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Destinada ao Rejeitado, Trilogia Destinada, livro 1.

Destinada ao Rejeitado, Trilogia Destinada, livro 1.

Autor:: FannyMotta
Gênero: Lobisomem
"O caçador das bestas, agora é a própria besta!" Um aviso foi dado, mas pelos genuínos ignorado. A promessa da deusa foi feita, e agora está se cumprindo diante os olhos de todos. O filho do alfa ao nascer pequeno e com suas fragilidades expostas, ele sequer chorou, sem nenhum sinal de garras ou pelos, ele era apenas um bebê humano. A mãe foi acusada de traição, e traidores não merecem perdão, o alfa não a perdoou. Confiado aos cuidado da inimiga caçadora de sua raça, o fruto da desonra torna-se o que a deusa sempre quis, um caçador de sua própria espécie. Forte o bastante para destruir aqueles que o rejeitaram, o filho do alfa torna-se o predador mais temido, fazendo-os se tornar nômades, andando de região em região, fugindo do demônio que eles mesmos criaram. Uma fugitiva vai parar na cidade do caçador, ela rouba para não morrer, e o seu desespero a levou a roubar a pessoa errada. Ela carrega consigo o sangue de uma assassina, a vergonha de sua alcatéia. Ele sabe quem ela é, ele sabe que ela faz parte das bestas que o rejeitou quando nasceu. A deusa sorri, seus escolhidos agora são adultos e finalmente se encontraram. Conheça Destinada ao Rejeitado, uma história em que o abandono cria um predador e a promessa cria uma assassina, e seus destinos andam de mãos dadas com a deusa

Capítulo 1 Início, part. 1

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SELENE É ENGANADA

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- Hoje, finalmente vamos ter o nosso deus ou deusa, o soberano da lua! - Zeus fala alto para que todos os escutasse em silêncio.

A arena está perto do limite entre o céu e a terra, todos os deuses, até o do submundo está presente.

- Meus filhos, Máni e Selene vão disputar o título - Zeus pronuncia com o peito carregado de orgulho.

Máni e Selene são irmãos gêmeos, nascido sobre o eclipse causado pelo alinhamento de todos os planetas, isso acontece apenas de milênios em milênios. Durante quinhentos e cinquenta anos eles foram treinados arduamente para esse grande dia.

Máni, com seus cinco metros e oitenta e cinco centímetros de altura, tinha seus cabelos prateados, olhos de cor âmbar. Seu corpo é musculoso, queixo quadrado e sem um único fio de barba. Sua voz é grave, sua presença é dominante sendo capaz de ser sentindo por quilômetros de distância. No entanto, a gentileza nunca foi o seu maior forte, arrogante, mimado, sempre se achou superior; a palavra amor nunca fez parte de seu dicionário. Ele é um guerreiro extraordinário, a caça tem seu nome como descrição. Mas Selene, nunca ficou atrás e sim sempre um passo a frente dele; Máni não via isso com bons olhos.

Diferente de seu irmão gêmeo, Selene média quatro metros e sessenta e três centímetros de altura. Seus cabelos, assim como o de seu irmão, eram prateados, o cumprimento ia até a sua fina cintura. Seus olhos eram azuis, uma tonalidade escura, mas que transmitia tranquilidade, de sua pele irradiava uma luz azulada. Seu corpo magro, mas com todos os músculos definidos, ela era a melhor na caça, nos esportes, nas estratégias. Sua mestra fora a própria Atenas, a filha mais velha e preferida de Zeus. Selene é fascinada pelo amor, ao contrário de seu irmão, nunca desejou ser nenhuma deusa, tudo o que ela mais queria era ter um companheiro ao seu lado.

Selene escondia um segredo, no mundo mortal, ela encontrará o que sempre procurou. O amor veio na forma de um homem humano; ele sempre olhava para o céu, enquanto as estrelas brilhavam. Ela ficou dias o observando, seus cabelos negros que iam até a altura dos ombros esvoaçavam com o sibilar do vento noturno. Seus músculos fortes de árduos dias de treinos, a cor morena de sua pele, seus lábios carnudos e barba bem feita, ela estava fascinada pela beleza masculina a sua frente. Mas uma certa noite, ela resolveu se disfarçar de humana e o chamou pelo nome:

- Licaão - um som doce paira sobre o assobio calmo do vento enchendo os ouvidos do jovem rei, como se a mais belas das canções reasoasse em seus timpanos.

