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Destinado a te amar

Destinado a te amar

Autor:: Cris
Gênero: Romance
Em Nova Yorque ,Louise uma jovem de 20 anos encara a vida sozinha para a manter e cuidar de sua avó doente,ela começa a trabalhar de faxineira em uma das maiores empresas de moda do país ,the fashion uy, uma bela mulher dedicada e esperta ,disposta a enfrentar tudo pelo bem estar de sua avó ,levava uma vida simples mas feliz ,após a perda de seus pais aos 11 anos de idade . A sua vida após entrar na the fashion uy, mudará completamente ,pois conhecerá dois belos homens ,Jean o vice gerente geral da empresa e Leôni fredo o gerente geral ,um homem jovem lindo mas crueu, e extremamente frio ,alguém que ela nunca deveria ter conhecido . Como será que terminará essa história .....

Capítulo 1 Um novo emprego

Era 2018, em Nova York.

Depois de passar a tarde inteira batendo de porta em porta em busca de um emprego, Louise chegou exausta à pequena cafeteria da amiga Brenda.

Com apenas vinte anos, Louise chamava atenção mesmo sem querer. Sua pele era de um tom moreno claro, os cabelos longos e ondulados, negros como a noite, sempre presos em um coque improvisado. Tinha olhos castanhos cor de mel e uma cintura fina que poderia colocá-la facilmente nas passarelas como modelo. No entanto, sempre preferia roupas largas, jeans desbotados, tênis confortáveis e blusas grandes - quase masculinas. Evitava maquiagem para não atrair olhares indesejados, mas sua beleza natural era impossível de esconder.

Louise não tivera uma vida fácil. Perdera os pais em um acidente quando tinha apenas onze anos, sendo criada com muito carinho por sua avó, dona Nani. Agora, com a saúde frágil da avó e a necessidade de remédios caros, a jovem se via desesperada para encontrar um emprego que sustentasse ambas.

Assim que se jogou em uma cadeira, apoiando os braços sobre a mesa, suspirou:

- Nossa, Brenda... estou tão cansada que poderia dormir aqui mesmo. Mas, sabe de uma coisa? Tenho um pressentimento bom dessa vez.

Brenda a observava com ternura. Conhecia bem a amiga: determinada, cabeça-dura e convicta de seus sonhos.

- Tomara que esteja certa, Loy. Eu torço muito por você. Mas me diga... já conseguiu arrumar o dinheiro da luz ou da água desse mês? Se não tiver, pode ficar lá em casa até resolver.

Louise forçou um sorriso.

- Obrigada, Brenda. Mas eu não posso depender de você a vida toda. Tenho que dar um jeito. O pior é que o hospital já avisou que o prazo para pagar a internação da vovó vence no próximo mês... Mas não se preocupe, eu sei onde conseguir o dinheiro.

Na verdade, não sabia. Não tinha a mínima ideia. Mas não queria carregar Brenda com seus problemas.

O que vou fazer, meu Deus...? - pensou, aflita.

Foi então que o destino pareceu ouvir suas preces. O celular vibrou em sua bolsa. Ao atender, uma voz masculina soou do outro lado da linha:

- Boa tarde. Gostaria de falar com a senhorita Louise.

- Sim, sou eu. - respondeu, esperançosa.

- Meu nome é Lúcio. Falo da empresa The Fashion Y. Você foi selecionada para a vaga de faxineira. Tem interesse?

Os olhos de Louise se encheram de lágrimas.

- Sim, claro! - exclamou, quase pulando da cadeira, enquanto Brenda arregalava os olhos.

- Ótimo. A vaga é de início imediato. Apareça amanhã às oito da manhã. Procure por Willians, gestor do departamento de limpeza. Ele lhe passará todas as instruções.

- Estarei lá! Muito obrigada! - disse ela, interrompendo-o de tanta empolgação.

Ao desligar, voltou-se para Brenda, os olhos brilhando.

- Eu sabia! Minhas intuições não falham! Agora tudo vai dar certo.

Brenda sorriu, emocionada.

- Estou muito feliz por você, amiga.

Na manhã seguinte, Louise acordou cedo. Estava ansiosa e animada para seu primeiro dia na The Fashion Y, uma das maiores e mais renomadas agências de modelos dos Estados Unidos.

A empresa pertencia ao lendário Leoni Fredo, único herdeiro do Grupo Fredo - um império bilionário que dominava shoppings, redes de cinema, parques e palácios luxuosos ao redor do mundo. Leoni era conhecido não apenas por sua fortuna e beleza estonteante, mas também por seu temperamento frio e impiedoso, herança direta de seu pai, Marcelo Fredo.

