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Contos eróticos - Que horas te pego

Contos eróticos - Que horas te pego

Autor:: Marise
Gênero: Romance
Este livro reúne CONTOS ERÓTICOS quentes que vão provocar seus sentidos e incendiar sua imaginação. Se você aprecia uma boa história erótica, está no lugar certo, abra as páginas e se permita sentir.

Capítulo 1 Comëndo a tentação: parte 01

❤️‍🔥 FERRAZ ❤️‍🔥

Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos que é uma tentação. A Lara sempre foi sapeca, e desde novinha adorava ficar no meu colo. Com o tempo, fui me afastando porque a garota estava ficando com um corpo de mulher, daqueles que não passam despercebidos: curvas acentuadas, uns peitos fartos e um sorriso que sabia o que estava fazendo.

Ela sempre dava um jeito de se jogar em mim quando eu chegava, um abraço que durava mais do que devia, e juro que ela se esfregava de propósito. Um dia, estava tirando um cochilo no sofá e ela veio e se deitou em cima de mim, me acordando com o peso do corpo dela e o calor que atravessava as roupas. Foi aí que alguma coisa clicou na minha cabeça, e comecei a olhar pra ela de um jeito que não devia.

Num sábado que minha esposa estava trabalhando, encontrei a Lara lavando o quintal. A cena era de deixar qualquer homem maluco: ela estava só com uma camiseta, justa, e uma calcinha, que dava pra ver quase tudo quando ela se abaixava. O sol batia nela, e eu fiquei ali, parado, observando aquele corpo se movendo.

- Tio, me ajuda a passar o sabão no chão? - ela pediu, com uma voz doce que sabia que não era tão inocente assim.

A sapeca se abaixou para pegar o sabão, e a camiseta molhada colou nos seus seios, deixando os biquinhos durinhos marcados. Não aguentei. Peguei a mangueira e joguei um jato de água nela, de brincadeira.

- Ai! Para, tio! - ela gritou, rindo.

A água deixou a camiseta totalmente transparente. Eu consegui ver perfeitamente, os seios redondos, a cintura fina, a calcinha encharcada. E o meu corpo reagiu na hora.

Ela olhou direto para o volume no meu short e mordeu o lábio.

- Tio, você tá excitado? - perguntou, sem rodeios.

- Porrä, Lara. Tua calcinhä, esses peitos molhados...

Em vez de se afastar, ela veio pra cima de mim, me puxou pelo braço e me deu um beijo que tirou meu fôlego. A língua dela entrou na minha boca com uma urgência que me deixou tonto. Aceitei, é claro, retribuí com a mesma força. Minhas mãos foram direto para os seios dela, apertando através do tecido molhado. Em segundos, a camiseta e a calcinha estavam no chão. Meu short seguiu o mesmo caminho.

Levei a mão até a bucetä dela e senti a quentura e a umidade. Enfiei um dedo e ela suspirou fundo, os olhos se fechando de prazer.

- Tio, sempre tive vontade de dar pra você - confessou, ofegante, enquanto se ajoelhava e levava a boca até o meu päu.

A boca quente dela me envolvendo foi uma das sensações mais gostosas da minha vida. Ela chupou com uma mistura de inexperiência e vontade que me deixou louco. Depois de um tempo, ela se levantou.

- Tô louca pra te sentir dentro de mim.

A peguei no colo e levei ela direto para o meu quarto. Deitei ela na cama, a sapeca já se abriu toda, as pernas bem abertas, me convidando.

- Vem, tio. Hoje sou toda sua.

Quando disse aquilo, não perdi tempo. Desci o rosto e enfiei a língua de uma vez naquele buraco quente. Ela gemeu alto, como se nunca tivesse sentido nada igual na vida.

- Que delícia, tio. Ninguém nunca me chüpou tão gostoso assim. - sussurrou, com a voz já falhando.

Ouvir isso foi como tomar um soco no ego e no tësão ao mesmo tempo. Fui com tudo, minha língua era uma loucura na bucetä dela, passando por todo o clitórïs, enrolando, chupändo, lambendo de cima a baixo. Não parei por aí. Enfiei dois dedos nela, sentindo por dentro como estava quente e apertada. Ela gritou quando eles entraram, e os quadris subiram no instinto, querendo mais, esfregando a xotä toda na minha boca. Eu chupavä aquele clitórïs com força enquanto meus dedos bombavam dentro dela, num vai e vem molhado e barulhento.