- Quem é você? - em seus olhos era possível ver o quão impressionado estava com a formosura da mulher a sua frente. Nunca virá mais bela.

- Me chamo Selene, o que tanto observa no céu? - ela da alguns passos ficando lado a lado de Licaão.

- Sinto falta da lua, já fazem anos que não a vejo no céu, conta os meses ficou praticamente impossível - fala sincero.

A antiga deusa da lua faleceu, ela sucumbiu ao pecado da ganância e queria ser mais que uma mera lua contendo apenas destaque durante a noite, sua serventia era apenas para o benéfico dos humanos, sem nenhum reconhecimento. Ela queria ficar no lugar de Zeus, queria ser adorada, e assim uma guerra se inciou e rapidamente chegou ao fim; Zeus à matou em batalha, seu corpo caiu nas fontes abundantes da terra e fez as águas ficarem salgadas, para que os humanos sobrevivessem, Zeus criou entre os montes de terras água doce.

A lua sempre teve um papel importante, era essencial, quando a antiga deusa faleceu, o céu noturno ficou sem a sua governante. Zeus fez uma estrela substituta, mas ela também morreu a alguns anos. Por sorte, não falta muito para o novo soberano ser escolhido, e o céu voltar para seus tempos de glória.

- Ela voltará a aparecer - Selene fala convicta e Licaão olha para o perfil de seu rosto.

- Vindo de você, não me resta dúvidas - responde sorrindo.

As noites foram se seguindo, e os encontros já estavam com seis meses, todas as noites o casal se encontrava sobre o brilho das estrelas na praia. Selene suspirava e contava as horas para poder vê seu amado novamente. Mas esse segredo não durou muito, seu irmão descobriu e viu ali uma oportunidade de vence-la. A chantagem não era algo sem honra para Máni.

- Desista da competição! - impõe calmo enquanto caminha com ela pelos jardins de rosas brancas.

- Não, eu me preparei muito para esse dia, e eu não vou...

- Irei contar para Zeus sobre suas fugidas para o mundo humano, e tenho certeza que o papai não ficará nada feliz com isso - ameaça sombriu.

No mesmo instante o corpo de Selene para de se mover, o ar parece ficar mais pesado, disfarça o leve tremor de seus dedos apertado suas mãos em punhos.

- Está me chantageando? - questiona com uma sobrancelha franzidas e a boca comprimida em um linha reta.

- Claro que não - ironiza - Minha querida irmã, estou apenas deixando as coisas mais fáceis para nós dois - Máni sorrindo deixando amostra seus dentes perfeitos.

- Não vejo como isso pode ser fácil - diz entre dentes com o maxilar endurecido pela raiva.

- Quando eu me torna o deus da lua, posso interceder para que você seja uma humana e assim poder viver ao lado de seu amado - Selene começa a se interresar nas palvras de seu irmão - No entanto, terá que me trazer um lobo - seu sorriso se torna sombrio e isso fez Selene se arrepiar.

- Por que um lobo? - suas sobrancelhas se juntam em confusão, e isso divertie Máni.

- No dia da competição, teremos que nos presentear, eu quero um lobo, grande e preto, ele é diferente dos outros é maior e tem olhos vermelhos. Eu o quero. Assim nos dois sairemos felizes - olha dentro dos olhos da irmã deixando claro que não esá aberto a nenhum outro tipo de negociação.

- Promete que serei transformada em humana? - suspira se dando por vencida, essa reação faz o sorriso de Máni se abrir ainda mais.

- Claro minha irmã, alguma vez eu já mentir? - passa o braço pelo ombro de sua irmã e seguiram para o castelo de seu pai, Zeus.

A esperança cegou Selene, ela não deveria ter acreditado nas palavras falsas de seu irmão gêmeo.

Capítulo 2 Início, part. 2

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NASCE O PRIMEIRO LICANTROPO

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- Não me decepcione Máni - Poseidon grita eufórico. Foi ele quem ensinou tudo a Máni, mas nem ele próprio sabia o quão baixo seu discípulo iria para conseguir o que desejava.

