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ENTRE O AMOR E  O ÓDIO.

ENTRE O AMOR E O ÓDIO.

Autor:: escritoras.Maverick
Gênero: Romance
Luna foi Prometida ao filho do dono da Rocinha após um crime acontecer e ela como pagamento foi Prometida ao filho Dono do Morro após 18 anos os dois precisam se casar para continuar o legado do pai de pollo Só que nesse período a mesma se envolve em um acidente e conhece um delegado na qual ela se apaixona, o que ela não contava é que nesse mesmo período a mesma começa a criar sentimentos pelo Pollo. Agora a pergunta que não quer calar ela vai criar sentimento pelos dois e aí com quem ela vai ficar? SIGAM O IG: ESCRITORAS.MAVERICK ❤FAÇAM SUAS APOSTAS❤💘

Capítulo 1 NARRATIVA

8 anos atrás

Thor: naaaaaaaaaaaaao, não atira.

Bang-bang (som de tiro)

Pacheco: Meu Deus, eu o matei, meu Deus, não foi porque eu quis, acorda por favor.

Thor: vamos Pacheco, antes que os caras apareçam e vejam nos aqui.

Pacheco: não! temos que socorrer, não podemos deixar aqui.

Thor: não temos tempo p0rra, vamos logo, a polícia vai aparecer e levar nos.

PACHECO NARRANDO:

-E foi assim que nossas vidas mudaram, desde aquele dia em que eu matei o dono do morro rival, e a partir dali teríamos nossas vidas virada de cabeça para baixo.

Pacheco: vão vir atrás de mim, e agora Thor?

Eu não o matei porque quis não, a arma disparou.

Thor: eu sei mais os caras não vai achar isso não, e vão vim sem dó. Eu assumo a responsa pô. eu vou saber segurar o bagulho.

Mais nada nessa vida e de graça.

Pacheco: eu faço o que você quiser.

Thor: tua filha terá que se casar com o meu filho, quando a mesma fizer 18 anos.

Atrás de um grande homem, tem sempre uma grande mulher.

Pacheco: e se eu não aceitar?

Thor: bom, aí vão vir atrás de você, e o resto você já sabe, roda você e sua família.

Pacheco: aceito!

18 ANOS DEPOIS

Pollo Mavericks 20 anos, dono da rocinha, vulgo PL

POLLO NARRANDO

- Hoje acordei com uma sensação estranha, como se algo fosse acontece, parada mó bizarra, olho pro celular e já e 11 da manhã, ontem gerou fiote, foi meu aniversário de 20 anos, pena que meu velho não estava aqui para comemorar comigo, meu velho morreu quando eu tinha 17 anos em uma operação policial, e antes de morrer ele me disse que eu tinha uma mulher prometida, vê se pode coisa de doido, achei que fosse o efeito dos tiros.

-Depois minha velha disse que era verdade e me contou a história, achei mó parada errada, mas fazer o que? Eu só podia assumir o morro se eu aceitasse esse acordo, e claro que eu aceitei, pelo menos vou ter uma fiel só pra mim, um bct fixa.

LUNA TELLES.

- oi gente, meu nome Luna Telles, próximo mês completo 18 anos, só Deus sabe como eu não queria completar 18 anos. O porquê? Porque meu pai, me prometeu ao PL, eu nem conheço o cara, desde de nova, nunca tive contanto com quem era do movimento, pois minha mãe, não queria que eu quebrasse o acordo, então minha vida sempre foi estudar e aprender ser uma boa dona de casa para quando eu me cassasse, se eu era feliz com isso? Não, não sou. mais fazer o que, aqui na favela as coisas não funcionam como a gente quer, fiquei sabendo que ontem foi aniversario dele de 20 anos, e foi regrada a muita bebida, droga e púta. E só o que ele saber fazer mesmo.

- acordo com meu celular despertando olho no relógio, e já e 06:00 de uma segunda feira, ainda estudo estou no terceiro ano, graças a Deus, só tenho mais esse ano. O próximo ano vou fazer faculdade de administração.

