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Caminhos Entrelaçados: Pacto do Casamento Arranjado

Caminhos Entrelaçados: Pacto do Casamento Arranjado

Autor:: Castrol
Gênero: Bilionários
Carol sempre amou Pietro em silêncio, mesmo sabendo que, para ele, ela nunca passou da "irmãzinha". Anos depois, quando ele a pede em casamento, não é amor que o motiva - é necessidade. Com o pai à beira da morte e os negócios da família em risco, Pietro propõe um acordo: um casamento de conveniência, frio e calculado. Carol aceita, agarrando-se à esperança de que, com o tempo, possa conquistar o coração dele. Mas o casamento rapidamente se revela uma ilusão. Pietro continua distante, ambicioso e emocionalmente inacessível, transformando o que deveria ser uma nova chance em uma prisão silenciosa. Até que Ethan surge. Conhecido por ser implacável, Ethan construiu seu império no submundo, onde lealdade se compra com sangue e erros não são perdoados. Frio, dominante e acostumado a controlar tudo ao seu redor, ele nunca pertenceu a ninguém - e nunca precisou. Até notar Carol. O interesse de Ethan não é gentil, nem seguro. É intenso, perigoso e impossível de ignorar. Pela primeira vez, Carol se vê diante de um homem que não apenas a enxerga, mas a deseja com uma intensidade que ameaça consumir tudo ao seu redor. Entre um casamento sem amor e um homem capaz de destruí-la sem hesitar, Carol precisa decidir até onde está disposta a ir por aquilo que sente. Porque, no mundo de Ethan, não existem escolhas sem consequências... e amar o homem errado pode custar muito mais do que o coração.

Capítulo 1 O acordo

Carol havia acabado de chegar na Mansão dos Hansson

"Bom, Carol, decidimos que você seria a mulher mais adequada para o nosso filho, pois vocês praticamente cresceram juntos, e sabemos o quanto ele a respeita e escuta seus conselhos. Estou com pouco tempo de vida, e acho que está na hora de Pietro começar a levar as coisas mais a sério. Sei que isso pode ser demais pra você, então, caso sua resposta seja não, entenderemos."

Naquele momento, o senhor Patrick e Ohana olhavam com um olhar tão doce e acolhedor que era quase impossível dizer não. A vida toda, ela viveu mais na casa deles do que na sua própria. Sua mãe a havia abandonado, junto com seu irmão, cedo demais. Ela nem sequer sabia quem era seu pai. Seu irmão a criou sozinho, e com o passar do tempo, por ter se tornado melhor amigo do Pietro, que era de uma das famílias mais ricas e poderosas da Suécia, ela passou a passar boa parte na casa do Pietro também.

"Bom, senhor Patrick, será apenas um casamento não divulgado, certo? E quanto tempo isso teria que durar?"

"Pra ser sincero, não pensamos nessa parte do divórcio. Acreditamos que isso não será necessário. Nós sabemos o quanto ama nosso filho e temos certeza de que ele sentirá o mesmo em breve."

O olhar de Ohana era tão doce, mas confesso que naquele momento havia ficado um pouco chocada e sem jeito. Eu não podia imaginar que era tão óbvio o amor que eu sentia pelo Pietro. Será que só ele não sabia? Ou se sabia, será que não se importava? Antes que pudesse falar qualquer coisa, fui pega pela a porta se abrindo, e logo pude ver Pietro entrando. Pude perceber o sinal do senhor Patrick e Ohana, como se fosse para encerrar aquele assunto, e confesso que isso me deixou bem aliviada.

"Bom, será que posso pegar a Carol um pouco, já que foi tudo resolvido, ou ainda temos mais alguma coisa para esclarecer?"

Os olhos não podiam deixar de percorrer cada centímetro do corpo do Pietro. Ele era um homem alto com um corpo na medida que ela gostava. Não havia tanto músculo, porém era totalmente definido na medida perfeita. Seu corpo estava totalmente suado, o que deixava claro que ele vinha da academia.

"O casamento será em uma cerimônia simples em duas semanas. Eu e sua mãe já deixamos separadas uma de nossas casas para vocês. Carol, tem mais alguma coisa que queira perguntar?"

"A gente vai ter que morar juntos? Na mesma casa? E meu trabalho? A empresa que trabalho não fica tão perto daqui. Como iremos fazer isso?"

