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Contos Eróticos - Nossa Paixão é Incontrolável

Contos Eróticos - Nossa Paixão é Incontrolável

Autor:: AutoraAngelinna
Gênero: Aventura
ESSES CONTOS FORAM FEITOS EXCLUSIVAMENTE PARA MAIORES DE DEZOITO ANOS QUE DESEJAM VIAJAR EM FANTASIAS INCONFESSÁVEIS. NÃO SÃO RECOMENDADOS PARA AQUELES QUE SE CHOCAM COM LINGUAGEM VULGAR E CENAS DE SEXO EXPLÍCITO. SE NÃO ESTÁ PRONTO PARA MORRER DE TESÃO, ESSE LIVRO NÃO É PARA VOCÊ.

Capítulo 1 Médico de Família Parte 1

MÉDICO DE FAMÍLIA

Ele é o médico do meu ex marido.

Marcos.

Desde a primeira vez em que fui com meu ex em uma consulta, ele me tratou diferente.

No começo achei que era pelo fato de eu ser mais comunicativa do que meu marido.

Eu sou aquele tipo de mulher que faz amizade até em fila de banco.

Mas então ele passou a concentrar a atenção em mim.

Cem por cento.

Eu chegava com Ricardo, meu ex, mas o doutor Marcos ficava oitenta por cento da consulta conversando comigo.

Meu ex marido não é um homem agradável. Ao contrário, ele acha que a função da mulher na terra é foder e cuidar da casa. E por isso nosso casamento não deu certo.

Eu sou uma esteticista muito bem estabelecida e nunca precisei de homem para me sustentar.

Não ficamos casados nem por um ano.

Todos na família de Ricardo se consultam com Marcos. Eu nunca precisei dele como médico, mas sempre acompanhava meu marido às consultas.

Não sou uma mentirosa. Era lisonjeiro ter um homem como aquele me dando atenção.

Pensei muito antes de marcar uma consulta para mim, já que tive várias sessões de masturbação tendo Marcos como protagonista das minhas fantasias, mas depois afastei da cabeça qualquer dúvida.

Claro que em um mundo real, ele não iria querer nada comigo.

Nossa cidade está cheia de gatinhas de dezoito loucas um pau e uma carteira recheada de dinheiro. A concorrência é desleal.

Conforme os homens vão ficando mais velhos, parece que precisam de afirmação de que ainda são gostosos e, aparentemente foder alguém bem mais jovem é melhor para eles do que fazer terapia.

Além disso, Marcos é um moreno lindo de trinta e oito anos e deve ter muitas mulheres desejando-o.

Eu sou... média.

Aos vinte e cinco anos, tenho um metro e sessenta e cinco e sessenta e oito quilos.

Nem gorda, nem magra. Seios pequenos, cintura fina, quadris largos e cabelo loiro escuro. Eu não me considero uma linda, mas sempre fui muito paquerada.

Eu adoro sexo e essa era outra incompatibilidade entre meu marido e eu.

Ele gastava muito tempo na academia admirando o próprio corpo na frente do espelho. Ele também enchia seu corpo de anabolizantes para ficar cada vez com mais músculos, mas apesar disso, na hora do sexo, deixava muito a desejar.

Eram raras as vezes em que eu não ia para o banheiro depois de fodermos para terminar de me satisfazer.

Desde que eu me separei, há pouco mais de três meses, ainda não estive com um homem e meu corpo dói de tensão.

Eu não sou promíscua.

Eu preciso me sentir verdadeiramente atraída por alguém para poder ter sexo com a pessoa e até agora não encontrei um que me interessasse.

Capítulo 2 Parte 2

O tesão reprimido está prejudicando minha rotina diária e eu não consigo mais me concentrar no trabalho. Também tenho dormido mal e acordo ansiosa de meia em meia hora.

Eu toco meu corpo até a exaustão com a ajuda dos meus três vibradores, mas não tem sido suficiente, de maneira que decidi procurar Marcos para que me receitasse algo para conciliar o sono.

