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Contrato de Atração

Contrato de Atração

Autor:: JulieSOliveira
Gênero: Bilionários
Warren sempre teve tudo o que poderia querer, e sempre foi conhecido por ser o filho mais semelhante William Kempf seu pai pelo jeito insaciável e totalmente desligado do resto que não seja o que ele quer, até que sua vida esbarra em Charity. Uma mulher cheia de traumas e com receio em desagradar as pessoas, no entanto sua antipatia a Warren e tudo o que ele representa fez com que ela não sentisse o minimo receio de pela primeira vez dizer um não, mas acaba como assistente do mesmo em meio a tantos segredos e complicações um acordo acontece.

Capítulo 1 Prologo

Perspectivas foram algo que Charity nunca ousou ter, ela nunca esperou que fosse ser especial e imaginava trabalhar em uma pequena cafeteria perto de sua casa até o fim dos seus dias, porém como na maioria dos sonhos o dela nem de longe saiu como o planejado ela ousava dizer. Depois do dia em que os Kempf apareceram pela primeira vez com sorrisos simpáticos e quantias gigantes.

Ryan seu chefe sempre foi um bom homem e sempre odiou a ideia de transformarem o mundo em uma coisa só, porque era isso que a arquitetura moderna estava fazendo, ele já estava velho não tinha filhos e seu plano era deixar a cafeteria para ela quando morresse, porém como não pode fazer isso ele fez melhor, no acordo a empresa que fosse criada naquele local 0,1% pertence a Charity e ela poderia fazer sua própria cafeteria no prédio, ela nunca ousou imaginar ter sua própria cafeteria, nem mesmo ter tanta dinheiro ao seu dispor, pois em sua vida sempre foi taxada como menos, idiota e incapaz e ela se sentia assim quase sempre, até um senhorzinho colocar fé no seu trabalho e ela decidir ser cada dia melhor, e provar para sua família que ela não era inútil.

Capítulo 2 Eu quero, Eu posso, Eu consigo

Warren Kempf olhava para aquela cena e se imaginava matando aquela cretina de beco que encheu seu empreendimento de gente horrorosa, ele tinha empreendimentos para pobres, um hotel de luxo no meio de um bairro central não é esse tipo de lugar, se tem uma coisa que ele sabia é que rico odeia pagar caro e ver pobre, e as reclamações principalmente do barulho eram tamanhas que chamou a atenção dos Kemps, e depois dos seus dois irmãos mais novos Webster e Wendy falharem foi a vez dele.

Webster tinha falado da beleza da garota do contrato, porém Warren conhecia o extremo gás sexual do irmão e sabia que ele se encantava por qualquer porcaria.

Até ele a ver e admitir que aquela pombinha de cabelos loiros e maquiagem marcante cantando Die for you enquanto uma parte ignorava outra olhava sua bela cintura marcada ou seus lábios carnudos, já Warren observava uma forma de acabar com ela rapidamente.

Ele sabia que o contrato era muito bom para conseguir uma quebra, o velho estranho foi simplesmente em seu passado um dos melhores advogados de Seatlle.

Quando ela terminou de cantar ele olhou tão forte para ela que ela sabia que devia ir lá mesmo sem ele a chamar.

- em que posso ajudar, senhor Kempf? - por essa ele não esperava mesmo sabendo que é uma pessoa popular ele sabia que era o menos rebelde dos irmãos que faziam cortes da moda e pintavam o cabelo, ele também era o mais bonito e com a pose mais arrogante. Charity tinha uma tendência de assistente social e aquele homem nem de longe precisava ser salvo porque não existia salvação para alguém tão em seu próprio altar onde não existe espaço nem para o ar.

- acredito então que tem acesso a internet, como eu te chamo? - ele pergunta e ela o olha de cima a baixo vendo seus cabelos e olhos escuros que davam certo teor a quantidade de ouro seja no anel com pedra azul no dedo mindinho ou o seu prendedor de gravata azul marinho.

- Charity - ela diz e ele faz sinal para que ela se sente e ela ignora totalmente fazendo com que ele sorria, as pessoas não costumam desobedecer suas ordens, ainda mais quando ele está sendo simpático.

- Não vai se sentar comigo, Charity? - ele pergunta e ela continua de braço cruzado - preciso trabalhar, as pessoas normais têm tempo para o café, como sou eu que faço o café - ele teria achado o comentário adorável, se ela não fosse o problema.

- Eu tenho uma proposta importante para fazer, a topeira da sua garçonete deve conseguir derrubar canecas o bastante até o fim dessa conversa - ela quase mandou ele para o inferno, mas resolveu se sentar.

