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Apaixonado pela minha barriga de aluguel

Apaixonado pela minha barriga de aluguel

Autor:: authorsunshine
Gênero: Romance
Katherine tinha uma vida perfeita, até que um escândalo destruiu tudo. Com o desaparecimento de seu pai e a perda da fortuna da família, ela se viu sozinha para cuidar da mãe doente, acumulando trabalhos de meio período para sobreviver. Mas quando um aneurisma obriga sua mãe a uma cirurgia urgente, Katherine se vê sem saída... até receber uma proposta inesperada. Octávio Sterling, um CEO poderoso e enigmático, está disposto a pagar uma fortuna para que ela seja sua barriga de aluguel. As regras são claras: ele quer apenas o herdeiro, sem envolvimento emocional. Mas conforme a convivência entre eles se intensifica, o desejo se torna irresistível, e a linha entre o acordo e o inegável desejo entre eles começa a se apagar. Será que Octávio conseguirá manter o controle, ou Katherine se tornará a única exceção às suas próprias regras?

Capítulo 1 Exalando poder

Já era fim de tarde quando saí do prédio onde tinha feito mais uma entrevista. Soltei um suspiro cansado ao ouvir o clássico "entraremos em contato". Eu sabia que aquilo era apenas uma desculpa educada para um "não".

Apertei a alça da bolsa e senti o nó no estômago apertar ainda mais. O tempo estava acabando, e eu continuava sem emprego.

- Que frustrante! - resmunguei, caminhando até a calçada para chamar um táxi.

De repente, o celular vibrou na minha mão. O nome de Ana apareceu na tela. Atendi imediatamente, estranhando ela ligar naquele horário.

- Onde você está? - a voz dela soou aflita, sem qualquer cumprimento.

- Saindo de uma entrevista agora. O que aconteceu?

- Preciso que você venha até a clínica agora. É muito sério.

Ela desligou antes que eu pudesse responder. O tom urgente fez minha pele se arrepiar. Ana nunca ligava assim. Estendi o braço e chamei o primeiro táxi que passou.

Quando cheguei à clínica, paguei o motorista e corri para o consultório dela. Bati na porta e entrei sem esperar resposta. Ana estava sentada, segurando um papel.

- O que está acontecendo? - perguntei, confusa, me aproximando.

- Uma oportunidade irrecusável. - Ela estendeu o papel para mim. - Um cliente está procurando uma barriga de aluguel. E está pagando muito bem.

Meus olhos percorreram o documento sem muito interesse, até que o valor chamou minha atenção. Levei a mão à boca, surpresa.

- Isso é... é o dobro do que eu preciso para a cirurgia da minha mãe.

- Eu sei. - A voz de Ana era baixa, mas carregada de esperança.

Franzi a testa, confusa.

- Por que eu?

Ela hesitou por um instante, depois suspirou e sentou-se novamente.

- Porque a candidata precisa ser virgem. E eu sei que você é. Além disso, você tem o perfil que ele está exigindo.

Meu peito se apertou. Olhei para o papel novamente, tentando processar a informação.

- Ana... isso é insano.

- Eu sei que parece, mas, Kath, isso resolveria tudo. Você não precisa fazer nada além de gerar um bebê. Receberia o dinheiro antes mesmo do parto. E você está precisando muito.

Senti a mente girar. Sentei na cadeira à frente dela, a voz saindo fraca:

- Eu não sei, Ana... Gerar um bebê é algo muito sério. Requer muita responsabilidade.

Ela segurou minhas mãos, os olhos fixos nos meus.

- Só pense nisso, ok? Ele é um dos clientes mais importantes da clínica. Guardei esse papel a sete chaves antes que chegasse às mãos de outra pessoa. - Ela suspirou. - Se decidir, aqui está onde pode encontrá-lo.

Ela virou o papel e anotou um endereço.

- Essa é a sua chance, Kath. Pense direitinho.

Assenti, ainda atordoada, e saí da clínica. Meu coração acelerado e minha cabeça uma bagunça. Antes que pudesse refletir direito, o telefone tocou novamente.

- Senhorita Katherine? Precisamos que venha ao hospital imediatamente.

Meu corpo congelou. Respirei fundo e saí correndo à procura de um táxi.

Ao chegar ao hospital, o cheiro de antisséptico invadiu meu nariz, causando enjoo. Mas o pavor que sentia era pior. Caminhei apressada até o quarto da minha mãe e, ao abrir a porta, encontrei o lugar vazio.

O medo tomou conta de mim.

Assim que me virei para buscar informações, a médica veio em minha direção.

- Katherine, sua mãe precisa da cirurgia imediatamente. Ela sofreu um aneurisma. Não podemos esperar mais. - Ela estendeu um papel. - Aqui estão os custos.

Engoli seco ao ler o valor.