Novamente o silêncio reinou e Zeus continuou:

- Vamos para a primeira parte - Zeus anda ficando de frente para os outros deuses e de costas para os irmãos - Como é o costume, os competidores caçarão um para o outro. Irão descer até às terras humanas, e sacrificarão dois animais - ele volta seu olhar para os dois atrás de si - Desejo boa caçada, Podem ir.

E assim foram, Máni caçou um esquilo para presentar a sua irmã. Um roedor, pequeno e sujo, para Máni era a representação perfeita de sua irmã. Já Selene, adentrou fundo na floresta em busca do lobo, seu coração palpitava, ela precisa de muito esforço para realizar tal tarefa; não demorou a encontrá-lo, ele estava comendo. Seus olhos se arregalaram ao ver o tamanho do animal, nunca tinha visto criatura tão grande e bela no mundo humano, isso é sureal, chaga até ser um crime matar tal animal, no entanto, Selene estava disposta a cometer este crime se é o preciso para viver ao lado de seu grande amor.

Respirando fundo, ergue seu arco e flecha mirando no animal distraído com sua presa. O som do uivo sofrido do animal foi tão alto que até os deuses puderam escutar lá de cima no Olimpo e estranhar tal grunhido antes nunca ouvido em tal proporção.

Quando Selene volta para o salão, Máni já estava lá á sua espera com um sorriso macabro em seu rosto, Selene era forte e apesar do tamanho gigante do lobo negro, ela conseguiu carrega-lo em seu ombro. Contudo, quando ela pôs a fera ferida no peito sobre o chão, outro gruindo escapa de sua garganta. O grande lobo negro vai diminuindo de tamanho, todos observam boquiabertos com a cena. O grande lobo diminui até se transformar em um humano, as lágrimas inundam os olhos de Selene ao ver seu amado com a fecha cravada em seu peito. Licaão a olha, em seus olhos tinha apenas amor, um amor que estava morrendo, Selene o estava matando e isso a estava estraçalhando por dentro.

Selene entendeu o que seu irmão queria, ele nunca gostou dela, e conseguiu feri-la da forma mais baixa que poderia existir. Selene sempre admirou os lobos, sempre gostou de ouvir os uivos dos belos animas para a lua cheia, mas aceitou matar um para poder ficar com o seu amor, no entanto, foi inocente, nunca pensou que seu irmão fosse capaz de tal atrocidade.

Selene cai de joelhos no chão, o ódio em seu ser cresce a ponto de ficar incontrolável. Seus olhos ficam vermelhos, ela decide se vingar, e para isso se transforma em uma grande loba branca, todos os deuses se levantam de seus assentos e observam Selene correr na direção de seu irmão. Máni é pego de surpresa, sem ter tempo de reagir ou se defender, ela finca seus dentes do pescoço de Máni, ele tentou se soltar, apertando com força a mandibola da irmã transformada, mas ela sempre foi mais forte, e hoje essa evidencia ficou para sempre registrada. Ela arranca a cabeça de seu irmão, na frente de todos os outros deuses, sua pelagem totalmente branca como a neve, agora estava manchada de vermelho. E ainda em forma de loba, ela voltou para perto de seu amado que agoniza no chão frio, ela se deita ao lado de seu amado e uiva o mais alto que pôde, todos entenderam a sua dor.

Zeus com seu imenso poder obriga Selene a voltar ao normal e ela abraça fortemente o humano dono de seu coração. Zeus ama Selene, ela é a sua filha mais nova, e a ver sofrer daquele jeito o fez sofrer também. A morte de Máni já era algo que Zeus previu, mas deixou que suas escolhas ditassem seu futuro.

- Você agora é a deusa da lua, lance um encantamento nele, e ele não morrerá - fala brando, ele apenas queria que ela suportasse o fardo de não poder amar da melhor forma possível.

Selene sabia o que fazer, ela agora era a deusa da lua, tinha seus próprios poderes. Fechando os olhos e colocando sua mão sobre a cabeça de Licaão ela falou:

- Você agora é metade homem, metade lobo, será uma espécie sobre humana, seus anos serão multiplicados, poderá viver por até um milênio. Sua força será exuberante, todos os seus sentidos serão cem vezes melhor do que qualquer humano. Serei eu quem ditará o seu destino, o destino de seus filhos e assim será para todo o sempre, geração após geração. Serei sua deusa absoluta. E agora você será o primeiro licantropo a existe nessa terra. O primeiro a ser regido por mim, o primeiro adorador da deusa da lua.