Marcelo, um homem duro e distante, havia deixado o filho aos cuidados de empregados após a morte precoce da esposa. Desde então, Leoni crescera solitário, moldando-se em um homem de gênio difícil, sem amigos, incapaz de confiar em alguém.

A única pessoa que conseguia se aproximar dele era o primo, Jean Fredo, um jovem de 25 anos, simpático e carismático, que acreditava ser capaz de mudar o coração de gelo do herdeiro.

Mas Louise ainda não sabia nada disso. Para ela, o importante era que, finalmente, teria um trabalho. Ao chegar, foi recebida pelo senhor Willians, responsável pelo setor de limpeza. Ele pegou seus documentos, explicou suas funções e entregou-lhe um crachá.

- Aqui está, senhorita Louise. Guarde bem. Bom trabalho.

Ela sorriu, segurando o crachá como se fosse uma chave para uma nova vida.

- Obrigada, senhor Willians.

Mal sabia ela que, ao entrar naquele prédio luxuoso, seu destino estava prestes a cruzar com o de Leoni Fredo - e nada em sua vida seria como antes.

Capítulo 2 Amor a primeira vista

Louise trocou a roupa comum por um simples uniforme de limpeza em tons de cinza e branco, com o emblema bordado no lado esquerdo do peito: The Fashion Y. Não conteve um sorriso discreto ao ler o nome da empresa gravado ali, como se, de repente, ela fizesse parte de algo maior do que jamais imaginara.

Seu primeiro destino foi o 20º andar, o mais luxuoso da empresa. Ali ficavam as salas do Diretor Geral, do Vice-Diretor e de alguns dos nomes mais poderosos daquele império da moda. Para Louise, cada detalhe parecia saído de um sonho: os corredores espaçosos, os lustres brilhantes, o carpete impecável, tudo dava a sensação de estar em um palácio.

Enquanto limpava o chão, seus olhos vagavam admirados pela grandiosidade ao redor. Em uma das áreas mais belas, onde a vista da janela se abria para a cidade como uma pintura viva, ela notou uma pequena sala de secretária. Uma moça elegante, impecavelmente vestida, folheava documentos com concentração. Atrás dela, uma porta imponente trazia uma placa dourada:

"Diretor Geral – Proibida a entrada."

Um arrepio percorreu o corpo de Louise. Aquelas palavras lhe soaram quase como um aviso de perigo, como se lá dentro vivesse um cão bravo. Como apenas um homem poderia carregar tanta responsabilidade?, pensou.

Seguiu sua rotina e, quando foi limpar as portas de vidro, deteve-se diante de uma sala de administração toda transparente. Ao erguer os olhos, congelou.

Lá dentro, sentado à mesa, estava um homem que parecia ter saído de uma capa de revista. Loiro, traços perfeitos, postura confiante. Ele era Jean, o Vice-Diretor Geral. O coração de Louise disparou. Nunca, em toda a sua vida, tinha visto alguém assim tão de perto. Aos olhos dela, era surreal, quase inacreditável.

Como ele é lindo! pensou, enfeitiçada.

Mas seus devaneios foram bruscamente interrompidos por uma voz feminina carregada de ironia:

- Com licença, o que está fazendo, moça?

Louise se virou rápido, meio sem graça.

- Olá... estou limpando a porta. Em que posso ajudar?

A dona da pergunta era Cássia, uma das modelos mais famosas da empresa. Alta, loira, de olhos verdes intensos, parecia uma boneca de porcelana.

- Entendo... mas acho que já está limpa, não? - disse em tom de desprezo.

- Sim, verdade - respondeu Louise, tímida.

Cássia a olhou de cima a baixo e retrucou com desdém:

- Então comece a limpar aquelas luminárias. Estão imundas. Aliás, esse é o seu trabalho, não é? Evite se distrair com coisas que estão muito além do seu alcance.

Louise engoliu em seco, mas respondeu firme, embora com suavidade:

- Eu sei muito bem disso.

Cássia franziu o cenho, claramente irritada com a ousadia discreta da faxineira. Ao se afastar, pensou com veneno: Como essa garota ousa olhar para Jean? Pobretona... Ele está muito além de você.

Louise, observando a silhueta altiva da modelo desaparecer no corredor, murmurou baixinho:

- Essa daí deve ser uma vaca...

