Atenção, queridos leitores...
Antes de embarcar nessa história, me sinto compelida a avisá-los, que esta obra irá conter conteúdo impróprio para menores de 18 anos, podendo ter palavras chulas, violência e descrições de sexo explícito.
As imagens utilizadas, assim como foto dos personagens, não são de autoria da escritora, são de domínio público retiradas da "internet".
Classificação indicativa 18, anos.
Plágio é crime, podemos sofrer pena, por favor respeita meu esforço e dedicação, não permito cópia nem adaptações da minha obra, tenho os meus registros.
... Apresentações...
Chamo-me Oliver Stuart, fui uma criança solitária mesmo tendo meu irmão, mas novo, sempre gostei de ficar sozinho, nunca gostei muito de estudar, as regras da escola me davam asco, não sei para que tanta regra.
Minha mãe sempre foi muito tradicional, nos obrigava a irmos à igreja todos os domingos, eu sempre debochava do pastor deixando minha mãe uma fera, eu sabia que ela ia me deixar de castigo, mas eu não tava nem aí, eu fazia por prazer, prazer oque posso falar sobre isso, tinhas uns garotos na minha escola, que fazia sempre "bullying" com os fracotes, eu sempre fui na minha, e tentava não ser notado, mas um belo dia, eles vieram para cima de mim, e posso dizer mexeram com o cara errado, me levaram para o banheiro para colocar minha cabeça no vaso, não deu muito certo para eles, eu revidei é claro, um eu dei um soco no nariz que o sangue desceu na hora, o outro quando viu correu parecendo um bebê chorão, então peguei o outro e coloquei a cabeça dele no vaso, é só tirei porque o diretor entrou, e me tirou de cima dele, ele já estava desmaiado por falta de ar, quando observei o outro com a mão no rosto, e o sangue descendo, posso dizer que sentir um prazer enorme, eu fiquei suspenso por quase um mês, e minha mãe me obrigou a fazer serviços comunitários por muito tempo, mas pelo menos valeu a pena, aqueles babacas, quando passava por mim, baixavam as cabeças, e nunca, mas os vi fazendo "bullying" com ninguém.
Meu irmão sempre foi, mas quieto, e muito popular, as garotas andavam todas atrás dele, mesmo sendo, mas novo do que eu, minha mãe tinha adoração por ele, e sempre dizia na minha cara que ele era o filho perfeito.
Isso nunca me abalou em nada, mas às vezes pensava que poderia ser igual a ele, mas não fazia meu tipo, ele sempre foi legal comigo, e tentava o máximo possível conversar comigo ou está perto de mim, mas eu não gosto de ninguém no meu pé então sempre dei um jeito de me livrar dele, mas, no fundo, vendo que ele era o único daquela família, que se importava comigo, eu gostava dele.
Meu Pai, sempre foi afastado de nós, ele era militar, então no tempo que lhe restava de folga, ele se trancava em seu escritório, e quase não o víamos, a mamãe e estava sempre de frente a tudo, cuidando de nós, cuidando da casa, ela nunca relaxava.
Quando fiz treze anos me lembro como hoje, quando um soldado veio a nossa porta, e minha mãe foi atender, ela derrubou o vaso que estava segurando, e deu um grito ensurdecedor, meu irmão correu até ela, e eu fui ver oque estava acontecendo, então a vi esmorecer no chão se debulhando em lágrimas, e dizendo repetidamente, - não, não, não, é mentira! Então perguntei ao rapaz oque avia acontecido, e ele me respondeu que meu pai avia morrido em uma missão, que foi, meu irmão na mesma hora começou a chorar, mas eu não consegui ter nenhuma reação, talvez por não ter muita proximidade com o velho, ou quem sabe por estar em choque, mas descobri ter realmente algo estranho comigo, porque durante o velório eu via todos chorar, nem que fosse por um só momento, mas eu não consegui esboçar nenhuma reação, minha mãe olhava para mim, como se pedisse socorro, mas eu não consegui sentir dó, meu irmão veio até mim, me abraçou e chorou muito em meus ombros, só deixei por ser meu irmão, mas essa nostalgia já tava me dando agonia, minha mãe me perguntou se eu não tinha coração, batendo nos meus peitos com às duas mãos, creio eu que em sinal de protesto, por eu ser seu filho, mas velho, teria que está amparando ela, mas deixo isso para meu irmão, ele sempre foi o filho preferido dela, então que a ampare.
