NATHAN
Assim que entrei no meu escritório, meus irmãos estavam sentados no sofá de couro preto que ficava colado na parede lateral da imensa janela, no edifício do nosso pai, onde fica localizado os escritórios da nossa empresa de bebidas, somos umas das maiores importadoras de bebidas alcoólicas e não alcoólicas do mundo.
- Estão tão ansiosos assim para conhecer a mulher, que já estão todos aqui? - eu falei rindo.
Nasser, o meu segundo irmão mais velho, eu sou o mais velho, e temos uma diferença de menos de um ano. Nasser era o mais nervoso e estressado entre nós, eu e ele temos a personalidade parecida, mas ele conseguia ser mais nervoso que eu.
- Já que decidimos fazer isso, que seja logo - ele falou um pouco incomodado.
- Tomara que seja bonita - Nicolas, o mais novo entre nós, falou sorrindo, esse era o mais agitado, sempre uma pilha, não parava quieto nunca.
- Isso é tão esquisito - Nolan, o do meio por assim dizer, era o mais centrado entre nós.
Somos quatro irmãos e temos um fetiche em comum, que não era muito bem visto pela maioria das mulheres, e para satisfazermos isso, resolvemos contratar uma mulher para nos satisfazer em segredo, ela seria muito bem paga para nos satisfazer e ficar de boca fechada.
Cada um tem suas respectivas namoradas e não somos exatamente apaixonados por elas, somos muito irmãos e amigos, contamos tudo um para o outro e nenhum de nós sabemos o que é uma paixão avassaladora, ou o amor, mas nossas namoradas são de boa família e os nossos namoros são possíveis casamentos, algo bom para a empresa, pois elas são de famílias que nos beneficiam e nós a elas, era mais um relacionamento de negócios.
- Já que estamos todos de acordo, não tem porque ser esquisito, e Nico, ela não precisa ser bonita, fazendo o que queremos está de bom tamanho. - Eu falei e Nicolas riu.
- Bom, seria um diferencial, fazermos isso olhando para um belo rosto - Nicolas falou.
- Que horas ela vem?- Nolan perguntou.
- Daqui a pouco, entre umas nove horas a nove e meia - respondi e vi mensagem de Janna, minha namorada.
"Vamos almoçar juntos hoje, Nathan?"
Li a mensagem dela e não respondi, ela quer que almocemos juntos todos os dias e eu não gosto, prefiro almoçar na empresa, é mais rápido e quando termino já volto para os meus afazeres, pode se dizer que eu respiro essa empresa, e me dedico a ela quase cem por cento do meu tempo.
- Porra, to ansioso pra caralho.- Nasser falou exasperado e eu ri.
- Senta e toma um café.- Eu falei indicando a máquina de cappuccino ao lado da porta, sou viciado em cafeína também, por isso mandei colocar uma em minha sala.
ANNA
Eu não sei se vou conseguir esse emprego, poxa vida eu preciso tanto, mas não tenho experiência em nada e esse era um edifício de uma das maiores exportadoras de bebidas do mundo, pelo que eu li, mesmo que o emprego seja para a limpeza, tenho certeza que vão exigir experiência, e a única coisa que trabalhei foi numa casa de família rica e não quero me lembrar disso.
Entrei no elevador junto com uma mulher que estava nervosa.
- Tudo bem, senhora?- Eu perguntei e a mulher me olhou.
- Sabia que são quatro homens?- Ela falou, me olhando meio perdida.
- Os filhos do dono da empresa, sim, ouvi falar que são quatro - Falei e ela me olhou.
- Não sei se dou conta, não, não eu não quero, toma - Ela me estendeu um cartão preto com dourado, com uma escrita à mão.
"Contratada VIP, apenas suba até a cobertura."
E tinha uma assinatura dos Lambertt, peguei o cartão sem entender.
- Quer ir no meu lugar? - Ela falou.
- No seu lugar? Está escrito aqui cobertura, eu não tenho autorização para subir lá...
- Eles não sabem quem eu sou e o salário é mais que perfeito, é só ir, não é nada difícil.
