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Antologia Picante III

Antologia Picante III

Autor:: Evangeline.Carrão
Gênero: Contos
Esse é o segundo livro da série, são contos independentes e podem ser lidos em qualquer ordem de livro ou capítulo. Essa é uma coletânea dos meus contos eróticos preferidos, como parte da imersão, evitei dar características físicas aos envolvidos, assim, você pode colocar a si mesmo e as pessoas para quem você quer dar nas mais malucas e excitantes ocasiões. Por essa mesma razão, chamarei a mulher cis de cada conto de Jane Doe, um pseudônimo coletivo muito usado no exterior para se referir a uma mulher que tem o nome desconhecido ou ocultado por algum motivo. Como o nome e a capa sugerem, aqui você vai encontrar parafilias diversas, por isso, peço gentilmente que não leia caso se incomode com: Ménage Sodomia Sexo grupal Age gap Incesto DP DPV Ménage sáfico BDSM Defloração Femboy Sexo em público Aos demais, divirtam-se.

Capítulo 1 Comida de Rico

Olá, eu sou a Evangeline, escritora de romance que ama escrever contos eróticos malucos e fora da caixa no tempo livre. Sempre que tenho contos suficiente trago aqui uma coletânea para vocês.

Aqui vai algumas dicas para aproveitar melhor o livro.

1.Leia a descrição primeiro antes de desbloquear o capítulo, assim você não se surpreende com o conteúdo.

2.Tenha a mente aberta para novos fetiches e fantasias.

3.Apesar de usar a Jane em todos os capítulos, eu não faço nenhuma descrição dela para que você se coloque na história.

4. Também não faço muitas descrições dos boys, então pense no seu marido, namorado, vizinho, professor, padrasto, o que quiser (ninguém vai julgar).

5. Leia a sinopse.

6. Siga e faça pedidos no instagram @evangelinecarrao. Me deixe transformas suas fantasias em uma história maravilhosa.

_______________________

Grupal/ gangbang (Jane é convidada para um jantar super chique de um bando de garotos mimados que não é nada como parece, afinal, ela é a sobremesa)

Sempre sonhei em ser aquela coitada dos livros que encontra um príncipe encantado gato e rico que manda flores e compra para ela o vestido para uma festa, que serve perfeitamente como se ele conhecesse as medidas de cada curva dela.

Bem, essa noite. Eu sou ela.

Adrian me guia pela cintura pela escada da frente da mansão, as paredes escuras quase se misturam a enorme porta de mesmo tom, mal percebo onde a madeira começa e termina, a porta abre silenciosamente e respiro fundo.

- Tudo bem, você está perfeita.

Claro que estou, esse vestido de veludo vermelho se ajusta perfeitamente ao meu corpo, começando pelas tiras finas que seguram nos ombros até o meio de minhas coxas.

- Seu amigo mora aqui? - não consigo esconder a surpresa em minha voz e ele ri.

- Sim, Francis, ele será o anfitrião essa noite.

Entramos em um amplo salão, se por fora a casa era linda, por dentro é o paraíso, com certeza as pessoas daquela família nem se viam todos os dias, seria fácil me perder ali. Caminhamos até uma sala menor, mesmo não sendo nada pequena.

- Eu estou tão nervosa, Adrian.

- Calma, veja quem está ali.

Eu abro meu sorriso enquanto nos aproximamos de Thomas, ele não veste terno como Adrian, usa calça justa de um cinza chumbo, presa com suspensórios na camisa branca, me lembro que Thomas cuida de várias fazendas e penso que faz sentido que ele seja mais despojado.

- Jane, que surpresa ver você aqui.

- O Adrian me convidou. Espero que não esteja atrapalhando.

- Tenho certeza de que Adrian tem um propósito - ele sorri e leva o copo a boca.

Estranho as palavras que ele escolheu e apesar de ter juntado as sobrancelhas e pensado em perguntar, acabo desistindo e minha atenção é direcionada á entrada.

- Começaram sem mim, seus putos?

O rapaz que entra pela porta é muito diferente dos outros dois, esse veste terno, mas é maior que o número dele e a camisa amassada por baixo está só metade para dentro da calça, há um maço de cigarro no bolso da calça e tenho certeza que conheço a marca daquele batom que mancha sua gola.

- Não liga para ele, Jane - Adrian se aproxima como se quisesse mostrar que eu estava com ele - Mattheo já deve ter começado bem antes, no bar mais próximo.

- Jane? - Mattheo se aproxima e me avalia com atenção - temos uma nova convidada?

- Oi - me limito a isso e me sinto uma idiota.

Mattheo continua me olhando como um predador, fixamente em meus olhos, eu faço o mesmo, não está em mim recuar para um homem bonito.

- Agora não, Theo - Adrian me puxa para ele.

- Como assim?

Minha pergunta se perde quando outro homem entra na sala, o loiro gato ali na frente é com certeza o anfitrião. Mattheo brinca sobre a roupa dele e caminha para fora da sala, o loiro vai até Thomas que termina sua bebida em um gole e o cumprimenta antes de se virar para mim.

- Boa noite.

- Boa noite, é... a sua casa é linda.

- Então combina com você - ele sorri confiante.

- Meu Deus, Adrian - eu rio levando a mão ao peito - seus amigos são todos diretos assim?

- Mais do que parece.

- Sou Francis, seja bem vinda ao nosso jantar anual.

- Obrigada.

Ele faz um gesto amplo com a mão, me encorajando a caminhar para a sala ao lado. Chego a uma sala de jantar ampla com grandes janelas de vidro ao longo da parede oposta inteira, Adrian me guia e puxa uma cadeira de costas para elas.

Mattheo está na minha frente e preciso me segurar para não sorrir, ao lado dele, Thomas lança um sorriso discreto para mim.

- O que é esse Jantar Anual? - pergunto baixinho para Adrian.

- Uma vez por ano, desde que nos formamos, nós nos reunimos aqui.

- Então eu sou a intrusa.

- Muito longe disso - Adrian pega minha mão e sinto seu polegar reconfortante no dorso.

Francis entra na sala andando calmamente e se senta na ponta na mesa, estremeço com a sua presença ao meu lado, como se ele próprio emanasse uma energia única. Sinto um toque no meu pé e recuo, pensando que estava no caminho de alguém, Mattheo estala a língua no céu da boca em reprovação e percebo um olhar furioso de Adrian para ele.

- Podem servir.

Nesse momento, os pratos são trazidos em bandejas de prata e pousam na frente de cada um, os pratos tem redomas de prata que refletem nossos rostos nela, outra ordem de Francis e as redomas são tiradas.