- pode continuar - ela diz com um braço cruzado e ele arruma a gravata como quase sempre faz quando vai ordenar alguém e olha ela nos olhos.

- Quero que feche essa droga de lugar, agora - ela começa a rir da cara dele sem não se sentir minimamente intimidada, Charity já se envolveu com coisa pior ela pensava naquele momento.

- por que eu faria isso? - ela diz tão desafiadora quanto ele, e ele a respeita pela ousadia - porque eu posso te dar mais dinheiro, ou é daquele tipo idiota que acha que dinheiro não compra dignidade ou toda aquela palhaçada - Charity gostava do lugar e sentia falta do senhor Ryan, porém o irmão precisava de uma cirurgia e mais grana cairia bem com toda certeza.

- diga a proposta então - ela diz e ele sorri - o dobro do que você ganha sem obrigação financeira nenhuma, esse café será fechado para os moradores daqui - ela ficou chocada e não podia negar era muito dinheiro poderia comprar uma casa própria sair do aluguel e era mais do que ela esperava ter.

- eu vou trabalhar na cafeteria do mesmo jeito? - ela pergunta e ele começa a rir - é claro que não, vai ser minha assistente pessoal extremamente bem remunerada.

Ele se levanta e ela faz o mesmo.

- Vou falar com a minha advogada ela vai falar com você sobre nosso novo contrato - ele diz olhando seu Rolex que pagaria por tudo o que ela já recebeu na vida.

Warren contava as novidades ao irmão que ria alto, por mais que tivessem mais de 12 anos de diferença os dois eram um só desde que se conheceram.

- Eu sabia que ia gostar dos peitos dela, você tem essa obsessão pela naturalidade e eu nunca vi peitos naturais tão bonitos - Warren sabia que o irmão era uma versão sem filtros dele, Warren era tão pervertido sexual quanto o irmão, porém escondia seus apelos sexuais debaixo da coberta literalmente.

- Eu não tenho a mínima vontade de fazer sexo com ela, sabe que é um momento decisivo para a empresa por isso estou me abstendo - Webster não entendia o foco do irmão, a melhor coisa de nascer rico é não ter que se importar muito com nada, porém ele sempre queria mais, ele era igual ao seu pai William.

- Eu duvido muito que qualquer um que curta vagina não queira dormir com ela, porém se quiser se enganar - Warren revira os olhos.

- Sabe que eu curto mulheres inteligentes - Webster era bem menos idiota que o irmão também tirando a questão sexual.

- Charity é uma mulher bem inteligente e faz o café mais gostoso do mundo, sim, eu vou naquele café. O que acontece é que inteligência para você tem a ver com estudo acadêmico - Warren pensou que talvez ele tivesse razão, tanto que no acordo que Charity fazia já estava estipulado estudos acadêmicos.

- Ele diz que eu sempre tenho que estar disposta a ir para qualquer lugar com ele? - ela pergunta desconfiada e a advogada que se chama Clarice dá de ombros - até eu assinei isso, é totalmente fora de ética nenhum juiz levaria a sério, porém se quiser desistir e dedurar ele vai ficar sem a grana e benefícios de trabalhar com ele - ela explica e Charity acreditou nela e assinou, ela precisava de dinheiro o mais rápido possível.

Hanna sua amiga a olhava como se ela fosse a maior das idiotas depois de saber o que ela fez pela sua família nojenta e ingrata.

- a sua mãe é uma vaca narcisista que te fez ter problemas com o seu corpo aos 10 anos, lembra disso?! - Hanna foi a única pessoa que ficou depois de tudo o que houve com Charity, porém isso é história para outro momento, e agora ela tinha certa perspectiva.

- Não posso virar as costas para eles nesse momento, como você pediu e eu preferi manter distância, porém eu não posso deixar meu irmão morrer - Hanna tinha quase certeza que isso era mentira, ela não ia dizer isso a Charity porque poderia parecer mais insensível do que parece.

- Eu sinceramente não me importaria seu irmão é um porco e sua irmã é uma vaca mimada, só que não vou falar mais nisso, vamos procurar uma casa na internet que ganhamos muito mais.

- o que acha dela? - Warren pergunta a sua advogada e ela sorri de uma forma que ele até ouve pelo telefone - ela é uma diamante bruto, para alguém nitidamente com péssima educação ela seria muito melhor que nós dois se tivesse uma educação média - Warren não acredita nisso, mas a opinião de quem vê as coisas de um ângulo maior concorda com a advogada.

- Não exagera também - ele diz e ela começa a rir sabendo que definitivamente seria mais inteligente que ele se fosse uma herdeira bilionária.

