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Caminhos Quebrados

Caminhos Quebrados

Autor:: Emma Monroe
Gênero: Romance
Depois de ganharem um sorteio no qual o prêmio seria uma viagem grátis para Las Vegas, Olívia e Emily embarcam nessa aventura com a intenção de se divertirem e conhecerem novas pessoas. Elas se hospedam em um hotel chiquérrimo no qual o futuro herdeiro, o galanteador e misterioso Henry Bianchi está hospedado devido à negócios. Olívia e Henry se conhecem e de imediato sentem uma tensão sexual fora do comum, fazendo-os entrarem em um jogo de sedução bastante excitante.

Capítulo 1 Prólogo

- Você tem até o dia cinco para pagar o aluguel, Olívia. Já está atrasado há três meses e eu não posso esperar a sua boa vontade de pagá-lo. - a senhora Clark me olhou com pena, fazendo com que meu estômago revirasse.

- Desculpe, senhora Clark. Prometo que irei pagar, as contas estão acabando com todo o meu salário e...

- Todos temos problemas, querida. Tenho várias contas para pagar e conto com o dinheiro do aluguel deste apartamento. Entende que não posso esperar? As dividas não esperam! - assenti, sentindo um nó se formar na minha garganta.

Entrei no elevador e agradeci mentalmente por estar vazio. Há exatos cinco anos concluí o ensino médio e lutei muito para conseguir uma bolsa de estudos em uma boa universidade, infelizmente com os problemas em casa não consegui. Perdi meus pais com meses de diferença e isso me abalou profundamente, deixando-me em uma bolha por um longo tempo, até que tive que levantar e enfrentar o mundo. Não foi fácil, passei fome, morei em repúblicas, em quartos alugados e até mesmo dormi na estação de trem algumas vezes. Consegui um emprego há dois anos como operadora de caixa em um supermercado e tento sobreviver desde então.

O pequeno apartamento localizado no Brooklin foi ideia de minha melhor amiga Emily. Ela me ajudou com a mudança e com a limpeza do local, nos primeiros meses parecia ir tudo bem, mas as contas foram chegando e para uma recém adulta era como se fosse uma facada nas costas. Pensei em desistir várias vezes, não me sentia bem comigo mesma, era como se eu fosse quebrada por dentro. Uma grande tristeza me acompanhava dia após dia e eu tinha medo do que poderia acontecer caso ela tomasse conta de mim.

Peguei dois ônibus como faço todo dia e cheguei no trabalho cedinho graças a Deus. Entrei no vestuário e troquei de roupa, deixando o cabelo preso em um rabo de cavalo e todos os meus acessórios dentro do armário de funcionário. Quando fui para o caixa, Emily havia chegado e correu para o vestuário, sempre atrasada. Minutos depois, ela reaparece com um sorriso de criança endiabrada.

- Bom dia, meu amor! - sentou em seu caixa.

- Bom dia. Aconteceu algo de bom? - preparei todo o meu local de trabalho, deixando-o bem organizado.

- Sabe aquela loja de cosméticos em Manhattan? Aquela que vende a base que amo e tenho zero condições de comprar?

Seus olhos brilhavam me deixando curiosa. O que aconteceu para essa empolgação toda?

- O que você fez, Emily? E fala logo, temos apenas sete minutos pro início do trabalho.

- Eles estão sorteando uma viagem para Las Vegas com tudo pago! E o melhor: São para duas pessoas! - ergui a sobrancelha em tamanha incredulidade.

- E você está participando?

- Só concorre quem compra pelo menos cem dólares em cosméticos e adivinha? - abri a boca surpresa.

- Gastou cem dólares em uma loja de cosméticos? Emily! Sabe que não pode gastar dinheiro assim, lembra que estamos combinando de dividir o aluguel? Porquê até ontem você não estava suportando dividir o quarto com outra pessoa na república e agora gasta o único dinheiro que tinha na carteira...

