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Caminhos do coração o amor sobe o morro

Caminhos do coração o amor sobe o morro

Autor:: nanabr
Gênero: Romance
Erick é um dos filhos de Nero, um dos maiores traficantes do país,, em uma decisão da família ele e a irmã mais nova vão morar fora do estado, tudo para ser uma vida tranquila, mas a irmã consegue uma paixão adolescente, e com isso muita confusão, mas junto vem uma amiga... E essa amiga... Ahhh ela se torna a dona dos pensamentos do irmão por anos,, ele mesmo sendo bandido e treinado para cometer crimes tem princípios, e decide que só ficará com ela depois da maior idade da jovem, e quando isso acontece... Tudo para dar certo, mas vida de bandido da certo??? Podia sim ter dado certo, mas a vida não é um morango, e tudo que pode dar errado deu! Anos depois eles se reencontram e a adolescente, agora uma mulher jovem e mais linda que nunca, será que ela ainda é a dona dos pensamentos, do dono do morro ainda? Ela continua sendo o anjo da vida do bandido, mas quem disse que um anjo não briga, bate ou xinga??? Porque está faz isso tudo! E nosso bandido será que ele é todo mal mesmo? Dizem que bandido não ama..., o nosso será que vai ser aquele safado incorrigível, só um spooler ele é o considerado o demônio, mas com ela ele nunca teve esse lado ruim..., já ela... Bora conferir o que nossa ruivinha vai aprontar, na vida do bandido, e o que aconteceu para ela ter se tornado tão dura com seu primeiro amor. Vamos descobrir se amor de adolescência é algo passageiro, e será que a dor de adolescente, é algo que se grava na memória e coração?! Porque dizem que o amor consegue sim pelo Caminhos do coração o amor sobe o morro.

Capítulo 1 O inicio.

Então vamos lá, primeiro dia de aula no novo colégio, por si só isso já é ótimo.... Agora coloca nesta conta que sou de família humilde e vou ser bolsista num colégio de riquinhos esnobes....

Já ficou bom néh... Só para acrescentar um pouquinho a bendita da escola fica a 1:45 de casa! Pronto chegamos no valor exato dessa brincadeira.

Deixa eu me apresentar, me chamo Luísa tenho 15 anos. Sou baixinha tenho 1,60 de altura, meu corpo esta na média para minha idade, espero um dia chegar naqueles modelos de corpos lindos, mas isso para mim e por mais ninguém meu cabelo é preto com algumas luzes vermelhas estou indo aos poucos mas a intenção é um dia todo vermelho que acho lindo...

Moro com minha mãe e minha irmã de 12 anos moramos na Cohab mas não é nossa não é de uma amiga da mamãe e pagamos a prestação do apê e o condomínio, meu pai faleceu faz 7 anos, sofremos muito a falta dele, em todos os sentidos, mas a minha mãe é uma mulher foda e faz os dois papéis com perfeição.

Ela sempre lutou por nós, e ir para esse colégio, vou admitir é sonho dela..., então bora lá que já está na hora do inicio da viagem até o meu novo martírio.

O primeiro dia em uma escola nova sempre carrega consigo uma mistura de nervosismo e excitação.

Meu coração bate mais rápido enquanto eu caminho pelos corredores movimentados, tentando encontrar minha sala de aula.

Rostos desconhecidos passam por mim, e a sensação de ser uma estranha em um mundo familiar paira no ar.

Sentando-me em uma carteira vazia, observo todos interagindo ao meu redor.

Fofocas de verão, risos e amizades antigas preenchem o ar, enquanto me pergunto como vou me encaixar neste novo cenário.

O recreio trouxe um alívio bem-vindo, uma chance de explorar o território e, quem sabe, fazer amizades.

Ao me aproximar do pátio, notei uma cena que fez eu parar no meio do caminho.

Uma garota morena, de olhos baixos e semblante entristecido, estava sendo alvo de comentários maldosos, de outras garotas que causa náusea só de ver.

Senti uma onda de empatia. Não podia ignorar aquela situação.

- Oi, eu sou Luísa. Parece que estamos no mesmo barco aqui. Você não está sozinha.

- Sophia, você logo se enturmará com elas...

- Com certeza não irei, gosto de manter o que como no meu estomago... E andar com elas faria eu vomitar.

- Você é diferente, Luísa, mas... poderia fazer um favor para mim? - Sophia perguntou, a sua voz carregada de suplica..

- Claro, o que é?-

Respondi, curiosa.

Ela hesitou por um momento, seus olhos encontrando os meus com uma intensidade indecifrável.

