Me casar com um veterinário não deveria ser um problema, na verdade, me orgulhava de sua dedicação com o trabalho. O problema era que Alex mantinha o consultório em um anexo da nossa casa e passava mais noites lá do que na nossa cama.
Eu já tinha chamado Alex para jantar três vezes naquele dia e ouvi a mesma resposta em todas elas: 'Mais alguns minutos.'
Eu sabia que o consultório era seu lugar sagrado, mas estava preocupada com seu descuido com a saúde e principalmente com nosso casamento, abri a porta, atravessei a recepção e o consultório até o escritório pequeno e rústico.
- Alex?
Ele nem notou minha presença, estava debruçado sobre um aquário alimentando alguma criatura reptiliana com insetos em uma pinça.
- Acho que estou perdendo meu marido - falei alto e ríspido.
Alex olhou rápido para mim com um sorriso discreto antes de se concentrar na alimentação da cobra dentro do vidro.
- Você já comeu?
- Não, prometeu jantar comigo hoje. Ainda estou esperando.
- Só vai levar alguns minutos - ele se afastou do aquário e se sentou atrás da mesa - preciso deixar as instruções para a auxiliar.
- Precisa? - me sentei na mesa, com a bunda sobre o papel que ele pretendia usar - ela trabalha com você há anos, sabe como tem que ser feito.
- Você está bem, Jane? - perguntou preocupado - parece contrariada.
- Estou frustrada. Eu amo a forma como você cuida desse lugar e dos animais, mas estamos casados agora, preciso de você.
- Para jantar?
- Entre outras coisas - deixei o sapato cair e subi o pé pela sua coxa até perto da virilha.
- Está bem, assim que eu terminar - ele começou a puxar a folha debaixo da minha bunda lentamente - serei todo seu.
- Não - coloquei o pé em seu peito e o empurrei contra o encosto da cadeira - você, Sr. Alex. Vai aprender a ser um bom marido.
Seu sorriso desapareceu e vi a apreensão crescer nos seus olhos, isso me deixou completamente confiante, além de muito excitada. Desci pelo seu peito até a pélvis e pressionei seu pênis gradativamente mais forte a cada segundo.
Sua expressão alegre e serena foi se transformando e quando pareceu dor, eu parei. Alex levantou os olhos implorando por mais e balancei a cabeça lentamente. Meus olhos pararam em uma coleira com uma tira comprida para segurar, que estava pendurada atrás dele.
- Sabe o que acontece agora, querido esposo? - enquanto falava também acariciava meu corpo, subindo as mãos pelas coxas, fazendo o vestido levantar até mostrar a calcinha e agarrando meus seios, uma alça caiu, deixando um deles exposto quase até a aréola.
Alex assentiu, claro que sabia que ia me foder, mas não como. Me inclinei para frente e ele levou a boca até meu seio, segurou meu mamilo, sugando como um bom menino, a excitação quase me fez esquecer meu objetivo, mas antes que eu aceitasse seu carinho assim, peguei a coleira e me afastei, meu seio escapou de sua boca que continuou aberta.
- Seja bonzinho - coloquei a coleira em seu pescoço, tomando cuidado para não apertar - ou vai dormir lá fora.
Ele assentiu, desci os olhos pelo seu corpo enquanto enrolava a corrente na mão, me aproximei e desabotoei seu colete e camisa, instruindo a tirar ambos. Alex se contorceu me fazendo rir, seu pau quase estourando o zíper da calça.
- Posso tirar? - ele pediu.
- Ainda não, primeiro eu tenho que hidratar meu cãozinho.
Sentei na mesa outra vez e abri as pernas, puxei a corrente com força, Alex bateu as duas mãos abertas na borda da mesa e seu rosto na minha virilha e com isso ele gemeu. Seus lábios começaram a beijar e lamber por cima da calcinha. Ele mantinha os olhos fechados e gemia baixinho.