- Se o salário é bom e não é difícil, porque não vai?- Eu falei desconfiada e a porta do elevador se abriu e um homem de terno preto, com aparência de ter uns quarenta anos, bem conservado e loiro, olhou direto o cartão na minha mão.
- Venha, os Lambertt estão à sua espera. - Ele falou pegando meu braço e puxando, eu levei um susto e olhei para a mulher que apertava o botão do elevador insistentemente.
- O senhor está me confundindo, eu não...
- Anda, os Lambertt não gostam de esperar. - Ele falou.
- Mas moço...
- Há muito tempo não ouço me chamarem de moço.- Ele riu, e me levou até uma porta de madeira maciça bem brilhosa e grande, ele abriu a maçaneta dourada e me arrastou para dentro.
Eu fiquei sem ar ao ver aqueles quatro homens parados de pé, um perto da imponente e grande mesa de madeira bem bonita, bem rústico, dois perto da janela de vidro que tomava conta de todo o comprimento da sala gigantesca, e outro perto de mim, esse me olhava de cima abaixo, os quatro olharam o cartão nas minhas mãos e se entreolharam.
- Você é maior de idade?- O que estava perto da mesa perguntou, e ele era lindo, aliás todos eram, esse tinha o cabelo bem penteado num topete bem feito, a barba desenhada no rosto deixava ele ainda mais bonito e olhos azuis, que gato mesmo.
- Sou sim, senhor, tenho dezenove e faço vinte mês que vem. - Falei sem graça, pelo olhar insistente do que estava perto de mim.
- Pode ir, Mario - um gigante musculoso e tatuado falou, e eu fiquei sem saber o que fazer, o homem que me segurava saiu.
- Qual seu nome?- O que me olhava sem cessar falou.
- Sou Anna Martins - falei, e ele me pegou no colo e me sentou na mesa. - O que está fazendo? - Perguntei assustada.
- Anna, sou o Nicolas, esses são os meus irmãos, Nathan o mais velho, Nasser o que veio depois dele, o Nolan o do meio e eu sou o Nicolas, o mais bonito e mais novo, somos os Lambertt, e eu estou muito ansioso para te provar... já que está tudo acertado, eu posso? - ele perguntou, mas sem esperar por minha resposta, ele abaixou minha blusinha e tomou um seio meu na boca, mas não foi nada pervertido, foi esquisito, ele sugou como se fosse um bebê e eu arregalei os olhos, ele estava sugando meu leite, como sabia que eu tenho leite? Eu gritei e dei um soco no olho dele.
NASSER
Olhei para aquela garota com espanto, nossa ela era muito linda, puta que pariu, linda demais. Ela socou o Nicolas sem dó, ele gemeu de dor, ela pulou da mesa e nos olhou como se fôssemos algum tipo de criminosos.
- Qual o seu problema, garota? Pensei que tínhamos acertado tudo ontem, não gostou do salário, quer que paguemos mais do que os quinze mil, por mês? - Nathan perguntou olhando para ela.
- Desculpa se fui muito apressado, eu sou assim, ansioso, desculpa Anna, mas seu leite é o mais delicioso que já provei, pagamos o que quiser, só me deixe prová-la mais. - Nicolas falou com a mão no olho e se aproximou dela, que foi para trás e pegou uma escultura de madeira que estava na mesinha de centro perto do sofá.
- Não se aproxime de mim - ela falou, ameaçando tacar o objeto em Nicolas, que foi para trás.
- Qual é a sua garota?- Eu me aproximei dela e tomei o objeto de suas mãos facilmente, ela era uma pequena garota e muito fraca pelo visto... - Porra, garota... - Não conclui meu pensamento, ela chutou minhas bolas e eu me curvei de dor.
- Me deixem sair - ela gritou desesperada, puxando a porta para dentro, mas a porta abre para fora, Nathan foi até a porta e trancou, colocando a chave no bolso, ela se apavorou mais.
-Não vai sair até conversarmos, sua maluca, porque combinou tudo comigo ontem e agora está agindo como louca? – Nathan falou.
- Eu não combinei nada com vocês, seus malucos, me deixem sair.
