RINA VAUGHN
Rina, uma jovem de 18 anos, loira, olhos azuis, tem 1,59 de altura, virgem, tem um corpo de dar inveja a qualquer uma que esteja perto dela, suas curvas a definem como uma bela jovem. Rina é filha de um homem rico, no qual ele faleceu recentemente cerca de 2 meses, seu testamento é para ser aberto ao fazer 3 meses do seu falecimento, isso foi contestado antes dele falecer, ele deixou isso claro que queria que apenas abrissem seu testamento 3 meses depois. A Rina, ela tem uma irmã mais velha de 21 anos, chamada Hanna, essa sua irmã nunca gostou dela, sempre dizia que era para ela ter morrido ao nascer, e mesmo assim sempre foi muito bem ambiciosa, diferente de Rina que é uma jovem doce, meiga e de bom coração.
OSCAR MCLAUGHLIN
Oscar, um jovem 27 anos, tem 1,84 de altura, ele é alto, olhos claros, de pele clara. Ele é um advogado multimilionário, se tornou um dos advogados mais procurado do país, por ser competente em sua área é ganhar a maioria de seus casos, é muito raro que ele perca algum. Oscar ele é um homem sem coração, frio, cruel e calculista, ele não ama ninguém, se tornou um homem amargurado por vários motivos, e um deles foi o comportamento do seu pai, quando ele era apenas um garotinho, seu pai bebia até não aguentar mais, e quando chegava em casa, espancava sua mãe. Até que um dia ele procurou confusão com alguém e esse alguém veio e acabou assassinando ele na porta de sua casa! Isso acabou transformando o Oscar em uma pessoa madura e ao mesmo tempo ele se tornava alguém cruel, sem amor a ninguém, a não ser a sua mãe e sua irmã caçula.
HANNA VAUGHN
Hanna, irmã mais velha de Rina, tem 21 anos. Sua diferença entre sua irmã mais nova é que ela sempre foi uma mulher mais ambiciosa, alguém que luta e passa por cima de quem quer que seja para poder ter o que quer em mãos, inclusive se for possível passa por cima de sua irmã, o que não vai ser difícil, a Rina sempre foi mais coração, porém a vida vai lhe ensinar a ser mais forte e a lutar contra os obstáculos que estarão por vim. Até porque Hanna não joga limpo, ela é uma verdadeira cobra, é aquela história, com uma irmã dessa, você não precisa de inimigos.
SEBASTIAN VELLAG
Sebastian, 26 anos, amigo de infância do Oscar, sempre foi o seu melhor amigo e confidente, alguém que de verdade vale a pena confiar, ele nunca saiu do seu lado nem nos piores momentos da vida de Oscar. Ele sempre esteve ali. Sebastian, tem uma pequena paixonite pela Olívia, irmã de Oscar, mas sempre teve um pouco de insegurança de investir nela e acabar sendo esnobado, mas com certeza um dia talvez o destino possa unir eles dois.
OLÍVIA MCLAUGHLIN
Olívia, uma jovem de 23 anos, ela tem 1,68 de altura, morena, com espírito livre, sempre foi a irmã mimada do Oscar, alguém que sempre mimou, e deu tudo de si para conquistar o melhor para sua família. Ela é uma mulher de muitos valores, sempre dá prioridade a sua família, isso ela puxou a seu irmão, é uma jovem estudante de medicina, na qual o seu irmão tem orgulho em dizer que em alguns anos a sua irmã será o seu orgulho, assim como ele é o orgulho dela e de sua mãe.
VICTOR DUNCAN
Victor, 22 anos, esse é o namorado da Rina, o mesmo é um homem de ambições, alguém que pode destruir corações apenas para conseguir o que deseja, e isso não será diferente, ele vai acabar passando por cima de algumas pessoas para conseguir o que deseja, mas será que ele será feliz? Será que ele está indo no caminho ideal? Vamos pagar pra ver.
JÚLIA SMITH
Júlia, uma jovem de 18 anos, tem 1,66 de altura, é morena, de cabelo cacheado, melhor amiga de Rina, e bem mais experiente que a mesma. A Júlia é uma jovem que curte a vida como ninguém, e é através de Júlia que a Rina conhecerá o homem que não tem amor por ninguém, será através dela que as coisas talvez vá adiante ou apenas der para trás. Com a sua ajuda, ela vai ter as melhores aventuras, e através dela não sofrerá como está destinada a sofrer.