- Há um rapaz aqui... Lucas. Ele é lindo e eu gosto muito dele. Gostaria que você desse isso a ele.- Sophia estendeu um pequeno bilhete na minha direção.

Eu peguei o bilhete, notando a grafia delicada e as palavras cuidadosamente escolhidas.

- O que você quer que eu diga a ele? -

Perguntei, tentando entender o contexto.

- Só diga que é de uma amiga. Ele vai entender. - respondeu com um brilho melancólico em seus olhos.

Ainda intrigada, aceitei a tarefa. Ao me aproximar de Lucas, senti uma energia desconhecida envolvendo-o. Seus olhos expressivos encontraram os meus, e uma corrente elétrica pareceu passar entre nós por um breve instante, e só para adiantar não foi um sentimento bom!

- Oi, Lucas. Eu sou Luísa. Pediram para entregar isso a você, foi uma amiga.-

Entreguei o bilhete, e sua expressão séria revelou um lampejo de emoção que ele rapidamente escondeu.

Ele aceitou o bilhete, agradecendo com um aceno de cabeça. Lucas parecia um rapaz comum, mas algo em seu olhar deixava transparecer uma sombra de malícia.

Eu hesitei por um momento, sentindo que algo estava prestes a acontecer.

Sophia observava atentamente de longe, seus olhos fixos em Lucas enquanto ele abria o bilhete. A atmosfera mudou, e o sorriso sutil que brincava em seus lábios desapareceu.

- O que é isso?- ele disse, levantando o olhar em direção a Sophia. Seus olhos estreitaram, a expressão se transformando em desprezo.

A expressão de Sophia parecia congelar enquanto ela esperava pela reação de Lucas. Ele não perdeu tempo em expressar sua maldade.

- Você ainda não aprendeu a controlar o apetite, Sophia? Então, agora está enviando mensagens por intermédio de outras pessoas?- ele disse, sua voz carregada de crueldade e alto o suficiente para todos a nossa volta ouvir.

O silêncio caiu sobre o pátio, todos os olhares agora direcionados Sophia, atingida pelas palavras afiadas de Lucas, a coitada lutava para manter a compostura.

Eu senti uma raiva crescente diante da maldade dele.

- Isso foi desnecessário, Lucas. Ela só pediu para entregar uma mensagem, mas quer saber me da isso de volta!

Falei e catei o papel de volta.

Lucas apenas riu, um riso cheio de sarcasmo.

- Não se preocupe com isso, Luísa. Sophia está acostumada a ouvir a verdade. Ela precisa encarar a realidade, ela é extremamente fora dos padrões de beleza e jamais terei algo com alguém tipo ela.

Aquele riso provocador foi a gota d'água. Minha paciência esgotou-se diante da maldade gratuita de Lucas.

- Você acha que é engraçado machucar os outros, Lucas? Que tal você encarar a realidade de que ser cruel não faz de você melhor que ninguém? E que seu padrão de beleza no próximo está alto demais para uma pessoa podre como você!- minha voz cortante ecoou no pátio, e depois disso dei as costa com o papel na mão.

Lucas me puxou fazendo virar para ele novamente, surpreso com a intensidade da minha reação.

- E quem pediu a sua opinião, Luísa? Está querendo ser a heroína agora? Não se mete comigo sua coisinha pobre. - Disse enquanto eu me soltava dele.

- Não sou a heroína, muito menos coisinha, e muito menos conivente com crueldade. As palavras têm poder, e você escolheu usá-las para ferir. Isso diz mais sobre você do que sobre Sophia-

Retruquei, sentindo a raiva pulsar em minhas veias.

Sophia, olhando para mim com gratidão misturada com surpresa, permaneceu em silêncio. Era como se uma batalha estivesse sendo travada, e eu estava determinada a não recuar.

Lucas, por sua vez, encarou-me com desdém.

- Às vezes, a verdade é dolorosa, e as pessoas precisam enfrentá-la.

- Sim e deve doer muito para você saber que, você é um merda.

Afirmei, mantendo meu olhar firme.

Seu olhar era uma mistura de raiva e arrogância.

- Acha que pode me desafiar, Luísa? Talvez precise de uma lição para aprender a se manter na sua insignificância- Ele murmurou, as palavras carregadas de ameaça.

Ignorei a tentativa de intimidar.

- Não me intimida, Lucas. Pode tentar, mas não vou ficar em silêncio diante da crueldade. Seja homem o suficiente para encarar suas próprias escolhas.

-Pode apostar que vou te mostrar o quanto sou homem.

Seu rosto contorcia-se em frustração, mas algo no fundo de seus olhos indicava que essa batalha estava longe de terminar.

