas.
Suas mãos trabalhavam habilmente com a faca me fazendo pensar coisas sujas, mas foi quando ele jogou o pano dobrado sobre o ombro e deu um tapa desnecessário na carne que eu descontrolei, virei a taça toda de uma vez.
Minha respiração me entregava, os mamilos saltados sob a blusa fina, mais ainda.
John levantou os olhos e deu um sorriso de canto que dizia 'eu sei que está molhada por mim'. Me perguntei se ele também estava duro, o pau pulsando apertado na cueca enquanto observava meu estado.
- Pronto, na grelha - ele disse por fim, terminando com a magia do momento - leva duas ou três horas para ficar pronto. Sabe, a espessura da carne.
- Entendo - disse tentando me recompor - a sua rotina agora...
- Bem, não é uma rotina, mas pensei em tomar um banho.
- Certo, precisa de ajuda?
- No banho?
- Sim - isso não era tão estranho se tratando de idosos, mas John riu.
- Não, tudo bem. Pode ver tv ou algo assim, enquanto espera.
John subiu as escadas e eu comecei a organizar a cozinha, lavar a louça que ficou e guardar o restante dos legumes não usados, deixando apenas os que ele cortou para por na grelha mais tarde, ainda era cedo mas o cheiro da carne estava me deixando com fome, precisava sair dali.
Ouvi o barulho da água no andar de cima parar e imaginei que logo John apareceria, o que não aconteceu, acabei ficando preocupada com a demora e subi as escadas chamando seu nome. Uma música instrumental me atraiu até um quarto mais afastado, havia uma troca de roupa arrumada sobre a cama e uma porta aberta na parede oposta.
- John? - bati na porta e percebi uma agitação na banheira, então era isso a demora, ele não usou o chuveiro.
- Jane? Algum problema?
- Foi isso que eu vim ver - entrei no banheiro tranquilamente, acostumada com a intimidade cuidadora/assistido.
- Não, eu estou bem, mas já que está aqui se importa de pegar um sabonete no armário? Eu deixei cair e não estou encontrando.
O velho truque do sabonete, estava acostumada com velhinhos em banheiras que usavam essa tática na esperança que eu segurasse o pênis sem querer.
Eu não via nada além do seu peito, a espuma cobrindo cada pequeno espaço da banheira.
- Eu pego para você.
John meneou a cabeça e arqueou as sobrancelhas, me sentei na borda da banheira e dobrei a manga antes de afundar a mão na água, deslizei a mão pela louça até encontrar a pele de sua coxa e toquei com as pontas dos dedos até em cima próximo a virilha, toquei a outra coxa dessa vez de cima para baixo e encontrei o sabonete.
- Aqui está - levantei a mão segurando o sabonete, John me encarava com os lábios afastados me deixando louca para beijá-lo.
Sem aviso ele deu um tapa na minha mão, não com força mas o suficiente para derrubar o sabonete de volta na banheira.
Seu olhar dizia tudo, voltei a mão para dentro da água e toquei sua coxa novamente até a virilha e não parei, apalpei seus testículos devagar, enchendo a mão e apertando levemente.
John se mantinha sério, os braços apoiados nas laterais da banheira e o olhar fixo em mim, subi a mão pela sua extensão dura até a ponta apoiada em sua barriga, o segurei fazendo longos movimentos.
Seu peito começou a subir e descer mais pesadamente enquanto eu o masturbava.
- Não tão controlado quanto parece, Sr Bachman?
- Porque não tira suas roupas também? Não vai querer se molhar.
- Tem razão - sequei minha mão na toalha pendurada e me levantei, andei pelo banheiro amplo e me despi deixando minhas roupas sobre a pia antes de voltar para perto dele, o deixando ver cada parte do meu corpo - mudou de ideia sobre precisar de ajuda?
Ele sorriu e me estendeu a mão, a segurei firme para entrar na banheira de frente para ele, enquanto me abaixava John passou a mão pela lateral do meu corpo até atrás do meu joelho me guiando para junto ao seu corpo, um joelho de cada lado do seu quadril, estava apertado mas consegui me abaixar o suficiente para nossas coxas se tocarem.
- Ah, Jane - sua voz saiu carinhosa e leve, John tocou meu rosto devagar - eu é que vou cuidar de você.