- Tio, vou gozär... - avisou, e a respiração estava acelerada.

Eu acelerei, coloquei mais pressão com a língua no ponto certo e enfiei os dedos mais fundo. A sapëca começou a tremer toda, as pernas ficaram duras, e eu sabia que tava no limite. A bucetä dela pulsava nos meus dedos, não tirei a boca dali nem pra respirar, querendo sentir ela explodir completamente.

E não deu outra, ela gøzou na minha boca tremendo de verdade, um tremor brüto que sacudiu o corpo todo dela, senti aquele choque gostoso na língua, engolindo tudo enquanto ela ainda se espasmava.

Depois subi rapidão e me encaixei entre as pernas dela, que ainda estavam bambas do orgasmo. Enfiei meu päu naquela bucetä encharcada num só movimento, fundo, até o talo. A sapëca gritou, um gemido abafado, já comecei a metër com um ritmo feroz, querendo sentir ela perder o controle de novo.

- Mete fortë, tio! - pediu, com os olhos vidrados em mim.

E foi o que fiz, comecei a meter com força, e a bucetä dela era um paraíso, molhada, quente e apertada. Ela gëmia a cada investida, via o präzer estampado no rosto dela.

- Você é uma putinhä safäda, sabia? - disse, no ouvido dela. - A partir de hoje, você é minha.

- Sou, tio, sou toda sua!

Em pouco tempo ela estava gemëndo sem parar, com os olhos revirando. Dali a poucos minutos, gøzou de novo, ainda mais forte que da primeira vez, com a bucetä apertando o meu päu numa sequência de contrações deliciosas.

Puxei seu rosto para o meu e cravei um beijo de línguä bem molhado e profundo. Nossa boca se encontrou com uma urgência animal, a língua dela se enrolou na minha com um gemido abafado, suas mãos agarrando meu cabelo com força.

Quando nos separamos para respirar, ofegantes, deitei de costas, todo suado, e puxei ela pelo quadril.

- Agora sobe, quero ver você cävalgar no meu cacetë - pedi, dando um tapa de leve na bund4 dela.

Com uma olhadinha safäda e confiante, a säpeca se ajoelhou sobre mim, apoiando as mãos no meu peito. Com uma das mãos, desceu, segurou meu päu que estava latejando e encharcado, e posicionou a cabecinha bem na entrada da sua bucetä, que ainda pingava dos orgasmos.

Capítulo 2 Comëndo a tentação: parte final

Ela me olhou nos olhos e começou a descer, devagar. Foi uma sensação do caralho, uma quentura que me dominou centímetro por centímetro. Consegui sentir cada prega do canal dela se abrindo e se ajustando ao meu päu, uma pressão úmida e perfeita. Um gemido longo e rouco escapou da minha garganta.

- Isso, senta... enche essa bucetä de pirocä - murmurei, minhas mãos agarrando seus quadris com força, guiando o movimento, mas deixando ela no controle.

Quando finalmente estava encaixada até o fim, começou a cavalgar. Levemente no começo, subindo e descendo só a pontinha, fazendo um movimento de rebolado que me deixou mäluco. Eu conseguia ver meu päu entrando e saindo, todo melado, a visão era surreal de tão gostosä.

- Assim que você gosta, tio? - sussurrou, com a voz carregada de tesão, começado a aumentar o ritmo.

- Gosto pra caralhø... Agora acelera, vai. Esfregä essa bucetä gostosa em mim até não aguentar mais.

Ela largou o leve cavalgar e partiu pra um ritmo mais selvagem, sentando com força sobre mim, cada descida sendo um impacto úmido e profundo que fazia o corpo todo dela tremer. Ela mordia os lábios tentando se controlar os gëmidos, mas falhava miseravelmente.