Sua boca era tão macia quanto meus lábios, a saliva densa nela sempre me trazia um prazer indescritível.
Com a língua ele foi afastando o tecido aos poucos, livrando a passagem até estar totalmente descoberta, começou a chupar lento, esfregando a língua áspera depois dos lábios macios, eu precisava parar com aquilo ou acabaria logo.
O afastei e Alex fez biquinho de choro, deixei um selinho em seus lábios e afrouxei a corrente deixando-o se afastar, passei os pés por suas coxas, mantendo as pernas bem abertas enquanto tirava meu vestido, ficando apenas com a calcinha afastada para o lado, pressionei seu volume algumas vez usando a planta dos pés, vendo ele choramingar de dor e tesão.
- Porque não me mostra o que tem aí?
Ele se ajeitou rapidamente e abriu o cinto, depois o zíper quase em desespero, a cueca clara apareceu já molhada em um círculo perfeito onde estava sua ponta, afastei a mão dele usando o pé e passei a esfregar os dedos nele enquanto me tocava em movimentos circulares no clitóris. Alex revezava seus olhares do seu pau sob meu calcanhar para minha boceta encharcada.
Puxei a tira de couro lentamente, trazendo Alex para mais perto de mim, o fazendo levantar, ele apalpou seu pau por cima da calça, estalei a língua no céu da boca em reprovação.
- Só quando eu mandar.
Ele deu um grunhido que mais parecia um choro. O trouxe bem perto de mim, encostando seu volume no meu centro, ele esfregou, a fricção do tecido quase me fez derreter, sua respiração estava ficando pesada e vez ou outra ouvia ele pedir 'por favor' em sussurros doces.
Peguei a costura da cueca com um dedo e a puxei, espiando embaixo antes de abaixar a peça, Alex suspirou em alívio, embora eu não tivesse interesse em aliviá-lo tão cedo.
Seu pau duro e claro estava com veias tão dilatadas que que tive medo que estourassem, terminando em uma penugem dourada e curta, agarrei bem na base, envolvendo suas bolas junto, estavam tão duras quanto o restante, massageei sem muita delicadeza, a dor era visível em seus olhos lacrimejando.
- O cãozinho precisa de cuidados?
Ele assentiu rapidamente
- Sim, por favor. Por favor.
Ri do desespero dele e passei a masturbá-lo lentamente, tão devagar que só o deixava mais excitado, ele empurrava o quadril para frente quase imperceptível esfregando a ponta na minha entrada, precisei de todo autocontrole pra não foder com ele depressa. Puxei a corrente, o pegando para um beijo carinhoso e delicado.
Virei de costas para ele, passando a tira de couro por cima do ombro e empinei o bumbum, arrastando o meio pelo seu membro.
- Agora, querido marido - olhei por cima do ombro - é a hora que você me fode.
Alex segurou o pau e passou pela minha entrada, entrando tudo de uma vez, estava nitidamente em agonia, o gemido que saiu da sua boca me fez estremecer, ele deslizava na minha umidade sem dificuldade. Havia mais força em seu quadril que eu esperava, mas ao invés de mandá-lo diminuir o ritmo eu segurei a corrente com os dentes e me segurei a mesa com as duas mãos, Alex estava tão perto que seu rosto quase encostava em minha nuca e cada vez que eu puxava mais ele batia mais forte no fundo.
Senti suas veias engrossarem dentro de mim e sorri satisfeita, ele tremeu todo enquanto gozava com gemidos longos e roucos.
- Não para - ordenei e soltei mais a corrente, o suficiente para conseguir olhar para seu rosto por cima do ombro.
Vê-lo choramingar com seu pau sensível ainda me fodendo e aquela expressão de dor e agonia me fizeram chegar ao clímax em segundos, apertando-o dentro de mim. Ajeitei o corpo antes que causasse mais dor a ele.