- Tudo isso?

- Sinto muito. - O olhar de pesar da médica dizia tudo.

- Pode fazer. Eu vou conseguir esse dinheiro.

Ela se afastou, e eu saí do hospital com a certeza de que minha mãe estava em boas mãos. Mas minha decisão já estava tomada. Eu só tinha uma opção: aceitar a proposta de Ana.

Olhei para o papel com o endereço. Ficava a apenas duas quadras dali. Respirei fundo e decidi ir andando.

O lugar era sofisticado. Luzes baixas, blue jazz tocando ao fundo, clientes bem-vestidos. Não estava cheio; alguns casais e grupos conversavam em tom educado. No balcão, um homem estava sozinho. Imaginei que fosse ele.

Ele exalava poder. Terno escuro perfeitamente alinhado, ombros largos, relógio caro no pulso. Seu rosto era impecável, traços esculpidos e um olhar frio, calculista.

Caminhei até ele e estendi o cartão.

- Senhor Sterling? Sou Katherine Hayes. Aceito. Aceito ser sua barriga de aluguel.

Ele arqueou as sobrancelhas, me analisou de cima a baixo, virou o líquido do copo que estava em cima do balcao. Deu um gole da bebida antes de voltar seus olhos a mim

- E então? - perguntou.

- Então vamos marcar a inseminação. - minha voz saiu firme, apesar do nervosismo.

Ele soltou um riso seco.

- Marcar a inseminação? Acho que não te informaram direito. Só pago esse valor... se for eu quem tirar sua vidginidade

Capítulo 2 Ele tem poder

Acordei sentindo meu corpo pesado afundar no macio do colchão. O perfume amadeirado com notas cítricas ainda empregava toda a cama, como se ele ainda estivesse ali, era tão intenso, mostrando a masculinidade e o luxo.

Meus olhos abriram lentamente acostumando com a claridade que parrava pelas cortinas e então, pisquei algumas vezes tentando organizar minha mente.

Um quarto de hotel, meu corpo inteiramente nu pelos lençóis e minha mente me trouxe a tona as lembranças da noite anterior.

Me virei de vagar vendo o lado vazio, encontrando um bilhete sobre a cama, junto a um cartão "black".

"Gaste como quiser. Assim que tiver o resultado dos exames, entre em contato comigo". - Disse ele, exibindo uma perfeita caligrafia.

Naquele mesmo instante minhas bochechas se ruborizaram ao lembrar dos detalhes; O calor de suas mãos percorrendo minha pele, desvendando cada parte de mim como se tivesse direito sobre ela.

A voz rouca ao pé do meu ouvido, palavras carregadas de desejo e domínio.

A forma como ele havia sido intenso, mas ao mesmo tempo atencioso, como se me ensinasse cada sensação nova.

Respirei fundo, forçando-me a sair daquela espiral de lembranças. Me levantei da cama e ao olhar para baixo, notei o lençol manchado.

Aquilo me fez engolir seco. Era real, eu não era mais virgem.

Respirei fundo e me movi para recolher minhas roupas, seguindo para o chuveiro para me lavar, antes de sair daquele lugar onde eu tinha a certeza de que não voltaria mais. E dali a sensação de ter cumprido uma parte do acordo me preencheu.

"Agora era só esperar pelos resultados dos exames". - Pensei comigo, guardando o cartão dentro da bolsa, saindo de lá em seguida.

Quando saí do quarto, o vento frio da manhã bateu contra meu rosto. Foi como um choque de realidade. E, antes que eu pudesse processar tudo, meu celular tocou.

- Catarina? Aqui é Juliana, do grupo Sterling & Co. Você se candidatou para uma vaga, e gostaríamos de agendar uma entrevista ainda hoje. Está disponível em uma hora? - Perguntou a mulher do outro lado da ligação.

Naquele instante, meu coração deu um salto e um sorriso surgiu em meus lábios.

- Sim, claro! Já estou a caminho.

- Perfeito. Estaremos esperando. - Respondeu a mulher, desligando em seguida.

Peguei um táxi e, em menos de uma hora, eu já estava na imponente sede do grupo Sterling & Co.

O prédio de vidro refletia o céu azul, grandioso, elegante.

Assim que passei pelas enormes portas, senti que realmente aquele ambiente exalava sofisticação.

Havia pessoas bem-vestidas caminhando apressadas por todos os lados com os semblantes sério, exibindo seu compromisso com o lugar.

Eu então me senti pequena, mas logo ergui a cabeça e me movi até a recepção.

-Oi, bom dia. Sou Katherine Hayes e estou aqui para uma entrevista de emprego! - Falei vendo a mulher sorrir para mim de forma delicada.