RINA NARRANDO
Ser filha de um homem que possui dinheiro, é algo que não tem preço, mas sabe quando você sabe que o dinheiro não é tudo na sua vida? Que o dinheiro não trás a sua felicidade, não trás a sua alegria, isso é uma verdade, isso acontece diariamente, com muitas e muitas pessoas, e sabe o que é pior? Quando fazem tudo para te desestabilizar, mas quando a gente tem uma fé inabalável é impossível as pessoas conseguirem os seus objetivos maldosos. E eu vou ser bem sincera, desde que o meu pai faleceu a 2 meses atrás foi algo que me deixou tão mal que eu não sabia como agir, eu não sabia o que poderia fazer para poder arrumar tudo, mas a única solução foi me pegar com Deus e saber que o meu pai estar em um lugar melhor, e com toda a certeza feliz. Embora isso ainda me doa, mas a vida é assim, não nascemos para sermos eternos. Mas tudo na vida tem um propósito, e eu posso afirmar que desde de muito nova eu percebo as coisas, mas como eu tenho um coração muito bondoso eu acabo sendo prejudicada na maior parte do tempo, mas cá estou tentando ter algo a mais. Posso ser até sincera comigo mesmo, a minha mãe e minha irmã nunca gostaram de mim, é como se eu não fosse filha do meu pai, ou como se eu tivesse algum tipo de problema, mas na verdade eu nunca compreendi ela com essa preferência dela com a minha irmã, eu sempre vou ficar surpresa com tudo, eu sempre vou tentar ver o melhor nas pessoas, embora que sempre elas não ser pessoas boas, mas a realidade é que você acaba se machucando ainda bem mais quando são pessoas de dentro de seu lar, que são pessoas que sempre vão se achar superior a você, e não falo isso porque estou fazendo vitimismo, mas sim pela capacidade de terem pessoas que não cansam de tentar te menosprezar ou até mesmo tentar te fazer mal. Acabo sendo tirada dos meus pensamento, quando ouço a minha mãe gritando, é algo que é constante aqui em casa, ela sempre estar gritando, ela sempre está chamando minha atenção aos gritos.
Mãe: Rina, que diabos eu te chamo tanto, e você não me responde. - ela diz nervosa.
Rina: Oi mãe, me desculpe, eu estava com os pensamentos distante. - digo me justificando.
Mãe: Não é da minha conta onde você estava com a cabeça garota tola, apenas quero que entenda que eu quero você atenta, e não distante. - diz séria e brava. - Vim te avisar que o meu genro está ai, vai logo da atenção a ele. - ela diz e eu respiro fundo.
Rina: Tudo bem mãe, eu estou indo. - digo me levantando, pego um casaco leve, afinal morar aqui no Canadá tem dias que não me aguento no frio. Vou caminhando calmamente pelo meu quarto e minha mãe vem atrás, eu não sei o que ela ver no meu namorado, ela gosta muito dele, e além do mais ela sempre tá de cochicho com ele, o que as vezes me incomoda. Eu namoro com ele tem 2 anos. Então assim que vou descendo as escadas, eu vou até a sala onde ele estava, e o que acho bem estranho é que ele estava com a minha irmã e ambos estavam tão perto, o que me deixou um pouco incomodada, e ao chegar ali perto e notarem minha presença, ambos se afastaram e ficaram se encarando.
Victor: Oi meu amor. - diz vindo na minha direção, ele vem beijar meus lábios mais viro o rosto e ele beija minha bochecha, o que o mesmo estranha.
Rina: Oi, Victor. - digo seca.
Victor: Aconteceu alguma coisa? - ele pergunta, tentando disfarçar que não tinha nada rolando.
Mãe: Vamos deixar eles conversarem Hanna. - ela chama minha irmã que vai com ela, a mesma estava sorridente e eu não entendia bem o que ela tanto sorria.
Rina: Não aconteceu nada, apenas não entende o motivo de você está bem grudado na minha irmã, como se você fosse o namorado dela. - digo irônica.