É impressionante, todas as cores e as formas que recheavam o prato o fazem parecer ainda mais saboroso, eu estava prestes a pega o garfo quando Adrian segurou minha mão.

- O anfitrião sempre come primeiro.

Sua voz firme me fez recuar, assenti, grata pela pequena aula de etiqueta.

- Encontrei esse taco em um resort no México - Thomas começou a falar e quase o odiei por isso, eu estou realmente com fome - além de kobe beef, o prato contém trufas negras e caviar de beluga, sendo vendido a bagatela de vinte e cinco mil dólares.

Meus olhos doeram quando os arregalei diante da informação de Thomas, ele sorriu e fez um aceno para Dom que levou o garfo até o taco e provou os ingredientes separadamente.

- O que é isso? - pergunto baixinho.

- Cada um de nós traz para o jantar um prato que conheceu em viagens.

- Eu não sabia.

- Tudo bem, ninguém esperava que você trouxesse algo.

- Só você veio acompanhado?

Sinto um leve formigamento na perna e passo a mão na canela a fim de tirar o possível fio de cabelo que me incomoda, mas meus dedos tocam em algo duro como... sola de sapato. Meu olhar cruza com o de Mattheo e ele sorri.

Adrian não responde minha pergunta porque está devorando seu taco com as mãos, como se fosse comida de rua. Eu me sinto perdida entre a delicadeza de Francis e a brutalidade de Adrian, busco socorro em Thomas, ele dobra seu taco lentamente para que eu entenda como fazer e leva a boca, seus olhos se fecham e ele geme.

Sinto minhas bochechas ficarem quentes quando ouço o som, mas não consigo evitar que isso mexa com minha libido.

Eu percebo a personalidade de cada um a mesa, não sei dizer qual eu gosto mais, o cuidado e atenção de Adrian, sempre me fazendo sentir confortável, com toques sutis de como me comportar. Diferente de Mattheo que parece fazer de propósito quando o assunto é rebeldia, agora subindo o pé pelo meu joelho.

Thomas é silencioso, discreto e muito gentil, ele entende meus olhares de desespero, com certeza, de todos ali, ele é o único que não nasceu em berço de ouro. Ao olhar para Francis eu vejo toda a classe e elegância, mas também a sutileza de seus movimentos.

- Como está, Jane? A seu gosto? - Francis pergunta.

- Ah sim, está ótimo - não faço ideia se está bom, mas eu gostei, ignorando o fato de ter ouvido "caviar de beluga"

Eu nem tinha terminado quando os pratos foram retirados e outra leva veio a mesa, eu conhecia muito bem o cheiro de massa, quando as redomas foram tiradas, os outros riram.

- Mattheo - Francis repreende.

- Em minha defesa, essa pizza se chama Luis XIII, mas é mais singela que o taco que Thomas nos trouxe, essa custa doze mil dólares e entre os ingredientes, seu favorito, Francis.

- Camarrão mantis, do mediterrâneo?

Francis sorri e corta uma boa parte da pizza, eu estou ansiosa e mal espero que ele termine de mastigar para cortar a minha, o queijo não é comum e pelo que disseram é muçarela de bufala legítima, não a porcaria processada que encontramos no mercado..

Mattheo alcançou uma parte da minha coxa, me ajeito na cadeira a fim de afastar e ele não gosta nada disso, se arruma em seu lugar arrastando a cadeira e olha para o outro lado.

- Ele é inofensivo - Adrian sussurra em meu ouvido.

- E você? - o provoco fingindo inocência na voz.

- Nem um pouco - sinto seus dedos na minha coxa e procuro os olhos de Mattheo, apenas para que ele saiba que Adrian está me tocando.

Quem percebe é Thomas que aperta os lábios com força e desvia o olhar, ele se apoia na mesa com o cotovelo, não quero acreditar nisso, mas penso que ele pode estar excitado e imploro em pensamento para que ele gema outra vez.

- Certo, próximo prato - Francis faz um sinal e mais uma vez o prato é substituído - World's Most Expensive Fries.

Como ele disse isso sem respirar?

As redomas são tiradas, o que tem no prato é decepcionante, parece um amontoado de batatas fritas, não consigo controlar o riso que vem em uma crise intensa.

Adrian me oferece seu lenço para que eu seque as lágrimas. Estou envergonhada demais para olhar para cima, mesmo assim Francis me chama.

- Eu adoraria rir um pouco - apesar de sua gentileza sinto o mau humor na sua voz.

- Não pense mal de mim, eu adoro batata frita, mas eu estou aqui vendo quatro homens adultos e elegantes trazendo os melhores pratos do mundo e são... fast food. Como se ainda fossem apenas garotos.

Agora percebo o humor crescendo nos rostos deles e até Mattheo já me perdoou.

- Ela tem razão - Thomas admite.

- Mas essas não são só batatas fritas. São passadas três vezes em gordura de ganso e temperadas com um champagne que nem espero que você conheça.

E rapidinho ele está me colocando no meu lugar, de todos que eu podia irritar, tinha que ser o anfitrião?

- Então, só falta o Adrian.

Olho para meu acompanhante e ele está sorrindo confiante, ao contrário dos outros ele se levanta e me oferece a mão, não vejo problema nisso e me levanto também.

- Passei o último ano no Brasil, onde conheci essa garota incrível, provei muita comida boa também, mas nada que se compare a sua bunda deliciosa - Adrian me segura enchendo a mão com minha carne.

- O que está fazendo? - pergunto surpresa, mas não me afasto.

- Sei que trouxeram pratos com valores absurdos, mas o que eu trouxe é inestimável.

Os outros me olham com a mesma ambição que olharam para seus pratos antes.

- Adrian? - eu rosno para ele.

- Anda, Jane. O anfitrião come primeiro - ele diz baixo apenas para que eu o ouça.

- Eu não concordei com isso.

- Os tacos também não foram perguntados se queriam vir, por favor, não me faça passar vergonha.

- O que eles vão fazer?

- Não é óbvio? Comer você - quem responde é Mattheo

- Jane? - a voz de Francis me faz arrepiar, olho para ele por cima do ombro e percebo que a frente da mesa está limpa, foi tirado todo prato e talher.

Os outros aguardam pacientemente e Adrian me dá um leve empurrão na direção oposta.

Sempre soube que ricos eram excêntricos, mas porra... isso é demais.

- O anfitrião come primeiro - eu repito e os outros riem.

- É, ela entendeu - Mattheo brinca.

Tudo o que consigo pensar é que se eu negar, certamente vão me comer de outra forma. Eu empurro a cadeira para trás e caminho ao longo da mesa até chegar nele, eu estou com o corpo todo arrepiado, não é frio, mesmo assim, isso faz os meus mamilos saltarem.