Ele me beijou, calmo e firme, sua língua macia explorando minha boca com maestria, quando nosso beijo sincronizou ele voltou a tocar meu corpo, deslizando as mãos para baixo e para cima na minha cintura, o polegar tocando embaixo do meu seio quando subia e o mindinho quase chegando na minha bunda ao descer.
Rebolei sentindo sua extensão dura embaixo de mim e gemi com isso, John sabia exatamente como me dar carinho mesmo sendo a primeira vez, eu estava tão entregue que não me importei com a ética ou em ser pega.
- Eu posso entrar, agora? - ele perguntou sem afastar os lábios dos meus.
- Sim, por favor.
Ele desceu a mão entre nossos corpos e tocou meu clitóris sem apertar me fazendo gemer outra vez antes de transferir a mão para sua própria pelve, afastando o pênis da barriga e o encaixando na minha entrada.
Me abaixei mais fazendo entrar a ponta, a água prendia e ele era grande. Tentei forçar mas em vão, John segurou minha cintura com firmeza me fazendo parar.
- Com calma ou vai se machucar - ele sabia que não adiantava ter pressa, uma hora ia entrar e sentir só a ponta movendo na minha entrada era gostoso o suficiente.
Me afastei e mantive meus olhos em seu rosto enquanto rebolava, queria a visão do seu prazer quando finalmente entrasse tudo.
John agarrou meus seios e rodou os polegares nos biquinhos, tomando cuidado de usar a espuma para lubrificar deixando o toque mais suave.
Porra! Eu poderia gozar assim.
Seu pau entrava pouco a pouco a cada rebolada, John estava franzindo as sobrancelhas lentamente, ele fechou os olhos e seus lábios se afastaram à medida que jogava a cabeça para trás, todo dentro de mim.
Segurei sua nuca e me movi, a água limitando meus movimentos mas mantive o ritmo, esfregando o clitóris na sua pele.
Ele me abraçou e voltou a cabeça para me beijar, seus braços em volta do meu corpo de forma acolhedora.
Minha excitação só crescia a cada minuto, por mais que minhas coxas doessem eu não conseguia parar, ele estava alcançando onde ninguém nunca chegou.
- John?
- Sim, Jane. Goze pra mim, te quero ainda mais molhada.
Deitei o rosto em seu ombro enquanto meu corpo respondia com um orgasmo intenso que quase me fez perder os sentidos, era como se eu nem estivesse mais ali, estava leve demais.
- Quer parar?
- Não até você terminar.
Tentei me mover, mas era impossível ter firmeza para rebolar.
- Uma pausa então.
Ele começou a dar beijos estalados no meu ombro e pescoço, apoiando minha nuca na palma da sua mão e descendo seus lábios para meu colo, sua outra mão acariciando meu quadril. Não demorou até eu começar a gemer, sentindo a excitação voltar pouco a pouco e quando comecei a rebolar de leve, John se afastou.
Ele me virou de costas me segurando pela cintura e eu entendi o que ele queria, apoiei as mãos na borda da banheira e empinei, senti suas coxas encostando na minha um segundo depois. Seu pau entrou se acomodando no fundo e meu corpo estremeceu com a profundidade.
- Gosta assim?
Respondi levando meu corpo para frente e depois batendo com força a bunda na sua pelvis.
John segurou meu cabelo sem puxar e apoiou a outra mão nas minhas costas, as estocadas ficando cada vez mais intensas, contraí os músculos deixando mais apertado para ele,
Ele se afastou, saindo de mim de uma vez e se abaixou dando beijos na minha nuca enquanto seu corpo tremia, seu líquido mais quente que a água bateu na parte interna da minha coxa.
Ele me segurou e se sentiu levando meu corpo junto ao seu, seus braços me envolveram e deixei a cabeça apoiar em seu peito.
Ficamos assim em silêncio por um tempo, seus dedos passando suavemente pelo meu joelho, seu peito subindo e descendo me embalava e acalmava, até me dar conta que não podia ficar na banheira o dia todo.
- O forno está aceso - disse quebrando o silêncio.
- Acho que temos uma hora ou mais.
- Não mesmo - eu ri - pareceu rápido porque estava bom.
- Pode ver isso para mim? Acho que preciso de mais um minuto.
Deixei um beijo em seu rosto e me levantei, ele estava de olhos fechados e permaneceu assim até eu me vestir.
- Não é uma boa ideia dormir na banheira.
- Eu sei, não vou dormir. Fique tranquila.
Como cuidadora eu não podia ficar tranquila, mas confiei em sua palavra. Minutos depois John desceu enquanto eu ainda tirava os legumes da grelha, a carne quase ao ponto.