Virei, sentando na mesa e observei seu corpo, seu pau relaxado pingando me deu água na boca, porém eu já tinha feito meu cãozinho sofrer muito por uma noite. Segurei seu queixo com força e levantei.
- Você foi um bom menino - falei com a voz melosa como um bebê - vai ganhar um grande filé.
Ele sorriu e dei alguns selinhos. Coloquei minha calcinha no lugar e o vestido enquanto ele se arrumava, Alex se preparou para sentar novamente atrás da mesa.
- Hei - ele levantou os olhos assustados para mim - sobe, agora.
Alex sorriu, mas obedeceu. Alguns minutos depois ele estava sentado à mesa, devorando o jantar como se não comece a dias. Parei atrás dele e massageei seus ombros, descendo vez ou outra para beijar as marcas vermelhas da coleira.
- Sabe que me preocupo com você, amor. Precisa se alimentar e me alimentar.
- Gosto mais de te alimentar do que do meu trabalho - disse timidamente - se serve de consolo.
- Serve sim, mas não é o bastante. Precisa me dar mais atenção para esse casamento funcionar. Combinamos jantarmos juntos todas as noites.
- Vou cumprir, prometo.
- Eu sei.
- Mas você não vai comer?
- Claro que vou - me afastei um pouco em direção ao quarto - porque não me trás na cama?
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Olá, aqui é a autora da obra, passei pra avisar que aceito pedidos de contos no instagram @evangeline.carrao. Me manda uma mensagem.
Cheguei do trabalho faminta e exausta, fui direto para cozinha onde encontrei meu esposo ainda com sua roupa de trabalho. Era nosso terceiro mês de casamento e Isaac tinha cozinhado todos os dias.Naquela noite não foi diferente. Ele se virou colocando o pano branco sobre o ombro. Afastou uma mecha de meu cabelo para trás da orelha e me beijou.
- O dia foi tão bom quanto você esperava?
- Acho que mais. O que está cozinhando?
- Conchiglione com ricota e espinafre.
- O cheiro está ótimo.
Me sentei no balcão da pia ao lado do fogão e um minuto depois tinha uma taça de vinho na minha mão. Isaac voltou a sovar a massa, as mangas da camisa enroladas até o cotovelo, as mãos sujas de farinha enquanto forçava a bolha para baixo.
- Já disse o quanto você fica sexy fazendo isso?
- Acha mesmo que devia falar comigo desse jeito? - disse seriamente.
Engoli em seco, apesar de todo o tempo de namoro, eu nunca sabia quando ele falava sério e já comecei a pensar se eu tinha feito algo errado, saltei do balcão e senti todo meu corpo tenso.
- Isaac, eu não quis...
- Não se mexa.
Ele me olhava sério, deixou a massa esticada sobre a mesa e se aproximou devagar, havia farinha em seus braços também e rosto.
- Fique parada, imóvel, não ouse mover um só dedo, Jane.
A essa altura eu já havia parado até de respirar, Isaac se aproximou lentamente até estar a menos de um passo de mim, levantou a mão a partir da minha coxa, subindo minha saia com o dedo indicador, rápido e eficaz, passou por baixo do tecido e afastando a calcinha em um movimento único, senti cada linha de sua digital passando por meu clitóris.
Apesar dos arrepios que me causou, seu olhar ainda era impassível, não tinha como ter certeza que estava tudo bem. Eu precisava daquele sorriso. Ele penetrou um dedo, depois dois, lento e com força.
- Isaac, espere.
Ele afastou a mão sem que eu pedisse outra vez, eu só precisava ter certeza, mas antes que pudesse perguntar seus dedos encostaram nos meus lábios.
- Chupa.
Abri a boca para receber, meu gosto também me fez gemer e passei a língua por tudo, fechei os olhos, ficou mais intenso. Ele encostou o corpo no meu, sua ereção apertou meu ventre com força, agarrou minha nuca com a mão livre e respirou no meu ouvido.
