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Desejo insano por você

Desejo insano por você

Autor:: Autora Sol Rodrigues
Gênero: Romance
O problema de ter tido uma única namorada a vida toda, me impediu de enxergar a evolução das mulheres, elas estavam terrivelmente perigosas. Se elas diziam que queriam um homem, elas lutavam com unhas e dentes até conseguir tê-lo. Foi exatamente isso o que aconteceu comigo quando a Kiara entrou na minha vida. Uma garota de sorriso inocente, aparentemente inofensiva, conseguiu destruir o meu relacionamento, e fodeu com o meu psicológico de uma forma devastadora, mas com a chegada da Viviane, uma garota mil vezes pior, eu estarei envolvido em um triângulo amoroso entre duas malucas. Eu estou muito, mais muito ferrado, pois o demônio é um santo na frente dessas duas.

Capítulo 1 1

Acho que quando um cara chega na fase adulta, tudo o que ele deseja é não sair por aí fazendo merda, e eu bem que tentei seguir um padrão de vida consciente, e longe de bucetas e bundas que não fossem da minha namorada.

Mas a evolução dos anos fizeram das mulheres seres absurdamente perigosos e de atitudes, que por muitas vezes colocam o homem em uma situação bastante difícil, afinal como um homem iria conseguir fugir de uma mulher obstinada a tê-lo? Principalmente quando essa mulher mora na mesma casa que ele?

Definitivamente a minha mãe deveria continuar exercendo o papel de onça protetora, mas ela estava longe de descobrir que estava colocando uma predadora dentro da nossa casa.

Ter uma meia irmã não parecia algo ruim, eu até que gostei da idéia, mas eu não sabia que ser homem nessa geração de mulheres malucas iria fazer de mim alguém que eu sempre lutei pra não ser, um verdadeiro inconsequente.

Chegou o dia do casamento da minha mãe com um amor da juventude dela, eles já moravam juntos, mas decidiram selar a união, o que tirou de mim a esperança de fugir da loucura que estava a minha vida.

Parecia brincadeira, mas eles se reencontraram no dia que saiu o divórcio dos meus pais, desde aquele dia, não se largaram mais, e foi exatamente naquele dia que a minha mãe assinou a minha falência emocional.

Eu sou o Lucas, tenho 25 anos, e quando tudo aconteceu eu tinha apenas 22, eu estava no último ano da faculdade de música, e eu não via a hora de concluir e ganhar o mundo.

Eu me dava muito bem com o meu padrasto, o nome dele é Mathias, o problema era a capeta da filha dele que morava com a gente, e desde sempre eles insistiam em dizer que ela era a minha irmã só porque vivíamos como uma família.

Como falei, não era algo que me incomodou no início, mas sim o que veio depois.

Kiara é o nome dela, ela tinha 19 anos, e vivia caminhando pela casa com um short curto e sutiã, como se não bastasse, usava um fio dental minúsculo quando ia pra piscina, e ficava exibindo aquela bunda, que por sinal era linda, mas me incomodava e causou um furacão no meu relacionamento com a Suellen, minha namorada, agora ex.

O mais estranho era que parecia que tudo o que a kiara fazia, era pra provocar a mim, e as coisas pioravam muito quando a Suellen estava em casa comigo.

Certa vez, a kiara saiu só de calcinha e blusa pra pegar água na cozinha onde eu e a Suellen estávamos lanchando. A Suellen quase enlouqueceu.

- Que pouca vergonha é essa? Toma vergonha na cara e vai ser vestir garota.

- Calma cunhadinha, o Lucas e eu somos irmãos. Ele me respeita, não é Lucas?

A ironia na voz da Kiara era exposta, a cara dela já deixava claro que tudo era proposital.

- Claro que ele te respeita, você é que não tem respeito por ele, e pelo jeito nem por si mesma.

Eu fiquei calado, enquanto a Kiara saiu rindo, toda debochada com o copo de água na mão, rebolando aquela bunda que estava fazendo a minha mente ter pensamentos impróprios, eu não consegui tirar os olhos da bunda dela, foi nesse momento que eu recebi um tapa na cara que fez a minha mente lembrar que a Suellen estava do meu lado, e havia acabado de presenciar o meu descontrole sexual, e eu percebi através do olhar assassino da Suellen que eu havia feito uma grande merda.