Sophia observava, agradecida pela defesa, mas também preocupada com as consequências dessa troca intensa de palavras.

O sinal tocou, marcando o fim do recreio e interrompendo a tensão no pátio. Os estudantes dispersaram-se rapidamente, voltando para suas salas de aula. O confronto entre Lucas e eu ficou suspenso no ar, mas a sensação de que algo maior estava se desenrolando persistia.

Mais tarde, na saída da escola. Eu caminhava em direção à saída quando ouvi uma voz...

Capítulo 2 Ganhei um cavalheiro será

- Pensou que poderia escapar tão facilmente, Luísa? - Falou, bloqueando meu caminho.

Eu parei, encarando-o com determinação.

- Não tenho tempo para suas provocações, Lucas.

- Você realmente acha que pode mudar alguma coisa aqui? Este é o meu território, e você está pisando em terreno perigoso.- Ele riu, um riso de desdém.

Sophia, que nos observava à distância tentou se aproximar, mas dei sinal para ela ficar longe, onde eu moro aprendemos a bater em garotos folgados!

- Chega, Lucas. Não vou perder tempo com você, não vale a pena.

. - Apenas uma última advertência, Luísa. Não se meta nos meus assuntos, ou você vai se arrepender.

Eu mantive minha postura, recusando-me a ceder à intimidação.

- Não tenho medo de você, Lucas. Se quiser continuar vou revidar não curto isso de ameaças, você não me põem medo.

Ele deu um passo para o lado para me deixar passar, e a Sophia ficou mais a frente, tadinha foi humilhada em frente a todos esses merdinhas dessa escola de classe..., de merda.

Mas quando eu fui passar esse bosta de garoto segurou meu cabelo me puxando para trás e me empurrando contra o muro da escola.

Que tipo de garoto quer brigar puxando o cabelo??? Acho que eu brigo melhor que ele!

Quando fui dar um chute nele uma mão apareceu do nada segurando o braço dele, e apertando.

- Se for bater, bate direito. Porque não vou devolver em você menos do que merece, só por ter tocado nela! - Falou um desconhecido.

Porra ganhei um cavalheiro será?

Bom aparência de príncipe ele já tem, lindo moreno claro dos olhos verdes forte e com uma Tatto no braço... Meu sonho...

O Idiota do Lucas me soltou, e realmente ganhou dois socos como merecia.

O meu cavalheiro saiu andando, e deu um sorriso para mim e uma piscadinha, e sim sou novinha, mas acho que apaixonei...

Sai dali e fui direto para o terminal urbano, que agora seria meu novo ponto de parada todos os dias neste ano.

Minha mãe sonhou em eu conseguir essa bolsa no 'melhor' colégio, mas se no primeiro dia foi isso, não quero nem imaginar como será no último.

O terminal urbano era um microcosmo caótico da cidade, repleto de pessoas apressadas, vendedores ambulantes e ônibus que partiam em todas as direções.

É um contraste gritante com a atmosfera da escola, mas aqui, ao menos, eu me sinto mais no controle.

Enquanto aguardava o ônibus, refleti sobre o confronto com Lucas.

Aquela troca de palavras não seria esquecida facilmente, e eu estou determinada a não deixar que suas ameaças afetem minha jornada.

O ônibus chegou, e entrei, escolhendo um assento próximo à janela para observar o cenário urbano em constante movimento.

O trajeto foi um momento de tranquilidade relativa, uma pausa entre a escola e o tumulto da vida.

Ao descer do ônibus, adentrei o subúrbio que chamo de lar.

As ruas mais amplas, as casas modestas e os habitacionais, o ar de comunidade contam histórias de lutas diárias e resiliência, um lugar que eu conheço bem, mas mesmo aqui, o ar parecia diferente após o incidente na escola.

Chegando em casa, deparei-me com minha mãe ocupada na cozinha. Ela levantou os olhos do fogão ao me ver.

- Como foi o primeiro dia, filha?- Ela perguntou, com uma mistura de curiosidade e preocupação.

- Complicado, mãe. Essa escola 'melhor' parece trazer mais problemas do que soluções-

respondi, desabafando sobre o encontro com Lucas e a defesa de Sophia.

- Vamos dar um jeito nisso, Luísa. Você não está sozinha.- Minha mãe suspirou.

Naquela noite, enquanto jantávamos, e minha mãe disse algo que motivou, afinal de constas uma bolsa em uma escola particular não posso desperdiçar a chance.

- Você é forte, Luísa. Eles podem ter poder na escola, mas você tem o poder de se levantar e enfrentar cada desafio- ela afirmou, transmitindo uma mensagem de resistência que ecoou em meu peito.

