Vivo para o trabalho, dedico-me inteiramente a contabilidade, aprendi que quando fazemos o que amamos tudo se torna sucesso, hoje tenho a dimensão de tudo isso, o meu respirar é trabalho.
Filho único, venho de uma família simples e encontrei nos estudos e na minha profissão o modo de vencer na vida, realizando os meus sonhos e os sonhos da minha mãe que era ter uma vida confortável após uma vida sofrida e pobre.
Nesse meio tempo conheci o amor, sentia-me satisfeito e muito feliz com a mulher que amo, mas provei o amargo fel dessa relação quando a Isa resolveu terminar tudo comigo, alegando que não me amava mais, ela amava outro, o que feriu completamente o meu ego masculino.
A amei a tal ponto de entender que eu não a fazia mais feliz, como foi difícil a decisão de deixá-la partir quando fiz de tudo para salvar o nosso noivado, senti-me um completo infeliz, sofri muito e calado porque sempre fiz de tudo para estarmos juntos, respirei fundo e tranquei o meu coração para nunca mais amar, porque o que eu sentia por aquela mulher era tão perfeito que jamais acreditei encontrar outro amor igual, acho que não existe. E a minha segunda perda foi a minha mãe senti que eu era o homem mais amaldiçoado do planeta e ela antes de partir disse-me que eu encontraria outro amor mais e forte e mais lindo que o primeiro, e pediu também que respeitasse as mulheres sempre independente de qualquer coisa, ela agradeceu por eu ser o responsável da sua reviravolta só eu e ela sabemos o que já passamos na vida.
Respeito às mulheres, mas do que outra coisa na vida, o passado foi o responsável por isso, não admito ninguém agredir uma mulher na minha frente.
Para tentar esquecer Isa, resolvi estudar bastante me especializando para ser o melhor e maior dono de escritório contábil que já existiu em Austin, não havia outra saída senão estudar para chegar longe e mais longe.
O tempo passou e as cicatrizes se fecharam e eu cheguei onde eu queria quando fui contratado por Fausto Montes para cuidar de toda contabilidade das suas empresas lícitas e ilícitas, o que me espantou, mas afinal só estou fazendo o meu trabalho e farei com maestria.
Mas a minha ida pela primeira vez naquela mansão fui encaminhado até a área externa onde seria a reunião, mas avisto uma jovem vestida num biquíni que revelava sua beleza, ela tem cabelos curtos, dançava e rodava com os olhos fechados, sentindo o sol sobre a sua pele, gotículas de água escorria pela sua cintura, o seu corpo era perfeito, não consigo parar de olhar para ela, os meus olhos a seguia até toda a sua alegria ir embora quando ela me ver, a mesma se cobre com um roupão que estava ao lado vem na minha direção como uma onça brava.
- Quem é você para entrar aqui? - ela pergunta gritando.
A encaro, o seu perfume inunda as minhas narinas, não sei o que aconteceu comigo, não conseguia pronunciar uma só palavra.
- Além de tudo, é mudo! Maníaco porque o seu olhar para mim era de desejo, eu vou gritar por socorro caso você não fale de quem se trata, você não tem o direito de invadir a casa dos outros assim. - A jovem brava empurra-me e eu somente a encarava de tão linda que é.
Ouço uma voz me chamando, voz essa do senhor Fausto vindo na direção em que nós estamos.
- Gian, Gian! - Fausto grita por mim.
- Senhor Gian, o senhor Fausto desistiu de realizar a reunião aqui no jardim. - A empregada fala.
- Estou indo. - Falo virando as costas para aquela jovem.
Se ela pudesse me mataria somente com o ódio que ela sentia naquele instante, e fui conduzido ao escritório e Fausto apresenta-me Romero como o seu único herdeiro homem.
- Gian seja bem-vindo na nossa mansão e nas nossas empresas, Romero quem manda depois de mim.
- Obrigado, estou à disposição dos dois! - Falo e Romero me dá um aperto de mãos.