Ela saiu batendo os pés de ódio e foi embora e pela primeira vez eu não fui atrás dela, em vez disso, eu subi as escadas e fui até o quarto da kiara pra pedir que ela parasse de insultar a minha namorada, mas acabei encontrando ela se masturbando com um vibrador, e com os peitos descobertos.

Eu queria ter tido forças pra dar as costas e me esconder em um lugar que fizesse a minha mente esquecer os últimos minutos, mas eu não consegui sair do lugar, a minha única opção foi chamar a atenção dela por aquela cena que jamais iria ser deletada da minha mente.

- Porra Kiara, fecha essa porta caralho.

- Estava fechada, você que não bateu.

Eu desci as escadas correndo indignado, com uma fúria absurda, mas com um pequeno detalhe, eu estava de pau duro, e foi bem na hora que minha mãe entrou em casa com o Mathias e me encontrou naquela situação.

- Meu Deus Lucas, você não mora sozinho aqui.

- Cadê a Kiara? Perguntou o Mathias.

- Não sei daquela demônia. Rosnei.

Nessa mesma hora fui pra piscina e entrei nela de roupa e tudo, enquanto pela vidraça eu via meu padrasto discutindo com a minha mãe, ele era homem, no fundo ele sabia que aquela cena que ele presenciou era resultado da falta de limites da filha dele.

A água da piscina fez o meu pau amolecer e eu pude finalmente andar pela casa sem ser julgado.

No dia seguinte eu recebi uma mensagem da minha namorada terminando tudo.

- Lucas, está impossível continuar nosso relacionamento depois de ter visto você olhando pra bunda da kiara, qual confiança eu terei em você depois disso? Você não teve nenhum respeito por mim, mesmo eu estando do seu lado, eu fico imaginando o que você faz pelas minhas costas. Acabou Lucas, você está livre pra fazer o que tanto deseja.

Eu fiquei me perguntando o que ela imaginava que eu desejava, embora eu soubesse o que aquelas palavras significavam, eu tentei mentir pra mim mesmo e desviar o sentido delas.

Eu liguei pra ela pra pelo menos tentar me explicar, embora eu soubesse que não existia explicação pra aquela atitude e que ela estava completamente certa.

- Droga, ela desligou o celular.

Naquele momento eu fui consumido por um ódio mortal pela Kiara, ela jogou pro espaço o meu namoro de anos, um relacionamento que nunca havia sido estremecido por nada e nem ninguém.

- A Kiara vai me pagar.

No dia seguinte eu comecei a entrar no jogo dela, queria saber realmente as intenções que ela tinha.

- Que cara é essa Lucas?

- A cara que você vai passar a ver, de agora em diante, já que foi a causadora do meu término com a Suellen.

- Você que eu te console amor?

- Você está tirando onda comigo Kiara? Então aproveita enquanto você ainda pode.

Eu dei as costas, enquanto pelo vidro da sala eu via a reação dela, pasma e ao mesmo tempo sem entender o que eu quis dizer.

Meu padrasto e minha mãe trabalhavam juntos em uma empresa que tinha filiais espalhadas por 13 países. Suas funções obrigavam eles a passarem mais tempo viajando, do que em casa, e aconteceu deles precisarem viajar logo quando eu iria começar o meu processo de vingança.

Eu não chegava a ser um deus grego, mas existiam umas garotas que viviam dando em cima de mim, e por eu estar solteiro, eu estava disposto a dar uma chance pra elas, a começar pela Marcela.

Eu a chamei pra ir na minha casa a noite, bem na hora da novela da Kiara, claro que o meu convite foi algo especial que eu havia preparado pra Kiara.

Quando a kiara percebeu que se tratava da melhor amiga dela, ela teve um ataque de fúria e começou a gritar comigo e com ela. Foi épico.

- Vocês estão de brincadeira comigo? Você não me disse nada Marcela. Desde quando você está gostando do Lucas? E quem você pensa que é Lucas pra chamar ela pra nossa casa sem falar comigo?

- Calma Kiara, ele me chamou a pouco tempo, eu nem tive chance de falar com você antes, sem contar que eu já te encontraria aqui mesmo. Eu não sabia que isso seria um problema, afinal somos amigas, achei que você ficaria feliz com a novidade.

- Esse imbecil vai só te usar Marcela, ele acabou de terminar com a namorada dele e você vai ser só um consolo.

Eu sabia que a Kiara usaria isso pra manipular a Marcela contra mim, mas eu já havia me antecipado e deixei tudo às claras pra ela.