- Eu sei, Olívia. Mas, poxa... Eu fiz isso por nós duas! Merecemos essa viagem e toda a curtição que ela irá proporcionar. E destino ou não, entraremos de férias semana que vem, ou seja: tudo está conspirando ao nosso favor. Vegas nos espera!!!

- Você esqueceu que isso é um sorteio, certo? Várias pessoas estão participando e porque justo nós duas iremos ganhar? - ela respira fundo.

- Seja mais otimista, meu anjo! Nós já ganhamos e embarcaremos rumo a Las Vegas! - revirei os olhos, porém não falei nada.

Se Emily tinha fé nessa viagem, por que vou destruir suas expectativas falando que é loucura?

No horário do almoço, levamos sorte que Josh pagou dois deliciosos hot dog para nós duas. Sentamos os três no depósito do supermercado e assim se iniciou a conversa sobre o tal sorteio.

- O sorteio será hoje às 19h, em uma live no Instagram. Estou muito ansiosa! Preciso pedir a sua mala emprestada Josh, não tenho nenhuma e sem falar que tenho que avisar a minha avó, senão ela ficará preocupada. Você vai deixar o apartamento fechado, Olívia? Oh, mais claro que sim! Pergunta boba... - riu, deixando-me preocupada.

Se Emily não ganhasse esse bendito sorteio ficará muito triste e detesto vê-la assim.

- Vou emprestar a mala, contanto que traga um mexicano gostoso para me apresentar. Ouvi dizer que lá tem vários! Oh papi estoy loco! - abanou-se, fazendo com que todos rissem.

- Deixe comigo, você vai desencalhar! - Emily o abraçou rindo.

O dia foi bastante corrido e cansativo, ao chegar em casa, tomei um banho merecido e fiz um macarrão com queijo para jantar. Deitei no sofá e liguei em Eu nunca, uma série que comecei a assistir recentemente.

Já estava quase dormindo quando escutei o barulho do meu celular tocando. Ele estava sob o balcão da cozinha, levantei contragosto e o peguei. No visor estava escrito "Emily Wilson" o atendi de imediato e a notícia que recebi me fez ter uma sensação de desmaio.

"Oi, vadia! Arruma as malas, pois iremos para Las Vegas. Eu ganhei o sorteio, porra!"

Capítulo 2 Henry Bianchi

O vento gelado bateu no meu rosto quando entrei na varanda de meu quarto, deixando-me arrepiado. Era uma típica manhã de segunda-feira - que possivelmente seria monótona e nada agradável - quando acordei com uma leve ressaca da noite anterior. A garrafa de Bourbon vazia jogada no chão do quarto era a responsável pela leve dor de cabeça, sorri ao lembrar da pequena festa dada pela minha assistente, Anita. Deixei os pensamentos de lado quando escutei "toc toc"

- Sr. Bianchi? - a voz de Carmen ecoou pelo corredor. A mulher sempre gritava quando se tratava de algo urgente.

Me aproximei da porta e a abri com rapidez. Um rosto comum e rechonchudo me olhou com o semblante aflito.

- O que aconteceu?

- O seu pai está lá na sala e não aparenta estar feliz. - entendi o que ela quis dizer e bufei.

- Estou descendo. Obrigada, Carmen! - a mulher que praticamente me criou durante todos os anos de minha vida, me soltou um olhar de "Tome cuidado, por favor" assenti e ela respirou aliviada.

Me preparei mentalmente para enfrentar meu pai e assim fiz, andando firme até a sala ampla da mansão, tão grande e ao mesmo tempo tão pequena... Giancarlo Bianchi Gali estava impaciente ao telefone. Andei devagar até o cômodo em que ele se encontrava e o homem percebeu a minha presença, desligando o telefone no mesmo instante em que me viu.

