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Apenas Uma Paixão

Apenas Uma Paixão

Autor:: Jhenyfe
Gênero: LGBT+
Diana Dragna: CEO da "DMD Astéri", Empresa de Moda e Agência de modelos. Filha de Magnatas, que atuam nas áreas de exportação e importação de vinhos. Elena Smith: Modelo nacionalmente conhecida, filha de um Jornalista que faleceu num acidente de Helicóptero e de uma ex-professora que largou a carreira para se tornar uma strip. Diana, nunca teve muitas expectativas no amor. No entanto, depois de descobrir que seu noivo John estava envolvido com a modelo mais perfeita daquela temporada, Elena Smith. Ela acaba encontrando o tão perfeito e sonhado, "amor pleno", nos braços da linda ex-amante do seu noivo.

Capítulo 1 Diana Dragna

Se eu fosse resumir a semana que tive em cores, eu resumiria em "Amarelo e verde". Amarelo, pois é a cor que mais define as suas mechas onduladas loiras. E o verde, pelo seu olhar vivido verde-claro, tão refrescante quanto as folhas da primavera.

Elena Smith, com certeza era a modelo mais linda, meiga e suave daquela temporada, fazendo jus à primavera. Pele branca e suave que pode ser facilmente marcada com um aperto de leve. Seu cabelo loiro e ondulado alcançava a sua cintura, seu olhar vivido e suas bochechas coradas hipnotizam qualquer um. Inclusive Josh O'malley, meu noivo.

Josh, sempre foi o tipo de homem bonito, gentil e brincalhão que quase todas as mulheres sonham em ter, sem mencionar o enorme patrimônio que o espera, depois que seus pais morrerem. Mas, a fama de playboy e mulherengo sempre foi um ponto negativo no seu perfil.

Sempre soube dos seus casos, mas nunca me importei com nenhum deles, já que o nosso noivado era apenas algo de certa forma, contratual. O romance entre nós, era apenas algo sonhado e esperado por nossas mães, que sempre foram muito amigas, desde a infância e juraram casar seus filhos, para nunca perderem o laço de suas amizades.

Nunca pensei em desfazer meu noivado com ele, mesmo que não nos amassemos, a não ser por hoje, por conta da sua imprudência, de não conseguir nem mesmo esconder seus casos de uma noite.

As modelos desfilavam pela passarela com a minha mais nova colação de primavera, as peças era simplesmente excepcionais, eu poderia dizer com todas as letras que o evento estava ocorrendo da maneira mais perfeita possível, a não ser pelo fato dos convidados estarem olhando mais para mim e seus aparelhos, do que, para as modelos na passarela.

- Edna, você reparou?- Pergunto para minha amiga, que está dentada ao meu lado e também é uma das principais estilistas da minha empresa.

- Sim, o foco do evento está todo em você, e eu não acho que seja por um bom motivo, amiga.

- É o que eu estou achando também. - Solto um suspiro cansado e frustado. - Bem, vamos descobrir o motivo de seus olhares de auto-piedade.

Edna pega seu aparelho e começa a procurar algo que esteja relacionado ao meu nome nas redes sociais, enquanto faço o mesmo.

- AI M... meu deus! - Ela praticamente grita a frase, mas tenta permanecer calma por conta das pessoas ao nosso redor.

- O que? - Pergunto curiosa e ela me entrega seu celular, um pouco receosa.

Pego o aparelho e meu olhos caem sobre o título da manchete. " Playboy mais cobiçado de Nova York, foi pego aos beijos com o Diamante da primavera".

Logo em seguida meus olhos vão direto para a foto abaixo, uma foto clara e vivida de mais uma traição de John, dessa vez, com uma das modelos oficiais da minha empresa. Começo a ler a matéria, sem muito entusiasmo.