- Você tinha razão, levou mais tempo do que pareceu - seu sorriso era tranquilo e não parecia tão constrangido como eu.
- Devo arrumar a mesa?
- Não - John se sentou na banqueta alta e me estendeu a mão me fazendo apoiar contra seu corpo, ele cortou tiras da carne e me ofereceu - o que acha?
- Perfeito.
- Como você.
- Essa foi gratuita - eu ri
- Você merece - ele comia e me dava na boca mas não de um jeito que eu parecesse incapaz, apenas carinhoso - amanhã é dia de peixe, gosta de salmão?
- Eles não mandam a gente todo dia para a mesma casa, John e acho que está claro que você não precisa de cuidados.
- Não foi o que eu quis dizer - ele me virou de frente e apoiou as mãos na minha cintura como se recusasse a me soltar um só segundo - á que horas termina o trabalho e a faculdade?
- Às 19.
- King's College?
- Sim.
- Posso te buscar e você janta comigo.
- Isso seria ótimo, mas vai acabar com...
- Sexo gostoso? Assim espero, mas vamos tentar a cama dessa vez.
Eu o beijei mais uma vez e passamos o resto do dia assim, abraços e beijos além de longas conversas muito mais inteligentes que qualquer outra que eu tenha tido.
Esse conto contém sexo grupal com sodomia/ DP e bissexualidade, que pode ser incômodo para algumas pessoas.
Sexo sempre foi meu hobby e passatempo favorito mas como deve imaginar, dizer isso em voz alta me garantiria o título de vadia ou pior. Na escola de freiras era mais fácil, todas as meninas no dormitório querendo se descobrir me garantia noites incríveis, mas ao me formar isso ficou escasso.
Apesar dessa sede, nunca quis transar com qualquer um, além do sexo eu buscava conversa, risada e confiança, por sorte eu tinha os três melhores amigos do mundo. O doce Gabriel, o rebelde Stefano e o confiante Felipe e juntos tínhamos um acordo.
Um satisfazia o outro.
Como Felipe era o único hetero eu tinha exclusividade com ele. Naquela noite, ele foi o primeiro a aparecer.
- O que tem pra beber? - ele perguntou abrindo minha geladeira.
- Leite, eu espero.
Felipe riu e balançou a cabeça.
- Você é sempre tão apressada.
- Sóbrio é tão mais gostoso, você pode beber o que quiser depois.
Ele sorriu daquele jeito que acabava comigo e chegou mais perto me pegando pela cintura, seu beijo foi lento, sem pressa alguma.
Segurei sua camisa, o levando até o sofá sem separar o beijo e me sentei com ele na minha frente, Felipe tirou a jaqueta e eu levantei a camiseta dele, instruindo a fazer o mesmo com ela.
Meus beijos começaram na barriga mas o que eu queria estava mais embaixo, apalpei seu membro que já estava duro, abri seu botão e zíper, abaixei a calça devagar e levei a boca até seu pênis ainda coberto com a cueca.
Felipe tentou tirar a peça, mas segurei seus pulsos os mantendo ao lado do corpo.
Segurei o tecido com os dentes e abaixei mantendo contato visual, Felipe gemeu só com a visão, seu pau foi liberto lentamente, comecei lambendo de baixo até a ponta e o coloquei na boca, não tinha intenção de engolir tudo.
Usei só a boca, chupando com vontade e rodando a língua na ponta, seu pré-gozo me deixando cada vez mais excitada, adorava vê-lo assim, ele rodava os pulsos só pra me sentir apertando mais e empurrava seu quadril para frente de leve, mas o suficiente para fazer entrar mais.
- Com calma... ou vou gozar.
Me afastei um pouco mas não parei de lamber sua ponta, passando a língua pela glande mas sem arrastá-la.
A campainha tocou, me surpreendendo. Eu não estava esperando ninguém.
- Não atende.
- Tenho que atender - disse me levantando - pode ser importante.
Felipe começou a se vestir enquanto eu ia até a porta. Abri e para minha surpresa estavam os outros dois ali fora.
- Oi, rapazes.
- Oi, Jane - Gabriel respondeu enquanto Stefano apenas acenou com a cabeça.
- A que devo a visita?
- Não se faça de sonsa. É sexta à noite, se não temos garrafas é porque...
- Estão juntos, porque não se pegam?