Me levanto, tomo meu banho, visto meu uniforme escolar, e vou até a cozinha.

Luna: Bom dia mãe, digo beijando o seu rosto.

Maria: bom dia minha filha! -Aqui está o café, tome e não se atrase, já estou de saída, beijos.

-Ela diz tudo rápido e saindo. - minha mãe trabalha de serviços gerais no shopping, a mesma nunca concordou com o que o meu pai fez. Já tem 3 anos que o mesmo faleceu de um câncer nos pulmões, ele fumava muito.

-Termino meu café, lavo a louça, vou até o quarto e escovo meus dentes, passo um batom e um rímel, e saiu de casa. -Eu moro em uma parte do morro, que quase não se vê os traficantes e agradeço, só assim não preciso cruzar com o PL. -Desço tranquilamente o morro, até sair do mesmo, e ir ao ponto. -Entro no ônibus, ainda bem que tem uma cadeira vazia, me sento coloco meus fones. Quando menos percebo o ônibus para em um lugar que não e de costume, estranho e retiro meus fones, para saber o que aconteceu. E ouço o cobrador dizer, que o ônibus furou o pneu. Ótimo comecei a semana bem. Desci junto de todos. Como estou a mais ou menos 20 minutos da escola resolvo ir a pé. Boto meus fones novamente e sigo caminho bem distraída. Até chegar próximo ao colégio e só sentir um impacto e meus olhos começam a fechar, vejo tudo escuro e apago.

WILLIAM CAVALCANTE NARRANDO

-Estou saindo de mais um expediente, troca de roupa no banheiro Vou até ao pátio me despeço dos que entraram para assumir o horário e vou para minha casa. -No meio do caminho resolvo mudar de caminho para passar em uma padaria que vende uns bolos deliciosos. -Sigo até a padaria, até eu me deparar com uma garota de cabelos loiros passando na avenida com o sinal aberto para os carros, tento frear mais em vão.

-Não houve jeito, atropelei garota, paro o carro desço correndo e vejo que a mesmo desmaio.

Pego ela no colo, coloco dentro do meu carro e vou até ao hospital. Entro com ela nos braços pedindo socorro, até que vem até mim, enfermeiros com uma maca, colocam ela e levam até a sala de atendimento, tento fazer a ficha, mais digo que não sei nada sobre a garota. Deixo apenas meus dados. Vou até ao refeitório do hospital, tomar um café, afinal sair do plantão sem comer nada. Volto para o corredor, e cruzo com o médico perguntando o estado da garota, e ele me diz que ela acordou bem.

LUNA NARRANDO:

-Acordo vendo um clarão, olho bem para o quarto e vejo que estou no hospital, e lembro do que aconteceu, sou tirada dos meus pensamentos, ao entrar no quarto um homem muito gato, alto musculoso, de tom de pele clara, cabelos loiros, barbudo, exalando seu pacco rabanne.

William: oi tudo bem?

Luna: oi, acho que sim. Sorrio de lado -passou a mão na barba e disse:

William: bom, você entrou na frente do meu carro, eu poderia ter te matado.

Luna: como? Já não gostei da petulância desse homem, como ousa me acusar de entrar na frente do carro dele?

Luna: sem cerrei os olhos e disse, olha eu não entrei na frente do seu carro, foi apenas uma falta de atenção minha, atravessar sem olhar. -Ele me olha com aqueles olhos negros.

William: então resumindo, entrou na frente do meu carro, a pessoa que passa sem olhar para os lados, está querendo entrar na frente dos carros.

Capítulo 2 PRIMEIRO CONTATO

Luna: até o médico entra e interrompe aquela conversa sem logica.

Dr.: olá, como a senhorita está?

Luna: bem doutor.

Dr.: bom preciso que você me passe algumas informações suas para que a gente possa fazer sua ficha.

Luna: tudo bem, meu nome e Luna Telles, tenho 17 anos.

Dr.: endereço?