O dia seguinte trouxe consigo uma ansiedade latente, marcada pelas lembranças do tumultuado primeiro dia na nova escola.

Ao adentrar o terminal urbano, pensava no misterioso rapaz que a havia defendido, agora apelidado carinhosamente como meu 'cavalheiro/príncipe'.

Ao descer do ônibus, meus olhos varreram o movimentado terminal, em busca sabe se lá de que....

E lá estava ele, não muito distante, cercado por uma aura de confiança, com um olhar sério que parecia atrair todas as garotas ao seu redor.

Entretanto, algo não parecia certo.

Meu coração afundou ao perceber que ele não estava sozinho. Uma garota bonita, com cabelos longos e um ar esnobe, caminhava ao seu lado.

Eles eram íntimo demais, causando um aperto no peito no meu peito.

Meu cavalheiro estava no centro de um grupo de admiradoras, cada uma tentando capturar sua atenção.

Senti uma mistura de emoções, surpresa, decepção e uma pontada de ciúmes que não quero admitir.

Um pouco mais a esquerda deles vi a Sophia, e caminhei na direção dela.

- Bom dia, Que bom te encontrar aqui... Assim já chego com alguém pelo menos.

- Eu vou e volto de ônibus quase todos os dias, podemos combinar de nos encontrar aqui.- Ela falou com um sorriso no rosto.

- Você o conhece?-

Perguntei, seguindo apontando na direção ao grupo de admiradoras e do ex-cavalheiro e já fui falando na sequencia,

- Ele me ajudou ontem, com aquele idiota.

- O cara no meu do mar de piranhas? - Pela forma que ela falou, já percebi que ela não gosta nada dessas garotas.

- Sim.

- Erick, meu irmão.- Ela disse simples.

Do nada ele saiu do meio do mar, como diz a Sophia e veio na nossa direção.

- Oi, Luísa, certo?

- Oi. Sim.-

Respondi tentando disfarçar a sensação desconfortável.

- Ah, deixe-me apresentar. Esta é Isabella. Isabella, essa é Luísa. - Ele sorriu, mas seus olhos não deixaram a garota ao seu lado.

Isabella acenou com um sorriso amigável, mas não consegui evitar a sensação de ranço da tal Isabela.

- Estou indo, você já vai Sophia?

Eu não tenho dom para ficar vendo esses dois com essa troca de olhares.

- Vamos sim.

- Espero você na saída.-

Ele disse olhando para mim, e desviando o olhar para Sophia, espera que ele vai esperar???

Capítulo 3 Eu quero você toda

Seguimos para a escola e todo o período minha mente martelava a respeito de quem ele iria encontrar na saída, me conscientizei que era a irmã dele...

Claro que é ela e ele me ajudou ontem por causa que ajudei ela...

Na saída...

Sai seguindo meu caminho normalmente a Sophia ao meu lado, e quando atravessamos o portão lá estava ele.

Poxa porque fui ser defendida por um gatinho desse!

Era só para me lembrar que o destino nunca vai colocar um desses na minha vida..., sacanagem com meu pobre coração adolescente de 15 aninhos mesmo, ficar caidinho por um cara desses...

Ele veio até nós e deu um abração no meu pescoço e seguiu sem falar uma palavra... Ok..., continua destino iludindo meu coração...

Segui com ele assim até o terminal, e confesso que o vi apenas dois dias, mas como explicar para meu coração???

Mal descemos do ônibus e vejo, o Erick seguir e direção ao mar de piranhas, ele dá um beijo no meu rosto e sai, puxa a tal Isabela e dá o BEIJO nela.

Seis meses depois....

A escola continua um tédio, o retardado do Lucas a cada dia que passa tenta ferrar com a minha vida de algum jeito, mas a Sophia acha que ele faz isso por imaturidade..., eu já vejo só maldade no que ele faz...

Mas enfim eu vejo que além de uma chance de conseguir um futuro melhor por conta do estudo aqui ser muito melhor, vejo que ganhei uma amiga para a vida toda....

- Luuuu, parabéns meu amorrrr!- ela fala me esmagando em um abraço.

Ahhh esqueci de contar hoje faço 16 aninhos...

- Fala baixo sua louca, daqui a pouco esta todo mundo vindo me abraçar...

Digo quase sendo enforcada por minha amiga.

- Espero que isso não aconteça...- Ouço a voz do meu amor platônico atrás da minha amiga, simmmm eu sou louca por esse cara que vive no mar de piranhas dia após dia um intenso revezamento o que ele faz, e ainda escuto minha amiga contar sobre a vida sexual dele...