- Tem coisas que só você pode dar - Gabriel sorriu.
- Desculpa, meninos. Não é uma boa hora.
- Está com alguém? - Stefano perguntou.
- Felipe.
- Ele não vai se importar - Stefano entrou passando por mim e então fiz sinal para Gabriel entrar também.
Felipe estava sentado no sofá com a calça levantada mas sem camisa, e cara de poucos amigos.
- Ficou chateado? - perguntei me sentando no seu colo.
- Não ligo deles estarem aqui, mas não queria ter parado.
- A gente deixa você ir primeiro - Stefano riu se sentando ao lado a mão já apalpando minha coxa.
Voltei a beijar Felipe, ele passou a mão pela minha virilha fazendo seus dedos entrarem debaixo do shorts pela lateral até encontrar minha intimidade que ele tocou devagar.
Gabriel se sentou no braço do sofá ao lado de Felipe e levantou minha blusa para que eu tirasse, senti a boca de Stefano envolver meu mamilo, chupando com força enquanto Gabriel apalpava meus seios.
- Está gostoso assim? - Gab sussurrou no meu ouvido. Separei o beijo e virei o rosto para ele, assenti e ele me beijou, Felipe se ocupou em chupar meu pescoço.
Stefano não estava muito a fim de ficar esperando, me fez levantar e desceu meu shorts com um puxão, me deixou na sua frente e começou a tocar meu clitóris de leve, gemi com o toque dele e Stefano voltou a chupar e morder meus seios.
Vi que os outros dois já tinham tirado suas roupas, Gabriel estava em pé e tocava seu pênis devagar em movimentos longos, o que me deu água na boca, me ajoelhei e esperei que ele se aproximasse.
Gabriel segurou meu cabelo e levou a ponta para minha boca, estava quente e macio, sua ereção aumentou na minha boca, alcançando minha garganta, eu engasgava mas não parava de chupar. Felipe se levantou parando ao meu lado e puxou meu rosto para ele, seu pau entrou com força na minha boca e usei a mão para masturbar Gabriel. Logo eu estava alternando meu oral entre um e outro.
- Vêm cá - Stefano me chamou - minha vez.
- Mas empina pra mim.
Levantei, o vi sentado no sofá, o pau pingando e duro apontado para mim, fiquei de quatro no sofá e com a bunda para cima, masturbei Stefano descendo beijos pelo seu abdômen até chegar no membro duro que eu chupei com intensidade.
Felipe se posicionou atrás de mim e senti sua ponta forçando para dentro, me preenchendo totalmente.
Empinei mais, Gbriel se sentou ao lado de Stefano e fez carinho na minha nuca, toquei sua coxa subindo até a virilha, minha mão se encontrou com a de Stefano e juntos passamos a masturbar Gabriel.
Era confortável e gostoso, mas é claro que não ficaríamos satisfeitos. Quando minhas bochechas começaram a doer, interrompi o oral e Felipe me colocou em cima de Stefano.
Abracei o moreno e rebolei posicionando seu pau na minha entrada já aberta por Felipe. Desci devagar, Lipe deu um tapa na minha bunda e a abriu, fiquei tensa mas Stefano investia o quadril para cima, entrando e saindo tão gostoso que logo relaxei.
Felipe cuspiu e esfregou sua ponta na minha bunda encontrando a entrada apertada, ele forçou, doeu, mas empinei. Mais uma tentativa e ele conseguiu entrar soltando um gemido longo, os dois me comeram devagar e aumentaram o ritmo aos poucos.
Gabriel subiu no sofá e ofereceu seu pau pra mim, eu deixei que ele metesse, totalmente entregue à sensação de ser triplamente preenchida, Stefano beijava o canto da minha boca enquanto eu chupava Gabriel, os três com a respiração ofegante gemendo palavras de carinho pra mim.
Gabi tirou da minha boca e colocou na de Stefano, não me importei. A visão aumentou meu tesão e pedi para Felipe ir com mais força na minha bunda, ele me atendeu mas logo Stefano estava cansado.
Fiz biquinho de choro quando Felipe me abraçou e se sentou comigo de costas pra ele, sem tirar o pau de dentro.
Gabriel parou na minha frente e me encarou enquanto me penetrava, ele parecia tão grande dentro. Seus movimentos começaram lentos, mas quando Stefano parou atrás dele com o pau roçando na sua bunda, Gabi foi mais forte.
Stefano o penetrou aos poucos, e toda vez que entrava mais um pouco Gabriel gemia e metia mais forte.