- eita p0rra, eu não vou dizer que moro na favela, pois vão querer chamar a polícia. Bairro da tijuca doutor. Dei o endereço da minha madrinha.

Dr.: obrigado Luna! Venho já da sua alta.

Dr.: senhor?

Willian: William doutor.

Dr.: senhor William, preciso que assine a alta, já que ela e menor de idade.

Willian: tudo bem.

- levanto da cama, para me certificar se meu celular está comigo, olho na bolsa e não achei.

William: procurando algo?

Luna: ai que susto, coloco a mão no coração. -Estou procurando meu celular, você viu?

William: aqui está.

-Me entregando retirando o mesmo do bolso.

Willian: caiu na hora do acidente.

Luna: obrigado. -Sorrio de canto para ele.

Willian: vamos, já assinei sua alta.

Luna: obrigado, vou sozinha mesmo, não precisa se preocupar, você já fez muito, me trouxe até o hospital, ficou até o final, muito obrigado mesmo, mas pode ir, irei sozinha.

Willian: você é sempre assim teimosa? Ou e só hoje?

Luna: não é isso, e que você já fez muito mesmo.

Willian: olha você não está em condições de nada, só quero te ajudar, vamos? E só uma carona.

-Pensei um pouco, como que eu ia desmentir agora, que não morava na Tijuca e sim n rocinha.

Luna: vamos! - O jeito é ir pra casa da minha madrinha. Ela vai achar super estranho eu Do Nada chegar lá na casa dela, mas é o que temos para hoje.

Willian: pois vamos. -Peguei a bolsa dela, para ela não carregar peso, e fomos até o estacionamento onde estava o carro Pedi para que ela colocasse o endereço certo no GPS e assim ela fez. -Liguei o som do carro e estava tocando pagode, vi ela cantar as músicas baixinho, sorrir de canto, vendo a cena.

-Até que ela percebeu.

Luna: o que foi que está olhando?

Willian: nada, estava vendo você cantar. Tá fazendo que ano do ensino médio Luna?

Luna: terceiro ano.

Willian: pensa em fazer faculdade?

Luna: sim de administração.

Willian: hum, boa escolha.

-Fomos o caminho inteiro conversando coisas aleatórias, até que o tempo passo rápido conversando.

Willian: chegamos ao destino, vai desculpando qualquer coisa ķkkkkkkkkkkkk

Luna: imagina, eu que tenho que pedir desculpa, passei sem olhar, só trouxe prejuízo é dor de cabeça.

Willian: o importante e que ficou tudo bem.

Nos despedimos até que:

Willian: me dá seu número?

-O olho surpresa franzindo a sobrancelha.

Willian: e só para caso você precise de algo.

Luna: tudo bem, sorriu achando estranho, mas mesmo assim dei o número.

Willian: obrigado, tchau!!

Luna: tchau!! Digo acenando.

-Já que estou aqui na casa da minha madrinha resolvo fazer uma visita, e ficar para almoçar.

PL NARRANDO

estava saindo de casa para ir na boca, quando os caras da contenção passam o rádio para informar que a Luna, acabou de subir o morro com um curativo na testa.

Franzi o cenho, essa garota saiu daqui boa, e volta machucada, vê essa fita aí, apesar de nunca ter tido contato com ela pessoalmente, eu sempre fiquei na cola dela, sabendo de todos os passos, e falar pra vocês, a mina e certa viu tio, nunca vi com ninguém e nem no baile ela vai, parece que nem amiga tem, pois das vezes que vejo ela, está sempre sozinha.

Vou até a boca, a pé mesmo, e pego minha moto e vou no barraco da Luna.

LUNA NARRANDO

Depois de almoçar com a minha madrinha volto para casa, e ao passar pela contenção, tive a impressão que vi os meninos, pegarem no rádio, subo lentamente, pois todo meu corpo dói, com certeza e do acidente.

Assim que chego na calçada da minha casa. Uma moto freia bruscamente.