- Por favor não me diz que isso tudo é sobre você fazer sexo - ela diz e ele começa a rir, ele com certeza teria tentado algo com ela se já não tivesse namorado o irmão dela na adolescência.

- Não, mas você me conhece o bastante para saber que eu sou capaz de fazer isso, é mais sobre acabar com um problema, aquela garota me irrita por mais que eu ache que ela tem potencial - Clarice ouviu aquilo com certa desconfiança, mas ela nunca ousava imaginar o que vinha depois do seu amigo, ele era maluco principalmente quando tinha a ver com sexo, coisa que ele não fazia tinha algum tempo por causa de uma fusão com uma empresa enorme de hotelaria que estava dando mais problemas do que ele previa, ela lembrava do dia em que ele teve um caso com uma mulher e a filha dela, o marido dela descobriu e quis matar ele, e o escondi por três semanas no meu armário até pegar ele se pegando com o meu irmão na minha cama, esse era o Warren para ela, e era o Warren para mim também, e a bomba estava perto de estourar.

Capítulo 3 Assistente do demônio

O telefone tocou na frente da empresa e quando Warren viu aquela mulher com um jeans e uma blusa vermelha ele quase arrancou os olhos, ela mal usava maquiagem e só não estava de Crocs por um milagre divino.

Ela tinha ousado ligar para ele como se ele estivesse atrasado e ainda vem com a droga daquela roupa.

- O que pensa que está fazendo? - ele diz a olhando de cima a baixo - uma assistente de um CEO não anda com jeans, cara lavada e tênis! Você parece a porra de uma adolescente sapatão que ainda não descobriu o estilo - ela cruza os braços.

- Isso foi meio homofóbico - ela diz enquanto ele revira os olhos - eu sou bissexual tenho lugar de fala e você sabe disso está na internet, agora vamos o mais rápido possível para uma Chanel e depois para uma Gucci e também para uma Prada.

- não posso gastar dinheiro com roupas caras - ele pensou que ela é muquirana pois mal sabia que ela dava boa parte do dinheiro para sua família que ela nem ao menos via - eu pago as roupas, com tanto que eu não pareça estar andando com alguém que eu faço caridade.

- e teria algum problema nisso? - ele odeia o jeito quase político de tão bonzinho de Charity - a vida não é a droga do seu twitter, no mundo real mulher gostosas conseguem coisas, e lugar de bilionário do lado de pobre é no Instagram, e eu acho patético aquilo.

Até mesmo Charity não discordava que pessoas que fazem caridade e postam fotos de pessoas por engajamento é patético e cruel.

Warren olhava satisfeito para o primeiro terno Prada que Charity tinha colocado, ele tinha umas marcas de costura feitas a mão que fazia Warren querer roubar a costureira que o fez, já Charity não se importava nenhum pouco.

- Eu consigo achar um idêntico por 8 dólares - Charity tinha sorte que Warren é totalmente contra violência contra mulheres - e com certeza as crianças asiáticas que costuraram serão tão boas na costura quanto as damas que fizeram essa obra de arte.

- Até parece que não tem trabalho escravo no caso da Prada - ele mostra o dedo do meio enquanto alguém vem buscar sua taça de champanhe.

- Vocês costumam empregar ex-presidiarios? - ela tem coragem e ele começa a rir alto - Charity, nossos clientes andam com bolsas de meio milhão de dólares, não vai querer colocar alguém que está refazendo a vida em um local de tentação desses, manda seja lá quem for esse para lavar algum banheiro de aeroporto como qualquer ex-presidiario pobre - ela confirma meio sem graça e ele não entende o motivo da curiosidade - não me diz que é uma daquelas mulheres que mandam cartas para esses caras.

- Eu namorei um o Dennis, e ele precisa de um recomeço, eu só queria ajudar - ele confirma com a cabeça - terminou com ele porque ele foi preso? - ele pergunta e ela não entende porque disse a verdade.

- não, porque ele me traiu com a agente de condicional dele - em pelo menos uma coisa o Warren podia admitir que Charity é muito boa, em fazer ele rir. Imagina esperar um cara na cadeia e assim que ele sai vai dormir com outra, é desastroso de engraçado.

- Você é estranha, sinceramente se alguém que eu esperava me traísse depois de eu me abster de sexo por meses ou anos, não sei e não me importa, eu sinceramente iria cuidar para que ele acabasse na rua comendo lixo e as próprias fezes - Charity nunca entendeu o sentimento de mágoa de verdade, ela guardava tudo dentro de uma caixa de Pandora que um dia vai explodir e causar uma guerra nuclear, porém no momento ela só era uma pessoa que queria paz.