- Vou gozar dentro - Felipe avisou pouco antes de sentir seu pau pulsar na minha bunda, seu gemido rouco encheu meus ouvidos.
Stefano passou os braços por baixo dos de Gabriel e o puxou para ele, egoísta. Usando o corpo de Gabriel para se apoiar enquanto metia com toda a força.
- Quero mais - Choraminguei para Felipe.
Lipe enfiou dois dedos de uma vez e usou a palma para esfregar meu clitóris. Eu só podia olhar para Gabriel, seu rosto com aquela expressão de prazer, os olhos fechados, o corpo tenso, o pau balançando e pingando com as investidas de Stefano.
Felipe metia com força, eu não ia aguentar muito tempo.
- Goza pra mim, Jane - seu sussurro era um estímulo a mais.
Gabriel estremeceu e jogou a cabeça pra trás, seu pau expeliu o gozo em jatos fortes que atingiram minha coxa, não suportei essa visão, meu orgasmo veio com força total.
Gabriel se ajoelhou e deitou a cabeça na minha virilha, lambendo toda minha lubrificação lentamente.
Stefano se masturbava encarando a cena, seu prazer explodiu e ele deixou derramar sobre o rosto de Gabriel e minha boceta que ainda pulsava.
Eu estava exausta.
Deixei meu corpo escorregar para o chão e beijei Gabriel, aproveitando todo o leite que estava perto de sua boca.
Não sei quanto tempo fiquei assim com Gabi mas quando percebi Felipe estava me limpando e Stefano fazia o mesmo com o outro.
Eles nos trouxeram cervejas geladas, o líquido me relaxou, não nos importamos em vestir nossas roupas.
Gabriel se sentou com Stefano no sofá oposto rindo e conversando baixinho.
- Acho que tá rolando algo mais - Felipe pareceu ler meus pensamentos.
- Parecem apaixonados.
- Podia rolar com a gente também.
- Quer exclusividade, Lipe? - eu sorri.
- Quero todo dia.
Ele me abraçou rindo e me beijou, foi diferente dessa vez. Nunca nos beijavamos depois do sexo e parecia tão apaixonado quanto o outro casal.
Esse conto contém menage lésbico e sodomia, que pode ser incômodo para algumas pessoas.
No meu último ano da faculdade, me voluntariei para organizar os jogos de um campeonato de futebol feminino que os alunos fizeram, ganhei uma cabine e duas crianças para ser babá, as capitãs dos times que deram início aos jogos. Depois do primeiro jogo, uma discussão generalizada tomou conta do campo e logo virou um confronto físico.
Do alto da minha cabine de locução eu podia ver a confusa massa de com pontapés e socos, no campo. Bufei e liguei o microfone.
- Garotas? Porque não sobem aqui pra gente resolver isso do jeito certo?
Me sentei dando as costas pra confusão lá embaixo. Não demorou muito até que Ana entrasse logo depois de Bia. As duas pararam na minha frente de braços cruzados.
- Fechem a porta.
- Vai dar ordens agora? - Ana riu mas Bia fechou e passou o trinco.
- Certo, eu vou ser bem direta - cruzei as pernas e encostei na cadeira olhando fixamente para as duas - sei que é o último ano das duas, é o meu também. Sei que querem a taça e sinceramente, não me importa quem vai vencer. Mas não vou deixar o campeonato ser cancelado porque essas idiotas querem provar quem é a mais bruta.
Elas se olharam com sorrisos debochados.
- Ela acha que manda tanto assim? - Bia perguntou a outra.
Ana sorriu e se aproximou dando um beliscão no meu seio sem aviso, eu a encarei com raiva e sua mão segurou meu queixo com força. Sua língua invadiu minha boca, não resisti, como poderia? Estava chocada.
Quando ela se afastou meus lábios ardiam e pediam por mais, ela riram uma para a outra.
- Isso não... muda... a conversa - eu tentava manter a calma mas o beijo surpresa tirou toda minha convicção.
- Ah, Jane - Bia deu de ombros - elas não vão parar, são idiotas, como você disse. Mas entendemos sua frustração.
- E é simples assim? Deixamos elas acabarem com tudo? Sem fazer nada?
- Eu não disse que não fazemos nada - Ana respondeu.
- Enquanto elas brigam - Bia se aproximou novamente, dessa vez eu levantei para ficar na altura dela mas não adiantou, fui prensada contra a mesa - nós fodemos.