Minhas mãos não paravam, uma delas subiu e apertou um dos seios dela, os dedos encontrando o mamilo durinho torcendo ele de leve, fazendo ela arquear e jogar a cabeça para trás. A outra mão desceu direto para seu grelø. Meu polegar encontrou o clitóris dela, inchado e pulsando com cada sentada. Comecei a esfregär aquilo num movimento circular, rápido e preciso, a mesma pressão que tinha feito ela surtar na minha língua pouco antes.

- Rebola minha putinhä. - murmurei, com a voz rouca.

A resposta foi um grito estridente. O corpo dela enrijeceu por completo, os quadris trancaram por um segundo, e então ela veio com um tremor violento, uma onda de präzer que fez a bucetä dela contrair descontroladamente em volta do meu päu.

- GOZEI! CARALHO, GOZEI DE NOVO! - gritou, o corpo desabando um pouco para a frente, as mãos se apoiando no meu peito, mas os quadris ainda tremendo, se movendo num ritmo caótico e gostoso, esfregando até a última gotä de präzer.

Segurei ela firme pelos quadris, deixando a onda passar.

Depois, a coloquei de frente para mim, peguei suas pernas com firmeza e as colocando sobre meus ombros, abrindo ela completamente. Desci a mão e alisei seu grelo, que estava super sensível, com uma pressão firme.

Ela gemeu alto, enquanto me encarava com aquela carinha de sapëca, mordendo o lábio inferior, mas agora com um sorriso provocänte.

Apontei meu cacetë bem na entrada da sua bucetä e comecei a esfregar a cabecinha dele pra cima e pra baixo, passando por todo o clitórïs e a entrada, deixando-a mais molhada. Ela se mexia, tentando encontrar a penetração, levantando os quadris numa ânsia desesperada, mas eu segurava firme, só esfregändo, deixando a tensão subir.

- Por favor, me fodë... - suplicou, com a respiração totalmente ofegante.

Alinhei a cabecinhä e, num movimento único e profundo, enfiei tudo.

- Toma, sua putinhä! Não era isso que você queria?

- Era, tio! - gritou. - Fodë minha bucetä!

Comecei a metër com uma força desmedida, cada embate sendo um baque surdo e molhado. As estocadas eram profundas, indo até o fundo, segurava ela pelas pernas, puxando ainda mais para mim, afundando cada vez mais.

- Onde você quer que eu gozë?

- Dentro, tio. Quero sentir teu leite quentinho dentro de mim.

E foi o que fiz, gozëi dentro da bucetä dela, com estocadas profundas, enquanto a sapeca gritava de präzer.

Quando saí, a porrä branca e quente começou a escorrer pela bucetä inchada e vermelha dela. Sem perder o ritmo, peguei meu päu, ainda meio duro, e esfreguei a cabecinha por toda a bucetä, espalhando nosso mel misturado, levei até o cuzinhø, que estava pulsando.

Ela deu uma reboladinha, e soltou num suspiro rouco:

- Agora comë meu cuzinhø. Por favor? - pediu, com uma carinha sexy e suplicante.

Ela se afastou um pouco e se posicionou de quatro na cama, afundando o rosto no travesseiro. Virou o pescoço e me olhou de lado, com um olhar säfado cheio de tesão, enquanto empinava a bundä pra mim.

Me aproximei, minhas mãos agarrando aquelas nádegas firmes. Afastei elas com os polegares, expondo aquele cuzinhö rosado. Me inclinei e beijei devagar cada lado da bundä, dando umas mordidinhas de leve. Depois, alisei a região com as mãos, sentindo a pele macia e quente, e dei umas palmadas firmes, fizeram ela gëmer e se contrair de präzer. Cuspi na ponta dos meus dedos, lubrificando bem, e sem perder tempo, pressionei um dedo contra o cüzinho apertado dela. Com uma pressão constante, enfiei, devagar, sentindo o anelzinho ceder e engolir meu dedo. Ela gemeu baixo, um som abafado no travesseiro, e imediatamente deu uma rebolada, querendo mais.

- Isso, putinhä, rebola - murmurei, e dei uma palmada firme naquela bundä, e enfiei mais um dedo.

Ela, moveu os quadris num círculo lento, enquanto eu dava mais palmadas. Os gemidos dela ficaram altos e, mais desesperados.