- Achei você, ainda bem. Preciso que viaje à Las Vegas para o Hotel Bianchi Gali. Consegui mais um sócio e preciso de alguém de confiança para as reuniões.

- Como quiser, pai. Quando irei? - coloquei as mãos nos bolsos da calça.

- Na quinta-feira pela manhã. O jatinho particular irá levá-lo, por favor sem atrasos. Sabe que priorizo a pontualidade em meus negócios. - assenti, o olhando preocupado.

- E por que está tão preocupado? - questionei e em resposta ele respirou fundo.

- Lembra da loja de cosméticos que Carlota resolveu abrir em Manhattan?

- Cosméticos Gali. - lembrei de imediato.

A minha madrasta não era nem um pouco inteligente em relações a negócios e vivia em constante disputa - que só existia na cabeça dela - com a minha mãe. Abriu uma loja de cosméticos com a promessa que deixaria meu pai mais rico, porém só tínhamos problemas e dores de cabeças em relação à isso. Carlota só se preocupada com bolsas da Gucci e sapatos caros.

- Exato. Sua madrasta fez um sorteio de uma viagem para Vegas, em nosso hotel. Um sorteio nada organizado e que já tem dois vencedores, sabe-se lá de onde são. A loja está indo a falência e ela achou que fazendo tal coisa mudaria algo, mas piorou. Irei viajar para Manhattan e ver como anda a situação.

- Já disse para o senhor colocar Carlota no lugar dela, pai. Ela vai acabar te levando a falência. - aconselhei e ele fez pouco caso.

- Enfim. Quinta-feira, não esqueça! Preciso ir. - andou apressado até a porta e voltou a telefonar.

Horas mais tarde, estava sentado em minha mesa na empresa. Depois de mil assuntos pendentes, consegui respirar fundo e almoçar. Minha cabeça estava doendo e piorou com a mensagem de minha mãe.

"Filho, estou em Paris com o seu padrasto. Gostaria de nos acompanhar? Sua irmã apareceu com uma notícia excelente... Ela está noiva de Pietro!"

Não acredito que Paola aceitou o pedido de casamento daquele idiota. O cara era o maior babaca e sempre a colocava para baixo, não acrescentava nada em sua vida.

"Sinto muito, mãe. Tenho uma viagem de negócios essa semana e estou atolado de trabalho. Mande minhas felicitações"

Assim que enviei a mensagem, ouço uma voz conhecida acompanhada de "toc toc" na porta do escritório.

- Pode entrar! - falei alto e então a porta se abriu, revelando um Adam Jones com um sorriso debochado.

- Estava comprando alguns móveis para o meu apartamento novo e passei aqui para ver o meu melhor amigo sumido. O que diabos aconteceu com você ontem? - sentou despojado no sofá de couro do escritório.

- Levei a garota loira para casa e as coisas esquentaram. - cruzei os braços sorrindo e Adam esfregou as duas mãos em felicidade.

- Pelo menos alguém terminou o domingo bem. - assenti, ainda sorrindo.

- Mas felicidade dura pouco quando se trata da minha. Tenho uma viagem de negócios para Vegas na quinta-feira. Meu pai está completamente maluco com as aventuras de Carlota. - debochei, fazendo o meu amigo rir alto.

- Aquela mulher tem um parafuso a menos, isso é fato. Mas... Pera aí, você está falando de Vegas? Caralho, Henry! Podemos passar o final de semana inteiro no hotel, curtindo, bebendo e tudo de graça. O que acha? - franzi o cenho com incredulidade.

- Ouviu a parte de "viagem de negócios"? Não estou indo para me divertir e não existe "nós" quando se trata de trabalho.

- Por favor, Henry. Você tá ficando um velho chatão e sem expectativas de vida... Resolva as pendências do trabalho e logo depois iremos nos aventurar pelos cassinos e festas de Vegas. - ergui a sobrancelha.