O Playboy mais cobiçado de Nova York, John O'malley, foi flagrado aos beijos com uma das principais modelos da "DMD Astéri", Elena Smith. Um romance e tanto não é? Mas, acho que está mais para uma catástrofe polêmica, do que para um romance quente, já que a modelo traidora, trabalha para ninguém menos que Diana Dragna, uma empresária de sucesso e personalidade forte, e também, como todos sabem, oficialmente noiva de John O'malley.

Essa humilde autora está se perguntando, como será que a senhorita Dragna vai reagir quando descobrir que seu lindo 'Querubim' é na verdade um peixe podre, e o Belíssimo diamante da primavera é apenas uma pedra no seu sapato?

 Como dizia Leon Eliachar."Adultério: É isso que liga três pessoas sem uma saber."

Verum Circe.

Assim que termino de ler o Post no twitter, não consigo deixar de sorrir.

- É realmente surpreendente. - Falo enquanto entrego o aparelho de volta para sua dona.

- O que? a traição dele com uma de suas funcionárias? - Edna pergunta.

- Não, estou falando de "Verum Circe". Ele ou ela, é realmente uma pessoa excêntrica e sarcástica, gostaria de conhecer essa pessoa um dia.

- Eu não acredito Diana. - Ela fala incrédula. - O mundo está praticamente pegando fogo e você está pensando em conhecer um fofoqueiro da internet.

- Pode ser fofoqueira. - Sorrio.

- Sinceramente, você não toma jeito mesmo. Então, o que pensa em fazer?

- Com o fofoqueiro ou fofoqueira? - Me faço de sonsa, sem ter um pingo de interesse no assunto que está prestes a vir.

- Santo amado. - Ela suspira. - Você realmente não está se importando com os traidores não é?

- Nem um pouco.

- E o evento? Pode ser um desastre, depois dessa notícia. Você pretende continuar com Ele, vai demitir ela?

- Não acho que esse pequeno Post afete o evento, e caso afete, podemos fazer um ainda maior e melhor. - Continuo. - Não prendo continuar com John, continuar com o noivado apenas prejudicaria a minha imagem, e eu nem mesmo gosto dele para correr esse risco.

- E sobre Elena?

- Nada vai mudar, ela é uma das nossas melhores modelos e é uma ótima funcionária, bem fácil e maleável de se trabalhar. Além do mais, não era ela que estava noiva de mim.

- Sabe, eu admiro muito a maneira como você não se importa com as coisas, ou pelo menos fingir não se importar.

- É mesmo? Talvez você queira algumas aulas de como lidar com o seu ciúmes, Quando as coisas se tratam do seu lindo CEO.

- Apenas cale-se, sua chata. - Ela fala zangada e eu Sorrio.

O final do desfile chega, quando Elena Smith entra vestindo um vestido longo de noite, com uma modelagem ombro a ombro, corte columna, tecido da mais pura seda, cor verde-jade. Não pude deixar de notar o quão diferente somos. Ela é leve, transmite um ar de gentileza e pureza. Enquanto eu, tenho personalidade forte, tenho que ser perspicaz, elegante e rígida na medida certa, para manter um perfil profissional digno e respeitável de uma empresaria de sucesso. Resumindo, ela é uma linda rosa e eu sou apenas margarida. Uma coisa é certa, Elena Smith é realmente bela, qualquer um poderia ficar hipnotizado por sua beleza, se duvidar, até mesmo eu, Diana Dragna.

Capítulo 2 Diana Dragna

O meu celular começou a tocar antes mesmo de eu chegar no meu quarto no hotel, já que eu estava em Chicago e não em Nova York. Ligações da minha mãe, da senhora Lilian, que é a mãe do John, e ligações do John.

Assim que passei pela porta do quarto, o meu celular começou a tocar novamente, era John mais uma vez. Dessa vez atendi a sua ligação.

- Diana, eu realmente posso explicar! - Fala rapidamente, como se já soubesse que eu já sabia da sua mais nova traição.

- Eu acredito que pode John. - Falo tirando o meu salto.

