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Duologia Sem Querer e Por você

Duologia Sem Querer e Por você

Autor:: Ninha Cardoso
Gênero: Romance
Sinopse livro 1: Vitor tem o coração fechado e não se envolve demais com as mulheres com quem sai. Mas isso muda quando ele acaba fazendo uma besteira... Dorme com a irmã do chefe! Pega em uma situação complicada, Juliana não tem muito o que fazer, a não ser aceitar se casar com Vitor para evitar um problema maior. Porém, ela não tinha intenção de levar isso adiante, foi apenas para aliviar a pressão do momento. Independente, ela não queria se envolver com um homem como Vitor. Só que ela não pode negar que ele beija muito bem... Entre outras coisas. Sinopse livro 2: Juliana e Vitor acabaram se envolvendo sem querer após um encontro que terminou diferente do que eles imaginavam. Envolvidos em uma grande mentira, cada um tem seus motivos para levar adiante a farsa que os une. Apesar de diferentes em vários pontos, eles se unem em outros e ambos precisam encontrar o caminho certo que os levará ao encontro da felicidade que buscam.

Capítulo 1 Início Capítulo Um

Parte 1

"Quando encontrar alguém

e esse alguém

fizer seu coração parar de funcionar

por alguns segundos,

preste atenção:

pode ser a pessoa

mais importante da sua vida."

* Retirado da internet

***

Quando Vitor se esticou em sua cama e sentiu que estava bloqueado por algo, piscou os olhos rapidamente para focar.

Em seu despertar ainda sonolento não conseguia saber se estava sonhando ou se havia mesmo um corpo quente grudado ao seu.

Decidiu que era um sonho.

Aquele corpo macio, quente e cheiroso só podia ser algo como um sonho. E se aproveitando disso, desse prazer silencioso e delicioso, correu a mão por sua pele, parando nos seios pequenos e sentiu que o sonho erótico estava lhe despertando para outras coisas e que seu corpo também reagia.

Sua cabeça doeu um pouco, uma pontada fina o fez apertar os olhos e estragou seu sonho erótico com uma mulher linda.

Cabelo castanho escuro, olhos castanhos brilhantes como âmbar e uma boca perfeita para seus beijos.

Esfregou os olhos para sair de sua doce ilusão e entendeu que estava em seu quarto, em sua cama, como sempre. A pouca luz vinha de fora. Um fio de luz do dia que entrava pela cortina mal fechada.

Engoliu em seco, um gosto ruim na garganta e o estômago estufado, se sentindo um pouco enjoado, a cabeça pesada. Esfregou a testa e virou o rosto.

"Merda."

Rapidamente retirou a mão do seio macio... De Juliana. A pessoa que ele nunca deveria se aproximar a não ser para assuntos de trabalho.

Só que o modo como ela estava relaxada em sua cama não parecia nada com trabalho. Estava nua, o cabelo desgrenhado e a boca sem batom.

"Que merda eu fiz?"

Ele sentou devagar, mas não deu muito certo. O movimento do colchão acabou despertando Juliana que a principio abriu levemente os olhos e ergueu o rosto para ele.

Piscou. E o viu.

Ela deu um salto sentando depressa e quase caindo para trás. Arregalou os olhos e então puxou fundo o ar e soltou um grito mais alto que podia.

Vitor também arregalou os olhos com a reação dela e levou as mãos aos ouvidos, fazendo uma careta de dor e espremendo os olhos.

_ Ai, pelo amor de Deus garota... Para com isso, quer me deixar surdo?

Ela continuou gritando. Ele pensou que talvez toda a cidade acabasse ouvindo.

_ Jesus... Que garganta poderosa... Chega, por favor! - falou alto.

Com dor de cabeça e um grito desse ao pé do ouvido era certeza ter uma enxaqueca logo mais e sem falar na ressaca.

_ Sai de perto de mim - ela gritou.

Juliana puxou o lençol para se cobrir e uma parte estava presa embaixo de Vitor.

Puxando mais forte, o lençol se soltou e ela acabou indo ao chão em um cena ridícula, de pernas para cima e o cabelo encobrindo seu rosto.

_ Não chegue perto - disse do chão.

_ Eu hein, Deus me livre - pegou o travesseiro e se cobriu como pôde _ Se você gritar de novo, vou passar mal e vou vomitar em cima de você. Estou com muita dor de cabeça e uma ressaca que promete - ele suspirou e apertou os dentes.

Juliana sentou segurando o lençol e apoiou a cabeça no colchão, olhando para ele como se fosse um bicho estranho.

_ Que... Diabos você está fazendo aqui na minha cama? - ela perguntou.

_ Eu? Sua cama? - virou para ela.

Ele também a olhava de modo surpreso. Não imaginaria que iria acordar ao lado dela.

Agora estava muito difícil raciocinar e encontrar as palavras certas para explicar, mas era preciso.