- Eu não preciso me dar ao trabalho ele é alguém que acabou de sair da cadeia e desempregado - ele faz uma expressão de "e daí?" e ela quase ri.

- Você seria quase engraçado se não fosse narcisista e com traços psicopatas - ela diz e ele pensa que nenhum dos seus funcionários o trataria assim, e por mais que ele estivesse com alguns amigos e seu irmão que é um pouco mais que isso, ele sentiu que conviver com alguém que odeia, mas no fundo gosta pode ser legal.

- Você seria legal se soubesse que para você é senhor Kemp - ela dá de ombros - tanto faz.

- O que está achando do curso de investimento que a minha advogada te passou? - ele pergunta e ela se lembra do curso que ainda nem começou - eu agradeço mesmo por achar que eu tenho capacidade de fazer algo assim, mas eu não tenho - ele para de andar na hora.

- Você tem algum tipo de limitação mental ou algo assim? - ele pergunta e ela nega meio sem graça - então você é capaz sim, e nunca mais ouse dizer o contrário na minha frente. Se alguém lhe disse isso alguma vez, ele estava mentindo e é um idiota - ele diz e ela vai logo atrás com o termo bege que ele mais gostou da Prada enquanto ordena a vendedora a jogar a roupa que ela estava no lixo.

- Eu não disse que era para jogar a minha roupa no lixo - ela reclama e ele começa a rir novamente - você é uma mulher bonita, jovem e bem sucedida, da próxima vai acabar com uma blusa escrito gorda e sozinha, só o que me faltava - ela arregala os olhos - tem alguma coisa contra os gordos? - ela pergunta e ele revira os olhos - não, a sociedade tem algo contra os gordos não eu, já eu não sinto absolutamente nada sobre gordos, só não convivo com eles porque ao meu redor tem pessoas com acesso a cirurgia plástica e são gostosas o bastante para ser pobres e conseguir laçar alguém rico.

- Olhando para mim acha que sou gostosa o bastante para laçar alguém rico? - ela pergunta e ele a olha de cima a baixo mesmo sabendo a resposta - depois de um bom corte de cabelo e academia diária você pode pegar um velho tarado no fim da vida ou o meu irmão que é estranhamente quase a mesma coisa.

Quando o cabeleireiro olhou para a Charity e disse ruiva ela se assustou, mas ela não ia dizer nada porque ele parecia bem animado, esse era o jeito dela em tentar agradar as pessoas.

Quando ela se olhou gostou do que viu, ela nunca esperava que fosse se sentir tão bonita quanto se sentiu naquele momento, e o lado humano de Warren muito maior do que aparenta se sentiu feliz com a expressão de animação dela.

Sempre seguindo Warren era o trabalho dela e enquanto Webster mandava beijos para ela que sorria e roubava café de sua garrafa mesmo tendo uma cafeteira elétrica no espaço do café e enchendo de açúcar porque o café de Charity é sem açúcar.

Warren olhava para o irmão como se ele fosse idiota existia uma máquina gigante que fazia até capuccino e ele atrás de uma droga de café.

Charity é tão observadora que já sabia até copiar a assinatura do seu chefe enquanto puxava ele de um lado para o outro para suas reuniões enquanto sua secretária a olhava de ponta de olhos querendo arrancar todos os membros dela pois ela sempre achou que Warren seria o convite para a alta sociedade mesmo ele sempre ignorando ela sempre que possível. Charity estava tão focada em mostrar a seu chefe que ela podia ser útil que mal percebeu que existia um bolão sobre ela ou estar fazendo sexo com Warren ou ela saber algum podre sobre ele.

Na pausa do café eles descobriram que não pois ela está imitando o jeito imponente dele andar de forma engraçada e todos gostaram dela de cara diferente de Warren que as pessoas geralmente se esforçavam para gostar.

Infelizmente Warren tem acesso as câmeras e viu tudo além de ver ela falando que ele só estava onde está por ter um pai rico, o que é verdade, porém ele não curte muito ouvir.

- Não quero você falando mal de mim para os outros funcionários - ela deu de ombros - eu tinha desconfiança de que o senhor estava vigiando a gente, só queria ter certeza - ela diz já saindo e voltando com todos os contratos dele catalogados como ele ensinou apenas uma vez, e ele ficou surpreso dela ter conseguido pegar tão rápido, porém nunca ia admitir que se sente assim.

- Eu sei que para a senhorita o controle pode ser algo negativo, porém para alguém como eu é essencial para manter as coisas como estão, todo mundo vê os bilionários como monstros sedentos por sangue, porém salvamos produtos internos brutos - ela se importava tanto com isso como qualquer pobre, ela o detestava e essa palestra de Salvador a irrita ainda mais.

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