Pietro soltou um suspiro longo e logo levou suas mãos no bolso. Sua postura era firme, podia perceber perfeitamente que ele estava tentando achar um caminho para solucionar o ponto que ela acabava de colocar sobre a mesa. Logo em seguida, o senhor Patrick se virou novamente para ela com um olhar que antes dele falar qualquer coisa, ela já tinha entendido ali que seu trabalho não existiria mais.

"Bom, você sabe que nossa empresa é enorme, e você pode perfeitamente trabalhar conosco. Não faz sentido você entrar de vez para nossa família e estar trabalhando para nosso adversário. Você sabe o quanto apreciamos o seu trabalho de estilista e sempre quisemos você conosco."

Ela sempre quis trabalhar no grupo de empresa da Hansson, mas acabou aceitando a oferta do grupo Pettersson, que era o segundo mais poderoso, pelo fato de querer manter uma distância do Pietro, e para ficar mais perto do trabalho, acabou se mudando para facilitar a locomoção. Quando Pietro começou a falar isso, fez ela voltar a si.

"E não vai ser tão problema a gente morar junto assim, Carol. Você sabe, praticamente passamos a adolescência juntos, morando juntos."

"Eu não to dizendo que seja um problema, só estou preocupada com meu trabalho. Eu acabei de entrar na empresa."

"Mas, minha querida, a gente nunca entendeu o porque de você não estar trabalhando conosco em nossa empresa" - Ohana tinha se levantado, e naquele momento, segurava a minha mãe e me olhava novamente com aquele olhar doce que sempre conseguia tirar qualquer coisa de mim. "Se você quiser, a gente mesmo toma conta da sua demissão no grupo Pettersson."

"Eu posso fazer isso, eu só não quero que as pessoas pensem que eu consegui meu trabalho na empresa de vocês, por vocês sempre terem me tratado como parte da família. Eu me esforcei muito por isso, vocês sabem disso."

"A gente sabe, querida. Deixa isso com a gente."

A conversa havia sido super longa, e tudo que Carol se perguntava a todo o tempo é se estava realmente fazendo a coisa certa. Porém, chegou à conclusão de que o que a movia era a esperança de que um dia o Pietro realmente pudesse amá-la. Talvez a gente pudesse ter uma família feliz? E se mesmo assim, depois de casado, ele continuasse ficando com outras mulheres escondido? Como tudo seria? Ela iria se casar em duas semanas, e não iria ser nada como sempre imaginou. Seria algo simples, onde ela não iria participar de nenhum planejamento. No fundo, ela estava se sentindo como se fosse apenas uma mercadoria.

Capítulo 2 Somente um acordo

"Bom, nos vemos em breve" Pietro estava super frio enquanto falava com Carol e ela tentava decifrar porque ele tinha feiro a viagem toda ate o caminho de sua casa sem tocar uma palavra, ela tinha tentado puxar assuntos diversas vezes e ele era super monossibolo em todas as resposta

"Tudo bem, obrigada pela a carona" - Assim que ela foi se abrindo a porta do carro para sair Pietro a segurou pelo o braço

"Quero que saiba que isso é apenas um acordo, é so eu tomar posse da empresa e meu pai partir realizando o ultimo desejo dele, e você além disso sabe perfeitamente que tenho uma relação com a Giulia, espero que entenda isso e não complique as partes nem para o meu lado e nem para o seu, até porque você é praticamente minha irmã e é apenas dessa forma como te vejo"

Carol podia sentir sua respiração meio que falar e um nó tomando conta da sua garganta, naquele momento ela estava se segurando com todas as forças possíveis para não chorar, sua mão logo apertou a maçaneta do carro para que com isso pude-se disfarçar sua raiva e o desapontamento por ter o achado tão ingrato, ela logo deu mais uma longa respirada e deixou um sorriso escapar pelo os seus lábios

"Não se preocupe, não tenho nenhuma intenção de estragar seu relacionamento e meu único motivo de ter aceitado isso foi pelo o tio Patrick, nada mais que isso, assim que ele partir a gente se separa e eu não quero nada seu"

Antes que ele pude-se responder de volta Carol havia saido do carro e entrado em casa, Pietro havia ficado surpreso não esperava essa reação dela, digamos que essa foi a primeira vez que ele a viu ser tão frio com ele

Eles estavam olhando em volta; Pietro sabia que sua família tinha casas espalhadas por todos os cantos, mas não conhecia nem a metade. Eles haviam acabado de se casar; a cerimônia tinha sido simples, apenas para a família, bem longe dos holofotes, mídia ou qualquer coisa. Patrick e Ohana haviam certificado de tudo para que isso não vazasse, em respeito a Carol. Por eles, todo mundo estaria sabendo.