- Fala o seu preço, quanto quer para deixar a gente tomar seu leite sempre que quisermos - Nathan falou, e ela olhava para nós como se fôssemos realmente loucos.
- Como sabem que eu tenho leite?- Ela perguntou extremamente surpresa.
- Você nos falou, contatamos você através do site, trocamos mensagens por mais de uma hora, não sei se era você ou o seu cafetão, mas já está tudo acertado...
- Eu não sou puta para ter cafetão, seu escroto! - Ela gritou, interrompendo Nathan. -Eu nunca falei com nenhum de vocês, e me deixem sair agora! - Ela agora nos ameaçava com a sua bolsa.
NOLAN
- Oi Anna, não sei se prestou atenção, mas eu sou o Nolan e quero conversar com você com calma, pode ser? - Eu falei calmamente, me aproximando dessa garota que de tão perfeita chegava a ser quase surreal, porra, como uma garota linda dessas estava inscrita num site daqueles, essa pequena abelhinha, tão fofinha, mas que sabe como ferroar doído, Nicolas que o diga, ainda estava com a mão no olho pelo soco dessa abelhinha linda.
- Senhor Nolan, me deixa sair?- Ela pediu em choque, a garota estava assustada.
- Vamos te deixar sair, só vamos conversar um pouco antes, pode ser?- Eu falei, me aproximando um pouco mais dela.
- Se nenhum de vocês encostar em mim, tudo bem e que seja rápido.- Ela falou.
- Sente-se Anna - Hesitante, ela sentou no sofá. - Pega um café para ela Nathan - Eu falei, e Nathan pegou na mesma hora e entregou à ela, que pegou ainda hesitante.
- É o seguinte garota, nós te pagamos quinze mil ontem, depositamos na conta que nos deu, só vai sair daqui, quando nos devolver o dinheiro, ou vai cumprir com o contrato, irá nos dar seu leite sempre que quisermos, entendeu?- Nasser falou e a menina arregalou os olhos.
- Porra Nasser, seja mais carinhoso menina está assustada.- Eu falei para o bruto do meu irmão.
- Assustada com nosso dinheiro na conta, acha que vai dar o golpe em nós, garota? - Nasser falou.
- Eu não sei desse dinheiro, eu nunca cheguei a ter dois mil na minha conta, quem dirá quinze mil. - Ela falou.
- Não quero saber, ou os quinze mil, ou deixa a gente tomar seu leite. Qual vai ser, doçura? - Nasser falou duramente.
ANNA
Meu Deus, quinze mil, onde vou arrumar esse dinheiro, como vou sair daqui, porque quatro homens bilionários pagariam para serem amamentados? Meu Deus, onde eu fui me meter, e agora?
- Mandei meu motorista levar esse cartão, que está com você, ontem no endereço que pediu, para que pudesse entrar aqui sem empecilhos, e agora está se fazendo de desentendida porquê?- Nathan falou, e eu engoli seco. Céus, aquela mulher maluca!
Ela pegou o dinheiro desses malucos e agora eu que me foda para me livrar disso, o que vou fazer?
- Tudo bem...- Pensei por um instante. - Podem tomar meu leite.... Mas abram essa porta, ou vou gritar o tempo todo.
O que estava com a chave no bolso o Nathan, abriu a porta e já se sentou ao meu lado.
- Como dissemos ontem, faremos aqui no escritório porque estamos ansiosos, mas nas próximas vezes, será numa de nossas propriedades, e quando assinar o contrato, queremos total sigilo e teremos apenas contato quando quisermos seu leite, tomaremos e você poderá ir. - Nathan falou.
E ele falou esses absurdos como se fosse normal, eu hein, eu não tenho nada com isso, e agora tenho que deixar quatro homens gigantes mamarem em mim.
- Tira a blusinha, vai ser o melhor - o tatuado falou e eu pulei para o lado, quase me sentando no colo de Nathan, esse Nasser era assustador.
- Não vou tirar a roupa - Nathan segurou minha cintura, se inclinou e cheirou meu pescoço, subiu minha blusinha e Nasser tomou um seio meu na boca vorazmente, parecia desesperado por isso, sugou com vontade.