Victor: Eu não acredito que você está paranoica, a essa hora Rina. - ele diz tentando se safar, mas eu percebi tudo, eu posso ser mais nova, mais se tem uma coisa que eu aprendi foi ser esperta, isso meu pai me ensinou, ele me ensinou a analisar tudo com cautela, eu acredito que seja por isso que a Hanna não gosta muito de mim, porque o papai sempre viveu mais comigo do que com ela.
Rina: Não, Victor. Eu não estou paranoica a essa hora, eu apenas vi algo que foi um fato que me deixou assim, enfim eu não quero discutir, eu quero entender o que você veio fazer aqui a essa hora da manhã? - pergunto cruzando meus braços.
Victor: Olha, quer saber de uma, Rina? Eu vou pra casa, eu havia vindo aqui para podemos dar um passeio na rua, mas você está insuportável. - diz e dou risada.
Rina: Tudo bem, você veio para darmos um passeio, a gente vai passear, não se preocupe, a viagem perdida você não dará. - digo, porque sei que foi esse o plano deles, e eu tenho algo no meu coração dizendo que isso não é a primeira vez, eu posso me bancar de doce e inocente demais, porém eu sei ver tudo, e com muito detalhe.
Victor: Agora eu que não quero mais passear, eu vou embora. - ele diz e eu me faço de sonsa.
Rina: Não meu amor, me desculpa, eu sei que você só estar tentando ser um namorado atencioso, afinal são dois anos que estamos juntos. - digo fingindo.
Victor: Não estou muito bom com você. - ele diz se fingindo de ofendido, e cara ele é o pior dos piores, mas eu vou levar isso a frente, vou levar esse teatro que eu fiz a frente.
Rina: Vamos amor, eu quero tanto ir da um passeio. - digo fazendo cara de triste. Então eu me aproximo e beijo seus lábios, um beijo urgente, até que ouvimos alguém tossir, quando vamos parando de nós beijar, eu fico grudada nele, e fico olhando todo minuto para seu rosto, e olhava de rabo de olho para a minha querida irmã.
Hanna: Aqui não virou motel para estarem se agarrando dessa forma. - ela diz e eu dou risada.
Rina: O namorado é meu, eu faço o que eu quiser com ele, e mais. - digo dando uma pausa e coloco meu dedo indicador na boca dele de uma forma sexy. - Estou com um pensamento no qual eu estou querendo me entregar a você hoje. - digo baixinho a última parte no ouvido dele, o que o fez da um imenso sorriso.
Hanna: Virou vagabunda agora para está falando as coisas baixas Rina? - ela diz de forma grossa e eu ignoro.
Puxo o Victor dali e saímos de casa o que me fez rir muito, ele agarrou a minha cintura e beijou o meu pescoço. Então no mesmo instante que saímos e entramos no carro, o celular dele chegou algumas mensagens, eu pedi o celular para olhar quem estava incomodando mais ele me negou o que apenas confirmou uma suspeita que eu já tinha criado a algum tempo. Ele ligou o carro e ele dirigiu um pouco pela cidade e fomos até uma cafeteria, ao chegamos lá encontramos alguns amigos e conversamos um pouco, ficamos rindo até que alguém começou a ligar para ele, e eu acabei vendo o nome na tela, foi rápido mais confirmou cada vez mais a minha suspeita, era o nome dela, a minha irmã. Claro que ele recusou as ligações, mas eu sabia que ali tinha coisa, que ela não iria ligar pra ele se não quisesse algo. Então eu fiquei ali curtindo com algumas amigas, a gente conversava coisas aleatórias até que ele me chamou para irmos embora.
Victor: Vamos amor, tenho que te levar em casa. - ele diz e me levanto.
Rina: Tudo bem amor. - digo sorrindo, me despeço das meninas e saímos dali.
Victor: Tenho que te levar em casa, afinal você já deve está cansada. - ele diz e eu fico tentando entender.
Rina: Não estou cansada, eu até estou bem disposta. - digo sorrindo.
Victor: Você tem certeza do que você quer? - ele pergunta e acabo sorrindo, eu estou me divertindo, ele tá achando que eu vou me entregar a ele, ele vai cair do cavalo.