"Essa é nossa casa de agora em diante. Nada mal, certo? Eu tinha visto fotos, mas não achava que fosse tão grande assim também."

"Eu não sei como vamos fazer para limpar tudo isso. Eu vou procurar meu quarto; sua mãe disse que enviou minhas coisas toda pra cá."

Naquele momento, Pietro apenas assentiu enquanto tirava sua gravata e paletó. Carol, sem falar nada, resolveu subir para procurar seu quarto. Ao entrar no quarto principal e ir direto para o closet, percebeu que suas roupas estavam totalmente no mesmo closet que o de Pietro. Seus olhos foram forçados a fechar, tentando entender o que estava acontecendo, e ela percebeu que, naquele momento, isso tinha sido ideia de Ohana.

"O que eles realmente estão tentando fazer? Eu não deveria ter meu quarto separado?"

"Sra. Hansson, precisa de alguma ajuda?" Naquele momento, Carol ficou parada por alguns segundos, com seu olhar no closet. Ela ainda não tinha se dado conta de que agora era uma Hansson. Assim que se deu conta, se familiarizou com a voz e se virou para ver Joana, a governanta da casa da família há anos, na porta do closet com um olhar gentil e um sorriso nos lábios.

"Joana, o que faz aqui?" Carol se aproximou, abraçando Joana com alívio. "Sra. Ohana achou que seria melhor eu ficar com vocês, já que sempre fui muito próxima do Sr. Pietro e da senhora. Tem algo de errado com seu closet? Fizemos como o Sr. Patrick e a senhora Ohana nos pediu."

Naquele momento, Carol balançou a cabeça em sinal negativo e soltou Joana. "Alias, você não precisa me chamar de Sra. Hansson ou senhora. Você sempre me chamou de Carol; podemos manter isso?"

"Mas agora você é minha patroa, essa seria a forma certa." Enquanto Joana falava, Carol soltou um suspiro. Ela sempre foi bastante simples e nunca ligou para essas coisas, o que encantava a família de Pietro e todos em volta. Ela sempre quis tudo simples e o mínimo em tudo.

"Mas eu não vou me sentir à vontade, então, por favor, me chame de Carol. Sempre te vi como parte da minha família também, então é assim que quero ser chamada. Não será tão difícil, tendo em conta que sempre me chamou assim, certo?"

Joana balançou a cabeça e sorriu com um olhar de gentileza.

"Você precisa de ajuda para tirar o vestido? Estou tão feliz por você. A senhora merece tanto, quer dizer, você." Joana, naquele momento, estava ajudando Carol a tirar o vestido, enquanto conversavam como sempre. Carol, desde que ia à casa de Pietro, passava bastante tempo na cozinha, sempre conversando com Ohana, especialmente nas festas, quando ela queria fugir de todos que ela não tinha paciência, por estarem sempre falando de coisas tão fúteis.

Naquela situação, sem mencionar que não havia sido nada fácil para seu melhor amigo aceitar tudo aquilo, Pietro sabia que tinha que falar com Carol sobre algumas coisas, mas não sabia como. Ele resolveu tomar dois dedos de whisky. Além dele precisar achar um caminho de contar a Giulia que estava casado, já que ela também não estava ciente desse detalhe. Já tinha um tempo que Joana havia descido do quarto, e ele resolveu subir para falar com Carol. Assim que entrou no quarto, escutou o grito de Carol.

"Pietro!" Carol estava totalmente assustada, pegando uma toalha para se cobrir. Ela havia esquecido sua roupa ao ir tomar banho e também esqueceu que não morava mais sozinha.

"Me desculpe, eu não sabia, preciso falar com você." Pietro estava totalmente em choque, porém não conseguia se virar. Não porque não queria, e sim porque foi pego de surpresa e se pegou sem saber o que fazer.

