Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Aventura > Apenas Nossa 2
Apenas Nossa 2

Apenas Nossa 2

Autor:: Andrea Santos Femme
Gênero: Aventura
Anna está com a vida plena em todos os sentidos, noiva dos irmãos Lambertt. Mas devido a alguns acontecimentos, se vê na dúvida se seu belo futuro com esses irmãos, será tão pleno como imagina.

Capítulo 1 Quer ser o primeiro, amor

ANNA

Tudo na minha vida mudou para melhor desde que conheci os Lambertt, os homens mais maravilhosos do mundo e todos meus, eu amo demais esses quatro. E ver meus namorados, bom, noivos agora, tenho que me acostumar com isso, mas ver os quatro desta forma, para mim, me deixou extremamente excitada, o fogo que senti entre minhas pernas foi surreal, a um minuto atrás, estava enjoada, e chorando por tudo, agora, estou faltando subir nas paredes de tesão.

Se eu estiver realmente grávida, esse turbilhão de emoções, é muito esquisito, mas agora só quero me concentrar nos meus quatro noivos de joelhos a minha frente.

- Vão mesmo fazer isso? Não vou ter dó de vocês - falo, já olhando pelo quarto, imaginando o que vou usar primeiro.

- Sabe que fazemos tudo por você, bonequinha, e se você quer, nós faremos. -Nathan diz.

Vou até nosso quarto, visto a roupa que comprei, para fazer uma surpresa para eles, era uma lingerie vermelha, toda transparente, as alças do sutiã e da calcinha, eram uma corrente dourada bem fina, as botas de couro, eram vermelhas e vinham até a altura das coxas, o chicote de três pontas era vermelho também.

Quando voltei para o quarto eles ainda estavam na mesma posição.

- Caralho, Anna... - Nolan falou num gemido.

- Hoje, vou ter quatro cavalos chucros para eu domar, ao invés de um - falo passando o chicote no pau de Nasser que já está bem duro, quase saltando para fora da cueca.

- Seja uma mestre boazinha, em nossa primeira vez - Nico fala.

- Eu sempre sou boazinha não é, Nass? - eu passo o chicote no rosto dele.

- Sempre, minha mestre - ele diz.

- Não nos mate por favor! - Nathan diz, e dou risada, vou até a parede, pego mordaças e levo até eles.

- Mal começamos e já estão reclamando, vou deixar meus cavalos gostosos de castigo.

Vou até Nolan, fico atrás dele, pego a mordaça, ele me olha.

- Não falei nada, abelhinha.

- Para prevenir - digo levando a mordaça até sua boca, colocando bem apertado. Deslizo minhas mãos nos seus ombros, descendo por seu tórax, bem definido, até chegar em seu pau.

Seguro por cima da cueca, que já nem o encobria inteiro, faço um carinho, tiro seu pau para fora massageando a cabeça toda melada, Nolan tentava gemer, mas a mordaça o impedia.

- Viu como sou boazinha? - falo masturbando-o com vontade. Nolan inclina seu corpo, para receber melhor a carícia, puxo o cabelo dele com força, fazendo sua cabeça ir para trás, passo minha língua por seus lábios, o pouco que está por fora da mordaça, e paro de masturbá-lo, adoro ver a gota de suor que escorre por sua testa, desço lambendo seu pescoço.

Sinto seu pau pulsar na minha mão, me levanto e vou até o Nico, esse já suava, sem eu nem ter encostado nele, mas esse suor, era de puro medo, do que estaria por vir.

- Está com medo, amor?-pergunto me sentando em seu colo, esfregando minha intimidade no seu pau, que já estava para fora da cueca, aquilo era tão grande, que a cueca não segurava dentro dessa forma.

- Muito... - rebolo em seu pau e ele geme.

- Seu pau não parece estar com medo...

Coloco minha calcinha de lado, encaixo seu pau entre minhas coxas, me esfregando ainda mais.

- Ahhh, sua gostosa!

Coloco a mordaça em sua boca, me inclino até seu pau, abocanhando de uma vez. Nico leva sua mão até meu cabelo, me fazendo engolir seu pau, quase me fazendo engasgar.

Me solto dele, lhe desfiro uma chicotada na perna, ele geme de dor. Nasser ri alto.