Francis me olha por inteira, segura minha mão e me viro de costas, quero voar no pescoço de Adrian, ele voltou a se sentar e observa como os outros. Levo um tapa na bunda e Francis a agarra com as duas mãos, sinto minhas bochechas queimarem de vergonha.

- Arrependida por ter rido das minhas batatas frias?

- Nem um pouco - mas talvez eu deva.

Ele então, afasta sua cadeira e me vira novamente, seu olhar é indecifrável, percebo que ele está abrindo a calça e me ajoelho na frente dele, seu sorriso cresce maldoso.

Não importa como eu me surpreendi com essa situação, a chance de chupá-lo me deixa completamente molhada.

Seu pau é o mais lindo que eu já vi, acompanha a pele clara dele e os poucos pelos loiros na base o deixa ainda mais em destaque.

Eu me aproximo e o encaro por um momento, Francis se masturba lentamente e consegue alcançar minha nuca, agarra meu cabelo e me leva até seu pau, eu o engulo com fome, arrastando a ponta pelo céu da minha boca enquanto ele move minha cabeça para cima e para baixo, é sutil no começo, mas logo ele está forçando demais.

Os outros se mantém em silêncio enquanto Francis me usa, mas eu não posso mais com ele, está fundo demais e me machuca um pouco, eu forço para me afastar até que consigo tirá-lo da minha boca.

Eu estava errada sobre Francis, ele perdeu a classe muito rápido.

Me sento sobre os joelho e tusso algumas vezes, o céu da boca em chamas e o gosto dele muito presente na minha língua. Francis não espera que eu me recupere, ele se levanta ainda tocando seu pau diante de mim.

- Agora vai ficar interessante - Mattheo observa de seu lugar.

Eu não tenho reação, Francis agarra meu cabelo outra vez e enfia seu pau na minha boca, sem gentileza alguma, senti-lo tão duro é o paraíso, ele investe contra minha boca que eu não ouso fechar, estocando como se fizesse com a minha boceta, no fundo e sem parar, eu me engasgo e saliva escorre pelo meu queixo. Ele está indo tão forte que não consigo respirar, tenho ânsias que não posso conter.

Então ele aperta minha cabeça contra seu corpo, e seu pau entra todo na minha boca, ele me segura assim e quase se dobra sobre mim enquanto o membro pulsa liberando leite na minha garganta.

- Engole toda a minha porra - ele rosna, em seguida se afasta, eu tusso e busco ar, mas também seguro seu membro de volta e o masturbo, pedindo mais.

- Minha vez - Mattheo se levanta, parece ansioso e nem um pouco disposto a esperar.

- Ainda não acabei com ela - Francis responde, mesmo eu achando que ele já tenha pegado o suficiente.

Mattheo me pega e me levanta, me virando para mesa onde apoio as duas mãos, seus dedos passam pelo meu corpo e se concentram principalmente em meus mamilos, circulando meus bicos duros com perfeição, não controlo um gemido, não tenho vergonha de dizer o quanto estou gostando.

Francis empurra uma cadeira e coloca minha perna sobre ela, o vestido sobe com o movimento me deixando nua na parte de baixo.

- Sem calcinha, Jane? Que safada - o anfitrião completa me dando um tapa na bunda.

- Adrian instruiu. Só não imaginei que era para todos vocês.

Olho para o outro lado da mesa, de onde ele me olhava apalpando seu pau longo.

Mattheo vira minha bunda para ele e começa a esfregar os dedos na minha boceta, por trás, ele usa força para apertar, mas é lento o que me deixa mais excitada.

Francis está duro outra vez, ele segura meu rosto com força e começa a dizer coisas indecentes entre os dentes, eu seguro seu membro e o masturbo enquanto Mattheo me faz delirar com seus dedos entrando e saindo de mim.

Ele afasta e me dá uma palmada que me faz pular.

- Olha para mim enquanto toca meu pau - Francis ordena e eu obedeço, seus olhos estão injetados e por mais que eu esteja fazendo direito, ele investe seu membro em minha mão.

Sinto a ponta de Mattheo passando uma única vez na minha boceta, ele encontra o ponto e entra todo, me fazendo arfar.

- Não achou que ia ser bonzinho com você, Achou?

- Eu esperava que não - respondi olhando por cima do ombro e levei um tapa no rosto por isso.

- Olha para mim - Francis ordenou de novo, mas agora estava se aproximando e me fazendo ficar em pé, ele me segurou com seu corpo enquanto Mattheo entrava e saia muito rápido.

A força era tanta que acabou escapando de dentro, ele o segurou, mas ao invés de voltar para o lugar, escorregou para trás e forçou na minha bunda.

- Ela não faz anal - Adrian avisou.

- Comigo ela faz - Mattheo respondeu e antes que eu pudesse negar ele entrou, lento e constante.

Estremeci com a dor que isso causou, vi Thomas com o canto do olho, ele ainda estava se contendo, mas com um volume intenso em sua calça.

- Levanta ela pra mim - Francis pede e Mattheo abraça minha cintura me levantando do chão.

Francis levanta minhas pernas em sua cintura e encaixa na minha boceta, suportá-los os dois dentro de mim foi o maior feito que já tive na vida. Eu abraço o loiro na minha frente e não faço outra coisa senão gemer e pedir por mais.

As coisas ficam mais intensas quando Mattheo morde meu ombro e investe com toda força dizendo como eu era mais apertada atrás. Sinto seu pau pulsando na minha entrada e ele me dá outro tapa na bunda, quando ele sai de dentro, sinto sua porra escorrendo. Mas ele ainda me segura até que Francis termine.

- Sério que foi só isso? - Adrian reclama e quase o mando calar a boca, afinal, não era ele que estava com dois paus enormes fodendo buracos diferentes - me deixe mostrar como fazer.

Mattheo ri e se senta na mesa, eu espero que Adrian venha até mim. Ele abaixa as alças do vestido e o abaixa, deixando meus seios a mostra, seus dedos beliscam os biquinhos de um jeito que ele sabe que eu gosto, ele procura minha boca e eu mordo seu lábio.

Ainda não sei se estou com raiva dele, mas não vou dar o gosto de me beijar.

- Fica de quatro - ele instrui.

Essa é a posição preferida dele, não minha. Ainda assim é gostoso e tenho que admitir. Eu me viro e subo na mesa ao lado de Mattheo, que está muito satisfeito de me ver de perto, eu fico de quatro, mas tenho que abaixa bem o quadril para Adrian alcançar.

Ele me penetra de uma vez, aperta meu quadril com uma mão e leva a outra para minha nuca, Adrian mete com força me fazendo gemer e estremecer cada músculo, ele puxa meu cabelo com força até que eu levante o tronco, sua respiração no meu pescoço é deliciosa.