Estou nervosa e custo a perceber que a secretária está me chamando. Só então olho ao meu redor e vejo que sou a única paciente à espera.

Levanto sentindo as mãos úmidas, mas antes que consiga me preparar para encontrá-lo, a porta de sua sala se abre e ele sai com um sorriso de sensual.

"Ana."

Ele sempre foi carinhoso comigo e nem penso duas vezes antes de andar até os braços que ele mantém abertos a minha espera.

"Dr. Marcos, desculpe marcar uma consulta tão em cima da hora."

Meu corpo treme de encontro ao dele e rezo para que ele não perceba.

Deus, ele sempre cheirou tão bem assim?

"Rita, você pode trancar tudo ao sair." - ele diz à secretária me pondo ainda mais nervosa pela ideia de ficar sozinha com ele.

Sem esperar uma resposta, Marcos nos encaminha para sua sala, me deixando passar a frente e depois de fechar a porta, se recosta nela.

O olhar dele me percorre sem qualquer disfarce e isso faz com que os bicos dos meus seios inchem imediatamente.

Eu estou com um vestido leve, mas uso sutiã porque devo ficar menstruada a qualquer momento e meus mamilos ficam sensíveis nos dias que antecedem a menstruação.

Enfim ele parece ter pena de mim e me aponta a cadeira para eu me sentar e toma seu lugar do outro lado da mesa.

"O que posso fazer por você, Ana?"

Ah, se eu pudesse ser honesta...

Controlo-se, Ana. Não seja uma puta!

"Eu queria que você cuidasse de mim."

Assim que as palavras saem, eu penso que foram totalmente inadequadas e quando olho em seus olhos, vejo um brilho lá que eu nunca havia notado antes.

"Onde está Ricardo, ele não quis vir com você?" - só então eu me lembro que ele não sabe de nossa separação e me pergunto se eu não deveria ter contado antes de marcar a consulta, afinal de contas, ele cuida de toda a família do meu ex e talvez pense que não seja muito ético tratar também de mim.

De repente, eu resolvo que foi um erro ter vindo e respondo, ao mesmo tempo que eu começo a me levantar.

"Nós nos separamos. Na verdade, nosso divórcio já está em andamento. Sinto muito não ter avisado. Eu não queria constrangêlo."

"Sente-se." - ele ordena.

Toda sua postura muda e Deus me ajude, mas eu quase entro em combustão espontânea. Se tem algo que me excita é um homem dominador.

"Não vejo porque sua separação me constrangeria. Não pense sobre isso, linda. Apenas me diga como eu posso cuidar de você." ele diz, usando as mesmas palavras que eu havia falado anteriormente.

Relaxando novamente na cadeira, eu suspiro e encaro minhas mãos.

"Eu não consigo dormir." - revelo - "O meu corpo parece estar constantemente tenso e tenho tido insônia. Ando irritada e impaciente."

Ele me olha por um instante antes de perguntar.

"Algum sintoma físico? Dores de qualquer tipo, mal-estar?"

"Não. Fisicamente estou bem..." - eu pauso, um pouco envergonhada - "...quero dizer, eu gostaria de perder alguns quilos, mas fora isso, sinto-me bem."

"Eu discordo sobre você precisar perder peso, mas só poderei dar um diagnóstico adequado depois que a examinar. Vá até a sala e tire a roupa para mim." Jesus Cristo!

Sei que provavelmente ele não quis dizer aquilo, mas sou uma mulher há três meses sem sexo e agora só quero ficar nua e cavalgar em seu colo.

Claro, isso só aconteceria se eu fosse outra pessoa, porque eu não me imagino tomando a iniciativa para transar com um cara.

Ainda mais com um deus daquele.

Levantando com as pernas trêmulas, vou até a sala anexa e começo a descer o zíper do vestido, mas então paro quando sinto uma presença atrás de mim.

Virando devagar, engulo em seco, perdida no desejo que vejo em seus olhos verdes.

"Eu devo vestir o robe?" - pergunto, dizendo a primeira coisa que vem a minha mente, ao mesmo tempo que aponto para o vestido azul pendurado em um gancho perto da porta.