Decidi sair para tomar um ar, pois não aguentava mais ver aquele chororô, aquilo parecia uma tortura para mim, no dia seguinte foi o enterro, sei que ele me deu a vida, mas até parece que nunca se importou comigo, eu não lembro de nenhuma demonstração de carinho dele, mas, no fundo, eu amava, e então quando percebo que não o verei jamais enfim uma lágrima rola pelo meu rosto.
Chamo-me Scott Stuart, sou o irmão, mas novo do Oliver, nossa família, sempre foi um pouco difícil, meu pai um pouco ausente, e a minha sempre teve que segurar as pontas, por isso acredito que ela sempre foi, mas dura, meu irmão sempre foi bem fechado, embora eu tente interagir com ele sempre, ele sempre dá um jeito de se livrar de mim, sei que é o jeito dele e gosta de está sozinho, mas é meu único irmão, queria tanto que fossemos melhores amigos, mas sei que ele me ama, pois, já vi ele me defender em nossa escola, acho o Oliver um pouco impulsivo, ele age sem pensar nas consequências, e isso deixa a nossa mãe furiosa, ela é chamada na escola quase diariamente, levando reclamação do Oliver, para tentar puni-lo, ela às vezes me usa, dizendo-lhe que eu sou o filho perfeito, eu não acho isso certo, porque penso que com essas atitudes, ela está afastando o meu irmão de mim, quando eu tinha apenas 11 anos, recebemos a notícia da morte do nosso pai, enquanto eu e nossa mãe sofríamos muito, percebi que o Oliver, nem chorou, minha mãe teve muita raiva dele, pois dizia que ele não tinha coração, acredito que vi por um segundo, uma tristeza em seu olhar, mas não durou muito, ele sempre foi muito seco, e quando fomos para o enterro, e já estava jogando terra em cima do caixão, vi uma lágrima rolar no rosto dele, então eu confirmei, embora ele sempre não demonstrasse nenhum sentimento, ele tinha sim, coração.
...
...
..Oliver Stuart....
Acordo meio desnorteado, escultando alguém gritar meu nome, abro os olhos e vejo o Scott com uma caixa embrulhada com papel de presente, mas, porque isso pergunto.
- Esqueceu seu bobo! É o seu aniversário, que inveja de você Mano, como é estar com 17 anos? .... ele me pergunta.
Esfrego os olhos, e me sento na cama, ele me entrega a caixa e fica parado em minha frente.
- Oque foi Scott?
- Abre! Quero ver se você gostou!... ele fala apreensivo.
Então sou obrigado a abrir, abro e vejo uma luva de beisebol, olho-lhe e seus olhos estão brilhando.
- Iaê gostou, é para jogarmos juntos.
- Claro que gostei....respondo abrindo um sorriso forçado.
Ele me abraça, e sai feliz, eu coloco o meu presente ao meu lado, e paro um pouco para pensar, caramba! Esqueci completamente que era meu aniversário de 17 anos, só falta, mas um ano para eu me libertar.
Levanto-me e vou para frente do espelho.
- E Só, mas um ano e vou poder responder por mim.
Desço e vejo minha mãe na cozinha, nem ao menos ela se dá ao trabalho de olhar-me, eu também nem ligo! Pego uns "waffles" que está em cima do balcão, e quando vou dar uma mordida eu a escuto falar.
- Não coma! Esses "waffles" são do seu irmão.
Então escuto o Scott, falar rapidamente.
- Pode deixar mãe! Eu não estou com tanta fome assim.
