Valentina Tommaso💓
Meus dias se resumem em trabalho e no final do dia o amor. Pode até parecer clichê, mas hoje quero comemorar assistindo a um filme romântico e dormir de conchinha. Quero que ele nunca esqueça essa data.
Eu sempre esqueço de pegar a chave no fundo da bolsa. As mãos cheia de pacotes, eu olho para todo lado e não tinha saída. Coloco os pacotes no chão e virou a minha bolsa de cabeça para baixo, era mais fácil e lá estava a pequena chave dourada. Eu a beijei sorridente, eu ia fazer um jantar para o meu ursão. Quase caí de cara catando as coisas jogadas e jogando de qualquer jeito na bolsa. Por fim abro a porta.
Entro quase sem enxergar, deixando as sacolas no balcão e ainda respiro e quando olho para a pequena sala eu não acredito. Vejo um sutiã jogado e olho para a porta do quarto e a calcinha de renda. "Eu não uso renda."
Caminhei pela sala indo ao encontro das peças jogadas ao chão e chegou à porta do quarto e me assustou ao deparar com um som estranho vindo de dentro.
Ouço gemidos e dou um empurrão na porta, não acredito no que vejo, eu quase caio dura no chão vendo-o a cena. O homem que me prometeu amor, cuida de mim. Eu ainda tento processar, mas só me vem à cabeça o que eu prescindir por ele e o quanto eu me dediquei para dar certa essa relação.
- Maldito! Eu podia sair correndo, mas quero me vingar, eu quero fazê-lo saber o quanto me magoou e me machucou. Eu não pensei em nada, apenas jogo o que consigo alcançar. Mando em sua direção. - Eu fiz tudo por você, eu renunciá a mim por você e o que me deu? Desgraçado. Jogo o vaso e vi a garota correndo, ainda vi nua. - Quero fora da minha vida, eu te odeio desgraçado. Já estou chorando.
- Você me machucou, o que deu em você? Ele ainda ousa me questionar.
- Eu te dei tudo e você fodeu a minha vida. Fora da minha casa e da minha vida eu não quero te ver e se passar na minha frente juro que me vingarei.
Ele ainda tenta se explicar e eu apenas olho para ele com ódio. Eu queria arrancar aqueles cabelos negros e não consigo me controlar. Desci o braço em seu rosto e ainda fecho os olhos, não acredito em mim mesma. Bati em seu rosto e dos dois lados querendo arrancar a pele dele.
- SOME DA MINHA VIDA! Grito já em lágrimas.
Chorando e desabafando toda lágrima que ainda restava em meu corpo. Eu passo os dedos e vejo-o indo. Era um adeus e mesmo ele me traindo ainda estou sofrendo e chorando pelo maldito.
Jogada ao chão do quarto descabelada com a maquiagem borrada de tanto chorar. "Não pode ser verdade, ele me traiu e eu ainda estou sofrendo por ele. Como posso ser tão burra?" O celular jogado ao chão e todos me ligando, eu ainda pego e vejo minha mãe e meu chefe e outro desgraçado.
"Não podia estar acontecendo comigo."
Desabei, desesperei em pedaços, mas eu tinha que continuar. Mas tira as forças de onde? Pego o celular e não acredito que ainda preciso trabalhar no fim de semana para realizar a apresentação.
- Nunca! Grito relendo a mensagem.
"Prepare a apresentação para segunda-feira, então faça o seu melhor trabalho, mostre que você é a melhor, não se esqueça de detalhar todos os detalhes da negociação. E lembre-se: eu não aceito "Não".
Ele tá de sacanagem comigo sério mesmo quando eu abri a mensagem não acreditei tô com meu psicológico todo ferrado ainda terei que fazer apresentação de trabalho na empresa não acredito nisso. E tão mal-educado que nem diz "obrigado" que maldito. Odeio os homens!
Perdi a cabeça, fui até as gavetas dele e pego suas cuecas e jogo tudo pela janela. E me esquecendo do sapato e vejo que ele ainda estava lá a espera do que eu não sei. Pegou o sapato e ainda jogou em sua cabeça e ele gritava lá embaixo.
- Vamos conversar. Ele grita.
- Cara de pau. Eu pego o celular e deleto a mensagem que recebi e grito. - Morra maldito!
Nem ferrando ele está de sacanagem comigo, eu não sou a única funcionária daquela empresa. E como farei isso? Eu acabei com a minha casa, tinha vasos quebrados, roupas pelo chão, a casa é uma bagunça assim como a minha vida que desmoronou.
- Apresentação e o caralho!