Respirou fundo e voltou ao trabalho. Enquanto limpava luminárias e peças de vidro, não conseguia evitar reparar na quantidade de pessoas bonitas que circulavam pela empresa. Alguns rostos eram tão familiares que parecia impossível. Rihanna? Avril Lavigne? Brad Pitt? Ver celebridades de tão perto era inacreditável.

Tão distraída estava, que deixou um dos artigos de vidro cair e se espatifar no chão. Assustada, se abaixou rápido para recolher os cacos, mas acabou cortando as mãos delicadas. O sangue escorreu, manchando o uniforme. Ainda assim, não se queixou - apenas limpou o ferimento como pôde e continuou juntando os pedaços.

Foi quando uma voz masculina, suave mas firme, soou atrás dela:

- Você está bem?

Louise ergueu os olhos devagar... e seu coração quase parou. Era Jean. O mesmo homem que, minutos antes, ela observava de longe, agora estava ali, diante dela. Tão próximo que parecia irreal. Seu rosto corou imediatamente, e por alguns instantes ficou muda, apenas encarando a beleza dele.

- Está me ouvindo? - insistiu Jean, preocupado.

- Hã... sim! Não se preocupe, foi só um arranhão - respondeu, sorrindo nervosa.

Ele não pareceu convencido.

- Você está sangrando. Venha comigo, vou levá-la à enfermaria.

Sem esperar resposta, segurou delicadamente o braço dela, ajudando-a a se levantar. O toque fez Louise sentir um arrepio percorrer o corpo inteiro.

Na enfermaria, vazia devido ao horário de almoço, Jean improvisou. Colocou duas cadeiras frente a frente, trouxe os materiais necessários e, com calma, começou a cuidar do ferimento.

Louise, corada, observava cada traço dele enquanto ele se concentrava no curativo. Eu devo estar sonhando... ele é lindo como um anjo, pensava.

- Está doendo? - perguntou ele, sem levantar os olhos.

- Só arde um pouquinho... - murmurou.

Jean ergueu o crachá dela e leu em voz baixa:

- Srta. Louise... então é o seu primeiro dia, não é?

- Sim, hoje mesmo. Estou adorando trabalhar aqui.

- Percebi. Só não adoraria tanto se tivesse se cortado mais grave. Precisa tomar mais cuidado.

Ela sorriu tímida.

- É verdade, vou me cuidar.

- Pronto, está feito. Agora já passa da hora do almoço. Vá se alimentar antes de voltar ao trabalho, combinado?

- Nem percebi o tempo passar...

- O tempo voa. E lembre-se: evite esforço com essa mão.

- Muito obrigada. Até mais! - disse ela, levantando-se.

Antes de sair, voltou-se para ele:

- Desculpe, mas... como é mesmo o seu nome?

- Jean.

- Ah, sim... Muito prazer, Jean. Nos veremos novamente.

- Até breve - respondeu ele, com um leve sorriso.

Louise saiu quase flutuando. Tinha acabado de conhecer o homem mais lindo que já vira e agora até sabia seu nome.

No refeitório, ficou perdida ao procurar onde sentar. Até que ouviu uma voz simpática atrás dela:

- Ei, novata! Senta aqui com a gente!

Era Sinde, uma colega de uniforme igual ao seu. Louise agradeceu e se juntou a ela e a outros colegas da faxina, que a receberam calorosamente. Entre risadas e histórias, descobriu como funcionava a hierarquia rígida da empresa, onde cada setor tinha o seu lugar - e os faxineiros ficavam no último.

- Aqui tudo gira em torno de status - explicou Lucas, um dos colegas. - Mas não se engane. Nosso setor é o mais feliz. O resto vive de aparências.

Louise riu e concordou. Talvez fosse verdade.

Depois do almoço, voltou ao trabalho, mas sua mente insistia em voltar à cena de Jean cuidando dela. Ela não fazia ideia da importância dele na empresa, mas já sentia que algo especial havia começado naquele instante.

E mal podia esperar para contar tudo à sua querida avó, quando fosse visitá-la no hospital mais tarde.

Capítulo 3 Você é teimosa como sua mãe

E quando chegou no hospital no quarto de sua avó, assim que a viu deu um belo sorriso

A avó estava sentada em sua cama fazendo crochê e vendo algumas receitas de comida.

Oi vovó tudo bem ?está melhor?

Olá minha pequena, estou sim.

disse a senhora com uma expressão carinhosa no olhar, e uma voz suave.