- Ele já me disse isso, e pra mim está tudo bem kiara, eu estou querendo conhecer ele melhor.

Enquanto isso, eu fiquei de braços cruzados, vendo as duas brigarem, enquanto meu subconsciente me avisava que eu tinha dado um golpe certeiro. Eu estava rindo pra caralho por dentro.

- Vamos subir Marcela, vamos dar um tempo pra Kiara se acostumar com a ideia.

- Vocês não vão subir porra nenhuma. Fica aqui Marcela.

- Por favor kiara, você não é minha mãe.

A Marcela falou antes de dar as costas pra ela.

- Alvo atingido com sucesso. Pensei.

Eu Levei a Marcela pro meu quarto, coloquei um filme, comprei chocolates, refri, vinho, fiz pipoca, deixei tudo no ponto pra não errar em nada. Mas ela não quis saber de filme nenhum, e foi logo me beijando e eu retribuí.

Na hora eu lembrei da masturbação da kiara e meu pau foi logo ficando duro, eu sabia que aquilo era o tipo de coisa que eu não deveria estar pensando naquele momento, mas eu não consegui controlar.

A Marcela percebeu, e foi logo tirando minha calça de moletom, e abocanhando o meu pau como se tivesse faminta.

Eu tinha deixado a porta destrancada, pois eu tinha certeza que a kiara iria lá.

Eu peguei a Marcela pelo cabelo, tirei a roupa dela, chupei os seios dela, coloquei ela de costas, e introduzi o meu pau nela até ela gritar de prazer, não demorou muito tempo pra Kiara interromper nossa transa. Ela abriu a porta de uma vez e deu um grito.

- Puta que pariu, vocês não foram tão longe. Eu não acredito nessa merda. Veste tua roupa agora Marcela, que aqui não é motel e vai embora.

A Marcela com vergonha, se vestiu rapidamente, e antes de ir embora deu um aviso pra kiara.

- Não fala mais comigo Kiara. Nossa amizade termina aqui.

Por um segundo eu achei que as palavras da Marcela iriam abalar a Kiara, afinal a amizade deveria ser importante pra ela, mas a kiara olhou bem pra minha cara, deu um sorrisinho que eu vi como uma ameaça e me deu as costas.

A frieza dela me fez ter calafrios, eu já tinha visto aquele sorriso antes, e eu tinha certeza que ela iria aprontar algo muito pior do que eu aprontei.

- Porra!

Capítulo 2 2

O dia amanheceu, e eu não vi a kiara em nenhum compartimento da casa, e eu cheguei a conclusão que ela não havia saído do quarto ainda.

Eu tomei o meu café, e nada dela descer, o que foi estranho, pois ela sempre acordava cedo.

Fui pra aula e não consegui me concentrar direito, eu não sabia ao certo o que me assombrava, se era o fato de repassar o sorrisinho diabólico dela na cabeça ou de acreditar que ela estava planejando algo bem pior do que aquilo que eu fiz.

Quando eu cheguei em casa, eu novamente não vi nenhum sinal dela, então eu resolvi ir até o quarto dela, e dessa vez tive o cuidado de bater. Ninguém respondeu.

Eu abri a porta bem devagar, e me assustei ao ver o quarto vazio.

- Afinal, onde essa louca foi? Foda-se, ela já é maior de idade.

Eu fui pro meu quarto e tentei não pensar mais nela, tomei um banho, deitei na cama e acabei pegando no sono.

Eu fui acordado com gemidos exorbitantes, parecia um filme pornográfico de tanta putaria, e logo eu ouvi uma voz que parecia ser de uma atriz pornô praticamente implorando pra ser comida.

- Ah, mete com força.

- Geme mais gostosa.

Eu olhei ao redor do quarto tentando acreditar que aquilo era só um sonho, mas logo eu reconheci aquela voz, e percebi que tudo aquilo realmente estava acontecendo.

- Porra, eu não acredito nisso.

Falei levantando da cama.

Eu fui no quarto da safada da Kiara pra saber que palhaçada era aquela.

- Que esculhambação é essa kiara? Eu perguntei furioso do outro lado da porta.

Mas ela gemeu mais alto ainda, e começou a gritar...

- Come a minha buceta, come Lucas...Ai Lucas, que gostoso...Vem me chupar Lucas, isso Lucas, não para.

Quando eu ouvi ela chamar o meu nome, eu fiquei possesso.

- Como assim Caralho? Kiara, sua diaba, para de chamar esse filho da puta de Lucas.

