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As 40 faces do amor: Face 2 - Loucuras e Alucinações

As 40 faces do amor: Face 2 - Loucuras e Alucinações

Autor:: Cenira Chollet
Gênero: Romance
Quando um cruel e egocêntrico príncipe se apaixona, até mesmo o que está morto é incapaz de ficar alheio a força de seus sentimentos. Pela primeira vez em sua longa vida, o príncipe herdeiro de Isias Rar se depara com uma situação inimaginável, a loucura de ele estar perdidamente apaixonado. Depois de muito tempo alucinando e fantasiando com o homem que segundo ela ignorava sua existência, ou melhor, sua identidade e a realidade dos sentimentos de ambos, era mais alucinante do que a viagem que qualquer droga já pode lhe proporcionar. Drunk, a Imperatriz Zumbi, guardava a culpa da traição que cometeu para se entregar aos desejos do homem que sempre desejou, mas o que nem ela e nem Ônix poderiam imaginar era como a vida de ambos mudaria depois que se encontrassem.

Capítulo 1 O príncipe Djin

- Explique novamente... Por que iremos à Terra Antiga mesmo?

Alina olhou um pouco preocupada para Drunk, era a quarta vez que ela lhe fazia aquela pergunta, sendo que ela mesmo havia conversado com a Imperatriz das Fadas, que havia lhe falado do evento de final de ano da Terra Antiga. Mas depois da quarta ou sexta garrafa do Hidromel de Isias Rar, parecia que Drunk estava ponderando o porquê teria de ir para aquele evento mesmo. Alina se sentou próxima da Imperatriz questionando:

- Minha senhora, se não deseja ir até à Terra Antiga, podemos avisar Freydis que possui algum compromisso que a impeça, ou dizer que não deseja sair da fortaleza.

- Hm! Esqueça, vamos à Terra Antiga e fazer seja lá o que for, as hordas estão prontas?

- Apenas aguardando suas ordens, senhora.

Drunk esvaziou a garrafa de Hidromel saindo da fortaleza, montando imediatamente em seu cavalo, que mais parecia um monstro do que um animal próprio para montaria, e correu para o portão da fortaleza, soltando o grito de guerra agudo e assustador que apenas a Imperatriz dos Zumbis conseguiria lançar, fazendo todos se transformarem em Zumbis correndo junto com ela e seu cavalo, que agora também havia se transformado em um Zumbi.

Enquanto se encaminhavam pelo curto caminho que separava Terra Antiga e Zona Morta, pensava sobre o motivo que a fez aceitar ir naquela comemoração de uma Imperatriz que não possuía nenhuma aliança, se bem que Haney estaria lá, Boa e Green também, então não haveria com o que se preocupar. Não precisaram correr mais do que um par de horas até estarem próximos da mansão do Clã dos Dragões, onde seria o evento. Assim que pisaram na Terra Antiga, Drunk percebeu que com certeza a ideia de ter vindo não era boa, tiveram de ser escoltados pela guarda Imperial de Freydis para que os humanos não entrassem no meio da horda de Zumbis, os humanos pareciam nunca terem visto um de sua raça, os flashes das fotos e os gritos eram ensurdecedores, os humanos pareciam estar sofrendo de um tipo de histeria coletiva. Drunk não diminuiu a velocidade de sua horda, apenas se dirigiu o mais rápido que conseguiu a famosa mansão Miyamoto.

Assim que chegaram na entrada da mansão, uma quantidade muito grande de repórteres da Terra Antiga e outras Terras se acotovelavam para conseguir as melhores fotos dos presentes e do evento em si, o evento estava sendo divulgado na mídia em tempo real.

Drunk precisou de muita paciência para conseguir cruzar o portão da mansão Miyamoto. Dentro da mansão, foram recepcionados por uma jovem de cabelos avermelhados, uma série de seguranças guiaram-na com sua horda para o interior da mansão, assim que fez sinal para que os Zumbis voltassem a seu estado humano e pudessem participar da festa, Drunk olhou consternada ao perceber uma dupla do que lhe pareciam cães brigando por uma peça de carne, enquanto uma mulher com uma barriga gigantesca dizia, entre gargalhadas:

- Aposto cem no cinza.