- Muito apressado amor, só por isso, vou te algemar - pego as algemas que ele havia deixado no chão, levo seus braços para trás e prendo-os.

Vou até Nathan, faço ele se levantar, desço até seu pau, engolindo com voracidade.

- Ahhh, bonequinha...

Ele geme alto, seguro no pau de Nasser que está ao seu lado, solto-o apenas para chupar Nasser, depois volto para ele. Sou puxada por Nasser, me fazendo sentar em seu colo, suas mãos deslizam por meu corpo.

- Você está gostosa demais, amor...

Me solto dele, lhe desferindo algumas chicotadas, no peito. Sei que ele adora, seu gemido não nega.

- Vou ter que amarrar, todos os meus noivos, para aprenderem a como serem obedientes.

Os quatro olham para mim, vou até o sofá com pés de madeira finos e desenhados. O estofado era de veludo vermelho, pego o controle, abaixo o tom da luz, deixando mais escuro o quarto. Coloco uma música, vou até as gavetas e pego coleiras, ainda bem que mandei Nasser comprar sempre mais de quatro de tudo, sabia que uma hora eles iriam ceder. Levo as coleiras de couro preto até eles, coloco no pescoço de Nasser, levo ele até a parede onde tem correntes penduradas, prendo a ponta na coleira, faço isso com meus quatro noivos.

- De joelhos!

Ordeno e sou obedecida por eles imediatamente, sorrio ao ver eles presos daquela forma, eram tão gostosos, tão submissos deste jeito, me deixava muito excitada. Vou até Nolan, retiro sua mordaça, dou um beijo voraz nele, mordo seu lábio inferior, ele geme, mas parece gostar, o que me deixou ainda mais excitada.

- Levanta a perna - ele obedece, ficando com a perna dobrada, coloco minha perna em cima de sua coxa.

- Delícia...

Nolan geme alto, ao olhar fixamente para minha boceta toda exposta para ele, seguro seu cabelo, com força, puxo seu rosto, até encostar entre minhas pernas.

- Usa essa sua língua do jeito que só você sabe fazer...

Nolan, nem espera eu terminar, arranca mais uma calcinha minha, destruindo-a e jogando longe, segura minha bunda com as duas mãos enterrando sua língua na minha boceta.

Dou um grito de prazer, ele sabia mesmo como me deixar louca, puxo seu cabelo com força, o ciúme doido me invade ao pensar, que ele era muito experiente nisso e deve ter feito muito isso antes. Dou um tapa em seu rosto, o barulho ecoa pelo quarto, ele não reclama, pelo contrário me puxa mais para ele.

Nolan estoca sua língua na minha boceta como se fosse seu pau, minhas pernas chegam a ficar bambas com aquilo, antes que eu goze em sua boca, puxo seu cabelo, fazendo-o soltar bruscamente.

- Porra, amor, goza na minha boca.

Ele resmunga, dou um beijo em sua boca, dou mais um tapa em seu rosto, vou até onde deixei, uma coisinha que encomendei. Os quatro me olhavam atentos, quando me viro, vejo o olhar deles na minha mão.

- Mas o que é isso? - Nathan pergunta.

- São anéis penianos! - Nasser responde.

- O que vai fazer com isso? Arrancar nossos paus?

Dou risada do desespero deles, vou até Nasser, que está com seu pau já babando.

- Quer ser o primeiro, amor?

Nasser apenas sorri, seguro seu pau na minha mão, começo a inserir os anéis.

Capítulo 2 Abelhinha preciosa.

NASSER

Aquilo doía para caramba, Anna coloca esses anéis no meu pau, sem a menor delicadeza, mas aquelas mãozinhas macias segurando meu pau me deixava louco. Ao terminar, Anna se ajoelha na minha frente, me abraça, passa sua língua pelo lóbulo da minha orelha, se inclina e toma meu pau com sua boca deliciosa, sinto aqueles anéis apertarem meu pau ao extremo, mas aquela boca deixava, aquela tortura ainda mais deliciosa, que tesão do caralho, ver Anna com a boca enterrada no meu pau, ela engolia tudo, sua boca batia na minha barriga, me deixando louco.

- Porra, Anna...