Tudo que Carol fez foi se enrolar na toalha novamente, pegar sua roupa que estava em cima da cama e voltar correndo para o banheiro.

"Deixa eu só me vestir." Ela já estava no banheiro vestindo sua roupa para dormir. Pietro estava em pé no mesmo lugar, olhando para a porta do banheiro, ainda pensando no que tinha acontecido. Pela primeira vez, ele tinha se pego sem graça ao ver uma mulher nua, e isso o fazia se sentir estranho. A porta do banheiro logo se abriu, e Carol saiu vestindo uma camisola e ainda com seu cabelo molhado.

"O que você quer conversar? Você sabia que teríamos que dormir no mesmo quarto? Por que não me disse?" Carol estava tão nervosa e sem jeito que nem esperou Pietro falar o que tinha pra falar. Pietro logo desfez sua postura rígida e tirou as mãos de seu bolso.

"Eu, eu não sabia, porém posso dormir no quarto de hóspede, e você ficar aqui. Não tem problema."

"Tudo bem, obrigada. Bom, o que você queria falar?"

Capítulo 3 Primeiros inimigos

Carol não sabia como explicava a sensação que estava sentindo naquele momento, não era assim que ela esperava passar sua lua de mel e muito menos como seria tratada após chegar em casa do seu casamento, ela mais uma vez se deu conta que ela tinha tomado talvez a decisão mais estúpida da sua vida.

Naquele momento Pietro a observava e levou a mão no botão de sua manga para começar a ir desabotoando enquanto observava atentamente cada gesto de Carol, ele queria entender o porque ela havia aceitado aquilo, se era apenas pelo dinheiro que ela ganharia no divorcio ou se realmente era pela a amizade deles e pelo seus pais como ela o havia dito

"Como eu disse eu tenho meu relacionamento com a Giulia e irei contar a ela que casamos, provavelmente terá noites que irei dormir com ela. Porém isso não pode chegar aos meus pais e também não acho certo que se envolva com alguém eu tomarei todos os cuidados possiveis para não te expor"

Carol sentiu como se algo tivesse entrado no seu peito sem nenhum aviso, ela não estava esperando por aquilo e ficou totalmente perplexa com ele ter pedido "respeito" após dizer que não seria fiel

"Certo, diferente de você eu irei honrar com meu papel de esposa e você não me verá com outra pessoa até assinamos o papel de divorcio, mas alguma coisa ou já posso dormir?"

Pietro soltou um suspiro e se assustou com a reação de Carol, ele não entendia o porque, mas tinha ficado desapontado, não era a reação que ele esperava dela e por um momento isso o fez se sentir um desprezível, mas ele permaneceu com sua atitude firme para não demonstrar isso.

"Também gostaria de pedir para manter-mos descrição no trabalho, acho que isso será melhor para você, não quero que as pessoas saibam que somos casados e que você tem vantagens, porem podemos ir para o trabalho juntos"

"Certo" - Assim que Carol terminou de falar o silencio tomou por algum tempo, Pietro a observou por um tempo e logo em seguida pegou sua roupa no closet e saiu.

Pietro havia acordado de manhã e passado pelo o quarto de Carol e percebeu que estava vazio, com isso ele resolveu descer para cozinha onde sentiu o cheiro do café da manhã, porém ao olhar em volta ele não avistou e como ele já havia passado pela sala de jantar ela também não estava ali ao vê a mesa posta ele foi se sentado

"Bom dia. Sr. Hansson a Sra Hansson saiu a 10 minutos e deixou seu café da manhã pronto ela fez questão de preparar e disse que para avisar ao senhor que ela foi para o trabalho"

Pietro apenas assentiu com a cabeça e pediu obrigada a Joana em seguida, na sua cabeça se passava várias perguntas até como ela havia ido trabalhar senão havia carro, ele resolveu não pensar tanto nisso e tomar seu café da manhã, ela havia preparado sua tapioca com banana, canela e nutella e seu suco de laranja, ele já tinha pedido mil vezes para Joana fazer mais nunca saia tão bom como da Carol e ela sabia disso afinal ele mesmo havia a dito

"Como ela foi trabalhar? Derick a levou?"