Mas nada se compara ao olhar de Thomas quando meus olhos o encontram, ele ainda está contido, embora sua calça cinza tenha uma grande mancha úmida onde sua cabeça está apertando contra o tecido, ele me encara e eu o desejo, chego a pensar que é ele atrás de mim e não Adrian.

- Você fica mesmo uma delícia sendo comida por trás - Francis comenta ao se aproximar novamente, ele se senta e se inclina para frente, olhando com atenção o ponto em que Adrian me penetra.

Minhas pernas quase não aguentam me manter com ele indo tão fundo e rápido, nesses meses, Adrian aprendeu mesmo como me foder.

Então ele puxa meu cabelo com mais força e sei que vai gozar, não que isso importe agora, sei que ainda não acabaram comigo, ele bate no fundo e o sinto jorrando sua porra em mim, ela escorre pela minha boceta e ele retira devagar.

Então estou aqui, com as pernas fracas e esperando para ser fodida pelo quarto homem.

Ele sorri para mim, sabendo que chegou sua vez, basta que ele bata em sua coxa para eu entender o recado.

- Precisa de ajuda? - Francis oferece a mão e eu aceito, dou a volta nele e caminho mais duas cadeiras até chegar em Thomas.

Ele me olha com luxuria e passa a mão pelo meu corpo, dos seios até as coxas, enquanto me coloco entre ele e a mesa. Thomas se levanta, eu estou louca para ver seu pau, mas não ouso falar.

- Você gozou? - sua voz está mais rouca e profunda, mas absolutamente gentil.

- Não.

Os outros riem como se tivesse graça.

- Quer gozar no meu pau? - as palavras na boca dele soam ainda mais vulgares.

Eu confirmo com um aceno de cabeça, então ele tira os suspensórios e abre a camisa lentamente, ele se inclina e procura meu beijo, eu cedo pela primeira vez naquela noite, ele é calmo, mas intenso, sua língua está deliciosamente molhada.

Thomas leva minha mão até seu pau, preciso me afastar e abrir os olhos para ter certeza de que é real, seu tamanho é surpreendente, mas além disso, eu mal posso segurar de tão grosso.

- Não vai caber.

- Vai caber - ele enfatiza com muita certeza, então volta a me beijar, se inclinando mais sobre mim até que eu esteja deitada.

Sua mão escorrega para meu pescoço e ele busca minha língua, seu pau encontrando a entrada por instinto, mas ele sabe que não será capaz de entrar sozinho.

- Use a sua mão - ele instrui e volta a me beijar, passo minha mão entre nós dois e o empurro para dentro, Thomas entra devagar, minha boceta se alarga para acomodar seu tamanho, nunca me senti tão cheia como nesse momento, ele estoca lento e afasta para me olhar nos olhos, tendo certeza do meu limite.

Sua mão em meu pescoço começa a apertar e cada vez que ele força mais, mais forte ele mete.

Uso minha mão ainda entre nós dois para tocar meu clitóris e aumentar minha excitação.

Eu ainda ouço comentários dos outros, mas estou mais concentrada naquele pau me fodendo e meu ar sendo cortado que mal dou ouvidos.

Thomas liberta meu pescoço por alguns segundos e segura minha nuca me fazendo olhar para baixo, onde seu pau era engolido por mim.

A visão dele entrando e saindo completamente enxarcado me faz estremecer, meu orgasmo se aproximando enquanto eu o apertava, Thomas vibrou dentro de mim e meteu com mais força.

- Goza comigo - ele gemeu as palavras, meu prazer chegou a níveis elevados e liberei meu orgasmo em seu pau ao mesmo tempo que ele esguichava dentro de mim.

Ele continuou ali no fundo enquanto pulsava e me beijava por vários segundos.

- Você está bem?

- Estou - respondi confusa.

- Deixa que eu cuido dela, agora - Mattheo me pegou pela mão, o que me deixou bem surpresa e me colocou em seu colo, eu estava exausta até mesmo para me cobrir.

Então ele me senta de lado em suas pernas e eu passo meu braço pelos seus ombros, sua boca vai direto para meu mamilo e ele suga com vontade.

- Mattheo? Não seja guloso.

- Ah, Francis, essa é a melhor sobremesa que eu já comi - ele brinca fazendo os outros, inclusive eu, rirem.

- Nesse caso, acho que temos o vencedor desse ano - Francis diz com um sorriso.

Ao que parece, o jantar sempre tem um vencedor, que leva um valor considerável em dinheiro para investir em seus negócios, esse ano, graças a mim, Adrian ficaria mais rico.

Enquanto terminamos a noite na antessala com uma bebida, Francis entrega a Adrian um cheque.

- Parabéns, foi merecido - o anfitrião o cumprimenta e ele sorri doce para mim.

- Na verdade - eu peço licença aos demais - Adrian não fez absolutamente nada essa noite e já que quem alimentou vocês fui eu - eu me aproximo de Adrian e pego cheque de sua mão - nada mais justo que eu ganhe o prêmio de melhor da noite.

- Ela tem razão - Mattheo ri.

- Tudo bem, amor. Eu concordo com você o dinheiro é todo seu, mas... - ele beija minha bochecha e sorri mais aberto - é melhor a gente ir e terminar no hotel - Adrian me empurra levemente pela cintura, mas me recuso.

- Não.

- Não?

- Foi o que eu disse. Não. Eu já tenho uma carona - e me virando para o homem do outro lado da sala - vamos, Thomas?

Ele sorri e se afasta do balcão, me oferecendo o braço como um cavalheiro, eu não olho para Adrian porque a opinião dele não me interessa mais, eu estou indo embora, muito bem comida e milhares de dólares mais rica.

Capítulo 2 O Meio Irmão

Incesto com meio irmão postiço, sexo sáfico, Dub-con e ménage FFM (Jane quer transar com o irmão adotivo e a melhor amiga a ajuda)

_________________________-

Ana deitou o corpo para trás na varanda, se apoiando nos cotovelos para me encarar, seus óculos escuros não davam muita certeza de que realmente olhava para mim, mas isso não importava. Estava quente e nenhuma de nós usava muita roupa, apesar do seu corpo perfeito, minha atenção estava no garoto sem camisa á frente.

- Ele é mesmo lindo – suspirei olhando para Lucas, ele aparava o jardim com um cortador de grama depois de passar mais de meia hora consultando os manuais a fim de não fazer nada errado.

- Já viu ele pelado?

- O que? Não – gritei as palavras, como se aquela ideia fosse absurda.

- Por que não? É apaixonada pelo Lucas desde sempre e nunca trocou mais de duas palavras com ele, agora é a sua chance.

