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Apenas um baile 1v.

Apenas um baile 1v.

Autor:: Emelyn Lemes
Gênero: Romance
Em pleno século 21, ainda existem casamentos arranjados? Isso é o que presenciaremos na minha vida. Sou Emma, uma adolescente nada comum. Vim de família rica, onde antes mesmo de nascer já temos nosso futuro traçado. Parece loucura, mas para minha família é normal. É simplesmente uma tradição de família, que não pode ser quebrada. Minha mãe Luna já havia passado por isso, sua tradição com meu Pai Miguel. Tudo acontece aos 17 anos, quando de fato conhecemos nossos futuros marido milionário. Só precisamos ser cortejadas por um ano antes de irmos para faculdade, e depois que se formamos se casamos. Mas será que apenas um baile conseguirá quebrar a nossa tradição?...

Capítulo 1 Me conhecendo.

Em pleno século 21, ainda existem casamentos arranjados? Isso é o que presenciaremos na minha vida. Sou Emma, uma adolescente nada comum. Vim de família rica, onde antes mesmo de nascer já temos nosso futuro traçado. Parece loucura, mas para minha família é normal. É simplesmente uma tradição de família, que não pode ser quebrada. Minha mãe Luna já havia passado por isso, sua tradição com meu Pai Miguel. Tudo acontece aos 17 anos, quando de fato conhecemos nossos futuros marido milionário.

Só precisamos ser cortejadas por um ano antes de irmos para faculdade, e depois que se formamos se casamos. Mas será que apenas um baile conseguirá quebrar a nossa tradição?...

Loira dos cabelos ondulados, com 1,60 de altura, 17 anos, olhos azuis, pele clara quase pálida e de roupas despojada. Essa sou eu, Emma Silva Miller. Vocês vão presenciar agora uma típica briga com minha mãe, ela vem acontecendo há mais o menos um mês, desde que resolveu me fazer conhecer meu pretendente.

- Querida precisamos marcar o encontro, com o seu futuro marido. -Minha mãe Luna fala.

Luna, minha mãe é uma elegante mulher californiana, de 1,60 de altura, loira e olhos castanhos claros.

-Precisamos mesmo? -Eu pergunto emburrada.

- Já conversamos sobre isso, é o melhor para o seu futuro. -Meu pai Miguel fala.

- Por que eu não posso ser como a tia Sofia?

Nesse momento minha mãe já estava muito irritada. -Porque você não é burra, e quer ter um futuro. -Luna fala me encarando.

- Não é questão de ser burra, ou não querer ter um futuro, mas sim seguir o coração. Ela está muito feliz, tanto profissionalmente como na vida.

- Não é verdade, ela mal tem dinheiro para sustentar sua prima.

Não adiantava nada, eu estava certa deque não queria se casar. [Pelo menos não em um casamento arranjado]. - Dinheiro não é tudo. -Eu falo tentando convencer meus pais.

- Mas sem ele ninguém vive.

Capítulo 2 Agatha me ajuda.

Meu pai com um tom firme, termina a discussão. - Chega! Você não tem escolha, um dia vai nos agradecer. Irei marcar seu encontro com ele, para esse final de semana.

- Façam como quiserem, mas, se eu não gostar dele não serei nem um pouco amigável.

- Ele é um cavalheiro, você vai gostar dele.-Luna já estava um pouco mais confiante.

- Agora preciso terminar meu trabalho da escola. - Subo as escadas e chego ao meu quarto, onde ligo de videochamada para minha prima Agatha. Que há 5 anos estava em meu lugar, conhecendo seu futuro marido. Eu só quero que ela me atenda logo.

- Oi! Emma está tudo bem?

Meu rosto estava com um olhar de preocupação. - Me ajuda, meus pais querem que eu conheça meu futuro marido.

Ela me olha com olhar, de poucas esperanças. - A querida não adianta fazer nada, sei por experiência própria.

- Então tenho que apenas aceitar?

- Normalmente nossas famílias escolhem o melhor marido para gente.

- Você não vai mesmo me ajudar?

- Com o tempo se acostumamos, o que poderíamos querer? Temos tudo o que precisamos um casamento, dinheiro e um legado seguro.

- Eu quero mais que dinheiro, quero sentir (paixão) amor não apenas um casamento infeliz.

- De uma chance, não seja dramática. Você não está sendo comprometido com qualquer um.

- Você pensava bem diferente, quando tinha a minha idade.

- Com o tempo descobrimos o que é melhor, não queremos acabar como a tia Sofia.

- Não fala assim dela, ela é feliz.

- Querida ela não tem nem condições, para sustentar nossa prima.

- Já vi que você também não vai me ajudar, então, vou desligar.

- Depois me liga contando como foi o encontro, pelo que sei seu futuro marido é um cavalheiro.

Eu a olho com curiosidade: - Espera. Antes de ir me diga o que sabe sobre ele, ninguém quer me falar como ele é nem sei seu nome.

- Todos me pediram para não lhe contar nada. -Agatha me responde animada. -Mas, vou dizer. Vai se surpreender.

- O que quer dizer com isso? -Agora eu estava mais curiosa ainda.

- Você já o conhece!

- Como assim? -Eu a olho em choque.