Respirou fundo e esfregou os olhos de novo, colocando as ideias de volta no lugar. Estava difícil até respirar por causa da dor de cabeça que ela tinha agravado com o grito estridente.

Eles trabalhavam juntos quase todos os dias e nunca a vira assim. Sempre estava em seu jeans ou seus vestidos floridos.

Nua era a primeira vez.

Gostaria de ver mais, só que ela estava escondida atrás do colchão, encolhida no chão com o rosto apoiado e olhos bem abertos. Deu vontade de rir, mas não o fez para não piorar a situação.

O rosto corado pelo susto estava limpo de maquiagem e o cabelo desgrenhado lhe dava um ar mais jovem ainda, a deixando muito atraente. A boca rosada entreaberta era um convite, mas ele não ousaria agora.

Desviou o olhar da boca.

_ Se não percebeu, você está em minha cama, em meu quarto - ele disse.

Ela olhou devagar em volta. Realmente não reconhecia o lugar. Com certeza não era seu quarto rosa e branco cheio de almofadas e telas que ela mesma havia pintado.

Gemeu fechando os olhos.

"Que diabos ela fazia ali?"

Ela não recordava muita coisa da noite anterior, mas pelo jeito tinha feito uma besteira.

Vitor percebeu que seu sonho delicioso e erótico se transformava em pesadelo. Juliana era irmã de seu chefe, o que não era nada bom.

Muito ruim na verdade. Estava encrencado.

Perderia o emprego despois disso e se não tivesse cuidado, perderia a cabeça também. Joel não ia gostar nada de saber o que aconteceu. E nem ele lembrava direito como os dois tinham acabado ali, no quarto dele.

Capítulo 2 Continua Capítulo Um

Parte 2

Lembrava da festa da noite anterior, quando participou do casamento de Joel e Analice.

Os convidados estavam se esbaldando na comida e bebida e ele também entrou nessa, mas pelo jeito bebeu além da conta.

A festa começou à tarde, entrou pela noite e só de madrugada os noivos saíram, deixando ainda alguns convidados bem animados. Ele era um deles. Não se recordava da última vez que tinha bebido tanto ao ponto de cometer uma insanidade.

Na certa ele deve ter entornado cada copo e taça que chegava em sua mão, só pode. Só assim para ele passar por cima do fato dela ser sua colega de trabalho e de ser irmã do patrão.

Claro, sempre a achou muito bonita, mesmo com as roupas normais de trabalho, mas antes ficava na dele e nunca chegou perto de nenhuma gracinha.

Mas agora a bebida tinha feito o inverso. Ela também tinha bebido e talvez os dois estivessem muito desinibidos na festa, ao ponto de se esquecerem desse detalhe e acabarem na cama.

Só que isso não era o único ponto a ser levado em consideração.

Se ele já a achava interessante, a bebida só o empurrou a dar o passo e claro que com ela foi o mesmo. Afinal, ele não a arrastara até ali ou alguém o teria parado.

_ Seu quarto? - ela franziu a testa e torceu a boca _ Seu quarto? - repetiu.

_ Você ficou lenta, Juliana?

Ela apertou os olhos e olhou com calma em volta. Realmente era um dos quartos da ala de empregados da fazenda de Joel, seu irmão.

Já tinha entrado em alguns quando estavam sendo construídos e eram basicamente o mesmo, mudando poucas coisas de acordo com o gosto pessoal de quem o ocupava.

Havia a cama, uma janela grande com a cortina meio aberta, uma porta que era do banheiro e mais outra que era da sala pequena que todos os quartos tinham, onde com certeza estava a tevê.

Ela esfregou a testa pensando no que tinha feito na noite anterior para estar ali, onde com certeza deveria passar longe. Seu estômago revirou e ela sentiu um gosto ruim subir por sua garganta. Tinha bebido demais na festa do irmão.

Não queria nem voltar a olhar para ele.

Estava nua no quarto de Vítor. Pior, estava nua embaixo do lençol, na cama dele. Isso não era nada bom.

Queria que um buraco se abrisse agora e ela fosse tragada para o fundo de vez.

"Que merda eu fiz, meu Deus?"

Tentou lembrar direito da noite anterior, mas sua cabeça doeu e sua barriga roncou alto. Era só o que faltava acrescentar no livro de idiotices de sua vida. Pelo jeito tinham transado.

E agora teria que dar um jeito de sair daquela situação com um dano menor do que o que já tinha acontecido. Pelo menos com um pouco de dignidade.

De vez em quando ela costumava fazer coisas burras e idiotas, mas nunca tanto assim.

Vítor percebeu que ela não estava bem. Sua postura encolhida, seu rosto vermelho e a cara de susto mostravam isso. Juliana cobriu o rosto com as mãos e suspirou alto.