O meu pau estava quase pulando pra fora, eu me imaginando fazendo tudo aquilo com a Kiara.

- Porra! Gritei enquanto esmurrava a porta.

Aquela guria estava me deixando louco e tudo o que eu queria era arrombar aquela porta, mas daí ela veria o meu estado decadente, sem um pingo de equilíbrio no pau.

Eu fui pro meu quarto e continuei ouvindo aquele cara falando os mais diversos absurdos.

- Deixa eu te comer por trás deixa? Owww que delícia...

Até ela aumentar a intensidade dos gemidos e finalmente e gritar bem alto que estava gozando.

- Mas que porra velho, o meu pau está todo melado. Falei indo em direção ao banheiro.

Eu bati uma punheta sentindo como se eu estivesse traindo a mim mesmo, ao atribuir os meus desejos a aquela cretina.

Um tempo depois houve um silêncio total na casa, eu já tinha tomado um banho gelado, e ao sair do quarto me deparei com a pior cena da minha vida.

A Kiara estava com o meu pior inimigo.

O Rubens era o tipo de cara que não respeitava a namorada de ninguém, além de ser o ex da Suellen.

Esse cara infernizou muito a minha vida na tentativa de voltar com a Suellen depois de tê-la traído, ele fez merda mas não se conformou quando ela deu um pé na bunda dele. Tanto ele fez, que eu acabei perdendo o controle na época e entrei na porrada com ele, e isso sempre acontecia quando a gente se encontrava, nada me tirava da cabeça que ele vivia seguindo a gente só pra confrontar e intimidar ela.

Na nossa última briga, eu saí com a testa rasgada, e ele com o nariz esfolado, foi preciso três seguranças pra apartar a briga.

- Seu filho da puta escroto, como você tem coragem de entrar na minha casa? Eu gritei.

Não durou 2 segundos e eu já estava socando esse cara dentro da minha própria casa, e a kiara tentando separar a gente.

- Para Lucas, por favor...

Eu dei um murro nele e ele devolveu, até a kiara começar a chorar e nós dois pararmos por conta própria.

- Tira esse filho da puta daqui, antes que eu mate ele, e depois disso, nunca mais olha na minha cara kiara, você foi longe demais.

- O que foi Lucas? Tá indignado porquê comi a Kiara primeiro que você?

Eu fui feito um bicho selvagem pra cima dele novamente, e esse cara nunca apanhou tanto na vida dele, o que ele disse me deixou fora de mim, e eu não sei de onde eu tirei tanta força pra esfolar ele daquele jeito.

Depois de vê-lo agonizando no chão de dor, eu voltei pro meu quarto com um ódio que eu nunca havia sentido antes, nem mesmo quando o motivo da briga era a Suellen.

As batidas na porta interromperam os meus pensamentos sombrios, e então a grande causadora de tudo abriu a porta que eu havia esquecido de trancar.

- Posso entrar?

- Vai pro inferno Kiara

- Lucas, por favor, vamos conversar? Deixa eu ver o seu rosto?

- Sai daqui porra! Berrei.

Ela ficou assustada e acabou respeitando o meu espaço, eu estava com ódio dela.

Durante o dia eu só saí pra pegar comida e logo voltei pro quarto e fiz isso no dia seguinte também, pois tudo o que eu menos queria era olhar pra cara dela.

Ela bateu na porta por três vezes e eu ignorei todas elas.

Nada me tirava da cabeça que ela foi capaz de levar o meu pior inimigo pra dentro da nossa casa, trepar com ele e ainda chamar ele pelo o meu nome.

Ele era tão filho da puta, que se aproveitou da situação pra me atingir, sabendo que eu certamente os ouviria.

A kiara era linda, ela nunca quis namorar sério com ninguém, e era cheio de caras correndo atrás dela. Pra ela era muito fácil conseguir qualquer um deles e foder como uma puta, ninguém teria coragem de dizer não pra ela.

Eu já estava cheio daqueles pensamentos e então eu resolvi ligar pra Suellen, eu pensei que ela não atenderia, mas atendeu.

- Fala Lucas?

- Oi, eu estou com saudades.

Ela ficou em silêncio, e eu continuei...

- Eu posso ir aí pra gente conversar?

- Deixa que eu vou aí. E desligou.

Eu fiquei surpreso, afinal ela deu uma resposta tão rápida que eu pensei que talvez ela quisesse dar uma nova chance pra gente.