- Falei demais, preciso desligar antes que acabe contando tudo.

Agatha desliga o telefone, e me deixa mais preocupada do que pensei que poderia estar. Agora em minha cabeça só penso, quem poderia ser meu futuro marido.

"Pessoas ricas e da minha idade, tenho apenas 3 opções e nem uma me agrada. Felipe um riquinho mimado, que acho ser dono do mundo. Jake mal o conheço, ele está sempre ocupado jogando tênis e futebol. Mas, não parece ser um idiota como o Felipe, dá para ter uma conversa civilizada. Talvez entenda o meu lado, de não querer me casar. Enfim, a última opção o Mario não ele não pode ser, será? Somos muito amigos desde sempre, nossos pais dão festas juntos. Então, tivemos que aprender a lidar com isso, para passar o tempo viramos amigos. Acredito que vou ter que conhece-lo, não posso ficar imaginado quem ele é."

Capítulo 3 Quer ir ao baile

Mais tarde naquele mesmo dia, eu estava decidida a falar com meus pais. - Mãe eu já decidi.

- O que foi agora? -Luna me pergunta tentando manter a calma.

- Eu aceito ir ao encontro.

- Se estiver falando sério que bom, pois, iria acontecer você querendo ou não. Isso só torna as coisas mais fáceis.

- O que te fez mudar de ideia?

Eu suspiro, antes de responder. - A curiosidade, preciso ao menos saber quem ele é.

- Você e seus jogos. -Miguel ri.

Alguns dias depois, eu estou na escola, ouvindo muitas meninas falarem sobre o baile de verão. Mas, como sei que nesse dia estarei em um encontro, não dou ouvidos.

- Então já decidiram com quem vão ir? -Stacy pergunta.

Stacy é uma das minhas melhores amigas, desde o primeiro ano do ensino fundamental, uma jovem de 17 anos, não muito alta de mais o menos 1,60, rosto redondo, cabelos castanhos escuro, olhos também castanhos, e de personalidade forte.

-Você sabe que nunca nos convidam, nós que temos que ir atrás deles. Ainda assim, só conseguimos os pares que ninguém quer. - Paula fala um pouco desanimada.

Paula também é uma das minhas melhores amigas nos conhecemos no terceiro ano do ensino fundamental, é uma jovem de 17 anos muito meiga, de 1,68 de altura, com cabelos compridos e pretos e olhos castanhos escuros.

- Não é verdade, da última vez o Luiz me chamou para ir com ele. -Stacy fala.

- Olhe o nível o Luiz, não precisamos nos rebaixar assim. -Paula fala rindo.

Eu rio e concordo com a Paula.

- Com quem você vai, então Emma? -Stacy pergunta.

-Esse ano eu não vou. -Eu respondo sem ânimo.

- Por que não? -Paula pergunta assustada.

- Minha família foi convidada para um jantar, muito importante. Como castigo estão me obrigando a ir junto.  

- O que você fez de tão grave? 

Antes de poder responder Stacy, Thomas chega de repente por trás de mim. -Espero que não esteja falando sério, que não vai ao baile?  -Thomas pergunta.

Thomas é um dos garotos mais populares da sala todas as meninas se jogam aos seus pés, ele é alto, loiro, de olhos também azuis, com roupas de marcas e muito charmoso.

- Qual é o problema de eu não ir?  

- Nem um, porém teria de chamar outra garota para ir comigo. 

As meninas dão um gritinho de alegria, enquanto as minhas bochechas ficam ainda mais vermelha. Pois, isso não parecia ser verdade.

- Bem você deve ter errado de garota, eu sou a Emma a invisível. Que me chamam de casamento arranjado, não sou a Margarida. 

 - Bem acredito que eu sei quem você é, quer ir ao baile comigo? Não quero roubar o lugar do seu marido milionário, só quero leva lá ao baile. Sei que está em cima da hora, mas, nunca é tarde para perguntar.   

- Você acha mesmo que estou comprometida, com algum ricaço? 

- Se você não aceitar, vou pensar que não são apenas boatos.  

Na minha mente eu sei que não é tão simples assim, mas, em meu coração também sei que não terei outra oportunidade. De ser convidada pelo 3 cara mais gato e gentil da minha sala, para um baile novamente. 

- Aceita vai. -Stacy sorri.

- Não prometo nada, mas, vou tentar convencer minha mãe a me deixar ir. 

 - Pra mim isso já vale como um sim, então lhe busco no sábado as 20. 

- Como conseguiu ser convidada por ele? -Paula pergunta.

 - Não faço ideia, acredito que ele se cansou das loucuras da Margarida. 

- Então agora todas nós vamos ao baile, e eu já tenho um par o Pedro.  

- Você conseguiu o par que queria.

- Depois de anos.  -Paula fala debochando.

 - Eu não sou burra, sei que ele aceitou só porque brigou com a Maria. Com tudo não ligo, eu tenho um par. Só falta você Paulinha com quem vai? 

- Não sei.  

- Vamos ver quem está sobrando.    

Não foi preciso procurar muito, logo nós três já tínhamos nossos pares. Agora era apenas saber, como eu irei conseguir sair do encontro a tempo do baile.

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