Quando levanto a vista, vejo ele, meu coração dispara, parece que vai sair pela boca, eu nunca tinha visto ele tão de perto.

PL: O que foi isso aí na tua testa, rapá? Não presta atenção por onde anda não?

Luna: sério que as suas primeiras palavras comigo serão essas? Bom jeito de começar.

PL: i rapá, não to te entendendo não, queria que eu dissesse o que? Trouxesse flores era?

Luna: se possível sim. Rsrsrsrs

PL: i ta me estranhando e? não sou os pleiba da zona sul não fia. Se liga na caminhada. Mas sim não vai fugir da pergunta não?

Luna: tenho outra opção?

PL: não, não tem, responde logo deixa de Caô.

Luna: entra, e vamos conversa lá dentro.

-Esse cara e doido, nunca falou comigo, e quando vem falar e desse jeito, já vi que terei dor de cabeça.

Luna: respondendo sua pergunta, sofri um acidente no caminho da escola.

-Vi ele fazer uma cara de preocupado e perguntar;

PL: está tudo bem? Precisa de algo? Quer ir no hospital?

Luna: calma rsrsrsrsr, eu já fui ao médico, a pessoa que me atropelou me levou ao hospital.

PL: e quem foi o cuzão que te atropelou?

Luna: não conheço, na verdade a culpa e minha, atravessei a rua sem olhar, e o sinal estava aberto para os carros.

-PL balança a cabeça em forma de negação.

PL: doida rsrsrsr, presta atenção por onde, nunca te ensinaram que o sinal verde e para carros e não pedestres?

Luna: tá, tá, tá, vai ficar me zuando agora é?

PL: não magina. -levantei as mãos em forma de rendição.

Tô indo pra minha goma, se liga aí na caminhada é presta atenção.

Luna: saiu sem ao menos esperar resposta.

Luna: Depois de tomar um susto com PL, afinal nunca tinha visto ou tive contato com ele

-acabo me surpreendendo com atitude dele de se preocupar comigo, sempre achei que fosse me ver como um objeto de troca, e nunca ligaria pra mim sempre soube que ele era um cara muito frio, não é apegado a ninguém único que ele foi apegado foi o pai e a mãe, mas depois que o pai morreu ele se fechou pra vida enfim e o que todos falaram, achei até estranho.

Capítulo 3 MINHA HISTORIA

-Quando ele pergunta o que ouve estava com curativo na testa, fiquei pensando se falava ou não mas o PL com sua ignorância não é de papo né? acha que tudo é do jeito dele, pronto e acabou, senti ele um pouco neurótico mas logo cortei enfim... PL tem todas as mulheres que quer mas trata elas como uma mercadoria , fico pensando como será quando chegar o dia de ir com ele, sempre sobre soube desse acordo que eu não poderia conhecer e nem me envolver com ninguém, o trato era que com 18 anos iria morar com ele . viraria fiel, tentei fugir de todas as formas, mas sei que meu destino é esse.

-Não sei como vai ser, vendo o PL agir do jeito que ele faz, não tenho nenhum sentimento por ele, mas também não vou aceitar que ele me faça de boba penso que os direitos são iguais, ele pode ter as putas dele porque eu mesmo não terei nada com ele. nunca vou amar alguém que me tem por um acordo.

PL NARRANDO

- Depois de me passarem o rádio falando que Luna estava subindo com curativo fui saber qual era do caô, a doida disse que tinha sido atropelada, eu logo fiquei neurótico né? Já queria leva no posto e tudo. mas ela disse que o maluco tinha prestado o socorro. pensei logo o porquê do cuzão fez isso. Luna disse que não conhecia e a culpa havia sido dela. mandei ela logo se liga né? não aceito graça, volto pra boca e começo a trabalhar, quando estou fazendo a contabilidade, do nada me lembro da Luna e fico perdido pensando que mina linda, já tinha visto ela porem nunca havia visto tão próximo, nunca ia achar que era tão gata parece aquelas Paty do asfalto nem parece que é cria daqui toda educada. -sou tirado dos meus pensamentos.