"Não. Eu a quero de calcinha e sutiã."

Como ele consegue fazer uma frase parecer um convite para o sexo sujo?

Capítulo 3 Parte 3

Será que estou louca e imaginando coisas ou esse homem delicioso me deseja?

"Tudo bem." - eu falo, recomeçando a tarefa de me despir.

Eu sei que ele acompanha cada movimento, mas incrivelmente não estou envergonhada.

A ideia de eu me mostrar para ele, mesmo que seja em uma base platônica, quase me faz gozar.

Ana, você precisa transar.

Agora eu estou apenas de calcinha e sutiã como ele mandou e quando eu levanto a cabeça ele está olhando fixamente para os meus seios, enquanto talvez inconscientemente, sua língua percorre o lábio inferior.

"Você não precisa de um sutiã." - ele diz calmamente e não tenho certeza se ouvi direito.

"O que?"

Ele dá um passo para mais perto e meu corpo torna-se superaquecido.

"Seus seios são perfeitos, você não precisaria usá-lo."

A última coisa que passa pela minha cabeça é se essa é uma conversa adequada entre paciente e médico porque estou totalmente trêmula de desejo.

"Eles estão sensíveis. Eu vou menstruar em poucos dias e o tecido do vestido faz doer um pouquinho."

"Você não gosta de sentir dor?"

Agora sei definitivamente que não há nada de inocente na pergunta dele e decido ver aonde a conversa nos levará.

"Ao contrário, eu penso que sentir um pouco de dor pode ser delicioso, mas então eu precisaria tocar meus seios para aliviar a tensão e eu não posso fazer isso no meio da rua."

Senhor, eu tive mesmo coragem de dizer isso?

Ele sorri como o gato que comeu o pássaro e então diz.

"Vire-se, deixe-me abrir o sutiã para você. Preciso examinar cada pedaço do seu corpo para saber se está tudo bem, docinho."

Minha boceta fica totalmente molhada com suas palavras e ele não precisa mandar duas vezes.

Ao invés de me tocar de uma vez, ele nos leva para um espelho de corpo inteiro perto da maca e só então abre meu fecho.

Não consigo desviar os olhos dos dele e fico sem ar quando ele me livra do acessório e a seguir cola seu corpo atrás de mim.

Posso sentir seu pau duro pressionando em minha bunda e antes que possa me conter chego mais para trás me roçando nele.

"Ana, eu não consigo ver nenhuma gordura sobrando em seu corpo." - ele diz enquanto deixa os dedos subirem por minhas costelas e eu estremeço. Ele agora tem as mãos pousadas na lateral dos meus seios e eu mordo os lábios para controlar um gemido. - "Então já que concluímos que você não tem que perder peso, eu gostaria de ensinar algumas massagens relaxantes para ajudá-la a dormir melhor."

"Sim, doutor." - falo depressa, ansiosa para receber qualquer coisa que ele decida me dar.

Suas mãos seguram ambos meus seios e sinto as pernas trêmulas. A seguir ele já está puxando meus mamilos com rudeza. "Ahnnnnn...." - gemo pelo prazer da dor.

"Vamos falar sobre a sensibilidade dos seus seios." - ele começa enquanto puxa meus mamilos - "Talvez seja de dor que você esteja precisando para relaxar."

"Sim...."

"Sim? Você quer sentir dor, bebê?"

Pergunta tornando o toque quase cruel.

"Sim, por favor."

"Você vai ser boazinha? Só meninas boazinhas ganham prêmios."

"Eu posso ser boazinha, só não pare." - imploro enquanto agora esfrego a bunda em seu pau.

"Você sabe que a massagem tem que ser feita em vários lugares Ana? Caso contrário não trará resultado."

"Tudo bem. Você está autorizado a me massagear onde e como quiser."

Mal completo a frase e sua mão já está puxando minha calcinha para o lado e a seguir dois de seus dedos invadem minha boceta.

"Ohhhhh...."