Alinhamos ali o modo de como vamos trabalhar, Empreendimentos Montes não é qualquer empresa, preciso revisar todas as contas eles desconfiam de desfalques das suas empresas ilícitas, ficamos horas e horas alinhando todo o formato de como vamos trabalhar e Fausto amou a forma de como trabalho e Romero concordou se tiver desfalques descobrirei trabalharei dia e noite para entregar os relatórios mais rápido possível.
Quando íamos saindo do escritório, a jovem que vi no jardim nos encontrar e ela faz de conta que não viu ninguém e o senhor Fausto fala.
- Volta aqui Natasha, deixa eu te apresentar uma pessoa. - Fausto fala.
Só assim descobri que o nome dela é Natasha, ela nos olha bravamente! Não sei porque me sinto atraído pelo seu jeito, é como se eu quisesse desvendá-la.
- Não quero conhecer bandido nenhum, a roupa de vocês três denunciam que são da mesma laia.
- Mais respeito, Gian além de ser a pessoa que cuidará da nossa riqueza, será braço direito meu e do seu irmão. Gian desculpe a minha filha Natasha.
- Prazer Natasha, chamo-me Gian.
- Não quero saber quem é você, muito menos seu nome, saiba que por mim você nunca entraria nesta casa, você é como eles.
- Natasha peça desculpas a Gian agora! - Fausto ordena.
- Senhor Fausto preciso ir embora. - Falo tentando intervir que o mesmo agrida-a por a sua falta de educação.
- Gian almoce conosco e sempre que precisar vir nesta casa as portas estão abertas, Natasha é uma linguaruda sem freios. - Romero fala encarando a irmã.
- Obrigado por tudo Romero, senhor Fausto vou indo - Falo tímido e despedimo-nos.
Entro no meu carro completamente boquiaberto que Natasha é filha do Fausto Montes não tenho mais dúvidas que não tenho sorte com mulheres, após tantos anos com o coração fechado fui me interessar logo pela filha do Fausto Montes dono de tudo e de quase toda essa cidade e para completar meu cliente e para me ferrar de vez Natasha não gostou nenhum um pingo de mim, a lembrança dela dançando toda molhada me vem à cabeça, preciso esquecer essa garota da minha mente antes que seja tarde demais não fomos feitos um para o outro, o que senti foi somente admiração porque Natasha é uma diferente das mulheres com quem me relacionei.
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Desde criança fui criada como uma princesa sempre mimada por meus pais, lógico mais amada pela minha mãe, sempre tive tudo o que sonhei e desejei, estudei na melhor escola, sempre tive personalidade forte mesmo sendo criada para ser fina, uma bela dama e obediente! Coisa que nunca fui acho que não nasci para receber ordens.
Sempre tive o que sempre sonhei, comprava tudo o que quis das melhores marcas, mas na minha adolescência comecei a moldar o meu comportamento e agir como mulher e lutar pelos meus direitos na minha propria casa quando Romero meu irmão sempre agia comigo como se eu fosse uma mulher qualquer sem respeito ele me odeia por eu sempre ir contra ele e num dia comum após chegar do colégio já a minha espera estava Romero papai e mamãe eles esperavam-me para uma reunião familiar, até então fiquei tranquila não fiz nada de errado e todos sentados e reunido no escritório do papai ele começa a falar
- Quero todos bem atentos as minhas palavras, só irei falar uma vez.
- Estamos ouvindo pai! - Romero responde.
- Sei que vocês dois ainda são umas crianças Romero está perto de virar um adulto e Natasha uma adolescente, vocês usufruem do bom e do melhor desde que nasceram, para alguns somos conhecidos como donos dos melhores hotéis e pousadas que existe aqui e fora do nosso país, mas está na hora de vocês dois saberem que a nossa riqueza não veio dos hotéis e sim do tráfico de armas.
- É o quê? - Grito perplexa com essa confissão.