Solto um gemido e Anna solta meu pau, vai até meus irmãos, que estão até suando de medo, Anna, sem dó nenhuma, coloca os anéis nos paus deles. Anna fica de quatro na minha frente, puta que pariu, que visão, seguro sua cintura e enterro meu pau nela, com força, Anna geme alto. Se inclina e toma o pau de Nico que está ao meu lado na boca, ele tenta gemer, mas a mordaça, abafa o som.

Anna sai de perto de mim, meu pau chega a doer em frustração, ela fica de quatro para Nico, encaixando o pau dele em sua boceta, ele ainda está algemado. Anna o faz sentar no chão e senta no pau dele, porra, ela era gostosa demais, Anna passa o chicote pelo pescoço de Nico.

- Está gostando, amor?

Nico apenas assenti, Anna puxa o chicote apertando seu pescoço, fazendo o se aproximar de seu rosto, ela tira a mordaça.

- Quero ouvir sua voz, responde. Está gostando?

- Muito, sua gostosa...

Nico tenta beijá-la. Anna segura a corrente presa na coleira, fazendo a cabeça dele ir para trás.

- Não encosta, não dei ordem para me tocar, apenas aprecie, minha boceta, sentado no seu pau...

- Vem aqui, mestre, quero você também... - resmungo tentando puxá-la.

Anna sorri, sentando cada vez mais forte no pau do Nico, me deixando cheio de tesão, porra, eu quero aquela boceta no meu pau.

Anna sorri tira um pequeno controle da bota, e aperta, nós quatro gritamos ao mesmo tempo, não sei se foi pela dor ou pela porra do prazer que essa merda deu, os anéis apertaram ainda mais meu pau, e creio que dos meus irmãos também, e vibrava sem parar.

- Porra... vou gozar... - Nico falou, Anna sorri de um jeito meio sombrio.

- Não vai.

Ela aperta a porra do controle de novo, e o anel aperta ainda mais. Anna sai de cima de Nico e vem até mim, sentando a minha frente e abre suas pernas, aquela visão era perfeita.

- Me chupa!

Não preciso ouvir essa ordem duas vezes, me abaixo, até sua boceta, e enfio minha língua com voracidade. Amo o gosto da minha mulher é perfeito, Anna segura minha cabeça, rebolando essa delícia na minha boca, em pouco tempo, sinto o corpo dela tremer, e seu líquido gostoso invadir minha boca, tomo cada gota daquela maravilha, era meu vício, o gozo da minha mestre, realmente era meu vício.

NOLAN LAMBERTT

Era estranho eu estar gostando disto, não quero ser um maluco, feito o Nasser, mas isso era muito gostoso, ter Anna assim, que delícia. Quando ela vem na minha direção, meu pau chega a pulsar. Ela me faz ficar de pé, pega um chicote maior do que ela e vem até mim.

- Quer me foder, No? - ela pergunta passando o chicote no meu peito.

- Muito, quero muito, abelhinha.

Meu pau está bem duro, aquela merda vibrando meu pau dessa forma, era doloroso e gostoso ao mesmo tempo.

- Então peça...

- Eu quero te foder, me deixa te foder - falo a interrompendo, ela levanta aquele chicote e atinge, minha barriga, doeu, mas estranhamente foi bem excitante. Porra, estou ficando igual ao Nasser, cruz credo, Deus me livre.

- Não interrompa sua mestre!

Ela passa o chicote por meu rosto, desce até meu peito, atinge outra chicotada no meu peito, tenho certeza de que fará uma marca, mas nem reclamar de dor eu consigo, só sei gemer.

- Peça por favor.

- Me deixa te foder, por favor?

Minha voz sai mais suplicante que imaginei, que se foda, eu quero enfiar meu pau nela, mesmo.

Anna, pega na corrente, que Nathan está preso, puxa ele de uma vez até nós, ele até se engasga pelo enforcamento repentino.

- Quer me comer também, amor?

Nathan, geme puxando Anna para ele, ela empina sua bunda, para o Nathan, que já enfia sua mão na boceta gostosa dela.

- Sempre, amor, sempre quero te comer.

Anna beija Nathan, vai até perto do sofá, onde tem uma mesa de canto, pega um gel, e volta até nós.

- Quero os dois dentro de mim. - Anna lambuza o pau de Nathan com o gel. - Se gemerem vou apertar mais o pau de vocês, e ainda vão apanhar com o chicote, só eu vou gemer.