Ao terminar suas palavras, Licaão fechou os olhos e a flecha sumiu de seu peito. Seu corpo foi desaparecendo e ele já não se encontrava mais entre os deuses.

- Obrigada pelo presente, pai - Selene agradece a Zeus com um sorriso grato e sofrido, seu corpo começa a desaparecer.

A noite cai, Selene se levanta em sua forma de lua cheia recebendo os uivos de Licaão como se fossem uma linda canção.

Mas os anos foram passando, ela viu a tristeza crescendo de solidão em seu amado. O amor era algo sublime para Selene, e ela decidiu criar a companheira perfeita para o seu licantropo, mesmo que isso lhes partisse o coração. Ele teria alguém para ser o seu pilar, a sua auxiliar, e ficariam juntos por toda a vida e que nem a morte os separará. Um não será capaz de viver sem o outro enquanto ambos estiverem vivos.

E assim, em uma noite de lua cheia, Zeus concedeu a ela o poder de poder criar, uma única criatura. Ela criou a primeira fêmea licantropo, com cabelos negros e olhos azuis, seu cheiro era doce para Licaão, ele sentiria por ela um desejo que se não a tive cairia sobre a loucura, a deusa fez os companheiros para ser um amor genuíno.

Mas Licaão, quando ganhou a sua companheira, ele não a tratou como deveria, nem na hora do acasalamento ele a tratou bem, e isso deixou a deusa da lua extremamente triste, ele parou de uivar para ela, seus planos agora era de apenas fazer sua espécie crescer e tomar o controle de tudo. Então, na tentativa de faze-lo mudar o compartamento, Selene desce do céu, no mesmo instante a lua desapareceu, ela foi ao encontro de seu amado que choroa quando a vê.

- Meu amor...

- Não - Selene o interrompe falando de forma serena e branda - O seu amor está dentro da sua toca, alimentando a sua ninhada, você também deveria está lá.

- Eu... Não consigo ama-la - as palavras de Licaão a deixam triste, Selene criou a fêmea exclusivamente para ele, e ele a trata dessa forma.

O dever do macho é cuidar da sua fêmea, era isso que Selene queria.

Capítulo 3 Início, part. 3

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O LAÇO ENTRE COMPANHEIROS FICA MAIS FORTE

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Nos olhos de Selene era visível o amor e a magoa se mesclando, mas acima da emoção, ela ia de acordo com a justiça, e por mais que amasse Licaão, ela nunca permitiria que ele continuasse com o mal comportamento que deixava marcas físicas e emocionais no corpo da fêmea.

- Preste atenção, ela é a sua companheira e sem ela você não vai sobreviver, como castigo por tudo de mal que você a fez - ela olha firme para os olhos do licantropo a sua frente - Irei intensificar o laço entre vocês, toda dor que sua companheira sentir, você também sentirá, se ela ficar triste, você ficará pior, seu papel é protege-la e ama-la, o papel dela é te auxiliar, ama-lo e cuidar dos filhotes.

- Se eu sinto tudo o que ela sente, quando ela morrer eu também morrerei?

- Não, dependendo da forma que morrer, mas a saudade pode matar, os dois lado - Selene fala enigmática.

Os olhos do licantropo se arregalaram, para ele, ela não podia está falando sério, aquilo só poderia ser uma brincadeira. Mas a deusa estava falando seríssimo, ela se aproximou dele e colocou sua mão sobre o pescoço, o calor emanado de sua mão percorreu por todo o corpo de Licaão o fazendo suspirar ao sentir o toque, uma luz prateada encobriu a região e o gruindo de dor não a assustou, quando ela retirou a mão, a primeira letra do nome da licantropo fêmea apareceu, o macho estava arfando de dor ainda se recuperando.

- Quero apenas que ambos sejam felizes, isso é meu presente para vocês - assim que falou ela desapareceu da frente de Licaão e voltou a sua forma de lua no grande céu, que essa noite está sem as estrelas.