Uma hora depois a Suellen tocou a campainha, eu saí do quarto correndo pra tentar impedir que a kiara abrisse a porta, mas ela já estava atendendo.

- O que você está fazendo aqui?

- Olha só você Kiara, resolveu andar vestida agora?

Antes que a kiara pudesse retrucar, eu pedi pra Suellen subir, enquanto a Kiara ficou me encarando como se tivesse ficado desapontada.

Foi estranho aquele olhar, mas eu não podia fazer nada além de ignorar, afinal eu não havia esquecido o que ela fez.

Ao entrar no quarto a Suellen foi logo perguntando com quem eu havia brigado e eu fui sincero.

- Com o Rubens.

- Como assim? Porquê?

- Porquê eu encontrei ele aqui em casa com a Kiara.

- Você brigou com ele por ciúmes da Kiara? Ela perguntou com um pouco de mágoa na voz.

- Não, é claro que não, eu só não gostei de ver ele dentro da minha casa.

- Você sente alguma coisa pela Kiara Lucas? Não minta pra mim.

- Eu não sei porque você colocou isso na cabeça amor, eu não sinto nada pela Kiara, eu já falei o motivo da briga, você sabe que eu não suporto o Rubens.

Ela não engoliu muito a minha explicação, mas não me questionou mais sobre isso.

Eu tentei beijar ela e ela cedeu.

Eu estava tentando a todo custo não pensar na kiara.

Apesar de eu gostar muito da Suellen, eu senti que a nossa ligação não era mais a mesma, mas eu continuei o beijo, pois no fundo eu acreditava que a gente pudesse tentar de novo.

Eu fui tirando o vestido da Suellen, fui beijando o pescoço, e abocanhei os seios dela. Eu sempre fui fascinado naqueles seios, firmes e levemente grandes.

Eu deslizei as mãos pelas pernas dela, e meti a mão por dentro da calcinha dela, e enquanto eu mastubava ela, ela começou a gemer baixinho no pé do meu ouvido.

Eu deitei ela na cama, tirei a calcinha dela, e a chupei até ela se contorcer todinha.

Com as mãos segurando os seios dela, a penetrei bem devagar e fui fodendo ela bem lentamente.

Eu nunca fiz sexo selvagem com a Suellen, sempre nos tratamos romanticamente, mas não negava essa vontade, eu queria sentir a sensação de um sexo sevalgem algum dia.

Naquele momento, enquanto eu fodia a Suellen, eu lembrei dos gritos e das palavras da Kiara...

"Come minha buceta Lucas"..

"Que gostoso Lucas"...

E com isso eu fui aumentando a velocidade das estocadas, com muita força, enquanto a Suellen gritava e gemia ao mesmo tempo, e eu lembrando da Kiara se masturbando com os peitos de fora, e eu fui socando mais forte ainda, até o momento de eu dizer...

- Que bucetinha gostosa kiara.

As palavras saíram da minha boca como navalhas afiadas, poderosas o bastante pra cortar o coração da Suellen ao ponto de destruí-lo.

Capítulo 3 3

Eu mal tinha terminado a frase, e já me encontrava no chão, com um chute na boca do estômago que me deixou sem ar.

- Puta que pariu. Suellen, por favor, me perdoe, eu não sei o motivo de eu ter pronunciado o nome dela.

A Suellen voou em cima de mim com uma força e um ódio que eu nunca tinha visto antes. A medida que ela ia me batendo, ela ia chorando e gritando, como se tudo o que ela quisesse fazer era me matar.

- A quanto tempo você transa comigo pensando nela? Não acredito que você foi capaz de me chamar de Kiara, chega a ser nojento você me levar pra cama e pensar nela. Que tipo de doente é você? Isso só pode ser um pesadelo, eu confiava em você e você acabou com tudo.

Eu aguentei tudo sem segurá-la, eu deixei que ela extravasasse toda a raiva dela em mim, pois eu sabia o quanto aquilo era pesado de se ouvir, eu no lugar dela estaria me sentindo um lixo.

Ela se cansou de me bater e saiu de perto de mim com o rosto vermelho.

Eu me mantive em silêncio, de pau mole, sentado no chão, rasgado do peito até o pescoço, fora as marcas da briga com o urubu do Rubens que eu tinha no rosto. Eu estava só o trapo, mas nada se comparava com a Suellen.

Ela estava nua, com o lençol cobrindo seu corpo, chorando incontrolável, com soluços que fizeram eu me sentir o pior homem do mundo.