- Diana, eu e aquela garota, foi um deslize, apenas um beijo, ela me beijou na verdade. - Ele tenta se explicar de todas as formas, mas quanto mais ele fala, mas feio parece.

Calço uma sandália e vou até o banheiro e coloco a banheira para encher, logo em seguida volto para o quarto.

- John, eu não me importo nem um pouco com a sua mais nova traição, assim como eu não me importo com as passadas.

- Como? - Ele fala quase como um sussurro. - Você sabia?

- Você nunca foi muito discreto, querido.

Ele permanece em silêncio por alguns segundos, talvez pensando no motivo de eu nunca o ter pressionado sobre sua aventuras de uma noite.

- Então, não está zangada? Ainda vamos nos casar? - Pergunta com incerteza.

- Olha John, eu realmente não estou zangada por você ter me traído, mais uma vez, a verdade é que eu simplesmente não me importo. E sobre o noivado e o casamento, acabamos por aqui.

- Mas você acabou de dizer que não estava zangada. Sua resposta anterior não condiz com a sua fala de agora, Diana.

Coloco o meu celular no viva-voz, e o coloco em cima da mesinha de cabeceira e começo a tirar minhas roupas.

- De verdade, não estou.

- É claro que está, caso contrário não estaria falando sobre terminar o noivado, eu entendo que você me ama e eu também te amo. - Ele fala como se estivesse completamente certo de meus sentimentos por ele e dos dele por mim. - Sei que o que fiz foi errado, mas se você parar para pensar, você também é culpada Diana, se você estivesse mais presente na minha vida, nada disso teria acontecido.

É engraçado ouvir ele dizer que me ama e logo em seguida falar que eu sou a culpada das sua traições.

- John, eu não estou terminando o noivado por causa da sua traição, se fosse por isso, eu já teria feito muito antes, teria terminado com você a dois anos atrás, quando descobri seu caso com uma de suas empregadas. E com certeza, não o amo, caso ao contrário não teria aceitado o seu comportamento vergonhoso desde o início e seu muito bem que você também não me ama, se me amasse de verdade, nunca ficaria com outra pessoa.

Ele ficou em silêncio por alguns segundos, pensando no que eu havia acabado de falar, por um momento pensei que ele estivesse em choque, por descobrir que eu não o amava, ou ele realmente estava em choque.

- Se não está com raiva, e não me ama, então porque estamos noivos, Diana? Eu não entendo.

- Pelo mesmo motivo que você me pediu em noivado. - Coloco o roupão e pego o interfone e ligo para recepção para pedir um champanhe, antes mesmo de terminar de falar com John, assim que termino, volto a conversar com ele.

- Aí meu deus, Diana. - Ele fala indignado. - Você nem mesmo terminou de falar comigo, como você pode ser tão pretensiosa.

"Pretensiosa", não pude deixar de sorrir ao ouvir ele me chamar daquela palavra, aquela não era a primeira vez que alguém me chamava de pretensiosa ou algo do tipo, era realmente uma palavra que comecei a ouvir bastante quando comecei com os meus negócios e com o tempo, só foram aumentando o número de pessoas que me chamavam assim.

- Acalme-se John, seja homem, não perca o controle por algo tão banal assim. - Por um momento pude ouvir algo sendo quebrado só outro lado da linha, talvez um jarro? quem sabe. - A questão é que, eu não te amo e você não me ama. Se estamos envoltos nesse relacionamento sem amor, e por causa de nossas mães que desde novas foram amigas e insistiram em casar seus filhos, se não fosse por minha mãe, eu nunca teria entrado em um relacionamento com você e creio que se não fosse pela sua, você também não estaria comigo.

- Sabe Diana, você tem toda razão. - Posso sentir todo o desgosto e fúria no tom de sua voz. - Se não fosse por minha mãe, eu nunca teria me envolvido como uma mulher tão pretensiosa, audaciosa e sangue frio como você. E você tem toda razão, vamos terminar por aqui e...