- Boa garota - sua voz me fez derreter sob seu toque, seus dedos deliciosos se moviam em minha boca, eu estava ficando ofegante, não importava, chupá-los era uma prioridade maior que respirar.
Isaac se afastou um pouco e segurou minha cintura, me virou de costas para ele com um movimento brusco, minha barriga bateu na pia fazendo meu corpo inclinar para frente, ele levantou minha saia e acertou um tapa que fez minha bunda arder.
Era impossível saber se ele queria me dar prazer ou me punir. Por sorte eu queria as duas coisas.
Ele pegou a tira fina que se acomodava no meio e enrolou na mão, fazendo a calcinha esticar ao máximo, deixando marcas vermelhas pela cintura e virilha, em pouco tempo a sensação aliviou quando o tecido se partiu. Tentei olhar por cima do ombro e tive o cabelo agarrado na altura da nuca.
- Eu disse para ficar parada - havia extrema luxúria em sua voz que quase poderia se confundir com raiva - eu vou fazer de você minha boneca, vou te colocar como eu quero, te foder como eu quero - pressionou a pélvis contra minha carne - pegue o meu pau.
Tateei sua calça com as mãos às costas e lutei apesar da posição não colaborar, para abrir seu cinto e calça, desci as camadas de tecido e ele pulou em minha mão, Isaac começou a se movimentar em minha palma, a ponta esfregando e umedecendo minha lombar, desceu as mãos pelas minhas costa até o quadril.
Chutou meus pés na altura do salto, um para cada lado, fazendo minhas pernas abrirem e se abaixou, seu membro encaixou entre minhas virilhas, estremeci com sua extensão esfregando no centro, eu poderia gozar assim, sentia grandes quantidades de líquido saindo de mim e despejando nele, escorrendo pelas minhas pernas.
Isaac abriu minha bunda com força e escorregou seu sexo molhado para trás, travei com a apreensão, não foi empecilho para ele, enquanto eu prendia o ar senti sua ponta forçar passagem.
Travei ainda mais.
- Se lembre de que é apenas uma boneca.
Suas palavras me forçaram a relaxar. Ele entrou lento e sem pausa, não moveu rápido no começo, era apertado demais para isso, embora seus gemidos roucos revelassem que estava gostando,
Isaac mantinha as duas mãos em meu quadril, me abrindo ao máximo, não resisti e o olhei por cima do ombro, ele nem percebeu. Seus olhos estavam abaixados, focados na minha bunda engolindo ele todo.
Relaxei o coração também, pronta para aproveitar tudo o que ele estava me dando. Meu gemido de prazer o tirou de seu estupor.
Isaac segurou meu pescoço e me fez levantar o tronco, sem apertar, apenas me dando consciência que ainda estávamos brincando.
Observei enquanto ele deslizava a palma pela pedra da pia até os utensílios que estava usando para a massa, demorou um tempo até que escolhesse o que queria usar, agradeci quando segurou o cabo da colher de pau, estava limpa e o formato de concha daria uma excelente palmatória.
Engano meu.
Ao invés de me bater com ela, Isaac a virou para baixo e a deslizou pela pedra até estar encostada na minha pélvis, levantei mais o salto, ficando nas pontinhas deles e recebi a colher em meu clitóris, ele me empurrava contra o talher, o fazendo esfregar nos meus pontos de prazer.
Aquele era meu limite, eu não conseguia mais segurar e quando Isaac anunciou que ia me encher com o leite que havia guardado para mim o dia todo, eu já estava convulsionando em um orgasmo intenso.
Ele tirou a colher de pau e pude apoiar os pés no chão mais confortavelmente, beijou meu pescoço e ombro enquanto seu membro escorregava para fora devagar, soltei um chorinho de pesar o fazendo rir fraco. O sorriso que eu esperava.
- Porque não toma banho enquanto eu termino seu jantar.