- Nem fodendo, o preto é muito da porradaria.

Respondeu uma mulher loira com um vestido negro brilhante muito curto e fumando um charuto, ambas estavam bebendo algo direto na garrafa. Alina se aproximou de Drunk, pediu que fosse com ela se apresentar para Freydis e os demais convidados importantes. Depois de quase meia hora conhecendo líderes de Clã e Imperadores, Drunk apenas queria voltar para a fortaleza e beber até conseguir dormir, estava quase bufando de irritação.

Estava presa em uma conversa com um dos ministros da Terra Antiga, um homem de meia-idade que cuspia enquanto falava. Freydis estava fingindo interesse no que ele dizia, Drunk olhava distraída as pessoas ao redor, quando um moreno com o rosto mais bonito que se lembrava de ter visto na vida passou por eles, seguindo uma mulher de estatura baixa e de cabelo castanho. Drunk se mexeu para observá-los, viu quando ele ficou em um lugar discreto com ela, pareciam estar discutindo algo, Drunk mordeu os lábios quando o viu passar a língua para umedecer seu lábio inferior, logo aquele casal desapareceu para fora dali, Drunk não conseguiu se controlar, sorriu pedindo:

- Podem me dar licença?

Ambos assentiram com as cabeças, e Drunk saiu pelo local onde pensou que acharia aquele belo espécime masculino. Assim que saiu do lado de fora, reconheceu a voz de Haney, um pouco alegre demais para o gosto da Imperatriz, a Senhora das Fadas pegou-a pelo braço puxando-a consigo, falando:

- Drunk, você precisa vir beber com a gente...

- Haney, eu...

Drunk foi interrompida pela mulher com a enorme barriga, que estava sentada junto com um rapaz de cabelo castanho trançado como uma moça, Green e a mulher loira que Drunk havia visto antes, estavam fumando algo que levantava uma fumaça espessa, a mulher de barriga gigante levantou-se com dificuldade, estendendo a mão e sorrindo:

- Você é a Imperatriz dos Zumbis, não é?

- Sim, meu nome é Drunk.

- Até seu nome é foda... Perdão majestade, mas sempre quis conhecê-la, estive no exército na última guerra e tive o prazer de vê-la lutar...

- Você estava lá quando chutamos o rabo dos aladinhos?

- Sim, aquele dia foi o inferno! Quando você chegou com as hordas... foi de arrepiar, até hoje aquela batalha é contada nas escolas. Os humanos vão se aliar aos Zumbis?

- Hm...

- Óbvio que sim, Beta.

Gritou Haney. Drunk fez uma cara feia para a Fada, mas antes que dissesse algo, Beta aproximou-se dela dizendo:

- Releve a Fadinha, ela é fraca para bebida... e acho que a fumaça está deixando-a chapada.

Drunk riu abertamente e os olhos de Beta brilharam, foi então que a Imperatriz Zumbi percebeu a aparência daquela mulher. Seus olhos eram lindos, de uma cor que ela jamais havia visto na vida, lembrava um pouco os de Abaddon, mas aquela pele quase translúcida e aquele cabelo cor de prata cheio de mechas escuras, não pareciam ser de uma Bruxa. Beta percebeu estar sendo analisada, meneou a cabeça, dizendo:

- Sou Elizabeta Burns, Embaixadora das Artes, e essa é a minha casa. Deve ter conhecido meu sogro, o Líder do Clã dos Dragões.

- Sim, já ouvi falar muito de você. Li artigos interessantes seus.

- Fico honrada em ouvir isso, majestade... Aceita beber alguma coisa? Ou uma erva?

- Aceito ambas...