Dava para ver que ela se sentia envergonhada de estar ali.

Uma pena ela se sentir assim. Observou seus ombros, seu cabelo assanhado, suas unhas compridas que o haviam arranhado noite passada.

Juliana era mesmo muito atraente.

Quando ela suspirou de novo e fez um som de insatisfação, ele voltou a pensar no problema.

_ Juliana, venha para a cama.

Ele disse isso só para que ela saísse do chão frio, mas pelo jeito ela entendeu errado.

_ Você é doido? - apertou os lábios.

_ Eu só quero te...

_ Eu sei bem o que você quer - puxou mais o lençol e gemeu de dor _ Minha cabeça está me matando - ela apertou os olhos.

_ Eu sei, a minha também.

_ E eu com isso?

Ela foi rude, mas é porque o nervosismo tomou conta dela e mais um pouco estaria em pânico, então não dava para ser educada.

Ele riu.

_ Não precisa ser grossa, sabia? - riu de modo sarcástico e a alfinetou _ Ontem você não estava assim.

Ela o olhou tão feio que ele pensou que sua cabeça fosse cair no chão, ressecada.

_ Desculpe, mas de nada adianta você brigar comigo agora... E gritar também - ele apertou a testa de novo _ Minha cabeça também dói.

A lembrança da noite anterior passou pela mente dela. Vítor a beijando, em cima de seu corpo, suas mãos por seus seios... E quando ele a penetrou e ela se derreteu.

"Infernos".

Vítor estava recordando o que haviam feito na noite anterior como se fosse um filme erótico de qualidade, com imagens bem nítidas.

_ Tem razão... Desculpe - ela murmurou.

"Não chore mulher".

Foi o que Vítor pensou ao perceber que os olhos dela ficaram marejados. Ele detestava mulher chorona e nem sabia como agir quando elas abriam o berreiro.

Só faltava Juliana chorar agora.

Ela queria chorar, mas segurou para não deixar as lágrimas correrem. Talvez precisasse delas depois quando os irmãos descobrissem o que ela havia aprontado dessa vez.

E a vergonha de estar ali que só aumentava, sabendo que ele estava olhando para ela? De repente seria até bom deixar um dos irmãos mais velhos matarem ela, assim não olharia de novo para Vítor.

Só que ela agora precisava manter a calma e ter um pouco de juízo para sair dali. Puxou o ar e olhou para ele, tentando ficar calma.

_ Bem, será que você pode sair para eu pegar minhas roupas e dar o fora?

Ele torceu a boca e começou a levantar quando ela deu outro grito, o fazendo cair para trás e bater a cabeça na cabeceira.

Olhou feio para ela.

_ Desculpe, desculpe... Foi sem querer. Não queria gritar, saiu... Não precisa me olhar como se fosse me bater.

_ É uma boa ideia... Peste - resmungou.

_ É que você está nu - gesticulou _ E não estou a fim de ver.

_ Ontem você pediu - fez cara sarcástica.

_ Ontem... Foi ontem. Fique aí mesmo - coçou a testa _ Estou me sentindo tão enjoada que tenho até vontade de vomitar.

_ Não no meu quarto, pelo amor de Deus.

Capítulo 3 Continua Capítulo Um

Parte 3

Ele gemeu e ela o seguiu. Ambos estavam com dor de cabeça e mareados.

Juliana respirou fundo duas vezes e segurou no colchão para levantar. Ao fazer isso pisou no lençol e repuxou, ficando nua para o olhar dele.

Vítor aumentou os olhos. Juliana era muito bonita e lembrar que passaram a noite juntos fez seu sangue correr mais rápido. Ele abriu a boca para falar, mas não disse nada, fitando seu corpo devagar.

Ela sabia que aquele olhar era de análise e não tinha vergonha de seu corpo. Seu problema era ele ter visto. O encarou de volta.

Vítor tinha o cabelo castanho lindo. Ela já tinha reparado nisso desde quando o conheceu. Até já tinha pensado se seria bom enfiar os dedos por ele.

Ao que parece ela tinha feito isso.

Ele mirou os olhos castanhos brilhantes dela, como um âmbar aceso. Olhos que poderiam levar um homem á loucura.

Desde a primeira vez em que a vira, ele tinha notado esse brilho em seus olhos.

Os três tinham olhos iguais, uma herança do pai deles. Joel e Jessé também tinham o olhar brilhante como o dela, mas se soubessem o que ele havia feito com a irmã, esse olhar seria de morte, com certeza.

E a vítima era ele.

Ela tinha o sorriso lindo e sua risada faria todos ficarem de joelhos se ela quisesse. O temperamento dela era explosivo, mas era doce e gentil também. Dependia muito do momento. Mas algo que sabia sobre ela era que era confiável. Já notara isso.