- Ok, já que você faz tanta questão. Preciso que esteja em minha casa na manhã de quinta-feira, sem atrasos. Iremos no jatinho de meu pai e sabe que ele preza pela pontualidade.

- Excelente. Eu levo uma garrafa de Bourbon para bebermos durante a viagem.

Bufei e depois dei uma risada da maluquice do meu amigo. Para Adam, tudo se resolvida com festas e mulheres.

Capítulo 3 Olívia Miller

Olívia Miller

As malas estavam feitas e devidamente organizadas na pequena sala do apartamento e uma Emily ansiosa cantava no banheiro enquanto tomava banho para embarcamos para Las Vegas. Quitei o aluguel desse mês depois de pedir emprestado para Josh e estava bem tranquila em relação à isso, pelo menos irei me concentrar na diversão que essas férias irão proporcionar. Era quase madrugada de quinta-feira, possivelmente chegaríamos em nosso destino pela manhã.

Olhei mais uma vez no espelho da sala e fiquei contente com o que vi, meus cabelos estavam preso em um rabo de cavalo alto e eu usava uma calça jeans de lavagem escura e um moletom preto confortável. Pensamentos ansiosos rondavam a minha cabeça, estava nervosa para conhecer aquela cidade e pesquisei um pouco sobre o hotel que ficaríamos. O Hotel Bianchi Gali era conhecido pela melhor hospedaria da cidade e bem avaliado pelo luxo e seus cassinos. O dono do hotel recebeu inúmeras visitas de famosos e ostenta uma fortuna imensurável.

- Vai ser divertido. - murmurei consigo mesmo e torci para que realmente fosse, eu merecia um pouco de paz e diversão.

- Estou pronta! - Emily apareceu já vestida e com o cabelo seco. Por ser curto era menos trabalhoso, porém bastante bonito.

- Vamos? - estendi a mão um pouco nervosa.

- Vamos! - disse animada.

A viagem foi ótima, dormimos boa parte dela e chegamos no destino pela manhã, com um sol caloroso fazendo nossa recepção. Trocamos de roupas no banheiro do aeroporto devido ao calor e pegamos um táxi para irmos diretamente para o hotel.

O Hotel Bianchi Gali nos deixou surpresa pela ótima localização e seus luxos encantadores. Pessoas aparentemente podres de ricas andavam de um lado para o outro, sempre com o nariz empinando, demonstrando todo o seu desprezo por meros mortais. Emily se apressou indo até o balcão da recepção e trocou algumas palavras com a funcionária, alegando que havíamos ganhado o sorteio.

- Verifiquei seus dados e realmente ganharam o sorteio. O quarto das senhoritas ficam no 4° andar do hotel. Antes de seguirem para os seus aposentos, quero lhes explicar sobre o sorteio. Acompanhe-me! - sorriu simpática.

Fizemos um pequeno percurso até nosso quarto visto que o hotel era gigantesco e deveria ter vários andares. A moça cujo nome era Diana explicou perfeitamente as regras do sorteio

1° O café da manhã era servido de 7 às 9 da manhã.

2° a entrada para o cassino era feita através da recepção por pulseiras que não podem ser perdidas ou tiradas do pulso.

3° Piscina era liberada somente depois do almoço.

4° A viagem acaba em quatorze dias, logo após será cobrado a diária do hotel.

5 ° É recomendado estar no Hotel até às 3h da madrugada. Passando do horário teremos que esperar a recepcionista trocar de turno.

6 ° Ter organização com o quarto e cuidados com os produtos liberados pelo sorteio.

7 ° Não cumprimente/ se aproxime de nenhum Bianchi Gali. É extremamente proibido.

E mais umas dez regras bobas que nem fiz questão de ouvir. Ora, não estava com vontade de me estressar...

Depois que Diana nos deixou sozinhas em nosso quarto, arrumamos nossas malas, tomamos banho e decidimos dormir por conta da viagem. Não passava das 10h quando acordamos juntas.