- Isso mesmo que ouviu por isso a partir de hoje quero que selecione as amizades de vocês, não é qualquer pessoa que pode entrar nessa família e muito menos no nosso ciclo.
- Por mim tudo bem! Já sou bastante seletivo. - Romero responde papai totalmente conformado.
- Jamais vou aceitar isso, pai você é um bandido! - Falo completamente decepcionada.
- Exijo respeito ou se não quer ser sustentada por mim, você pode sair por aquela porta, sem dinheiro, sem nada, faça a sua escolha.
Não o respondi, sai do escritório batendo a porta bastante irritada, jurando a mim mesma daquele dia em diante irei estudar bastante para assim que me formar eu vou embora.
ANOS SE PASSARAM
Anos passaram e não foi fácil pra mim, saber que tudo o que visto e tenho é de dinheiro sujo vontade é tamanha de denunciar a minha família e por eles atrás das grades, mas infelizmente dependo de dinheiro para me formar em medicina.
O tempo passou e eu fiz a minha escolha de conviver com homens machistas, sem um pingo de amor, e respeito aliás Romero foi criado para ser o homem de frente, o que pode tudo e já eu para ser submissa nunca que vou aceitar esse papel. Romero tornou-se pior que eu pai um verdadeiro ogro, ele vive acompanhado de bandidos para aonde vai, sinto nojo deles, não pude fazer muitas amizades, só tenho uma amiga que é Fany que é uma romântica nata.
Se tem uma coisa que não sou é romântica, apesar da minha mãe sempre me falar que o amor é capaz de mudar o ser mais bruto do mundo, não acredito nisso papai não mudou, muito menos Romero e eu lutarei para não me tornar uma cadelinha adestrada de homem.
Amo tomar banho de piscina, principalmente quando a casa está vazia, amanheceu um dia lindo lá fora e após tomar café da manhã fui aproveitar esse espaço da casa que ninguém usa além de mim, tomei sol, mergulhei e após sair da piscina coloquei uma música, amo ouvir música porque ela tem o poder de me transportar para um universo longe, danço, rodo, sorriu sozinho mas quando dei por mim, um homem alto, cabelos loiros escuros, pele levemente bronzeada, olhos claros muito bonitos, com algumas tatuagens em um dos seus braços ele olhava-me com desejo, admiração, entre outras coisas que não consegui interpretar, cobri-me rapidamente e sem medo fui em direção do tal maníaco, talvez ele fosse um, quanto mais eu o coagia, mais ele me encarava com os seus olhos fortes sobre mim, o empurrei sentindo o quanto o seu corpo é forte por baixo da camiseta preta, totalmente calado e concentrado diante de mim, ele não ousou pronunciar nenhuma palavra e quando ia gritar por socorro ouço o meu pai a chamar um tal de Gian e a nossa empregada vem até ele o chamando para ir uma reunião e o, tal Gian deixa-me ali que nem uma idiota! Bufo de raiva por um bandido como ele andar por toda a nossa casa como se fosse o dono.
Bastante chateada mergulhei novamente na piscina e ao sair da água mamãe espera-me do lado de fora.
- Quem é aquele homem que o papai trouxe até aqui? - Pergunto.
- Não sei quem é, só sei que é um homem muito bonito. - Mamãe fala.
- Deve ser um bandido, todos que aqui frequentam são da mesma laia.
- Natasha para de falar assim, tenho medo que o seu pai queira te expulsar de casa.
- Juro que a senhora é uma santa, se fosse a senhora já teria fugido.
- É difícil se desfazer de quem a gente ama, você é jovem, ainda vai se apaixonar muitas vezes, mas o amor verdadeiro a esse vem para marcar a sua vida.
- A senhora está sonhando muito! Melhor seria você escrevesse um livro de romance.
Mamãe rir e entramos juntos em casa juntas, pela janela do meu quarto vejo um carro de luxo diferente dos que tem aqui, deve ser do tal Gian, o que revela que ele não é um qualquer, mas pouco me importa quem ele seja, não passa de um debochado deixou-me falando sozinha.