Novamente o belo moreno passou perto de onde ela estava, os olhos de Drunk o seguiram, esse fato não passou despercebido por Beta, que sorriu dizendo:

- Aquele é Ônix, príncipe herdeiro de Isias Rar.

- Hm...

- Ele é bem atraente, como esperado de um Djin. Venha, vamos beber e fumar.

Capítulo 2 Caos natalino

Beta e Drunk se tornaram amigas imediatamente, tinham um temperamento muito semelhante. Outras pessoas já haviam se sentado junto com o grupo, o local tinha virado quase um boteco ao lado das piscinas, tinha dois dragões do tamanho de gatos que estavam cochilando sobre o ventre gigantesco. Às vezes Yukio chegava até Beta, beijava-lhe e lhe alisava a barriga, aproveitando para brincar um pouco com os dois pequenos seres.

Drunk percebeu que algo estava incomodando Beta, ao perceber estar sendo observada pela Imperatriz dos Zumbis, ela sorriu dando um tapa sobre a perna de Drunk, convidando-a:

- Venha, deixe-me mostrar a mansão.

Antes que Drunk pudesse dizer que não estava interessada, se viu sendo arrastada pelos arredores da casa. Beta falava animada sobre o local, e os dragões andavam tranquilamente entre os visitantes, deixando Drunk um pouco perplexa. Sempre imaginou que aqueles seres fossem muito mais agressivos do que realmente eram, na verdade, eles tinham um temperamento que lhe lembrava algo entre cães e gatos.

Aproximaram-se de um lindo espaço do jardim que mais parecia ter saído de um conto japonês, ou até mesmo de um mangá, Beta mostrava orgulhosa aquele local, disse animada:

- Aqui tem uma fonte de água termal, acredita?

- Tipo aquelas de anime?

- Tipo isso, quer ver?

- Óbvio que sim.

As duas andaram animadas até o local. O som de gemidos altos de mulher chamou a atenção delas. O rosto de Beta tomou uma expressão preocupada e curiosa, e Drunk não percebeu o que estava ocorrendo, viu Beta parar de repente com a boca aberta, a Zumbi a encarou pelo que pareceu tempo demais, até que decidiu olhar na direção do que ela via, não quis acreditar no que estava vendo. O belo Djin moreno que passara a noite toda observando, estava nu dentro da fonte termal com a mulher de cabelo castanho que ela havia visto com ele mais cedo, ele a mantinha presa com uma das mãos segurando seu pescoço, pressionando-a sobre as pedras ao redor da fonte termal, o prazer no rosto daquela mulher fez com que o corpo de Drunk começasse a formigar em todos os lugares.

Os movimentos do corpo de Ônix eram fortes e ritmados, Drunk passou a língua nos lábios ao tentar imaginar o prazer que ele era capaz de fazer o corpo feminino sentir, viu ele levantar um pouco mais o quadril dela, tirando-a de dentro da água. O som do orgasmo que a atingiu fez com que Drunk sentisse o corpo tremer, ao mesmo tempo que um som baixo e rouco, quase um grunhido, fugiu de sua garganta, foi tirada de seu torpor ao ouvir Beta quase gritar:

- Você só pode estar louca, o que está fazendo, Sara?

- Estou apenas aproveitando a festa, qual o problema? Até parece que você nunca fez isso...

- Você fez um acordo com Yukio, Sara. Pelo amor de tudo que você acredita, não faça isso agora e muito menos aqui onde qualquer um pode ver vocês dois... se isso vazar na imprensa...

- É isso que está te preocupando? Não seja ridícula, ele não tem moral alguma, ele é...

- Já chega Sara. Eu entendo que está infeliz, eu entendo que esteja irritada, mas seja sensata.

- Eu que digo... já chega, Elizabeta. Eu vou embora com Ônix, eu nunca mais quero ver nenhum de vocês enquanto eu viver...

- Sara... mas e o bebê?