O licantropo logo se recuperou, ele sabia exatamente porque tinha virado um lobisomem, sabia que fora o irmão gêmeo de sua amada que o fez cair nessa desgraça, Máni fez questão de esclarecer como ele iria morrer pela flecha da mulher que lhes roubou o coração. No entanto, Licaão não morreu e ele jurou que fara isso ser uma benção. Sua fêmea gerou oito filhotes, quatro machos e quatro fêmeas, ele sabia que foi a deusa da lua, que ela os fez para se tornarem companheiros. Mas o ódio que ele sentia, era demais, ele se viu obrigado a viver eternamente agrandando sua companheira, mesmo que ela tivesse sido feita para ele, o seu coração já pertencia a outra e não tinha espaço para mais nenhuma.

Licaão criou seus filhotes e contou várias historias, contou sobre Máni e sua irmã, também contou que a deusa da lua foi quem os criará. Licaão fez divisões entre suas crias. Quando chegaram aos dezesseis anos de idade, eles foram postos para se enfrentarem, o mais forte foi eleito, o que iria herdar o seu lugar quando morresse, e como esperado, o mais velho foi o mais forte, ganhando o título de alfa genuíno. O segundo mais velho ganhou o título de alfa, porém chefe apenas de sua família/alcateia, o terceiro ficou com o título de beta, e o quarto não tinha força bruta como os demais, era magro e fraco, não caçava e se recusa a matar qualquer ser que fosse, o filho mais novo era submisso e muito sensível. Licaão o denominou como ômega.

A deusa da lua observava tudo de cima, não aprovou completamente o regime constituído por Licaão, mas não podia ficar interferindo. A companheira do alfa genuíno carregava os traços da deusa da lua em sua forma lupina, com seus pelos brancos e olhos azuis escuros, essa companheira ganhou o nome de genuína lunam, de seu ventre era gerado o licantropo mais forte de toda a especie, tendo a capacidade de ter apenas uma cria, sendo a segunda no comando de toda a espécie, sua dominância perde apenas para o seu companheiro. A companheira do alfa, foi denominado de velut luna, do seu ventre era gerado todos os licantropos de sua alcatéia, sendo eles capaz de ser, alfa, beta ou ômega; sua pelagem é branca com as patas pretas. A companheira do beta recebeu o título de lunae, com a pelagem marrom com uma mancha branca sobre as costas, ela só pode emprenhar se o macho alfa morrer e seu companheiro ocupar o seu lugar, ela terá que matar atual velut luna. E por último a fêmea do ômega é chamada de luna cimex, sua cor é prata, seus olhos cinzas e é a de menor estatura, quase do tamanho de um lobo comum, seu ventre é seco, apesar de portar grande beleza, ela não serve para reprodução, com tudo, mesmo o casal ômega sendo os mais fracos, devem ser protegidos.

Mas os anos se passaram, Licaão veio a falecer ao completar seu milênio de vida, ele e sua companheira morreram juntos. Seus filhos fizeram alterações no regime, e a deusa da lua foi posta como segundo plano. Mais anos se passaram, e cada vez mais eles deixam a deusa em esquecimento. Os licantropos ficaram maus, caçavam e comiam os humanos, e isso não agradou a Zeus nem um pouco, eles faziam os humanos de escravos, os ômegas de empregados e as luna cimex de prostitutas, várias alcateias surgiram, mas poucas ainda se lembravam da deusa da lua.

Ela não podia permitir que as coisas continuassem assim, quando o casal de genuínos foi copular em suas formas lupinas, a lua brilhou intensamente e apenas a voz da deusa pode ser ouvida.

- Voltem para o caminho certo, ou a linhagem de vocês encerrará - essa foi a promessa em resumo.

Mas eles não a ouviram e continuaram em seu caminho errado, a deusa se viu obrigada a cumpriu a promessa, mas não conto a ninguém o que havia nas entrelinhas do destino que ela preparou.

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☾- genuína lunam = Lua genuína, a verdadeira, companheira do genuíno, fica abaixo apenas do genuíno alfa.

☾- velut luna = como a lua, companheira do alfa.

☾- Lunae = lua crescente, companheira do beta, seu ventre só fica fértil na falta do genuína ou da velut.

☾- Luna cimex = erro da lua ou inseto da lua, a mais baixa entre as fêmeas sem nenhum tipo de valor nobre.

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