Quase uma hora depois eu me sentava à mesa com ele na minha frente, o jantar estava maravilhoso como todos os dias, ele estava maravilhoso como todos os dias. Levantei os olhos para ele e percebi que me observava sério.
- Algum problema, querido?
- Está se medicando?
- É claro, nós dois concordamos que não queríamos filhos.
- Eu poderia ser um bom pai.
- Porque estamos tendo essa conversa?
- Nada demais - ele deu de ombros - tenho cuidado muito bem de você, não é?
- Você é um bom marido. Mas se estamos querendo filhos, vai ter que parar de gozar na minha bunda.
- Posso fazer os dois, começando após o jantar.
Ele levantou o sorriso, malicioso como sempre, naquele dia, precisei me alimentar muito bem, afinal, a noite mal tinha começado.
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Participar do campeonato do ginásio era sempre a melhor parte das férias. A minha turma estava em festa, era sempre assim depois de uma vitória, ainda mais contra os favoritos da temporada, mas logo o tédio me atingiu.
Vencer era ótimo, ser vangloriada por uma noite pelos meus amigos de time era ótimo, mas nada se comparava a ver a cara de derrota de Lorenzo, o que eu iria fazer nem que para isso tivesse que rodar o ginásio poliesportivo todo atrás dele.
Felizmente, Lorenzo era muito previsível, não o encontrei no campo nem no vestiário, então só podia estar na academia, e lá estava ele, deitado no banco com os pés fixos no chão e levantando um supino mais pesado que deveria.
- Vai sofrer um acidente assim.
- Ah não, Jane - ele se sentou, fazendo os músculos da barriga se contrairem sob a camiseta justa - seu artilheiro fez dois gols em sete minutos, você é goleira, não fez nada no jogo hoje. Então, não tenta contar vantagem.
Suspirei e cheguei mais perto dele.
- Essa sua atitude é tão satisfatória.
- Aproveite enquanto pode, logo terá revanche.
Ele tirou a camisa e secou o rosto nela antes de se deitar outra vez. Lorenzo segurou a barra e a levantou,suspendendo os pesos bem acima.
Seus bíceps tremiam com o peso.
- Quer ajuda?
- Não. Está. Leve - ele respondeu entre uma levantada e outra.
Lorenzo ergueu a barra mais uma vez e seus braços travaram no alto.
- Estou vendo.
Fui para trás do aparelho e segurei no meio da barra, aliviando o peso que ele desceu em seguida.
- Eu dava conta.
- Ah claro, quer que eu coloque mais vinte quilos? - eu disse de forma irônica. A segunda vitória do dia.
- Terminei esse - ele respondeu secamente e colocou as mãos atrás da cabeça iniciando uma série de abdominais. Seus músculos do tronco se contraiam com o exercícios, pequenos, mas muito definidos. Lorenzo soltava o ar quando subia, em um som ritmado de sopro, uma sensação de necessidade embrulhou meu estômago, as borboletas acordaram.
- Está levantando os pés - ele revirou os olhos, bufei e fui para a frente dele - vou te ajudar... De novo.
Parei de frente para ele e prendi seus joelhos entre os meus. Lorenzo continuava levantando até quase ficar sentado, suas bolas marcavam sob o tecido, passei os olhos pela sua pélvis percebendo o pênis relaxado posto a direita.
- O que está olhando, Jane?
- Está trabalhando só os músculos de baixo - disfarcei, embora não pretendesse convencer - precisa ser mais curto.
Coloquei uma perna de cada lado do seu tronco e me sentei sobre sua barriga impedindo que ele se levantasse tanto quanto antes.
Lorenzo continuou a série, levantando pouco mais que os ombros. Assim era mais difícil e ele ficou ofegante logo.
Ele deitou o corpo, desistindo de continuar. Não resisti em tocá-lo, passei os dedos sobre seus músculos inchados pelo esforço e Lorenzo fechou os olhos, seu membro encostando no meu bumbum estava maior, ele estava ficando excitado. Desci mais em seu corpo e rebolei sobre ele.