O interrompo, antes que ele termine de falar.

- John Maximilian O'malley. - Ele para de falar assim que falo seu nome completo. - Eu vou deixar as coisas bem claras de uma vez por todas.

Se eu fosse falar algo sobre mim que considero realmente pretensioso, é que odeio que outras pessoas tenham a palavra final, sou eu, que dito as regras e o rumo que elas precisam seguir.

- Eu, Diana Dragna, não estou terminando com você pelo fato de você me trair ou porque não o amo, mas sim, pelo meu ego, minha imagem e minha reputação.

Eu admito que sou pretensiosa e talvez eu sogra de excesso de confiança, como diz meu irmão mais velho, mas sinceramente, é essa parte que mais amo em mim.

- Ora sua maldita pretensiosa!

- Espero que reflita sobre suas ações John e não tente causar nenhum dano a minha imagem no futuro, sei como você pode ser vingativo e eu odiaria ter que destruir você, já que fomos muito amigos na infância e apenas falhamos em deixar nossas mães guiar nosso relacionamento, espero que possamos ser amigos novamente, assim como antes, tenha uma boa noite John.

Desligo o meu celular, sem me dar o trabalho de esperar ele responder, sei que ele diria apenas algo sobre o quão ruim sou como pessoa e depois alguns palavrões, resumindo, nada que me interesse de verdade.

Não demora muito até que o serviço de quarto chegue com o champanhe que eu havia pedido antes. Assim que o recebo, vou para o banheiro e tomo um banho rápido, depois me sirvo de uma taça de champanhe, antes de afundar meu corpo na banheira, completamente cheia de água e sais de banho.

Capítulo 3 Elena Smith

Chegou aos ouvidos e olhos deste autor ou autora, que o diamante da primavera da DMD Astéri, foi agredida no dia da grande descoberta da traição, por duas de suas colegas de trabalho e que por incrível que pareça, Diana Dragna, a vítima da história, entrou em sua defesa. Bem, de uma coisa eu realmente tenho certeza, é que, Diana Dragna, nunca desce do solto. Outro acontecimento interessante foi que o nosso queridinho "Playboy Traidor", John O'malley, foi visto no Aeroporto Internacional John F.

Kennedy de Nova York, horas antes de Diana Dragna e Elena Smith, colocarem seus sagrados pés na cidade. Parece que alguém realmente estava preocupado em fugir.

Verum Circe, 05 de Junho de 2022.

Depois que o desfile acabou, fui completamente inundada pela realidade brutal da vida.

- Sua idiota inútil! - Gritou John, do outro lado da linha. - Quantas vezes eu não disse para não me beijar em público sua imunda, sem noção!

Minha mente está girando, como se fosse um pião, girando e girando sem parar. Por um momento eu achei de verdade que esse homem me amasse de verdade, agora percebo que só fui um tola em cair nas suas graças. Bem, eu não diria dessa forma, mas é assim que devo pensar.

- Você nunca falou assim comigo John, porque está me tratando desse jeito?

- E você ainda pergunta sua idiota, por sua causa Diana, não está atendendo as minhas ligações.

- Está me tratando assim por causa dela? Me fala, se está tão desesperado por ela, porque traiu ela comigo?

- Vamos Elena, não dificulte as coisas, pense um pouco loirinha, você é linda, consegue despertar o desejo de qualquer homem, contudo, desejo não é tudo, e claramente você não serve para casar. O que eu tive com você foi apenas algo momentâneo, por pura diversão. - O idiota continua a falar. - Diana sim, é uma mulher perfeita, na verdade, quase perfeita, quando se trata da sua personalidade fria, e mesmo sendo uma mulher fria, ela é boa para se casar.

- Sinceramente, nunca ouvi tanta merda sair da boca de uma pessoa de uma vez só. - Falo com nojo. - Você acha mesmo que você é tudo i...