Quando desci do meu quarto, tive o desgosto de cruzar com Romero, papai e o tal Gian, e o meu pai me apresentou ele como o homem que vai cuidar de toda a nossa riqueza, e o pior Gian terá acesso a essa casa a hora que quiser já o odiava só pelo episódio da piscina e agora muito mais por meu pai endeusa-lo como se o tal Gian fosse da família.
Após ele sair chegou a hora do sermão, papai e Romero olham-me sem acreditar que os afrontei na frente do Gian.
- Natasha, o que deu na sua cabeça de falar assim com o Gian? - Romero pergunta irritado.
- Falo o que eu quiser, não fui com a cara desse sujeito, não sou a favor de bandidos. - Falo revoltada.
- Agora ficou louca de vez, pai e mamãe Natasha tem que ser internada, a cada dia que passa ela surtar mais, cismou com Gian.
- Romero não fale assim da sua irmã! - Mamãe fala.
- Como sempre defendendo Natasha, é por isso que ela é assim. - Romero fala nervoso.
Papai como sempre me analisando calado, tenho medo do silêncio dele, ele arqueia a sobrancelha sentado sobre o sofá.
- Faz tempo que estou de olho na Natasha, o que é dela, está muito bem guardado, não se preocupe Romero.
Papai se levanta e segue para o seu escritório, lugar esse que parece mais um trono de rei, é lá que ele decide destinos e o pior é que eu não sei o meu.
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Da casa de Fausto fui diretamente para a minha casa, o que chamo de rancho porque é uma casa afastada da cidade, tudo aqui é rodeado por árvores, cheio de pássaros, com um lindo e grande jardim composto por variados tipos de flores, uma enorme piscina na qual eu quase não tenho tempo de desfrutar, o único lugar que vou frequentemente e extravaso todo o meu estresse do dia é na minha academia e no meu saco de pancada e aqui é o meu refúgio onde tenho momentos de paz.
Sento-me no meu escritório diante do meu computador e começo a trabalhar para saber o que de fato está acontecendo nos empreendimentos Montes e após duras horas de trabalho é inegável os desfalques que eles estão sofrendo, pretendo terminar esse trabalho em pelo menos em duas semanas.
Nesses dias trabalhei arduamente para descobrir o desfalque que não é pequeno, liguei para Fausto Montes e Romero marcando uma reunião para mostrar todas as planilhas com o que eu descobri.
No dia seguinte dirigi-me até a empresa no horário marcado e a secretária leva-me até a sala de reuniões onde os dois esperam-me e ao entrar Fausto e Romero se levantam para me cumprimentar.
- Caro Gian estamos surpresos com a sua rapidez! - Fausto fala.
- Por favor Gian estamos certos das nossas suspeitas? - Romero pergunta.
- Sim, houve desfalques. - Falo.
Romero bate forte na grande mesa, assustando a mim e o senhor Fausto com a sua fúria.
- Sabia que eu estava certo! - Romero afirma nervoso.
- Acalme-se Romero essa sua falta de controle colocará tudo a perder. - Fausto fala bravo.
Fausto pede-me que eu explique para ele onde é o referido golpe e quem está atrás de tudo isso! Expliquei que Walter, o homem que trabalha com eles há muito tempo e ainda está à frente das empresas cuidando de todo o financeiro é o responsável pelo desfalque de todos os seus empreendimentos, inclusive as empresas ilícitas no qual Fausto é chefe desde jovem. Romero fica completamente irritado querendo fazer justiça com as próprias mãos saindo da sala de reuniões e Fausto pede-me que eu o acompanhe.
Consegui, alcança-lo e no seu carro seguimos para um lugar estranho, Romero marcar um encontro com Walter num lugar um tanto quanto estranho e no caminho ele faz-me a seguinte pergunta.
- Gian sabe manusear armas? Sabe lutar?- Romero pergunta enquanto dirige.