Eu ia jogar uma garrafa de vinho e me arrependo e abro e começo a beber. Eu precisava esquecer, mas não conseguia. Meu coração destruído, a única coisa que a minha cabeça me lembrava era que eu fui traída. Me levanto e vou até o espelho e eu estava destruída acabada, eu passo as mãos nos cabelos arrumando no lugar. E respiro após chorar e perceber que eu joguei um ano da vida fora com ele. Deixei de cuidar de mim e da minha vida profissional por ele. Eu não estava acreditando.
- CORNA! A minha cabeça gritava e eu não ia chorar e muito menos me culpa. - A culpa é minha por acreditar no amor.
Mas não ia deixar barato, eu abro o meu pequeno closet e sai catando tudo que era dele e joguei no lixo. As fotos e presentes dada por ele. Após virar meia garrafa de vinho, eu criei coragem e peguei a primeira roupa jogada ao chão. Eu precisava esquecer e saber aonde foi que eu errei? Parei no primeiro bar que encontrei, eu precisava ver gente por que nesse um ano eu me prendi somente em "nós."
Eu ainda olho o lugar e sabia que beber sozinha não era bom. Mas eu queria ficar sozinha e pensar em mim.
- O drinque mais forte para me derrubar. Por favor.
Entre um gole e outro, uma risada falsa e a vontade de chorar arrancar do peito aquela dor, eu já estava amiga íntima do barman, o gostosão com o corpo malhado e o sorriso malicioso. Ainda olhando para seus olhos acastanhados e um rabo de cavalo, eu já estava achando-o ele o próprio "George Clooney" galante e sorria fazendo covinhas. Eu estava perdida em meus pensamentos e odiando pensar no defunto do ex.
- Odeio os homens.
Valentina Tommaso 💓
Eu murmurei e olho para o lado e a cabeça pirando e naquela altura eu já estava entregue a bebida. A minha respiração já estava forte, eu respirava com dificuldade e ele se sentou e eu odiando todos os homens e inclusive ele que se sentou parecendo o dono do bar.
Os seus ombros eram largos, os cabelos castanhos e seus olhos, estava escuro, não dava para ver nada. E quando me aproximo de seu queixo arredondado com a barba cerrada e os lábios grandes e meus olhos acompanham sua mão. Eram grandes ele põe no balcão e eu respirei com dificuldade balançando a cabeça sendo totalmente invadida pelo seu cheiro amadeirado forte e ele ainda mordeu o canto do lábio. Está se oferecendo para mim? Não estou bêbada e isso.
- Nossa, como você é cheiroso! Eu disse embaralhando a voz.
E perfeito ele colocou a garrafa de whisky no balcão e os pequenos copinhos espalhados e se achando o dono do balcão e eu admirando seus dedos e rir. Olhando os gestos de ir e vir da sua mão.
- Podemos afogar as mágoas juntos? Ele empurrou o pequeno copinho para o meu lado e deu um sorriso perfeito, ele é muito envolvente. E parecia saber que eu precisava naquele momento. Ele levantou o copo de uísque e riu virando de uma vez que boca grande eu rir.
Acabei aceitando ele fala pouco apenas o necessário, sua voz rouca me chamando a atenção para sua boca. Colocou a mão sobre a sua coxa e os meus olhos seguiam suas mãos e ainda apertou, era muito gostoso e bem-vestido. E depois da terceira dose ele se soltou, se aproximou de mim e começamos a conversar e eu murmurando reclamando dos homens como se ele fosse uma mulher.
- É porque os homens não conseguem ficar com o pinto dentro das calças?
- Porque vocês são maravilhosas e fomos feitos um para o outro. Ele sorriu.
- Odeio todos os homens, odeio todos, acham que nós somos frágeis, somos como cristais e são traidores.
Eu me entreguei ao momento, ele enchia o shot e viramos juntos. Na terceira rodada ele segura a minha mão e eu sorri tirando. Não acredito que ele queira algo comigo e perfeito demais. Parece um deus grego.
- Não me diga que está sofrendo de dor de corno como eu? Eu rir e ele já puxou a minha mão, apertou e parecia termos uma conexão, eu senti minha mão molhar e ele apertou e riu. Aquela conexão de bêbados era isso e olhei nos olhos dele e queria sair correndo dali. E apenas um bêbado tentou me lembrar.
Entre copos e risadas ele já estava com intimidades comigo e também nos dois bêbados. Ele segura o meu joelho e aperta e eu olho em seu rosto. Eu queria rir, mas apenas admirei sua beleza.
- Vamos para outro lugar, aqui, está chato demais.
- Não! Eu respondi em cima de sua fala cortando-o.
- O que eu fiz? Há um homem esperando por você? Ele vira a bebida e me dá outra e puxa a minha mão- Você não conhece a palavra sutileza, né? Eu apenas vou te levar para casa.
- Porque não é direto e pergunta se tenho namorado. Eu gosto de ser direta e você fica fazendo perguntas demais.
