Eu tinha 16 anos quando entrei no terceiro ano do ensino médio,eu nunca fui um aluno muito dedicado, mas também não era um dos piores. A minha vida social não era lá essas coisas, a única coisa que eu gostava de fazer além de andar de skate e natação era jogar videogame, na maioria das vezes eu jogava sozinho.
Num certo dia voltando da escola lá pelas 4:00 da tarde, eu tinha acabado de terminar uma prova difícil, sempre estudei em colégio particular então mesmo que eu não fosse um aluno tão esforçado, eu tentava pelo menos passar com a nota da Média, os meus pais ralavam muito para pagar as minhas aulas extras.
Eu estava cansado então decidi parar Numa sorveteria que havia aberto há um tempo ali próximo à escola eu estava sozinho os meus únicos dois amigos já tinham ido para casa naquele dia.
Me sentei em uma das mesas e logo uma jovem garçonete do lugar veio me perguntar o que eu iria querer, eu estava um pouco tenso por conta da prova, e parece que ela percebeu isso, no seu crachá estava escrito que seu nome era Ana.
A Ana foi gentil comigo, porque além de perceber que eu estava tenso ela me ofereceu um dos melhores sorvetes da loja, não era caro mas com certeza era muito gostoso. A Ana com certeza era uma das mulheres mais lindas que eu já vi na vida, ela tinha aproximadamente 1,60 de altura, cabelos longos e ondulados num lindo tom de castanho claro, seus olhos eram azuis com tons esverdeados e o seu sorriso era mágico, e olha que eu nem comecei a falar sobre o seu corpo curvilíneo.
Naquele dia a sorveteria estava vazia então eu convidei a Ana para sentar comigo, ela aceitou e nós conversamos por um curto período de tempo, ela me tratou super bem.
A Ana Parecia ter pelo menos uns 25 anos de idade nós perguntamos se conversamos ou sobre o outro eu descobri que ela cursava matemática numa faculdade no centro, naquela pouca conversa eu descobri muito sobre a Ana, ela precisava de um emprego e era por isso ela estava ali, já estava acabando a faculdade e precisava de um extra para custear os seus estudos além da bolsa de 50% que ela tinha, a Ana trabalhava em dois empregos ,morava sozinha e era Órfã.
Depois daquele dia eu comecei a passar quase todos os dias depois da escola naquela sorveteria, eu tinha a oportunidade de conversar cada vez mais com a Ana, que me deixava muito feliz porque ela me fazia me sentir bem, claro eu tenho que ser sincero ao dizer que ela com certeza é uma das pessoas mais meigas e lindas que eu já conheci na vida.
Depois de alguns meses frequentando aquele lugar eu percebi que a amizade que eu sentia pela Ana não era único sentimento que existia em mim por ela.
No começo eu fiquei com muito medo de falar sobre isso até porque a Ana era pelo menos 8 anos mais velha do que eu, Óbvio para mim não era nenhum problema mas eu tenho certeza que para ela poderia ser.
Eu terminei o colégio em poucos meses depois de conhecer a Ana, também depois de um certo tempo ela abandonou o seu emprego na sorveteria, que para mim foi muito difícil porque eu já estava muito apegado a ela, nós nos tornamos melhores amigos naquela época.
Mas depois disso nunca mais a vi, eu fiquei triste e deprimido, até porque eu estava apaixonado por ela. Mas se passou 6 anos depois daquilo e eu estava com 22 anos, estava acabando a pós graduação da faculdade, e comecei a trabalhar em uma escola como professor de história, sei que eu era muito novo na época, mas já estava mais do que preparado para isso, eu tinha acabado de me mudar para o meu apartamento, meu primeiro canto.
Depois da minha terceira aula, eu fui para a sala dos professores, eu precisava descansar... A caminho de lá eu avisto, aqueles lindos cabelos longos , sendo jogados ao vento.
O meu coração acelerou, ele foi a mil por hora. Eu pude vê-la andar em câmera lenta,e toda a paixão que sentia antes voltou como num passe de mágica.
Foi como se eu tivesse 16 anos outra vez, a Ana foi o meu primeiro amor de verdade só fiquei muito abalado porque nunca consegui dizer a ela o que eu sentia naquela época.
Quando cheguei na sala dos professores eu senti muito nervoso, muitas coisas do passado surgiram na minha cabeça naquele momento, eu queria muito falar com ela, eu estava me sentindo tão sufocado, a Ana foi uma das pessoas mais importantes na minha vida naquela época, pode parecer besteira mas aquelas conversas depois da escola mudaram a minha forma de pensar.
Passou-se alguns dias sem que eu conseguisse falar com ela, ou ela estava ocupada com outra pessoa, ou não era o dia dela trabalhar, eu fiquei muito tenso e muito ansioso, já estava perdendo as esperanças Até que em uma quarta-feira às 3:30 da tarde eu estava revisando alguns testes e eu senti uma mão tocar em meu ombro, foi um toque muito suave mas ao mesmo tempo firme o suficiente para tocar o meu coração.