Ônix já estava fora da terma se vestindo, Drunk o observava discretamente querendo ver mais daquele corpo magnífico, sem que ele permitisse uma visão privilegiada. Ele parecia um pouco nervoso com aquela discussão, a qual Drunk não conseguia prestar atenção, foi tirada de seu momento de contemplação do corpo do Djin quando Sara veio na direção de ambas de forma agressiva, jogando praticamente o corpo de Beta para trás sobre Drunk, que reagiu por reflexo, segurando Beta em um dos braços virou-se para Sara que estava muito perto dela. Drunk a encarou rugindo, transformando-se imediatamente em Zumbi, atingindo um dos braços de Sara com as unhas de uma das mãos, causando-lhe um grande arranhão, que a fez gritar.

Ônix estava de costas naquele momento, estava nervoso e irritado. A briga de Sara e Beta não estava em seus planos, se os Dragões os tivessem surpreendido, teria uma guerra antes de tira lá daquele local, não havia conseguido sequer se satisfazer, assim que estivessem em um local mais discreto garantiria seu próprio prazer, não estava conseguindo fechar as roupas humanas que estava vestindo, por causa da monumental ereção. O som alto e feroz de um rugido fez seu corpo estremecer, a sensação de prazer o atingiu como um tiro, sentiu o espasmo seco do orgasmo chegar sem precisar ser tocado. Gemeu alto, voltando o rosto para cima e pensou em ver o que havia acontecido, mas ouviu os gritos de Sara. Beta estava gritando alguma coisa enquanto era arrastada por alguém para longe daquele lugar, ouviu o som de pessoas vindo rapidamente para aquele local, olhou para Sara sobre o ombro, percebeu que ela havia se machucado, tinha pressa para sair dali, estendeu a mão para ela dizendo:

- Venha, vamos embora agora.

Sara apenas sorriu pegando suas roupas que ainda estavam no chão, correu pelo meio das plantas altas em volta da terma, para que não chamassem tanto a atenção. Com aquela comoção, Beta entrou em trabalho de parto. Seus gritos de dor e o líquido escorrendo pelas coxas deixou Drunk apavorada, ela a ergueu em seus braços levando-a de volta para casa, quando encontrou Haney explicou-lhe a situação, ou tentou, logo Satori, esposa de Hiroshi, as encontrou enquanto entravam na mansão, imediatamente as guiou para o andar de cima da mansão, para o quarto de Beta. Uma agitação no salão chamou a atenção das Imperatrizes, o som de coisas quebrando, tiros e o corpo de Boa caindo inerte sobre o chão fez Drunk correr, alguém gritou:

- É um atentado dos manifestantes "ante super-humanos", estão tentando invadir a festa...

Hiroshi e Yukio correram para fora e muitos dos líderes de outros Clãs, Drunk foi para fora também, deixando Haney e Satori subir com Beta, Green estava desesperada com Boa em seus braços. Quando Drunk e sua horda estavam chegando ao lado de fora, ela olhou ao lado, viu o príncipe Djin saindo furtivamente com sua amante, sentiu seu coração apertar-se, mas o som do portão da mansão vindo a baixo a fez prestar atenção no que estava ocorrendo naquele momento, um bando de pessoas vestidas de negro e armadas começou a correr para dentro da mansão, Drunk deu o grito de guerra para a horda, que manteve-se na defensiva para impedir que o pior acontecesse.

Capítulo 3 Companhia constante

Aquele evento da Terra Antiga repercutiu por muito tempo em todas as Terras, principalmente após o assassinato de Boa enquanto Abaddon tomava seu território, outra memória que passou a acompanhar Drunk, foi a imagem de Ônix. Sempre que estava olhando para o nada, sem pensar em nada específico, lembrava-se de seu rosto, os olhos negros brilhantes e o cabelo longo a fascinava, como desejava sentir o perfume que aqueles fios deveriam ter, e novamente lembrava-se dele nas termas da Mansão dos Dragões, lembrava-se dos movimentos que o corpo dele fazia e suspirava.