Naquele momento eu não tinha mais nada pra falar, não existia explicação pra tamanho absurdo.

- Você disse que não sentia nada por ela.

- Eu não sinto Suellen, é só uma coisa de corpo, desejo, não é amor.

Eu já não sabia mais o que eu estava falando.

- Você já conseguiu se escutar Lucas? Você tá falando igual o Rubens. Criticou tanto o comportamento dele, e tá fazendo coisa pior. Você não tem moral pra falar de ninguém, é uma pena que eu me dei conta disso somente agora, eu teria poupado anos da minha vida se eu tivesse visto quem você era de verdade.

- Não me compara com aquele merda Suellen. Falei já exaltado.

A Suellen foi se vestindo, e continuou...

- Pode até ser mesmo que ele seja um merda. Mas é um merda que admite tudo que é perguntado, enquanto você fica escondendo a sujeira toda.

Limpa esse teu rabo direito Lucas, antes de falar da sujeira dos outros.

Quando eu achei que ela tinha acabado, ela saiu quebrando tudo no meu quarto, TV, notebook e tudo o que viu pela frente, eu a segurei pelos braços na tentativa de deter ela, quando a Kiara bateu na porta.

- Gente, que gritaria é essa? Já que a polícia bate aqui. Abram essa porta agora.

A Suellen se soltou das minhas mãos, abriu a porta e partiu pra cima da Kiara, foram tapas e puxões de cabelo.

- Para sua louca, tá me agredindo porquê? Sua doente. Segura essa maluca Lucas.

Eu corri pra separar as duas, enquanto a Suellen berrava nos meus braços, na tentativa de se soltar...

- Você não sabe sua vadia? Agora você pode dar essa tua buceta tranquilamente pro Lucas, ele tá louco pra comer. Não é isso que você quer a meses? Fique a vontade e faça bom proveito. Me solta Lucas, você morreu pra mim, maldito foi o dia que eu te conheci.

Eu então a soltei...

E ali eu vi partir o meu amor de anos, carregando um sofrimento que eu já havia prometido pra mim mesmo que jamais a faria passar.

- Que puto covarde eu sou.

- Qual foi o problema?

A Kiara perguntou olhando pro meu pau descoberto.

- O problema é você Kiara, que não consegue se manter em relacionamento nenhum, e sai por aí destruindo o relacionamento dos outros. Eu era feliz e estável até você aparecer na minha vida, na minha casa, e achando que podia ter o controle de tudo, inclusive de mim, e por favor, para de olhar pra porra do meu pau.

- Eu sou o problema?

Ela veio bem perto de mim, olhou bem nos meus olhos, e continuou...

- O problema é você que a meses tenta negar o que sente por mim, se você tivesse sido leal com você mesmo, teria evitado o sofrimento da sua namoradinha, e teria poupado o meu trabalho de te mostrar que eu sinto o mesmo por você.

Mas isso, antes de eu saber que você é um moleque, um frouxo que não aguenta uma mulher como eu. Tem medo de quê Lucas? De sentir por mim o que você nunca sentiu por ninguém? Vai negar isso até quando? Até eu me cansar de você?

Ela se aproximou mais ainda e falou bem no pé do meu ouvido...

- Você não sabe comer uma mulher como eu, porque você nunca comeu ninguém além da Suellen. O problema não sou eu e sim você, seu frouxo de merda.

A kiara me deu as costas, e eu me segurei pra não puxá-la e mostrar pra ela o frouxo que eu era.

Sem falar nada eu fui pro meu quarto, ele estava parecendo uma zona de guerra, eu limpei tudo, separando o que estava quebrado no canto da parede, enquanto a voz da kiara ecoava na minha mente: "Você não sabe comer uma mulher como eu".

Era fato que eu nunca havia transado com ninguém além da Suellen. Bom, teve o lance com a Marcela, mas aquilo não podia ser considerado uma transa, já que só durou 3 minutos.

Tudo aquilo me fez ver uma coisa, eu estava apaixonado pela Kiara, eu só não conseguia aceitar isso, eu tinha realmente medo, pois a kiara era o tipo de mulher capaz de fuder com o psicológico de um homem, mas ela não podia fuder com o meu, eu me recusava a aceitar aquilo, e estava disposto a virar o jogo e eu mesmo iria fuder com o psicológico dela.

- Ah, isso pode ter certeza que eu vou fazer Kiara, você não perde por esperar.

Falei.

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