Como isso era esquisito! Nathan tomou meu outro seio e eu corei, envergonhada daquela situação, dois homens cruzados nos meus seios, sugando com vontade, eu estava dura, paralisada, Nathan apertou a minha cintura enquanto sugava o meu seio, retirei as mãos dele de mim.
- Preciso ir ao banheiro - eu falei, e eles me soltaram.
- Esse é o leite mais delicioso que provei na vida - Nathan falou e eu fiquei ainda mais vermelha. - Tão linda - ele falou me olhando nos olhos.
- O banheiro é ali, vai logo que eu quero mais - Nasser falou e eu me levantei, os outros dois estavam perto da mesa nos olhando atentamente.
Então eu corri para a porta, abri ela e sai em disparada, esses malucos não vão encostar em mim nunca mais, eles que se resolvam com aquela doida, todos me olharam curiosos ao me ver correr tanto, quando a porta do elevador se abriu e eu entrei, vi os quatro parados na porta.
- Não adianta correr, nós vamos te achar - Nasser falou, e eu mostrei o dedo do meio para eles antes das portas do elevador se fecharem.
NICOLAS
Porque me senti tão triste, pelo fato daquela mulher ir embora assim? Ela me socou sem dó, tenho certeza que vai ficar roxo, mesmo assim eu queria ela, e nossa, que leite gostoso, eu simplesmente viciei, nunca havia provado um tão gostoso, sei que eu e meus irmãos somos esquisitos por gostar disso, gostar de sermos amamentados, mas essa é uma das coisas que temos em comum, e nenhum julga o outro por isso.
- Se uma mulher linda de olhos esverdeados e cabelos pretos, longos, com um cartão pessoal dos Lambertt nas mãos passar pela recepção, não a deixe sair - Nasser falou pelo telefone aos seguranças.
- Se essa garota acha que vai pegar nosso dinheiro, ela está muito enganada - Nathan falou nervoso também.
Não estamos nervosos pelo dinheiro em si, já demos isso de gorjeta algumas vezes e não vai nos fazer falta, mas é pela safadeza da mulher de combinar tudo conosco e na hora fazer isso, e também pelo fato, que eu pelo menos queria mais, eu queria mais do leite dela e mais dela também, pois a diaba nervosinha era linda, com um soco forte da porra, mas linda demais.
Será que ela fazia programa também? Me senti estranhamente furioso só de imaginar alguém, que não fosse eu e meus irmãos, tomando aquele leite gostoso e a tocando, então me deixou ainda mais perturbado, que merda era essa? Nem conheço a garota, e já não quero que mais ninguém a toque.
- Porra aquela doçura violenta, tem um gosto maravilhoso, porra eu não quero o dinheiro de volta, eu quero ter mais do leite dela, que inferno, porque é tão gostoso.- Nasser falou, pouco inquieto
- Gostoso é pouco, eu achei perfeito, deliciosamente perfeito - Nathan falou.
- Obrigado, por ficarem falando isso, eu não provei, caramba! - Nolan falou e deu um leve suspiro em frustração.
- Mas nós a teremos mais vezes, tenho certeza aquele leite gostoso será apenas nosso - Nathan falou sério.
- Bom, se ela fizer programa eu a quero, pagarei o tanto que for - falei, mas a ideia de ela fazer programas ainda me perturba.
- Eu também quero - Nasser falou me olhando.
- Eu disse primeiro, então ela vai ser minha, vou contratar ela por uns setenta anos - eu falei olhando Nasser.
- Eu que tive a ideia de contratar uma mulher para nos satisfazer, então eu tenho mais direito a ela que todos vocês, esqueçam se ela fizer, será apenas comigo - Nathan falou.
- Podemos dividi-la, já fizemos isso algumas vezes, não vejo problema em fazer isso agora, iríamos dividir o leite dela mesmo, dividir aquele corpo lindo vai ser a mesma coisa - Nolan falou.
- Nós quatro juntos com a mesma mulher, da última vez que fizemos isso, a menina chorou e nunca mais nos olhou - falei.