Ela diz, me fazendo deitar no chão, aquela porra da corrente em meu pescoço, esticou quase me sufocando, mas eu não estava nem aí, só quero sentir ela no meu pau. Anna coloca gel no meu pau, e senta de uma vez com aquela delicia, em mim. Não consigo conter um gemido alto, e em seguida, levo uma chicotada no ombro, ah porra, como ela era gostosa, assim tão dominante, ela parecia ser um ser supremo aos meus olhos, só existia ela aqui e no mundo todo.

- Me come Nathan.

Ela ordena, Nathan nem pensa já se posiciona atrás dela, a penetrando por trás.

- Que delícia, porra, como é apertada, que delícia... aiii, porraaa!

Nathan grita quando, Anna aperta o botão, aquilo vai arrancar nossos paus, nos quatros gememos de dor.

- Pode apertar esse botão o quanto quiser, ainda sim é uma delícia...

Nathan fala, se movimentando atrás dela, início meus movimentos também, nós dois a preenchia por completo, Anna gritava, gostosamente, aqueles gritos dela, sempre me deixava louco, arranco seu sutiã e caio de boca em seu seio gostoso, sugando, sentindo seu leite delicioso, invadir minha boca, não tem como não gemer, Anna sem dó nenhuma, me enche de chicotadas nas costas, e onde ela alcança, eu apenas consigo gemer mais, sugando aquele leite delicioso e enterrando meu pau, cada vez mais forte na sua boceta apertada e molhada, o grito que ela soltou ao melar mais meu pau com seu gozo, me fez tremer todo, meu pau explode em um orgasmo, o mais doloroso e gostoso da minha vida, valeu muito a pena ceder a essa minha mulher maravilhosa, ela é perfeita em tudo, impossível não amar essa abelhinha preciosa.

Capítulo 3 Anna nos completa.

NATHAN

Entrar na minha bonequinha era sempre uma delícia, estou sempre disposto, a entrar nela, mas confesso, que essa porra apertando meu pau, vibrando dessa forma, e Anna me apertando ainda mais, era uma delícia, surpreendentemente uma delícia. Anna se saia de perto de mim, meu corpo tremia em reclamação.

Ela pega uma cadeira, me empurra sem nenhum carinho, me fazendo sentar e quase cair da cadeira, vem até mim, sentando de frente no meu colo, lambuza mais meu pau com o gel, e senta deslizando aquela delícia.

Realmente amo comer minha mulher, mas por trás é maravilhoso. Anna enrola o chicote no meu pescoço, a cada sentada que ela dá no meu pau, ela usa suas mãos para puxar seu corpo, quase me sufocando, ela geme que nem uma putinha safada, a minha putinha safada, ela vai me matar, mas morrer dessa forma, para mim não importa.

Ela solta o chicote e crava suas unhas nos meus ombros, deslizando pelo meu peito, fazendo um caminho bem marcado com suas unhas, queimava minha pele.

- Vou gozar, amor...

Falo quase tendo um colapso de prazer, ela senta ainda mais forte, seguro sua cintura e gozo gritando feito um maluco, cada vez que transava com Anna era ainda melhor, sempre melhor, porra, eu amo demais essa minha mulher, abraço Anna.

- Eu te amo, bonequinha - falo ofegante, Anna sorri, limpa o suor que escorre da minha testa, acho que suei mais de medo mesmo, mas no final o prazer foi indescritível, vou repetir com certeza.

- Eu te amo.

Anna se levanta e vai até Nico, este ainda tremia de medo.

- Meu Nico, quer me comer também?

- Com toda certeza, amor!

NICOLAS LAMBERTT

Eu quero muito foder minha garota, ela está realmente gostosa dessa forma, Anna vem até mim, solta minhas mãos.

Sem dar tempo de ela pensar eu puxo ela para mim, seguro suas mãos atrás de suas costas, com uma mão, me levanto, levo ela até a parede, onde estou acorrentado, levanto suas mãos acima de sua cabeça, encosto suas costas na parede, a levanto na altura que meu pau e encaixo em sua boceta e enfio, tudo de uma vez, ela está paralisada pela surpresa, não reclama, apenas me olha com os olhos arregalados.

- Agora quem é o mestre, minha gostosa?