Bia voltou a me beijar, com mais calma. Seus dedos se afundaram no meu cabelo e os meus em sua cintura, aos poucos subi as mãos pros seus seios, apalpando devagar, não usava sutiã por baixo do uniforme e seus bicos estavam saltados.
Senti outra mão na minha cintura e separei o beijo, Ana me ofereceu a boca dela, quente e molhada, Bia se afastou e me virei colocando Ana encostada na parede, as coisas ficaram mais intensas,
Tirei sua camisa de futebol encontrando uma regata fina embaixo, ela gemeu inclinando a cabeça e comecei beijando seu pescoço, minhas mãos passaram por baixo do tecido encontrando seus seios empinados.
Bia juntou seu corpo ao meu, eu me afastava de Ana apenas para ela tirar minhas roupas, quando ela me livrou de tudo notei que estava nua também.
- Se queria tanto, porque não nos pediu antes? - Bia sussurrou no meu ouvido.
Não respondi, me abaixei mais e abocanhei o seio de Ana a fazendo gemer alto, Bia descia beijos pelas minhas costas se agachando atrás de mim, sua língua deixava marcas molhadas na minha pele das coxas e bunda.
Gemi ao sentir sua lambida no centro e voltei a encontrar os lábios de Ana, pouco antes dela se abaixar na minha frente. Apoiei minhas mãos na parede mantendo contato visual com Ana, ela se ajoelhou e levantou o rosto alcançando minha intimidade com a língua. Levantei uma perna sobre seu ombro e na mesma hora Bia abriu minha bunda afundando a língua na minha abertura, Ana fez o mesmo sugando meu clitóris com chupadas estaladas.
Meu corpo quase cedeu, a única força que eu tinha era em saber que se caísse perderia aquilo, Bia passou os dedos pela minha entrada e me penetrou com dois deles, eu não fazia outra coisa além de gemer.
Agarrei o cabelo de Ana e virei seu rosto mais para cima.
- Tire o shorts - observei enquanto ela lutava contra a peça sem tirar a boca de mim, eu rebolava aumentando o estímulo e quase a fazendo perder o ar.
Bia tirou os dedos de mim pouco antes de eu gozar e os deslizou para trás, na entrada que ela tinha lubrificado com a língua e enfiou seus dedos lá.
Ana tomou o lugar de Bia, metendo seus polegar em mim, curvando para cima. Quase me desmanchei em sua mão.
- Eu vou gozar, não parem - isso só as fez ir mais rápido e mais fundo, meu orgasmo explodiu em uma sensação única.
Elas se afastaram devagar, beijei ANA e me virei para bIA encontrando seus lábios. Ela me empurrou para a mesa.
As duas me fizeram gozar tão gostoso, mas agora eu tinha a difícil tarefa de fazer o mesmo por elas.
Me sentei na ponta da mesa, abri minhas pernas e puxei Bia para perto, colocando minha coxa entre as dela, minha pele pressionando sua boceta molhada.
-Rebola pra mim - eu pedi e ela atendeu, me abaixei chupando seu mamilo e circulei minha língua nele.
Não precisei pedir, Ana se encaixou na minha outra coxa, rebolando devagar e depois mais rápido conforme seu prazer ia crescendo, afastei o rosto do corpo de Bia e passei chupar o seio de Ana, não consegui me decidir de qual gostava mais.
Apalpei a bunda de Bia até encontrar sua abertura e esfreguei meu dedos nela, as duas gemiam no meu ouvido, pedindo por mais.
Senti Ana estremecer e sua boceta vibrou contra minha pele, sentir ela gozar me fez sorrir, deixei que ela se apoiasse em mim para se acalmar e me concentrei em Bia.
Passei a esfregar o polegar em seu clitóris causando espasmos de prazer, ela rebolava e chamava meu nome baixinho, estava tão perto. A beijei quando percebi seu orgasmo chegando, suas pernas tremeram e se acalmaram aos poucos.
Ficamos assim por um tempo, as duas aconchegadas no meu colo, recebendo meu carinho até seus corpos se cansarem da posição.
- Acho que precisamos nos abastecer, isso deu fome - Ana reclamou.
- E depois dormir, deu sono também - Bia completou.
Dei uma última olhada na cabine para ter certeza que estava tudo em ordem e notei a luz verde do microfone acesa.
- Algo me diz que é melhor ficar fora do caminho delas por enquanto.