Tirei os dedos de uma vez, e me abaixei enfiando meu rosto entre suas nádegas. Penetrei seu cuzinhø com a língua, firme e profunda, lambendo e chupando o buraquinho enquanto cuspia, deixando tudo bem molhado.

Me afastei, ofegante, me preparando atrás dela. O cuzinho dela estava agora brilhando, bem aberto e implorando por rolä. Cuspi na minha mão e passei na cabeça do meu päu, lubrificando um pouco. Posicionei e comecei a entrar devagar.

- Fodë meu cuzinhø, tio. - disse, com a voz trêmula.

- Vou arregäçar esse, cü. - e fui entrando mais fundo, sentindo o anelzinho dela ceder, até meu päu estar completamente dentro.

Ela era tão apertada lá que quase gozëi na hora. Comecei a metër, e os gëmidos dela encheram o quarto. Estava no limite, sabia que não ia aguentar muito.

- Vou gozär, Lara. Vou encher esse teu cuzinhø de porrä.

Acelerei o ritmo, as estocadas ficando mais profundas e rápidas. E gozëi, jorrando tudo dentro do buraco dela, meu corpo tremendo com a intensidade.

Fiquei lá por um instante, ofegante, ainda dentro dela, sentindo as últimas contrações. Quando saí, um fio branco escorreu pelo cuzinho arrombado dela.

[FIM DO CONTO]

Capítulo 3 No motel com o meu Mestre parte 01

❤️‍🔥 Submissa ❤️‍🔥

Estava ajoelhada sobre os pés da cama, sentindo o veludo do tapete sob minhas pernas nuas. A guia de couro preto apertava levemente meu pescoço, um presente (ou uma marca?) do Mestre na nossa última sessão. A lingerie era um conjunto de renda vermelha, tão fina que mal cobria meus mamilos endurecidos. O sutiã em triângulo deixava os seios quase expostos, enquanto a calcinha fio-dental era minúscula e já estava úmida de antecipação.

Meu mestre estava sentado à minha frente, completamente nu, as costas apoiadas na cabeceira, as pernas abertas. Seu corpo era uma obra de arte - definido, forte, com tatuagens que contavam histórias que eu mal podia imaginar. Seu pau ainda estava mole, repousando sobre a coxa, mas os olhos escuros que me observavam já ardiam de desejo.

- Aproxime-se. - ordenou, balançando a corrente da minha guia entre os dedos.

Engoli seco e avancei de quatro, sentindo o chão duro sob meus joelhos. A guia puxou meu pescoço para frente quando ele enroscou a corrente na mão, trazendo meu rosto a centímetros da sua virilha. Estendeu a mão e envolveu seus dedos em meus cabelos, puxando-me para perto com firmeza.

- Mostra pra que serve essa boquinha. Chupa meu pau.

Inclinei-me para frente e envolvi meus lábios em volta da ponta macia, saboreando o leve sabor salgado da pele dele. Com a língua, tracei círculos lentos, sentindo-o crescer na minha boca a cada segundo. Ele soltou um suspiro rouco, os dedos apertando meu cabelo.

- Isso... assim mesmo, putinha.

Não tinha pressa. Queria sentir cada centímetro endurecer sob minha língua, queria ouvir cada gemido que pudesse arrancar dele.

Assim que ficou completamente duro, grosso e pulsante, afundei minha boca nele, engolindo até sentir a cabeça bater no fundo da minha garganta. Ele rosnou, os quadris se levantando levemente para se enterrar mais fundo. Sua mão se enterrou no meu cabelo e empurrou minha cabeça para baixo com força, fazendo-me engolir seus 20cm de uma vez. Meus olhos lacrimejaram quando a cabeça bateu na minha garganta, mas ele não aliviou, apenas puxou a guia ainda mais, mantendo-me presa nele.

- Porra... essa boquinha foi feita pra isso.

Quando finalmente me puxou para cima, um fio de saliva conectava meus lábios à sua ponta vermelha. Não tive tempo de recuperar o fôlego antes que me empurrasse de novo, dessa vez começando um ritmo brutal:

Abaixava minha cabeça com a guia, às vezes com a mão no cabelo, girava seus quadris para se enterrar mais fundo, segurava por 5 segundos enquanto eu engasgava, liberava por 2 segundos só para repetir.