- Porra - ele agarrou minhas coxas e seu corpo estremeceu todo - não faz isso, Jane.
- O que? Isso? - rebolei outra vez.
- Sério, não posso ficar com você depois do seu time ter me vencido. É... antiético.
- Antiético - ri alto, suas mãos relaxaram e seu toque se tornou um carinho para cima e para baixo, muito leve - porque não fazemos assim - me inclinei deixando um beijo no canto da sua boca,
Lorenzo levantou o queixo procurando mais e eu me afastei - esse será o prêmio do segundo lugar.
Ele sorriu, se sentou segurando minha nuca e me beijou, aproveitei cada detalhe do seu tronco com os dedos. Peito, ombros, costas, abdômen.
Lorenzo fazia o mesmo comigo, mas seu foco eram minhas pernas e bunda, ele apalpava, apertava e gemia contra meu beijo quando eu rebolava.
Seu pênis ficando mais duro e maior enquanto eu me esfregava nele, suas mãos subiram até meus seios, passando entre nossos corpos, abaixei seu shorts e segurei seu membro com as duas mãos.
Lorenzo levantou meu top, seus dedos ásperos passaram pelos mamilos saltados me fazendo gemer. Era intenso, rápido e caótico.
Eu masturbava seu pau devagar, movimentos longos para cima e para baixo, seu beijo era incessante e calmo, ele segurou meus seios e se abaixou chupando os dois mamilos me fazendo gemer outra vez.
- Levanta e tira o shorts.
Fiz o que ele pediu e voltei a me sentar sobre ele, seu membro encontrou a entrada de forma instintiva. Desci aos poucos até estar todo dentro. Lorenzo deitou o corpo de volta no banco me deixando apoiar as palmas em seu peito e sentei com toda a força que fazia os pesos presos no aparelho sacudirem, seu pau pulsava dentro de mim. Eu me esforçava para manter o ritmo intenso.
Lorenzo segurava minha bunda dando tapas para me incentivar. Contrai meu interior deixando mais apertado para ele, Lorenzo estremeceu e segurou minha cintura com força pouco antes de me levantar, deixando seu prazer cair na própria barriga.
O beijei, Lorenzo deu um tapa fraco na minha bunda e interrompeu o beijo.
- Vem, Senta na minha cara - pediu com a voz rouca me fazendo arrepiar.
Subi até chegar em seu rosto, me segurei na barra de ferro e me abaixei até sua língua tocar meu clitóris.
Arrastei a buceta em sua boca, ele chupava meu clitóris toda vez que eu ia para trás e metia a língua dentro quando eu ia para a frente. Era tão bom que não queria que acabasse, mesmo assim eu não consegui segurar por muito tempo, senti a tensão passando pelo meu ventre e se concentrando no clitóris, me fazendo pulsar. Meu corpo estremeceu e fiquei muito sensível de repente.
Lorenzo saiu debaixo de mim e me sentei no banco ainda segurando a barra de ferro. Senti beijos nos meus ombros.
- Tudo bem?
Eu ri fraco e assentiu com os olhos fechados. Lorenzo me abraçou e continuou fazendo carinho por um tempo até que eu me recuperasse.
Me vesti e bebi água direto da sua garrafa enquanto ele me olhava de cara feia.
- Vai pegar leve no próximo jogo?
- Achei que eu não tinha feito nada hoje - eu ri.
- Podia ter deixado a gente fazer pelo menos um gol.
- Ah, Lorenzo. Se eu desconfiasse que isso só vai se repetir se eu facilitar no campo, talvez eu atendesse ao seu pedido, mas sei que vamos transar ganhando ou perdendo então se prepare porque eu vou com tudo.
- Tô te deixando mal acostumada - Lorenzo me puxou para o seu colo e voltou a me beijar.
A terceira vitória do dia.
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