Era ela, a Ana, a minha doce Ana eu achei que ela não lembraria de mim, até porque se passaram 6 anos desde a última vez que conversamos, mas na verdade foi completo oposto, ela sorriu para mim, me abraçou e até perguntou o que eu estava fazendo ali, eu falei a ela que era o meu novo emprego e que agora era professor de história, ela ficou muito surpresa e e me convidou para beber, eu fiquei muito feliz e aceitei o convite.
Naquela mesma noite nós fomos beber, Foi uma noite muito agradável e finalmente eu descobri porque ela tinha saído do emprego, ela descobriu que estava grávida do namorado que ela tinha naquela época, eles decidiram se casar e foram morar em outra cidade, assim que a Ana acabou a faculdade.
Ana me disse que tinha acabado de se divorciado seu ex-marido e pai da sua filha, o casamento não deu certo porque não era baseado em amor e nem respeito, e sim em uma responsabilidade. A Ana voltou para a cidade acerca de um ano, também faz cerca de um ano que está nesse emprego, ela falou que voltou para cá porque a mãe dela também mora aqui, então fica tudo muito mais fácil para cuidar da filha dela.
Aquele dia nós bebemos muito, a Ana confessou que naquela época ela sentia alguma coisa mais por mim, e eu obviamente não deixei isso passar, terminamos a noite no meu apartamento.
No outro dia a Ana estava muito arrependida porque ela não queria começar nada sem ter certeza de como a sua filha se sentiria sobre isso, eu estava muito apaixonado pela Ana naquela época em que ela me deixou vergonha naquele momento eu percebi que amava ela,
Então depois de um certo tempo insistindo naquele relacionamento, a Ana finalmente aceitou ter algo mais sério comigo, Amei a filha dela assim que eu conheci.
Hoje eu sou casado com a Ana temos um filho além da filha da Ana que agora eu a crio como se fosse a minha própria filha, e somos muito felizes, com certeza eu nunca vou esquecer da nossa história, e de como tudo poderia simplesmente não ter acontecido, eu poderia não ter entrado naquela sorveteria, sim eu nunca teria conhecido aquela garçonete, e hoje eu não estaria casado com ela.
O sol da tarde tingia as ruas da cidade com tons dourados, enquanto Amelia caminhava em direção à sua cafeteria favorita. Era um daqueles dias em que o mundo parecia estar em harmonia consigo mesmo, e ela estava pronta para aproveitar cada momento. Com um sorriso nos lábios e o aroma do café fresco no ar, ela empurrou a porta da pequena loja e entrou.
O lugar estava aconchegante como sempre, com mesas de madeira polida e estantes repletas de livros antigos. Amelia adorava a atmosfera tranquila e acolhedora do local. Ela se dirigiu ao balcão e cumprimentou o barista com um aceno amigável.
"O de sempre, por favor", disse ela, enquanto tirava seu livro da bolsa.
Enquanto esperava pelo seu café, Amelia folheou as páginas do romance que estava lendo, imersa na história envolvente. De repente, um estrondo alto fez com que ela erguesse os olhos do livro. Um jovem desajeitado estava parado ao lado dela, segurando uma pilha de livros que acabara de derrubar da prateleira.
"Oh, droga!", exclamou ele, envergonhado, enquanto se agachava para recolher os livros espalhados pelo chão.
Amelia conteve o riso ao ver a expressão de pânico no rosto do rapaz. Ela se abaixou para ajudá-lo, e seus olhares se encontraram por um breve momento. Havia algo nos olhos dele que a fez sorrir, uma mistura de embaraço e simpatia.
"Desculpe por isso", disse ele, corando levemente. "Sou péssimo em manter o equilíbrio."
"Não se preocupe", respondeu Amelia, devolvendo-lhe o sorriso. "Acontece com os melhores de nós."
Os dois trabalharam juntos para recolher os livros, e logo estavam rindo da situação. Quando terminaram, o barista chamou o rapaz para fazer o pedido dele.
"Posso pagar pelo seu café como um pedido de desculpas?", ofereceu Amelia, estendendo a mão para ele.
O rapaz olhou para ela, surpreso, e depois sorriu.
"Isso seria ótimo, obrigado."
Amelia fez o pedido para ele, e os dois começaram a conversar enquanto esperavam pelos cafés. Descobriram que tinham muito em comum, desde o amor pelos livros até o gosto pela música indie. O tempo voou enquanto eles trocavam histórias e risadas, e antes que percebessem, já estavam saindo juntos da cafeteria.
Enquanto caminhavam pelas ruas movimentadas da cidade, Amelia sentia como se tivesse conhecido aquele rapaz a vida toda. Havia uma conexão instantânea entre eles, uma química que ela nunca experimentara antes. E conforme o sol se punha no horizonte, ela soube que aquele encontro casual havia mudado sua vida para sempre.