Que bom vovô, olha ,trouxe algumas roupas e livros que você gosta, e também trago boas

notícias.

Obrigada, pode deixar aqui, então fale qual é a boa notícia?

Arrumei um emprego e agora posso comprar seus remédios e te ajudar com mais despesas

Dona Nani estava internada a duas semanas no hospital, com problemas de pressão,

bronquite asmática e pra piorar insuficiência renal, ela precisava ficar em total observação

pelo médico, pois seu estado não era muito bom, embora ela tivesse a consciência disso,

não queria preocupar Louise, ela sabia que Louise se importava muito com ela, pois sua

única família era ela.

Fico muito feliz por você minha filha, mas não quero que fique se sacrificando por mim,

pense em você, sei que já sabe se cuidar ,e teve que aprender muito cedo , pois essa velha

aqui não está muito com saúde pra prestar atenção em você, mas quero que foque em seus

estudos e arrume um bom marido ,se case e seja feliz.

Não diga isso vovó, a senhora não é um fardo coisa nenhuma, amo muito a senhora e

tenho o prazer de fazer as coisas por você .

Fico feliz por isso, mas ainda acho que você poderia estar morando com seu tio André na

Califórnia, lá você teria um bom estudo, e estaria mais protegida.

Louise se irritou com o comentário da avó e a respondeu :

D .Nani já chega! Eu não irei te deixar, não adianta, disse a menina num tom sério, aliás o

Sr André nem é meu tio de sangue ,não iria dar trabalho a ele,ficarei aqui e cuidarei de

você até o fim, não foi isso que a senhora fez por mim ?está decidido e ponto final.

A velha senhora ,não deixou de sorrir pela convicção da neta .

Você é teimosa como sua mãe!

E como a sra também kkkk, a mamãe puxou de quem em ?kkk

As duas ficaram um longo tempo conversando e rindo, D Nani aproveitava todo o tempo

possível com sua neta, afinal ela no fundo sabia que sua saúde estava mais em risco do

que Louise pensava, mas nunca dizia nada, pois não queria assustá-la.

Estava ficando tarde e Louise não podia ficar mais ali, pois no hospital era proibido

proibido acompanhantes a noite , não queria deixar a avó mas infelizmente teve que ir

para casa.

Se despediu de sua avó e prometeu que a visitaria no dia seguinte.

No dia seguinte, bem cedo, lá estava ela

no seu trabalho, se dedicando e dando seu melhor, logo de início se encontrou com Sinde,

que demonstrou ser uma garota muito agradável.

Louise estava muito curiosa sobre sobre seu novo crush, e como estava em um lugar a sós

com Sinde resolveu perguntar como quem não quer nada, para saber mais sobre o rapaz

sem que a amiga percebesse.

Sinde você conhece alguém aqui na empresa chamado Jean?

Quem é esse tipo ?nunca ouvi falar!

Sinde a olhou com uma cara de deboche e riu muito.

Jean? Se você está falando de um gato, loiro alto, olhos verdes, corpo esbelto, claro que

conheço, quem não conhece kkkkk é impossível não conhecê-lo, mas porque quer saber

dele?

Louise não respondeu a Sinde,a abaixou a cabeça corada de vergonha .

Nada, só o vi por aí.

Achou ele gatinho né? kkkkk

Nada a ver!

Louise corou mais ainda

Bom ele é o.....

Quando Sinde ia falar foi interrompida pela voz de Sr Williams, o responsável pelo setor de

limpeza

O que é isso ?as duas de conversa na hora do serviço? Aqui é banco de praça, quer que eu

traga um suco?

As duas ficaram sem jeito e responderam

Não senhor, só estávamos vendo por onde começamos ...

É mesmo Sinde ?você pode começar limpando esses corrimãos, estão uma sujeira, imagine

se o Diretor passar por aqui, ele está na empresa hoje, então não me arrume problemas, e

você Louise pode limpar a sala de Teatro, os atores irão usá la hoje, fica a esquerda

daquele corredor bem na última porta, e não me venha com o papo de que não sabe aonde

é, se vira, você precisa começar aprender a andar por aqui.

Sim sr já estou indo.

As duas se despediram e Louise foi direto ao corredor que Sr Williams havia falado, mas

quando virou a esquerda, ficou meio confusa

Pois lá ,havia outro corredor que dava em outro corredor e haviam muitas portas .

Ela se aproximou e começou a ler as placas nas portas.

Farsa, melodrama , ópera ,monólogo,nossa !pra que isso tudo, hum......entrarei nessa.

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