-Claro, senhorita Hayes, por favor, me acompanhe! - Disse ela saindo de seu lugar para me guiar para a parte de dentro das catracas. Assim que chegamos no elevador, ela sorriu e apontou para dentro com os braços. - A entrevista está sendo feita na sala de reuniões. Suba até o andar presencial e aguarde chamá-la.

-Obrigada! - Falei fazendo o que ela pediu.

Entre na enorme sala de paredes e portas de vidro, encontrando uma mulher e um homem lá dentro. Eles eravam bem-vestidos, tinham um olhar sério, mas não pesado e seguravam uma ficha, onde sugiro ser minhas informações.

A entrevista foi rápida e objetiva. Minhas respostas estavam afiadas, e a entrevista foi mais fácil do que eu esperava. No final, a recrutadora sorriu e se levantou, me guiando para a sala de espera, onde havia mais algumas candidatas.

-Por favor, aguarde que logo avisaremos os resultados.

-Obrigada! Agradeci me sentando ao lado das outras três.

Elas me olhavam de forma desdenhosa, talvez por eu não estar no mesmo nível que elas.

Ambas estavam bem- arrumadas, com vestidos e saias extravagantes, deixando a mostra uma parte de seus corpos.

Talvez pensassem que a entrevista fosse realizada pelo próprio CEO da empresa.

E de repente uma delas cochichou.

-Pensei que o senhor Sterling estivesse aqui. Me arrumei toda só para o encontrar.

-Eu também! - Disse a outra. E de repente a terceira soltou um riso.

-Eu soube que ele olha mais a aparência do que o curriculum! - Disse ela me olhando de soslaio.

E então, as três riram juntas e de forma discreta, mas era impossível que eu não ouvisse os comentários maliciosos delas.

De repente, a porta foi aberta e a recrutadora passou por ela, vindo até nós.

-Meninas, agradecemos muito a cooperação e o desempenho de todas, mas eu vim trazer o resultado para apenas uma vaga. - Disse ela olhando para o papel em sua mão, me olhando em seguida. -Senhorita Hayes, parabéns, a vaga é sua!

Um misto de emoções me surgiu.

-Obrigada! - Falei tentando me conter, me aproximando dela e apertando suas mãos.

-Pode ir até o RH da empresa pegar o papel e deixar suas documentações. Seja bem-vinda! - Disse ela saindo em seguida.

Olhei para as meninas e as cumprimentei com um sorriso, saindo de lá em seguida. Fui até o elevador e apertei o botão para o chamar.

Assim que as portas se abriram, senti meu coração congelar no mesmo instante.

Ele estava ali. O homem da noite anterior.

Ele vestia um terno impecável, de presença marcante, rodeado por executivos que pareciam pendurados em cada palavra sua.

Assim que seus olhos encontraram os meus, foi como se o mundo desacelerasse.

Confesso que fui pega de surpresa. Eu não imaginava o encontrar ali.

E de repente, ele dispersou os Homens ao seu lado e parou na minha frente, me olhando fixamente.

-Senhor Sterling, eu não esperava o encontrar aqui. - Falei em um tom baixo o vendo arquear uma sobrancelha, dando um passo para se aproximar mais.

-Por acaso não sabe quem eu realmente sou? Sou Octávio Sterling, dono desse lugar e o seu dono por enquanto. Eu estarei de olho em você!

Capítulo 3 Ordem dada

Um mês havia se passado desde que minha mãe foi operada. A cirurgia havia sido um sucesso, mas sua recuperação era lenta, e eu não podia simplesmente deixá-la sozinha.

Passei a noite no hospital com minha mãe, segurando sua mão enquanto ela dormia após realizar mais uma bateria de exames e quando já estava amanhecendo, saí apressada, seguindo direto para o trabalho.

Entrei na empresa segurando minhas bolsas, indo até o elevador. Eu não havia prestado atenção de que eu não estava sozinha, até ouvir alguns cochichos vindos do fundo.

- Você viu? Ela está chegando atrasada de novo. Só faz um mês que ela está aqui e já tem prioridades.

- Claro, né? É a favorita do chefe. - Respondeu a outra, com um tom baixo, mas não inaudível.

Meu maxilar travou e segurei o impulso de revirar os olhos.

- A última que tentou isso acabou sendo dispensada. - Continuaram.

Eu sabia que falavam da antiga secretária de Octávio. Os boatos diziam que ela tentou seduzi-lo e ele simplesmente a descartou sem hesitação. O que elas não sabiam era que minha relação com Octávio ia muito além de simples fofocas de escritório.

Elas então, começaram a rir e antes que eu pudesse me virar para confrontá-las, o elevador parou no quinto andar e as portas se abriram.

E como se o destino quisesse testar a minha paciência, Octávio entrou pelas portas, fazendo o ar mudar instantaneamente.