- Não, agora não tenho chance nenhuma. Minha mãe acabou com a minha vida quando se casou com o pai dele – resmunguei fazendo um biquinho de choro que foi destruído por um tapa na minha coxa – Ai.

- Para de ser idiota, Jane. Seus pais estão saindo direto, é verão. Eu teria ido pra cama dele na primeira tempestade dizendo que estava com medo. Os garotos amam quando a gente roça a bunda neles de madrugada.

- Eu não saberia como fazer.

Ela levantou os óculos na testa e olhou para mim, parecia furiosa.

- Você não é virgem, não depois daqueles sete minutos no paraíso com o Alan.

- Desculpe por isso.

- Tudo bem – ela deu de ombros – ele é gostoso mesmo.

- Não mais que o Lucas.

Suspirei ao olhar para ele mais uma vez, sob o sol, secando o suor da testa com o dorso da mão.

- Quer saber – Ana se sentou bloqueando minha visão – quer transar com ele?

- Eu quero, mas não é tão simples.

- Vou fazer acontecer.

- Ele nunca vai ficar comigo, principalmente agora que é meu meio irmão.

- Ele não precisa saber boba – ela levantou em um salto.

- O que quer dizer com isso? Ana.

Mas ela já estava dentro da casa e precisei correr para alcançá-la apenas para ouvir o plano mais bizarro e excitante que já vi.

***

Parei no limite da porta , espiando pelas dobradiças enquanto Ana entrava no quarto de Lucas sem nem pedir permissão.

Ele estava sentado na cama, vestindo nada além de um shorts e secava o cabelo em uma toalha, levou alguns segundos até que notasse ela, mas não pareceu surpreso.

- E a minha irmã?

- Hum, lendo, sabe como ela é - Ana passou na frente dele andando lentamente com a bunda empinada e encostou na janela, ela abriu os três botões de

sua camiseta a tornando mais decotada - está tão quente hoje.

- Tenho certeza que existe um ventilador no quarto da Jane.

- Mas eu não disse que quero me refrescar, acho que seria interessante esquentar ainda mais - tinha uma malícia pesada em sua voz e se eu notei, tenho certeza que ele também.

Lucas olha para ela, o corpo todo dela, mas sorriu e balançou a cabeça.

- É melhor você sair, Jane deve estar te procurando.

- Não - Ana se aproxima dele devagar - ela está lendo, nem vai notar que eu saí.

Ela apoia as mãos nos ombros dele e o empurra para trás de uma vez.

- O que está fazendo? - ele reclamou, mas havia um sorriso em seu rosto.

- Me divertindo um pouco.

Lucas se apoiou nos cotovelos e tentou argumentar, mas sua voz sumiu no instante que que ela passou os dedos pelo seu peito.

- Essa é sua ideia de diversão? - ele levantou uma sobrancelha e a encarrou.

- Eu posso ser bem criativa - ela respondeu, subindo e descendo de leve as unhas em seu peito.

Um leve ciúme fez minhas bochechas queimarem e quase desvio o olhar, mas a voz dele chama minha atenção novamente.

- Me mostra o quanto.

Ana sorriu e o empurrou de novo, seus lábios quase se tocaram, mas ela puxou a toalha que ele usava para secar o cabelo e a enrolou, colocando sobre o rosto dele.

- Privação de sentidos? - ele riu fraco, deitado assim, eu podia ver o volume em seu shorts e isso me excitou ainda mais.

- Assim você vai sentir as coisas de uma forma mais intensa.

Então ela olhou na minha direção e me chamou com um aceno de mão. Eu estava com medo, mas me aproximei lentamente e me coloquei de joelhos na frente dele.

- Por que está demorando tanto?

- Fique parado, tenho certeza que vai valer a pena.

Ana faz um sinal para mim e tomo coragem, seguro a costuro do shorts com as duas mãos e o abaixo, seu pênis duro apoia sobre a barriga, o calor que ele emana alcança minha palma antes mesmo de tocar, é tão macio e duro ao mesmo tempo, escorrego a mão pela pele e ele solta um gemido baixo.

- Gosta que te masturbe assim? - ela perguntou.

- Mais rápido - Lucas geme e eu atendo, movendo minha mão mais rápido.

Logo não é o suficiente e eu tomo sua ponta na minha boca, por sorte Ana segura meu cabelo para que não caia nele, eu o chupo com vontade, ajudando com a mão para que o prazer seja completo.

Mas ela puxa minha cabeça para trás e o livra da minha boca.

- Quer saber o quão fundo eu chego?

- Ah, sim. Por favor.

Então ela empurrou minha cabeça de volta e seu pau entrou até a metade, eu engasguei, mas ainda cabia, ela me segurou assim enquanto ele se contorcia e quando soltou, precisei puxar muito ar para respirar.

- Você engoliu ele todo.

- Está prono para o resto? - Ana perguntou a ele, mas olhando para mim.

Eu assenti apressada, então ela levantou meu quadril, eu o coloquei na boca outra vez enquanto tinha o shorts e a calcinha tirados por ela. Eu estava pronta e ansiosa por ele.

Subi em seu colo, Ana estava debruçada sobre a cama e olhando tudo com uma animação fora do comum.

Eu me sentei sobre seu membro e comecei a rebolar nele, esfregando e deixando-o bem molhado, era delicioso sentir sua extensão no meu clitóris, eu poderia gozar assim, mas Lucas estava ansioso, ele pegou minha cintura e começou a forçar para encaixar.

Ana assentiu lentamente e eu o encaixei, era tão grande que mal consegui fazer sua ponta entrar.

- Tão... apertada - ele fez força empurrando meu quadril para baixo e precisei tampar a boca com as mãos para não gritar, não foi delicado, mas estava dentro.

Comecei a me mover para cima e para baixo, Ana olhava fascina o movimento enquanto eu o engoli.

- Quer que eu tire a venda? - ela aproximou a mão do rosto dele e eu a segurei desesperada, negando com a cabeça com medo da reação dele ao descobrir.

- Não - ele responde rápido - Se você tirar, sei que vou ter que parar e está gostoso demais para parar.

Lucas apoiou os pés na cama e eu debrucei sobre ele que me abraçou e começou a investir para cima com força.

Ana se sentou apenas aproveitando a visão, ela enfiou a mão em seu shorts e começou a se masturbar, pelo menos ela também estava se divertindo.

Eu rebolei de encontro a sua barriga para estimular meu clitóris, isso me deixou ainda mais apertada e notei que ele precisava de muita força para entrar e sair como queria.

- Onde quer que eu goze? - ele perguntou e me levantei rápido para que Ana respondesse

Eu apontei para a minha boca a fim de que ela entendesse, mas Ana estava a ponto de gozar e isso certamente a deixou muito mais safada.