Melhor, eu já quase vi a vida sexual dele... Mas não quero pensar nisso agora... Me deixo ser embriagada pelo seu perfume, e seus braços que sei que vou ganhar como todas as manhãs.

Assim que ela me solta ele me puxa para um abraço, que cola nossos corpos completamente, e eu amo e odeio isso...

Ele vive me abraçando e me chamando de meu anjo, assim como o Marcos um amigo dele que vivem juntos...

- Parabéns meu anjo.- Ele diz dando um beijo que pega no cantinho da minha boca, e eu quase morro de alegria com isso.

- Obrigada...-

Digo e ele se aproxima do meu ouvido.

- Espero pelos seus 18 aninhos...- diz fazendo carinho na minha cintura.

Eu ouvi direto produção???

Deus me ajuda e me dá logo esse 18 anos!!!!!

E assim seguimos a vida néh rezando pelo 18 anos, já que pelo visto eu terei algo especial nesta data, além de ser considerada legalmente responsável pelos meus atos...

Por enquanto a única novidade é que nas próximas eleições posso votar..., ow alegria....

..........Minha seguiu sem novidades desde a última atualização...

Meu coração acelerando cada vez que o Erick me toca, em abraços beijo no cantinho da boca ou me chamando de anjo...As discussões que temos toda vez que ele sabe que to pensando em ficar com algum menino... O Lucas bom esse já tomei consciência que deve ser aquele carma, que minha mãe sempre me fala..., a Sophia que é uma idiota ainda gostar do Lucas que é um filho da puta, riquinho metido...

Mas sei no fundo do coração que ela será uma amizade para vida toda....

Mas hoje estou comemorando pois fiz meu vestibular e passei, posso fazer minha matricula amanhã, afinal de contas hoje completo 18 anos!!!

Irei comemorar em uma boate com a Soph, e o Erick... Deus que venha o que eu tanto quero de presente...

Levei dias escolhendo meu look para comemorar, e por fim estou pronta um vestido curtíssimo justo só nos seios verde militar um coque despojado e vários assessórios que amo, nos pés um solto plataforma que não sou obrigada a sentir dor nos pés neh...

- Filha aproveita seu dia, quero que se torne uma mulher de bem, com uma boa carreira e cuida da sua irmã, que essa eu sei que vai dar todo trabalho que você não me deu..- Ela fala me dando um abraço e um beijo na testa.

- Credo mãe, parece mais uma despedida isso, que meus parabéns. -

Digo me virando para ela que está com um ar abatido a semana toda.

- Eu te amo minha menina, vocês são a luz da minha vida. Agora vai e aproveita sua festa. Amanhã conversamos.

Saio de casa com uma sensação estranha, mas resolvo tirar isso da cabeça por enquanto.

Sigo para a boate, feliz, eu esperei tanto por esta idade que mal me aguento.

Já na fila encontro os dois parados me esperando, me aproximo e ganho meu famoso beijo no canto da boca e logo em seguida como nos anos anteriores sou espremida pela minha amiga me desejando os parabéns.

Seguimos para dentro da boate e fomos para um camarote, que o Erick pagou, ele literalmente não deixa ninguém se aproximar de mim todo esse tempo, cuida mais de mim que da própria Sophia e até a mãe deles diz isso...

- Sophia busca umas bebidas para nós 3, hoje a LU pode beber oficialmente.

- Você sabe que eu já bebo..., fiz isso várias vezes com vocês! -

Digo dando risada pois é a verdade.

- Quero que ela saia daqui logo! - Ele diz no meu ouvido.

Minha amiga sorri com cara de quem ouviu pisca pro irmão e vai.

- Esperei muito por isso Luísa.

Ele mal termina a frase e me puxa contra seu corpo e me beija, sinto um sabor doce e amargo ao mesmo tempo, uma mistura do chiclete e da sua famosa verdinha, sua língua explora minha boca e ele chupa minha língua, e eu me entrego ao meu primeiro beijo, sim eu nunca tinha beijado ninguém!

Sinto as mãos dele no meu corpo e me arrepio inteira, e como sou humana preciso me afastar por falta de ar.

Se eu falar que sei como saímos da boate, e o que aconteceu com a minha amiga mentira, meu coração e minha cabeça se concentrou apenas na frase que ouvi quando nos afastamos.

- Eu quero você toda Luísa, vamos sair daqui?

Apenas acenei com a cabeça sorrindo e sim, no mesmo dia que fiz dezoito conheci um motel, melhor presente da minha vida... A noite com ele foi perfeita, cheguei em casa com o dia amanhecendo, minha intimidade dó claro, mas foi perfeito.

O Erick beijou e chupou mordeu cada pedacinho meu, e eu amei tudo.

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