Tentei ao máximo conter a minha raiva e as minhas palavras, a minha vontade era de jogar na cara dele, que ele era apenas um playboyzinho de merda, que teve a sorte grande de nascer em berço de ouro e que nem mesmo a sua bela aparência o deixava menos detestável. Meu desejo era dizer o quanto ele era idiota por achar que uma mulher como eu, se interessaria por um mulherengo como ele, e que só estive com ele para poder alcançar o que eu queria, que, na verdade, ele não passou de um banquinho de suporte para que eu conseguisse o que realmente desejava. Mas, eu não poderia dizer isso para ele, não agora, não poderia me dar ao luxo de revelar as minhas emoções e correr o risco de ter alguém infernizando a minha vida, não depois de tudo que tive que aguentar para tentar ter pela primeira vez algo que eu queria e desejava com a minha alma.

- Ah, sua cobra! Você também parece estar com a língua bem afiada, parece ser uma santa, mas, na verdade, não é diferente de uma meretriz.

Ser comparada a uma meretriz foi quase a gota d'água para acabar com a minha paciência.

- Escuta aqui John, eu não sou obrigado a ficar ouvindo você falar coisas maldosas para mim. Eu sei que errei, mas, sejamos sinceros, é você que está caindo do penhasco, você é o noivo da Diana e mesmo assim, escolheu trair ela. - Continuo. - Eu confesso que foi tola e idiota de me apaixonar por você. - Minto descaradamente. - E acreditar que você havia se apaixonando por mim também. Mas, depois de hoje, não posso mais continuar errado, ainda mais, por um homem como você, assim que possível, vou implorar o perdão da sua noiva e dizer o quão arrependida estou, sei que nada que eu fizer vai reverter o que eu fiz, mas preciso tentar, então, a partir vou esquecer que me apaixonei por você e peço que você não me procure, por favor, vamos apenas esquecer esse erro.

Faço uma pequena encenação de choro e desligo a ligação na cara dele, me jogo na cama e solto um suspiro de alívio, por ter finalmente me livrado de um dos lixos da minha vida.

A minha situação atual não está muito boa no momento e ficou claramente pior, depois de hoje. Assim que saí do evento, fui encurralada por Maggie e Angel, duas das modelos que estavam trabalhando comigo hoje. Elas sempre me odiaram, desde que Diana apareceu comigo a dois anos atrás e decidiu estampar o meu rosto como principal garota propaganda da empresa, e não demorou muito até que trabalhos chegassem a mim, como folhas caindo de uma árvore em meio a uma ventania. Maggie e Angel, fizeram questão de tentar me humilhar com o fato de eu ter me envolvido com John, toda a humilhação foi pública para as pessoas verem e até mesmo ganhei um belo tapa no rosto. Se fosse em qualquer outra ocasião, eu me sentiria mais feliz, em revidar e dar uma lição naquelas duas, mas minha deusa apareceu bem na hora e por incrível que pareça, ela me defendeu.

No dia seguinte, ficamos no hotel e descansamos, me encontrei diversas vezes com Diana, naquele dia, e nenhuma vez ela me abordou para reclamar sobre o que eu havia feito ou, tentou me evitar, ela simplesmente fingiu que nada havia acontecido ou mudado. No dia seguinte fizemos algumas sessões de fotos em Chicago, assim como nos dias seguintes, até o dia de voltarmos para Nova York.

Os dias que passei em Chicago, não foram os piores da minha vida, tão pouco os melhores. Tirando a parte em que eu fui até o quarto de Diana e me ajoelhei pedindo perdão, todo o resto foi horrível para mim. Maggie e Angel, não me deram um minuto de sossego, Minha mãe me ligou só para me pedir mais dinheiro, para poder sustentar os seus luxos e do seu marido. Meu padrasto asqueroso, me enviou alguns áudios falando o quanto eu era... Bem, a única coisa do qual ela não me chamou foi de santa, sem falar na sua maneira doentia de me assediar que nunca muda.

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