Ele estava impecável como sempre, vestido com um terno sob medida que moldava seu corpo alto e forte. Seu perfume amadeirado invadiu meus sentidos antes mesmo que eu pudesse reagir. E foi quando ele olhou para mim que tudo ficou... desconfortável.

-Bom dia senhor Sterling! - Falei baixo e educada o vendo se aproximar e tirar minha bolsa de mim.

Engoli em seco e olhei para ele, sem entender o que estava fazendo. De repente, seus olhos escuros se voltaram para mim, fazendo meu corpo congelar.

-Você não pode carregar peso. - Cochichou ele entre dentes, se colocando do meu lado.

Eu me virei para o olhar, me mostrando incrédula com o que eu acabara de ouvir. Octávio respirou forte e se virou para mim, colocando um sorriso nos lábios.

- O elevador executivo está em manutenção. - Disse ele sem emoção na voz, como se quisesse justificar sua presença ali. Ele encenava muito bem.

Assim que ele terminou de falar, assenti e me virei para frente, evitando seu olhar.

Eu sabia que as mulheres estavam de olho em mim, esperando qualquer deslize para que pudessem espalhar boatos pelos corredores.

Respirei fundo tentando ignorar todos e assim que o elevador chegou no último andar, desci acompanhada de Octávio, que segurou a alça da minha bolsa me impedindo de andar.

Todos entraram na sala de reuniões, menos nós. Ele esperou que todos passassem pelas portas para me olhar, mostrando seu semblante sério.

- Katherine, a partir de hoje você fará suas consultas com o médico da minha família. Quero um acompanhamento completo e alguém de confiança para lidar com a sua situação. - Disse ele me fazendo vincar as sobrancelhas.

-Senhor Sterling, ainda é muito cedo para falarmos sobre isso. Espero que tenha só mais um pouco de paciência. E não se preocupe, se não der certo eu devolvo todo o seu dinheiro.

Assim que falei ele fechou o semblante, mostrando sua áurea negra.

- Nada disso! - Disse ele com um tom alto, me encarando com os olhos escurecidos. Ele então, percebeu o que estava fazendo cerrou os dentes, se aproximando mais, mantendo-se bem perto. -Se não der certo dessa vez, vamos tentar de novo. Somos saudáveis, não tem como dar errado.

Assim que ele falou aquilo, eu o olhei ficando sem reação.

Ele tinha muito dinheiro e era um Homem de poder. Além de ser muito bonito e atraente. Por quê eu? - Me perguntei mentalmente o vendo dar um passo para trás e respirar fundo, olhando para os lados.

-Senhorita Hayes, vamos entrar, temos uma reunião para fazer. Conversaremos sobre isso mais tarde na minha sala.

-Sim senhor! - Falei respirando fundo tentando esconder meu desconforto e então, entrei primeiro na sala o deixando para trás.

A reunião parecia se arrastar por horas, mesmo eu sabendo que só estava ali a poucos minutos.

As vozes ao redor da grande mesa soavam abafadas, como se estivessem a quilômetros de distância. Meus olhos deslizavam pelos gráficos e apresentações exibidos no projetor, mas as palavras embaralhavam-se diante da minha exaustão.

Eu estava cansada.

Uma leve tontura me atingiu quando tentei focar na tela, e meu estômago revirou de forma sutil, mas incômoda. Engoli em seco, ajustando minha postura na cadeira, respirando fundo para dissipar aquela sensação.

Talvez fosse apenas o cansaço acumulado. Eu mal tinha dormido nos últimos dias, entre o trabalho e as visitas constantes ao hospital para cuidar da minha mãe. Meu corpo, inevitavelmente, começava a cobrar por isso.

- Senhorita Hayes? - Levantei o olhar e me deparei com Octávio.

Seu tom de voz era impassível, mas seus olhos me analisavam com atenção.

- Sim senhor? - Respondi, tentando parecer mais composta possível.

- Sua opinião sobre isso? - Ele indicou algo no relatório sobre a mesa, como se tivesse plena certeza de que eu estava acompanhando a conversa.

Pisquei algumas vezes, forçando minha mente a funcionar. Eu havia revisado tudo na noite anterior enquanto estava no hospital, então eu sabia sobre o assunto de cor.

Respirei fundo e dei minha resposta, mantendo minha voz firme, ignorando a leve náusea que ainda se escondia em meu estômago.

Octávio não demonstrou nada, mas seus olhos permaneceram sobre mim por um segundo a mais antes de voltar sua atenção para os demais.

- Vamos fazer uma pausa e já voltamos. - Disse ele pedindo para que todos saíssem, mas de forma sutil. E assim que a sala ficou vazia, corri até uma das lixeiras para vomitar.

Octávio segurou meus cabelos e então o senti dar alguns tapas de leve nas minhas costas.

-Acho que não vamos precisar tentar de novo. Faça os exames e me traga os resultados o mais rápido possível.

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