Nesses momentos, daria tudo para poder sentir o que aquela mulher estava sentindo naquela noite.

Com o tempo, Drunk costumava sonhar que acordava com a sensação de que alguém a estava observando. Sem perceber ninguém no local, ela caminhava em direção à sacada, um vulto passava atrás dela e Drunk olhava sobre seu ombro. Reconhecia Ônix, ele sorria parando junto ao corpo dela, permitindo que ela sentisse em seu corpo o contato com suas costas e suas nádegas, conseguia sentir a ereção pressionando seu corpo com força, Drunk sorria, sentindo-se ficar úmida de tesão, antecipando tudo que ele a faria sentir.

Em seus sonhos, ela sempre tentava repeli-lo e disfarçar o quanto desejava seu toque:

- O que pensa que está fazendo em meu quarto, príncipe? O que pensa que sou para vir ao meu quarto sem ser convidado?

No sonho, Ônix pressionava ainda mais o corpo contra o dela, dizia-lhe junto ao seu pescoço:

- Penso que você é deliciosa, e deseja ser fodida como só eu posso fazer.

Ônix a agarrava pela cintura, enquanto segurava seu cabelo pela nuca e beijava sua boca, sugando com força. Beijavam-se de forma selvagem. Ônix agarrava seus seios de uma forma rude, que a deixava surpresa por perceber que o misto de dor e prazer que ele causava, a excitava ainda mais, ao ponto de ela pensar que se ele parasse o mataria.

No sonho, Ônix sempre a virava bruscamente, a encostando na grade da sacada e levantando a camisa com rapidez. Sentia encostando o membro enorme na entrada de seu sexo.

Drunk o sentia empurrar seu corpo para frente, fazendo-a ficar inclinada, o tesão cada vez maior a fazia arrebitar seu traseiro, mesmo sem premeditar isso. Ônix colava a boca próxima ao ouvido dela dizendo, com a voz rouca cheia de desejo:

- Agora eu vou entrar em você. Vou botar meu pau todo nessa sua bucetinha apertada. Quero sentir meu caralho te abrindo inteira, vou foder cada pedacinho dessa sua boceta quente e apertada...

Drunk gemia sentindo-o se posicionar na entrada de seu sexo, sentia a ereção dele latejante, quente e muito dura. O desejo de Drunk era tanto, que a umidade escorria pelo interior de suas coxas, Ônix parava provocando em seu ouvido:

- Empurra esse rabo para trás do jeito que você mais gosta. Vem gostosa, engole meu pau todo.

Drunk começava a empurrar seu sexo de encontro a ereção latejante, sentindo a penetração, sentia alargando seu sexo à medida que a preenchia, uma das mãos de Ônix mantinha seu clitóris pressionado, fazendo a estremecer e gemer, enquanto continuava a empurrar seu quadril para trás, sentia toda pressão de Ônix em si.

Antes que Drunk pudesse se mover, Ônix a pressionava deixando-a ainda mais inclinada, começou a mover-se dentro dela, pressionando-a ainda mais, fazendo-a sentir seu membro inteiramente dentro de seu sexo. Movia-se cada vez mais rápido dentro dela, fazendo Drunk quase gritar de prazer, as ondas selvagens e intermináveis de prazer tomavam conta de seu corpo, sua cabeça girava de tanto tesão, até que o gozo de Drunk veio à tona, como ela nunca havia sentido antes. Ônix puxava seus cabelos com força, movendo-se forte, fazendo-a gozar cada vez que se movia em seu sexo, Drunk mal conseguia respirar, ouvia os sons de seu sexo molhado sendo preenchido com força pelo Djin. A sensação dos orgasmos era tão violenta que Drunk perdia os sentidos, e acordava em sua cama bufando de frustração por ser apenas um sonho, e por mais tesão que estivesse sentindo, seu corpo na realidade não respondia a nenhum tipo de estímulo sexual, nessas horas ela rosnava:

- Nem gozar eu posso, filho da puta...

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