Falo estocando nela, com força, Anna passa as pernas por minha cintura, me apertando mais para ela, prenso meu corpo contra o dela, fodendo aquela boceta apertada, sem dó, levo minha boca até seu pescoço, lambendo e mordendo, o corpo dela era sacudido contra a parede a cada estocada.

Passo meu braço, por sua bunda, a tirando da parede, deixando-a no meu colo, ainda seguro suas mãos.

Com o braço que seguro sua cintura a faço subir e descer no meu pau, Anna apenas grita alto.

- Me chama de mestre! - peço para ela, Anna sorri para mim.

- Nunca!

Coloco ela no chão, a faço se ajoelhar, seguro seu cabelo, fazendo ela levantar o rosto e me olhar, enterro meu pau em sua boca, dominando todo os movimentos de sua cabeça.

- Me chama de mestre?

Repito, tirando meu pau de sua boca, Anna sorri, pega a porra do controle e aperta, me fazendo se ajoelhar de dor, ela se solta de mim, se levanta.

- Eu sou sua mestre, seu desobediente!

Anna pega uma corrente e passa por todo meu corpo, bem apertado, prendendo com um cadeado. Ela desliga aquela porra, pega um chicote e se aproxima de mim, sem falar nada, desfere algumas chicotadas em mim. Eu urro de dor, mas meu pau não abaixa, aquela diaba, era gostosa, para cassete.

- Bate mais, amor, bateu pouco!

Nasser fala rindo.

Anna não pensa duas vezes, bate ainda mais em mim.

- Sabe que eu estava pensando em fazer por traz com você hoje...

- Jura, amor, eu quero muito! - interrompe ela empolgada e logo sou atingido por uma chicotada.

- Mas não vou, por ser tão desobediente, vai ser o último a gozar.

Anna puxa a corrente presa no meu pescoço, puxando pelo gancho, até eu ficar preso na parede, ela prende a corrente, e eu não consigo me mexer. Ela me puxa para um beijo, me chicoteia algumas vezes e vai até Nasser, soltando-o completamente.

- Por ser meu cavalo chucro, mais obediente, vou deixar você me comer do jeito que você quiser.

NASSER LAMBERTT

Aquilo era uma música aos meus ouvidos, Pego minha pequena furiosa gostosa nos braços, encosto as costas dela em Nico, enfio meu pau nela.

- Aprecie nossa mulher gozando no meu pau, enquanto está preso, seu peste magrelo.

Provoco Nico, encaixando o rosto de Anna bem próximo do dele, Anna gemeu quando estoquei nela.

- Geme minha gostosa, mostra para esse magrelo, o quanto meu pau te dá prazer.

Falo me inclinando e sugando um seio de Anna, ela não se faz de rogada, grita alto, puxando meu cabelo, enquanto aprecio meu leite delicioso e sua boceta perfeita.

- Ahhh. Nass...

Ela grita, se agarrando em mim, sinto seu mel escorrer pelo meu pau, porra que delícia.

- Porra, amor... não geme assim, me deixa louco - Nico resmunga querendo beijá-la, Anna desfere um tapa em seu rosto. - Gostosa... - Nico tenta beijá-la mais uma vez.

- Quieto, não me faça amordaçá-lo de novo.

Ela diz ainda com o corpo tremendo pelo orgasmo, viro ela de frente para Nico, fazendo ela apoiar os pés na parede.

- Vou te comer por trás agora - falo levando minha mão até sua boceta.

- Tudo que meu homem quiser!

Ela fala me deixando alucinado, meto meu pau nela, lentamente.

- Olha para o seu magrelo. E diz que estou te comendo por trás e ele não vai! - ordeno.

- Desgraçado! - Nico grunhi.

- Meu cavalo chucro, está cavalgando em mim por trás- Anna diz olhando direto para o Nico. - E por ser tão desobediente, você não vai!

Dou risada da cara de desespero que Nico faz, empurro Anna mais para frente, colando ela no corpo dele, aumentando meus movimentos. Anna se agarrou no pescoço de Nico, enquanto meu corpo batia no dela.

- Eu te amo...

Falo perdendo meu controle e metendo sem dó em Anna, ela grita num misto de dor e prazer. Quando gozo meu corpo inteiro treme, meu gemido, é alto. Anna era perfeita porra, que mulher maravilhosa, como temos sorte de ter encontrado alguém que nos completa, em tudo, em absolutamente tudo em nossas vidas Anna nos completa.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022