- No meu rosto, mas quero que você veja.

- Porra, sim - ele respondeu.

Eu estremeci, Lucas me virou ficando por cima de mim e isso fez a toalha cair, eu fiquei em pânico, mas ele não estava surpreso, continuou metendo na minha boceta com força e agora me encarando com os olhos cheios de desejo.

Ana riu fraco e se inclinou para chupar meus seios, eu arqueei com a sensação que infelizmente não durou muito, Lucas saiu e se aproximou, se ajoelhando perto do meu rosto enquanto se masturbava.

- Abra a boca - ele pediu com a voz cortada, afastei os lábios, embora seus jatos tenham atingido todo o meu rosto.

- Vou terminar isso para você.

Eu olhei para Ana e ela estava retirando seus dedos de dentro do shorts, tão molhados pelo seu orgasmo recente que pingaram sobre minha pele. E foi assim que ela me penetrou com dois dedos de uma vez.

Meu gemido alto foi cortado por um beijo de língua de Lucas, sem se importar com todo seu esperma em volta.

Ana metia tão bem, senti meu interior pulsar, espasmos intensos atingiram meu corpo todo a medida que uma quantidade absurda de lubrificação saia da minha boceta espirrando para todos os lados.

Lucas separou o beijo e olhou para mim, completamente acabada, mas ao menos ele me entregou a toalha que usei para limpar o rosto.

- Quando você soube? - Ana perguntou surpresa enquanto eu apenas tentava me sentar.

- Quando ouvi vocês combinando na cozinha, não são muito silenciosas.

- Desculpe - eu disse tímida e ele sorriu.

- Não se desculpe, Jane. Se não fizessem isso, eu não teria coragem - ele passou a mão pelos meus seios, de leve - ia perder tudo isso.

- Bem - Ana se levantou em um salto - agora que meu trabalho está completo, eu vou pra casa, vocês fodam bastante antes que seus pais cheguem.

- Espera - eu tentei me levantar, mas Lucas me segurou na cama usando seu corpo.

- Você ouviu sua amiga.

Eu ri e o abracei, pronta para ter seu pau dentro de novo.

Capítulo 3 O Que Meninos Dizem

Professor/ spanking (Jane está sendo uma má aluna, mas seu professor acha que ela só precisa ser disciplinada)

_______________________________

Eu era boa com os estudos, entendia tudo com facilidade e respondia perfeitamente as questões no papel. O que eu não era boa era no quesito social.

O que é bem pior quando seu irmão mais novo é o príncipe da faculdade mesmo tendo acabado de chegar no campus, extrovertido e cheio de amigos.

Com o tempo, passei a me sentir confortável sob a sombra dele, embora isso não me ajudasse em nada.

Eu entrava em pânico quando tinha que falar em voz alta ou executar um procedimento na frente da sala toda. Em trabalhos em grupo, eu acabava não dizendo quando meu parceiro executava algo errado nas aulas e minhas notas também caíam por isso.

Acontece que eu não tinha mais tempo, era meu último ano antes de ter que fazer residência e apesar de ter sido boa com as provas, ainda tinha a chance de não me formar.

Quando meu pai me chamou em seu escritório, logo depois de eu chegar do campus para o feriado de carnaval, eu sabia que era isso que queria falar.

- Sabe como estão suas notas? - perguntou assim que entrei.

- Ruins - falei baixinho – mas só estamos no começo do semestre.

- Você não ficará em casa nesse feriado, nem no campus - ele finalmente levantou os olhos para mim, estava decepcionado - desfez sua mala?

- Ainda não.

- Ótimo - ele se levantou, pegou sua bengala e andou até mim com firmeza - vamos agora, antes que sua mãe volte das compras.

Com isso, tive certeza de que minha mãe não estava de acordo com o que quer que ele estava fazendo.

- Aonde vamos?

Ele saiu para garagem e eu o segui. Eu entendia meu pai, como um cirurgião de renome, ele devia se envergonhar da filha.

- Você terá aulas intensivas com o Jorge.

- Intensivas? O que quer dizer?

- Que ou você aprende o suficiente para ao menos se formar por vontade própria, ou será forçada a aprender.

Não sei se entendi bem o que ele quis dizer, sei que devia perguntar e também dizer que apesar de não ter desfeito a mala, ela só tinha um punhado de pijamas e camisolas já que o resto ficaram na república.

Jorge era o meu professor de clínica e amigo do meu pai desde quando fizeram faculdade juntos, eu o respeitava e de certa forma, temia.

O problema dele é que o professor sempre achava que o empecilho era disciplina.

Ao me deixar no apartamento do professor. Meu pai se aproximou de mim e segurou meus ombros, me olhando fixamente.

- É para o seu bem.

Papai voltou para a porta e em um segundo foi embora, me deixando sozinha com o famoso carrasco da universidade.

- Eu não trouxe os meus livros.

- Não vai precisar. Como eu disse ao seu pai, está tudo na sua cabeça, só preciso extrair.

- Com o que? – perguntei assustada.

- Primeiro, vá se trocar, não é adequado usar uma saia tão curta..

- Se eu soubesse que viria aqui, teria usado burca.

Jorge pegou uma régua longa de madeira e sem dizer uma palavra a moveu, senti como se uma mão invisível acertasse um tapa no meu rosto.

Coloquei a mão sobre a pele que queimava e olhei para ele.

- Seu pai me deu carta branca para castigos físicos, não responda, apenas obedeça. Entendeu?

Assenti, ainda segurando a bochecha.

- Eu disse, vá se trocar.

Peguei a mala e saí apressada, eu não sabia onde era o banheiro, mas não foi difícil achar.

Tirei minhas roupas curtas, depois comecei a difícil tarefa de achar uma roupa descente, ou era muito curta ou muito transparente ou as duas coisas.

- Não tenho a noite toda - ele gritou, batendo algumas vezes na porta.

- Affs.

- Eu ouvi isso.

Fiz uma careta e coloquei a primeira camisola que vi, daquelas que eram as duas coisas.

- Estou pronta - revelei aparecendo no cantinho da sala.

Jorge me olhou de cima a baixo e posso jurar que vi seus olhos brilharem.

- Pronta para quê?

- Eu não tive tempo para fazer a mala.

Ele ficou me olhando por alguns segundos e cheguei a pensar que me mandaria embora, mas ao invés disso...

- No meio da sala.

Eu tentei, para não levar outro tapa, mas parte da minha bunda ficava de fora, não adiantou nada, ele começou a andar pela sala, dando a volta em mim.

- A parte mais fácil da medicina é a teórica, isso você sabe, mas sem treinar o a parte prática é inútil. Agora - ele parou na minha frente – examine meu rim.