Ele olha-me e pisca, para mim já deu, chega dessa vida, chega de ser um fardo para minha mãe.
Então eu decido sair e ir para o bairro mais barra pesada, daqui de Nova York, gosto de desafiar o perigo, amo adrenalina, e passeando por uma das ruas, vejo um cara ser arrastado de dentro de uma van até um galpão, sinto uma curiosidade enorme, então vou me esgueirando, até achar uma brecha em que consiga ver algo, subo em uma caixa, e de lá consigo ver eles baterem muito neste cara, perguntam coisas a ele, em outra língua que não estou habituado a escutar, então fico ali olhando, mas sem querer acabo caindo de cima da caixa que estou em pé, fazendo um barulho absurdo, droga! Vejo um dos caras vindo rapidamente em minha direção, para observar o que foi que aconteceu, então ele me vê, e me arrasta para dentro do galpão, fazendo diversas perguntas.
- Quem é você? Oque está fazendo aqui? Para quem você trabalha?
Então eu lhes respondi, que sou apenas um curioso que estava passando, e ao ver oque estava acontecendo, quis apreciar, e como gostei que vi, fiquei olhando.
Eles acharam estranho, e a todo momento perguntavam para quem eu trabalhava! E como me chamava!
Então após levar alguns murros na boca do estômago, resolvi falar meu nome, e dizer que ainda não trabalhava para ninguém, mas que se fosse para fazer oque eles estavam fazendo, com certeza eu Faria melhor, não sei para que fui falar isso, porque apanhei até colocar sangue pela boca, e então um dia, caras sugeriu que eu fosse levado, para o chefão, para ver oque ele faria comigo, eu apenas ri, e eles me olharam, como se eu fosse louco.
Colocaram um capuz na minha cabeça, e me jogaram na Van, não consegui ver quanto tempo se passou ou para onde me levaram.
Depois de algum tempo, me puxaram de dentro da Van, e me conduziram até um local, lá escutei eles falando em uma língua que eu não conhecia, e depois de algum tempo, puxaram o capuz da minha cabeça, e vi um homem velho com barba por fazer, me olhando intrigado.
Eu então o cumprimentei...
- Olá me chamo Oliver Stuart! Ao seu dispor... e mesmo com as mãos amarradas para trás tentei fazer meio que uma referência.
O homem é apenas me olhou ainda intrigado, E então resolveu falar comigo.
- certo Oliver! Quanto anos você tem, me parece bem novo!
E eu respondi....
- tenho 17 anos inclusive Hoje é o meu aniversário e acabei ganhando este belo presente.... faço menção os machucados que estão no meu corpo.
- bem interessante! Coragem eu tô vendo que você tem, pois, me desafiar desta maneira, realmente tem que ter cunhoës! .... *ele fala me observando.
E eu o respondo*...
- gosto do perigo, sempre fui fã de adrenalina.... falo com um sorriso presunçoso em meu rosto.
Ele então sorri para mim, faz o contorno na mesa, senta, acende um charuto e me diz.
- gostei de você garoto! Meus soldados me disseram, que batiam enquanto em você, você sorria! Isso é bem incomum para uma pessoa, sei que você não tem experiência, e ainda é muito novo, mas vou lhe fazer uma proposta, mas vou logo lhe avisando, uma vez dentro, não tem como sair, e se você tentar sair você morre, você quer trabalhar para mim?
Eu não sei o que fazer... respondo para ele.
- não se preocupe, por um tempo irei colocar você como um dos meus homens, e você aprende o que tem que ser feito.
- Ah! Então eu aceito com certeza.
- E a sua família! Não será empecilho.
- Não! Eles não ligam muito para mim, e assim que conseguir uma boa grana, eu quero morar sozinho... falo para ele.
Vejo que um dos seus homens, fala algo para ele, nessa outra língua que não conheço, e ele responde energicamente, e o cara se encolhe e não fala mais nada, então ele me fala.
- Bem-vindo a família!.... ele levanta, contorna a mesa novamente, vem em minha direção, me abraça e fala.