- Então tem namorado? Ou é casada? Ele disse rindo.
- Claro que não e veja. Mostrei os dedos. -- Eu não tenho aliança.
- E amante? Ou um sexo casual com um amigo?
Não acredito ele quer saber da minha vida íntima eu me levanto do banco e eu quase cair e ele me segurou a cintura sinto seus dedos enfiar na carne do quadril. Eu não deixo de olhar para ele um minuto se quer. Ele riu um pouco do meu desespero pela situação e agarrou a minha cintura com o seu braço musculoso, intensificando a minha cintura e sorriu malicioso.
- Está segura em meus braços.
Em fração de segundos ouço sua voz rouca chegar em meus ouvidos, e voltando ao meu mundo real eu tiro seus braços na tentativa de afastar essas sensações indesejadas e me deparo com o seu olhar totalmente, confusos e trêmulos. As suas pupilas estavam dilatadas e seu olhar completamente selvagem, chegava a ser palpável o clima tenso entre nós. E uma adrenalina que percorreu a minha espinha.
Mas ele não se deu por vencido que se aproxima do meu corpo e deu para sentir ele quente e ofegante e ainda consigo sentir o seu hálito mentolado de bebida atingindo meu rosto e o meu corpo inteiro simplesmente se arrepia com esse atrevimento. Ele dedilha os seus dedos de forma árdua por meus braços até chegar ao queixo e desliza os dedos acariciando o formato do meu queixo e ambos ficamos entregues a um desejo incontrolável, naquele momento eu senti solta fagulhas dos nossos corpos. Tentando sair daquela tensão sexual que nos consumia.
- Quer casar comigo?
Nem reparei nada, eu agi por um impulso e raiva de me guardar um ano para ele e depois ser traída. Eu quero esquecer e ele me fez esquecer tudo com seu sorriso. E eu não tinha nada a perder. E quando me vi estava de frente para ele e me deu água na boca. Observando a distância entre os nossos corpos se diminuindo. Quando nos encostamos, ele arfou alto e soltou um gemido curto. Eu não queria enrolação, já estava com muito desejo e pensamentos rodopiando a minha mente já querendo ir para o finalmente.
- É melhor não dizermos nada. Eu disse sorrindo.
Os nossos olhares estão conectados, e à medida que aproximou os
nossos corpos um do outro, percebo o quanto a sua presença me
atrai e me faz tremer. Eu estou desejando um estranho.
Ele me ergueu em seus braços me esmagando com o seu corpo sinto seu membro, forçando o meu corpo frágil contra a parede. Por causa da nossa proximidade, consigo sentir o seu coração e ele estava batendo tão forte e rápido, e ele ofegante. Quando sinto sua boca na minha me devorando como um vulcão e ele entrou com tudo e eu cedi.
Ouço seus gemidos em meus lábios.
- Casa comigo?
Valentina Tommaso💓
Fecho os olhos, implorando sem falar, é muito melhor do que imaginei e sinto a pegada forte de suas mãos, a boca macia, persuasiva e eu não consigo resistir quando a língua pede passagem em meus lábios. Quando me tomou completamente, eu esqueci de tudo na boca dele. Gemo, os lábios entreabertos, ansiosa pela sua boca. Sua mão vem para o meu quadril, apertando minha carne, e me sinto entregue com apenas o toque. Ele abandonou meus lábios e beijou o seu pescoço, roçando a barba áspera por toda a extensão da minha pele arrepiada, descendo pacientemente pela garganta e chegando ao colo dos meus seios.
Meu corpo inteiro formigar de desejo, que beijo devorador, molhado e excitante, ele fodia meus lábios e eu respiro forte. Passei as minhas mãos por dentro de sua camisa, arranhando a pele e entrando no clima. Ele fez o mesmo, abrindo meu zíper querendo tirá-lo de mim. Foi fácil o vestido cair e ele abocanhou meus seios, as duas mãos grandes e quentes, cheias em mim, me apertando, puxando e me colocando a boca.
Agarrei sua cabeça, fechando os dedos nos fios e me oferecendo como podia, com o corpo todo preso ao dele e aquela sensação queimava a minha pele. Mas ele se afastou do meu corpo e vi quando se despia. O peitoral forte sem pelos, meus olhos descem por seu abdômen, e tudo combinava perfeitamente com os seus músculos bem definidos. Realmente, ele era tentador, era um homem muito atraente e gostoso. Deslizo o meu olhar minucioso até a entrada do pecado. E meu pai que homem perfeito! A ereção dele pressiona a minha barriga. Arquejo ao sentir dedos por dentro da calcinha pressionando dentro de mim. Primeiro um, depois dois. Ele brinca comigo, acariciando e explorando enquanto eu tremo contra o corpo dele.