Notei que ele pegou um objeto longo atrás do sofá, mas logo saiu da minha vista.

Eu tentei colocar a mão nele, mas parecia tão invasivo apalpar alguém assim tão baixo.

Sem aviso, ele me acertou com aquele objeto longo na parte mais alta de minhas coxas. Ardeu como o inferno, me virei para ele e vi o que era.

- Uma chibata?

- Execute o exame, Jane.

Fiquei em posição novamente e respirei fundo, estava me preparando quando senti a ponta de couro encostando na minha bunda, por cima do tecido fino, pedi licença e encostei a mão nele, não dava para fazer o trabalho direito nessa posição e antes que eu pedisse para ele se sentar, ele me acertou.

Me virei novamente e ele estava sorrindo, me olhando de cima como um sádico.

- Você gosta disso - a constatação me surpreendeu.

- Disciplina? Sim, eu gosto.

- Não foi o que eu quis dizer, professor.

- Você não reclamou da dor, mesmo a pele estando vermelha. Isso me faz pensar - ele andou calmamente até a poltFábioa e se sentou, cruzando as pernas e relaxando os braços - você já apanhou assim antes?

- Não, meu pai nunca me bateu.

- Não estou falando dele. Um namorado ou amigo mais íntimo, alguém que você gostou que te batesse.

Balancei a cabeça lentamente.

- Vem aqui - ele ordenou bruscamente, me aproximei até ficar bem na frente dele, Jorge descruzou as pernas e endireitou o corpo, então virou a palma para cima e moveu os dedos os dobrando, me chamando, me inclinei para ele e levei outro tapa no rosto, dessa vez ele usou a mão - não minta pra mim.

Não me movi, continuei inclinada e de olhos fechados.

- Quando Marcus era capitão de futebol na escola, ele gostava de enfileirar as meninas e bater na bunda delas quando voltava para a sala de aula, ele chamava de Corredor dos Campeões, era nojento.

- Você gostava.

- Sim, eu gostava.

- Sabe as formas como isso mexe comigo?

- Não foi intencional.

Ele fez silêncio, minhas costas estavam doendo de ficar naquela posição.

- Eu devia lhe ensinar e estou realmente inclinado a te foder primeiro.

Abri os olhos, assustada, e a primeira coisa que vi foi sua mão grande apalpando a própria pélvis, sendo enchida pela carne deliciosa ainda coberta.

- Não.

- Você disse, não? - em sua outra mão ele segurava a chibata com força.

- Eu nunca... eu não sei.

- Não sabe como se fode? Mas ouve os meninos falarem essa palavra com frequência. O que eles dizem?

- Coisas de meninos.

- Quero que repita.

Eu tentei levantar, mas fui acertada na coxa com força.

- Não se mova, apenas repita o que eles dizem. E se fizer direito, eu bato em você, como gosta. Entendeu?

- Sim, senhor.

Jorge se levantou, senti seu corpo passar pelos fios de cabelo que caiam pelo meu rosto, minhas costas e coxas ardiam, mas não ousei me mover, enquanto ele dava a volta em mim até parar nas minhas costas.

- Quando eles te vêem nessa camisola minúscula, o que eles dizem?

- Que querem foder a minha - engoli em seco, na verdade isso só tinha acontecido uma vez - a minha boceta.

Ele acertou minha bunda com a chibata e senti meu corpo se arrepiar.

- Como eles dizem que farão?

- Primeiro com seus dedos, dois ou três.

- Você já fodeu a si mesma com os dedos?

- Sim, senhor.

Outro golpe, agora um pouco mais para baixo na altura de onde meu corpo se contraia.

- Você gostou? O que sentiu? Os dedos dos pés enrolaram? Seu interior apertou seus dedos molhados?

- Sim.

- Sim para qual pergunta?

- Todas elas - minha voz saiu aos soluços.

Levei mais quatro golpes, o último fez meus joelhos dobrarem e acabei caindo.

- Não devia ter feito isso.

- Desculpe - tentei me levantar e ele impediu.

Jorge pressionou minhas costas para baixo usando a empunhadura fina da chibata até que eu caísse de quatro.

- O que mais eles dizem que vão usar para te foder?

- Professor? Eu não devia dizer palavras desse tipo.

- Isso não é sobre o que boas moças fazem, é sobre meninas disciplinadas obedecendo uma ordem. Então, o que eles falam que vão usar em você.

- Seus.... - balancei a cabeça com força - eles dizem muitos nomes.

- Liste-os para mim - ele passou a parte lisa de couro pela minha coxa e a pressionou contra minha calcinha úmida.

- Cacete - Jorge bateu na minha boceta - pau - outro golpe, mas ao invés de fechar as pernas eu empinei - caralho, rola, pica... - as palavras de perderam, havia tantas e eu não conseguia me lembrar.

Ele me deixou ali, exposta e vulnerável, com os joelhos e as palmas doendo pelo que pareceu uma eternidade até voltar para minha vista. Jorge se sentou de volta a poltFábioa na minha frente.

- Qual nome você gosta que eles usem?

- Todos eles.

Jorge sorriu e fez outro gesto para que me aproximasse. Engatinhei aquele meio metro entre nós e como uma cadelinha obediente, coloquei minhas mãos em seus joelhos e o encarei.

Ele apalpou sua pélvis, segurando o grande volume enquanto massageava por toda a extensão, deixando marcado como um caminho.

- Continue.

- Eles dizem que vão me foder com seus paus na frente e atrás, me partir ao meio com eles. Dizem que que me farão engasgar e sufocar quando meter na minha boca.

- Você acha que eles podem te destruir assim? - Jorge abriu o zíper e enfiou a mão por dentro, sua voz ficando mais grave e apressada.

Balancei a cabeça lentamente em negação.

- Tem razão, eles não podem. Mas eu posso - ele tirou o membro para fora pelo vão do zíper e o soltou, deixando que eu o visse ereto, duro - quer que eu faça?

- Sim, por favor.

- Peça.

Aquilo era demais, então neguei, eu não poderia dizer isso, mas queria.

Jorge acertou outro tapa no meu rosto e imediatamente segurou meu pescoço com força.

- Eu disse para você pedir. Entendeu?

Assenti como pude, mas sem ar eu não poderia falar, senti líquido escorrendo do meu interior, nunca tinha ficado excitada daquele jeito. Quando me soltou, tossi e busquei ar, antes de soltar a voz esganiçada.

- Me fode.

Ele agarrou meu cabelo e levou meu rosto para o seu pau, busquei a ponta quase em desespero, como se tivesse passado dias no deserto e aquele pau fosse uma fonte inesgotável de água fresca.