Um dos problemas que o impediam de chegar nela antes era esse. Juliana era diferente dele em muitas coisas. Ela não era bonita só por fora, mas tinha um bom coração também e estava sempre disposta a ajudar os outros.

Ele era mais cínico, cansado de coisas em sua vida que o fizeram ser mais seco, em especial com relação ás mulheres.

Ela tinha dinheiro, ele não. Ou não tanto como ela.

A fazenda onde trabalhava pertence à família dela, ele é só um funcionário como todos os outros do lugar.

Não era certo se envolver com ela, mas com a bebida falando mais alto, ele foi ousado o suficiente para dar o primeiro passo. Ter feito amor com ela tinha sido maravilhoso, mas ela não pertencia a ele e nem ele a ela. Eram diferentes.

Ele era vivido demais e ela não.

Juliana passara a vida ali, quase não saíra de Andaluz e ele já rodara bastante por outros pastos.

Sem falar que ele estava com trinta e dois anos e ela só tinha vinte e um. Essa diferença de idade trazia pontos de divergência em uma relação.

"Que relação?"

Ele estava pensando bobagem de novo. Não havia uma relação com ela a não ser de trabalho e amizade, nada mais. Nada mesmo.

E ele já tinha sido casado uma vez e não tinha intenção nenhuma de se envolver a sério de novo com outra. Uma vez já estava bom.

_ Olha só - ele começou devagar e baixinho por causa da cabeça dolorida _ Eu não tenho ideia exata de como nós paramos aqui, mas acho que dá para adivinhar. Você lembra de algo?

Talvez ela lembrasse melhor do que ele do que haviam feito para acabar na mesma cama, porque geralmente a aproximação deles era apenas profissional.

Ela segurou a respiração um pouco. É claro que ela conseguia lembrar o que havia acontecido. A dor de cabeça ou o susto estavam fazendo efeito porque seu cérebro começou a trabalhar mais e não foi nada bom recordar.

Ficou morta de vergonha.

Ela tinha perdido a vergonha na cara totalmente na noite anterior. Eles eram só amigos de trabalho.

No entanto, ela lembrava do que havia feito e de como havia feito. Mordeu o lábio. Não iria confessar, era vergonhoso. Recordava dos beijos ousados. Tão ousados que ela desceu pelo corpo dele e foi... Até lá embaixo e o beijou lá.

Vergonha era pouco. Virou o rosto e disfarçou.

"Onde está o buraco negro quando se precisa dele para sumir?"

O peito dele era bonito, com pouco cabelo e alto. A barriga era de tanquinho e as mãos fortes e com calos pelo trabalho na fazenda. Mas fizeram milagres em seu corpo.

Ela lembrava sim. Não de tudo, mas boa parte já se fazia marcar em sua memória.

Lembrava do casamento do irmão mais velho, da farra dos amigos e parentes e claro, do tanto de bebida que ela consumiu sem ter noção do que faria com seu organismo.

Raramente bebia, era fraca para qualquer tipo de bebida alcoólica e resolveu fazer essa merda na noite anterior, misturando tudo. Aí estava o final.

Ela tinha começado a flertar com Vítor de brincadeira, nada demais, só para relaxar. E daí?

Todas as garotas da fazenda acham que ele é bonito e sexy, só quis brincar um pouco e até causar um pouco de inveja nelas. Mesmo achando que Vítor era um machista exagerado, mandão e egocêntrico.

Porém, ele era também muito sexy e inteligente, além de dançar muito bem. Ela sabia disso porque foi ela quem teve a ousadia de chamá-lo para dançar quando a música mudou.

Estava se divertindo muito com ele e não pensou nas consequências de seus atos. A música lenta o fez segurar em sua cintura e começaram a dançar quase colados, mesmo com as pessoas em volta olhando. E ela adorou aquelas mãos.

Foi interessante perceber como seu corpo reagiu ao dele, enquanto dançavam juntos, colados, sentindo o cheiro másculo.

Não tinha consciência dessa atração por ele até então. E Vítor era a última pessoa no mundo com quem deveria se envolver, por vários motivos.

Um deles é que ele era um solteiro convicto. Após o fracasso de seu casamento, já o ouvira dizer várias vezes que as mulheres eram só uma diversão em sua vida agora.

Era muito bonito, cheio de palavras e decisões, mas era um mulherengo. E ali estava ela.

Quando ele apareceu na fazenda procurando emprego, seus irmãos fizeram uma entrevista com ele e lhe deram o emprego por um tempo de experiência para ver se ele realmente era bom na tarefa.

E Vítor provou que era. Tanto que o irmão decidiu contratá-lo de modo fixo e logo as pessoas começaram a conhecê-lo mais e seu trabalho. Era muito capaz no que fazia e o que mais lhe agradava eram os animais. Parecia mais à vontade com eles do que com as pessoas.

Algo que também a intrigava um pouco quando pensava nele.

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