Gemo deliciada, mas tomo um susto quando ele coloca um terceiro dedo ao mesmo tempo em que a outra mão aperta meu mamilo entre dois de seus dedos.

"Para a massagem ser totalmente eficiente, você precisa me ajudar, amor. Você tem que cavalgar na minha mão se quiser receber o benefício completo do tratamento."

Ele nem precisa pedir duas vezes e começo a quase pular nos dedos que me fodem, trabalhando neles como faria se fosse seu pau.

"Você quer mesmo ficar curada, não é Ana?"

"Sim, doutor. Preciso de um tratamento completo. Estou adorando seu método."

"Minha garota boazinha." - ele diz com a voz rouca e o olhar focado em minha boceta que no momento engole três de seus dedos - "Tão empenhada na cura."

Suas palavras me enlouquecem e aumento o ritmo, perseguindo o orgasmo com desespero.

"Doutor" - eu gemo quase me desmanchando - "sua massagem é tão boa que eu acho que eu vou gozar."

"Ah, eu não avisei? A massagem só é completa se você gozar." - ele diz, empurrando sem qualquer contenção seus dedos dentro de mim.

Sem esperar um segundo comando, meu corpo se entrega ao desejo e grito seu nome enquanto um orgasmo me deixa derretida contra ele.

Eu fecho os olhos por alguns segundos, tentando me recuperar, mas eu ainda quero mais. Minha fome não está nem perto de acabar e faço uma cara de inocente enquanto pergunto ao médico.

"Doutor, você não acha que para uma cura total, eu deveria aumentar a área de tratamento?"

Em nenhum momento eu paro de mexer a bunda em seu pau duro e posso ouvi-lo gemer baixinho.

"De que maneira?" - ele está louco de desejo também. Suas palavras saem difíceis e roucas.

Subindo meu olhar, encaro-o através do espelho.

Sua mão ainda está em minha boceta, mas agora o dedo acaricia o clitóris devagar tornando difícil pensar com clareza.

Tocando sua outra mão que ainda estava em meu seio, trago-a para os meus lábios e sugo seu dedo profundamente.

"Minha boca também precise ser massageada doutor Marcos." eu falo, ansiosa para conferir se o volume em suas calças corresponde a realidade.

Virando-me em seus braços, eu me ajoelho e espero.

Eu posso ver a dúvida em seu rosto.

A partir daqui nós cruzaremos uma linha, mas mesmo sem saber como eu tive coragem para ousar tanto, quero seu pau entre meus lábios e sinto a boca cheia d'água só de imaginar.

"Claro que você precisa, amor. Como eu pude esquecer disso?" - ele fala ao mesmo tempo que abre o botão e desce zíper da calça.

Sem conseguir esperar para que ele aja, liberto seu pau duro da cueca e não leva um segundo antes que eu engula sua cabeça vermelha e molhada de pré-gozo.

"Hummmmm...."

"Merda, Ana." - ele diz enquanto enrola um punho em meus cabelos me forçando a engoli-lo mais. - "Assim. Chupe até o fundo da garganta. Para a massagem ser perfeita, tenho que sentir minhas bolas batendo no seu queixo."

Eu já entendi que ele gosta de falar sujo e apesar de eu sempre ter sido calada durante o sexo, estou muito excitada. Chupo e lambo seu pau grosso enquanto com uma das mãos massageio seu saco.

Ele fode minha boca ao ponto de quase me deixar sem ar e sinto lágrimas em meus olhos, mas não vou parar. Estou determinada a beber até a última gota do seu esperma.

Eu demoro a perceber que ele disse algo, até que ele puxa meu cabelo, inclinando minha cabeça para trás, enquanto seu pau sai de minha boca.

"Faltou um lugar, mas eu preciso saber se você já foi massageada lá antes."

Não entendo a sua pergunta em um primeiro momento, mas quando ele sorri com uma cara maliciosa, penso que compreendo o que ele quer e excitação domina meu corpo.

Ele está pedindo para foder minha bunda e não há nada que eu goste mais do que ser fodida lá.

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