De fato, quando éramos adolescentes, fazíamos isso às vezes, escolhíamos uma menina do nosso gosto, dávamos alguns presentes para ela e nós quatro transávamos ao mesmo tempo com ela, começou como uma brincadeira nossa, mas tomamos gosto por isso, e quando já estávamos na universidade fizemos isso, mas as garotas já não aguentavam mais nossos tamanhos e nossa voracidade, a maioria reclamava, a última chegou a chorar e nos chamar de jegues, e nunca mais nos olhou, desde então nunca mais fizemos isso juntos.
- Senhor Nasser Lambertt, a mulher está aqui na recepção e está muito nervosa - O segurança falou pelo interfone.
- Segura ela aí, estamos descendo - Nasser falou.
Saímos da sala de Nathan, e os funcionários baixaram suas cabeças, não temos fama de sermos pacientes e muitos até nos temiam. Mas na verdade, nem contato com os funcionários tínhamos direito, não sei ao certo de onde vem essa fama nossa, o Nasser eu entendo, tem hora que até eu tenho medo dele, imagine os outros, mas eu sou tão fofo e sociável, eu pensava rindo de mim mesmo.
Ao descermos, quando a porta do elevador se abriu, já vimos aquela linda garota, brigando com os seguranças, a baixinha era uma mini furiosa mesmo e tão linda.
ANNA
- Eu não roubei nada nessa merda, me deixa ir embora -falei jogando tudo o que tinha na minha bolsa no chão.
Aqueles seguranças idiotas não me deixavam sair, estavam me tratando como se eu tivesse roubado algo, eu sei que sou pobre e provavelmente tenho cara de pobre, mas isso já era discriminação, eu sou honesta.
- Os quinze mil na sua conta sem você fazer o combinado caracteriza-se como roubo, abelhinha.- Eu dei um pulo ao ouvir a voz de um dos irmãos Lambertt, doidos. - Chega de escândalo e vamos conversar como pessoas civilizadas ok, abelhinha? - Nolan falou.
- Meu Deus, eu não roubei vocês, eu encontrei uma mulher doida no elevador que me deu o cartão, não sou eu quem está com o dinheiro de vocês!- Eu falei quase em surto, esses homens são malucos.
- Vem, mini furiosa, vamos subir e conversar - Nicolas falou e vi que o olho dele onde eu bati começou a ficar roxo.
- Vão a merda, meu Deus! - Nasser, o grandão tatuado, se lançou para cima de mim, ele era enorme e assustador, ele segurou minha cintura e me jogou em seu ombro. - Me solta seu maluco, me solta, alguém chama a polícia!- Eu gritei batendo em seu ombro e ele parecia ser de pedra, pois nem sequer se mexeu com meus socos, minha mão que começou a doer.
- Sim, chamaremos a polícia e quem vai sair presa é você, sua maluquinha - Nathan falou.
- Me solta Nasser, vou vomitar em você -falei fingindo que ia vomitar, ouvi a risada dele.
- Pode vomitar, sua peste raivosa - Nasser falou.
- Agora vou receber apelido de todos, só falta você Nathan, vai me xingar do que?- Falei nervosa.
- Gostosa, te apelidar de gostosa pra mim é perfeito - Nathan falou.
- Vou dar apelido para vocês também, maluco um, dois, três e quatro - Eu falei, ainda me debatendo. - Vou mijar em você Nasser - falei.
- Eu duvido...
Nasser me jogou no chão quando eu comecei mijar nele mesmo.
- Sua maluca! - Ele falou, e eu corri para longe deles, pulei pela mesa de recepção e corri até a outra lateral do prédio, eu sou muito boa correndo, sempre fui campeã de corrida na época de escola.
Ouvi os passos apressados deles e corri mais ainda e vi uma porta se abrindo, devia ser a entrada de prestadores de serviço, corri até ela, sai batendo em todo mundo.
Quando cheguei na rua, corri ainda mais, entrei no primeiro ônibus que vi saindo, e quando o ônibus passou pelos quatro, eu dei tchauzinho e Nasser sorriu ironicamente e meio sombrio, ao me mostrar a minha bolsa.