Minhas mãos se agarravam às coxas dele enquanto movia a cabeça para cima e para baixo, alternando entre sucções profundas e movimentos rápidos da língua naquela veia saltada que me deixava louca. A saliva escorria pelos lados, molhando meu queixo e pingando no colchão.

Ele não resistiu por muito tempo.

- Tá pronta pra tomar seu leitinho? - sua voz estava rouca, os testículos tensos contra meu queixo. - Vou gozar. Abre essa garganta.

Só consegui fazer um aceno fraco, minha garganta estava tão inchada que mal podia engolir.

Ele soltou um rugido quando explodiu, puxando a guia para trás para me forçar a manter contato visual enquanto o primeiro jato quente explodiu direto na minha garganta. Gemeu meu nome, os dedos se enterrando no meu couro cabeludo enquanto continuava a bombear, enchendo minha boca até quase engasgar.

Quando finalmente acabou, puxou meu cabelo para trás, forçando-me a olhar para ele enquanto o último fio de porra escorria do meu lábio.

- Engole tudo, vadia.

Obedeci, limpando os lábios com a língua.

Seus lábios encontraram os meus, um beijo profundo e devorador. Suas mãos grandes percorreram meu torso, apertando meus seios com força suficiente para me fazer gemer contra sua boca.

Sem quebrar o beijo, me empurrou contra o colchão, seus dedos entrelaçando-se nos meus pulsos e prendendo-os acima da minha cabeça. Senti o material macio, mas inescapável, das ataduras de seda envolvendo minha pele, primeiro um pulso, depois o outro, amarrados com nós firmes à cabeceira da cama.

Seus olhos escuros encontraram os meus, cheios de promessas de prazer e tortura. Começou a rasgar minha lingerie como se fosse papel. Meus pulsos e tornozelos estavam amarrados aos cantos da cama com cordas de seda, apertadas o suficiente para deixar marcas, mas não para machucar.

O Mestre se inclinou sobre mim, seus lábios percorrendo meu pescoço enquanto suas mãos exploravam meu corpo.

- Tenho uma surpresa pra você, minha vadia. - murmurou, antes de levar a boca ao meu seio e chupar meu mamilo com força.

Arquei as costas, um gemido escapando dos meus lábios enquanto sua língua circulava a ponta dura, alternando entre mordidas suaves e sucções que faziam o prazer se espalhar pelo meu corpo. Sua mão desceu, os dedos encontrando meu clitóris já inchado, e começou a dedilhar com uma precisão que me deixou tremendo.

- Já está tão molhada... - observou, os olhos escuros brilhando de satisfação.

Mas então, parou, se afastou, sentando-se na poltrona no canto do quarto, as pernas abertas, observando-me com um sorriso.

- Pode entrar - disse, a voz calma.

A porta do quarto se abriu, e meu coração parou.

Um homem completamente nu entrou, ele era alto, musculoso, pele negra como ébano e um porte que dominava o espaço. Mas o que mais me chamou a atenção foi o tamanho do pau dele. Mesmo ainda mole, era... imenso.

Meu instinto foi puxar as cordas, tentar me cobrir, mas o Mestre apenas riu baixinho.

- Não seja tímida.

O estranho se aproximou da cama, seus olhos percorrendo meu corpo. Sem dizer uma palavra, subiu sobre mim, suas mãos grandes agarrando meus seios enquanto sua boca se fechava em volta do meu mamilo.

Ele chupou com uma força que me fez gritar, sua língua larga e pesada massageando a ponta sensível enquanto seus dedos apertavam minha outra mama. Desceu pela minha barriga, deixando um rastro de beijos molhados até chegar entre minhas pernas.

Abriu minhas coxas com as mãos, empurrando-as para os lados antes de mergulhar a língua na minha buceta.

- Ahhh... nossa!

Sua língua era tão grande, que quando enfiou dentro, parecia que uma rola estava sendo empurrada para dentro de mim. Ele não apenas lambia, invadia, movendo-se para dentro e para fora, profundamente, enquanto seus lábios sugavam meu clitóris.

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