Os dias se transformaram em semanas, e as semanas em meses. Amelia e o rapaz, cujo nome era Lucas, tornaram-se inseparáveis. Eles exploraram a cidade juntos, descobrindo novos lugares e compartilhando aventuras inesquecíveis. E à medida que o amor florescia entre eles, Amelia sabia que havia encontrado sua alma gêmea.
Um ano se passou desde aquele encontro casual na cafeteria, e Amelia e Lucas estavam mais apaixonados do que nunca. Então, em uma noite mágica sob as estrelas, Lucas a levou a um parque tranquilo e ajoelhou-se diante dela, segurando uma caixinha de veludo nas mãos trêmulas.
"Amelia, desde o momento em que te conheci, minha vida mudou para melhor", disse ele, olhando em seus olhos com ternura. "Você trouxe luz e alegria para cada dia, e eu não posso imaginar minha vida sem você. Você aceitaria se casar comigo?"
As lágrimas de felicidade inundaram os olhos de Amelia enquanto ela olhava para o homem que amava.
"Sim", sussurrou ela, mal conseguindo conter a emoção. "Sim, eu aceito."
E assim, em uma noite mágica sob as estrelas, Amelia e Lucas se comprometeram a passar o resto de suas vidas juntos. Eles trocaram votos de amor eterno, selando sua união com um beijo apaixonado sob o brilho suave da lua. E no final, eles sabiam que seu encontro casual naquela pequena cafeteria havia sido apenas o começo de uma história de amor que duraria para sempre.
O vento sussurrava entre as árvores, carregando consigo o aroma fresco da primavera enquanto Sophie caminhava pelo parque. Ela adorava passar suas tardes vagando pelos caminhos sinuosos, deixando-se envolver pela serenidade da natureza. Mas naquele dia, algo extraordinário aconteceu que mudaria sua vida para sempre.
Enquanto caminhava, seus ouvidos foram acariciados por uma melodia suave e cativante. Ela se deteve, surpresa, e seguiu o som até encontrar um jovem sentado sob uma árvore, tocando violão com habilidade impressionante. Seus dedos dançavam pelas cordas com graciosidade, produzindo uma música que parecia tirada diretamente do coração.
"Uau", murmurou Sophie, incapaz de desviar os olhos do jovem músico.
Ele olhou para cima, surpreso por vê-la ali, e um sorriso brilhou em seu rosto.
"Oi", disse ele, sua voz suave como um sussurro. "Gostou da música?"
Sophie assentiu, ainda encantada pela melodia que ecoava ao seu redor.
"É linda. Você escreveu?"
O jovem assentiu, um brilho de orgulho em seus olhos.
"Sim, é uma composição minha. É uma forma de expressar o que está em meu coração."
Sophie sentiu uma conexão instantânea com aquele estranho talentoso. Ela se sentou ao lado dele sob a sombra da árvore, e os dois começaram a conversar como se fossem velhos amigos. Descobriram que tinham muitos interesses em comum, desde a paixão pela música até o amor pela literatura clássica.
À medida que o sol se punha no horizonte, eles relutantemente se despediram e trocaram números de telefone. Mas aquela breve e mágica tarde deixou uma marca indelével em seus corações.
Nos dias que se seguiram, Sophie e o jovem músico, cujo nome era Alex, continuaram a se encontrar no parque. Eles compartilhavam suas esperanças, sonhos e medos mais profundos, formando um vínculo que parecia transcender o tempo e o espaço.
Com o tempo, o amor floresceu entre eles, tão natural e inevitável quanto as flores que desabrochavam na primavera. Eles exploraram a cidade juntos, descobrindo novos lugares e criando memórias preciosas que durariam para sempre.
Então, em uma noite estrelada, Alex a levou para um concerto ao ar livre sob o céu noturno. Enquanto a música enchia o ar, ele se ajoelhou diante dela, segurando uma caixinha delicada em suas mãos trêmulas.
"Sophie, desde o momento em que te vi, soube que você era especial", disse ele, sua voz carregada de emoção. "Você trouxe luz e alegria para minha vida de uma maneira que eu nunca poderia ter imaginado. Você aceitaria se casar comigo?"
As lágrimas de felicidade brilharam nos olhos de Sophie enquanto ela olhava para o homem que amava.
"Sim", murmurou ela, sua voz embargada pela emoção. "Sim, eu aceito."
E assim, sob o brilho suave das estrelas, Sophie e Alex se comprometeram a passar o resto de suas vidas juntos. Eles trocaram votos de amor eterno, selando sua união com um beijo apaixonado sob o olhar cúmplice da lua. E no final, eles sabiam que sua história de amor tinha sido escrita nas estrelas, destinada a durar para sempre.