O engoli, mesmo não sabendo como fazer, Jorge ajudava me guiando pelo cabelo, puxando com força e empurrando minha cabeça para baixo, era difícil de respirar, mas quando ele levantou meu rosto e me beijou, chupei sua língua com a mesma intensidade.

- Estou te deixando orgulhoso, professor?

- Vamos ver se vai continuar assim. Fique pelada.

Ele se inclinou para trás, se masturbando enquanto me olhava. Me levantei e tirei a camisola, depois a calcinha e ele a pegou enrolando no pulso como um souvenir.

Então segurou minha mão, me puxando levemente apoiei minhas mãos em seus ombros com carinho, Jorge sugou um de meus seios e depois o outro, descendo a mão pela minha barriga, apertei as coxas juntas, mas isso não impediu que ele metesse os dedos entre elas, fazendo movimentos para frente e para trás no meu clitóris. Ele gemeu e sugou mais forte, alternando entre um mamilo e outro.

Sua língua áspera deixando a pele ainda mais sensível, uma leve dor perto do prazer que aquilo me causava. Com a outra mão ele deu um tapa forte na minha bunda, seguido de outro e mais outro. Minha pele esquentou e ardeu, ele continuava batendo, gemendo, chupando e esfregando. Tão delicioso que eu poderia perder os sentidos.

Então ele parou de bater, desceu os dedos pelo meio até a primeira entrada que sentiu e começou a forçar o dedo, era difícil sem lubrificação, mas ele insistiu tanto que conseguiu me penetrar.

O abracei com medo de cair, senti minha boca seca e só então percebi que estava gemendo feito uma puta. Ele começou a forçar meu corpo para frente, demorei a entender o que ele queria e levei outro tapa antes que ele voltasse a me penetrar forçando outra vez.

Subi em seu colo, colocando uma perna de cada lado de seu quadril, com as pernas abertas, seus dedos entraram na minha boceta também, fácil de tão molhada que eu estava.

Ele se inclinou, levando meu mamilo até que esse escapasse de sua boca.

- Gosta de como eu faço?

Assenti, não tinha palavras para descrever como eu gostava. Ele me olhou fixamente enquanto me penetrava com dois dedos e massageava atrás, eu não sabia dizer onde eu queria que ele me comesse primeiro.

Jorge movia os dedos dentro de mim, alcançando um ponto que eu jamais sonhei tocar, eu estava perdendo o controle do meu corpo cada músculo contraído, a excitação crescendo e explodindo. As contratações foram intensas e grande quantidade de líquido escorreu de mim, ele tirou os dedos e deixou que esguichasse.

Fui novamente tomada em um beijo intenso, ainda estava tentando entender o que havia acontecido e já rebolava em seu colo pedindo mais.

Ele sorriu e me deu outro tapa no rosto, de graça.

- Vê o que meninas disciplinadas ganham? Você quer mais?

- Sim, por favor.

Ele me abraçou e se virou comigo, me colocando deitada na poltrona, relaxei o corpo, mantendo as pernas bem abertas, uma de cada lado dos braços da poltrona.

Não sei de onde ele pegou aquela chibata, mas quando a vi, não consegui evitar um sorriso.

Jorge a passou pelo meu rosto, pescoço e acertou dois golpes relativamente leves nos meus seios, desceu pela minha barriga e passou pela minha boceta antes de acertar dois golpes fortes no interior das minhas coxas.

Então voltou a tocar a minha boceta com a ponta de couro.

- O que está olhando, professor? - tive esperança de que meu questionamento me garantisse outro tapa, mas ele não o fez.

- Você é tão linda assim, fechada e virgem. Eu só quero te ver assim por mais um minuto antes de te abrir para sempre.

Percebi que isso o excitava, me abrir lentamente e preencher meu interior pela primeira, saber que depois dele eu estaria permanentemente alterada.

Jorge se curvou sobre mim e senti sua ponta molhada passando pela minha boceta, uma sensação gostosa e logo ele forçou um pouquinho. Doeu, tentei fechar as pernas por puro reflexo, mas não era nada que eu não podia aguentar.

- Professor?

Ele forçou mais, se inclinando para trás e fixando os olhos onde me machucava, vendo minha boceta o recebendo pouco a pouco. Eu estava prendendo a respiração e soltando pequenos gritinhos de dor.

- Não seja uma má menina.

Eu vi nos olhos dele que estava gostando do que fazia e mesmo que não tivesse tão ruim, eu podia fingir.

Enfiei minhas unhas em seus braços com toda a força e apertei seu quadril entre minhas coxas.

- Ai, tá doendo.

- Só mais um pouco.

Jorge agarrou meu seio, apertando o mamilo entre os dedos, ele fechou os olhos e deslizou para dentro, depois saiu quase todo e para ser sincera, doeu mais que quando entrou.

Ele sorriu e me abraçou, quase soltando todo o peso, sua mão subiu para o meu pescoço e ele passou a estocar, fundo e sem muito cuidado, já não doía mais, embora eu sentisse que ele estava me destruindo por dentro. Apertando meu pescoço e soltando quando não me ouvia gemer.

Levei outro tapa no quadril quando ele aumentou a velocidade, buscando o próprio prazer independente do meu, sua respiração ficou mais intensa e eu podia sentir o suor embaixo do seu cabelo.

O abracei e aproximei de seu ouvido.

- Sabe o que mais eles dizem, Professor? Que vão me encher com o leite deles.

Senti o professor tremer e ele soltou um gemido rouco e curto, enfiando seu pau o mais fundo que conseguiu e o deixando ali dentro enquanto esse pulsava, alguns segundos antes de tirar e gozar sobre a minha barriga.

Fui beijada novamente, várias vezes, enquanto ele ficou ali abraçado a mim, sem se importar com seu leite entre nós, ou minha lubrificação.

- Como se sente?

- Como se tivesse caído de um prédio imenso.

- Você se comportou tão bem que acho que está pFábiota.

Ele se levantou e me pegou no colo para me levar até a cama, foi cuidadoso e gentil.

- Eu devia me limpar.

- Você precisa descansar, foi uma aula muito intensa. Do que está rindo?

Eu mal tinha notado que estava rindo, mas balancei a cabeça e me deitei em seu abraço.

Eu não entendia como me foder daquele jeito e me bater com uma chibata de um jeito tão gostoso podia me ajudar nos estudos, mas quando retornei do feriado eu estava diferente. Era como se todos os outros olhassem para mim e percebessem que eu era adulta finalmente.

Estava mais confiante e madura, não tinha mais medo de levantar a voz na sala de aula, afinal, eu precisava que o Professor Jorge ficasse orgulhoso de mim.

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