Rina: Estou sim amor, afinal de contas a gente namora a 2 anos e você tem sido muito paciente comigo. - digo sorridente. - E eu quero que nossa noite seja lá no meu quarto, na minha casa. - digo sínica.
Victor: Onde você achar melhor minha gostosa. - ele diz e eu já estava com um plano em mente. Claro que vou por em prática assim que eu chegar em casa.
Então assim que entramos no carro, ele ligou e deu partida para minha casa, eu estava atiçando ele a todo momento, eu queria deixar ele louco, a ponto dele ficar muito frustrado com o que vou armar pra ele. Deitei minha cabeça no ombro dele enquanto o mesmo dirigia e dava risada atoa, ele me olhava sem entender mais claro eu estava com tudo planejado e bem planejado, eu vou descobrir mais um ponto, e no final eu só quero pegar no pulo. Não sei como eu vou reagir se eu pegar, afinal infelizmente eu amo esse cara, foram 2 anos de minha vida com ele, então eu queria muito que tudo o que eu estava pensando fosse mentira, fiquei pensativa, e só sair dos pensamentos quando ele parou o carro em frente de casa, e saímos do mesmo, ele pegou na minha mão e eu fui entrando com ele para dentro de casa.
Hanna: Isso é hora de chegar em casa? - ela pergunta e eu ignoro ela.
Rina: Vamos amor, eu quero dormir nos seus braços. - digo provocando.
Hanna: Ficou maluca? Sabe que não pode dormir com homens aqui em casa. - ela diz e eu acabo rindo.
Rina: Eu durmo com quem eu quiser, ele é meu namorado, e a partir de hoje será o meu marido. - digo e ela fica vermelha de raiva.
Mãe: O que está acontecendo? - ela pergunta séria.
Victor: Nada senhora Rafaela. - ele diz e ela apenas olha para a Hanna.
Rina: Vamos amor. - digo séria e ele me da a mão, vamos subindo as escadas e ao chegamos no topo, caminhamos até o meu quarto.
Ao chegamos no meu quarto, eu fiz o clima começa a esquentar, eu fui provocando ele, até ele ficar com muito desejo no meu corpo, eu estava quase tirando a minha roupa quando a Hanna bateu na minha porta desesperadamente, chamando a minha atenção, e eu sabia que era show dela, mas mesmo assim eu ignorei e fiz ele ignorar, o mesmo até falou que estava ocupado, e que não tinha tempo, porém eu dei um copo com água para ele, com um pouco de calmante para dormir, e o mesmo estava bem animado, mas foi apagando minutos depois, foi quando a Hanna parou de bater, e ele acabou dormindo, eu comecei a gemer alto, fiz maior cena até disse que ia gozar, e gemi como se realmente tivesse tendo um orgasmo e então demorei um pouco, baguncei o meu cabelo, belisquei meu rosto um pouco para ficar vermelho, e abrir a porta do meu quarto, ao abrir ela ia saindo do quarto dela, a mesma ao me ver revirou os olhos e caminhou na minha direção, ela perguntou o que eu estava fazendo que não tinha atendido a porta, e eu disse que estava ocupada, então ela ao tentar entrar no meu quarto viu o Victor coberto apenas na parte de baixo e percebeu que ali tinha acontecido algo, então ela saiu fumaçando do meu quarto o que me deixou mais desconfiada. Então voltei para meu quarto, fui ao banheiro tomei um banho, fiz minha higiene e me deitei no sofá, acabei pegando no sono, mas ao acordar antes do Victor acordar, eu me deitei a seu lado, e fiz o mesmo me abraçar para pensar que havíamos feito algo, então eu voltei a dormir.