- Sei, aprendi de tudo nessa vida. - O respondi.
Mas ao chegarmos no encontro com Walter no grande galpão que parece estar só e Romero completamente sem controle já partir para cima do Walter o que ocasionou uma briga entre eles, Romero conseguiu desarmar Walter e por incrível que pareça a arma veio até os meus pés, seguro a arma entre as mãos e vejo Romero matando Walter, mas um capanga surge com a arma apontada para Romero e naquele momento só eu poderia salvar Romero, silenciosamente mirei na direção daquele desconhecido e puxei o gatilho em direção ao homem desconhecido e o mesmo cai no chão sem vida.
- Obrigado por salvar-me Gian? - Romero abraça-me.
- Melhor matar que morrer! - Falo.
- Preciso tirar esses vermes daqui, o galpão não tem ninguém o que me faz ter mais raiva desse imundo é assim agora entendo como acontece todos os desvios o porquê de tantos desfalques.
Respiro fundo após essa adrenalina que passei junto com Romero, ele liga para alguns homens que imediatamente chegam para enterrar os dois homens, ele leva-me para conhecer o enorme galpão no qual fico admirado por tanto armamento pesado e Romero dá-me aulas de como atirar corretamente com armamento pesado e o restante do dia foi somente para conhecer o meu novo trabalho e atirar com todas aquelas armas e no final ainda ganhei uma arma de presente por salvar a vida do Romero.
Daquele dia em diante tornei-me o melhor amigo do Romero, equilibro todas as finanças daquela família, hoje Romero e Fausto sabem o que entra e sai daquelas empresas ganhei o coração de todos naquela casa menos de Natasha!
Fui convidado para um jantar na mansão em agradecimento por salvar a vida do Romero, comprei flores para as mulheres da casa e quando cheguei sou recebido pela anfitriã da casa Lúcia Montes.
- Gian meu querido obrigada pelas flores seja bem-vindo sempre a esta casa, quero muito agradecer pessoalmente por salvar a vida do Romero, não sei nem o que seria de mim se tivesse acontecido algo com o meu filho.
- Não tem o que agradecer, faria tudo novamente. - Falo e fico com as outras flores nas mãos.
Natasha desce silenciosamente, os seus cabelos curtos, pretos e lisos, fazem-me perder a noção do tempo, nunca pensei que um dia iria desejar outra mulher como desejo Natasha é algo inevitável.
- Natasha venha falar com o nosso convidado! - Lúcia a chama.
- Esse homem não é meu convidado! - Natasha fala encarando-me.
- Natasha você me mata de vergonha! - Lúcia fala.
- Trouxe rosas! - Falo entregando-lhe o buquê.
- Não quero nada de você, as suas mãos são sujas de sangue e pólvora! Sabia que você era como papai e Romero.
- Quem é igual a mim Natasha? Receba Gian com se ele fosse da família e aceite as rosas dele. - Fausto ordena.
O senhor Fausto apareceu e faz Natasha aceitar as minhas rosas na força do ódio, a mesma as aceita a contragosto e fui conversar com ele enquanto Romero chega e sempre que posso olho Natasha disfarçadamente para ninguém perceber o quanto estou admirado com a beleza dela.
Romero enfim chegou conversamos mais um pouco, sentamos todos ao redor da mesa, percebo Natasha e Romero trocando farpas, não entendo tamanha rebeldia da Natasha com a sua família, eu amaria ter pelo menos a minha mãe ao meu lado, já que o meu pai não foi um exemplo. Até entendo um pouco ela não querer ser de uma família que se tornou rica através do crime, como também não entendo ela permanecer nesse meio, eu na idade da Natasha já sustentava a mim e a minha mãe apesar das dificuldades jamais quis permanecer no ambiente de dor e miséria que eu vivia.
O luxo aqui é maior, deve ser difícil para ela largar toda a sua herança para viver uma vida de ativista politicamente correta.