Joana cruzou as mãos na frente do seu corpo e balançou a cabeça que não Derick havia oferecido ela, mas ela achou que ao aceitar ir com o motorista da familia dos Hansson iria ficar muito na cara que eles tinham algo e como o Pietro tinha deixado claro que ele não queria isso ela achou melhor pegar um uber

"Não senhor, ela não aceitou, ela foi em um carro, porém não sei quem era"

Carol havia chegado bem cedo ao predio dos Hansson ela havia ido lá poucas vezes e tinha esquecido de como era enorme, assim que ela chegou e se apresentou a recepcionista logo a direcionou para sua sala e a apresentou tudo, porem para a sua surpresa o senhor Patrick havia deixado um recado para a tratar super bem e deixado seu nome como Caroline Hansson o que causou confiança e interrogação na cabeça de todos, ela queria ficar no anônimo e sabia que agora os olhares para ela seria diferente

"Eu não entendo como essa garota conseguiu pegar a segunda melhor sala da empresa e ter essa cargo alto com tão pouca experiencia" - naquele momento Caterine estava furiosa até porque ela trabalhava lá a anos e sempre almejou por isso

"Nem eu, mas ouvi dizer que ela faz parte da familia do Sr Hansson parece que eles a criaram, ela tem até o sobrenome deles pelo que pesquisei e ouvi dizer que ela estudou nas melhores escolas dos USA" Patty dizia enquanto olhava Carol organizando suas coisas na sua nova sala

"Bom dia, meninas. Vocês sabem aonde encontro a Senhora Caroline?" - Raissa era uma jovem que tinha acabado de entrar na empresa, ela não era muito alta porém bastante bonita, tinha um tom de pele bronzeado e com seu cabelo loiro um pouco abaixo da sua altura do sutiã, quando ela terminou de dizer as meninas logo apontaram para a sala da Carol que estava em sua mesa trabalhando

"Esta em sua sala, você seria?"

"Sou a assistente dela, o Sr Hansson me mandou para ajuda-la" - Raissa logo olhou em volta e pode ver uma mesa com seu nome onde foi colocando suas coisas, naquele momento o olhar de Caterine e Patty era de raiva eterna, minutos depois Raissa entrou na sala de Caroline onde elas começaram uma reunião e organizar algumas coisas

"Se ela pensa que só por ser adotada pela familia Hansson as coisas vai ser fácil pra ela, ela tá muito enganada, irei fazer da vida dela aqui um inferno" - Olhar de Caterine era de raiva ela não entendia como a Carol tinha conseguido o cargo daquele

Carol havia passado o dia todo pulando de reunião em reunião e tentando entender como a empresa funciona o mais rápido possível para poder desenhar uma coleção de verão, a empresa tinha varias estilista e ela queria se destacar nesse mês e ter sua coleção como uma das principais escolhida, ela ja sabia que o fato de ter o sobrenome da empresa podia desvalorizar muita sua qualificação e ela não ia deixar que ninguém fizesse isso, Carol estava saindo de sua sala ela não tinha se dado conta de que não havia almoçado ainda e percebeu que havia sugado bastante sua assistente também

"Hey, Raissa, gostaria de saber se você não quer ir comer algo comigo, eu não conheço nada aqui e você poderia me fazer campainha"

"Claro, Sra: Caroline, temos uma lanchonete muito boa na esquina, posso lhe acompanhar"

"Certo, você pode me chamar apenas de Carol"

"Certo"

Assim que Carol esperava por Raissa checando algumas mensagens em seu celular, ela acabou vendo mensagem de Ohana perguntou se estava tudo bem e logo depois do Sr Patrick, ela o respondeu rapidamente e logo checou para ver se tinha alguma de Pietro, mas não havia, ela podia perceber que todos na empresa a olhava como se tivesse sempre falando dela, ela não se sentia nem a vontade para falar com nenhum deles, ela sabia perfeitamente o que eles estavam pensando, que ela não merecia está naquele cargo, assim que ela se virou para sair quando Raissa disse que estava pronta ela viu Pietro que logo passou por ela sem direcionar uma palavra, apenas observou, ela também não fez questão de o cumprimentar, achou que seria melhor assim, mas pensou "vai ser sempre assim? ele vai fingir que não existo?"

"Você viu isso? Se ela faz parte da familia como pode o Sr: Hansson nem dirigir a palavra a ela?" Catarine acabava de comentar isso com Patty que também estava chocada sem entender

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