Alex Vulgo Al que é meu sub chamando falando que chegou carga de droga.

PL: fala aí AL, não tem porta, não é?

AL: pow PL, to batendo e te chamando a horas e tu com essa cara de cachorro apaixonado aí.

PL: ta de sacanagem com minha cara AL?

PL: que apaixonando p0rra. Aqui é cachorro solto eu sou de ninguém eu sou de todas.

AL: ķkkkkkkkkkkkk

PL: para de rir feito hiena, mas fala tu.

AL: vim te avisar que a carga nova chegou.

PL: bora lá conferir.

AL: vamos!

AL NARRANDO

-Fala ai sou Alex Baker, Vulgo AL tenho 20 anos, sou sub dono da rocinha além de ser melhor amigo do PL, crescemos juntos o pai dele ajudou meu pai a me criar já que minha mãe morreu quando nasci, assim como pai do PL meu pai também era envolvido com O crime, ele era melhor amigo e braço direito do Thor, que na época era dono daqui , meu pai sempre me ensinou tudo pra um dia eu assumisse o seu lugar eu também sempre quis isso. Comandar tudo ao lado do meu amigo, mas não imaginaria que perderia meu pai tão cedo com 15 anos.

-ele morreu num assalto foi aí que aprendi a me virar sozinho com ajuda do Thor, sou grato pelo que eles fizeram por mim, com 18 anos eu e Pollo assumimos o morro desde então somos inseparáveis, como irmãos juntos na caminhada , me tornei muito frio depois que perdi meu pai e depois que assumir o morro então só ajudou, nunca me apeguei a ninguém e nem quero, tenho meus lances com as putas do morro mas nada sério e nem quero fiel pra mim, é só um pente e rala e pronto as minas daqui é tudo interesseira querem status e dinheiro, única coisa que nunca concordei com tio Thor foi essa história de acordo ele fez com um outro cara lá um tal de Pacheco, que filha dele tinha que virar fiel do Pollo sempre fui contra. Tudo bem que não acredito em amor por achar que não existe, mas aí casar por acordo pelas merdas que o pai fez também e foda ne? e conhecendo o meu mano que vive na cachorrada ele não vai larga a vida dele, PL no começo até era contra, porém ele só herdaria o morro se aceitasse o tal trato. então aceitou, disse que vai ser a foda fixa dele. foda que ele e muito possesivo com o que é dele, mesmo ele não sentido nada pela mina ele vai se achar no direito de mandar nela, nunca vi a tal da menina, mas sei que nome dela e Luna ela não e de se mistura com ninguém pelo que fiquei sabendo sempre da casa pra escola.

WILLIAM NARRANDO

-Após deixar a Luna em casa, vou pro meu Ap. Estou tão cansado que nem passo, mas na padaria, vou direto pra casa, ao chegar tomo um banho de água quente, que é pra relaxar. E me pego pensando na garota, quem diria que um acidente me traria uma garota linda. Depois de terminar o banho me enrolo na toalha é saiu do box, com a mesma enrolada na cintura. Vou até a cozinha fazer um café é um misto quente, eu moro só, com a profissão que tenho, prefiro assim, apesar que sinto falta de ter alguém pra dividir as coisas, meu trabalho é bem exaustivo e requer muito de mim.

por esse motivo ainda não arranjei ninguém, pois ter mulher e da atenção a ela, coisa que não irei conseguir. Tenho o emprego dos meus sonhos, conseguir chegar onde sempre quis com muito esforço. Só que isso me custou a minha vida pessoal. E espero encontrar alguém que me entenda quando não puder está em casa ou em uma reunião de família, que me ajude. Pois não é fácil ter o cargo que tenho, sou muito visado. E a mulher que se envolver comigo, precisa estar ciente dos riscos que ia correr, só por estar comigo. Depois de tomar meu café, vou até o banheiro escovar os dentes, e colocar uma bermuda de moletom e me deito. Resolvo mandar mensagem para Luna, só para saber se ela está bem.

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