Pelo amor de Deus, já resolvemos essa situação aqui, solte o garoto, então o cara vem até mim, e corta as amarras.
E no mesmo dia começa, os meus ensinamentos, E desde então já se passou 6 meses, e eu já estou desempenhando meu papel com perfeição, o dom Rafael ou Zeus como é conhecido no submundo, começou a me tratar como um filho, me tornei o queridinho dele, pois sou cruel, não tenho remorso, e sou muito objetivo, cumpro suas ordens literalmente.
Já ganhei um bom dinheiro desde então, mas guardo tudo com o Zeus, para quando alcançar a maioridade, abrir uma conta para mim, e colocar tudo no banco, minha família, vejo muito pouco, desde quando comecei a trabalhar para máfia russa, e também me afastei do meu irmão para manter ele seguro, já que foi o único que gostou sempre de mim.
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Acordo na madrugada, escultando algumas movimentações, ao redor da minha casa, levanto sorrateiramente e olho pela janela, vejo um furgão parado ao lado d fora da minha casa, me abaixo e pego em baixo da cama, a minha sub mëtralh@dora uzi, por ser potente e disparar 600 balas por minuto, me daria uma grande vantagem, pego também a minha pistöla Glock, e algumas facas, e vou me esgueirando pela casa, observo na sala uns caras de preto portando alguns fuzis, então tenho a certeza que realmente vieram atrás de mim, e sem pestanejar, eu abro fogo contra eles, deixando eles caídos no chão, esculto
uma correria, e vejo meu irmão em Pânico no alto da escada, então falo para ele pegar nossa e se esconder, pois, eu irei cuidar de tudo.
Eu escuto uma movimentação, no porão da casa, e vou imediatamente para lá, tem, mas 2 caras, não é difícil de acabar com eles, meto bala deixando eles caídos no chão, sigo para a cozinha, e vejo, mas um agaixado, não vou acabar com ele agora, pois estou em uma posição desfavorável, me esgueiro pela casa, para ver se tem mas algum, mas não vejo, mas ninguém, volto e vejo o cara que estava na cozinha, subindo as escadas, então vou para cima dele, e enfio uma das minhas facas em suas costas, e sinto um impacto em meu corpo.
Olho rapidamente de onde veio aquilo, e vejo outro cara escondido atrás de uma parede, penso de onde esse cara saiu, eu me jogo em um canto para me proteger, enquanto observo o outro cara que estava na escada, cair para trás com a faca encravada em suas costas, escuto alguns disparos vindo em minha direção, levo a mão até minha cintura, e vejo que uma das balas varou o outro lado, então eu penso.
- Esse desgraçado, vai me pagar!
Então saio rastejando e contorno a casa, o pegando desprevenido, e enfio minha faca em seu pescoço, esse não vai morrer tão fácil, vou fazer ele sofrer primeiro.
Verifico se não tem, mas ninguém, para não ser pego De surpresa novamente, pego o meu telefone e ligo para o Zeus.
- 📲 Alô Zeus!
- 📲 Oque foi Oli!
- 📲 tô com um probleminha, aqui em casa.
- 📲 Sua mãe de novo?
- 📲 não! Uns caras vieram, aqui para tentar me matar, mas eu já dei um jeito neles.
- 📲 Bom garoto! Eram quantos?
- 📲 Na minha sala 5, 2 no porão, 1 na minha escada, e outro perto da minha sala de janta, esse desgraçado me atingiu.... falo olhando para os ferimentos, que ainda estão sangrando.
- 📲 Você está bem? Oli!...ele me pergunta.
- 📲 Estou sim, só queria cuidar dessa bagunça, e dá polícia que já deve está vindo para cá.
- 📲 Não se preocupe! Pode deixar, que limpo tudo para você, e a sua família?
- 📲 Devem estar em algum canto da casa, escondidos, mas vou ter que tirá-los daqui, já que sabem onde moro, com certeza vão mandar mas.