OSCAR NARRANDO
Minha vida nunca foi fácil, eu sempre fui alguém que lutou sempre para ter tudo que tenho hoje, minha vida foi muito complicada na minha infância e adolescência, minha mãe sofreu tanto na mão do meu pai, que com o tempo eu aprendi que aquele tipo de homem que ele era, um bêbado, um drogado, que não valia absolutamente nada, era a pior pessoa que eu pude ter como uma presença paterna. Mas eu aprendi que tudo na vida tem seus altos e baixos, eu aprendi nessa minha carreira de advogado, que nem tudo para chegamos onde queremos, precisamos passar por cima das pessoas, precisamos ser um homem como foi o meu pai. Eu sou um homem rude, um homem considerado sem coração, mas apenas eu sei o que eu passei. Sempre fui honesto, nunca quis passar por cima de ninguém, e hoje eu estou aqui feliz, eu estou muito feliz por ter conseguido chegar até onde eu cheguei, eu sou feliz assim, apenas eu aqui cuidando das minhas coisas, e não preciso de ninguém para está ao meu lado, eu não quero que ninguém fique me atrapalhando, até porque eu posso ter qualquer uma apenas por uma noite, então porque eu quero mais? Não preciso disso, minha vida está ótima da forma que eu levo ela. Estava tão perdido em meus pensamentos que não havia escutado a minha mãe falando.
Mãe: Meu filho, em que mundo está? - ela pergunta de forma divertida.
Oscar: Mãe, me desculpe. Eu apenas estava remexendo na minha cabeça algumas coisas. - digo com um breve sorriso.
Mãe: Entendo meu filho, mas eu estava falando que a sua irmã chega hoje de viagem. - ela diz e eu suspiro, minha irmã saiu tem uns 4 dias para uma viagem ao Brasil, ela foi comprar a minha casa, pois como eu sou brasileiro eu vim morar no Canadá, para me formar e ser alguém melhor, construir uma vida inteira aqui, e vou voltar para lá, eu não consigo viver longe do meu Brasil.
Oscar: Certo mãe, eu vou buscar ela. - digo e ela se aproxima e beija minha testa.
Mãe: Eu sou muito feliz e orgulhosa do homem que você se tornou meu filho, você cresceu muito e isso me enche de orgulho, se tornou um advogado, e criou a sua própria empresa de advocacia sem passar ou humilhar ninguém. - diz com os olhos cheios de lágrimas.
Oscar: E agora iremos retornar para nosso país, porque a minha empresa lá está bem maior do que imaginávamos. - digo e me levanto, assim que fico de pé a minha mãe toca meu rosto.
Mãe: Você se tornou o meu maior orgulho meu filho. - ela fala e segura no meu braço, eu vou caminhando com ela para a sala, lhe dou um beijo na testa, e a deixo ali, vou caminhando para fora de casa.
Caminho até o meu carro, e ao chegar perto eu abro a porta e entro, ao entrar fecho a porta e coloco o cinto. Ligo o carro e dou partida para o aeroporto, eu vou buscar ela, afinal de contas eu quero detalhes sobre as informações da nossa casa, então fui dirigindo calmamente enquanto e ouvia um som. Também acabei de lembrar que preciso passar no pet shop para buscar o Alex, então fui dirigindo até o aeroporto, o que não me demorou muito, o transito hoje não está tão turbulento como costuma ser. Então assim que cheguei no aeroporto, eu estacionei o carro, tirei o cinto, e ao tirar eu desci do carro e o travei, fui caminhando até a área de desembarque, ao chegar lá eu fiquei esperando a Olívia chegar. Fiquei ali por um tempo, até que a minha irmã como sempre bem escandalosa, já chegou gritando, o que me fez ficar um pouco constrangido pela forma que ela gritava, parecia que fazia cem anos sem nos ver.
Olívia: Irmãozinho. - ela falava alto, até se jogar nos meus braços.
Oscar: Não grita, Olívia. Parece que faz mais de cem anos que não nos vemos. - digo enquanto ela me abraça apertado.
Olívia: Só estou feliz por te ver de novo, afinal você é o meu irmãozinho. - diz sorrindo. - Agora vamos, que eu estou louca para tomar um banho. - ela diz e eu pego sua mala e seguimos andando pelo aeroporto, até o estacionamento, ao chegamos destravo o carro, e e guardo sua mala na parte de trás do carro, entro no mesmo e ela também.
Oscar: Me conte como foi no Brasil. - pergunto enquanto ligo o carro.
Olívia: Então foi muito bom, o que me deixou ainda mais satisfeita foi que a gente conseguiu uma mansão muito linda, e além de ser linda ela está totalmente mobiliada, só precisamos nós mudar. - ela diz sorridente. - Ah, antes que eu me esqueça, a Rebeca, a mãe do Victor disse que quer ele no Brasil também. - ela diz e eu reviro os olhos.