Em menos de um segundo, ele está em cima de mim. Sua boca está pressionando a minha, enquanto ele puxa o meu cabelo, a mão dele desce o sinto puxar bruscamente tira a minha calcinha antes de seus dedos mergulharem em mim de novo. Sua boca me tirando do ar. Seus dedos começam a se mexer mais depressa, e eu mordo levemente seu lábio, enquanto luto para controlar meus gemidos.
Agora o peito dele está sobre o meu corpo e ele não deixou de me beijar. Enquanto os dedos dele continuam a se mexer, minha boca vai para o pescoço dele, sentindo seu pulsar com a minha língua. Quando o polegar dele escorregou para o meu clitóris, eu gemo de novo e, desta vez, não consigo me controlar, ele abre as minhas pernas e entra no meio com seu corpo forte e grande.
Sua mão forte vem para minha nuca, os dedos enroscando em meus fios acastanhados e ele aperta e eu sinto a dor no couro. Ele é rápido e duro em seu ataque, e eu gosto do seu jeito rude e dominador.
Eu rebolei, me esfregando e cada vez que deslizava seu pau arrastar na minha boceta, geme alto. Agarrou meus peitos, revezando em mamadas nos dois, mordendo os mamilos sensíveis.
Quando sinto ele me abrir ao meio com seu pau já encapado de camisinha, ele gemeu em minha boca fazendo o movimento para se encaixar.
- Hhahahaha... me sinto invadida por ele enorme a cabeça roliça endurecida em meu sexo ardendo e ele gemendo, eu o sinto se mover com força.
- Me mete com força, eu quero me atolar em você garota. Ele gemia em minha boca e na medida que ele se atolava eu abro as pernas colocando em sua cintura e sinto a força bater em meu corpo. - Que delícia! E molhada.
Acariciei seu abdômen, as unhas arranhando de leve e ele rosnou de tesão. Ele veio forte em meu corpo, a minha entrada pulsava e ele me afundava naquela cama. Ele estava ofegante, mas não satisfeito, eu ainda tonta pela bebida, eu apenas gemi recebendo-o todo em meu corpo. Puxou-me com tudo e me virou na cama e eu fico de quatro a minha bunda em seu rosto e ouço seu gemido.
- Caralho que bunda linda!
Ele beijou e eu tranco já com medo do que ele queria fazer e nessa hora sinto a bebida sair do meu corpo. Ele se atolou em mim em metidas rápidas e barulhentas, sinto seu corpo bater ao meu. E a cada metida eu me molhar eu estava gozando, a minha entrada molhou e pulsava seu pau me rasgando ao meio em vai e vem. E ele deslizando seus dedos pela minha bunda, eu me sinto no próprio inferno quando o orgasmo me abateu as pernas moles.
- Não acabei deliciosa. Ele arfou em meios gemidos.
E eu caí na cama e ele me puxou de volta com força e fode rápido, ficou em pé na cama e se afundou em minha boceta ardida e encharcada e fodeu rápido e lento ao mesmo parecia saborear a minha entrada. Ele parecia estar apenas começando, sinto seu pau crescer, mas em mim ele está se atolando e ainda olha para ver os movimentos e eu grito quando sinto seus dedos em meu clítoris e ele puxa com força. Em metidas fortes e leves ele grita era seu orgasmo e vejo seu corpo se pressionar ao meu quando ele me puxou o orgasmo preenchendo a camisinha. Mas ele não parou, ele a arrancou e enfiou outra e me jogou na cama e se afundou em mim de novo.
- Vou mostrar o prazer a noite toda deliciosa...
Ele levantou a minha perna e se afundou em mim em metidas rápidas e saborosa, me grudou o, lábios e me mostrou o caminho do inferno de novo em meias estocadas, eu grudei seus cabelos e nos dois gozamos juntos e grudados em meia sintonia do prazer eu me entreguei ao estranho. E eu gostei.
Acorda pela manhã um sol batendo na janela, a manhã ensolarada, quando tento abrir os meus olhos, a minha cabeça latejava, os meus olhos queimavam, sinto o corpo doer e quando bato os braços sinto que estou nua e que levanto o pequeno lençol eu estava completamente nua. Respirei fundo e me assustei sentando-se na cama quando olhei tinha um homem desconhecido. Eu não entendi nada, eu me entreguei ao misterioso a noite inteira de prazer por uma desilusão amorosa. O que estava acontecendo comigo? Olho para ele, ainda estava com o corpo estirado na cama, perfeito musculoso, a bunda empinadinho, não tinha um pelo no corpo. Quando olhei as unhas cuidadas, o cabelo bem-feito e não tinha aliança no dedo.
" Quem e esse homem?"