- 📲 podemos comprar outra casa para eles!.... ele me sugere.
- 📲 É uma boa ideia!... eu falo.
- 📲. Mas é seus ferimentos?... ele me pergunta.
- 📲 Depois que eu resolver tudo aqui, eu vou aí, para Eliz cuidar disso.
- 📲 Ok! Fico no seu aguardo! E Oli!
- 📲 Sim!
- 📲 Vamos pegar quem mandou te matar!
- 📲 Eu vou cuidar disso pessoalmente..... eu falo.
Vejo que o cara que caiu na escada ainda estar vivo, pois o escuto gemer, então eu o arrasto até o porão, para o interrogar, e deixo ele lá amarrado em uma viga, subo novamente, vou até o outro desgraç@do que teve a ousadia de atirar em mim, para fazer algumas perguntas ali mesmo, já que enfiei uma faca em seu pescoço, que está servindo de tampão para sua veia aorta, se ele se mexer muito, vai sagrar até a morte, como um porco.
E no meio do interrogatório esculto uma movimentação do lado de fora, me preparo, mas uma vez, para revidar, mas escuto uma voz conhecida, então vejo que os homens do Zeus, já chegaram para fazer a limpeza.
No meio do interrogatório fico sem paciência, pois o cara não fala, mesmo eu já tendo arrancado quase todas as suas unhas, e ter feito algumas outras coisas, ele se recusa a falar quem é o seu chefe, então eu retiro a faca lentamente fazendo-o sagrar até a morte.
Eu já estou me sentindo bem cansado, os ferimentos não param de sangrar, então eu subo as escadas, para ver como está o meu irmão e a minha mãe, e juro que se tiver acontecido algo com um dos dois, vou buscar esse cara no inferno, procuro entre os quartos, e não os encontro, decido ir até o quarto do meu irmão, e não os vejo, então quando me viro para sair, escuto uma respiração ofegante dentro do closet, e quando abro a porta, vejo meu irmão abraçado a minha mãe, ele estava apavorado, vi isso em seu rosto, e desespero no rosto da minha mãe então falei, estendendo a mão.
- Não se preocupem! Já cuidei de tudo podem sair daí.
Vejo minha mãe levantar trêmula, ela dá um, tapa em minha mão, e me olhar com repulsa.
- Foi você!...ela me acusava apontando em minha direção.... isso tudo foi culpa sua não foi....ela começa a me bater.
Vi meu irmão segurá-la, e lhe dizer.
- calma mãe! Ele cuidou de nós, se não fosse ele talvez estaríamos mortos agora....ele me olha com afeto.
E minha mãe retruca..
- É por causa dele que estamos, nesta situação, as loucuras dele, nos levaram a isso....ela fala com raiva...
Meu irmão como sempre tenta relevar as coisas, alguém abre a porta atrás de mim, então escuto o Tyler falar.
- Ah! Você está aqui! Já cuidamos de tudo lá embaixo, o porão está limpo, estamos levando a sujeira pro galpão, caso queira pode passar por lá depois que se cuidar, você está péssimo cara.... ele fala segurando em meu ombro.
Eu agradeço e ele sai do quarto, meu irmão ao observar o sangue em meu corpo, corre em minha direção.
- V.você está ferido!.... ele fala com os olhos marejados.
- Isso não é nada, não se preocupe, preciso que vocês venham comigo.
Então escuto minha mãe esbravejar...
- Eu não vou com você a lugar nenhum, não vou seguir um louco, aqui foi o meu lar por muitos anos, e vai continuar sendo.
Então eu respondo..
- A senhora é que sabe! Mas de onde vieram esses tem mais, e com certeza vão vim novamente, eu só quero proteger vocês!
E minha mãe me responde!
- Se você realmente quisesse nos proteger, não teria se metido com essa gente, agora por causa de você, estamos correndo perigo de vida, eu te odeio Oliver.
Meu irmão, mas uma vez, se intromete na conversa, e me manda esperar lá em baixo, que ele mesmo irá convencer a mamãe.
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