Oscar: Eu não sei onde estava com a cabeça, quando eu acolhi esse vagabundo na nossa casa. - digo enquanto eu dirigia tranquilamente para o pet shop.
Olívia: Você sabe que ele te considera como um tio, e que você é o tio favorito. - ela faz aspas com os dedos e eu gargalho.
Oscar: Verdade, eu sei o motivo dele me achar o favorito dele. - digo revirando os olhos, e ao chegar em frente do pet shop, eu paro o carro e sorrio para a Olívia. - Por favor, pega o Alex para mim. - digo sorrindo e ela revira os olhos, mas desce e segue para dentro do pet shop, o Alex é um cachorro Samoieda, ele é de origem russa, mas eu amo demais esse cachorro, ele parece mais um lobo. Então não demora a Olívia o trás e o mesmo ao me ver assim que entra no carro, ele pula no meu colo e eu lhe dou carinho por um tempo, até que o mesmo se acalma e eu coloco ele no banco de trás, eu ligo o carro e dou partida para casa.
Olívia: Eu não sei você, mas esse Alex te ama de um jeito, que eu não sei, raro vai ser você se casar e ele gostar de alguém. - ela diz sorrindo.
Oscar: Sabemos que não vou me casar. - digo sério e ela sorrir.
Olívia: Um dia vai aparecer a mulher certa na sua vida, e acredite que você mudará esse seu pensamento. - ela diz, e eu ignoro ela, continuo dirigindo, até que passa um tempo e chegamos em casa. Assim que chegamos, guardei o carro na garagem e descemos todos do carro, ao descemos, minha mãe estava na porta esperando a minha irmã, ao ver ela, as duas se abraçaram.
Então eu sair junto com o Alex, e fomos entrando em casa, e o mesmo começou a correr pela casa, eu olhei ele correr e sorrir, então deixei minha mãe e minha irmã a vontade, conversando o que queriam colocar em dia, e subi para meu quarto, então ao entrar no meu quarto, eu fui para o banheiro, tirei o meu terno, e ao tirar ele, eu entrei no box e liguei o chuveiro, entrei embaixo do mesmo e deixei a água cair sobre o meu corpo, eu estava um pouco cansado, o meu dia hoje foi bem turbulento, então após tomar meu banho, eu sair do banheiro enrolado na toalha, fui até meu closet, peguei uma roupa leve e me vestir com ela, assim que acabei de me arrumar, eu sair do meu quarto e desci as escadas, ao descer eu vi o Victor saindo de casa, então assim que ele me viu o mesmo parou.
Victor: Oi tio, tudo bem. - ele diz sorrindo.
Oscar: Fala o que você quer, Victor. Você não me engana, e eu saco as coisas muito rápido. - digo nervoso.
Victor: Calma tio, eu não quero nada, só quero informar que hoje eu vou dormir fora. - ele diz e eu reviro os olhos.
Oscar: Tá, como quiser, mas te aviso que sua mãe te quer no Brasil quando eu for. - digo e ele revira os olhos.
Victor: Eu não sei se vou, a minha namorada está por aqui então vou ficar com ela. - ele diz e eu sei que ele namora uma menina, mas come a irmã dela.
Oscar: Você deveria se envergonhar. - digo mais ele vira as costas e sai.
Assim que ele saiu de casa, eu fui para a sala de jantar, assim que cheguei na mesma a minha mãe estava lá com minha irmã, eu caminhei até o meu lugar, me sentei na mesa e jantamos em alegria, afinal o Victor saiu, e sei que ele tá aprontando, o que eu acho uma falta de respeito da parte dele fazer algo tão rude, se é isso que ele queria porque não ficou solteiro? Agora enganar aquela moça, apesar que ela é bem atrevida, mas não é da minha conta, e não me interessa. Fiquei um pouco com os pensamentos longe, até que me levantei, voltei para meu quarto, e fui ao banheiro, fiz minha higiene e sair do mesmo, ao sair eu fui até a minha cama e me deitei, mexi um pouco no instagram, e vi as fotos de umas mulheres muito bonita, talvez amanhã eu escolha alguma pra comer, penso sorrindo e acabo dormindo.