- O que iremos fazer hoje? Estou com vontade de passear por Las Vegas e beber vinho durante a noite. - falei ao levantar da cama e me espreguiçar.

- Nós faríamos esse programa tosco caso estivéssemos em Nova York. Acorda, Olívia! Olha o tamanho desse hotel, imagina o quão impactante seria se conseguíssemos um suggar dady. - Emily disse me olhando animada.

- E o que você sugere? Temos duas semanas para curtimos tudo isso de graça.

- O almoço é servido meio-dia. Nós comemos, colocamos nossos biquínis e vamos sensualizar um pouco na piscina... Quem sabe aparece alguém interessante e transforme essas duas semanas em meses, anos... Não custa nada sonhar! - riu alto, se jogando na cama.

Concordei com um pé atrás e assim foi feito, almoçamos no restaurante chiquérrimo do hotel e em seguida fomos para a piscina. Era uma área grande, com uma piscina enorme e algumas pessoas aproveitavam o sol, deitadas em espreguiçadeiras.

- Pouquíssimas pessoas estão curtindo essa piscina maravilhosa, que povo maluco! Onde estão os homens bonitões daqueles filmes da Netflix? - Emily disse irritada.

Sentamos em duas espreguiçadeiras e comecei a passar o protetor solar no corpo. Ninguém merece ficar toda ardida durante essa viagem espetacular. Aproveitei para postar fotos no Instagram.

- As pessoas trabalham, Emily. Não esqueça que estamos em plena quinta-feira.

- Pessoas ricas não trabalham. - disse concentrada no celular.

- Claro que sim. É por isso que são ricas, não ficam a toa. - ela ficou em silêncio e continuou olhando o celular.

O dia passou rapidamente e logo estávamos em nosso quarto, nos arrumando para curtir a noite.

Optei por um vestido vermelho e bem decotado, passei um batom nos lábios da mesma cor, os cabelos ondulados pelo babyliss caíam pelos meus ombros deixando-me bonita.

- Uau! Você tá muito gata, amiga! - Emily saiu do banheiro sorridente.

Ela usava um vestido azul escuro de seda, que tinha uma fenda na perna direita e um pequeno decote no busto. O cabelo extremamente liso e partido no meio deixava a cor mais evidente. Ambas estávamos de salto alto e sorri ao pensar que finalmente poderia curtir uma noite de diversões, depois de tanto tempo me martirizando pelos fracassos da vida.

- Você está muito mais! Pronta? - estendi a mão e ela assentiu, segurando-na.

Pegamos o elevador e paramos na recepção. Estava lotada de seguranças, aquilo me assustou um pouco. Nós resolvemos ficar no bar esta noite, pois ficamos sabendo por alto que esse final de semana seria regado de festas.

- O que está acontecendo? - perguntei, olhando para a entrada do hotel.

- Eu não sei. - Emily olhava na mesma direção.

E então aconteceu. Dois homens entraram no hotel acompanhado dos seguranças. Um deles estava de terno preto perfeitamente alinhado e falava sério ao telefone, o outro usava uma roupa mais despojada, olhando cada rabo de saia que passava por ele.

O de terno parecia não estar se sentindo a vontade, ele trocou poucas palavras com a recepcionista e continuou andando pelo hall do hotel. Que homem bonito! Ele tinha um jeito que me deixou estranhamente arrepiada e quando sorriu, quase tive um pequeno infarto. Era bonito, charmoso e sombrio.

Sim, aquele homem tinha algo obscuro no olhar. Algo que me intrigou no exato momento que pus os olhos nele. Não o conhecia, sequer sabia seu nome, mas estava intrigada e assustadoramente encantada.

Antes que ele pegasse o elevador e sumisse da minha visão, seu rosto virou-se em minha direção rapidamente, como se alguma tipo de conexão tivesse puxado-o para mim e pelo seu olhar, o impacto também caira sobre ele.

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